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Forum Cinema em Cena

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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 04/04/19 in all areas

  1. 4 points
    Tensor

    Ninguém por Perto (Tensor, 2021)

    Sim, dirigirei um longa =P Esse fórum já ocupou um lugar bastante especial na minha vida, então é um prazer poder compartilhar essa notícia aqui com vocês. Não estamos usando verba do governo, é um investimento pessoal da produtora que possuo com outros dois sócios, a Lore Studio, com a parceria da Machina Filmes, ambas de Porto Alegre. Então vai ser um trampo bem exaustivo, mas que todos estão indo com muito amor. A intenção é rodar ele em Agosto (pode mudar um pouco pra antes ou depois) e pegar o circuito de festival de 2021, se tudo der certo. Ontem criamos a página do filme, não tem muita coisa, só uma breve sinopse. Mas se tiverem interesse acompanhem que eu vou atualizando o projeto. É possível que fim de semana que vem a gente tire algumas fotos pra testar maquiagem e coisas do tipo. Em algum momento vamos abrir um financiamento coletivo, provavelmente o catarse, pra ver se juntamos uma grana a mais pra ajudar nos custos de produção. Ainda estamos elaborando a melhor data pra isso. Enfim, feliz de compartilhar isso aqui :} Eis a página: https://www.facebook.com/ninguemporperto/ Vou colocar aqui a sinopse resumida da página. Sinopse Ninguém por Perto é um thriller pós apocalíptico que conta a história de Sara e Ana, duas mulheres que precisam sobreviver em um mundo onde não há mais nada e, juntas, tentar entender como se pode extrair uma vida disso. Até um misterioso homem surgir, atribuindo propósito ao que aconteceu e acreditando que os três estão conectados em uma missão para repovoar o planeta. Sem ninguém por perto para ajudar, Sara e Ana precisam encontrar forças para sobreviver nesse mundo e do viajante sinistro que surgiu em suas vidas.
  2. 4 points
    Tensor

    Os Vingadores 4: End Game

    Na real esse papo do Moore surpreende pouco e o motivo é claro: ele não assiste. Se assistisse não falaria tanta bobagem. O Questão já apontou o discurso de alguns filmes mas nem precisava ir tão longe. Vai em Iron Man, primeiro filme desse universo, e já estamos vendo o drama de alguém diante do legado bélico que ajudou a produzir. Um discurso que não poderia fugir mais do que é a base do governo americano hoje (e infelizmente o nosso). Antes tentaram atacar o monopólio da Disney e o que isso representa, e honestamente acho um ataque super importante. Agora estão direcionando ao conteúdo que representa o sucesso máximo desse monopólio. Só que tem esse problema, o tipo de crítica do Moore não se relaciona com o tipo de arte criada na Marvel Studios. Não estou comparando a complexidade, mas a visão ideológica de Moore e o que costumamos ver nos filmes da Marvel são muito semelhantes. E o motivo do MCU fazer tanto sucesso não é por uma alienação do público (ou sim, mas aí saímos do assunto MCU e vamos discutir porque o público prefere filmes populares à cinema experimental) mas sim por ser o melhor tipo de blockbuster produzido hoje. Ready Player One, Alita ou o novo Exterminador do Futuro não vão fazer menos dinheiro porque a Disney está hipnotizando o seu público, mas sim porque eles são inferiores ao que a Marvel costuma fazer. E fora o fator universo compartilhado que nunca vai afetar quem nunca se permitiu dar uma chance a experiência. E com certeza é o caso dele, Scorsese e outros aí. O grande problema é que eles resolveram atacar a qualidade dos filmes, no caso do Moore foi pior, associar a alta desses filmes à crescente dos governos fascistas pelo mundo em um dos comentários mais esquizofrenicos que já vi. Seria bem mais interessante se elaborassem um comentário mais profundo sobre a indústria de cinema americana. Qual o máximo alcance que um filme pode ter sem ser tóxico com os que estão ao seu lado? Mas isso aí poderiam ter feito desde o final dos anos 70 quando Tubarão saiu. Legal discutir agora, só que centralizar na marvel studios é desonesto.
  3. 4 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    MEU DEUS CHATO PRA CARALHO
  4. 4 points
    Questão

