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Showing content with the highest reputation since 07/30/20 in all areas

  1. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Cidade Pássaro", com título internacional, "Shine Your Eyes", é um filme brasileiro que competiu em Berlim 2020, na Mostra Panorama, e foi bem recebido por lá. Pudera, é um ótimo filme, muito melhor do que eu pensava. O diretor Matias Mariani, e um time de muitos roteiristas que incluem sua esposa Júlia Murat, fizeram uma história muito inteligente, e muito original, filmado sem o miserabilismo tradicional do nosso cinema, mesmo se passando no castigado centro velho da capital paulista ( Há até uma cena na belíssima Sala São Paulo). Conseguiu também tocar em pontos colaterais, como a ocupação de imóveis abandonados, a pouca mas importante assistência ao imigrante, bem como na falta de cultura linguística do brasileiro. A história: Um nigeriano vem ao Brasil procurar o irmão mais velho que desapareceu, logo descobre que ele contava mentiras, alardeando sucesso, para a família se tranquilizar por lá. Na busca pelos passos do irmão, descobre outras pessoas que se relacionaram com ele, e também descobre o lado mais duro da cosmopolita São Paulo, bem como seu histórico de receber imigrantes do mundo todo. O filme é falado mais em Igbo (uma das línguas da Nigéria) do que em português, mas há muito espaço para o inglês, chinês, e também até húngaro. Tudo para mostrar essa faceta multicultural da cidade. Ademais, o roteiro consegue, às vezes de forma bem sucedida, às vezes não, aliar a ancestralidade africana com a matemática e a tecnologia - áreas de interesse do irmão desaparecido. Mas o melhor lado da história pra mim é o relacionamento amoroso formado por tabela, entre o protagonista vivido de forma excelente pelo nigeriano O.C. Ukeje e a atriz brasileira Indira Nascimento. Gostei muito. É uma pena que o filme, acredito, não tenha 50% de português para se qualificar na disputa para ser o candidato a Melhor Filme Internacional.
  2. 2 points
    Jorge Soto

    Mulan (Live Action)

    Magina
  3. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Do mestre japonês Masahiro Shinoda, vi esse "Sob as Cerejeiras em Flor", filme de 1975. Um ladrão abrigado nas montanhas ataca uma comitiva na floresta de cerejeiras (que, dizem, sua floração tem o poder de enloquecer as pessoas) e sequestra uma mulher, tomando-a como esposa. Mal sabe ele o que lhe aguarda. A mulher é vaidosa, mimada, e terrivelmente sádica, fazendo-o pagar todos os pecados. É pena que depois da metade, o filme dê uma mudada de escopo. A linha principal - de um casal pérfido que efetivamente se merece - é muito melhor do que a segunda parte, quando o casal sai da floresta e vai para a cidade, bem como seu ingresso na comitiva de ladrões. A natureza é perigosa.
  4. 1 point
    Consideraria antecipadíssimo é que a continuação estava confirmada mesmo antes da Marvel confirmar, já que primeiro filme passou do bilhão, já era de esperar a sequel a partir daí.
  5. 1 point
    Big One

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    Animal..não tem como não se arrepiar tocando um tema desses!!!
  6. 1 point
    Scatman

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    A Warner Games é publisher dos jogos Mortal Kombat e pode ser que o estúdio Rocksteady anuncie algum novo game do Batman (ou outro personagem da DC) no evento, por isso a ligação. Expectativa alta com especulações sobre um game da Corte das Corujas no Universo Arkham dos games.
  7. 1 point
    Jailcante

    Pinóquio (dir. Robert Zemeckis)

    Live Action da Disney lives... Tom Hanks cotado pra Geppetto:
  8. 1 point
    Elenco desejando Feliz Aniversário pro cara:
  9. 1 point
  10. 1 point
  11. 1 point
    primo

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    o teaser do evento DC
  12. 1 point
    Jailcante

    Obituários (in memoriam)

