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Forum Cinema em Cena

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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 07/06/20 in all areas

  1. 3 points
    Jorge Soto

    Filmes Sessão da Tarde

    nestes tempos covidianos de quarentena e eventualmente sem o que fazer, ando fuxicando novos softwares de edicão pras minha atividades e me deu na louca de fazer uma paródia de 1 min de um crássico de sessão da tarde.... a ver se adivinham, enjoy...🤣 testefim.mp4
  2. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Cidade Pássaro", com título internacional, "Shine Your Eyes", é um filme brasileiro que competiu em Berlim 2020, na Mostra Panorama, e foi bem recebido por lá. Pudera, é um ótimo filme, muito melhor do que eu pensava. O diretor Matias Mariani, e um time de muitos roteiristas que incluem sua esposa Júlia Murat, fizeram uma história muito inteligente, e muito original, filmado sem o miserabilismo tradicional do nosso cinema, mesmo se passando no castigado centro velho da capital paulista ( Há até uma cena na belíssima Sala São Paulo). Conseguiu também tocar em pontos colaterais, como a ocupação de imóveis abandonados, a pouca mas importante assistência ao imigrante, bem como na falta de cultura linguística do brasileiro. A história: Um nigeriano vem ao Brasil procurar o irmão mais velho que desapareceu, logo descobre que ele contava mentiras, alardeando sucesso, para a família se tranquilizar por lá. Na busca pelos passos do irmão, descobre outras pessoas que se relacionaram com ele, e também descobre o lado mais duro da cosmopolita São Paulo, bem como seu histórico de receber imigrantes do mundo todo. O filme é falado mais em Igbo (uma das línguas da Nigéria) do que em português, mas há muito espaço para o inglês, chinês, e também até húngaro. Tudo para mostrar essa faceta multicultural da cidade. Ademais, o roteiro consegue, às vezes de forma bem sucedida, às vezes não, aliar a ancestralidade africana com a matemática e a tecnologia - áreas de interesse do irmão desaparecido. Mas o melhor lado da história pra mim é o relacionamento amoroso formado por tabela, entre o protagonista vivido de forma excelente pelo nigeriano O.C. Ukeje e a atriz brasileira Indira Nascimento. Gostei muito. É uma pena que o filme, acredito, não tenha 50% de português para se qualificar na disputa para ser o candidato a Melhor Filme Internacional.
  3. 2 points
    Jorge Soto

    Mulan (Live Action)

    Magina
  4. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Do mestre japonês Masahiro Shinoda, vi esse "Sob as Cerejeiras em Flor", filme de 1975. Um ladrão abrigado nas montanhas ataca uma comitiva na floresta de cerejeiras (que, dizem, sua floração tem o poder de enloquecer as pessoas) e sequestra uma mulher, tomando-a como esposa. Mal sabe ele o que lhe aguarda. A mulher é vaidosa, mimada, e terrivelmente sádica, fazendo-o pagar todos os pecados. É pena que depois da metade, o filme dê uma mudada de escopo. A linha principal - de um casal pérfido que efetivamente se merece - é muito melhor do que a segunda parte, quando o casal sai da floresta e vai para a cidade, bem como seu ingresso na comitiva de ladrões. A natureza é perigosa.
  5. 2 points
    Jailcante

    Quarentena do Coronavirus

    - Falcão: eu achei que era um pombo, por isso não identifiquei. hehehe - Tinha a rocha do Indiana Jones, mas achei que como tinha as Criaturas juntas que era aquela bola que elas fazem na parte 2, aí achei que era tudo do mesmo filme/franquia. - Ghost é de 1990, coloco ele como anos 90 não 80, aí achei que era O Iluminado (tem uma luz saindo do fantasma, aí pensei 'iluminado'). - Loucademia de Polícia: Sabia que tinha visto essa porta em algum lugar hehehehe (e não consegui ver o que estava escrito em cima dela) - Superman II? Essa cena é do Superman I (mas ele é dos anos 70...). - Krull: Nunca vi o filme, não sabia mesmo o que era aquele troço ali. - Tango e Cash: HAHAHAHAHAHAH - Das janelas no prédio, só identifiquei o Rocky (coloquei o Rocky 4 por causa do calção com a bandeira americana). Manequin, ok. O Feitiço de Áquila... Não ia saber nunca, se tivesse um lobo junto do pássaro, talvez saberia. A Coisa: Vi faz muito tempo, aí não liguei o nome a pessoa. Achei que era Academia de Gênios, pela cena da pipoca no fim do filme. - O Vingador Tóxico: Nunca ia saber. Só conheço esse filme de 'ouvi falar'. - Os Deuses devem estar loucos: Também não vi, não saberia identificar. Tem tanto filme que aparece jatos desse tipo, aí não saberia mesmo. - LA Bamba: Errei esse.
  6. 2 points
    Jorge Soto

