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Forum Cinema em Cena

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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 08/06/19 in all areas

  1. 5 points
    Jorge Soto

    19 Dias de Horror

    @Questão @Jailcante @Gust84 @Big One @SergioB. Bora achar quantos e quais filmes de terror tem aqui...😁 tem mais de 40..
  2. 5 points
    Jorge Soto

    Quarentena do Coronavirus

    Em tempos de isolamento social eis um joguinho ideal pra passar o tempo... @Jailcante @Questão @SergioB. @Tensor @Big One @Gust84 @primo @Senhor Incrivel @Star Lord @[email protected] Stark a imagem abaixo tem 66 filmes referenciados e basta encontrá-los. Pra jogar interativamente basta acessar o link abaixo, ler as regras e ver quantos pontos foram marcados. https://www.popcorngarage.com/
  3. 4 points
    Tensor

    Ninguém por Perto (Tensor, 2021)

    Sim, dirigirei um longa =P Esse fórum já ocupou um lugar bastante especial na minha vida, então é um prazer poder compartilhar essa notícia aqui com vocês. Não estamos usando verba do governo, é um investimento pessoal da produtora que possuo com outros dois sócios, a Lore Studio, com a parceria da Machina Filmes, ambas de Porto Alegre. Então vai ser um trampo bem exaustivo, mas que todos estão indo com muito amor. A intenção é rodar ele em Agosto (pode mudar um pouco pra antes ou depois) e pegar o circuito de festival de 2021, se tudo der certo. Ontem criamos a página do filme, não tem muita coisa, só uma breve sinopse. Mas se tiverem interesse acompanhem que eu vou atualizando o projeto. É possível que fim de semana que vem a gente tire algumas fotos pra testar maquiagem e coisas do tipo. Em algum momento vamos abrir um financiamento coletivo, provavelmente o catarse, pra ver se juntamos uma grana a mais pra ajudar nos custos de produção. Ainda estamos elaborando a melhor data pra isso. Enfim, feliz de compartilhar isso aqui :} Eis a página: https://www.facebook.com/ninguemporperto/ Vou colocar aqui a sinopse resumida da página. Sinopse Ninguém por Perto é um thriller pós apocalíptico que conta a história de Sara e Ana, duas mulheres que precisam sobreviver em um mundo onde não há mais nada e, juntas, tentar entender como se pode extrair uma vida disso. Até um misterioso homem surgir, atribuindo propósito ao que aconteceu e acreditando que os três estão conectados em uma missão para repovoar o planeta. Sem ninguém por perto para ajudar, Sara e Ana precisam encontrar forças para sobreviver nesse mundo e do viajante sinistro que surgiu em suas vidas.
  4. 4 points
    Tensor

    Os Vingadores 4: End Game

    Na real esse papo do Moore surpreende pouco e o motivo é claro: ele não assiste. Se assistisse não falaria tanta bobagem. O Questão já apontou o discurso de alguns filmes mas nem precisava ir tão longe. Vai em Iron Man, primeiro filme desse universo, e já estamos vendo o drama de alguém diante do legado bélico que ajudou a produzir. Um discurso que não poderia fugir mais do que é a base do governo americano hoje (e infelizmente o nosso). Antes tentaram atacar o monopólio da Disney e o que isso representa, e honestamente acho um ataque super importante. Agora estão direcionando ao conteúdo que representa o sucesso máximo desse monopólio. Só que tem esse problema, o tipo de crítica do Moore não se relaciona com o tipo de arte criada na Marvel Studios. Não estou comparando a complexidade, mas a visão ideológica de Moore e o que costumamos ver nos filmes da Marvel são muito semelhantes. E o motivo do MCU fazer tanto sucesso não é por uma alienação do público (ou sim, mas aí saímos do assunto MCU e vamos discutir porque o público prefere filmes populares à cinema experimental) mas sim por ser o melhor tipo de blockbuster produzido hoje. Ready Player One, Alita ou o novo Exterminador do Futuro não vão fazer menos dinheiro porque a Disney está hipnotizando o seu público, mas sim porque eles são inferiores ao que a Marvel costuma fazer. E fora o fator universo compartilhado que nunca vai afetar quem nunca se permitiu dar uma chance a experiência. E com certeza é o caso dele, Scorsese e outros aí. O grande problema é que eles resolveram atacar a qualidade dos filmes, no caso do Moore foi pior, associar a alta desses filmes à crescente dos governos fascistas pelo mundo em um dos comentários mais esquizofrenicos que já vi. Seria bem mais interessante se elaborassem um comentário mais profundo sobre a indústria de cinema americana. Qual o máximo alcance que um filme pode ter sem ser tóxico com os que estão ao seu lado? Mas isso aí poderiam ter feito desde o final dos anos 70 quando Tubarão saiu. Legal discutir agora, só que centralizar na marvel studios é desonesto.
  5. 3 points
    Jorge Soto

    Filmes Sessão da Tarde

    nestes tempos covidianos de quarentena e eventualmente sem o que fazer, ando fuxicando novos softwares de edicão pras minha atividades e me deu na louca de fazer uma paródia de 1 min de um crássico de sessão da tarde.... a ver se adivinham, enjoy...🤣 testefim.mp4
  6. 3 points
  7. 3 points
    conan

    Star Wars Ep. IX - A Ascensão Skywalker

    O pior é que este filme, sim, detonou a família Skywalker, e não o ep VIII. Fuderam com o arco do Anakin. O sacrifício final serviu para nada. A profecia de que ele seria o escolhido para trazer o equilíbrio na força era mentira. A busca do dom de salvar a vida, que acabou levando Anakin para o lado negro da força, é totalmente dominado pela Rey sem mais nem menos. Se Anakin tivesse o conhecimento que a Rey passou a ter do nada (e depois o Ben Solo aprende do nada também), ele não teria sido seduzido pelo lado negro. É um amontoado de conveniências e coicindencias que jogam o legado da série no lixo. E a galera chorando porque o Luke morreu numa das cenas mais fodas de toda a saga... É dureza!
  8. 3 points
    Liv A.

    Mulher Maravilha 1984

    Estive na CCXP19 só pela Gal, e não me arrependi! Ela é linda num nível de outro mundo, super simpática e carismática (como já imaginava). Não entrei no painel mas fiquei a dois metros de distância dela no aquário do omelete. Patty Jenkins tb é ótima, disse que o filme não é para ficar apenas lembrando de coisas legais dos anos 80, mas que foi feito como um filme dos anos 80, na fotografia, trilha sonora...e Kristen Wiig sempre foi a primeira opção para viver a Mulher-Leopardo. Bom, isso tudo vocês podem ver pelo Youtube. Só deixo minhas impressões de que a Warner está caprichando, tinha o maior e melhor stand da CCXP e tudo em torno de MM84 está in-crí-vel. Alguém se lembra da Kah, daqui do fórum? Ela estava lá tb e entrou no painel, disse que foi o maior, melhor e mais barulhento e emocionante, mais até do que o de Star Wars. Realmente, eu estava de fora e ouvia o barulho, quando a Gal entrou no palco parecia que tudo ia desmoronar! Filme mais aguardado de 2020, meus caros. O hype está na estratosfera. Sem mais. 😘
  9. 3 points
    Gust84