    Mulher Maravilha 1984

    Bom, minha visão á respeito desse assunto de uma forma mais aprofundada (e acho apropriado que se discuta aqui, no tópico do filme de uma heroína que entre outras coisas, tornou-se um simbolo da igualdade). Sobre o fórum em si, é como o BIG disse. Basta dar uma olhada em outros foruns e sessão de comentários por ai, pra ver que o negócio lá é pesado. Discordou de alguém, os caras tão xingando a mãe do vivente, já parte pra ofensa pessoal, e por ai vai. Eu to nesse forum há dez anos, e quando aconteceu, sempre foi rapidamente resolvido pelos adminstradores. Tem alguns irritantes como o Rick? Tem, mas apesar de ser muito irritante e sem noção, o cara não faz nada que contrarie as regras do forum. Eu simplesmente pulo o que ele escreve, mas não tem nada ali que seja exatamente criminoso, ou que faça apologia há algum tipo de preconceito. Eu acho até que pra enriquecer a discussão, seria interessante que a LIV, que trouxe isso a tona, apontasse alguma das coisas que ela viu. Concordo, mas acho que a gente tem que ter equilíbrio e bom senso. Deem uma olhada no tópico de "Star Wars: O Despertar da Força" em suas páginas finais, por exemplo, e o que a gente vai ver, não é opinião, aquilo é racismo e misoginia no ultimo estágio, que não deve ser tolerada como "diferença de opinião". Por que uma coisa é ter uma opinião divergente, outra bem diferente é você disseminar o ódio e o preconceito. Há algumas semanas, a gente teve um tal de Sr. Incrível abrindo tópico que nem um doido, e em um deles ele dizia que a Capitã Marvel devia ser hipersexualizada mesmo, que nem é nos quadrinhos, pois esse seria o "lugar dela". Mas devo acrescentar, porém que esses casos extremos são exceções, e que a administração do fórum geralmente fica atenta á isso. Entretanto... A gente tá vivendo um momento em que a gente tá prestando atenção em detalhes de coisa que a gente não prestava antes. Machismo, racismo, homofobia, e por ai vai. Isso não vai voltar pra trás. Na minha opinião, a sociedade (que inclui o fórum) tá passando por um momento de transição. Estamos aprendendo. Possíveis exageros dos SJW, (usado muitas vezes como um termo pejorativo) ou os chamados "mimimi", são inevitáveis, e digo mais, necessários, pra que a gente aprenda a encontrar um equilíbrio. Até por que a gente tem que aprender a identificar e apontar os possíveis exageros das críticas (lembram do furor em torno do cartaz do Apocalipse esganando a Mística em um cartaz de X Me: Apocalise?). Mas não dá pra simplesmente dar de ombros, e botar toda a crítica que a gente recebe como se fosse "mimimi", ou é "uma opinião diferente da minha", ou "ah, aguenta quem não é de cristal", "o mundo tá chato" e por ai vai. Por que a gente ainda vive em uma sociedade baseada em preconceito, e é interessante questionar as próprias crenças (o que não implica necessariamente em concordar com o outro) pra ver se a gente não tá só reproduzindo algo que nos foi imposto culturalmente sem que a gente percebesse. Dando um exemplo pessoal, percebo no primeiro MULHER MARAVILHA um exemplo claro. Quando começou a campanha de que tinha que ser uma mulher a dirigir o filme, eu pensava "porra, que bobagem. Que diferença faz?" Mas tu assiste o filme, e tu percebe, sim, faz diferença. Olha como a Jenkins filma a Gadot, e como o Snyder filma a Gadot, e você vê. O que eu acho que a LIV se queixa (mas é achismo, só ela mesma pode dizer) é que alguns de nós acabam reproduzindo um certo machismo em determinadas piadas, por que o humor sempre foi um ótimo disfarce pra isso. Qual escudo é mais poderoso do que "é só uma piada"? E todos nós homens (e grande parte das mulheres) são machistas em algum nível, e aquele processo que eu citei antes visa desconstruir isso, mas acho que vai levar algumas gerações pra se completar, se nada der errado. Assim, imagino que quando o SOTO chama a Gadot de Seriema, isso irrita a LIV, e eu consigo (acho) entender o por que. Por que nesse comentário, não é só o SOTO dando a opinião dele de que não acha a Gadot adequada pro papel, e sim reproduzindo um conceito de beleza pré estabelecido não alcançado pela Gadot, já que a Diana representa uma beleza transcendente na Cultura Pop. E acho que a LIV tem direito de ficar P da vida com isso. O SOTO não precisa concordar com esse sentimento dela, mas só dele saber, já é uma coisa. Isso não faz do SOTO um vilão, eu acho ele um dos caras mais crânios desse forum. Ele não é como os mega racistas e misóginos que citei acima. Quando ele faz uma piada que eu não curto por na minha visão ter certo cunho machista (o que não me torna não machista), eu digo "piada babaca por causa disso", ele ri, e toca o baile. Se ele vai absorver a minha crítica ou não (que pode ser correta ou não) é outros quinhentos. Mas o SOTO nunca desrespeitou alguém aqui deliberadamente. Eu era um que discutia de vez em quando com a LIV quando ela era uma regular aqui, e várias coisas que a gente discordava na época hoje eu olho pra trás e penso (pô, fui babaca aqui e cresci como pessoa percebendo isso, pois estava sendo sexista) , enquanto outras, eu penso, não eu tava certo mesmo (não me lembro de nenhuma nesse ultimo caso, mas deve ter acontecido. Hehehe) Ufa. Em resumo, acho que sim, temos que conviver com as diferenças de opinião, mas também não podemos descartar aquelas que diferem das nossas em temas mais delicados como sendo simplesmente "mimimi" e "SJW". É interessante refletir por que tal pessoa não gostou daquilo, mesmo que não se concorde no final, ao invés de pensar simplesmente "forista de cristal". E acho que a LIV tinha que ser mais ativa por aqui, justamente por trazer esse tipo de discussão.
  5. 3 points
  6. 3 points
    conan

    Star Wars Ep. IX - A Ascensão Skywalker

    O pior é que este filme, sim, detonou a família Skywalker, e não o ep VIII. Fuderam com o arco do Anakin. O sacrifício final serviu para nada. A profecia de que ele seria o escolhido para trazer o equilíbrio na força era mentira. A busca do dom de salvar a vida, que acabou levando Anakin para o lado negro da força, é totalmente dominado pela Rey sem mais nem menos. Se Anakin tivesse o conhecimento que a Rey passou a ter do nada (e depois o Ben Solo aprende do nada também), ele não teria sido seduzido pelo lado negro. É um amontoado de conveniências e coicindencias que jogam o legado da série no lixo. E a galera chorando porque o Luke morreu numa das cenas mais fodas de toda a saga... É dureza!
  7. 3 points
    Liv A.

