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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 11/11/19 in all areas

  1. 2 points
    Por mim parece Stranger Things sobretudo por se passar em uma cidadezinha dos EUA. Isso foi o que que causou a sensação de estranhamento. O DNA dos Ghostbusters está associado à Nova Iorque. É estranho ver uma mudança de cenário tão brusca. Pode ser ruim ou pode ser bom. Só vendo para descobrir Mas o trailer não entregou muita coisa. Parece que só mostrou o início do filme
  2. 2 points
    Gust84

    Mulher Maravilha 1984

    Eu estive na CCXP, na quinta e na sexta feira e quase pensei em fazer um tópico pra dividir a experiência. Pra gente que é fã vale muito a pena a ida, de verdade. Eu apesar de gostar muito dos filmes, não me empolgo muito nos painéis, ou pra ver os grandes estúdios. Realmente o stand da Warner tava muito bonito, mas não achei o melhor da feira nem a pau. Me empolgo na sessão de hq´s e das coisas da nossa época das hqs. Conversei com Roger Cruz, Mike Deodato, Neal Adams além de outros artistas.
  3. 2 points
    Jorge Soto

    Rambo V: Last Blood (2019)

    Sylvester Stallone comemora aniversário de Rocky com lembrança épica O filme Rocky: Um Lutador, de 1976, comemorou aniversário de 43 anos ainda na última semana, no dia 21 de novembro. Sylvester Stallone não deixou a data passar em branco. No Instagram, o astro, que tem o filme como um dos grandes marcos da carreira dele, relembrou um cartaz de Rocky. Confira abaixo. “21 de novembro, 1976: Nesse dia, há 43 anos, Rocky nascia. Obrigado por todos os grandes momentos e o apoio. Você, continue lutando”, escreveu o astro. Os fãs, lógico, lotaram os comentários da publicação. Muitos diziam “obrigado por nos trazer o Rocky Balboa”. O trabalho mais recente de Sylvester Stallone é Rambo: Até o Fim, o quinto filme da franquia. Stallone dando migué pro guarda por estacionar em local proibido😂
  4. 2 points
    Pelo menos, se tivesse a Batgirl pra falar que é ela + a 'equipe Aves de Rapina', mas nem isso. É ela sozinha, arranjando umas coadjuvantes de uma equipe random que não vão ofuscá-la.
  5. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    Pois é, eu acho que o diretor de Logan deu a melhor resposta a isso. Ele disse que Scorcesse tá certo, mas foi injusto ao direcionar sua ira apenas na Marvel uma vez que todo cinema industrial corporativo atual, blockbusters e o escambau, faz da mesma forma. Se ele não quer ver fast food, pra isso existe o cinema independente, Sundance, etc..
  6. 2 points
    Jailcante

    Os Vingadores 4: End Game

    E se o público atual se "infantilizou", não seria necessariamente por causa dos filmes atuais de super-heróis, afinal uma "criança de 50 anos", ele tem 50 anos, então esse processo de infantilização já vem de longa data, com filme mais antigos e coisas mais antigas também. E tem muita coisa a mais em cima disso, TV e internet por exemplo, essa briga de egos que rola em rede sociais, gente que, de repente, passou a ser relevante por falar bobeiras, e etc. Sou de acreditar que influencia vem de tudo, não só de uma fonte. Jogar tudo nas costas desses filmes é até simplório.
  7. 2 points
    Jailcante

    Scoob! (animação)

    Origem do Salsicha e Scoby poderia ser essa aqui: Achei mais emocionante. hehehe E essa aqui seria a primeira vez que o Scoby fala alguma coisa:
  8. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    COSTUME DESIGNERS GUILD NOMINATIONS: Excellence in Contemporary Film A Beautiful Day in the Neighborhood – Arjun Bhasin Hustlers – Mitchell Travers Knives Out – Jenny Eagan The Laundromat – Ellen Mirojnick Queen & Slim – Shiona Turini Excellence in Period Film Dolemite is My Name – Ruth E. Carter Downton Abbey – Anna Mary Scott Robbins Jojo Rabbit – Mayes C. Rubeo Once Upon a Time in Hollywood – Arianne Phillips Rocketman – Julian Day Excellence in Sci-Fi/Fantasy Film Aladdin – Michael Wilkinson Avengers: Endgame – Judianna Makovsky Captain Marvel – Sanja M. Hays Maleficent: Mistress of Evil – Ellen Mirojnick Star Wars: The Rise of Skywalker – Michael Kaplan Excellence in Short Form Design Katy Perry: “Small Talk” music video – Phoenix Mellow Kohler Verdera Voice Smart Mirror: “Mirror, Mirror” commercial – Ami Goodheart Lil Nas X: “Old Town Road” music video – Catherine Hahn Madonna: “God Control” music video – B. Åkerlund United Airlines: “Star Wars Wing Walker” commercial – Christopher Lawrence * Sem "The Irishiman" e sem "Little Women". Bom para "Rocketman".
  9. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    O Missouri é um dos estados que mais fez alarmismo contra a suposta violência extremada do filme.
  10. 1 point
    Liv A.

