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  1. Bazar do DOOK

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  2. Bazar do Nacka

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  3. [Vendo] DVDs variados

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  4. [Vendo] Steelbook Thor

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    • A vida imita a arte.   
    • Bem fraquinho mesmo... peguei pensando que pelo menos fosse divertir feito Piranha ou Meg, mas pelamor...haja enrolação de 50 minutos de blábláblá somente pros restantes 15min se tornarem realmente divertidos no banho de sangue. Mas mesmo assim deixa a desejar como slasher, como terrir e como filme propriamente dito.. Mas quem não for tão exigente quanto eu quem sabe se divirta com esta tranqueira, que nem peitcholas tem pra elevar um tiquim a nota.. Só vale mesmo pelos efeitos práticos e pela cena pós-creditos, que homenageia Sexta Feira 13.. 7-10
    • F I N A L  M E N T E !!! "N`um vou nem falar nada"!!! Anos e anos e anos tentando ver esse "As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant", de 1972, de Fassbinder. Aliás, Fassbinder ao quadrado, Fassbinder adaptando Fassbinder. A primeira uma hora é mais "dura", mas ainda sim válida, realmente uma preparação para o vendaval que é a segunda hora, um ciclone bomba. É um caminhão passando em cima, um caminhão descarregando areia. Pagaria o que pudesse para voltar ao início dos anos 1980 e conferir Fernanda Montenegro, Renata Sorrah e Juliana Carneiro da Cunha nos papéis principais, na versão brasileira paras os palcos, que foi um enorme sucesso. Mas divago... É um texto sobre a escravização do amor, é um texto sobre a solidão homossexual, in casu, das lésbicas. A atriz Margit Carstensen tem um papel difícilimo, como a estilista esnobe, crítica, completamente sádica com sua empregada (que age como um animal servil, masoquista, na esperança muda de que obtenha algum reconhecimento amoroso futuramente ) e que vai se apaixonar perdidamente por uma arrivista, uma moça linda - que dará o troco, a fará pagar o carma - que, por sua vez, vai rejeitá-la amorosamente, depois de viver às suas custas. Pura roda da vida! Todos nós, acredito, já passamos por alguém que nos fez de gato-sapato, e, pior, descobrimos, assustados, que gostávamos disso. Éramos escravos do (des)prazer. E levou um tempo para nos libertar, geralmente com outro amor, ou com terapia. Mas divago... É um melodrama muito pomposo, alemão naquela pegada cabaré. Um único cenário: um quarto. Decorado com um painel, que nos remete a um templo de luxúria. Manequins, sem vida, sem expressão, são testemunhas silenciosas dos afetos humanos. Na segunda hora: objetos são quebrados, palavras virulentas são trocadas, os psicológicos são destruídos, e eles nada fazem....Mas divago... Fassbinder filma tudo com tanta precisão, com cada enquadramento elegantérrimo... Maravilhoso o posicionamento dos corpos sobre a cama, muitas vezes, como se uma mulher estivesse amamentando a outra...Ual! O texto é de quem conhece do riscado. Que me desculpem os héteros, mas só poderia ter sido escrito por um homossexual. Só! O grau de verdade sobre as relações é muito forte. Deixo uns acepipes: "Às vezes, havia uma certa frieza... Dava pra sentir... Você está com alguém num carro, num quarto... Quer dizer algo... Mas tem medo... Ou quer ser carinhoso... Mas também tem medo... Tem medo de perder pontos, de ser o mais fraco.... É terrível, quando sabe que não pode voltar, e começar de novo...." "Sidonie: -Todo mundo sabe que a Petra é louca pela Karin. Petra: -Louca? Não sou louca. Eu a amo. Como jamais amei ninguém antes. Valerie: -Você a ama? Você ama uma mulher? Petra: -O dedo mindinho dela vale mais que todas vocês juntas." "Marlene, dez garrafas de gin!" "Eu acho que as pessoas foram feitas pra precisar uma das outras, mas não aprenderam a viver juntas"  Lembro que quando era criança, ouvi um adulto dizer algo sobre a homossexualidade feminina que me marcou muito, meu ouvido infantil já era superinteressado: "As mulheres podem sempre escolher". Fiquei com isso na cabeça, até hoje. Nunca vou saber se isso é verdade ou não. Pois não sou mulher, nem lésbica. Nunca saberei. O adulto queria dizer que, ao reverso, os homens gays estão "condenados", não podem evitar. Mas as personagens deste filme escolherem, em certa fase da vida, um homem; e sua vivência com outras mulheres tem um quê de fase redentora, como se tivessem ultrapassado gloriosamente, finalmente, as exigências familiares, a sociedade: "...E então, pouco a pouco, começou a morrer a dignidade. Vi que me tinha enganado com ele, e comigo, e decidi acabar. Acabar com o meu amor por ele. Os últimos seis meses foram horríveis, acredita, horríveis! É claro que ele reparou que tudo tinha acabado, ou pelo menos desconfiou. Mas não levou a bem. E não procedeu com muita inteligência. Já que não conseguia prender a mulher em tudo, tentou ao menos na cama. Então surgiu o nojo. Ele foi usando a técnica, a força. Deixei-o, fui aguentando, mas a verdade é que o achava um porco." Um filme obrigatório para as mulheres. Um filme infenso aos homens. O cromossomo xy não aparece. Só importa o amor das mulheres pelas outras mulheres. Minto, um homem aparece. É Fassbinder, em uma foto de jornal. Ele é o único homem desse mundo. O único homem que aparece. Amor machuca. Meu ranking Rainer Werner Fassbinder se altera, portanto: 1) Berlin Alexanderplatz (maior "filme" que já vi na vida, 15 horas); 2) As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant; 3) O Medo Devora a Alma; 4) O Direito do Mais Forte é a Liberdade; 5) Lili Marlene  
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