    Mulher Maravilha 1984

    Estive na CCXP19 só pela Gal, e não me arrependi! Ela é linda num nível de outro mundo, super simpática e carismática (como já imaginava). Não entrei no painel mas fiquei a dois metros de distância dela no aquário do omelete. Patty Jenkins tb é ótima, disse que o filme não é para ficar apenas lembrando de coisas legais dos anos 80, mas que foi feito como um filme dos anos 80, na fotografia, trilha sonora...e Kristen Wiig sempre foi a primeira opção para viver a Mulher-Leopardo. Bom, isso tudo vocês podem ver pelo Youtube. Só deixo minhas impressões de que a Warner está caprichando, tinha o maior e melhor stand da CCXP e tudo em torno de MM84 está in-crí-vel. Alguém se lembra da Kah, daqui do fórum? Ela estava lá tb e entrou no painel, disse que foi o maior, melhor e mais barulhento e emocionante, mais até do que o de Star Wars. Realmente, eu estava de fora e ouvia o barulho, quando a Gal entrou no palco parecia que tudo ia desmoronar! Filme mais aguardado de 2020, meus caros. O hype está na estratosfera. Sem mais. 😘
  8. 3 points
    Gust84

    Os Vingadores 4: End Game

    Eu entendo o posicionamento tanto do Moore, quanto do Scorcese, em que pese eu não concorde 100% com eles, por que ambos os comentários, são válidos, mas carecem de uma avaliação um pouco mais abrangente do cenário/contexto em que estão colocando suas posições. Em resumo, concordo que está havendo um banalização da cultura, uma facilitação, seja narrativa ou de linguagem, que trouxe inúmeros consumidores pra esse nicho, que hoje se tornam uma parcela "exigente" do mercado, ainda que sequer tenham de fato conhecimento ou bagagem pra cobrar algo. Essa inversão de valores, em que a arte está sendo feita sob encomenda, e não, sendo realizada e impactando ou gerando o debate após sua apreciação é o cerne de toda essa questão. Ocorre é que na hora de expor isso, fica muito no papo de "na minha época era melhor que isso", o que, na minha opinião faz perder muito o peso desses argumentos. Num exemplo concreto, como consumidor de quadrinhos desde a minha infância, hoje pra mim é muito difícil conversar com alguém que quer falar comigo sobre isso, que eu não veja que tenha esse "backround" comigo, me sinto exposto, não sei se posso evar a sério, ou se posso de fato argumentar como eu penso, já que nossa cultura fora colocada na vitrine, hoje todo mundo conhece, consome, ou gosta de alguma maneira desses personagens. Não sei se vocês passam por isso, mas nossa "tribo" sempre foi fechada, foi nossa. Ver o uso assim, e o pessoal de fora ditando as regras é bizarro. E hoje isso está desenrolando até um efeito contrário, porque também está afetando o cinema. MILHÕES de pessoas foram levadas a consumir o cinema agora por causa desses filmes, e o impacto que isso gera transforma até a avaliação disso. Minha relação com o cinema não é a mesma de quadrinhos, não gosto de um por causa do outro e vice versa, então vejo como possível enxergar que alguém que só consome filmes de hqs, vê um coringa e EXIGE que o filme seja ARTE, SEJA RECONHECIDO, "OLHA SÓ COMO EU CONSUMO COISA SÉRIA, MIMIMI", quando na realidade, é um filme comum. Um drama e um estudo de personagem, que pra não ir longe ou ser muito cult, Scorcese abordou em taxi driver de forma muito melhor. Concluindo, os dois estão certos, mas estão se sentindo "lesados" ou com gente infiltrada que não deveria estar ali de fato. Orgulho ferido. Scorcese está puto porque o cinema era dele e ele sabia o que fazer com seu público, e conversar com eles através de sua arte, e hoje ele não entende metade de quem está na sala de cinema, e que hoje realizadores dão importância a esses intrusos, e Moore por sua vez está exatamente assim, sobre os quadrinhos, dos quais ele culpa o cinema que expôs e transformou muito do pessoal que gosta de hq, trazendo gente não "preparada", ou algo do gênero. Enfim, me alonguei e não sei se me fiz claro.
  9. 3 points
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  10. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Pra muitos a polarização bizarra do Brasil que estamos vivendo hoje que se torna impossível debater de forma relevante, se deu início nas passeatas pela tarifa de ônibus de 2013. Pra mim foi com o tropa de elite 1. A mensagem do Padilha de mostrar que o mundo era uma merda e achou que ia chocar o Brasil com aquela realidade, só fez o pessoal passar pano pra tortura de policial, e não enxergar o tamanho dessa cagada, o obrigando a desenhar na sua sequência e mesmo assim grande parte da sociedade não entendeu. Se existe de fato um paralelo entre coringa é tropa de elite, esse paralelo é perigoso se colocarmos no senso geral. Tipo a galera se cagando de rir na cena pós assassinato, do anão na porta.
  11. 3 points
    Questão

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Acho que o que chamou tanta atenção primeiro foi pelo fato da própria força do Coringa como ícone cultural. Segundo, que de acordo com o que andam dizendo, o Coringa surge como uma espécie de anti herói social, e não como um vilão de fato, com suas ações violentas sendo quase justificadas pela obra. No caso do massacre em TDKR, é bom lembrar que o vilão até era o Bane, mas o assassino se apresentou como "O Coringa", inclusive pintando o cabelo antes do massacre. Em tempo, não acho que os filmes são culpados por esse tipo de ação violenta. Mas acho válido o debate no que diz respeito sobre as formas que a mensagem do filme pode ser interpretada, da mesma forma, pegando um exemplo citado pelo PRIMO, que se discutiu no passado as diferentes interpretações que poderiam ser dadas a um filme como TROPA DE ELITE.
  12. 3 points
    Questão