    Mulher Maravilha 1984

    No meu instagram tá cheio de fotos. @amaral.livia
  11. 1 point
    Jailcante

    Oscar 2020: Previsões

    Completei os 5 principais que devem ser indicados no Oscar. Minha ordem de preferência deles seria: 1 - Parasita 2 - História de um Casamento 3 - Coringa 4 - Era Uma Vez em Hollywood 5 - O Irlandês É, O Irlandês tá na ponta debaixo da minha preferência, mas ele está no alto pra ser o possível vencedor, creio eu. A única questão que pesa sobre ele é o fator NetFlix mesmo, até onde a Academia está ok ou não com isso. Se não fosse isso, acho que ele iria levar bem facilmente o prêmio.
  12. 1 point
    Tensor

    Oscar 2020: Previsões

    Globo de Ouro tem que mudar a categoria pra Drama e "Gênero", e aí entra comédia, terror, sci fi... Pra não cometer mais aberrações como Get Out em comédia. Claro, nem assim Era Uma Vez em Hollywood se enquadraria nisso. Bizarro demais.
  13. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    Dei risada: If Sandler, Murphy, and Jlo all get nominated, They’ll have a combined total of 70 razzie noms together!!
  14. 1 point
    Mais um poster. Novidade? Arlequina não está sozinha...
  15. 1 point
    Questão

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    "Me de o meu filme Warner, ou vou começar a cancelar algumas séries"
  16. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    Penso bastante parecido, mas, como já vi "The Irishman", digo que ele subiu bastante na minha lista. Fiquei surpreso como neste fim de semana grande parte de meus amigos tinham visto e adorado o filme. As 3 horas e 29 minutos não se tornaram um empecilho. Todo mundo amou. Mas, curiosamente, não percebi uma grande adesão feminina a ele.
  17. 1 point
    Sério, eu não mais estômago pra esse (des)governo do Brasil. Toda vez que vejo notícia assim, só coloco a mão na testa, lamentando tudo isso, essa bagunça toda, porque não sei como lidar mais... Vontade de ir atrás do DiCapprio e pedir desculpas pessoalmente, e de joelhos ainda por cima. Seria o momento deu torcer pra ele ganhar Oscar, unicamente pra subir no palco lá e falar "O presidente do Brasil é um IDIOTA. Era só isso que tenho a falar e tchau!".
  18. 1 point
    Big One

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Curta em homenagem aos 80 anos do Superman. O Super eh foda. http://youtu.be/X5xvlXV9crE
  19. 1 point
    Estou assim também... não necessariamente por causa dos filmes. Apesar de uns serem melhores e outros desnecessários. Mas por causa dos fãs. Perdi o tesão na coisa quando a galera deixou de saber assistir. Galera que nunca curtiu o negócio agora se acha no direito de meter o dedão na mitologia, levando uma visão enviesada e distorcida daquele universo como se fosse "a verdade". Por mais que seja uma minoria, é uma galera que estraga a festa. Não basta achar o filme ruim, é um povo militante que tenta enfiar na goela dos outros, fazendo campanha contra, fraudando avaliações na net... Agora estúdio é obrigado a fazer algo sem sal para não criar polêmica. E acho que o final vai ser isso: um novo episódio VII, um mais do mesmo sonso.
  20. 1 point
    Também estou meio brocha pra SW. E nem sei porque necessariamente. Gostei muito do Ep. VII e também do Ep. VIII, mas sei lá, algo se esvaziou no meio do caminho. Ep IX estou querendo que só "passe a régua e feche a conta", nem estou ligando muito se vai ser um filme bom ou ruim, só que seja um 'fim'. Tô meio apático mesmo.
  21. 1 point
    Gust84

    Oscar 2020: Previsões

    Finalmente conferi Parasita! Baita hein! Filme do ano até agora.
  22. 1 point
    quem será essa mulher? a namorada Leila Taylor ou a irma Sarah Wilson? Zemo:
  23. 1 point
    Questão