    Também. Ele fez xixi no sofá do Seinfeld e fez algo incrivelmente porco, de ir no banheiro e sair sem lavar a mãos pra logo depois ir preparar pizza. Não passaria nem na porta dessa pizzaria dele vendo um troço desse. hehehe Mas lembro dele também como o primeiro parceiro do Dirty Harry.
  13. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "N`um vou nem falar nada!!!"" F I N A L M E N T E !!! GENTE... Era o grande filme do Maior de Todos (essa perífrase que uso antes de escrever Ingmar Bergman) que me faltava ver. "Face a Face", 1976. Estou ainda aplaudindo de pé (dentro da cabeça). Porque muitos bons diretores podem fazer um parque dos dinossauros, mostrar uma guerra nas estrelas, recontar a história de um reinado, filmar de trás pra frente, adaptar Shakespeare com modernismos, mostrar a corrupção policial, ou fazer graça com nossos defeitos, mas só um, só um, conseguiu filmar a mente humana. Se ao longo de sua imensa filmografia já sabíamos disso, quando você chega em "Face a Face", você se desmente, não, "foi agora", foi nesse filme que ele conseguiu filmar a mente humana. Que isso! Mas ele filmou a vida mental de uma determinada personagem, uma mulher, e para isso era necessário a melhor atriz possível, e talvez até mesmo a melhor atriz do mundo. Gente...o que a Liv Ullmann faz nesse filme!!!? O que é isso? Como essa mulher não tem pelo menos um Oscar Honorário, atingidos os 81 anos? Há pelo menos três cenas de arrancar a tampa da cabeça de tão maravilhosas. Há uma cena de choro histérico que é pra lá de impressionante. Ela ganhou, na época, Nova York, Los Angeles, a National Board of Review, mas perdeu o Oscar para Faye Dunaway. Explicado. A Academia da época não iria assistir a esse filme denso, reflexivo, com legenda... Outra questão: Originalmente é um telefilme sueco (assim como o magistral "Cenas de um Casamento"), com cerca 200 minutos, mas só chega a nós atualmente a cópia cortada. Bergman tem requinte mesmo na modéstia financeira. Sua perícia das coisas prosaicas do dia a dia, como um arabesco do papel-parede, ou portas, faz elas ganharem uma quarta dimensão. É Freud se cineasta fosse. É Deus se cineasta fosse.
  14. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Os Gritos do Silêncio"/ The killing Fields, de 1984, é outro filme que nunca é exibido e eu não sei a razão. Embora goste muito mais da primeira parte, a segunda é a que fica marcada na memória do espectador pela tragicidade das cenas. Haing S.N Nagor levou o Oscar de Coadjuvante, em sua estreia no cinema, mas na verdade é um coprotagonista, já que a segunda parte do filme é toda dele. Adoro o Sam Waterston - que figura serena e doce - merecida indicação a Melhor Ator. Aliás, deveria ser mais reconhecido. O filme politicamente é bem equilibrado. Mostra a intervenção americana no então neutro Camboja, durante a Guerra do Vietnã, bem como mostra os horrores do regime comunista do Khmer Vermelho - não a ponto de igualar os horrores descritos no excelente documentário "A Imagem que Falta", de 2013, também indicado ao Oscar. Os horrores dos campos de morte da segunda parte são contrapostos também a um certo horror mercadológico, com aquele país asiático inundado de caixas de Coca-Cola ou do uísque do andarilho, disputando espaço com a suntuosidade de seus templos. Primeiro Oscar de Fotografia do Chris Menges. Mestre.
  15. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Fechando o fim de semana, com o belo "A Colecionadora", de 1967, a parte IV (que muitos erradamente dizem ser a terceira) dos Seis Contos Morais de Éric Rohmer. O antigo editor do Cahiers du Cinema dá aqui uma aula sobre a rejeição masculina. Sul da França, verão, uma casa de campo, três jovens entediados, preguiçosos, que só fazem ler, beber, ficar ao sol, deitarem-se na grama...Opa! É filme do James Ivory? Prequel de "Call Me By Your Name"? Pois é, Rohmer foi dos primeiros a construir esse cinema de discussão filosófica embalado em charmosos cenários. Os debates são excelentes. Primeiro, no prólogo, amigos debatem beleza vs feiúra (A elegância como uma forma de manter um espaço vazio entre as pessoas). Depois se debate a necessidade do trabalho ou do ócio; mas nada é mais importante no filme do que a pensata sobre a rejeição. A bela jovem, chamada machistamente de colecionadora, por se envolver sexualmente com vários rapazes, passa o filme todo rejeitando o protagonista-narrador. E ele finge que não a quer. Desse jogo, vemos que quem tem exarcerbado o conceito de posse não é quem coleciona amantes. Mas quem sofre por não ter o objeto desejado. A personagem feminina não colenciona, ela destrói. E nem liga para os danos. Fotografia linda de Néstor Almendros, futuramente ganhador do Oscar por "Days of Heaven".
  16. 1 point
    Tahar