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Não sei se é por ai. Como você disse, o Flash e o Arqueiro, que são os principais heróis do Arrowverse estão no mesmo universo. Eles colocaram a Supergirl em outro universo por que ela nem sempre foi da CW (a primeira temporada passou na CBS, que cancelou a série, e dai a CW pegou pra ela). Tanto que eu me pergunto se vai acontecer nessa adaptação de CRISE NAS INFINITAS TERRAS a mesma coisa que aconteceu no material original, onde ao fim da história, todas as diferentes realidades acabam virando uma só (o objetivo da história original era esse, já que a DC achou que ter trocentos universos havia se tornado confuso demais). No mais, acho que funciona o esquema de manterem alguns heróis em realidades diferentes, mas não acho que foi por isso que o universo compartilhado da DC/CW funcionou. Acho que funcionou pelo mesmo motivo que o MCU funcionou no cinema, existe um planejamento e preocupação com coesão desse universo de modo a fazer com que essas séries funcionem juntas. Ter alguns heróis em realidades diferentes é o de menos. Já o universo compartilhado do Snyder deu errado não por que seguiu o modelo da Marvel de botar todos no mesmo universo, mas sim por uma falta de coesão. Basta perceber o quanto as visões do Snyder e da Patty Jenkins para Mulher Maravilha eram muito diferentes. Não tinha uma coesão para se criar um universo compartilhado. Fora que a progressão dramática de filme pra filme não funcionava, coisa que o MCU deu aula, e mesmo a CW (apesar de todos os meus problemas com as formas como eles contam as suas histórias) também soube fazer melhor.
  13. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    PUTAQUEOPARIO Só entra no fórum pra escrever essas merdas.
  14. 3 points
    Tensor

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Só lembrando: vencer um Leão de Ouro não significa uma disputa direta com qualquer filme do MCU (ou até mesmo do DCU), o cinema que o festival costuma valorizar é radicalmente diferente desses, e dá até pra dizer que despreza, de modo geral. Não importa o quão bom blockbuster tu seja, nunca, na história do festival, um filme assim foi premiado com o Leão de Ouro. E arrisco a dizer que nunca será. Joker não me parece ter sido concebido pensando nos valores de um blockbuster (falo dos realizadores, o estúdio sei que está ansiosissímo pelo lucro comercial). Joker parece querer falar sobre algum desconforto social, emular uma linguagem de cinema semelhante aos filmes do Scorsese, isso sim características recorrentes em festivais como os de Veneza e outros por aí. E nesse sentido parece que se deu muito bem. Mas não vamos muito além disso. Senão vamos diminuir a importância de certos filmes meramente por não terem as características que esses festivais exigem. Se alguém me falar que E.T. é menos marcante que "O Estado das Coisas" (vencedor do ano) ou, Mad Max: Fury Road está abaixo do saudoso venezuelano "Desde Allá", ou até falar que o queridissímo "The Dark Knight" significa menos pro cinema do que "The Wrestler", do Aronofsky... Joker teve uma conquista importante, sem dúvidas. Mas talvez tenha sido o único filme de herói a ambicionar esse tipo de prêmio. Eu acho que ele pode abrir uma porta legal, talvez Marvel e DC tentem a partir de agora mais filmes experimentais e desconectados pra almejar esse tipo de coisa. Mas esse tipo de coisa não é necessariamente melhor ao que ta sendo feito hoje. E POR FAVOR, não me venham dizer que por ter ganho essa estatueta é o filme de herói mais importante da história.
  15. 3 points
    DIRETOR AFIRMA QUE VIOLÊNCIA DO FILME SERÁ “UM SOCO NO ESTÔMAGO”! Coringa fez uma belíssima estreia no Festival de Veneza neste fim de semana, e durante o evento, o diretor Todd Phillips e o astro Joaquin Phoenix concederam entrevistas falando sobre o processo criativo para trazer o longa da DC à vida. Alguns dos comentários que mais se destacaram entre a reação do público foram relacionados com a violência perturbadora do filme. E para o cineasta, a violência buscada por Coringa não era parecida com o que se esperaria de um filme violento. “É tudo tom. Acho que um dos maiores trabalhos de um diretor é você ser o fornecedor do tom, e esse filme sempre foi escrito para ter um tom de raiva controlada, e acho que a violência faz parte dessa raiva controlada. Acho que tivemos muito cuidado com isso”, compartilhou Phillips em uma coletiva no festival. “Muitas pessoas assumem ou acham que vai ser um filme muito violento… mas isso aqui vai afetar você de maneira diferente – quero dizer, você pode assistir a um filme como John Wick 3, lá há uma quantidade muito maior de violência, mas acho que esse filme pode afetá-lo de maneira diferente, e tentamos pintá-lo com o pincel mais realista possível. Então, quando ela acontece, parece um soco no estômago. Mas, novamente, tudo foi apenas um ato de equilibrar o tom.” Coringa gira em torno do icônico vilão da DC Comics, que está sendo representado nas telas grandes pela quarta vez, e dessa vez numa abordagem totalmente diferente. E isso foi o que levou o ator Joaquin Phoenix a aceitar o papel para o personagem. “Acho que estava interessado, na verdade, na luz de Arthur, por falta de uma palavra melhor”, Phoenix revelou. “Não era apenas o tormento, era também a alegria, era a luta dele para encontrar a felicidade e se sentir conectado e sentir calor e amor. Essa é a parte do personagem em que eu estava interessado e acho que valeu muito a pena explorar. Eu não penso em personagem como atormentados. Eu nunca meio que defino personagens dessa maneira. É somente quando eu faço entrevistas é que eu recebo essas perguntas, mas nunca penso neles dessa maneira.” Phoenix ressalta que acha bem difícil definir a experiência do filme em algumas palavras, e explica que houveram várias maneira diferentes de olhar para o personagem durante a filmagem. “Para mim, para nós, são quase oito meses, para explorar essa pessoa”, Phoenix continuou. “É muito difícil destilar essa experiência em uma frase sonora ou apenas em uma definição de quem é a pessoa. Ele era muitas coisas para mim em momentos diferentes. Quem ele foi nas primeiras semanas de filmagem, completamente diferente do que ele era no final. Era algo que estava em constante evolução. Acho que nunca tive uma experiência como essa. Gosto de estar aberto a diferentes possibilidades enquanto trabalho. Tento não tomar decisões concretas sobre o assunto quando estou trabalhando. Mas com esse, era impossível, e também, meio que chato, se você fizesse isso [risos]. Toda vez que fazíamos isso, nós nos olhávamos, como se houvesse algo errado. E quanto mais imprevisível, mais emocionante era para nós e também mais inspirador. E continuamos tentando encontrar algo novo a cada momento.” Em entrevista ao Associated Press, Phillips discutiu este aspecto da origem do vilão: “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” Gotham é o tonel de acido😎 Eu sei que o objetivo do filme é contar uma história "original" sobre como uma pessoa mentalmente perturbada pode se tornar ainda mais perigosa quando entra em contato com situações e comportamentos terríveis como a insensibilidade e violência da sociedade, e escolheram um personagem rico e complexo como o Coringa para ser o protagonista dessa história. O filme é mais uma versão da origem do Coringa como a Piada Mortal e muitas outras que já existem. Essa nova origem contada no filme parece ser uma das mais fortes, impactantes e emocionantes, conforme a crítica! Meu receio é justamente esse. Tão alçando o filme a um patamar estratosférico que eu não vou esperar algo inferior ao que o Nolan já fez, ou até Scorcesse em Taxi Driver, que resumidamente trata do mesmo.. Isso que é relativo de pessoa pra pessoa. Aí que reside o contraponto a qualquer excesso de expectativa, pelo menos com a minha. Até porque pra mim nem Logan ou Ultimato foram tudo aquilo.. 🙄
  16. 3 points
    Tais Cristina

