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Forum Cinema em Cena
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Everything posted by **[email protected][email protected]**

  1. Ow...vou desistir do outro...onde eu vejo as respostas? Aliás..esse texto aí é muito bom pra ficar vesga, viu Shy?
  2. Em um dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia. Elas trabalhavam muito construindo um castelo, com torres, passarelas, passagens internas. Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo em um monte de areia e espuma..achei que, depois de tanto esforço e cuidado, as crianças cairiam no choro. Correram pela praia, fugindo da água, rindo de mãos dadas e começaram a costruir outro castelo. Compreendi qua havia aprendido uma grande lição; gastamos muito tempo da nossa vida construindo alguma coisa e mais cedo ou mais tarde uma onda poderá vir e destruir tudo que levamos tanto tempo para construir. Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar será capaz de sorrir! Só o que permanece é a amizade, o amor e carinho. O resto é feito areia.
  3. ...calma Maria...então melhor nem falar que eu já tô nos 18.. Passa o link desse..
  4. Ahh...empaquei nos 17...mas não quero ver as respostas!
  5. é mesmo..estrelas...escrevi aqui errado...foram 16... ..eita..isso e bom né?
  6. Fiz metade... Rike...27 E da B do B é: 27 estados da bandeira do Brasil..
  7. Não tenho idéia... E M: 1000 em A R? Eu achei que fosse M: 1000 em algarismo romano...mas não é.. P.S.: A gnt tá floodando?**[email protected][email protected]**2007-08-31 17:31:39
  8. ..que coisa... Ok...to decifrando o teste...foram 3.. Também não acho que esses testes são besteiras. Oras, tem gente que tem mais facilidade, dom, inteligência ou seja o que for pra certas áreas, enquanto em outras podem ser totalmente despreparadas, ou burras, como quiser. A discriminação a que você se refere Plutão, existe por falta de entendimento das pessoas sobre isso. Eu posso chamar uma pessoa de burra por não saber escrever e ela pode me chamar de burra por não saber desenhar. Entre tantos tipos de discriminação, essa não parece tão absurda e grave quanto. Se os testes fossem aplicados seriamente, talvez o aproveitamento no mercado de trabalho e na vida de cada pessoa fosse maior.
  9. ...duvido que tá pior que eu.... ..Só fiz um!! ..acho que até os macacos se saem melhor...
  10. ...ahhh...nem é minha Kah...é do Mário Quintana......(piadinha sem graça..) ..mais dele: ESPERANÇA Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano Vive uma louca chamada Esperança E ela pensa que quando todas as sirenas Todas as buzinas Todos os reco-recos tocarem Atira-se E — ó delicioso vôo! Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada, Outra vez criança... E em torno dela indagará o povo: — Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!) Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam: — O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA... Mario Quintana
  11. ...Teresa é lindo Kah...nunca tinha visto... RECORDO AINDA Recordo ainda... e nada mais me importa... Aqueles dias de uma luz tão mansa Que me deixavam, sempre, de lembrança, Algum brinquedo novo à minha porta... Mas veio um vento de Desesperança Soprando cinzas pela noite morta! E eu pendurei na galharia torta Todos os meus brinquedos de criança... Estrada afora após segui... Mas, aí, Embora idade e senso eu aparente Não vos iludais o velho que aqui vai: Eu quero os meus brinquedos novamente! Sou um pobre menino... acreditai!... Que envelheceu, um dia, de repente!... Mario Quintana
  12. Ahhh....caramba... Acho a Record mto simpática..(), é uma das emissoras a que eu mais assisto. Mas tenho que concordar, a novela tá uma bizarrice que só. Tá cheio de atuação ruim, tem cena que não tem pé nem cabeça, os diálogos são fraquinhos.. Tava achando que ia melhorar, mas ontem o negócio foi beeeem estranho. Alguém viu a mãe da menina paranormal morrendo?..Pois é. Sabe o marido dela? Ele disse pros policias () que ela tinha morrido envenenada. Mas como é que ele sabia? Ele tava no banheiro qdo ela comeu o bombom, e nem ela nem a filha contaram pra ele. Oras, será que ele também é paranormal? ..okay...eu tava com sono..talvez tenha perdido alguma coisa. Aliás, foi essa a sensação que eu tive. Alguém pode me dizer se foi eu quem lesou ou foi o diretor, autor, ou sei lá quem da novela?
