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Forum Cinema em Cena

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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 07/11/19 in all areas

  1. 5 points
    Jorge Soto

    19 Dias de Horror

    @Questão @Jailcante @Gust84 @Big One @SergioB. Bora achar quantos e quais filmes de terror tem aqui...😁 tem mais de 40..
  2. 5 points
    Jorge Soto

    Quarentena do Coronavirus

    Em tempos de isolamento social eis um joguinho ideal pra passar o tempo... @Jailcante @Questão @SergioB. @Tensor @Big One @Gust84 @primo @Senhor Incrivel @Star Lord @[email protected] Stark a imagem abaixo tem 66 filmes referenciados e basta encontrá-los. Pra jogar interativamente basta acessar o link abaixo, ler as regras e ver quantos pontos foram marcados. https://www.popcorngarage.com/
  3. 4 points
    Tensor

    Ninguém por Perto (Tensor, 2021)

    Sim, dirigirei um longa =P Esse fórum já ocupou um lugar bastante especial na minha vida, então é um prazer poder compartilhar essa notícia aqui com vocês. Não estamos usando verba do governo, é um investimento pessoal da produtora que possuo com outros dois sócios, a Lore Studio, com a parceria da Machina Filmes, ambas de Porto Alegre. Então vai ser um trampo bem exaustivo, mas que todos estão indo com muito amor. A intenção é rodar ele em Agosto (pode mudar um pouco pra antes ou depois) e pegar o circuito de festival de 2021, se tudo der certo. Ontem criamos a página do filme, não tem muita coisa, só uma breve sinopse. Mas se tiverem interesse acompanhem que eu vou atualizando o projeto. É possível que fim de semana que vem a gente tire algumas fotos pra testar maquiagem e coisas do tipo. Em algum momento vamos abrir um financiamento coletivo, provavelmente o catarse, pra ver se juntamos uma grana a mais pra ajudar nos custos de produção. Ainda estamos elaborando a melhor data pra isso. Enfim, feliz de compartilhar isso aqui :} Eis a página: https://www.facebook.com/ninguemporperto/ Vou colocar aqui a sinopse resumida da página. Sinopse Ninguém por Perto é um thriller pós apocalíptico que conta a história de Sara e Ana, duas mulheres que precisam sobreviver em um mundo onde não há mais nada e, juntas, tentar entender como se pode extrair uma vida disso. Até um misterioso homem surgir, atribuindo propósito ao que aconteceu e acreditando que os três estão conectados em uma missão para repovoar o planeta. Sem ninguém por perto para ajudar, Sara e Ana precisam encontrar forças para sobreviver nesse mundo e do viajante sinistro que surgiu em suas vidas.
  4. 4 points
    Tensor

    Os Vingadores 4: End Game

    Na real esse papo do Moore surpreende pouco e o motivo é claro: ele não assiste. Se assistisse não falaria tanta bobagem. O Questão já apontou o discurso de alguns filmes mas nem precisava ir tão longe. Vai em Iron Man, primeiro filme desse universo, e já estamos vendo o drama de alguém diante do legado bélico que ajudou a produzir. Um discurso que não poderia fugir mais do que é a base do governo americano hoje (e infelizmente o nosso). Antes tentaram atacar o monopólio da Disney e o que isso representa, e honestamente acho um ataque super importante. Agora estão direcionando ao conteúdo que representa o sucesso máximo desse monopólio. Só que tem esse problema, o tipo de crítica do Moore não se relaciona com o tipo de arte criada na Marvel Studios. Não estou comparando a complexidade, mas a visão ideológica de Moore e o que costumamos ver nos filmes da Marvel são muito semelhantes. E o motivo do MCU fazer tanto sucesso não é por uma alienação do público (ou sim, mas aí saímos do assunto MCU e vamos discutir porque o público prefere filmes populares à cinema experimental) mas sim por ser o melhor tipo de blockbuster produzido hoje. Ready Player One, Alita ou o novo Exterminador do Futuro não vão fazer menos dinheiro porque a Disney está hipnotizando o seu público, mas sim porque eles são inferiores ao que a Marvel costuma fazer. E fora o fator universo compartilhado que nunca vai afetar quem nunca se permitiu dar uma chance a experiência. E com certeza é o caso dele, Scorsese e outros aí. O grande problema é que eles resolveram atacar a qualidade dos filmes, no caso do Moore foi pior, associar a alta desses filmes à crescente dos governos fascistas pelo mundo em um dos comentários mais esquizofrenicos que já vi. Seria bem mais interessante se elaborassem um comentário mais profundo sobre a indústria de cinema americana. Qual o máximo alcance que um filme pode ter sem ser tóxico com os que estão ao seu lado? Mas isso aí poderiam ter feito desde o final dos anos 70 quando Tubarão saiu. Legal discutir agora, só que centralizar na marvel studios é desonesto.
  5. 4 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    MEU DEUS CHATO PRA CARALHO
  6. 3 points
  7. 3 points
    conan

    Star Wars Ep. IX - A Ascensão Skywalker

    O pior é que este filme, sim, detonou a família Skywalker, e não o ep VIII. Fuderam com o arco do Anakin. O sacrifício final serviu para nada. A profecia de que ele seria o escolhido para trazer o equilíbrio na força era mentira. A busca do dom de salvar a vida, que acabou levando Anakin para o lado negro da força, é totalmente dominado pela Rey sem mais nem menos. Se Anakin tivesse o conhecimento que a Rey passou a ter do nada (e depois o Ben Solo aprende do nada também), ele não teria sido seduzido pelo lado negro. É um amontoado de conveniências e coicindencias que jogam o legado da série no lixo. E a galera chorando porque o Luke morreu numa das cenas mais fodas de toda a saga... É dureza!
  8. 3 points
    Liv A.