    Obituários (in memoriam)

    "Sua carreira foi lendária, suas composições são atemporais". "Obrigado por definir o clima de tantos dos nossos shows desde 1983." "O dia em que tocamos pela primeira vez 'The Ecstasy of Gold' como nossa nova introdução em 1983 foi mágico! Desde então, tornou-se parte do nosso fluxo sanguíneo, do nosso fôlego, cumprimentos, orações e ritual pré-show. Eu cantei essa melodia milhares de vezes para aquecer minha garganta antes de subir ao palco. Obrigado, Ennio, por nos estimular, por ser uma grande parte de nossa inspiração e por ser uma ligação entre a banda, a equipe e os fãs. Eu sempre pensarei em você como parte da família Metallica", acrescentou o vocalista James Hetfield em uma nova publicação no Instagram.
  7. 1 point
    Jailcante

    Pinóquio (dir. Robert Zemeckis)

    Live Action da Disney lives... Tom Hanks cotado pra Geppetto:
  8. 1 point
  9. 1 point
    Jorge Soto

    Mulan (Live Action)

  10. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "N`um vou nem falar nada!!!"" F I N A L M E N T E !!! GENTE... Era o grande filme do Maior de Todos (essa perífrase que uso antes de escrever Ingmar Bergman) que me faltava ver. "Face a Face", 1976. Estou ainda aplaudindo de pé (dentro da cabeça). Porque muitos bons diretores podem fazer um parque dos dinossauros, mostrar uma guerra nas estrelas, recontar a história de um reinado, filmar de trás pra frente, adaptar Shakespeare com modernismos, mostrar a corrupção policial, ou fazer graça com nossos defeitos, mas só um, só um, conseguiu filmar a mente humana. Se ao longo de sua imensa filmografia já sabíamos disso, quando você chega em "Face a Face", você se desmente, não, "foi agora", foi nesse filme que ele conseguiu filmar a mente humana. Que isso! Mas ele filmou a vida mental de uma determinada personagem, uma mulher, e para isso era necessário a melhor atriz possível, e talvez até mesmo a melhor atriz do mundo. Gente...o que a Liv Ullmann faz nesse filme!!!? O que é isso? Como essa mulher não tem pelo menos um Oscar Honorário, atingidos os 81 anos? Há pelo menos três cenas de arrancar a tampa da cabeça de tão maravilhosas. Há uma cena de choro histérico que é pra lá de impressionante. Ela ganhou, na época, Nova York, Los Angeles, a National Board of Review, mas perdeu o Oscar para Faye Dunaway. Explicado. A Academia da época não iria assistir a esse filme denso, reflexivo, com legenda... Outra questão: Originalmente é um telefilme sueco (assim como o magistral "Cenas de um Casamento"), com cerca 200 minutos, mas só chega a nós atualmente a cópia cortada. Bergman tem requinte mesmo na modéstia financeira. Sua perícia das coisas prosaicas do dia a dia, como um arabesco do papel-parede, ou portas, faz elas ganharem uma quarta dimensão. É Freud se cineasta fosse. É Deus se cineasta fosse.
  11. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Os Gritos do Silêncio"/ The killing Fields, de 1984, é outro filme que nunca é exibido e eu não sei a razão. Embora goste muito mais da primeira parte, a segunda é a que fica marcada na memória do espectador pela tragicidade das cenas. Haing S.N Nagor levou o Oscar de Coadjuvante, em sua estreia no cinema, mas na verdade é um coprotagonista, já que a segunda parte do filme é toda dele. Adoro o Sam Waterston - que figura serena e doce - merecida indicação a Melhor Ator. Aliás, deveria ser mais reconhecido. O filme politicamente é bem equilibrado. Mostra a intervenção americana no então neutro Camboja, durante a Guerra do Vietnã, bem como mostra os horrores do regime comunista do Khmer Vermelho - não a ponto de igualar os horrores descritos no excelente documentário "A Imagem que Falta", de 2013, também indicado ao Oscar. Os horrores dos campos de morte da segunda parte são contrapostos também a um certo horror mercadológico, com aquele país asiático inundado de caixas de Coca-Cola ou do uísque do andarilho, disputando espaço com a suntuosidade de seus templos. Primeiro Oscar de Fotografia do Chris Menges. Mestre.
  12. 1 point
    Tahar