  13. Não sei. Será que dá pra medir? Acho que ela depende mais das experiências de vida. Ninguém nasce sábio. E também não se torna sábio se não passar ou experimentar muita coisa. Seria mais uma inteligência adquirida, que depende da vida e das inteligências que nascem contigo pra evoluir. Acho que é mais ou menos assim: vc nasce com certas inteligências, e aprimora elas durante toda a vida. Mas a sabedoria vc ainda tem que adquirir, pra depois aprimorar.
  14. As séries da madrugada mudaram de novo.. Alguém sabe agora os horários e td certinho?
  15. ...Que delícia esse teste...Tá feito já. É igual aqueles de lógica que tem em revistas. Só dá um pouco mais de trabalho porque não tem aqueles negócios de colocar S (sim) ou N (não)...aquilo facilita muito. E fiz o teste de QI tm uns dois anos...deu 124...mas eu não sei se era mto confiável..tirei ele de algum site por aí. Eu não sei se alguém viu, em uma das edições recentes da Veja, uma entrevista com o psicológo Howard Gardner. Ele sugere a existência de vários tipos de inteligência e segundo ele, o teste de QI só mediria as inteligências linguística e lógica. Tá aqui a reportagem inteira: Entrevista: Howard Gardner "Os burros são raros" O psicólogo americano diz que a maioria das pessoas é inteligente para algumas áreas do conhecimento e que o teste de QI não expressa esse fato Monica Weinberg Divulgação "Com esforço, a inteligência humana pode ser aprimorada apenas até um certo ponto. A genialidade é para poucos" O psicólogo americano Howard Gardner deu um passo adiante na compreensão da inteligência humana ao concluir, com base em duas décadas de estudos, que a mente é composta de múltiplas capacidades independentes entre si. Ele descreveu cientificamente oito tipos de inteligência: a lingüística e a lógica (medidas em testes de QI), além da espacial, musical, corporal, naturalista (a habilidade de compreender os fenômenos naturais), intrapessoal (a de reconhecer os próprios defeitos e qualidades -- e tomar decisões com base neles) e interpessoal (a de interpretar as intenções alheias e exercer a liderança). A teoria de Gardner, que na década de 90 passou a influenciar acadêmicos e educadores, teve o mérito de subverter a visão de que a humanidade se divide basicamente entre seres iluminados e aqueles desprovidos de inteligência. Diz o psicólogo: "Há infinitas nuances. Pablo Picasso foi um gênio da pintura, mas era péssimo aluno". Aos 64 anos, professor da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e autor de vinte livros sobre o assunto, Gardner tem viajado o mundo para proferir palestras nas quais fala sobre genialidade, liderança e sala de aula. Ele concedeu a seguinte entrevista a VEJA. Veja – Há pessoas menos inteligentes do que outras? Gardner – Cada um tem uma mistura singular dos vários tipos de inteligência, o que torna a questão bem mais complexa do que dividir a humanidade entre burros e inteligentes. A observação científica mostra que o mundo está cheio de gente que se destaca no pensamento lógico, mas não tem inteligência suficiente para expressar uma idéia com começo, meio e fim. Ou de pessoas que são brilhantes ao filosofar sobre as grandes questões do mundo moderno e não têm nenhum traquejo para executar exercícios físicos de jardim-de-infância. Conclusão: a maioria das pessoas é, ao mesmo tempo, inteligente para algumas áreas do conhecimento e limitada para outras. Estou me referindo à média. Bem mais raros são os casos de gente desprovida de qualquer inteligência. Mas eles existem. Veja – Até que ponto é possível desenvolver a inteligência? Gardner – Essa é uma questão que vem intrigando os especialistas há séculos. Nas sociedades asiáticas influenciadas pelo confucionismo, vigora