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    A visibilidade trans alcançada pelo seu lugar de fala com a crítica inevitável para Hollywood. Quando se pensa em pessoas trans, logo se vê os estereótipos que o cinema reforçou sobre os estigmas da identidade de gênero. O documentário vai destrinchar todos os erros que o cinema já cometeu com a população que mais morre no mundo por apenas existir. O documentário começa sobre os tipos de interpretações que são endereçadas às pessoas trans, começando com pessoas cis representando-os; passando pelo sentido de vilão que pessoas crossdresser se comportam, exemplos em Psicose (1960) do Hitchcock até Silêncio dos Inocentes (1991) dirigido pelo Jonathan Demme; concluindo pela cultura da comédia que sempre permeiam as suas personificações, como Uma babá quase perfeita (1993) até As Branquelas (2004). Nesse sentido, Laverne Cox confessa as violências sofridas pelo sorriso ao seu corpo; como se a cultura que a população cis consome desse essa permissão. Como se cada pessoa trans fosse um personagem para vilanizar ou rir. Outra questão que é horripilante é o sentido de "revelação" que dá o título do documentário. Colocando o grande questionamento de quanto de satisfação tem que dar sobre as suas próprias escolhas. O grande bordão de "quando você escolheu ser hétero?" vira o "quando você decidiu permanecer no seu sexo biológico?". Uma outra problemática adotada acontece até em produções que são direcionadas ao público LGBTQI+, por exemplo a série The L World (2004): a série que trata da homossexualidade feminina, trata o personagem transmasculino com um desenvolvimento problemático. Sei que o grande mote é a crítica a essas produções, mas meu único porém é o fato de não ressaltar tanto as produções que deram um pouco mais de visibilidade positiva.
  17. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Encerrando o sábado com os "cancelados" do cinema, fui com o gênio Woody Allen, e seu "Crimes e Pecados", de 1989. Sem dúvida, um dos grandes filmes dele. Tudo é redondo, tudo flui. Embora ele mesmo tenha confessado não ter ficado tão satisfeito com a parte de comédia desse filme, e em "Match Point", segundo o próprio, ele tenha conseguido fazer um "Crimes e Pecados" só com drama. Engraçado, que a filmografia continua, e depois ele trabalharia o tema ainda em "O Homem Irracional", de 2015, por exemplo. Bem como dividiria a comédia e o drama, de maneira formal, no subestimado "Melinda e Melinda", de 2004. A inveja é um dos temas principais desse filme. Um pecado que está relacionado com o olhar, daí estarmos diante de um personagem oftamologista e outro diretor de cinema. Mas a inveja é um pecado, não é um crime. Contudo, quem será "punido" será o pecador, não o criminoso. É a ironia dramática desse roteiro fabuloso (indicado ao Oscar), desse diretor fabuloso (indicado ao Oscar), com um ator fabuloso (Martin Landau, indicado ao Oscar, que iria se superar depois estupendamente em "Ed Wood"). Deus também, lá do alto, só "olha", ou, dependendo, pune. No final, dá-se o encontro entre esses dois personagens, bebendo uísque, celebrando a derrota e a vitória de serem quem são, sob a sombra trágica do fotógrafo bergmaniano Sven Nykvist. Talvez o ranking mais difícil de se fazer. Meu ranking Woody Allen é assim: 1) Manhattan; 2) Annie Hall; 3) Match Point; 4) Zelig/ A Era do Rádio/ A Rosa Púrpura do Cairo; 5) Desconstruindo Harry/Todos Dizem Eu Te Amo/ Um Misterioso Assassinato em Manhattan Não dá pra escolher!
  18. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Vocês sabem, sou bem fã do cinema do Kim Ki-duk, já vi quase todos. Mas faltava esse "Endereço Desconhecido", do começo de sua carreira, 2001, que abriu o Festival de Veneza na época. É um filme bem trágico a respeito de três jovens que, mesmo tantas décadas depois, ainda padecem das consequencias da Guerra da Coreia. A presença americana ainda está lá, na forma de uma base militar. A cidadezinha ao redor convive com a tropa que ronda com um discurso de promoção da paz; alguns moradores tentam arranhar o inglês na expectativa de um dia viajarem; veteranos nacionalistas se amarguram com o passado enquanto treinam o Tiro ao Arco; uma ex-prostituta que teve um caso com um soldado americano envia-lhe cartas que voltam com o selo de "Endereço Desconhecido"; o filho dela é um mestiço, um asiático afrodescendente, que sofre racismo; uma mocinha apaixona-se por um soldado americano viciado em LSD... E por aí vai..É um amplo painel de personagens, sempre a trabalhar criticamente a ideia do militarismo estrangeiro na província coreana. Quem diria que esse Kim ki-duk politizado iria atravessar posteriormente uma fase mística-contemplativa, até voltar, mais recentemente, amarrando as duas pontas da vida, aos filmes mais politizados?!... Voltando ao filme em si, a primeira hora é detestável, muito difícil de acompanhar, pois envolve tortura de cachoros em várias cenas. Mesmo com o aviso inicial nos créditos que nenhum animal sofreu, pra mim passou do ponto. A segunda hora - quando os cachorros se vingam - é muito melhor. E, ademais, os conflitos humanos também já estão mais estabelecidos. Como sói acontece, o final dos filmes dele é excelente, e aqui não fica por menos. Meu ranking Kim Ki-duk, contudo, permanece inalterado: 1) Pietá; 2) A Rede; 3) Primavera, Verão, Outono, Inverno...e Primavera; 4) O Arco; 5) Dente por Dente.
  19. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Filme gay de Ang Lee? "Brokeback Mountain" responde-se em uníssono. Ou você poderia responder "O Banquete de Casamento", de 1993. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1994, e Urso de Ouro em Berlim, foi com ele que Ang Lee começou sua conquista do mundo do cinema. Aqui, uma comédia romântica, sobre um casal gay que forjará um casamento para agradar aos pais de um deles, vindos da tradicional Taiwan. A história convence, e os atores estão excelentes, sensíveis e entregues. Ao final, uma reviravolta que emociona, mostrando o lado mais humano do roteirista/diretor Ang Lee. A "Instituição Família" é uma mentira - mentira política, para o "gado", e para as Igrejas - na verdade, só existem pessoas. Pessoas. E os laços afetivos que elas criam. Volta, Lee, a fazer esse tipo de cinema! É isso que você faz melhor. Obs: Detalhe das camisetas usadas pelo ator Michell Lichtenstein, com estampas de seu pai Roy Lichtenstein.
  20. 1 point
    Big One