    Mulher Maravilha 1984

    Estive na CCXP19 só pela Gal, e não me arrependi! Ela é linda num nível de outro mundo, super simpática e carismática (como já imaginava). Não entrei no painel mas fiquei a dois metros de distância dela no aquário do omelete. Patty Jenkins tb é ótima, disse que o filme não é para ficar apenas lembrando de coisas legais dos anos 80, mas que foi feito como um filme dos anos 80, na fotografia, trilha sonora...e Kristen Wiig sempre foi a primeira opção para viver a Mulher-Leopardo. Bom, isso tudo vocês podem ver pelo Youtube. Só deixo minhas impressões de que a Warner está caprichando, tinha o maior e melhor stand da CCXP e tudo em torno de MM84 está in-crí-vel. Alguém se lembra da Kah, daqui do fórum? Ela estava lá tb e entrou no painel, disse que foi o maior, melhor e mais barulhento e emocionante, mais até do que o de Star Wars. Realmente, eu estava de fora e ouvia o barulho, quando a Gal entrou no palco parecia que tudo ia desmoronar! Filme mais aguardado de 2020, meus caros. O hype está na estratosfera. Sem mais. 😘
  9. 3 points
    Gust84

    Os Vingadores 4: End Game

    Eu entendo o posicionamento tanto do Moore, quanto do Scorcese, em que pese eu não concorde 100% com eles, por que ambos os comentários, são válidos, mas carecem de uma avaliação um pouco mais abrangente do cenário/contexto em que estão colocando suas posições. Em resumo, concordo que está havendo um banalização da cultura, uma facilitação, seja narrativa ou de linguagem, que trouxe inúmeros consumidores pra esse nicho, que hoje se tornam uma parcela "exigente" do mercado, ainda que sequer tenham de fato conhecimento ou bagagem pra cobrar algo. Essa inversão de valores, em que a arte está sendo feita sob encomenda, e não, sendo realizada e impactando ou gerando o debate após sua apreciação é o cerne de toda essa questão. Ocorre é que na hora de expor isso, fica muito no papo de "na minha época era melhor que isso", o que, na minha opinião faz perder muito o peso desses argumentos. Num exemplo concreto, como consumidor de quadrinhos desde a minha infância, hoje pra mim é muito difícil conversar com alguém que quer falar comigo sobre isso, que eu não veja que tenha esse "backround" comigo, me sinto exposto, não sei se posso evar a sério, ou se posso de fato argumentar como eu penso, já que nossa cultura fora colocada na vitrine, hoje todo mundo conhece, consome, ou gosta de alguma maneira desses personagens. Não sei se vocês passam por isso, mas nossa "tribo" sempre foi fechada, foi nossa. Ver o uso assim, e o pessoal de fora ditando as regras é bizarro. E hoje isso está desenrolando até um efeito contrário, porque também está afetando o cinema. MILHÕES de pessoas foram levadas a consumir o cinema agora por causa desses filmes, e o impacto que isso gera transforma até a avaliação disso. Minha relação com o cinema não é a mesma de quadrinhos, não gosto de um por causa do outro e vice versa, então vejo como possível enxergar que alguém que só consome filmes de hqs, vê um coringa e EXIGE que o filme seja ARTE, SEJA RECONHECIDO, "OLHA SÓ COMO EU CONSUMO COISA SÉRIA, MIMIMI", quando na realidade, é um filme comum. Um drama e um estudo de personagem, que pra não ir longe ou ser muito cult, Scorcese abordou em taxi driver de forma muito melhor. Concluindo, os dois estão certos, mas estão se sentindo "lesados" ou com gente infiltrada que não deveria estar ali de fato. Orgulho ferido. Scorcese está puto porque o cinema era dele e ele sabia o que fazer com seu público, e conversar com eles através de sua arte, e hoje ele não entende metade de quem está na sala de cinema, e que hoje realizadores dão importância a esses intrusos, e Moore por sua vez está exatamente assim, sobre os quadrinhos, dos quais ele culpa o cinema que expôs e transformou muito do pessoal que gosta de hq, trazendo gente não "preparada", ou algo do gênero. Enfim, me alonguei e não sei se me fiz claro.
  10. 3 points
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  11. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Pra muitos a polarização bizarra do Brasil que estamos vivendo hoje que se torna impossível debater de forma relevante, se deu início nas passeatas pela tarifa de ônibus de 2013. Pra mim foi com o tropa de elite 1. A mensagem do Padilha de mostrar que o mundo era uma merda e achou que ia chocar o Brasil com aquela realidade, só fez o pessoal passar pano pra tortura de policial, e não enxergar o tamanho dessa cagada, o obrigando a desenhar na sua sequência e mesmo assim grande parte da sociedade não entendeu. Se existe de fato um paralelo entre coringa é tropa de elite, esse paralelo é perigoso se colocarmos no senso geral. Tipo a galera se cagando de rir na cena pós assassinato, do anão na porta.
  12. 3 points
    Questão

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Acho que o que chamou tanta atenção primeiro foi pelo fato da própria força do Coringa como ícone cultural. Segundo, que de acordo com o que andam dizendo, o Coringa surge como uma espécie de anti herói social, e não como um vilão de fato, com suas ações violentas sendo quase justificadas pela obra. No caso do massacre em TDKR, é bom lembrar que o vilão até era o Bane, mas o assassino se apresentou como "O Coringa", inclusive pintando o cabelo antes do massacre. Em tempo, não acho que os filmes são culpados por esse tipo de ação violenta. Mas acho válido o debate no que diz respeito sobre as formas que a mensagem do filme pode ser interpretada, da mesma forma, pegando um exemplo citado pelo PRIMO, que se discutiu no passado as diferentes interpretações que poderiam ser dadas a um filme como TROPA DE ELITE.
  13. 3 points
    Questão