    Invocação do Mal 3

    O segundo filme tem o caso Amityville como cena de abertura só. Mas esse terceiro filme não vai ser baseado em Amytiville, e sim nesse daqui Conheça o caso real de ‘Invocação do Mal 3’: Arne Cheyenne Johnson foi o responsável pelo primeiro processo judicial conhecido nos Estados Unidos em que a defesa procurou provar inocência com base na alegação do réu de posse demoníaca e negação de identidade pessoal. Em 24 de novembro de 1981, em Brookfield, Connecticut, Arne Cheyenne Johnson foi condenado por homicídio culposo pelo assassinato de seu senhorio, Alan Bono. De acordo com testemunhos da família Glatzel, David Glatzel, de 11 anos, teria sido o anfitrião do demônio que depois forçou Johnson a matar Bono. Depois de testemunhar várias ocorrências cada vez mais ameaçadoras envolvendo David, a família, exausta e aterrorizada, decidiu pedir a ajuda dos auto-descritos demonologistas Ed e Lorraine Warren (conhecidos por sua investigação sobre a famosa Amityville) em um esforço de última hora para “curar” David. FONTE: TRILHA DO MEDO
  24. 1 point
    Na série Falcão e o Soldado Invernal, vermos a continuação da história de Sam como o novo portador do escudo, que viverá aventuras ao lado de Bucky. Acontece que a série também irá nos apresentar ao Agente Americano (Rupert Wyatt), o suposto substituto do Capitão América criado pelo governo americano. Através de novas imagens dos bastidores da série, podemos ver o que parece ser um evento dedicado ao Agente, que serve para apresentar o novo herói para o mundo. Como podemos ver, foi colocado um grande palco com o logo do herói em um estádio de futebol, que está todo decorado com cores que remetem à bandeira dos Estados Unidos. Ao que parece, Sam e o Agente Americano entrarão em conflito sobre quem realmente merece o título de sucessor do Capitão América.
  25. 1 point
  26. 1 point
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    boa, Big One! legal isso aí
  27. 1 point
    na boa, não duvido o retorno deste mito como plot twist definitivo..😂
  28. 1 point
    Esse aí foi uma decepção pra mim também.. incrivel que tenha sido dirigido pela mesma pessoa do primeiro, que é ótimo. Aqui elevaram tudo á enéssima potência e não vingou.. um desperdicio de atores e recursos.. me lembrou o caso de outra franquia, igualzinho...Highlander! The Cleansing Hour é um terrorzão com humor negro bem legal que dá um frescor e originalidade aos batidos filmes de exorcismo, adaptando a estória dum exorcista picareta de streamming online que se vê em apuros ao tropeçar com um capeta de verdade. Bebendo da fonte do clássico do Friedkin mas adaptado aos tempos internéticos de pós-verdade e youtube, este indie é bem atuado, violento e tem gore gostoso surpreendente, e é feito á moda antiga. O terceiro ato decai um pouco mas a reviravolta final é a cereja do bolo desta preciosidade. 9-10 Gemini Man é um thriller de ação que dá pro gasto que se sustenta apenas pelo carisma do Will Smith e pelas foderosas cenas de ação. Sim, o roteiro é fraco, problemático e arrastado, cheio de furos. Mas e daí? Curti o filme, com ressalvas claro, mesmo não podendo apreciar as novidades tecnológicas que só o 3D+ proporciona. A cena da perseguição de motos em Cartagena me lembrou Fuga pra Atenas, é apenas uma das várias referencias visuais deste Lee mais afastado de sua zona de conforto e mais preguiçoso, num blockbuster. 8-10
  29. 1 point
    Já o Dalenogare preferiu o Al Pacino. Dos 3 principais do elenco, segundo ele, o Pacino q tava melhor.
  30. 1 point
    Jorge Soto

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Coringa 2 não está acontecendo e “é um ótimo caça-clique”, diz site A notícia de que Coringa 2 foi confirmado pela DC é falsa, pelo menos é o que diz o jornal Deadline.Depois do estardalhaço criado pela informação de que o diretor Todd Phillips estava planejando Coringa 2 com a Warner, uma fonte ligada ao Deadline confirmou que essas negociações não estão acontecendo e que tudo não passa de um rumor. Phillips não se encontrou com o chefe da Warner, Toby Emmerich, como foi noticiado, e muito menos planejou diversas histórias de origem de vilões da DC, como a antiga informação apontava.Segundo o site, apesar da probabilidade de Coringa 2 de fato existir um dia – já que o filme foi bem-sucedido nas bilheterias – ainda não há nenhuma confirmação de que esse filme está sendo planejado agora.Portanto, os fãs podem se acalmar. Coringa 2 ainda não é uma realidade. https://deadline.com/2019/11/joker-sequel-no-discussions-yet-todd-phillips-no-dc-origin-villian-films-planned-1202790774/
  31. 1 point
    Pois é, mas ele ficou eternizado pelo jogo do N64 (saudades).
  32. 1 point
    Questão

    O Farol (Robert Eggers)

    FILMES O Farol, com Robert Pattinson e Willem Dafoe, surpreende com boa bilheteria POR VICTOR NASCIMENTO - 26/10/2019 Mesmo tendo apenas uma exibição limitada em alguns cinemas dos Estados Unidos, O Farol está se saindo muito bem. De acordo com o Box Office Pro, o terror com Robert Pattinson e Willem Dafoe deve arrecadar cerca de US$ 4.1 milhões neste fim de semana, uma melhora de cerca de 858% em relação à semana passada. No total, O Farol já arrecadou mais de US$ 4.6 milhões, sendo que foi lançado em apenas pouco mais de 500 cinemas. É bem provável que O Farol já tenha superado seu próprio orçamento e começado a gerar lucros, tendo em vista que teve uma produção bastante modesta. Com Robert Pattinson e Willem Dafoe, O Farol chegará aos cinemas brasileiros apenas no começo de 2020. Fonte : Observatório Do Cinema
  33. 1 point
    Jailcante