a idéia de que as pessoas diferem pouco no intelecto. Mais importante para seu sucesso é o esforço despendido por cada um. No Ocidente, por sua vez, circula a visão de que a inteligência é inata e de que quase nada se pode fazer para mudá-la. O fato é que a ciência já reuniu evidências suficientes para concluir que a inteligência é resultado dos dois fatores: a genética e a experiência de cada um. Ainda não se sabe qual deles tem mais peso. Algumas habilidades, como o raciocínio lógico e o talento para a música, sofrem maior influência da genética. Mas, no geral, tudo indica que os genes e o ambiente contribuam em igual proporção na formação da inteligência humana. Certamente não estão determinadas no berçário todas as capacidades intelectuais das pessoas, o que quer dizer, sim, que é possível esculpir a inteligência – ainda que haja limitações para isso. Veja – Quais são os limites mais evidentes para o desenvolvimento da inteligência? Gardner – A primeira barreira é imposta pela própria biologia: o tempo de vida de um indivíduo, em média de 70 anos, é curto para certos desafios intelectuais. O segundo ponto é que, quanto mais velha uma pessoa, mais dificuldade ela tem para mudar seu perfil de inteligência. Está demonstrado por meio de extensas pesquisas que a fase em que a experiência causa mais impacto ao cérebro é até os 20, 25 anos de vida. As pessoas podem até ficar mais sábias depois disso, mas não mais inteligentes. A única exceção a essa lógica é quanto às inteligências pessoais, aquelas que definem as capacidades de autoconhecimento e de lidar com seus semelhantes. Há evidências de que apenas estas se aperfeiçoam ao longo da vida. Um terceiro problema é que as chances de alguém sair das trevas numa determinada área de conhecimento também dependem de sua condição socioeconômica. Veja – Como a classe social influencia na construção da inteligência? Gardner – Está claro que um menino pobre do Brasil tem menos probabilidade de desenvolver suas múltiplas inteligências do que uma criança rica dos Estados Unidos. O jogo é desigual por uma razão simples: onde existem carências de recursos, há falta de estímulos. Feitas essas ponderações, não restam dúvidas de que, à custa de esforço, é possível alcançar bons resultados no aprimoramento da inteligência. Mas, na discussão sobre esse tema, há ainda outro aspecto que considero bastante interessante: o da genialidade. Os estudos indicam que é impossível tornar-se genial numa área para a qual não se tem talento natural. Veja – Por quê? Gardner – Está suficientemente demonstrado que são vários os fatores que atuam ao mesmo tempo para produzir tais talentos excepcionais – e não apenas um. Ao estudar trinta grandes gênios de áreas distintas, descobri uma característica em comum entre eles: são pessoas que exibem um conjunto de pelo menos dois tipos de inteligência em que sobressaem. Numa delas, têm desempenho extraordinário. Albert Einstein (físico alemão, 1879-1955), por exemplo, mostrava um fantástico raciocínio lógico-matemático e se destacava nas capacidades espaciais. Além de um talento especial para a música, Igor Stravinsky (compositor russo, 1882-1971) demonstrava outras inteligências artísticas, o que provavelmente explica sua carreira eclética: foi um grande compositor de balés, era capaz de musicar textos e tornou-se um dos comentaristas mais incisivos de sua época. Gosto também de citar o futebol. Se você nasce sem grande potencial nas áreas do pensamento espacial e do raciocínio lógico, pode treinar 365 dias por ano, ao longo de uma década, para, enfim, se tornar um bom jogador de futebol. Mas jamais será um Pelé. Veja – Entre os oito tipos de inteligência que o senhor descreve, há um que