    Obituários (in memoriam)

    Que belo currículo. The Commitments é um dos meus filmes preferidos.
  21. 1 point
    Tahar

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Longa Jornada Noite a Dentro é belíssimo... Amo esse estilo Noir. Inclusive, deixarei esse na minha lista.
  22. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Kaili Blues", de 2015, é o primeiro filme do chinês Bi Gan, que impressionou a todos com seu filme posterior "Longa Jornada Noite Adentro" (que está - quem diria? - na Netflix), particularmente com aqueles 59 minutos de plano-sequência. Aqui também tem. Vários. Um que deve durar uns 35 minutos, e a câmera anda de moto, caminhonete, um barco a cruzar um rio, sempre a registrar cada momento ínfimo do protagonista, inclusive um corte de cabelo, e participar de um show no meio da rua! Fico imaginando o trabalho para combinar tudo com figurantes, com coadjuvantes, esconder o povo da técnica... Mas se em "Longa Jornada..." havia diversos momentos de luz e som pra embasbacar o espectador; nesta estreia tudo é mais direto, cru, "feio", registrando uma humilde província rural chinesa ( que, pelo que capturei, é uma comunidade de minoria perseguida). A história é um fiapo: Um médico que vai em busca de seu sobrinho, aparentemente vendido pelo irmão ganancioso. Aos poucos, vamos sabendo do passado do médico, e vamos sabendo tanto, que, se bem entendi, vamos voltando a corda do relógio, e indo para o passado dele nessa região. Então, em dois filmes do diretor, pude encontrar dois denominadores comuns: um cinema de busca; através de planos-sequências em direção ao passado. A cabeça do cara de fato é uma cabeça cinematográfica, tem vocabulário, demonstrando uma engenharia de imagens muito madura para a idade dele. Imagino quando ele conseguir uma história que se encaixe perfeitamente em seu estilo... Gostei muito.
  23. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2021: Previsões