    Os Vingadores 4: End Game

    Sei que estou atrasadérrima pra falar sobre "Avengers: Endgame", mas, bicho... QUE FILME!!! ❤️ Sei que tem gente que não gostou, mas eu achei muito foda, sabe... O fim de uma era, uma homenagem foda aos vingadores principais. Vibrei pra cacildis quando o Capitão América levantou o Mjolnir, gostei muito do Professor Hulk (embora vejo muita gente criticando), adorei o Gavigod/Ronin, o Thor gordo ficou sensacional (só me incomodei com o fato de terem feito piada com a depressão dele, mas ok), chorei a morte da Viúva Negra e, bom... TONY STARK, bicho... Tony Stark... Eu não tenho palavras pra esse cara, de verdade. É meu vingador favorito, SIM, sou Team Stark 4 life, e, obviamente, chorei de soluçar quando ele morreu, pqp. Nunca, nunca, NUNCA vou superar a morte dele. ? Robert Downey Jr foi perfeito, assim como todos os outros, claro. Enfim, eu gostei muito, pra mim entre no meu Top 5 do MCU fácil, pqp. ❤️
  17. 3 points
    Big One

    Os Vingadores 4: End Game

    Era disso que a Marvel precisava...cenas pós créditos com nudes da Peggy Carter.agora passa Avatar....kkk
  18. 3 points
    Gust84

    Obituários (in memoriam)

    João Gilberto. Não é cinema, mas é uma perda inestimável.
  19. 3 points
  20. 3 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    Alan Silvestri dedilhando o tema principal em seu piano de casa envelhecimento evidente do guaxinim falante..no primeiro Guardiões e Ultimato, respectivamente
  21. 3 points
    Questão

    Os Vingadores 4: End Game

    Filme catártico pra caramba. Épico mesmo. Depois posto mais impressões, mas realmente, o filme te deixa tenso, emociona, faz rir. Realmente um puta filme. Acho que como roteiro GUERRA INFINITA ainda era mais amarradinho, mas ULTIMATO tem tantos momentos lindões, e um clima de fechamento tão bonito e atencioso com esses dez anos de história do estúdio que calou em mim ainda mais fundo que o filme anterior dos Russo.
  22. 2 points
    Big One

    Quarentena do Coronavirus

    Bom papo @SergioB. quem sabe o @Jorge Soto não se junta numa próxima ..foi esse canal que eu comentei ontem..o que analisa os roteiros Lessons from the Screenplay ...
  23. 2 points
    Jorge Soto

    Viuva Negra

    a piicada da Viúva O Treinador, que copia qualquer movimento ou habilidadede seus oponentes trajetoria da Viuva porradas Taskmaster
  24. 2 points
    Tensor