    Cats (Tom Hooper) 19/12/2019

    Vish (2)!!!! (falando no diabo ele aparece hehehe) Amanhã, novo trailer de Cats... Não sei porque mais muitos filmes me vem a cabeça agora:
  34. 1 point
    Questão

    19 Dias de Horror

    Bom Thriller espanhol comandado por Alex de La Iglesia no já clássico formato de personagens isolados em uma situação limite revelando o pior e o melhor do ser humano na luta pela sobrevivência. Fui não dando nada pelo filme, e acabei me surpreendendo. Vale a conferida.
  35. 1 point
    Big One

    Adão Negro (22/12/2021)

    O anúncio.
  36. 1 point
    Quando se fala de empoderamento feminino, a divertida franquia de ação “As Panteras” ainda podia ser considerada discutível, tanto em sua série original de TV (dos anos 1970) como em sua primeira encarnação cinematográfica (da década passada). Agora, a diretora Elizabeth Banks tomou as rédeas de uma saga que sempre foi abordada sob um ponto de vista um tanto masculino, e fez do seu “As Panteras” (2019) um produto dos tempos atuais, ainda que tenha oferecido uma mistura de erros e acertos no resultado final. A história é uma continuação dos exemplares anteriores, e nos apresenta toda uma geração internacional da agência Townsend. Aqui, as três “Panteras” do momento precisam impedir que um dispositivo de melhoria ambiental seja usado de forma letal por terroristas e afins. Como é deduzível, o novo filme é moderno em alguns pontos ideológicos e ambientais, mas aposta em um formato de escalada investigativa batida que não traz frescor àquelas reviravoltas envolvendo agentes duplos e coisas do tipo. Na composição de personagens, as coisas também se mostram um pouco trôpegas. A Elena da Naomi Scott é de uma ótima imponência em postura e ação, mas tem personalidade ainda indefinida. Ella Balinska traz indefinição ainda maior para a sua Jane, ao variar de momentos inteligentes para outros de uma ingenuidade cômica bastante forçada. Já Kristen Stewart brilha em tela, fazendo da sua Sabina uma personagem com estilo malandro e com alguma profundidade. Dos vários coadjuvantes, destaco dois “Bosleys”, feitos respectivamente por um Patrick Stewart divertidíssimo e por uma Elizabeth Banks cheia de confiança e segurança. Claro, também devemos falar sobre o principal: a ação bombástica! Ao contrário das duas obras anteriores, essa aqui leva a tríade “tiros/pancadarias/explosões” a um inesperado nível de economia e sobriedade, um acerto que seria ainda maior se ao menos resultasse num genuíno senso de perigo. A comédia também possui lá uns acertos engraçadinhos. E o elemento feminista atinge o ápice na rima narrativa efetivada entre o início e o desfecho do filme, uma sacada que arrepiará e emocionará qualquer mulher que seja adepta da sororidade. Apesar dos clichês e irregularidades de execução, o novo “As Panteras” é levemente superior aos dois anteriores, e é bacana o bastante para um fim de semana regado a pipoca. Seu discurso também deverá ser cada vez mais incorporado em grupos de mulheres fortes do presente e futuro, enquanto Kristen, Naomi e Ella estiverem refinando sua química em possíveis continuações dessa saga ainda influente de porrada, estilo e bom humor. Se tudo der certo, elas poderão chutar mais traseiros de homens conservadores por aí... Nota: 6
  37. 1 point
    primo

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    The Batman | Matt Reeves confirma Andy Serkis como Alfred Pennyworth Diretor confirmou em suas redes sociais os rumores Andy Serkis será Alfred Pennyworth em "The Batman". O diretor Matt Reeves usou suas redes sociais para confirmar a escalação do ator como o fiel mordomo de Bruce Wayne. "E lá vem o Alfred!", ele escreveu, junto a um gif do ator.
  38. 1 point
    Jailcante

    Liga da Justiça (2017) #2

    Snydão já ligou o mode Samara de 'O Chamado'. Não tem jeito mesmo. hehehe
  39. 1 point
    Jailcante

    Oscar 2020: Previsões

    Assisti ontem e é realmente ótimo. Começa meio cômico, meio leve, mas depois dá uns giro de 360, e fica tudo bem frenético na segunda metade de filme. (Perigo é os americanos inventarem de remekear e sair uma boshta)
  40. 1 point
    Big One

    Sonic - O Filme (14/02/2020)

    Não só o visual ficou melhor como a dinâmica do trailer tb..ficou tudo melhor e acho que será um bom filme família....
  41. 1 point
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    Parabéns procê entao👏🎂😁
  42. 1 point
    primo

    Os Vingadores 4: End Game

    acredito que o Moore está indo além. Concordando ou não com o modo Trump de fazer "política", há no depoimento dele uma avaliação que vai muito além da pauta Scorsese. EM um primeiro momento, pode ser que os colegas possam sentir seus personagens atacados, suas preferências de entretenimento etc. Mas não precisa ser essa interpretação. Capitão América, Superman etc. O patriotismo relacionado originalmente a esses caras, bem como a relação dinheiro / poder bélico / inteligência / proteção em figuras como Bruce Wayne e Tony Stark não estão sendo exaltadas por acaso. Conversar sobre isso ou fazer uma leitura mais profunda de tudo isso pode ser uma boa neste nosso momento histórico.
  43. 1 point
    Jailcante