    Os Vingadores 4: End Game

    Eu entendo o posicionamento tanto do Moore, quanto do Scorcese, em que pese eu não concorde 100% com eles, por que ambos os comentários, são válidos, mas carecem de uma avaliação um pouco mais abrangente do cenário/contexto em que estão colocando suas posições. Em resumo, concordo que está havendo um banalização da cultura, uma facilitação, seja narrativa ou de linguagem, que trouxe inúmeros consumidores pra esse nicho, que hoje se tornam uma parcela "exigente" do mercado, ainda que sequer tenham de fato conhecimento ou bagagem pra cobrar algo. Essa inversão de valores, em que a arte está sendo feita sob encomenda, e não, sendo realizada e impactando ou gerando o debate após sua apreciação é o cerne de toda essa questão. Ocorre é que na hora de expor isso, fica muito no papo de "na minha época era melhor que isso", o que, na minha opinião faz perder muito o peso desses argumentos. Num exemplo concreto, como consumidor de quadrinhos desde a minha infância, hoje pra mim é muito difícil conversar com alguém que quer falar comigo sobre isso, que eu não veja que tenha esse "backround" comigo, me sinto exposto, não sei se posso evar a sério, ou se posso de fato argumentar como eu penso, já que nossa cultura fora colocada na vitrine, hoje todo mundo conhece, consome, ou gosta de alguma maneira desses personagens. Não sei se vocês passam por isso, mas nossa "tribo" sempre foi fechada, foi nossa. Ver o uso assim, e o pessoal de fora ditando as regras é bizarro. E hoje isso está desenrolando até um efeito contrário, porque também está afetando o cinema. MILHÕES de pessoas foram levadas a consumir o cinema agora por causa desses filmes, e o impacto que isso gera transforma até a avaliação disso. Minha relação com o cinema não é a mesma de quadrinhos, não gosto de um por causa do outro e vice versa, então vejo como possível enxergar que alguém que só consome filmes de hqs, vê um coringa e EXIGE que o filme seja ARTE, SEJA RECONHECIDO, "OLHA SÓ COMO EU CONSUMO COISA SÉRIA, MIMIMI", quando na realidade, é um filme comum. Um drama e um estudo de personagem, que pra não ir longe ou ser muito cult, Scorcese abordou em taxi driver de forma muito melhor. Concluindo, os dois estão certos, mas estão se sentindo "lesados" ou com gente infiltrada que não deveria estar ali de fato. Orgulho ferido. Scorcese está puto porque o cinema era dele e ele sabia o que fazer com seu público, e conversar com eles através de sua arte, e hoje ele não entende metade de quem está na sala de cinema, e que hoje realizadores dão importância a esses intrusos, e Moore por sua vez está exatamente assim, sobre os quadrinhos, dos quais ele culpa o cinema que expôs e transformou muito do pessoal que gosta de hq, trazendo gente não "preparada", ou algo do gênero. Enfim, me alonguei e não sei se me fiz claro.
  10. 3 points
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  11. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Pra muitos a polarização bizarra do Brasil que estamos vivendo hoje que se torna impossível debater de forma relevante, se deu início nas passeatas pela tarifa de ônibus de 2013. Pra mim foi com o tropa de elite 1. A mensagem do Padilha de mostrar que o mundo era uma merda e achou que ia chocar o Brasil com aquela realidade, só fez o pessoal passar pano pra tortura de policial, e não enxergar o tamanho dessa cagada, o obrigando a desenhar na sua sequência e mesmo assim grande parte da sociedade não entendeu. Se existe de fato um paralelo entre coringa é tropa de elite, esse paralelo é perigoso se colocarmos no senso geral. Tipo a galera se cagando de rir na cena pós assassinato, do anão na porta.
  12. 3 points
    Questão

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Acho que o que chamou tanta atenção primeiro foi pelo fato da própria força do Coringa como ícone cultural. Segundo, que de acordo com o que andam dizendo, o Coringa surge como uma espécie de anti herói social, e não como um vilão de fato, com suas ações violentas sendo quase justificadas pela obra. No caso do massacre em TDKR, é bom lembrar que o vilão até era o Bane, mas o assassino se apresentou como "O Coringa", inclusive pintando o cabelo antes do massacre. Em tempo, não acho que os filmes são culpados por esse tipo de ação violenta. Mas acho válido o debate no que diz respeito sobre as formas que a mensagem do filme pode ser interpretada, da mesma forma, pegando um exemplo citado pelo PRIMO, que se discutiu no passado as diferentes interpretações que poderiam ser dadas a um filme como TROPA DE ELITE.
  13. 3 points
    Questão

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Não sei se é por ai. Como você disse, o Flash e o Arqueiro, que são os principais heróis do Arrowverse estão no mesmo universo. Eles colocaram a Supergirl em outro universo por que ela nem sempre foi da CW (a primeira temporada passou na CBS, que cancelou a série, e dai a CW pegou pra ela). Tanto que eu me pergunto se vai acontecer nessa adaptação de CRISE NAS INFINITAS TERRAS a mesma coisa que aconteceu no material original, onde ao fim da história, todas as diferentes realidades acabam virando uma só (o objetivo da história original era esse, já que a DC achou que ter trocentos universos havia se tornado confuso demais). No mais, acho que funciona o esquema de manterem alguns heróis em realidades diferentes, mas não acho que foi por isso que o universo compartilhado da DC/CW funcionou. Acho que funcionou pelo mesmo motivo que o MCU funcionou no cinema, existe um planejamento e preocupação com coesão desse universo de modo a fazer com que essas séries funcionem juntas. Ter alguns heróis em realidades diferentes é o de menos. Já o universo compartilhado do Snyder deu errado não por que seguiu o modelo da Marvel de botar todos no mesmo universo, mas sim por uma falta de coesão. Basta perceber o quanto as visões do Snyder e da Patty Jenkins para Mulher Maravilha eram muito diferentes. Não tinha uma coesão para se criar um universo compartilhado. Fora que a progressão dramática de filme pra filme não funcionava, coisa que o MCU deu aula, e mesmo a CW (apesar de todos os meus problemas com as formas como eles contam as suas histórias) também soube fazer melhor.
  14. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    PUTAQUEOPARIO Só entra no fórum pra escrever essas merdas.
  15. 3 points
    Tensor

