UA-130521384-1 Jump to content
Forum Cinema em Cena

Indiana Jones

Members
  • Content count

    1,462
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by Indiana Jones

  1. Indiana Jones

    Dúvidas: Postem Aqui

    Alguém sabe se o BD nacional do The Dark Knight de 2008 é simples ou duplo? Valeu!
  2. Indiana Jones

    James Bond - 007 (A Série de Filmes)

    Os três filmes do Gilbert tem o mesmo roteiro. Vilão ricaço quer causar instabilidade global sequestrando veículos das superpotências. Naves em YOLT e M e navios em TSWLM.
  3. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Lembrando que o Fincher trabalhou nos efeitos especiais do Retorno de Jedi e O Templo da Perdição, ambos pela ILM.
  4. Indiana Jones

    O Hobbit

    Um breve comentário sobre o 3D e os 48fps. Há quem defenda as tecnologias, comparando com os avanços do 24 fps, a cor e o som. Pois bem. Houve uma diferença crucial dos 16 para os 24 fps. Não foi uma mero capricho tecnológico, mas um avanço definitivo em tornar a imagem mais real. Uma defasagem técnica foi solucionada com o acréscimo de mais 8 quadros por segundo, sem cansar a vista dos espectadores. Chegamos aos famigerados 48 fps. Pergunta inicial: alguém reclamava da fluidez das imagens dos filmes em 24 fps antes de O Hobbit? Segundo: alguém gostou mesmo dos 48 fps? A questão da definição maior da imagem, maior qualidade dos movimentos, é tudo bobagem. É preciso separar o mero capricho do realmente necessário. Se estivessemos vivenciando os eventos do filme, do ponto de vista da câmera, veriamos mais como a imagem de 24 fps do que a de 48fps (comparando os efeitos dos frames na tela). Não conseguimos assimilar tudo, razão pela qual vemos borrões no nosso dia a dia, quando algo passa velozmente por nós. A questão da falta de naturalidade dos 16 fps foi sanada pelos 24 fps, mas sem exagerar, sem tentar buscar uma perfeição insana. Outro inferno é o 3D. Críticos como o Pablo do CeC endeusam essa bobagem, defendendo que é preciso utilizar a linguagem correta e blá-bla-blá. Ok. E essa tal linguagem seria o uso quase permanente de "deep focus". Somemos 1 + 1: o próprio "deep focus" (auxiliado por câmeras e lentes corretas, que não vem ao caso, já que não possuo tamanho conhecimento técnico) já causa o efeito de profundidade do 3D, já que temos todos os campos em tela bem definidos. Não é preciso um óculos (ou as novas técnicas sem óculos, dá na mesma) causando um efeito artificial que o cérebro humano não consegue (não precisa?) processar. Em suma, 3D e HFR acabam se tornando um empecilho no cinema. É o mesmo que continuar lapidando uma gema depois que o resultado mais satisfatório já foi alcançado.
  5. Indiana Jones

    O Hobbit

    O Hobbit - Uma Jornada Inesperada Um filme que achei difícil de definir. Não tem nada de ruim. Também não tem nada de realmente excepcional. Peter Jackson caiu do lugar comum. A duração inflada é o pior dos problemas, mas divago. Talvez o problema real esteja na concepção equivocada do roteiro, de dividir um livro simples ao extremo em três longos filmes. Daria, na boa, para fazer um único filme de, no máximo, 200 minutos de duração. Nem a divisão em duas partes beneficiaria a obra cinematográfica, como ocorreu com o sétimo livro de Harry Potter. O Hobbit, o livro, é um contínuo, uma sucessão de pequenas aventuras que levam a um clímax épico, como num conto infantil (não, não é um livro infantil, apesar de também ser adequado ao público com menos de doze anos). Jackson e seus comparsas não viram assim. Transformaram o livro em uma máquina de ganhar de dinheiro e experimentar novas tecnologias. Os péssimos 48 quadros por segundo, o sempre irritante 3D e o visual CGI e artificial de praticamente tudo que aparece na tela são prova desse imenso laboratório em que O Hobbit foi transformado. Ainda assim, Jackson consegue entregar um filme competente, ainda que pouco memorável. McKellen, Freeman (ainda que imensamente prejudicado pelo roteiro), Armitage e Stott carregam o filme com suas atuações. Não podemos esquecer de Andy Serkis mais uma vez roubando o filme, mesmo que com a cena em si sendo decepcionante (culpa dos acelerados 48 fps?). A ação sempre competente e as paisagens naturais da Nova Zelândia são novamente os trunfos, utilizadas de forma precisa no contexto do filme (o que é muito, considerando a falta de ritmo causada pela duração excessiva). O humor pastelão me surpreendeu pela boa execução, já que combina com a própria cultura desenvolvida para os anões. Enfim, um filme três estrelas típico, nada memorável, mas distante da ruindade que impregna o cinema atual.
  6. Indiana Jones