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    A visibilidade trans alcançada pelo seu lugar de fala com a crítica inevitável para Hollywood. Quando se pensa em pessoas trans, logo se vê os estereótipos que o cinema reforçou sobre os estigmas da identidade de gênero. O documentário vai destrinchar todos os erros que o cinema já cometeu com a população que mais morre no mundo por apenas existir. O documentário começa sobre os tipos de interpretações que são endereçadas às pessoas trans, começando com pessoas cis representando-os; passando pelo sentido de vilão que pessoas crossdresser se comportam, exemplos em Psicose (1960) do Hitchcock até Silêncio dos Inocentes (1991) dirigido pelo Jonathan Demme; concluindo pela cultura da comédia que sempre permeiam as suas personificações, como Uma babá quase perfeita (1993) até As Branquelas (2004). Nesse sentido, Laverne Cox confessa as violências sofridas pelo sorriso ao seu corpo; como se a cultura que a população cis consome desse essa permissão. Como se cada pessoa trans fosse um personagem para vilanizar ou rir. Outra questão que é horripilante é o sentido de "revelação" que dá o título do documentário. Colocando o grande questionamento de quanto de satisfação tem que dar sobre as suas próprias escolhas. O grande bordão de "quando você escolheu ser hétero?" vira o "quando você decidiu permanecer no seu sexo biológico?". Uma outra problemática adotada acontece até em produções que são direcionadas ao público LGBTQI+, por exemplo a série The L World (2004): a série que trata da homossexualidade feminina, trata o personagem transmasculino com um desenvolvimento problemático. Sei que o grande mote é a crítica a essas produções, mas meu único porém é o fato de não ressaltar tanto as produções que deram um pouco mais de visibilidade positiva.
  13. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Vocês sabem, sou bem fã do cinema do Kim Ki-duk, já vi quase todos. Mas faltava esse "Endereço Desconhecido", do começo de sua carreira, 2001, que abriu o Festival de Veneza na época. É um filme bem trágico a respeito de três jovens que, mesmo tantas décadas depois, ainda padecem das consequencias da Guerra da Coreia. A presença americana ainda está lá, na forma de uma base militar. A cidadezinha ao redor convive com a tropa que ronda com um discurso de promoção da paz; alguns moradores tentam arranhar o inglês na expectativa de um dia viajarem; veteranos nacionalistas se amarguram com o passado enquanto treinam o Tiro ao Arco; uma ex-prostituta que teve um caso com um soldado americano envia-lhe cartas que voltam com o selo de "Endereço Desconhecido"; o filho dela é um mestiço, um asiático afrodescendente, que sofre racismo; uma mocinha apaixona-se por um soldado americano viciado em LSD... E por aí vai..É um amplo painel de personagens, sempre a trabalhar criticamente a ideia do militarismo estrangeiro na província coreana. Quem diria que esse Kim ki-duk politizado iria atravessar posteriormente uma fase mística-contemplativa, até voltar, mais recentemente, amarrando as duas pontas da vida, aos filmes mais politizados?!... Voltando ao filme em si, a primeira hora é detestável, muito difícil de acompanhar, pois envolve tortura de cachoros em várias cenas. Mesmo com o aviso inicial nos créditos que nenhum animal sofreu, pra mim passou do ponto. A segunda hora - quando os cachorros se vingam - é muito melhor. E, ademais, os conflitos humanos também já estão mais estabelecidos. Como sói acontece, o final dos filmes dele é excelente, e aqui não fica por menos. Meu ranking Kim Ki-duk, contudo, permanece inalterado: 1) Pietá; 2) A Rede; 3) Primavera, Verão, Outono, Inverno...e Primavera; 4) O Arco; 5) Dente por Dente.
  14. 1 point
    Big One

    Obituários (in memoriam)

    Que belo currículo. The Commitments é um dos meus filmes preferidos.
  15. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Kaili Blues", de 2015, é o primeiro filme do chinês Bi Gan, que impressionou a todos com seu filme posterior "Longa Jornada Noite Adentro" (que está - quem diria? - na Netflix), particularmente com aqueles 59 minutos de plano-sequência. Aqui também tem. Vários. Um que deve durar uns 35 minutos, e a câmera anda de moto, caminhonete, um barco a cruzar um rio, sempre a registrar cada momento ínfimo do protagonista, inclusive um corte de cabelo, e participar de um show no meio da rua! Fico imaginando o trabalho para combinar tudo com figurantes, com coadjuvantes, esconder o povo da técnica... Mas se em "Longa Jornada..." havia diversos momentos de luz e som pra embasbacar o espectador; nesta estreia tudo é mais direto, cru, "feio", registrando uma humilde província rural chinesa ( que, pelo que capturei, é uma comunidade de minoria perseguida). A história é um fiapo: Um médico que vai em busca de seu sobrinho, aparentemente vendido pelo irmão ganancioso. Aos poucos, vamos sabendo do passado do médico, e vamos sabendo tanto, que, se bem entendi, vamos voltando a corda do relógio, e indo para o passado dele nessa região. Então, em dois filmes do diretor, pude encontrar dois denominadores comuns: um cinema de busca; através de planos-sequências em direção ao passado. A cabeça do cara de fato é uma cabeça cinematográfica, tem vocabulário, demonstrando uma engenharia de imagens muito madura para a idade dele. Imagino quando ele conseguir uma história que se encaixe perfeitamente em seu estilo... Gostei muito.
  16. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2021: Previsões