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Não sei se é por ai. Como você disse, o Flash e o Arqueiro, que são os principais heróis do Arrowverse estão no mesmo universo. Eles colocaram a Supergirl em outro universo por que ela nem sempre foi da CW (a primeira temporada passou na CBS, que cancelou a série, e dai a CW pegou pra ela). Tanto que eu me pergunto se vai acontecer nessa adaptação de CRISE NAS INFINITAS TERRAS a mesma coisa que aconteceu no material original, onde ao fim da história, todas as diferentes realidades acabam virando uma só (o objetivo da história original era esse, já que a DC achou que ter trocentos universos havia se tornado confuso demais). No mais, acho que funciona o esquema de manterem alguns heróis em realidades diferentes, mas não acho que foi por isso que o universo compartilhado da DC/CW funcionou. Acho que funcionou pelo mesmo motivo que o MCU funcionou no cinema, existe um planejamento e preocupação com coesão desse universo de modo a fazer com que essas séries funcionem juntas. Ter alguns heróis em realidades diferentes é o de menos. Já o universo compartilhado do Snyder deu errado não por que seguiu o modelo da Marvel de botar todos no mesmo universo, mas sim por uma falta de coesão. Basta perceber o quanto as visões do Snyder e da Patty Jenkins para Mulher Maravilha eram muito diferentes. Não tinha uma coesão para se criar um universo compartilhado. Fora que a progressão dramática de filme pra filme não funcionava, coisa que o MCU deu aula, e mesmo a CW (apesar de todos os meus problemas com as formas como eles contam as suas histórias) também soube fazer melhor.
  14. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    PUTAQUEOPARIO Só entra no fórum pra escrever essas merdas.
  15. 3 points
    Tensor

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Só lembrando: vencer um Leão de Ouro não significa uma disputa direta com qualquer filme do MCU (ou até mesmo do DCU), o cinema que o festival costuma valorizar é radicalmente diferente desses, e dá até pra dizer que despreza, de modo geral. Não importa o quão bom blockbuster tu seja, nunca, na história do festival, um filme assim foi premiado com o Leão de Ouro. E arrisco a dizer que nunca será. Joker não me parece ter sido concebido pensando nos valores de um blockbuster (falo dos realizadores, o estúdio sei que está ansiosissímo pelo lucro comercial). Joker parece querer falar sobre algum desconforto social, emular uma linguagem de cinema semelhante aos filmes do Scorsese, isso sim características recorrentes em festivais como os de Veneza e outros por aí. E nesse sentido parece que se deu muito bem. Mas não vamos muito além disso. Senão vamos diminuir a importância de certos filmes meramente por não terem as características que esses festivais exigem. Se alguém me falar que E.T. é menos marcante que "O Estado das Coisas" (vencedor do ano) ou, Mad Max: Fury Road está abaixo do saudoso venezuelano "Desde Allá", ou até falar que o queridissímo "The Dark Knight" significa menos pro cinema do que "The Wrestler", do Aronofsky... Joker teve uma conquista importante, sem dúvidas. Mas talvez tenha sido o único filme de herói a ambicionar esse tipo de prêmio. Eu acho que ele pode abrir uma porta legal, talvez Marvel e DC tentem a partir de agora mais filmes experimentais e desconectados pra almejar esse tipo de coisa. Mas esse tipo de coisa não é necessariamente melhor ao que ta sendo feito hoje. E POR FAVOR, não me venham dizer que por ter ganho essa estatueta é o filme de herói mais importante da história.
  16. 3 points
    DIRETOR AFIRMA QUE VIOLÊNCIA DO FILME SERÁ “UM SOCO NO ESTÔMAGO”! Coringa fez uma belíssima estreia no Festival de Veneza neste fim de semana, e durante o evento, o diretor Todd Phillips e o astro Joaquin Phoenix concederam entrevistas falando sobre o processo criativo para trazer o longa da DC à vida. Alguns dos comentários que mais se destacaram entre a reação do público foram relacionados com a violência perturbadora do filme. E para o cineasta, a violência buscada por Coringa não era parecida com o que se esperaria de um filme violento. “É tudo tom. Acho que um dos maiores trabalhos de um diretor é você ser o fornecedor do tom, e esse filme sempre foi escrito para ter um tom de raiva controlada, e acho que a violência faz parte dessa raiva controlada. Acho que tivemos muito cuidado com isso”, compartilhou Phillips em uma coletiva no festival. “Muitas pessoas assumem ou acham que vai ser um filme muito violento… mas isso aqui vai afetar você de maneira diferente – quero dizer, você pode assistir a um filme como John Wick 3, lá há uma quantidade muito maior de violência, mas acho que esse filme pode afetá-lo de maneira diferente, e tentamos pintá-lo com o pincel mais realista possível. Então, quando ela acontece, parece um soco no estômago. Mas, novamente, tudo foi apenas um ato de equilibrar o tom.” Coringa gira em torno do icônico vilão da DC Comics, que está sendo representado nas telas grandes pela quarta vez, e dessa vez numa abordagem totalmente diferente. E isso foi o que levou o ator Joaquin Phoenix a aceitar o papel para o personagem. “Acho que estava interessado, na verdade, na luz de Arthur, por falta de uma palavra melhor”, Phoenix revelou. “Não era apenas o tormento, era também a alegria, era a luta dele para encontrar a felicidade e se sentir conectado e sentir calor e amor. Essa é a parte do personagem em que eu estava interessado e acho que valeu muito a pena explorar. Eu não penso em personagem como atormentados. Eu nunca meio que defino personagens dessa maneira. É somente quando eu faço entrevistas é que eu recebo essas perguntas, mas nunca penso neles dessa maneira.” Phoenix ressalta que acha bem difícil definir a experiência do filme em algumas palavras, e explica que houveram várias maneira diferentes de olhar para o personagem durante a filmagem. “Para mim, para nós, são quase oito meses, para explorar essa pessoa”, Phoenix continuou. “É muito difícil destilar essa experiência em uma frase sonora ou apenas em uma definição de quem é a pessoa. Ele era muitas coisas para mim em momentos diferentes. Quem ele foi nas primeiras semanas de filmagem, completamente diferente do que ele era no final. Era algo que estava em constante evolução. Acho que nunca tive uma experiência como essa. Gosto de estar aberto a diferentes possibilidades enquanto trabalho. Tento não tomar decisões concretas sobre o assunto quando estou trabalhando. Mas com esse, era impossível, e também, meio que chato, se você fizesse isso [risos]. Toda vez que fazíamos isso, nós nos olhávamos, como se houvesse algo errado. E quanto mais imprevisível, mais emocionante era para nós e também mais inspirador. E continuamos tentando encontrar algo novo a cada momento.” Em entrevista ao Associated Press, Phillips discutiu este aspecto da origem do vilão: “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” Gotham é o tonel de acido😎 Eu sei que o objetivo do filme é contar uma história "original" sobre como uma pessoa mentalmente perturbada pode se tornar ainda mais perigosa quando entra em contato com situações e comportamentos terríveis como a insensibilidade e violência da sociedade, e escolheram um personagem rico e complexo como o Coringa para ser o protagonista dessa história. O filme é mais uma versão da origem do Coringa como a Piada Mortal e muitas outras que já existem. Essa nova origem contada no filme parece ser uma das mais fortes, impactantes e emocionantes, conforme a crítica! Meu receio é justamente esse. Tão alçando o filme a um patamar estratosférico que eu não vou esperar algo inferior ao que o Nolan já fez, ou até Scorcesse em Taxi Driver, que resumidamente trata do mesmo.. Isso que é relativo de pessoa pra pessoa. Aí que reside o contraponto a qualquer excesso de expectativa, pelo menos com a minha. Até porque pra mim nem Logan ou Ultimato foram tudo aquilo.. 🙄
  17. 3 points
    Tais Cristina