seja mais determinante para o sucesso nas sociedades modernas? Gardner – Certamente a inteligência mais valorizada hoje é a que defino como lógico-matemática. Digo isso com base num fato concreto: a maioria das grandes empresas procura, no mundo inteiro, gente capaz de observar padrões, manipular números e produzir análises objetivas. São pessoas com uma cabeça mais científica. Não estamos falando aqui apenas de matemáticos e engenheiros, mas de um jeito de atuar em diversas profissões. O pensamento lógico representa para a sociedade moderna o que significava a habilidade lingüística quinhentos anos atrás. Naquele tempo, as explicações mais convincentes para os fenômenos se propagavam por meio de relatos – contados ou escritos. Saber empregar um idioma com desenvoltura era, por essa razão, um bem incomparável. Com o advento da ciência, o raciocínio lógico passou a ser cultuado. Mas é bom que se ressalte: esse tipo de inteligência, isolada, dificilmente fará alguém alçar vôos mais ambiciosos – a não ser que o objetivo seja seguir carreira como matemático ou analista de sistemas. Veja – Existe, então, uma combinação de habilidades mais admirada no mercado de trabalho? Gardner – A união do pensamento lógico à capacidade de lidar com as pessoas tem resultado em carreiras de sucesso nas grandes empresas. O que não dá é para interpretar esse tipo de constatação como uma espécie de fórmula para o êxito. Em minhas palestras, faço questão de enfatizar dois pontos aparentemente óbvios. Primeiro, afirmo que mesmo os profissionais mais brilhantes precisam ter como motor a ambição para crescer. Cheguei a uma conclusão intrigante sobre muitos deles: apesar do talento fora do comum, são pessoas que tendem a ficar acomodadas em suas áreas de interesse. Acabam se tornando superespecialistas, mas, ironicamente, não costumam deixar nenhuma marca no mundo das idéias. O segundo ponto é que às vezes os melhores não dão certo quando chegam ao topo de uma organização, porque a eles, também, falta alguma espécie de inteligência fundamental para exercer o cargo de liderança. Veja – Qual a lacuna mais comum entre os vários tipos de chefe? Gardner – A muitos deles falta uma capacidade essencial à liderança – a inteligência para detectar suas forças e fraquezas. Isso não ocorre com os líderes mais eficientes, que têm um cérebro moldado para entender o que considero básico: como qualquer outra pessoa, não sabem tudo, estão sujeitos a errar e, por essa razão, se cercam de gente melhor do que eles em áreas nas quais se saem pior. Os líderes menos eficazes, por sua vez, pecam pelo excesso de orgulho e pela cegueira sobre suas reais capacidades. O presidente americano George W. Bush é o melhor exemplo de ausência desse tipo de inteligência – a que me refiro como inteligência pessoal – e por isso é incapaz de produzir uma auto-avaliação mais realista. Bush também esbarra numa outra deficiência comum entre pessoas que ocupam função de liderança: a de não pensar nas grandes questões existenciais, mas ater-se somente aos problemas mais imediatos do dia-a-dia. Veja – Essa é uma limitação e tanto. Gardner – Sem dúvida. Sabe-se que, desde o tempo das cavernas, os homens apresentavam um cérebro capaz de imaginar o infinito e de considerar questões cosmológicas, muito além da preocupação com a própria sobrevivência. Vários dos líderes modernos, no entanto, não exibem essa capacidade. Eles têm dificuldade de pensar num espectro mais amplo. Está claro que as pessoas mais eficazes em cargos de comando são aquelas que conseguem despertar nos outros a sensação de que fazem parte de um projeto maior. É uma característica que separa os líderes que ficarão na história dos que logo serão descartados da memória