    Detesto a maioria, gosto apenas de "Green Book" e "Mãe" (mas não para maiores prêmios).
  17. 1 point
    Tahar

    Sinkhole

    Jordan Peele e Issa Rae prometem abalar as estruturas do cinema com esse novo filme de ficção científica chamado "Sinkhole". O filme terá a produção da Universal e se baseará no livro da escritora Leyna Krow chamado “I’m Fine, But You Appear to Be Sinking” (2017) que trata da "perfeição feminina" através de um casal que se muda para a casa dos sonhos. A perfeição da casa esconde no quintal um buraco que conserta objetos e aí vem a grande pergunta: será que conserta pessoas? Direção de Jordan Peele e além do protagonismo, Issa Rae também estará na frente da produção do filme. Não sei vocês, mas já estou ansioso. Fonte
  18. 1 point
    Cir-El

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    O Snyder não é o tipo de diretor que economiza nas gravações....rsrs...Há rumores de que ele havia gravado 6 horas. Antes dele sair o corte estava em 214 minutos (3h56), informação do próprio Snyder.
  19. 1 point
    Jorge Soto

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Give Me Liberty é uma boa comédia negra indie que tem duas partes bem definidas. A primeira é um agoniante road movie que não te dá um minuto de respiro diante dos perrengues consecutivos do jovem motorista atrás de seus passageiros (pessoas incapacitadas), e a segunda é mais o drama surreal propriamente dito. O melhor é a primeira parte pois a segunda é mais do mesmo, e creio que a despeito das boas intenções do diretor em tratar de forma humana os esquecidos do sonho americano, a edição caótica depõe contra a película. 8-10 Looks That Kill é um romancezinho teen bobinho e bonitinho, porém sincero. É daqueles indies de aceitação de diferenças, quem vê cara não vê coração, etc e tal.. mas o plot do moleque "lindo de morrer" é seu grande diferencial, fora a narrativa meio fabulesca, estilo Edward Mãos-de-Tesoura. As atuações são razoáveis dentro do possível e sua duração é enxutérrima, sem enrolações. Resumindo, uma boa matinê que cumpre seu propósito de entreter, pra ver, apreciar e esquecer. O hilária personagem da chinesa do intercâmbio merecia filme próprio, chega a ter mais presença em tela que o casal principal. 8,5-10
  20. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Bom Dia, Tristeza", filme de 1958, de Otto Preminger, adaptando o livro homônimo de muito sucesso na época da escritora Françoise Sagan, que o escreveu aos 17 anos. História de uma adolescente linda e frívola que, de certo modo, reproduz psicologicamente a vida de playboy que o pai leva. Até que o pai resolve se casar com uma estilista chique, mas castiça, que tenta reordenar a vida da adolescente, em direção à maturidade. Porém, a regra será encarada como simples controle indevido. O filme, tecnicamente, se divide em preto-e-branco para mostrar o futuro, e o colorido para mostrar o passado - estratégia contrária ao que a maioria dos diretores faria. A luz da Riviera Francesa, uma trilha bonita, e, no elenco, David Niven, Deborah Kerr, e Jean Seberg, os três excelentes.
  21. 1 point
    Questão

    Obituários (in memoriam)

    Isso mesmo. Ele viveu o papel em dois filmes, o A HORA DO PESADELO original e em GUERREIROS DOS SONHOS (Dois dos melhores da série), e depois viveu a si próprio em O NOVO PESADELO
  22. 1 point
    Fui na maior expectativa conferir os pintos, @Jorge Soto, mas, que decepção, um monte de "salgado congelado"... Tô zoando!! 😂 Concordo com você, várias cenas foram muito dispensáveis nesse filme. "El Principe", de Sebastián Muñoz, ganhou o Prêmio Queer no Festival de Veneza em 2019, mostrando a chamada homossexualidade situacional, de dentro de uma prisão, no Chile dos anos 1970. A meu ver, conformou-se a uma narrativa clássica, com tudo que já vimos nesse subgênero de prisão: violência, sujeira, dominação, violação de direitos humanos... Não vi nada de especial. A diferença é realmente o pavilhão ser gay. Mas, se for assim, prefiro reler o fabuloso "Diário de um Ladrão", de Jean Genet, sujando o mundo, nas suas palavras, de "sangue, suor, e esperma".
  23. 1 point
    Tahar

    Qual Livro Você Está Lendo?