    Os Vingadores 4: End Game

    Sei que estou atrasadérrima pra falar sobre "Avengers: Endgame", mas, bicho... QUE FILME!!! ❤️ Sei que tem gente que não gostou, mas eu achei muito foda, sabe... O fim de uma era, uma homenagem foda aos vingadores principais. Vibrei pra cacildis quando o Capitão América levantou o Mjolnir, gostei muito do Professor Hulk (embora vejo muita gente criticando), adorei o Gavigod/Ronin, o Thor gordo ficou sensacional (só me incomodei com o fato de terem feito piada com a depressão dele, mas ok), chorei a morte da Viúva Negra e, bom... TONY STARK, bicho... Tony Stark... Eu não tenho palavras pra esse cara, de verdade. É meu vingador favorito, SIM, sou Team Stark 4 life, e, obviamente, chorei de soluçar quando ele morreu, pqp. Nunca, nunca, NUNCA vou superar a morte dele. ? Robert Downey Jr foi perfeito, assim como todos os outros, claro. Enfim, eu gostei muito, pra mim entre no meu Top 5 do MCU fácil, pqp. ❤️
  18. 2 points
    Jorge Soto

    Obituários (in memoriam)

    "Sua carreira foi lendária, suas composições são atemporais". "Obrigado por definir o clima de tantos dos nossos shows desde 1983." "O dia em que tocamos pela primeira vez 'The Ecstasy of Gold' como nossa nova introdução em 1983 foi mágico! Desde então, tornou-se parte do nosso fluxo sanguíneo, do nosso fôlego, cumprimentos, orações e ritual pré-show. Eu cantei essa melodia milhares de vezes para aquecer minha garganta antes de subir ao palco. Obrigado, Ennio, por nos estimular, por ser uma grande parte de nossa inspiração e por ser uma ligação entre a banda, a equipe e os fãs. Eu sempre pensarei em você como parte da família Metallica", acrescentou o vocalista James Hetfield em uma nova publicação no Instagram.
  19. 2 points
    -Rogério-

    Patrulha do Destino (Série)

    Facilmente a melhor coisa produzida com heróis da DC nos últimos anos.
  20. 2 points
    Raimi praticamente confirma a contratação Sam Raimi confirma envolvimento em Doutor Estranho 2 Diretor falou sobre o projeto relembrando referência ao herói em Homem-Aranha 2 JULIA SABBAGA 14.04.2020 17h05 Sam Raimi confirmou o seu envolvimento na sequência de Doutor Estranho ao relembrar uma referência ao herói feita em seu filme Homem-Aranha 2. O comentário ocorreu em entrevista ao CS, quando foi questionado sobre uma cena específica do filme de 2004. Na sequência, que pode ser conferida acima, o personagem J. Jonah Jameson procura um nome para o vilão Otto Octavius, e seu assistente sugere "Doutor Estranho". "Esse é bom. Mas já tem dono", responde o dono do jornal. Na nova entrevista, Raimi diz ter achado curioso acabar se envolvendo com o herói muitos anos depois: "Eu amava o Doutor Estranho quando era criança, mas ele sempre vinha depois de Homem-Aranha e Batman, ele era provavelmente o número 5. Ele era tão original, mas quando fizemos este momento em Homem-Aranha 2 eu não fazia ideia de que eu acabaria fazendo um filme do Doutor Estranho, então foi engraçado para mim que a fala estava no filme. Devo dizer que eu gostaria de ter tido a visão do futuro para saber que eu seria envolvido no projeto". Sam Raimi entrou nas discussões de direção de Doutor Estranho 2 após o diretor do primeiro filme, Scott Derrickson ter deixado a direção do longa em janeiro por diferenças criativas. Atualmente, a Marvel negocia com Raimi, diretor da primeira trilogia do Homem-Aranha, para substituí-lo. Ainda não houve um anúncio oficial do estúdio ou do diretor, mas a nova declaração de Raimi parece confirmar a escalação. FONTE: OMELETE
  21. 2 points
    Ze Cuecão no Superverso..😁 Martha?😂
  22. 2 points
    Quem me conhece sabe, eu amo a noite. Além de notívago desde a adolescência, eu sou bem baladeiro, adoro sair de bar em bar, de festa em festa, sou muito parceiro da noite (Então vocês podem imaginar meu sofrimento nesses tempos...). Penso que o dia é muito regrado, muito disciplinado; enquanto a noite é um fio desencapado, tudo pode acontecer. Que filme poderia traduzir melhor essa minha saudade do que "Depois de Horas"? Esse filme esquecido de Martin Scorsese, embora cultuado pelos cinéfilos, vai na mesma linha do que eu falei. Acompanha um personagem sufocado pela rotina que cai em uma madrugada cheia de eventos inacreditáveis. O engraçado é que o personagem se vê em uma sucessão de frustrações econômicas, como a perda do dinheiro; e sexuais, pois as mulheres o "castram" em sua vontade, de nada adiantando aparecer no começo do filme lendo "Trópico de Câncer" de Henry Miller, um livro de aventuras sexuais. A ficção é diferente da realidade. Notem que, no meio de tanta confusão, as pessoas ao redor dele, sim, se divertem (como na boite de Punks, com um Martin Scorsese em pessoa fazendo a iluminação do lugar! Pagava para estar nesse rolê!), sim namoram; sendo o caso mais emblemático o longo beijo gay entre dois caras no balcão do bar - talvez seja o único caso de homossexualidade no cinema de Martin? O que quero dizer: a mente neurótica, da pessoa normal, como a do protagonista, não goza! Sofre! Só os loucos se divertem. Um filme que sobe a cada dia mais no meu conceito. É divertido, original, além de apresentar Nova York de um jeito bastante diferente. Boa noite!
  23. 2 points
    Jorge Soto