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Só lembrando: vencer um Leão de Ouro não significa uma disputa direta com qualquer filme do MCU (ou até mesmo do DCU), o cinema que o festival costuma valorizar é radicalmente diferente desses, e dá até pra dizer que despreza, de modo geral. Não importa o quão bom blockbuster tu seja, nunca, na história do festival, um filme assim foi premiado com o Leão de Ouro. E arrisco a dizer que nunca será. Joker não me parece ter sido concebido pensando nos valores de um blockbuster (falo dos realizadores, o estúdio sei que está ansiosissímo pelo lucro comercial). Joker parece querer falar sobre algum desconforto social, emular uma linguagem de cinema semelhante aos filmes do Scorsese, isso sim características recorrentes em festivais como os de Veneza e outros por aí. E nesse sentido parece que se deu muito bem. Mas não vamos muito além disso. Senão vamos diminuir a importância de certos filmes meramente por não terem as características que esses festivais exigem. Se alguém me falar que E.T. é menos marcante que "O Estado das Coisas" (vencedor do ano) ou, Mad Max: Fury Road está abaixo do saudoso venezuelano "Desde Allá", ou até falar que o queridissímo "The Dark Knight" significa menos pro cinema do que "The Wrestler", do Aronofsky... Joker teve uma conquista importante, sem dúvidas. Mas talvez tenha sido o único filme de herói a ambicionar esse tipo de prêmio. Eu acho que ele pode abrir uma porta legal, talvez Marvel e DC tentem a partir de agora mais filmes experimentais e desconectados pra almejar esse tipo de coisa. Mas esse tipo de coisa não é necessariamente melhor ao que ta sendo feito hoje. E POR FAVOR, não me venham dizer que por ter ganho essa estatueta é o filme de herói mais importante da história.
  16. 3 points
    DIRETOR AFIRMA QUE VIOLÊNCIA DO FILME SERÁ “UM SOCO NO ESTÔMAGO”! Coringa fez uma belíssima estreia no Festival de Veneza neste fim de semana, e durante o evento, o diretor Todd Phillips e o astro Joaquin Phoenix concederam entrevistas falando sobre o processo criativo para trazer o longa da DC à vida. Alguns dos comentários que mais se destacaram entre a reação do público foram relacionados com a violência perturbadora do filme. E para o cineasta, a violência buscada por Coringa não era parecida com o que se esperaria de um filme violento. “É tudo tom. Acho que um dos maiores trabalhos de um diretor é você ser o fornecedor do tom, e esse filme sempre foi escrito para ter um tom de raiva controlada, e acho que a violência faz parte dessa raiva controlada. Acho que tivemos muito cuidado com isso”, compartilhou Phillips em uma coletiva no festival. “Muitas pessoas assumem ou acham que vai ser um filme muito violento… mas isso aqui vai afetar você de maneira diferente – quero dizer, você pode assistir a um filme como John Wick 3, lá há uma quantidade muito maior de violência, mas acho que esse filme pode afetá-lo de maneira diferente, e tentamos pintá-lo com o pincel mais realista possível. Então, quando ela acontece, parece um soco no estômago. Mas, novamente, tudo foi apenas um ato de equilibrar o tom.” Coringa gira em torno do icônico vilão da DC Comics, que está sendo representado nas telas grandes pela quarta vez, e dessa vez numa abordagem totalmente diferente. E isso foi o que levou o ator Joaquin Phoenix a aceitar o papel para o personagem. “Acho que estava interessado, na verdade, na luz de Arthur, por falta de uma palavra melhor”, Phoenix revelou. “Não era apenas o tormento, era também a alegria, era a luta dele para encontrar a felicidade e se sentir conectado e sentir calor e amor. Essa é a parte do personagem em que eu estava interessado e acho que valeu muito a pena explorar. Eu não penso em personagem como atormentados. Eu nunca meio que defino personagens dessa maneira. É somente quando eu faço entrevistas é que eu recebo essas perguntas, mas nunca penso neles dessa maneira.” Phoenix ressalta que acha bem difícil definir a experiência do filme em algumas palavras, e explica que houveram várias maneira diferentes de olhar para o personagem durante a filmagem. “Para mim, para nós, são quase oito meses, para explorar essa pessoa”, Phoenix continuou. “É muito difícil destilar essa experiência em uma frase sonora ou apenas em uma definição de quem é a pessoa. Ele era muitas coisas para mim em momentos diferentes. Quem ele foi nas primeiras semanas de filmagem, completamente diferente do que ele era no final. Era algo que estava em constante evolução. Acho que nunca tive uma experiência como essa. Gosto de estar aberto a diferentes possibilidades enquanto trabalho. Tento não tomar decisões concretas sobre o assunto quando estou trabalhando. Mas com esse, era impossível, e também, meio que chato, se você fizesse isso [risos]. Toda vez que fazíamos isso, nós nos olhávamos, como se houvesse algo errado. E quanto mais imprevisível, mais emocionante era para nós e também mais inspirador. E continuamos tentando encontrar algo novo a cada momento.” Em entrevista ao Associated Press, Phillips discutiu este aspecto da origem do vilão: “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” Gotham é o tonel de acido😎 Eu sei que o objetivo do filme é contar uma história "original" sobre como uma pessoa mentalmente perturbada pode se tornar ainda mais perigosa quando entra em contato com situações e comportamentos terríveis como a insensibilidade e violência da sociedade, e escolheram um personagem rico e complexo como o Coringa para ser o protagonista dessa história. O filme é mais uma versão da origem do Coringa como a Piada Mortal e muitas outras que já existem. Essa nova origem contada no filme parece ser uma das mais fortes, impactantes e emocionantes, conforme a crítica! Meu receio é justamente esse. Tão alçando o filme a um patamar estratosférico que eu não vou esperar algo inferior ao que o Nolan já fez, ou até Scorcesse em Taxi Driver, que resumidamente trata do mesmo.. Isso que é relativo de pessoa pra pessoa. Aí que reside o contraponto a qualquer excesso de expectativa, pelo menos com a minha. Até porque pra mim nem Logan ou Ultimato foram tudo aquilo.. 🙄
  17. 2 points
    ah, fio...eu ja não emprestop pq sei muito bem que é pedir pra nunca mais rever suas coisas... ja perdi muita coisa assim, agora aprendi a lição..nunca mais! nem disco, dvd e cd empresto.. mão-de-vaca mesmo.. so pra quem é ponta firme mesmo...e olhe lá😎
  18. 2 points
    -Rogério-

    Patrulha do Destino (Série)

    Facilmente a melhor coisa produzida com heróis da DC nos últimos anos.
  19. 2 points
    Questão