    Bom, do lado esquerdo na primeira prateleira com livros, estão os que estou lendo agora e os da direita que serve de alguma forma para consulta. O que acharam? Obs: to demorando demais pra ler Tolkien
  24. 1 point
    primo

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    o cartaz do evento
  25. 1 point
    Nobory

    Hancock

    O filme é bem incompleto, ele consegue pegar uma foda e interessante e transformar nisso, poderia ter desenvolvido muito a trama, mas perde tempo com uma Trama mal desenvolvida que fica boba, e ainda perde tempo com o pseudoRomance com uma personagem, que quando você assiste você pensa: Caguei pra isso", as lutas deles são legalzinhas ? São, é Bobo É, e isso só filme divertidinho do primeiro ao segundo ato e depois e só.
  26. 1 point
    frossit

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Este filme é uma locomotiva descontrolada, uma voadora com os dois pés no peito, um soco no nariz. Personagens desagradáveis, imorais, nojentos. Willian Friedkin é foda. O final então é fantástico ! Não assista com a família. Assistido no canal Paramount. Avaliação: Ótimo.
  27. 1 point
    Jorge Soto

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Lola Pater é um bom filme que trata de aceitação do transexualismo, paternidade, luto e abandono de forma cativante. Não inventa roda alguma, mas a forma até meio original de contar uma estória de reencontro entre pai e filho em embalagem LGTB que é muito interessante. Os atores estão muito bem em seus papéis, principalmente a título do filme, e ofusca facilmente o ator que faz o filho. A duração enxuta, sem enrolação, conta a favor. Os detales socio-economicos africano-europeus são apenas bônus do simplório enredo. 8,5-10 Gundala é um curioso, porém eficiente, filme de super-heróis indonésio com muita açâo e porradaria. O herói é um misto de Thor com Raio Negro (e até Super Choque) que combate a criminalidade e blábláblá. Sim, ja se viu isto trocentas vezes mas aqui eles colocam elementos folclóricos asiáticos e muita, mas muita pancadaria de qualidade (The Raid) que o diferencia dos ianques. É uma producão pequena porém bem feitinha dentro de suas próprias limitações, que tem pretensões de expandir universo e virar franquia se tiver bom retorno de bilheteria. 8,5-10
  28. 1 point
    Cir-El

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    Assistindo após esses anos, ficam ainda mais claras as mudanças causadas pelas regravações do Whedon e os problemas com CGI. Cara, tem muuuuita cena regravada...demais....é uma experiência muito estranha você ver uma cena e um segundo depois ela muda totalmente (ângulo, cabelo e maquiagem dos atores, tom da conversa, cenário atrás dos atores, etc)....muito grotesco. Nesse ponto eu faço coro com a galera que espera ver o SnyderCut. Não porque será um filme extraordinário sem os reshoots, mas que, com certeza, terá menos cenas de "vergonha alheia"...isso por si só já me faz querer assistir ano que vem...rsrsrs Algumas cenas que melhorariam um pouco (pelo que andei lendo por aí): A cena do roubo da caixa-materna no estacionamento. Nessa cena teria uma luta com o Lobo da Estepe no laboratório e o pai do Cyborg seria morto; A cena do Flash caindo em cima da Mulher Maravilha; A conversa do Clark com a Lois no milharal com "fundo de tela do Zoom", "Clark como é morrer?", "Coça"; A cena do "você sangra" e o Batman com "algo quebrado"; O Batman na batalha final dizendo pro Superman que "não desgosta" dele... A morte do Lobo da Estepe porque ficou com medinho (no original a MM corta a cabeça)... etc, etc, etc E dá pra ficar escrevendo até dizer chega....kkkkkk
  29. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Antoine Doinel, personagem alter ego de Truffaut, neste terceiro filme, já é um adulto jovem, dá baixa no exército por indisciplina, tem toda a vida pela frente, um romance garantido, e agora só precisa de um novo emprego... Entre idas e vindas, terminará em uma agência como detetive particular, e lá - em mais uma enrascada na vida - descobrirá um amor proibido. "Baisers Volés", de 1968, é uma comédia, leve, simpática, uma verdadeira crônica sobre o amor, e, mais especificamente, sobre o amor à primeira vista, tão típico da juventude, com tantas características de mera projeção... Porém, essa intenção só será compreendida nos dois minutos finais, aproximando o estado amoroso da loucura. Eu pessoalmente amo quando os filmes só se revelam no final. Consigo ver o fecho de ouro do roteiro sendo escrito. Olha o quilate do texto: "Quando eu estava no colégio, um professor nos explicou a diferença entre tato e polidez: Um homem abre a porta de um banheiro por engano e vê uma mulher absolutamente nua. Ele recua imediatamente, fecha a porta e diz:''Oh, perdão Senhora!''. Isso é polidez. O mesmo homem, abrindo a mesma porta, revelando a mesma mulher absolutamente nua, e dizendo: ''Oh, perdão Senhor!''. Isso é tato. O título vem da charmosa canção-tema de Charles Trenet "Que Reste-t-il de nos Amours", abaixo postada. O filme concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1969. Que tato para o cinema! De quando o mundo não era fuleiro...
  30. 1 point
    Jailcante