    Trilogia De Volta Para o Futuro

    Não sei se é real, mas parece que estão tentando fazer uma jaqueta que se auto-seca que nem a do filme:
  44. 1 point
    Jorge Soto

    Doutor Sono (Mike Flanagan)

    Em tempo, Flanagan afirmou que gosta dos filmes da Marvel e chorou ao assistir Ultimato..😂 é ele cineasta de bons filmes, do bom cinema, ou não?🙄😎
  45. 1 point
    Questão

    Doutor Sono (Mike Flanagan)

    Visto DOUTOR SONO Na trama, trinta anos após os eventos no Hotel Overlook, Danny Torrance (Ewan McGregor) se tornou um alcoólatra. Após um terrível incidente, Danny passa a buscar a sobriedade, e alguns anos depois, parece encontrar a paz, trabalhando como enfermeiro em uma clínica para pacientes terminais, usando a sua "iluminação" para ajudar os pacientes a fazerem a passagem. Mas Quando Danny conhece Abra Stone (Kyliegh Curran), uma pré adolescente com as mesmas habilidades que ele, que está sendo perseguida por um grupo de vampiros energéticos conhecido como o Verdadeiro Nó, que se alimentam dos iluminados, Danny deve enfrentar os seus traumas para proteger Abra. Venho acompanhando a carreira de Mike Flanagan com curiosidade desde o seu primeiro filme, ABSENTIA. Trazendo na maioria das vezes personagens definidos por traumas do passado, e uma preferência por narrativa dividida em camadas temporais e sensoriais, a filmografia de Flanagan evoluiu de filme para filme, até alcançar um nome do gênero para se prestar atenção com HUSH: A MORTE OUVE, e atingir a excelência com a minissérie da Netflix A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL. Mas foi em 2017, quando dirigiu também para a Netflix o thriller JOGO PERIGOSO, uma adaptação bastante complexa de um romance de Stephen King, que Flanagan ganhou a chance de enfrentar o seu maior desafio até o momento; dirigir a adaptação de DOUTOR SONO, sequência do clássico O ILUMINADO. O desafio maior não era apenas dirigir a sequência tardia de um clássico do cinema dirigido por um mestre como Stanley Kubrick, mas promover uma reconciliação entre a atmosfera mais niilista e desesperaçosa que Kubrick imprimiu em sua adaptação de O ILUMINADO (notoriamente odiada por Stephen King) com a sequência literária escrita por King que ia contra muito daquilo que foi estabelecido pelo famoso diretor na película de 1980. Era um grande sinuca de bico, mas apesar de alguns percalços, Flanagan se mostrou a altura do desafio, entregando uma sequência que respeita e honra o clássico de Kubrick, mas que também resgata muito dos elementos emocionais que eram caros a King, para construir a sua própria história. Primeiramente, deve-se dizer que diferente de sequências que retomam clássicos, como STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA e JURASSIC WORLD, DOUTOR SONO não é uma continuação que se baseia na nostalgia, ao apresentar uma narrativa de natureza muito diferente do filme original (o que também ocorria com suas contrapartes literárias), ao usar o terror mais como um motor para o drama, do que propriamente torna-lo o cerne da narrativa. O roteiro de Flanagan trabalha com calma a sua história, inicialmente nos apresentando um prólogo que mostra como foram os primeiros meses de Wendy Torrance e o pequeno Danny (Alex Essoe e Roger Dale Floyd) após a tragédia do Overlook, e como o menino aprendeu a lidar com os fantasmas que o perseguiam com a ajuda do espírito de Dick Halloran (Carl Lumbly). Depois desse prólogo, Flanagan desenvolve todo o seu 1º ato em três narrativas paralelas, que acompanham a decadência e recuperação de Danny; a descoberta dos poderes da pequena Abra, que desenvolve desde pequena uma conexão com Torrance; e por fim o recrutamento de Andy Cascavel (Emily Alyn Lynd) para o verdadeiro Nó por sua enigmática líder, Rose: A Cartola (Rebecca Fergunson). Esse 1º ato é competente em construir o universo do filme, ao mesmo tempo em que desenvolve o trio principal formado por Danny, Abra e Rose, até que essas três histórias se cruzam ao fim do 1º ato em uma sequência angustiante que traz a participação especial de Jacob Tremblay. Na direção, Flanagan demonstra uma direção elegante, que consegue manter a própria identidade em sequências mais oníricas, como aquelas que trazem um duelo mental entre Abra e Rose, mas que também referência Kubrick (especialmente nas sequências envolvendo Danny) sem com isso soar uma condução esquizofrenica. De fato, muitas das reconstituições dos planos de Kubrick feitos por Flanagan surgem extremamente interessantes justamente por não serem gratuitos, e sim funcionarem como uma inversão do que foi visto no primeiro filme, como aquela onde acompanhamos uma entrevista de emprego de Danny, tal