    Mulher Maravilha 1984

    a Capita Marvel demosntrando seu amor á Seriema
  24. 2 points
    Suposto roteiro rejeitado do Colim Trevorrow pro Ep. IX:
  25. 2 points
    Tensor

    Oscar 2020: Previsões

    Acho que vou fechar assim como lista final, talvez alguns pequenos ajustes até Domingo. O que acham? Ta impossível prever a de ator, tem pelo menos uns 10 com muitas chances. To em dúvida também de deixar 1917 em montagem, mesmo que em alguns lugares ele entrou. Tá sem curtas que eu não manjo nada. FILME Parasite The Irishman Once Upon a Time in Hollywood Marriage Story 1917 Joker Little Women Jojo Rabbit Ford v Ferrari The Two Popes DIRETOR Bong Joon-ho (Parasite) Martin Scorsese (The Irishman) Quentin Tarantino (Once Upon a Time in Hollywood) Sam Mendes (1917) Noah Baumbach (Marriage Story) ATRIZ Lupita Nyong'o (Us) Scarlett Johansson (Marriage Story) Renee Zellweger (Judy) Charlize Theron (Bombshell) Awkwafina (The Farewell) ATOR Adam Driver (Marriage Story) Joaquin Phoenix (Joker) Leonardo DiCaprio (Once Upon a Time in Hollywood) Adam Sandler (Uncut Gems) Taron Egerton (Rocketman) ATRIZ COADJUVANTE Laura Dern (Marriage Story) Jennifer Lopez (Hustlers) Florence Pugh (Little Women) Margot Robbie (Bombshell) Zhao Shuzhen (The Farewell) ATOR COADJUVANTE Brad Pitt (Once Upon a Time in Hollywood) Joe Pesci (The Irishman) Tom Hanks (A Beautiful Day in the Neighborhood) Al Pacino (The Irishman) Anthony Hopkins (The Two Popes) ROTEIRO ORIGINAL Once Upon a Time in Hollywood Marriage Story Parasite Knives Out The Farewell ROTEIRO ADAPTADO The Two Popes The Irishman Joker Little Women Jojo Rabbit MONTAGEM 1917 Once Upon a Time in Hollywood Parasite The Irishman Ford v Ferrari FOTOGRAFIA 1917 The Lighthouse The Irishman Once Upon a Time in Hollywood Joker DESIGN DE PRODUÇÃO 1917 Once Upon a Time in Hollywood The Irishman Joker Little Women ANIMAÇÃO Frozen 2 Toy Story 4 How to Train Your Dragon: The Hidden World I Lost My Body Missing Link FILME ESTRANGEIRO Parasite Dolor y Gloria Les Misérables Atlantics Honeyland TRILHA ORIGINAL Joker Little Women 1917 Marriage Story Us MÚSICA ORIGINAL "Into the Unknown" from Frozen II “(I’m Gonna) Love Me Again” - Rocketman “Stand Up” – Harriet “Spirit” – The Lion King “Glasgow,” - Wild Rose MIXAGEM DE SOM 1917 Ford v Ferrari Joker Rocketman Star Wars: The Rise of Skywalker EDIÇÃO DE SOM 1917 Ford v Ferrari Avengers: Endgame Rocketman Star Wars: The Rise of Skywalker FIGURINO Little Women 1917 Once Upon a Time in Hollywood Joker Rocketman EFEITOS VISUAIS Avengers: Endgame The Lion King Star Wars: The Rise of Skywalker 1917 The Irishman MAQUIAGEM Joker Judy Rocketman Once Upon a Time in Hollywood Bombshell DOCUMENTÁRIO Apollo 11 One Child Nation For Sama American Factory Honeyland
  26. 2 points
    Questão

    Um Lugar Silencioso: Parte 2

    Pode ser divertido, mas em primeira instância a impressão que dá é que virou um filme "pós apocaliptico padrão". Mas vou dar uma chance ao Krasinsky
  27. 2 points
    Sabia o Barão Zemo vai estar no "Controle" de um dos heróis (me parece que do Sam Wilson. Por conta disso talvez veremos ele como Capitão América somente na segunda temporada). ANOTEEEEM!😉 off
  28. 2 points
    Legal que essa aparição do Superman do Routh (que se assume como sendo o mesmo do Reeve, já que faz referência não só ao Returns, mas pelo menos aos três primeiros filmes com o Reeve) é meio que um "anti Injustice", já que assim como o o Superman do game, esse Super perdeu a Lois e todo o pessoal do Planeta Diário pro Coringa (que matou todo mundo por lá com gás venenoso) e não virou um Super ditador por isso.
  29. 2 points
    Gust84

    Os Vingadores 4: End Game

    Só estarei quinta e sexta no evento. Que merda.
  30. 2 points
    Esse filme, se for essa história acima , vai ser a maior bomba desde Liga da Justiça... "RIP HArley Quinn" ,depois dessa, vão pensar os executivos da Warner...
  31. 2 points
    Jailcante

    Os Vingadores 4: End Game

    E se o público atual se "infantilizou", não seria necessariamente por causa dos filmes atuais de super-heróis, afinal uma "criança de 50 anos", ele tem 50 anos, então esse processo de infantilização já vem de longa data, com filme mais antigos e coisas mais antigas também. E tem muita coisa a mais em cima disso, TV e internet por exemplo, essa briga de egos que rola em rede sociais, gente que, de repente, passou a ser relevante por falar bobeiras, e etc. Sou de acreditar que influencia vem de tudo, não só de uma fonte. Jogar tudo nas costas desses filmes é até simplório.
  32. 2 points
    Jailcante

    Scooby! (animação)