    Oscar 2020: Previsões

    Fiquei com 75% também. Oh tristeza.
  25. 2 points
    filminho paia viu. Toda a primeira parte foi um tédio forçado e sem propósito, Na verdade, o filme todo foi sme qualquer conexão com os anteriores, o palpatine aparece como o inimigo maior do nada, já no começo do filme, todo mundo indo em busca dos amuletos que indicarão onde está o palpatine (o mesmo enredo do sétimo, onde encontrar luke, que só foi resolvido no final, que era o oitavo). Não sei se a ideia já era ser o palpatine por trás disso tudo, desde o sétiimo, mas coloca-lo lá, de forma imediata, com todo mundo correndo pra encontra-lo sem ter aquele tempo de choque onde as pessoas se questionam e procuram mais informações para saber a veracidade e tal. Muito mas muito mal feito. SIm, já de antemão, detestei a ideia do retorno do palpatine, porque reduz o problema de um sistema autoritário a ambição de uma pessoa, todo o problema que envolve a saga é por conta do palpatine. O fantastico trabalho de mostrar como um personagem e o que ele representa pode se perpetuar por futuras gerações com o Ben Solo admirando e se inspirando no Vader (que o fato de ter sido pai dele foi segundo plano,ao meu ver), aqui a mensagem é o inverso, mostra que o que representa um personagem só pode perpetuar por conta do próprio personagem. Personaliza toda uma estrutura que forma o império e a galáxia do SW em uma só figura. É uma simplificação e redução mongolóida que já devia ser superado a muito tempo nos cinemas. A redenção do Kylo foi patética. Agora pronto, basta alguém ganhar poder Neo e salvar você da morte que pronto, você se redimirá de uma hora pra outra, largará seu sonho de concluir o que seu ídolo começou para lutar contra. E de repente, Kylo e Rey começam a salvar vidas, a se teleportar, teve uma hora que eu pensei que os dois iam ver o mundo através de códigos de computador. Mais uma vez reduzindo toda a filosofia da saga a respeito do que é o conhecimento da força, em que para conseguir desenvolver uma nova técnica ou habilidade é preciso um profundo conhecimento e relação com essa coisa que ninguém sabe exatamente o que é mas que está em tudo e é o mistério de tudo. A batalha final contra o Palpatine foi outra coisa muito ruim. O palpatine com um raio poderia derrubar uma frota quase toda, então rpa que um exército todo? A única coisa que restou foi a ideia de díade da força apresentada (só apresentada) no filme. Aaah, e as atuações, principalmente do ator que fez o Kylo e da atriz que fez a Rey, que foram muito bons.
  26. 2 points
    Por mim parece Stranger Things sobretudo por se passar em uma cidadezinha dos EUA. Isso foi o que que causou a sensação de estranhamento. O DNA dos Ghostbusters está associado à Nova Iorque. É estranho ver uma mudança de cenário tão brusca. Pode ser ruim ou pode ser bom. Só vendo para descobrir Mas o trailer não entregou muita coisa. Parece que só mostrou o início do filme
  27. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    Particular mente nem senti esse "ataque" a mim, até porque acho uns filmes da marvel bem nhéé..😁 mas me incomoda essa generalização banal de demonizar o entretenimento popular ao pseudo cinema/quadrinho cult que o Moore faz. Patriotismo no cinema existe desde os primordios no cinema. Superman surgiu na esteira do Star Wars, final da década de 70, auge da Guerra Fria, Reagan..Brejnev..Imperador, Estrela da Morte, rebeldes, etc.. catso, ninguém viu aí a Guerra do Vietnã ou expansão do poderio americano no oriente e agora, extremo oriente. Ou se viu, desencanou, preferiu ver o Apocalipse militar pelas lentes do Copolla ou do Michael Cimino. A diferença na declaração do Moore é que ele é fã assumido de Star Wars, blocbuster pipoca, e era jovem demais pra ver pêlo em ovo naquela época..😂
  28. 2 points
    Jailcante

    Scooby! (animação)

    Origem do Salsicha e Scoby poderia ser essa aqui: Achei mais emocionante. hehehe E essa aqui seria a primeira vez que o Scoby fala alguma coisa:
  29. 2 points
    eu ja acho que essa franquia agora ta com destino sombrio mesmo...😂
  30. 2 points
    Acho que hoje eu ficaria assim. 01. Eyes Wide Shut (Stanley Kubrick, 1999) 02. Unbreakable (M. Night Shyamalan, 2000) 03. Terminator 2: Judgment Day (James Cameron, 1991) 04. Carlito’s Way (Brian De Palma, 1993) 05. Pulp Fiction (Quentin Tarantino, 1994) 06. Toy Story (John Lasseter, 1995) 07. Fargo (Joel Coen, Ethan Coen, 1996) 08. Starship Troopers (Paul Verhoeven, 1997) 09. Boogie Nights (Paul Thomas Anderson, 1997) 10. Batman Returns (Tim Burton, 1992)
  31. 2 points
    conan

    Knives Out, Dir: Rian Jonhson

    Culpa dos fãnzoides abobalhados que desceram o pau no episódio VIII. O cara manda muito bem, mas a galera é cheio de mimimi. Não querem ver um filme bom, mas fan fiction com mais do mesmo
  32. 2 points
    Olha, eu não compro muito essa explicação. Primeiro por que a violência aqui é mostrada de forma muito crua, bem diferente do que ocorre com o Tarantino, onde ela é estilizada na maioria esmagadora dos casos ( o que gera essa banalização). Segundo, quede todas as mortes que ele poderia ocultar (sendo que no caso da Sophie ele faz mais que ocultar, ele deixa ambigua), escolheu justamente a das personagens que mais gerariam indignação no publico? Não. Não foi medo de banalização da violência. Foi medo de fazer o publico se voltar contra o seu protagonista. Mas voce não concorda que deixar a morte da vizinha ambigua acaba sendo meio covarde, em uma manobra pra nåo nos fazer perder a empatia pelo personagem? Ora, é muito fácil ver o Coringa como uma vitima da sociedade grande e má quando ele mata playboys abusadores, uma mãe negligente e uma figura da mídia que usa o seu poder para humilhar os outros. Mas uma mãe solteira tentando sobreviver com a sua filha já é uma coisa bem diferente. Inevitavelmente, se a sua morte tivesse ficado clara, veríamos o personagem de uma forma diferente. Por isso a ambiguidade.na cena da Sophie me irrita ( não acho um pecadilho. De fato, me irrita mais quanto mais eu penso nisso). Se a ideia era manter o Coringa como esse flagelo social que atinge os poderosos somente com os conflitos morais em torno da proposta em si (a la Travis Bickle, inspiração obvia do filme) então que não sugerisse a morte da Sophie. Agora, se a ideia era mostrar esse lado egoista do personagem, jogando luz sobre a perversidade do indíviduo (que ao meu ver, não devia ser totalmente ignorada, mesmo com a falha da sociedade em relação a ele) então que assumissem que ele matou uma mulher só por que delirou ter um relacionamento com ela.
  33. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    "Aquilo não é cinema [...] Não é o tipo de cinema com seres humanos tentando transpassar experiências emocionais e psicológicas para outro ser humano.” Adoro o Scorcese. Muito difícil negar que é um puta diretor. Mas aqui na boa, ele ta com a mesma birra do Cameron ao diminuir filme de super-heroi. Acho um equívoco definir cinema como algo que tem, como que por obrigação, que passar uma mensagem ou transpassar as citadas experiências emocionais e psicológicas. Não acho os filmes da Marvel nenhuma obra prima, de fato não ao nível Scorcese que considero um gênio. Mas o que essa gente precisa entender é que, lá no fundo, num mundo tão conturbado como o nosso, tudo que precisamos em certos momentos é de um parque de diversão. Coincidentemente, o cinema nasceu como diversão de massas lá nos idos de mil novencentos e bolinha. Algo que o próprio Scorcesse contou muito bem naquele seu filme A Invenção de Hugo Cabrito.😉 Querer torná-lo algo obrigatoriamente cerebral é pretensão de pseudo-cult. Nao acho que seja preciso a cada filme que se for ver no cinema eu ter de sair refletindo sobre a vida ou meu espaço no mundo ou nas minhas relações para com o próximo. As vezes so queremos nos divertir e na outra nos aprofundar um pouco mais na vida. Ha espaço para todos, só basta saber explorar e de se encaixar neles devidamente. E viva as diferenças! Acho que é como negar o cinema de ação, fantasia, sci fi, mas entendendo que as pessoas mais velhas são mais conservadoras é razoável ele pensar assim. Por exemplo, Star Trek é sci fi e tem profundidade. E Star Wars, é também coisa de criança? Não, é diversão de primeira! E Liga da Justiça? Queria ser diversão de primeira, mas termina sendo o contrário...😂
  34. 2 points
    Questão