    Detesto a maioria, gosto apenas de "Green Book" e "Mãe" (mas não para maiores prêmios).
  24. 1 point
    Tahar

    Sinkhole

    Jordan Peele e Issa Rae prometem abalar as estruturas do cinema com esse novo filme de ficção científica chamado "Sinkhole". O filme terá a produção da Universal e se baseará no livro da escritora Leyna Krow chamado “I’m Fine, But You Appear to Be Sinking” (2017) que trata da "perfeição feminina" através de um casal que se muda para a casa dos sonhos. A perfeição da casa esconde no quintal um buraco que conserta objetos e aí vem a grande pergunta: será que conserta pessoas? Direção de Jordan Peele e além do protagonismo, Issa Rae também estará na frente da produção do filme. Não sei vocês, mas já estou ansioso. Fonte
  25. 1 point
    Tahar

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Almodóvar retrata com belíssimos quadros uma história que envelheceu mal. A figura do personagem Ricky (Antonio Bandeiras) é problemática em vários sentidos; não sobre a visão de complexidade do personagem, mas pelo sentido que suas atitudes despertam aos demais. O filme tem uma preocupação de colocar sua mise-en-scène trajada de um colorido esplendido que corrobora com a encenação dos personagens em atuar. Etretanto, seu equívoco é no seu desenrolar. Marina Osorio (Victoria Abril) é a personagem tipicamente frágil e que não consegue se desvincular dos charmes de Ricky. Uma premissa do galã irresistível tão explorada que quando tenta subverter comete o crime de exaltar a passividade da protagonista. Uma pena ter que ver um filme tão bem feito esteticamente ser jogado ao marasmo por conta do seu roteiro. O amor através da violência me dá ânsia.
  26. 1 point
    Cir-El

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    O Snyder não é o tipo de diretor que economiza nas gravações....rsrs...Há rumores de que ele havia gravado 6 horas. Antes dele sair o corte estava em 214 minutos (3h56), informação do próprio Snyder.
  27. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "N`um vou nem falar nada!!!" F I N A L M E N TE !! Anos e anos tentando ver "Vida Cigana", do sérvio Emir Kusturica, e finalmente consegui. Estou embasbacado até agora com esse plano do pôster, uma das cenas mais estonteantes que já vi. Não sem razão, ele venceu o Prêmio de Melhor Direção em Cannes 1989, já que parece uma regra não escrita dos grandes Festivais reconhecer a grandeza e originalidade de seu cinema. Posso dizer que a primeira hora me pareceu excepcional, mas depois, senti uma "barrigada". Fui ler a história do filme, e não foi bem isso, é que o filme original tem 5 horas, então, para fins de distribuição, tiveram que reduzi-lo, e algo se perdeu, não sei, alguma orientação maior para o espectador. Quando o filme abandona a comunidade cigana e parte para a Itália, a narrativa fica menos bem contada. De qualquer forma, essa primeira hora, e o final, me ganharam. O design de produção, como sempre, em seus filmes, é inacreditável. Sua materialidade da vida dos pobres, a caótica e divertida presença dos animais, dá à atmosfera dos filmes um tom mágico e absurdo. Junta com a música cigana, que não para, e parece que estamos assistindo a um enclave perdido da existência humana. Os cineastas brasileiros deviam aprender com Kusturica a como retratar os pobres no cinema, com respeito, dignidade, sem miserabilismo, e, que tal, com festa? Maravilhoso.
  28. 1 point
    primo

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    Muito bom isso aí

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