coletiva. Dois bons exemplos são o indiano Mahatma Gandhi (1869-1948) e Nelson Mandela (ex-presidente sul-africano). Adolf Hitler (1889-1945) e Mao Tsé-tung (1893-1976), ambos ditadores, respectivamente, na Alemanha e na China, alcançaram o mesmo efeito em suas platéias – sem ter feito, claro, o uso positivo de suas capacidades intelectuais. Veja – A inteligência tem alguma relação com a moral? Gardner – Definitivamente, não. As inteligências são moralmente neutras. Tome-se como exemplo a comparação entre Joseph Goebbels (1897-1945), o ministro da Propaganda de Hitler, e o poeta Goethe (1749-1832), ambos mestres no emprego da língua materna: o alemão. Em poder do mesmo tipo de inteligência, Goebbels disseminou o ódio e Goethe criou obras de arte. O estudo que fiz sobre os trinta personagens com atuação acima do comum em suas respectivas áreas, ao longo da história, ajuda a enfatizar a idéia da inteligência amoral. Tirando Gandhi, nenhuma das figuras por mim pesquisadas teve uma vida pessoal digna de ser classificada como exemplar. Pablo Picasso (pintor espanhol, 1881-1973), T.S. Eliot (poeta inglês, 1888-1965) e até Einstein, para citar alguns, lamentavelmente demonstraram insensibilidade moral em muitos aspectos da vida. Com base nesses argumentos, repito o que pode parecer óbvio: o principal desafio da humanidade não é apenas produzir um exército de pessoas com suas múltiplas inteligências afiadas – o maior avanço será vê-las usadas de forma mais ética. Veja – O senhor acha que é viável contemplar as diferentes inteligências nas escolas? Gardner – Concordo com meus adversários no campo acadêmico: é difícil transpor toda essa teoria à realidade das salas de aula. Ensinar as matérias de sete ou oito maneiras distintas seria uma tarefa para loucos, e não é isso que eu proponho. Mas acho que aplicar em sala de aula ao menos dois jeitos diferentes de ver um mesmo problema já terá sido um tremendo avanço em relação ao que se vê hoje no mundo todo: escolas atrasadas educando as crianças para o século passado. Com base em dezenas de viagens pelo mundo, afirmo que as escolas estão, no geral, cometendo o mesmo erro: elas ensinam as crianças a ler, escrever e usar o computador como um fim em si, quando essas são apenas ferramentas para aprofundar o conhecimento sobre temas mais relevantes. Veja – Como é possível identificar oito tipos de inteligência se há apenas medidores para duas ou três delas? Gardner – A neurociência já produziu um sólido conjunto de evidências para comprovar minha tese. Por meio da observação do cérebro em funcionamento, essas pesquisas revelam que a mente humana abriga, sim, capacidades intelectuais independentes entre si. É da combinação delas que surgem os mais diversos perfis de inteligência. Infelizmente, as sociedades modernas não assimilaram o que a ciência descortinou décadas atrás. Elas seguem com uma visão antiga – valorizam apenas os tipos de inteligência que podem ser medidos em testes de QI, como as habilidades para a matemática e a lingüística. Em relação às demais capacidades humanas que descrevo em meu trabalho, elas ainda são desprezadas pela maioria das pessoas. Fonte:http://veja.abril.com.br/250707/entrevista.shtml
  16. ... Cada coisa...parece mais circo isso aqui... Chris Cornell, alguém já pôs ele aqui? O que um cabelo não faz com a pessoa, não é mesmo? ANTES DEPOIS
  17. Ahhhh...juro que nunca tinha visto esse tópico, que coisa... ...amo, amo e amo Radiohead!...Idioteque pra mim é a melhor música desse mundo! Seguida de pertinho por Let Down...aí vem Paranoid Android, Motion Picture Soundtrack, Creep, Karma Police...td junto.. Nossa..não tem banda mais completa, não tem música que vc não ouça,cd que vc não compre...