    19 Dias de Horror

    Não tive vontade ver esse "Os Orfãos", e olha que não sou remake Hater, mas "A Volta do Parafuso" já teve tantas versões (até uma brazuca, que também não assisti) e a original OS INOCENTES de 1960 é tão boa que tem que ter um ótimo chamariz pra me incentivar. Esse ano, O Mike Flanagan vai lançar mais uma versão, inclusive, em forma de minissérie pela Netflix, e essa eu devo conferir, pois gostei muito de A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL que o diretor fez ano passado. O primeiro já é ruim o suficiente pra mim. Hehehehe Visto PREDADORES ASSASSINOS Na trama, Haley (Kaya Scodelario) é uma jovem nadadora afastada de seu pai Dave (Barry Pepper) desde que este se divorciou de sua mãe. Quando uma grande tempestade atinge a sua cidade, a jovem vai checar se o seu pai está bem, apenas para encontrar Dave ferido no porão inundado de sua casa de infância. A coisa piora quando a jovem descobre que crocodilos ferozes invadiram o porão, e que a força cada vez mais devastadora da tempestade prendeu ela e o pai em casa. Agora, pai e filha precisam por as suas diferenças de lado para sobreviverem a tempestade e aos crocodilos sanguinários, que se tornam ainda mais perigosos na medida em que a casa alaga. Dirigido por Alexandre Aja, responsável por filmes como VIAGEM MALDITA, HORNS e A NONA VIDA DE LOUIS DRAX, e escrito por Michael e Shawn Rasmussen, que escreveram ATERRORIZADA para John Carpenter, PREDADORES ASSASSINOS é um survival horror que até possui alguns méritos, mas falha no principal nesse tipo de narrativa, que é manter o publico preso na situação desesperadora enfrentada por seus personagens principais. Aja não é exatamente novo em contar histórias de terror que giram em torno do isolamento, vide o ótimo VIAGEM MALDITA, remake do clássico de Wes Craven que foi o primeiro projeto do diretor francês em Hollywood. Infelizmente, o filme de Aja falha em criar real tensão ou pungência emocional, apesar de conseguir um ou outro bom momento de ação, devido ao bom trabalho na criação dos lagartões assassinos, em uma boa mistura de CGI e efeitos práticos. Não ajuda também que o roteiro escrito a quatro mãos seja esquemático em demasia e o texto seja expositivo e piegas, embora não chegue a ofender a inteligência do espectador. PREDADORES ASSASSINOS entretanto, tem um grande trunfo na figura da jovem Kaya Scodelario. De ascendência brasileira, a atriz ficou conhecida por fantasias de gosto meio duvidoso e aventuras Teen, como o remake de FURIA DE TITÃS e os filmes da franquia "Maze Runner", mas tem aqui a chance de mostrar o seu domínio de cena ao demonstrar grande entrega física e intensidade nas cenas de maior tensão, em uma atuação que lembrou trabalho semelhante realizado por Blake Lively no (muito melhor) AGUAS RASAS, outro survival horror envolvendo uma fera aquática. No fim das contas, PREDADORES ASSASSINOS é um bom passatempo, mas do tipo que se esquece logo em seguida, o que se torna ainda mais decepcionante, já que Alexande Aja já se mostrou capaz de bem mais. Visto HORAS DE MEDO Na trama, uma família de classe média se muda para uma nova casa em um condomínio isolado. Mas o que deveria ser uma noite tranquila, onde o maior drama era o desejo da filha adolescente Isa (Manuela Velles) de ir a uma festa ao invés de ter o primeiro jantar em família na casa nova, se transforma em um pesadelo quando a casa é invadida por três criminosos. Enquanto o patriarca Jaime (Fernando Cayo) é levado pelo líder do grupo para esvaziar as contas da família nos caixas eletrônicos, as mulheres ficam em casa sob a guarda dos criminosos restantes, mas eles são extremamente instáveis. Este Home Invasion espanhol se destaca muito mais por sua boa direção do que por seu roteiro, que embora simples, acaba sendo também um pouco apelativo e gratuito. comandado por Miguel Angel Vivas, que também escreve o roteiro ao lado de Javier Garcia Arredondo, HORAS DE MEDO tem como grande destaque a escolha estética de ser filmado através de vários planos sequência. Isso poderia fazer do longa metragem um mero objeto de exibicionismo de seu diretor, mas a direção de Vivas é elegante sem chamar a atenção demais para si mesma, nos puxando para dentro da história e de todo o calvário que está sendo enfrentado por aquela família, intensificando assim o suspense e a angustia presentes na narrativa. O elenco tem carisma, e consegue dar naturalidade as relações e conflitos existentes naquela família O roteiro, entretanto, não sabe dar qualquer significado maior a sua violência, ando a ela apenas valor de choque. Claro, não estou aqui criticando a violência em um filme de terror, o que seria incoerente, mas sinto que sequências como a do estupro de uma personagem ou mesmo o desfecho absolutamente niilista da obra não parecem colaborar com nenhuma espécie de arco dramático de qualquer personagem, e o filme se leva a sério demais para ser divertido. No fim das contas, HORAS DE MEDO é um filme interessante por suas escolhas estéticas e de direção, mas de resto, foi apelativo demais para o meu gosto. Visto A CAÇADA Na trama, doze desconhecidos acordam no meio do campo sem fazer ideia de onde estão ou como chegaram lá. O que o grupo não sabe é que todos eles foram escolhidos por membros de uma rica elite liderados pela psicótica Athena (Hillary Swank) para serem caçados como animais, inclusive recebendo armas para tornar a disputa mais emocionante. Enquanto a luta de classes assume contornos mortais, a misteriosa Cristal (Betti Gilpin) começa a perceber evidências de que podem não ter sido escolhidos ao acaso, ainda que ela não se importe muito com isso. A CAÇADA despertou certa polêmica antes de seu lançamento devido a ter sido criticado pelo Presidente Trump e ter sido adiado devido a uma das várias tragédias armadas que ocorrem nos Estados Unidos. Mas a tal polêmica inclusive usada no material de marketing é totalmente inexistente no filme dirigido por Craig Zobel, pelo menos em um nível amplo pois a tal guerra de classes presente na premissa serve também de metáfora para o conflito entre democratas e republicanos nos Estados Unidos, mas isso não é aprofundado o suficiente para gerar qualquer tipo de discussão mais séria, o que não é um problema. De fato, o roteiro escrito pela dupla Nick Cuse e Damon Lindelof, recentemente premiados por seu trabalho na minissérie WATCHMEN da HBO se apresenta como uma sátira politica, que mesmo superficial, é extremamente divertida, que se utiliza da violência insana e quase cartunesca para tecer críticas para todos os lados, seja a cultura armamentista e xenófoba do atual governo americano, mas também a hipocrisia existente na cultura do "politicamente correto". O 1º ato do filme também é digno de nota pela forma como estabelece a imprevisibilidade da narrativa ao apresentar falso protagonista atrás de falso protagonista até estabelecer a real personagem principal. No geral, A CAÇADA não deve ficar na memória de ninguém, mas tem algumas tiradas satíricas muito boas, e se não funciona totalmente como terror social, funciona como Terrir de ação.
  20. 2 points
    Ontem à noite, no Telecine Cult, "A Flor do Meu Segredo". Um Almodóvar de 1995. Começando pelo final: Caetano Veloso cantando "Tonada de Luna Llena", em uma interpretação belíssima do clássico venezuelano! Não tem Caetano só em "Fale com Ela", não, minha gente! Outro brasileiro é o carioca Affonso Beato na Fotografia. Uma comédia deliciosa e muito inteligente, e, ademais, cheia de pegadas para outros filmes seguintes do diretor. Em certo momento, a protagonista escritora revela a ideia de um enredo, que, na vida real, será desenvolvido posteriormente em "Volver". Bem como fala de uma história envolvendo transplante de órgãos, um tema decisivo de "Tudo Sobre Minha Mãe". Mas, fora a cinefilia, esse filme conquista pelas hilárias interações entre as mulheres, principalmente entre mãe e irmãs ( Chus Lampreave e Rossy de Palma, brilhantes!) É muito espirituoso! Muito latino! Briga-se feio, diz-se coisas horríveis, e faz-se as pazes em segundos! Que delícia para mim, como leitor voraz, reencontrar citações a Djuna Barnes, por exemplo, cujo seu "No Bosque da Noite", um quase desconhecido representante da literatura no que tange às lésbicas, serve como inspiração (ou meio cópia?) à protagonista. Apesar de tantas virtudes, não é dos filmes mais cultuados do espanhol. Desconfio infelizmente que a maioria das pessoas só perceba essa camada da comédia, e não consiga se atentar para uma coisa: a crítica ao endeusamento da "realidade"! Eu diria: ao endeusamento do drama. Por que penso assim? Almodóvar por muito tempo não foi considerado "sério" o bastante, não falava sobre a "Realidade", com "R" maiúsculo. Por isso aqui ele mostra como o lado mais novelesco das relações amorosas acontece justamente na vida real! Não é coisa de telenovela de Porto Rico. Os livros da personagem de Marisa Paredes fazem sucesso, vendem, mas são considerados "subliteratura", romances de veia popular, cujo título do filme, "A Flor do Meu Segredo", soa bem representativo disso, um tanto cafona. Não se enganem, é proposital essa ironia. Há muito de novelesco, e de tragicômico, em todas as vidas. Maravilhoso! Pra fechar:
  21. 2 points
    Quem me conhece sabe, eu amo a noite. Além de notívago desde a adolescência, eu sou bem baladeiro, adoro sair de bar em bar, de festa em festa, sou muito parceiro da noite (Então vocês podem imaginar meu sofrimento nesses tempos...). Penso que o dia é muito regrado, muito disciplinado; enquanto a noite é um fio desencapado, tudo pode acontecer. Que filme poderia traduzir melhor essa minha saudade do que "Depois de Horas"? Esse filme esquecido de Martin Scorsese, embora cultuado pelos cinéfilos, vai na mesma linha do que eu falei. Acompanha um personagem sufocado pela rotina que cai em uma madrugada cheia de eventos inacreditáveis. O engraçado é que o personagem se vê em uma sucessão de frustrações econômicas, como a perda do dinheiro; e sexuais, pois as mulheres o "castram" em sua vontade, de nada adiantando aparecer no começo do filme lendo "Trópico de Câncer" de Henry Miller, um livro de aventuras sexuais. A ficção é diferente da realidade. Notem que, no meio de tanta confusão, as pessoas ao redor dele, sim, se divertem (como na boite de Punks, com um Martin Scorsese em pessoa fazendo a iluminação do lugar! Pagava para estar nesse rolê!), sim namoram; sendo o caso mais emblemático o longo beijo gay entre dois caras no balcão do bar - talvez seja o único caso de homossexualidade no cinema de Martin? O que quero dizer: a mente neurótica, da pessoa normal, como a do protagonista, não goza! Sofre! Só os loucos se divertem. Um filme que sobe a cada dia mais no meu conceito. É divertido, original, além de apresentar Nova York de um jeito bastante diferente. Boa noite!
  22. 2 points
    Big One