    Filmes Sessão da Tarde

    heheheheh Ri demais da meia furada e o gato olhando. hehehe
  31. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Sim, exatamente, era o CGI da época.
  32. 1 point
    Big One

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Não sabia, aliás o que eles usam de tela nesses filmes hein...há muito reclamação com o uso do fundo verde..mas sempre foi muito utilizado. vi ontem ontem O Homem que Sabia Demais e tem várias cenas assim em Morrocos....
  33. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Gosto bastante, mas só deixando claro que o Rio foi filmado por um diretor de segunda unidade, e as imagens captadas são apenas fundo. Cary Grant e Ingrid Bergman não estiveram por aqui.
  34. 1 point
    Big One

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Rebecca, a Mulher Inesquecível 1940 ‧ Drama/Suspense ‧ 2h 10m Pimeiro filme da fase americana do Hitchcock, fiquei sabendo que a história é um plágio do livro "A Sucessora" da escritora brasileira Carolina Nabuco (1890-1981). A filme abre com a câmera atrevessando o portão de uma grande propriedade, indo pelos jardins até chegar em Manderley, onde grande parte do filme se desenrola. O filme conta a história de uma garota do interior que está trabalhando como acompanhante de uma senhora rica onde conhece um homem muito mais rico kkk (Lawrence Olivier). Homem viúvo e atormentado pela morte da esposa, se encanta com a nossa protagonista(que não tem nome no filme). A Rebbeca da história é a falecida esposa, que é onipresente e move a trama de todo o filme. Nossa protogonista descobre isso ao chegar em Manderlay, uma propriedade enorme onde ela tem que lidar em ser uma dama, encarar um propriedade com dezenas de empregados e uma goveranta(excelente) que idolatrava a antiga patroa.
  35. 1 point
    SergioB.

    Filmes Sessão da Tarde

    Ficou ótimo, cara! (Gostei da participação do gato)
  36. 1 point
    Big One

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Legal..vou ver....curto esses filmes...
  37. 1 point
    Hmmm. Resta saber como vão atualizar a história do Sitio, e torna-lo atraente para as crianças de hoje. E de quebra, como vão tratar alguns dos elementos problemáticos da obra original. Curioso se vão fazer uma história contemporânea, ou mais atemporal, como é o caso do filme da Turma da Monica
  38. 1 point
    Questão

    Colheita Maldita (Prequel)

    De fato, tem cara de reboot mesmo. Se esse prequel der certo, não duvido que façam um remake servindo de sequência
  39. 1 point
    Big One

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Visto!!! Fiquei estupefato com o talento dos atores, as músicas e claro, a banda que fica embaixo do palco. Coisa linda de ser..a história de Alexander Hamilton contada através de hip hop, R&B e muito talento.
  40. 1 point
    Chiquinho

    Fórum CeC - 10 Anos

    Falando em comemoração, revendo o pouco que o Web Archive salvou encontrei um blog seu, Dook https://web.archive.org/web/20040713081202/http://hal-9000.weblogger.terra.com.br/ Sua assinatura naquela época era essa: "Adoro adaptar livros medíocres. Eles sempre dão bons filmes" - Stanley Kubrick https://web.archive.org/web/20040712001057/http://www.cinemaemcena.com.br/cinemacena/forum/forum_posts.asp?TID=25&PN=1 Esse link aí em cima por exemplo é de uma página discutindo Star Wars: Episódio 3. O resto infelizmente não abre, quando muito 1 ou 2 tópicos
  41. 1 point
  42. 1 point
    Jailcante

    Gotham

    Série no HBO Max sobre polícia de Gotham, no mesmo universo do próximo filme.
  43. 1 point
    Jailcante

    The Batman (Matt Reeves - 01/10/2021)

    Vai ter série no HBO Max sobre a polícia de Gotham, passando no mesmo universo do filme:
  44. 1 point
    Jailcante

    O Lobisomem (Ryan Gosling)