como o seu pai anos antes, ou aquela que traz Danny sentado em um bar durante o 3º ato da narrativa. Além disso, apesar de possuir duas horas e meia de duração, o diretor conduz um ritmo muito bom para a narrativa, mesmo durante as passagens mais tranquilas, já que constrói com habilidade uma atmosfera densa e melancólica, que nunca nos permite assumir que os personagens estão seguros. DOUTOR SONO também se beneficia de ter um elenco extremamente competente, que compreende muito bem os seus personagens. Ewan McGregor dá uma vulnerabilidade tocante para Danny, ao retrata-lo como um homem não só assombrado por seus traumas de infância (e os fantasmas literais que ele carrega em sua mente) mas por seus próprios erros na vida adulta. A jovem Kyilegh Curran também concede muito carisma e veracidade a Abra Stone, retratando a garota como estando compreensivelmente deslumbrada com a extensão cada vez maior de seus poderes, e até desenvolvendo certa arrogância a partir de certo ponto, mas sem nunca tornar-se antipática (como ocorria com a sua contraparte literária). Mas quem rouba mesmo a cena é Rebecca Fergunson ao fazer de Rose uma vilã sedutora e cruel, que não apenas lidera, mas tem o respeito de seus seguidores, pelos quais ela tem uma relação genuína de afeto. E é curioso observar que ainda que diferente da maioria dos filmes do gênero, onde o vilão tem o domínio da situação até o 3º ato, Rose e seu grupo são muitas vezes surpreendidos por Danny e Abra (que se torna cada vez mais poderosa), a ameaça em torno da personagem nunca é esvaziada, o que credito muito mais ao trabalho de Ferguson do que ao próprio roteiro. No elenco de apoio, destaca-se a presença de Carl Lumbly como Dick Halloran, que consegue replicar os trejeitos que Scatman Crothers deu ao personagem em 1980, mas que consegue tornar o personagem seu ao dar a Halloran uma autoridade que não estava presente no filme original, devido a sua nova condição. Na parte técnica, destaca-se o trabalho de direção de arte, que não apenas reproduz com extrema competência os clássicos cenários do Hotel Overlook no climax da narrativa, mas concede personalidade aos principais ambientes da trama; reparem por exemplo como o quarto de Danny permanece um ambiente vazio e sombrio, mesmo depois de anos vivendo no lugar, denunciando a desconexão do personagem com o lugar onde vide, ou como o quarto de Abra é decorado com bonecas de super heroínas e guerreiras de mangá, refletindo não só a personalidade combativa da garota, que diferente de Danny aprecia os poderes de sua iluminação, mas suas figuras culturais de referência. Ainda é importante citar o trabalho dos Irmãos Newton na trilha sonora, que trabalharam em todos os projetos do diretor desde OUIJA: A ORIGEM DO MAL, que criam aqui uma trilha bastante funcional, que é eficiente sem chamar a atenção demais para si mesmo, além de darem uma bela repaginada para o clássico tema de O ILUMINADO feito por Wendy Carlos E Rachel Elking em 1980 Apesar de muitos acertos, o filme também dá as suas derrapadas. O filme utiliza a personagem de Andy Cascavel para nos dar o contexto do funcionamento do Verdadeiro Nó, o que é uma manobra didática, mas feita de forma natural, mas a personagem perde completamente a importância após o 1º ato, denunciando assim a sua função mecânica para o enredo. E se o climax no Hotel Overlook traz um arrepio na espinha dos fãs do filme de 1980, e traz vários momentos recompensadores (discordo daqueles que apontam que é puro fan service) é inegável que em seus minutos finais, que trazem o desfecho, esse 3º ato não apenas perde o foco da história que estava contando, como ai sim, nesses minutos finais entrega um fan service ao livro O ILUMINADO que narrativamente não faz muito sentido, o que por acontecer justamente na conclusão, acaba tendo um peso maior para o publico. Apesar desses deslizes, o saldo final de DOUTOR SONO ainda é muito positivo. Flanagan conseguiu ser extremamente respeitoso e reverente ao clássico de Kubrick, ao mesmo tempo em que inseriu muito da carga emocional que King sentiu falta no primeiro filme (e que vem do próprio trabalho de Flanagan como diretor, para quem conhece os seus filmes). Não vai ser um clássico como O ILUMINADO, e nem é tão aterrorizante quanto ele, mas não precisa ser. O filme é sim, uma continuação orgânica, que tem a coragem de seguir o próprio caminho (mas sem temer olhar para o passado) com personagens carismáticos, em uma obra que consegue apelar para a emoção do público. No fim, para um projeto que tinha muita chance de dar errado, Flanagan mandou muito bem, renovando o meu interesse por seus projetos futuros.
  46. 1 point
    Questão