    Rambo V: Last Blood (2019)

    Pra mim a franquia é algo genérico desde o segundo filme. O único rambo que tem uma identidade mesmo, pra mim, é o filme original.
  35. 2 points
    E eu gostei do universo do snyder apresentado no MoS
  36. 2 points
    Big One

    Homem-Aranha: Longe de Casa

    kkkk....priceless
  37. 2 points
    primo

    MINDHUNTER - Netflix Original

    tive essa impressão também, mas to no primeiro episódio. Bem legal até aqui !
  38. 2 points
    Gust84

    Homem-Aranha: Longe de Casa

    Eu tô bravo comigo mesmo de ficar puto com isso. Haha
  39. 2 points
    Questão

    It: Capítulo 2

    Versão legendada https://www.youtube.com/watch?v=Zs0hLEHAoSs Agora deu Hype aqui, hein? Elencão, e com tudo pra ser tão bom quanto o primeiro. Destaque para a cena na casa de espelhos.
  40. 2 points
    Big One

    Stranger Things (Netflix)

    E essa terceira temporada de Stranger Things hein? Superou fácil a segunda...que coisa boa..teve vilões russos, monstros estilo The Thing, invasores de corpos, história bem amarradinha e tem a filha do Ethan Hawke com Uma Turman...meu, eh a cara da Uma Thurman e mandou super bem....
  41. 2 points
    O enorme sucesso dos dois filmes de “Invocação do Mal” foi mais do que o bastante para que se estabelecesse um “universo expandido” dessa saga de suspense, a qual conta agora com a recém finalizada (será?) trilogia de Annabelle, a demoníaca boneca que já havia conquistado aquele pequeno capiroto que existe dentro de todos nós. Porém, esse “Annabelle 3: De Volta Para Casa” (2019) empalidece e cai no genérico, se comparado em especial ao segundo filme do seu próprio segmento... Cronologicamente, a história começa após o primeiro “Invocação”, quando os demonologistas Ed Warren (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) tentam manter a boneca Annabelle trancada em seu porão... até que um grupo de jovens acaba liberando sua maldição mais uma vez. De novidade, temos novos espíritos que nenhum de nós pediu (mais filmes derivados em vista?), e que não assustam tanto quanto os já apresentados anteriormente. E o casal, ironicamente, sai de cena bem antes de a história começar a ficar medíocre... O diretor Gary Dauberman inicia a narrativa de forma acertada em seu diferencial, com um tom sutil e quase intimista, em que somos gradativamente apresentados às jovens que são as verdadeiras protagonistas da vez: Judy Warren (Mckenna Grace), Mary Ellen (Madison Iseman) e Katie Sarife (Daniela Rios). Além de serem personagens divertidas, elas são o ponto central da união entre o velho suspense de “casa assombrada” e questões sobre amadurecimento durante uma situação de terror claustrofóbico. Porém, a partir de determinado momento, Dauberman começa a “empilhar” suas ininterruptas sequências de terror, algo que não apenas muda o tom do filme, como também consegue transformá-lo num barulhento circo – e sim, esse “espetáculo” provoca risos, em meio a uns sustos bem bacanas. Há certa habilidade técnica do diretor, como em algumas empolgantes cenas que usam bons jogos de reflexo ou iluminação. Mas, seus acertos não tiram o nosso desprazer de ver até as protagonistas tomando algumas decisões previsíveis e estúpidas... Com erros e acertos, “Annabelle 3: De Volta Para Casa” não é um filme ruim... tampouco bom. Ainda existe apreço dos produtores pelo suspense que destaca o elemento humano, logo esse “universo invocado” ainda não está totalmente gasto. Mesmo assim, há uma pergunta esperta que foi colocada aos Warren no início desse filme: “será que não é melhor destruir a boneca de uma vez?”. E a resposta deles diz tudo sobre a demanda comercial que ainda existe por essa franquia: “se destruir, o efeito é pior”. Pois então, a “Invocação da Grana” continua... Nota: 5
  42. 2 points
    Que trailer!!!
  43. 2 points
    Gust84