  18. Lobos? São muitos. Mas tu podes ainda A palavra na língua Aquietá-los. Mortos? O mundo. Mas podes acordá-lo Sortilégio de vida Na palavra escrita. Lúcidos? São poucos. Mas se farão milhares Se à lucidez dos poucos Te juntares. Raros? Teus preclaros amigos. E tu mesmo, raro. Se nas coisas que digo Acreditares. Hilda Hilst
  19. Aaahhh...vestibular...nossa...que novela isso. Vou fazer no fim do ano e acho que já mudei de opinião umas cinco vezes ou mais. Primeiro fui pra área de Biológicas, tava querendo fazer Veterinária. Aí mudei pra Ciências Biológicas, aí pensei em Ecologia. Tava tão cega e abitolada, que só enxergava esses cursos. Aí me deu uma luz e decidi: História. Saí espalhando pra todo mundo que já tinha decidido. Todos os meus amigos disseram que era a minha cara. O resto (pais, principalmente) detestou. Ouvi tanto, e tanto e taaaaaanto de tanta gente (!) que voltei a pensar e tem 3 dias decidi (de novo! ). Bom, até agora, dia 22 de agosto, às 23hs:59min, eu vou fazer Direito. Análise da situação atual: pais contentes, amigos dizendo:'ahhhh...agora sim...acertou mesmo...'; e eu, bom...não muito animada, mas disposta a fazer o curso. Conclusão? O melhor é não ouvir ninguém.
  20. aaaaaaaaahhhhh!!! Show dos caras confirmado!..Em Outubro, no TIM Festival! 19/06/2007 - 20h59 Tim Festival confirma The Killers e Juliette & The Licks na edição deste ano Da Redação Divulgação Os integrantes da banda norte-americana The Killers A organização do Tim Festival confirmou nesta terça-feira (19) a participação das bandas norte-americanas The Killers e Juliette & The Licks na edição deste ano. Além dos ingleses Arctic Monkeys, cuja escalação já havia sido anunciada no site oficial da banda na segunda-feira (18), essas são as primeiras atrações internacionais divulgadas pelo evento. O festival acontece entre os dias 25 e 31 de outubro. Como no ano passado, terá edições em quatro cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Vitória. Os locais também serão os mesmos da última edição. No Rio, a Marina da Glória. Em São Paulo, o Auditório Ibirapuera e a Arena Skol Anhembi. Em Curitiba, a Pedreira Paulo Leminski. Vitória terá uma versão compacta do festival no Teatro da UFES. A organização promete alterações no formato do evento, que serão anunciadas em breve. Um dos grandes sucessos do rock alternativo nesta década, os Killers já venderam mais de oito milhões de cópias de seus dois álbums, "Hot Fuss" (2004) e "Sam's Town" (2006). Entre os hits da banda estão "Mr. Brightside", "Somebody Told Me", "Smile Like You Mean It" e "When You Were Young". Liderado pela atriz Juliette Lewis, estrela de filmes como "Cabo do Medo" (1991) e "Assassinos Por Natureza" (1994), o Juliette & The Licks já provou que se garante com seus próprios méritos. O mais recente disco, "Four on the Floor", foi lançado no ano passado na Inglaterra, onde tem recebido elogios da imprensa local. O álbum, já disponível no Brasil, só terá seu lançamento oficial nos Estados Unidos no dia 27 de julho. http://musica.uol.com.br/ultnot/2007/06/19/ult89u7709.jhtm A melhor notícia desse ano..to indo nem que seja de jegue...
  21. Lindooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!!!!! ..olha esse cabelo bagunçado....ahhhhhhhh!! valeu Kah...
  22. preconceituoso??? Por quê??? Não gostar do som é ser preconceituoso??? Acho que não foi isso que ela quis dizer. Ela tava se referindo a comentários do tipo:'ah..é ruim porque é emo..'...coisa que rola muito com essa banda e outras do gênero. Eu gosto da banda' date=' eles são uma graça, muito simpáticos, mas não consigo ouvir o som deles. Já tentei e não dá, as letras me irritam. Quem sabe num próximo cd. Uai..e que que isso tem a ver? Só porque a banda tem um tópico aqui no fórum não quer dizer que ela é melhor que outra que não tem. Se você gosta tanto dessas bandas por que não faz um tópico sobre elas?
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