    19 Dias de Horror

    Visto DOUTOR SONO Na trama, trinta anos após os eventos no Hotel Overlook, Danny Torrance (Ewan McGregor) se tornou um alcoólatra. Após um terrível incidente, Danny passa a buscar a sobriedade, e alguns anos depois, parece encontrar a paz, trabalhando como enfermeiro em uma clínica para pacientes terminais, usando a sua "iluminação" para ajudar os pacientes a fazerem a passagem. Mas Quando Danny conhece Abra Stone (Kyliegh Curran), uma pré adolescente com as mesmas habilidades que ele, que está sendo perseguida por um grupo de vampiros energéticos conhecido como o Verdadeiro Nó, que se alimentam dos iluminados, Danny deve enfrentar os seus traumas para proteger Abra. Venho acompanhando a carreira de Mike Flanagan com curiosidade desde o seu primeiro filme, ABSENTIA. Trazendo na maioria das vezes personagens definidos por traumas do passado, e uma preferência por narrativa dividida em camadas temporais e sensoriais, a filmografia de Flanagan evoluiu de filme para filme, até alcançar um nome do gênero para se prestar atenção com HUSH: A MORTE OUVE, e atingir a excelência com a minissérie da Netflix A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL. Mas foi em 2017, quando dirigiu também para a Netflix o thriller JOGO PERIGOSO, uma adaptação bastante complexa de um romance de Stephen King, que Flanagan ganhou a chance de enfrentar o seu maior desafio até o momento; dirigir a adaptação de DOUTOR SONO, sequência do clássico O ILUMINADO. O desafio maior não era apenas dirigir a sequência tardia de um clássico do cinema dirigido por um mestre como Stanley Kubrick, mas promover uma reconciliação entre a atmosfera mais niilista e desesperançosa que Kubrick imprimiu em sua adaptação de O ILUMINADO (notoriamente odiada por Stephen King) com a sequência literária escrita por King que ia contra muito daquilo que foi estabelecido pelo famoso diretor na película de 1980. Era um grande sinuca de bico, mas apesar de alguns percalços, Flanagan se mostrou a altura do desafio, entregando uma sequência que respeita e honra o clássico de Kubrick, mas que também resgata muito dos elementos emocionais que eram caros a King, para construir a sua própria história. Primeiramente, deve-se dizer que diferente de sequências que retomam clássicos, como STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA e JURASSIC WORLD, DOUTOR SONO não é uma continuação que se baseia na nostalgia, ao apresentar uma narrativa de natureza muito diferente do filme original (o que também ocorria com suas contrapartes literárias), ao usar o terror mais como um motor para o drama, do que propriamente torna-lo o cerne da narrativa. O roteiro de Flanagan trabalha com calma a sua história, inicialmente nos apresentando um prólogo que mostra como foram os primeiros meses de Wendy Torrance e o pequeno Danny (Alex Essoe e Roger Dale Floyd) após a tragédia do Overlook, e como o menino aprendeu a lidar com os fantasmas que o perseguiam com a ajuda do espírito de Dick Halloran (Carl Lumbly). Depois desse prólogo, Flanagan desenvolve todo o seu 1º ato em três narrativas paralelas, que acompanham a decadência e recuperação de Danny; a descoberta dos poderes da pequena Abra, que desenvolve desde pequena uma conexão com Torrance; e por fim o recrutamento de Andy Cascavel (Emily Alyn Lynd) para o verdadeiro Nó por sua enigmática líder, Rose: A Cartola (Rebecca Fergunson). Esse 1º ato é competente em construir o universo do filme, ao mesmo tempo em que desenvolve o trio principal formado por Danny, Abra e Rose, até que essas três histórias se cruzam ao fim do 1º ato em uma sequência angustiante que traz a participação especial de Jacob Tremblay. Na direção, Flanagan demonstra uma direção elegante, que consegue manter a própria identidade em sequências mais oníricas, como aquelas que trazem um duelo mental entre Abra e Rose, mas que também referência Kubrick (especialmente nas sequências envolvendo Danny) sem com isso soar uma condução esquizofrenica. De fato, muitas das reconstituições dos planos de Kubrick feitos por Flanagan surgem extremamente interessantes justamente por não serem gratuitos, e sim funcionarem como uma inversão do que foi visto no primeiro filme, como aquela onde acompanhamos uma entrevista de emprego de Danny, tal como o seu pai anos antes, ou aquela que traz Danny sentado em um bar durante o 3º ato da narrativa. Além disso, apesar de possuir duas horas e meia de duração, o diretor conduz um ritmo muito bom para a narrativa, mesmo durante as passagens mais tranquilas, já que constrói com habilidade uma atmosfera densa e melancólica, que nunca nos permite assumir que os personagens estão seguros. DOUTOR SONO também se beneficia de ter um elenco extremamente competente, que compreende muito bem os seus personagens. Ewan McGregor dá uma vulnerabilidade tocante para Danny, ao retrata-lo como um homem não só assombrado por seus traumas de infância (e os fantasmas literais que ele carrega em sua mente) mas por seus próprios erros na vida adulta. A jovem Kyilegh