    O LOBISOMEM: DIRETOR DE O HOMEM INVISÍVEL PODE ASSUMIR O FILME COM RYAN GOSLING Vem coisa boa aí! 15h · 0 POR GUS FIAUX A Universal Pictures parece finalmente ter encontrado a forma certa de produzir seus filmes de terror envolvendo monstros clássicos, e mais projetos estão vindo no futuro – como, por exemplo, O Lobisomem, um filme que já vinha sendo especulado há algum tempo. E parece que, agora, o longa acaba de encontrar seu diretor. De acordo com o The Wrap, Leigh Whannell estaria em negociações com a Universal Pictures para assumir a direção do vindouro filme d’O Lobisomem, que por sua vez deve ser estrelado por Ryan Gosling (Drive, La La Land: Cantando Estações). Whannell é mais conhecido por ter dirigido recentemente a nova versão de O Homem Invisível. Outros créditos do diretor incluem Sobrenatural: A Origem e Upgrade. Como se só isso não fosse o suficiente, Whannell também é grande amigo de James Wan e o ajudou a criar franquias como Sobrenatural e Jogos Mortais. A julgar pelo sucesso de O Homem Invisível, essa escolha é bem compreensível, e pode ajudar a Universal a reerguer seu universo de monstros. O filme deve ser produzido pela Blumhouse, a mesma produtora de O Homem Invisível. O estúdio já está envolvido na produção de outros filmes dessa “franquia”, como por exemplo a nova versão de Drácula, que deve ser dirigida por Karyn Kusama (Garota Infernal, O Convite). Ainda não há previsão de lançamento para O Lobisomem. https://www.legiaodosherois.com.br/2020/lobisomem-diretor-ryan-gosling.html
  45. 1 point
    Questão

    19 Dias de Horror

    Franquia bem divertida mesmo. A protagonista que faz a Tree manda muito bem, e tem bastante carisma. Mas no segundo filme, o lado Slasher vira quase subtrama mesmo. Prefiro o original, mas o segundo filme é bem legal também. Vi só o primeiro filme. Como o próprio Wes detestava a sequência e achava o seu pior filme, nunca me animei a ver. Hehehe. Dizem que o Wes deixou a família canibal no filme um pouco "simpática", por que ele queria passar a noção de duas famílias se enfrentando, e que a família "civilizada" podia ser tão selvagem quanto a canibal (a cena final é bem pra mostrar isso). Se mostrasse a família canibal só como monstros sanguinolentos, essa ideia não ia funcionar tão bem, como não funcionou no remake (Essa parte, pois no geral, também prefiro o filme do Aja). Visto DABBE: A NOIVA POSSUÍDA Na trama, Ebru (Irmak Ornek) é uma jovem psiquiatra que estuda o poder da crença nas doenças mentais, passando a estudar as ações de um curandeiro, Mestre Faruk (A. Murat Ozgen). Para concluir a sua pesquisa, Ebru leva Faruk para ver Kubra (Cansu Kurgun), uma amiga de infância que dois anos antes foi supostamente possuída por um Djinn, matando o próprio noivo no ensaio do casamento. Registrando todo o ritual de exorcismo com uma câmera de vídeo, Ebru logo vê o seu ceticismo posto a prova quando evidências apontam que há algo de sobrenatural em torno das ações de sua velha amiga. quarto filme de uma popular franquia de terror turca (cujos capítulos tem em comum somente o fato das histórias girarem em torno de Djinns demoníacos), este DABBE: A NOIVA POSSUÍDA revela-se uma grata surpresa, e olha que estou longe de ser um fã de found footages. Tá certo que o filme tá longe de se comprometer com o formato, chegando até a acrescentar alguns Slow motions e montagem paralela ao longo do caminho (são mais de uma câmera documentando os eventos), mas a atmosfera bem construída e a boa dinâmica entre a dupla principal formada pela psiquiatra e pelo curandeiro me ganharam. Ainda que o roteiro escrito pelo diretor Hasan Karacadag se entregue a algum dos clíchês envolvendo filmes de possessão e do próprio estilo Found Footage, a história traz algumas reviravoltas, pistas falsas e falsos climax que são dignos de nota, construindo uma narrativa que se não é imprevisível, ao menos consegue nos manter interessados. Enfim, vale a conferida sem muito compromisso.
  46. 1 point
    Jorge Soto

    Quarentena do Coronavirus

    Vi este aqui e é tua cara Jail
  47. 1 point
    Jailcante

    Obituários (in memoriam)

    Watchmojo fez um Top 10 das trilhas de Ennio: 10. Cinzas no Paraíso (Days of Heaven - 1978) 9. Joe - O PIstoleiro Implacável (Navajo Joe - 1966) 8. Os Intocáveis (The Untouchables - 1987) 7. Cinema Paradiso (1988) 6. Os 8 Odiados (The Hateful Eight - 2015) 5. Era uma Vez no Oeste (Once Upon a Time in the West - 1968) 4. Por um Punhado de Dólares (A Fistful of Dollars - 1964) 3. O Enigma do Outro Mundo (The Thing - 1982) 2. Era uma Vez na América (Once Upon a Time in America - 1984) 1. Três Homens em Conflito (The Good, the Bad and the Ugly - 1966) Menções Honrosas A Missão (The Mission - 1986) Os Violentos vão para o Inferno (The Mercenary - 1968) Por uns Dólares a Mais (For a Few Dollars More - 1965) A Batalha de Argel (The Battle of Alguers - 1966) Investigação sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita (Investigation of a Citizen Above Suspicion - 1970)
  48. 1 point
    Jailcante