    Mulher Maravilha 1984

    Na capa da Vogue Gal Power
  23. 2 points
    Pô. Pesado. Se é pior que Esquadrão o negócio complica.
  24. 2 points
    Arnold Schwarzenegger ficou conhecido por enfrentar várias inteligências artificiais avançadas na franquia O Exterminador do Futuro, e agora está querendo acabar com uma na vida real. O Gizmodo revelou que o ator entrou com uma ação judicial contra a Promobot, uma empresa que usou a semelhança de Schwarzenegger na criação de uma nova versão da linha “Android Robo-C”. O produto funciona como um Amazon Echo, um assistente virtual para a casa, mas com o efeito surpreendente de expressões faciais. Embora o robô não tenha braços ou pernas com os quais possa se arrastar para frente e tentar terminar, Schwarzenegger ainda está tentando acabar com ele. De acordo com o processo, a Promobot criou uma versão do seu assistente para Android que é modelada sem a aprovação ou o conhecimento do ator. A empresa ainda insistiu na atitude mesmo depois que a estrela de O Exterminador do Futuro se recusou a ser fotografada com um de seus produtos no final de 2019. O projeto “Android Robo-C” foi exibido na Consumer Electronics Show no início deste ano, com cada unidade sendo vendida pelo preço de US$ 25.000. Apesar de ter sido enviada uma carta pelos advogados de Schwarzenegger após a CES, pedindo o interrompimento da exposição e venda do produto, o processo alega que o mesmo modelo foi exposto novamente na Toy Fair em fevereiro. Schwarzenegger está buscando uma indenização no mínimo de US$ 10 milhões. Você pode assistir a um vídeo da versão modelada com a face de Schwarzenegger que estava em exibição na CES abaixo.
  25. 2 points
    Jurassic World do
  26. 2 points
    Jorge Soto

    Oscar 2020: Previsões

    Previsões pro domingão... Melhor Filme Quem VAI levar: 1917 Quem PODE levar: Parasita Quem DEVERIA levar: Parasita Melhor Direção Quem VAI levar: Sam Mendes Quem PODE levar: Bong Joon-Ho Quem DEVERIA levar: Bong Joon-Ho Melhor Ator Quem VAI levar: Joaquin Phoenix Quem PODE levar: Adam Driver Quem DEVERIA levar: Joaquin Phoenix Melhor Atriz Quem VAI levar: Renée Zellweger Quem PODE levar: Scarlett Johansson Quem DEVERIA levar: Scarlett Johansson Melhor Ator Coadjuvante Quem VAI levar: Brad Pitt Quem PODE levar: Só o Brad Pitt Quem DEVERIA levar: Al Pacino Melhor Atriz Coadjuvante Quem VAI levar: Laura Dern Quem PODE levar: Só a Laura Dern Quem DEVERIA levar: Florence Pugh Melhor Roteiro Original Quem VAI levar: Parasita Quem PODE levar: Era Uma Vez em Hollywood Quem DEVERIA levar: Entre Facas e Segredos Melhor Roteiro Adaptado Quem VAI levar: Adoráveis Mulheres Quem PODE levar: Jojo Rabbit Quem DEVERIA levar: Adoráveis Mulheres Melhor Filme Internacional Quem VAI levar: Parasita Quem PODE levar: ninguém mais Quem DEVERIA levar: Parasita Melhor Documentário Quem VAI levar: Indústria Americana Quem PODE levar: For Sama Quem DEVERIA levar: Honeyland Melhor Animação Quem VAI levar: Klaus Quem PODE levar: Toy Story 4 Quem DEVERIA levar: Perdi Meu Corpo Melhor Fotografia Quem VAI levar: 1917 Quem PODE levar: Coringa Quem DEVERIA levar: 1917 Melhor Design de Produção Quem VAI levar: Era Uma Vez em Hollywood Quem PODE levar: 1917 Quem DEVERIA levar: Era Uma Vez em Hollywood Melhor Montagem Quem VAI levar: Ford vs Ferrari Quem PODE levar: Parasita Quem DEVERIA levar: Ford vs Ferrari Melhor Figurino Quem VAI levar: Adoráveis Mulheres Quem PODE levar: Jojo Rabbit Quem DEVERIA levar: Jojo Rabbit Melhor Maquiagem & Cabelo Quem VAI levar: O Escândalo Quem PODE levar: Coringa Quem DEVERIA levar: Coringa Melhores Efeitos Visuais Quem VAI levar: O Rei Leão Quem PODE levar: Vingadores: Ultimato Quem DEVERIA levar: O Rei Leão Melhor Trilha Sonora Quem VAI levar: Coringa Quem PODE levar: 1917 Quem DEVERIA levar: Coringa Melhor Canção Original Quem VAI levar: I’m Gonna Love Me Again Quem PODE levar: Elton John vai ganhar Quem DEVERIA levar: Speechless, de Aladdin, mas não foi indicada Edição e Mixagem de Som Quem VAI levar: 1917 Quem PODE levar: Ford vs Ferrari Quem DEVERIA levar: 1917 Curta-metragem Quem VAI levar: Brotherhood Quem PODE levar: The Neighbor’s Window Curta-metragem de animação Quem VAI levar: Hair Love Quem PODE levar: Kitbull Curta-Metragem Documentário Quem VAI levar: Learning to Skateboard in a War Zone (If You’re a Girl) Quem PODE levar: Life Overtakes Me
  27. 2 points
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    @Jailcante, olha só, você que também segue o Dalenogare...Eu relatei a ele que estou com dificuldades de encontrar o curta "St. Louis Superman", e ele me informou que o curta estreia nos Estados Unidos nesta semana e fica disponível online a partir do dia 4 de fevereiro, portanto, antes do Oscar. Cinéfilos, tenham fé!
  28. 2 points
    Jorge Soto