    Origem do Salsicha e Scoby poderia ser essa aqui: Achei mais emocionante. hehehe E essa aqui seria a primeira vez que o Scoby fala alguma coisa:
  33. 2 points
    Jorge Soto

    19 Dias de Horror

    Laddaland é um terror tailandês com forte carga dramática e crítica social. Começa feito Poltergeist mas depois fica a dúvida se tudo não passa da nóia do personagem principal diante da própria desagregação familiar. Bem ambientado, personagens medonhos, alguns sustos e bem tenso as vezes. No entanto, o filme peca pela fraca atuação do ator principal, que parece não se dar conta que o filme gira em torno dele, e a excessiva duração do longa. Mas mesmo com desfecho anti-climático e algumas incoerências do roteiro é bom ver exemplares asiáticos deste gênero. 8-10 Memory: The Origins of Alien é um bacanudo documentário que analisa as origens de Alien e o coloca no contexto da época, mostrando de forma convincente a sinergia dos elementos que deram origem ao clássico. Com farto material de arquivo, os destaques são os depoimentos das viúvas de Dan O´Bannon e H.R.Giger. Se tem algum defeito é a ausência de qualquer testemunho do Ridley Scott, embora não falte confete á ele. É uma produção feito com carinho aos fãs do filme e de cinema em geral e que complementa o também ótimo The Beast Within: Making Alien. 9-10 The Odd Family: Zombie on Sale por sua vez já salvou o dia de ontem, uma zombédia coreana bem divertida que dá um frescor original aos filmes de zumbi, do mesmo naipe do ótimo One Cut of the Dead. Imagina um mix Fido, Cocoon e Warm Bodies? Parece bizonho mas dá certo! Tem alguns cacoetes asiáticos que incomodam, mas no geral o filme é bem engraçado. É o que o Jim Hammursh quis fazer com seu The Dead Don´t Dead, e sem elenco estelar. Aqui o elenco é desconhecido e justamente por isso o filme funciona a contento. 8,5-10 Bliss é um indie bem estiloso que basicamente é um mix de Transpotting com Mandy, só que com mais gore. Ta sendo vendido como filme de vampiro mas nem, o mais próximo disso é que lembra (de certa forma) é Fome de Viver. O aspecto sujo, as cores saturadas e a trilha de punk-metal joga a favor desta produção bem atuada e redondinha. Mas é filme de arte, que fique claro. Diferenciado, manja? Pra assistir puxando umzinho... 8,5-10 The Drone é um daqueles terrir do gênero "quanto pior, melhor" do naipe de Sharkado. Vai vendo, aqui a trama é chupinhada de Brinquedo Assassino, só que ao invés do boneco possuído é um drone!? Os diálogos são hilários e o desconhecido elenco parece se divertir nessa tosqueira. Assista o trailer pra ver o naipe da bagaça... A pergunta é: como será que decidiram numa mesa redonda a produção deste filme? Mistério.. 8-10 Portals é uma antologia scy-fy/horror tipo V/H/S que já arranca com interessante premissa - sobre portais interdimensionais na Terra - e tem uma espinha narrativa coesa. Mas a boa impressão fica só nisso, pois apesar do quarteto talentoso de cineastas envolvidos, o filme resulta menos que a soma de suas medíocres partes. Estórias mornas e monótonas, atuações frouxas e personagens mal desenvolvidos, sem falar que até no gore e tensão deixa a desejar. 6,5-10 47 Meters Down Uncaged é a divertida sequência do bacanudo Medo Profundo que não pretende ser mais do que é, um filme B de tubarões assassinos. Desta vez fizeram um Abismo do Medo no mar, tenso, claustrofóbico e eficiente como survival, com homenagens descaradas a Deep Blue Sea. Sim, as atuações não chegam perto do longa original (principalmente a filha do Stallone, chatinha!), o roteiro se contradiz ás vezes e que cena é aquela do cara ouvindo Roxette embaixo dágua? Sim, é inferior á primeira mas ainda assim diverte á beça. 8,5-10 se liga na referência...😂
  34. 2 points
    Questão

    Doutor Sono (Mike Flanagan)