    Oscar 2020: Previsões

    Essa cena de your song tirou muitas lágrimas da minha esposa no cinema. Realmente é a melhor parte do filme. Mas eu destaco também uma pequena sequência da estreia dele nos EUA, onde ele se tranca no banheiro e é convencido a sair pra cantar, e sai como se não tivesse feito todo aquele drama! Ri litros. E não é curioso, como mesmo muito mais fantasioso o filme (na sua estrutura musical) ele trata o personagem do Elton forma muito mais adulta, natural e tridimensional que o próprio Freddy Mercury. Baita filme.
  44. 2 points
    O Coringa do Joaquim Phoenix não sera prelúdio e sim um reboot do Coringa nos cinemas, o filme se passará nos anos 80. O principal rumor dos fóruns americanos dizem que se o coringa do Joaquim Phoenix for sucesso, o Batman do Matt Reeves vai estar ambientado neste universo e este é o motivo a qual este Batman se passará nos anos 90 pois continua diretamente os eventos dos anos 80 do Coringa porém o Coringa em si não volta, ele seria um "criador" deste universo e viraria "mito" a partir daí. A Warner não se manifestou pois esta esperando o resultado do Coringa mas é provável que logo após o lançamento do filme, eles informem que o "The Batman" estará neste universo , o que aumentará o hype.
  45. 2 points
    Liv A.

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    Vocês estão há pelo menos 15 anos discutindo escalação de atores neste fórum e até agora alguns continuam julgando atores e diretores por um trabalho anterior, como se todo mundo tivesse uma nota só. Robert Pattinson é ótimo ator, é só checar a filmografia dele pós-Crepúsculo. Quanto ao físico, nossa, até parece que nenhum ator/atriz nunca malhou por um papel de super-herói né? Bitches, please... Se vai dar certo ou errado, só saberemos em 25 de junho de 2021.
  46. 2 points
    Jorge Soto

    Sonic - O Filme

    DIRETOR DE “GOD OF WAR” CRITICA O ANÚNCIO DE QUE MUDANÇAS SERÃO FEITAS NO VISUAL DO PERSONAGEM! Estariam os criativos em apuros? Na semana passada, finalmente foi lançado o primeiro trailer do filme em live-action do Sonic, famoso ouriço velocista da SEGA, contudo, o visual do personagem adotado para o filme acabou causando uma verdadeira comoção entre os fãs, que não pouparam esforços em expressar seu descontentamento.Hora depois da revelação do trailer, o diretor Jeff Fowler foi até seu twitter tentar apaziguar os ânimos revelando que eles ouviram os fãs e que fariam mudanças no visual do personagem. Embora muitos tenham ficado aliviados com a decisão do diretor e da equipe de produção, outros ficaram preocupados com o fato da indústria estar se rendendo às críticas, principalmente designers e diretores de outros projetos.Um desses que se mostrou preocupado com a mudança foi Cory Barlog, diretor do mais recente e aclamado jogo da franquia God of War. Através de um post em seu Twitter, Barlog se disse preocupado em ser uma pessoa criativa e inovadora em um mundo como esse.“Realmente não sei como me sentir sobre esse tipo de mundo. É importante manter a sintonia com a audiência, mas isso torna mais difícil tentar algo realmente diferente, que pareça mudança demais no começo, mas que nos surpreenda com o produto final.” Vale lembrar que Barlog foi responsável por muitas das mudanças no novo God of War, que embora tenham sido criticadas inicialmente, foram responsáveis pelo sucesso do jogo. ?
  47. 2 points
    Tensor

    Os Vingadores 4: End Game

    Assistido pela segunda vez pra não me precipitar no comentário (viu como sou razoável?). É espantoso como transita entre drama e comédia e o épico como se fazer rir histericamente dentro de um poço de miséria e dor fosse absolutamente natural. Nunca tinha visto um filme propor tantos gêneros e se sair tão bem em todos. Os primeiros 40 minutos são melancólicos e agoniantes pra logo depois virar uma aventura deliciosa e recompensadora pra quem acompanhou os outros 21 filmes. E por fim... O fim é o momento mais catártico que experimentei em uma sala de cinema. É lindo, bem intencionado, engraçado (como não podia deixar de ser no fechamento), e se nada disso funciona contigo porque não curte o estilinho da Marvel, ao menos vai ser atingido pelo esplendor do ato final. É simplesmente apoteótico. Quem julgasse ser infimável não poderia ser chamado de louco. Só tenho a agradecer por terem feito o impossível. Junto com Guerra Infinita são os acontecimentos do cinema blockbuster moderno. Um marco inquestionável. É tão bom terminar quanto é doloroso, e acho que tinha que ser exatamente assim mesmo. Assemble! ?
  48. 2 points
    Jailcante

    Os Vingadores 4: End Game

    Estou estasiado com o filme. Muito mais do que eu poderia imaginar. Não sei tem algo que não gostei, talvez tenha uma coisa aqui e ali mas nem vou comentar nada agora pra não vomitar spoilers. Enfim. Marvel "terminou" sua saga no alto nível. Assistam.
  49. 2 points
    Jailcante

    Os Novos Titãs (DC Digital, 2018)

    Gostei muito dessa escalação, não sei porquê exatamente. É um ator bem diferente pra ser Bruce, achei interessante. Sério, acho que se tiver cenas do Batman velho no próximo filme, poderiam já aproveitar e usar o mesmo ator. hehehe
  50. 2 points
    q exagero mininas Law não está tão bichona assim como vcs dizem, só um pouco "robótico" (aguardando a piadinha do soto)

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