    Flashpoint (202?)

    https://mobile.twitter.com/TaurooAldebaran/status/1217500242465251329
  29. 2 points
    Tensor

    Oscar 2020: Previsões

    Acho que vou fechar assim como lista final, talvez alguns pequenos ajustes até Domingo. O que acham? Ta impossível prever a de ator, tem pelo menos uns 10 com muitas chances. To em dúvida também de deixar 1917 em montagem, mesmo que em alguns lugares ele entrou. Tá sem curtas que eu não manjo nada. FILME Parasite The Irishman Once Upon a Time in Hollywood Marriage Story 1917 Joker Little Women Jojo Rabbit Ford v Ferrari The Two Popes DIRETOR Bong Joon-ho (Parasite) Martin Scorsese (The Irishman) Quentin Tarantino (Once Upon a Time in Hollywood) Sam Mendes (1917) Noah Baumbach (Marriage Story) ATRIZ Lupita Nyong'o (Us) Scarlett Johansson (Marriage Story) Renee Zellweger (Judy) Charlize Theron (Bombshell) Awkwafina (The Farewell) ATOR Adam Driver (Marriage Story) Joaquin Phoenix (Joker) Leonardo DiCaprio (Once Upon a Time in Hollywood) Adam Sandler (Uncut Gems) Taron Egerton (Rocketman) ATRIZ COADJUVANTE Laura Dern (Marriage Story) Jennifer Lopez (Hustlers) Florence Pugh (Little Women) Margot Robbie (Bombshell) Zhao Shuzhen (The Farewell) ATOR COADJUVANTE Brad Pitt (Once Upon a Time in Hollywood) Joe Pesci (The Irishman) Tom Hanks (A Beautiful Day in the Neighborhood) Al Pacino (The Irishman) Anthony Hopkins (The Two Popes) ROTEIRO ORIGINAL Once Upon a Time in Hollywood Marriage Story Parasite Knives Out The Farewell ROTEIRO ADAPTADO The Two Popes The Irishman Joker Little Women Jojo Rabbit MONTAGEM 1917 Once Upon a Time in Hollywood Parasite The Irishman Ford v Ferrari FOTOGRAFIA 1917 The Lighthouse The Irishman Once Upon a Time in Hollywood Joker DESIGN DE PRODUÇÃO 1917 Once Upon a Time in Hollywood The Irishman Joker Little Women ANIMAÇÃO Frozen 2 Toy Story 4 How to Train Your Dragon: The Hidden World I Lost My Body Missing Link FILME ESTRANGEIRO Parasite Dolor y Gloria Les Misérables Atlantics Honeyland TRILHA ORIGINAL Joker Little Women 1917 Marriage Story Us MÚSICA ORIGINAL "Into the Unknown" from Frozen II “(I’m Gonna) Love Me Again” - Rocketman “Stand Up” – Harriet “Spirit” – The Lion King “Glasgow,” - Wild Rose MIXAGEM DE SOM 1917 Ford v Ferrari Joker Rocketman Star Wars: The Rise of Skywalker EDIÇÃO DE SOM 1917 Ford v Ferrari Avengers: Endgame Rocketman Star Wars: The Rise of Skywalker FIGURINO Little Women 1917 Once Upon a Time in Hollywood Joker Rocketman EFEITOS VISUAIS Avengers: Endgame The Lion King Star Wars: The Rise of Skywalker 1917 The Irishman MAQUIAGEM Joker Judy Rocketman Once Upon a Time in Hollywood Bombshell DOCUMENTÁRIO Apollo 11 One Child Nation For Sama American Factory Honeyland
  30. 2 points
    Questão

    Um Lugar Silencioso: Parte 2

    Pode ser divertido, mas em primeira instância a impressão que dá é que virou um filme "pós apocaliptico padrão". Mas vou dar uma chance ao Krasinsky
  31. 2 points
    Sabia o Barão Zemo vai estar no "Controle" de um dos heróis (me parece que do Sam Wilson. Por conta disso talvez veremos ele como Capitão América somente na segunda temporada). ANOTEEEEM!😉 off
  32. 2 points
    O episódio 9 fechou a saga com chave de [email protected] Conseguiram fazer uma trilogia pior do que as prequels. Parabéns aos envolvidos.
  33. 2 points
    Legal que essa aparição do Superman do Routh (que se assume como sendo o mesmo do Reeve, já que faz referência não só ao Returns, mas pelo menos aos três primeiros filmes com o Reeve) é meio que um "anti Injustice", já que assim como o o Superman do game, esse Super perdeu a Lois e todo o pessoal do Planeta Diário pro Coringa (que matou todo mundo por lá com gás venenoso) e não virou um Super ditador por isso.
  34. 2 points
    Adam Sandler ganha prêmio de melhor ator pelo longa ‘Uncut Gems’ Adam Sandler ganha prêmio de melhor ator pelo longa 'Uncut Gems' (Crédito: Divulgação) Estadão Conteúdo 04/12/19 - 16h26 - Atualizado em 04/12/19 - 16h46 22 A National Board Review – NBR -, associação de críticos de cinema fundada nos Estados Unidos em 1909, divulgou nesta quarta-feira, 4, uma lista com os seus ganhadores. A surpresa ficou para Adam Sandler, que inesperadamente ganhou na categoria de Melhor Ator, em que concorria com ninguém menos que Joaquin Phoenix, de O Coringa. O reconhecimento foi dado ao ator pela sua atuação em Uncut Gems, Dramédia que conta a história de Howard Ratner (Sandler), um joalheiro de Nova York prestes a falir, que tem uma oportunidade de se recuperar financeiramente caso consiga vender uma pedra não lapidada vinda diretamente da Etiópia, que contém uma série de minerais preciosos. O filme, que ainda não tem data de estreia certa no Brasil, tem sido um grande sucesso de crítica. No entanto, ninguém poderia imaginar que ele conseguiria tirar o troféu de Coringa, que atingiu recordes inesperados nas bilheterias de cinema por todo o mundo. FONTE: ISTOÉ INDEPENDENTE
  35. 2 points
    Gust84