    Na verdade, em termos de estrutura e acontecimentos, o filme e o livro são até bem parecidos na maior parte (embora tenha suas diferenças). O problema do King com o filme não é bem sobre o que acontece e sim na construção dos personagens(e aqui obviamente vai ter SPOILERS a frente, então só avisando...) Dito isso, o King colocou muito dos próprios problemas dele com o alcoolismo no Jack do livro. No livro, o Jack é um personagem mais afetivo com a família, e o hotel vai enlouquecendo e afastando ele aos poucos, funcionando como uma grande metáfora ao alcoolismo. Tanto que no fim, o Jack recupera a razão e se sacrifica, explodindo o hotel pra família poder escapar. É um final mais otimista (embora ainda trágico) de um homem que escolhe a família ao inves do mal na conclusão. No filme do Kubrick, o Jack já é um cara mais distante da família desde antes de chegar no hotel (pelo menos do que é mostrado). Nem o Danny e nem a Wendy patecem se sentir confortáveis perto dele em qualquer momento. O lance do alcoolismo tá presente, mas não tem o mesmo peso, e no fim, o Jack cede completamente ao mal, e o hotel segue de pé, em um fim.bem mais pessimista. Guardadas as devidas proporções, eu prefiro o filme do Kubrick ao livro do King, mas consigo compreender a birra do King com o filme, já que o Kubrick mexeu em aspectos da história que eram bem pessoais pro King.
  35. 2 points
    eu ja acho que essa franquia agora ta com destino sombrio mesmo...😂
  36. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    neste domingo tava rolando concerto da orquestra da Policia Militar na frente da Fiesp, na Paulista...e tava privilegiando trilhas sonoras de filmes pop..Rocky, King kong, etc.. adivinha qual tocou no finalzinho.. nem sabia e claro que eu estacionei ali pra ficar curtindo o som..😎
  37. 2 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Eu vou te falar que eu havia gostado da concepção de um coringa GANGSTA. A idéia era boa e inovadora. Mas a realização não deu muito certo né. O filme inteiro do esquadrão é uma derrota.
  38. 2 points
    Quem não gosta de um bom filme que misture ação bombástica, drama, ficção científica e Will Smith? Em “Projeto Gemini” (2019), novo trabalho do consagrado diretor Ang Lee, temos essa fórmula em versão duplicada, visto que o protagonista é apresentado como dois personagens: o indivíduo original e o seu jovem clone. Porém, ao contrário de outros exemplares semelhantes dos gêneros supracitados, o resultado aqui é bastante irregular em termos narrativos. Na história, Henry Brogan (Smith) é um veterano assassino de elite que tenta se aposentar, mas logo se torna o alvo de um jovem clone seu, o qual se mostra um agente igualmente habilidoso e fatal. De forma inesperada, o diretor Ang Lee entrega ótimas, empolgantes e bem editadas cenas de ação – com destaque para o extenso e arrepiante confronto inicial entre os “dois” protagonistas. E Will Smith faz uma atuação cativante, intensa, e com nuances específicas de personalidade para as suas duas versões, o que gera uma aura hipnótica nos bons momentos de interação entre os dois personagens. No mais, temos uma trama que desenvolve com desinteresse alguns subtextos batidos, como as conspirações de espionagem, e os perigos da biotecnologia para uso militar. Para piorar, é exigido do espectador um nível absurdo de suspensão de descrença, especialmente quando devemos acreditar que um clone nascerá com o mesmo dom do indivíduo original. De sobra, a personagem de Mary Elizabeth Winstead tem poucos momentos de força e destaque, e Clive Owen faz um vilão que falha na tentativa de ser um Tommy Lee Jones “sensível”. Na parte emocional, há alguns competentes momentos daquele bom e velho Ang Lee dramático, quando este aborda as consequências psicológicas e familiares de um emprego que envolve frieza absoluta. E, ainda que o roteiro se torne previsível a partir de certo ponto, a conclusão dos arcos dos dois personagens é levemente satisfatória... e pode ser até comovente, para alguns espectadores. No fim, “Projeto Gemini” é um clone clichê de outros filmes – em especial, das grandes obras ‘blockbuster’ dos anos 90 que também foram produzidas pelo Jerry Bruckheimer. Mesmo assim, ele é de uma diversão razoável e otimista para um fim de semana regado a bastante pipoca. Se for possível ignorar as várias falhas de roteiro, aprecie o seu visual impecável, os momentos da tríade “tiros/porradas/explosões”, a trilha sonora marcante, os incríveis efeitos especiais de “rejuvenescimento”, e cada um dos momentos de Will Smith e Will Smith em tela. Nota: 6
  39. 2 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Visto. FILMAÇO. Não acho que terá relação com mais nada da DC. Depois posto com calma minhas impressões. Alguns pequenos aspectos me incomodaram na questão coringa/hq/ etc, mas não diminui em nada como filme. É um filme pesado, com cheiro, com textura e com conteúdo. Lembra muito táxi driver. Joaquim fez algo do nível Daniel Day Lewis .
  40. 2 points
    Jailcante

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Vi ontem. É ótimo mesmo. Joaquin vai levar Oscar. Tá louco. Notei que mistura mesmo o Taxi Driver com O Rei da Comédia, o personagem do Joaquin seria uma mistura dos 2 personagem do DeNiro (e o próprio estar aqui não deixa de ser referência direta). Não vou falar mais nada pra evitar spoilers, mas acho que Warner/DC tem que usar esse aqui como semente do universo do Batman mesmo. O do Petterson teria que ser continuação desse aqui, passando muitos anos depois. Não sei se vai ter continuação direta porque fizeram questão de socar um "The End" no final, mas os filmes do morcegão deveriam ser a continuação.
  41. 2 points
    O Coringa é possivelmente o vilão mais apreciado do grande universo do Batman, seja nos quadrinhos ou nas adaptações cinematográficas do herói. Seu anarquismo e sua insanidade o colocaram num patamar de misticismo que, até então, dispensou a necessidade de uma história de origem bem detalhada. Agora, finalmente temos uma imaginação bastante humanizada dessa origem, representada no tenso e dramático filme “Coringa” (2019). A história se passa na Gotham City dos anos 1980, e nos apresenta o Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) como um comediante fracassado que tenta se sobressair em meio a seus problemas psicológicos, e em meio a uma sociedade que o rejeita. Alguns elementos da graphic novel “A Piada Mortal” são usados, mas o diretor Todd Phillips cria seu próprio universo hermético, com várias cenas e elementos narrativos que não escondem nem um pouco as influências dos filmes “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia” (ambos de Martin Scorsese). O tom geral da obra é muito mais melancólico do que irreverente, como representação da falta de talento cômico do protagonista. Há um estudo intrigante sobre depressão, inseguranças, traumas familiares, esquizofrenia, e sobre como podemos adquirir um cinismo e egocentrismo perigosos quando notamos a total falta de empatia que nos rodeia diariamente. Phillips evoca um desconforto que transforma a experiência em algo bastante claustrofóbico, seja através de suas cores fortes, ou por sons que dialogam com o estado mental do personagem. Sim, tudo gira em torno de Arthur Fleck, que é interpretado aqui por um Joaquin Phoenix intenso, multifacetado, e digno de Oscar! Ele caminha por uma Gotham que é tão suja quanto Nova York, e vai chafurdando gradualmente em sua própria sujeira, à medida que acumula fracassos e frustrações. Sua mãe, interpretada por uma misteriosa Frances Conroy, não chega a ser memorável mas possui utilidade narrativa. E Robert De Niro, divertidíssimo, faz aqui um apresentador de televisão que acaba sendo o catalisador de algumas reviravoltas importantes... No fundo, “Coringa” não romantiza a psicopatia e o crime, e nem apela para o ‘fan service’ em torno da personalidade final do personagem. É um drama violento sobre um ser humano ainda oscilante e instável, rumo a um destino que nos trará a seguinte reflexão moral ambígua: será que ele se perdeu, ou se encontrou? O ato final do filme é excepcional, gera um gostinho de “quero mais”, e faz valer até algumas redundâncias de autopiedade no roteiro. Talvez a vida tenha que ser mesmo uma comédia, afinal. Nota: 9
  42. 2 points
    Trailer em português, oficializando o título (O Irlandês), e a data de exibição nos cinemas (14/11) e estreia no NetFlix (27/11):
  43. 2 points
    A visão do Snyder ainda foi bem influente em MULHER MARAVILHA, bastando ver os famosos filtros cinza que surgem a partir de certo ponto do filme e conversam visualmente com os filmes do UDC até aquele momento, , tanto que isso ficou ainda mais claro em LIGA DA JUSTIÇA (que é só metade do Snyder). Fica muito claro no filme solo, que a Mulher Maravilha imaginada pela Jenkins nunca abandonaria a humanidade por quase um século, que era a visão do Snyder na vibe de heróis imperfeitos com um pé na desesperança que ele desenhou em seus dois primeiros filmes, MOS e BVS. Não senti em MULHER MARAVILLHA uma força de correção de rumo em relação ao desempenho fraco de BVS, e sim uma mera falta de coesão de pra onde levar a personagem, diferente do AQUAMAN do James Wan, onde ali sim a influência do Snyder já foi chutada pra escanteio. Eu já discordo, PRIMO.BATMAN VS SUPERMAN tem problemas sério de execução, mas tem sim problema na proposta. O Snyder quis contar um monte de história ali, que sozinhas rendiam filmes por si só. Tem ali o surgimento da rivalidade do Batman e do Superman, o mundo desconfiando do Superman. um mergulho mais profundo do Batman na violência utilizando vários elementos de uma história iconica como O CAVALEIRO DAS TREVAS, a aliança do Batman e do Superman, a gênese da Liga da justiça, adaptação da morte do Superman. São várias propostas que puxa cada uma pra uma direção dramática diferente, que a "receita" sai prejudicada já na concepção, antes do cara sequer botar a mão na massa. Idém. Gostava da ideia de um Superman mais humanizado e menos romantizado (embora com o Capitão America, a Marvel mostrou que um herói de ideais clássicos podia sim funcionar), um vilão muito bem construído na figura do General Zod. A forma como o Super era construído como um herói falho, que era tentado em usar os poderes dele em benefício próprio, e que vencia essas tentações, ao mesmo tempo em que sentia o isolamento de ser diferente. Era uma visão corajosa, e diferente do que muitos apontavam, tinha suas bases sim nos quadrinhos. Mas tinha ali uns problemas de execução, e ai eu concordo com o PRIMO, que os problemas de MOS tão mais na execução que impediram o filme de alçar voos mais altos, e ainda assim, eu acho um bom filme do gênero.
  44. 2 points
    Jailcante