Curran também concede muito carisma e veracidade a Abra Stone, retratando a garota como estando compreensivelmente deslumbrada com a extensão cada vez maior de seus poderes, e até desenvolvendo certa arrogância a partir de certo ponto, mas sem nunca tornar-se antipática (como ocorria com a sua contraparte literária). Mas quem rouba mesmo a cena é Rebecca Fergunson ao fazer de Rose uma vilã sedutora e cruel, que não apenas lidera, mas tem o respeito de seus seguidores, pelos quais ela tem uma relação genuína de afeto. E é curioso observar que ainda que diferente da maioria dos filmes do gênero, onde o vilão tem o domínio da situação até o 3º ato, Rose e seu grupo são muitas vezes surpreendidos por Danny e Abra (que se torna cada vez mais poderosa), a ameaça em torno da personagem nunca é esvaziada, o que credito muito mais ao trabalho de Ferguson do que ao próprio roteiro. No elenco de apoio, destaca-se a presença de Carl Lumbly como Dick Halloran, que consegue reprisar os trejeitos que Scatman Crothers deu ao personagem em 1980, mas que consegue tornar o personagem seu ao dar a Halloran uma autoridade que não estava presente no filme original, devido a sua nova condição. Na parte técnica, destaca-se o trabalho de direção de arte, que não apenas reproduz com extrema competência os clássicos cenários do Hotel Overlook no climax da narrativa, mas concede personalidade aos principais ambientes da trama; reparem por exemplo como o quarto de Danny permanece um ambiente vazio e sombrio, mesmo depois de anos vivendo no mesmo ambiente, denunciando a desconexão do sujeito com o lugar, ou como o quarto de Abra tem bonecas de super heroínas e guerreiras de mangá, refletindo a personalidade combativa da garota, que diferente de Danny aprecia os poderes de sua iluminação. Ainda é importante citar o trabalho dos Irmãos Newton na trilha sonora, que trabalharam em todos os projetos do diretor desde OUIJA: A ORIGEM DO MAL, que criam aqui uma trilha bastante funcional, que é eficiente sem chamar a atenção demais para si mesmo, e criam uma bela nova versão para o clássico tema de O ILUMINADO feito por Wendy Carlos E Rachel Elking em 1980 Apesar de muitos acertos, o filme também dá as suas derrapadas. O filme utiliza a personagem de Andy Cascavel para nos dar o contexto do funcionamento do Verdadeiro Nó, o que é uma manobra didatica, mas feita de forma natural, mas a personagem perde completamente a importância após o 1º ato, denunciando assim a sua função mecânica para o enredo. E se o climax no Hotel Overlook traz um arrepio na espinha dos fãs do filme de 1980, e traz vários momentos recompensadores (discordo daqueles que apontam que é puro fan service) é inegável que em seus minutos finais, o desfecho desse 3º ato não apenas perde o foco da história que estava contando, como ai sim nesses minutos finais. entrega um fan service ao livro O ILUMINADO que narrativamente não faz muito sentido, o que por acontecer justamente na conclusão, acaba tendo um peso maior no publico. Apesar desses deslizes, o saldo final de DOUTOR SONO ainda é muito positivo. Flanagan conseguiu ser extremamente respeitoso e reverente ao clássico de Kubrick, ao mesmo tempo em que inseriu muito da carga emocional que King sentiu falta no primeiro filme (e que vem do próprio trabalho de Flanagan como diretor, para quem conhece os seus filmes). Não vai ser um clássico como O ILUMINADO,e nem é tão aterrorizante quanto ele, mas não precisa ser. O filme é sim, uma continuação orgânica, que tem a coragem de seguir o próprio caminho (mas sem temer olhar para o passado) com personagens carismáticos em uma obra que consegue apelar para a emoção do público. No fim, para um projeto que tinha muita chance de dar errado, Flanagan mandou muito bem, renovando o meu interesse por seus projetos futuros.
  47. 1 point
    Jorge Soto

    Frozen 2

    a critica ta elogiando bastante... e pelo visto la vem mais uma música chiclete que a molecada vai cantar até o talo, esquecendo a tal caneta..😂 a molecada e os politicos oportunistas de plantão, claro🤣
  48. 1 point
    Jailcante

    Amityville 1974 (Casey La Scala)

    O original já teve essa prequel: Amityville II - The Possession de 1982 "Continuação" que contava a história anterior ao filme de 1979, com o cara matando a família. Talvez de interessante que esse "remake do prequel" poderia ter é deixar no ar se ele realmente foi possuído ou matou por vontade própria. Mas bem possível que vai ser que nem o filme de 1982 mesmo, sem trazer nada de novo a trama...
  49. 1 point
    Executivos da Marvel e da Disney decidiram permitir Jeremy Renner continuar no papel de Gavião Arqueiro:
  50. 0 points
    Jailcante

    O Chamado da Floresta (02/2020)

    Trailer do novo filme do Harrison Ford. Baseado num livro. Usaram um cão digital (mas visu real, não cartoon) supostamente porque tinham cenas perigosas onde não poderiam usar um cão real. Vamos ver como vai ser interação com humanos e outras coisas no filme.

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