    Os Vingadores 4: End Game

    Só estarei quinta e sexta no evento. Que merda.
  36. 2 points
    Esse filme, se for essa história acima , vai ser a maior bomba desde Liga da Justiça... "RIP HArley Quinn" ,depois dessa, vão pensar os executivos da Warner...
  37. 2 points
    O dia em que a Globo usou "Vale Tudo" para prejudicar "Rambo" no SBT O canal Viva exibiu, neste sábado (09/02), o último capítulo da novela "Vale Tudo", sucesso global da década de 80. Mas, por que o desfecho do assassinato de Odete Roitman foi exibido em um sábado se na apresentação original (em janeiro de 1989) caiu em uma sexta-feira (com reprise no sábado)? A explicação tem a ver com uma antiga "treta" entre a Globo e o SBT que envolveu a novela e a exibição do filme "Rambo, Programado para Matar", o primeiro da franquia. Segue a thread! 1. Primeiro, uma breve volta ao tempo. Até a década de 1980 (antes do advento da TV a cabo), as pessoas tinham a possibilidade de assistir a um filme se: 1. fossem ao cinema, 2. alugassem a fita na videolocadora, 3. esperassem a exibição na TV aberta, em faixas de filmes como "Super Cine", "Domingo Maior", "Sessão de Gala", "Corujão", "Cinema em Casa", "Cine Privé", "Tela Quente", etc.... 2. Em 1988, os filmes da série Rambo, com Sylvester Stallone, eram um grande sucesso, porém ainda inéditos na TV brasileira: até a ocasião, "Rambo, Programado para Matar" (1982), "Rambo 2, a Missão" (1985) e "Rambo 3" (1988) ainda não haviam sido exibidos na televisão. 3. O SBT saiu na frente e comprou os direitos de exibição de Rambo 1, enquanto a Globo levou Rambo 2. Na guerra pela audiência, a Globo decidiu que passaria Rambo 2 para bater de frente com Rambo 1 do SBT, já que a possibilidade de uma concorrência direta entre os dois filmes dava vantagem à emissora dos Marinho. 4. Em junho de 1988, o SBT anunciou com alarde a exibição inédita do primeiro filme de Rambo. A Globo não se fez de rogada e programou (e exibiu) Rambo 2, no mesmo dia e horário. Mas Silvio Santos, prevendo uma derrota no confronto com a Globo, desistiu em cima da hora de apresentar o seu filme, adiando a estreia para a sexta-feira da semana seguinte. O dono do Baú foi esperto: a Globo não iria passar Rambo 2 pela segunda vez dentro do espaço de uma semana, pois se o fizesse, perderia em audiência no confronto com o ainda inédito Rambo 1. No tão esperado dia da exibição dos filmes, o SBT decidiu adiar a estreia de sua nova sessão, transferindo o filme para a semana seguinte. Quem colocou no canal na hora do filme, deu de cara com mais uma das mensagens bem-humoradas: "Quem procura acha o Rambo na Globo", brincando com seu próprio slogan na época (Quem procura, acha aqui)". No lugar do filme, o canal colocou no ar uma reprise do sertanejo Musicamp. A Globo, claro, se deu bem. No Rio de Janeiro, por exemplo, o filme registrou 77% de audiência, com 4,6 milhões de expectadores – no mesmo horário, o SBT ficou com 5%. 5. Na sexta-feira do dia 26/08/1988, chamadas no SBT anunciavam a apresentação de Rambo 1 para as 21h30, após a exibição da novela "Vale Tudo" na concorrente. A Globo não "transa violência", mas o que ela fez foi digno da sabotagem da maionese envenenada por Odete Roitman! 6. Para prejudicar a exibição de Rambo no SBT, a Vênus Platinada levou ao ar naquela noite dois capítulos seguidos de "Vale Tudo", novela que fazia um tremendo sucesso. Passou o capítulo 90 e, na sequência, "coladinho", o capítulo 91, fazendo a novela se estender até as 22h20 (na época, a novela das oito começava, às 20h30). 7. Silvio Santos, para contra-atacar, lançou mão de um plot-twist de novela: decidiu que o filme só começaria após o término dos dois capítulos da trama da Globo. Enquanto ia ao ar o capítulo 91 de "Vale Tudo", o SBT manteve, por 50 minutos, um slide estático na tela com a seguinte frase: "Não se preocupe, quando terminar a novela da Globo você vai ver: Rambo" (vídeo abaixo). 8. E de nada adiantou a estratégia da Globo, que mesmo forçando a apresentação tardia de Rambo 1, não impediu que o filme liderasse a audiência, fazendo Silvio Santos vencer no Ibope, naquela noite e horário, os Marinho, Boni e cia. 9. Na exibição recente no canal Viva, os capítulos 90 e 91 foram ao ar como deveriam ser, em dias seguidos. Por isso a novela terminou no sábado, em vez de sexta. A apresentação anterior da novela no Viva, em 2010-2011, foi da mesma maneira, mas a "contagem de capítulos vs. dias de exibição" não batem porque naquela ocasião o Viva não exibia a novela aos sábados.
  38. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    neste domingo tava rolando concerto da orquestra da Policia Militar na frente da Fiesp, na Paulista...e tava privilegiando trilhas sonoras de filmes pop..Rocky, King kong, etc.. adivinha qual tocou no finalzinho.. nem sabia e claro que eu estacionei ali pra ficar curtindo o som..😎
  39. 2 points
    Acho que hoje eu ficaria assim. 01. Eyes Wide Shut (Stanley Kubrick, 1999) 02. Unbreakable (M. Night Shyamalan, 2000) 03. Terminator 2: Judgment Day (James Cameron, 1991) 04. Carlito’s Way (Brian De Palma, 1993) 05. Pulp Fiction (Quentin Tarantino, 1994) 06. Toy Story (John Lasseter, 1995) 07. Fargo (Joel Coen, Ethan Coen, 1996) 08. Starship Troopers (Paul Verhoeven, 1997) 09. Boogie Nights (Paul Thomas Anderson, 1997) 10. Batman Returns (Tim Burton, 1992)
  40. 2 points
    Quem não gosta de um bom filme que misture ação bombástica, drama, ficção científica e Will Smith? Em “Projeto Gemini” (2019), novo trabalho do consagrado diretor Ang Lee, temos essa fórmula em versão duplicada, visto que o protagonista é apresentado como dois personagens: o indivíduo original e o seu jovem clone. Porém, ao contrário de outros exemplares semelhantes dos gêneros supracitados, o resultado aqui é bastante irregular em termos narrativos. Na história, Henry Brogan (Smith) é um veterano assassino de elite que tenta se aposentar, mas logo se torna o alvo de um jovem clone seu, o qual se mostra um agente igualmente habilidoso e fatal. De forma inesperada, o diretor Ang Lee entrega ótimas, empolgantes e bem editadas cenas de ação – com destaque para o extenso e arrepiante confronto inicial entre os “dois” protagonistas. E Will Smith faz uma atuação cativante, intensa, e com nuances específicas de personalidade para as suas duas versões, o que gera uma aura hipnótica nos bons momentos de interação entre os dois personagens. No mais, temos uma trama que desenvolve com desinteresse alguns subtextos batidos, como as conspirações de espionagem, e os perigos da biotecnologia para uso militar. Para piorar, é exigido do espectador um nível absurdo de suspensão de descrença, especialmente quando devemos acreditar que um clone nascerá com o mesmo dom do indivíduo original. De sobra, a personagem de Mary Elizabeth Winstead tem poucos momentos de força e destaque, e Clive Owen faz um vilão que falha na tentativa de ser um Tommy Lee Jones “sensível”. Na parte emocional, há alguns competentes momentos daquele bom e velho Ang Lee dramático, quando este aborda as consequências psicológicas e familiares de um emprego que envolve frieza absoluta. E, ainda que o roteiro se torne previsível a partir de certo ponto, a conclusão dos arcos dos dois personagens é levemente satisfatória... e pode ser até comovente, para alguns espectadores. No fim, “Projeto Gemini” é um clone clichê de outros filmes – em especial, das grandes obras ‘blockbuster’ dos anos 90 que também foram produzidas pelo Jerry Bruckheimer. Mesmo assim, ele é de uma diversão razoável e otimista para um fim de semana regado a bastante pipoca. Se for possível ignorar as várias falhas de roteiro, aprecie o seu visual impecável, os momentos da tríade “tiros/porradas/explosões”, a trilha sonora marcante, os incríveis efeitos especiais de “rejuvenescimento”, e cada um dos momentos de Will Smith e Will Smith em tela. Nota: 6
  41. 2 points
    Olha, eu não compro muito essa explicação. Primeiro por que a violência aqui é mostrada de forma muito crua, bem diferente do que ocorre com o Tarantino, onde ela é estilizada na maioria esmagadora dos casos ( o que gera essa banalização). Segundo, quede todas as mortes que ele poderia ocultar (sendo que no caso da Sophie ele faz mais que ocultar, ele deixa ambigua), escolheu justamente a das personagens que mais gerariam indignação no publico? Não. Não foi medo de banalização da violência. Foi medo de fazer o publico se voltar contra o seu protagonista. Mas voce não concorda que deixar a morte da vizinha ambigua acaba sendo meio covarde, em uma manobra pra nåo nos fazer perder a empatia pelo personagem? Ora, é muito fácil ver o Coringa como uma vitima da sociedade grande e má quando ele mata playboys abusadores, uma mãe negligente e uma figura da mídia que usa o seu poder para humilhar os outros. Mas uma mãe solteira tentando sobreviver com a sua filha já é uma coisa bem diferente. Inevitavelmente, se a sua morte tivesse ficado clara, veríamos o personagem de uma forma diferente. Por isso a ambiguidade.na cena da Sophie me irrita ( não acho um pecadilho. De fato, me irrita mais quanto mais eu penso nisso). Se a ideia era manter o Coringa como esse flagelo social que atinge os poderosos somente com os conflitos morais em torno da proposta em si (a la Travis Bickle, inspiração obvia do filme) então que não sugerisse a morte da Sophie. Agora, se a ideia era mostrar esse lado egoista do personagem, jogando luz sobre a perversidade do indíviduo (que ao meu ver, não devia ser totalmente ignorada, mesmo com a falha da sociedade em relação a ele) então que assumissem que ele matou uma mulher só por que delirou ter um relacionamento com ela.
  42. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    "Aquilo não é cinema [...] Não é o tipo de cinema com seres humanos tentando transpassar experiências emocionais e psicológicas para outro ser humano.” Adoro o Scorcese. Muito difícil negar que é um puta diretor. Mas aqui na boa, ele ta com a mesma birra do Cameron ao diminuir filme de super-heroi. Acho um equívoco definir cinema como algo que tem, como que por obrigação, que passar uma mensagem ou transpassar as citadas experiências emocionais e psicológicas. Não acho os filmes da Marvel nenhuma obra prima, de fato não ao nível Scorcese que considero um gênio. Mas o que essa gente precisa entender é que, lá no fundo, num mundo tão conturbado como o nosso, tudo que precisamos em certos momentos é de um parque de diversão. Coincidentemente, o cinema nasceu como diversão de massas lá nos idos de mil novencentos e bolinha. Algo que o próprio Scorcesse contou muito bem naquele seu filme A Invenção de Hugo Cabrito.😉 Querer torná-lo algo obrigatoriamente cerebral é pretensão de pseudo-cult. Nao acho que seja preciso a cada filme que se for ver no cinema eu ter de sair refletindo sobre a vida ou meu espaço no mundo ou nas minhas relações para com o próximo. As vezes so queremos nos divertir e na outra nos aprofundar um pouco mais na vida. Ha espaço para todos, só basta saber explorar e de se encaixar neles devidamente. E viva as diferenças! Acho que é como negar o cinema de ação, fantasia, sci fi, mas entendendo que as pessoas mais velhas são mais conservadoras é razoável ele pensar assim. Por exemplo, Star Trek é sci fi e tem profundidade. E Star Wars, é também coisa de criança? Não, é diversão de primeira! E Liga da Justiça? Queria ser diversão de primeira, mas termina sendo o contrário...😂
  43. 2 points
    Supera, Arlequina!🤣 trailer legendado
  44. 2 points
    Trailer em português, oficializando o título (O Irlandês), e a data de exibição nos cinemas (14/11) e estreia no NetFlix (27/11):
  45. 2 points
    Gust84