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Omelete tão sem credibilidade por aqui que mesmo se eles fizerem um texto falando que o céu é azul, a gente tem que olhar na janela pra ter certeza que é verdade. hehehe
  45. 2 points
    Joker First Reactions: Erik Davis: JOKER is a bold, bodacious love letter to Scorsese’s The King Of Comedy, told through the lens of DC’s most iconic villain. Dark, disturbing, brutal & sad, it’s about an abused man who doesn’t start living until he’s dead inside. Joaquin Phoenix is so damn good Ben Mekler: Crowd at Venezia76 went absolutely ballistic for JOKER. Film is dark, sick, twisted. I’m with a crowd of fellow critics right now, running through the streets of Venice just screaming. Hollering. My legs are tired. We’ve been doing this for hours. Joaquin is an Oscar contender David Ehrlich: JOKER: visionary & derivative. radical & cowardly. the boldest comic book movie since The Dark Knight & also just another day in Chuckletown. JOKER is all contradictions & chaotic evil. for better or worse, it’s the movie the Joker would want. Alex Billington: There will be before Joker. And there will be after Joker. I don’t know if the world is ready for this movie. Or maybe it is? It is GNARLY. It is crazy. It is audacious. It doesn’t hold back. Wow. I can’t believe it exists. But it does. And it’s coming. John Bleasdale: My film of the festival thus far and one of the films of the year. This is NOT a comic book movie or even an elevated comic book movie(!?). It’s a thriller and a psychological portrait. Jamie Graham: I adored Joker. Easily the darkest and most genuinely distressing comic-book movie out there. Joaquin Phoenix’s startling creation stirs our empathy & fear, and is as much a Joker for our troubled times as Heath Ledger’s was for post-9/11. Oscar nods, please Anton Volkov: So Joker is, for lack of a better word, a sledgehammer of a film… Joaquin of course amazing, it’s unsettling and frankly terrifying Sean Gerber: a brilliant, terrifying character study. Joaquin Phoenix will haunt you with a performance for the ages, letting you see and feel the darkness within Joker from head to toe. It’s disturbing because it’s supposed to be, leaving you uncomfortable yet fascinated. Steven Weintraub: Joker is a great movie. It just so happens to be a comic book movie. Joaquin Phoenix will absolutely get nominated for an Oscar and the film has a real chance at end of the year awards.
  46. 2 points
    Para aqueles interessados em Star wars sabia que já já vai sair uma teoria criada pelo famoso Rick que vai explicar o maior segredo da franquia. Em breve.
  47. 2 points
  48. 2 points
    Jailcante

    Tom & Jerry (05/03/2021)

    Viúva continua no comando dos Vingadores restantes. Capitão continua como analista. Tony cria orgulhoso sua filha. Arqueiro continua sua jornada de Jason matando todo mundo na frente. Professor Hulk vira pop star. Thor ganha o campeonato mundial de Fortnite, mas a deprê faz ele não aproveitar os prêmios. Algo assim. hehehe
  49. 2 points
    Jorge Soto

    Cats (Tom Hooper)

    Kkk pois parece filme de terror... musical e teatro tem outra pegada.. Mas faltou este mito? https://www.youtube.com/watch?v=d05SS4Hw7Do O único legal é ter visto o possível visu da Mulher Leopardo em MM2
  50. 2 points
    Jailcante

    S.H.I.E.L.D. (a série)

    Mas o cancelamento está sendo feito bem antes da 7ª temporada sair, então vão concluir mesmo o seriado. Última temporada deve vir pra fechar tudo. Porque deixariam aberto? Só se o cancelamento fosse feito agora no meio da 6ª temporada.

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