    19 Dias de Horror

    A Morte te dá Parabéns (Happy Death Day, Dir.: Christopher Landon, 2017) 3/4 A Morte te dá Parabéns 2 (Happy Death Day 2U, Dir.: Christopher Landon, 2019) 3/4 Revendo esses 2 filmes bem divertidos. Primeiro pega premissa de O Feitiço do Tempo, de um dia se repetindo várias vezes, e mistura com slasher. O segundo já fala de universo paralelo, que deixa de lado o lado slasher do primeiro filme, e virar um sci-fi, mas mesmo assim vale a pena. Por ser um sequel tão surreal talvez prefira ele do que o primeiro. Mas tanto faz, todos os dois são muito bons (queria um terceiro pra fechar uma trilogia). Quadrilha de Sádicos (The Hills have Eyes, Dir.: Wes Craven, 1977) 3/4 Quadrilha de Sádicos Parte 2 (The Hills have Eyes Part 2, Dir.: Wes Craven, 1984) 2/4 Wes Craven nos anos 1970, estava numa época de fazer filmes brutais como esse e o 'The Last House on the Left". Esse aqui se sai bem melhor. É um 'Massacre da Serra Elétrica' num deserto e com uma família sendo o foco da família de sádicos, e não grupo de jovens como no Massacre. Considero o remake feito pelo Alexandre Aja em 2006, melhor que esse, mas esse ainda mantém seu valor. O que pesa contra aqui é que a família soa quase cômica (ainda mais nos dias de hoje), passando longe da família do Letherface que era só insana. Mas ok, ainda mantém seu impacto. E pensar que tanto o original como o remake, ganharam sequels meio frouxas. A Parte 2 daqui, o Wes esqueceu que estava fazendo sequel do 'Quadrilha de Sádicos' e fez um slasher bem Sexta-feira 13 (até o Harry Manfredini que fez trilha da série do Jason, foi chamado pra fazer a daqui, o que deixa tudo mais próximo). Na mesma época, Wes estava fazendo 'A Hora do Pesadelo', e aí deve ter deixado toda sua veia criativa no filme do Freddy, e aqui resolveu só adotar a fórmula dos filmes slashers que estava fazendo sucesso na época. E é uma continuação bem forçada, já que tiveram ressuscitar um vilão do filme anterior e criar um outro que, basicamente, brotou do chão. Mas enfim, se esquecer que é sequel do 'Quadrilha de Sádicos' e tratá-lo somente como mais um slasher ali da época, até que pode funcionar.
  49. 1 point
    Questão

    19 Dias de Horror

    Esse da Drew no começo do vídeo é fantástico. E sempre adorei como o grito dela "reflete" o reflexo do Ghostface na janela. Visto O ESCONDIDO Bem competente este Sci-fi policial de terror oitentista dirigido pelo Jack Sholder (que tem no currículo o ótimo NOITE DE PÂNICO, além do bom A HORA DO PESADELO 2). Basicamente, acompanhamos um policial e um misterioso agente do FBI (que em dez minutos a gente já saca tratar-se de um "alienígena bonzinho") perseguindo um alienígena psicopata que pula de corpo em corpo tocando o terror na cidade. O filme é uma mistureba de ideias e estilos, pegando desde os conceitos de Body horror e infiltração alienígena, aqueles filmes de violência urbana tipicamente oitentistas e até um pouco de "Buddy Cop" na relação da dupla principal, e o mais surpreendente é que essa mistureba toda funciona. Não é nenhuma pérola esquecida, mas dá pra se divertir de boa. Curiosamente, acho que é um filme que o John Carpenter ia adorar ter dirigido.
  50. 1 point
    Big One

    Filmes Sessão da Tarde

    As 7 Faces do Dr. Lao 1964 ‧ Fantasia/Faroeste ‧ 1h 43m Clássico da Sessão da Tarde, eu adorava este filme e ontem me lembrei dele e fui correndo baixar pra poder revê-lo. Continua bom, ela já era "velho" quando eu vi na primeira vez, afinal ele é de 1964. Como diz acima, mistura fantasia e faroeste, num faroeste que já tinha carros. O filme tem aquela cara de matinê, tem humor, tem uma galhofas, mas nada que atrapalhe. Numa cidade do Arizona, um cara muito rico, que por acaso chama-se Stark, kkk. O Sr Stark, tenta comprar todas as casas da cidade alegando que vai "ajudar" as pessoas. Enquanto a votação não acontece, chega na cidade um chinês montando de um burro com um aquário (com um blowfish). JUnto ele trouxe um circo, pequeno por fora e grande por dentro, com várias atrações peculiares, tais como a Medusa (dava muito medo e continua bem feito), Merlin (sim ele), deus Pan (mitologia grega), uma serpente gigante, Apolônio um homem cego que prevê o futuro e o abominável homem das neves. Com isso várias pessoas encontram seus temores, verdades e até alegrias nesses personagens.

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