    Boteco dos Esportes

    FALEI PORRA. É NOSSO. TÔ EM SEVILLA SÃO 5 DA MANHÃ E ACABOU O VINHO.
  46. 2 points
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    eu até entendo quem defenda isso, de que a "regra" foi essa entre o público, mas... como contribuição aqui à nossa análise do panorama geral... eu acredito que não. Acredito, com base no que eu captei na época, que o público (em sua maioria) esperava um filme simplesmente mais redondo em termos de história. Ainda que isso "comprometesse" algumas das boas características estéticas e narrativas do Snyder.
  47. 2 points
    Jailcante

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Omelete tão sem credibilidade por aqui que mesmo se eles fizerem um texto falando que o céu é azul, a gente tem que olhar na janela pra ter certeza que é verdade. hehehe
  48. 2 points
    Big One

    Homem-Aranha: Longe de Casa

    kkkk....priceless
  49. 2 points
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    MELHOR FILME DO ANO!!!! Fantástico, sublime, mágico, extraordinário! A Palma de Ouro em Cannes não poderia estar em melhor mãos. Estou sem palavras e sem fôlego diante de tamanho talento. Penso em "Teorema" de Pasolini, penso nos irmãos Coen, penso em Claude Chabrol. Será que algum diretor no mundo sabe preencher a parte central de um enquadramento tão bem quanto Bong Joon-Ho? Não é estático de um jeito Wes Anderson, é completamente teatral e fluído. "Parasite" é maravilhoso! Há uma dimensão de chão, remetendo ao título, com os atores rastejando nos cenários, se escondendo por debaixo dos móveis...ai, é sublime demais. Oscar pra Coreia do Sul em Filme Internacional: Fato! Consigo vislumbrar uma indicação a Melhor Roteiro Original e a Melhor Diretor. É impossível essa obra-prima passar batida pela Academia. Não satisfeito em fazer o melhor filme do século, até agora, Bong Joon-Ho agora faz mais um.
  50. 2 points
    conan

    O Farol (Robert Eggers)

    O Trailer https://www.youtube.com/watch?v=01ddKEw85lM

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