    James Bond - 007 (A Série de Filmes)

    Considerava 007 Contra o Foguete da Morte e 007 - Um Novo Dia para Morrer os piores da série, mas estão crescendo aos poucos. São filmes elegantes e elaborados em suas composições visuais. No primeiro temos um trabalho fabuloso de Ken Adam, talvez seus melhores sets para a série. Some ainda a majestosa trilha de John Barry. O tom "foda-se" (mas consciente) impresso por Lewis Gilbert se encaixa estranhamente bem aos aspectos mais elaborados do filme. Um trabalho de fotografia bacana e um Roger Moore inspirado (um grande e subestimado ator, nos Bonds e fora deles) completam o pacote, que falha apenas no elementos mais kitsch (o laboratório de Q, no mesmo tom errado do filme anterior, filmado com uma preguiça monstruosa) e no roteiro que recicla os dois filmes anteriores de Gilbert para a série. Chegando à obra de 2002 constatamos, com uma saudável distanciação de 10 anos, que o filme é bastante competente. Até chegarmos ao palácio de gelo (e o tom "foda-se" tomar conta até o desfecho) temos um dos melhores filmes da série. Mesmo os elementos mais absurdos dessa primeira metade funcionam dentro do contexto do roteiro. Surpreendentemente, temos uma "terapia de troca de DNA", um Bond surfista, London Calling, Maddona (!) e um duelo de espadas integrados de forma coerente com a trama de espionagem mais "real" do roteiro, tudo amarrado de forma segura por Lee Tamahori. Destaque também para a elaborada e sombria fotografia de David Tattersall, a mais radical da série até a época, fugindo do arroz com feijão que víamos há muitos anos (apesar de quebras nesse padrão, como o competente Robert Elswit em TND). Pena que o restante do filme seja desinteressante, decaindo para um filme genérico de ação (ainda que bem acima da média).
  7. Indiana Jones

    Últimos DVDs Adquiridos

    A situação tá tão braba que congelei meu plano de só adquirir BDs. Últimos DVDs cofrados: Lost - Coleção Completa por 120 no Submarino No Direction Home - Bob Dylan duplo da Paramount por vintão nas Americanas de tijolo O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel simples, por 10 contos, na mesma Americanas (o meu disco de 2002 oxidou legal, o BD está quase a mesma coisa em relação à imagem e ODEIO a versão estendida)
  8. Indiana Jones

    O Hobbit

    Admiro muito (detesto a expressão 'fã') Tolkien, Peter Jackson e O Senhor dos Anéis em filme. Mas estou com vontade de zero de ver esse filme, pelo menos agora nos primeiros dias. Não tenho nenhuma ressalva quanto às prematuras comparações com a NT de Star Wars (que admiro bastante, mesmo preferindo os originais), mas desde as primeiras imagens, trailers e informações... estou com um feeling de que vai sair uma bobagem daquelas. Essa sensação se consolidou quando vi a duração de 169 minutos (condensando o quê? 6 capítulos de um livro infantil?) e várias cenas kitsch nos trailers e videoblogs da produção (trenó de coelhos? visual CGIzão artificial dos trolls e orcs? humor pastelão? please bitch...). Espero estar completamente enganado, já que admiro demais a fimografia de Jackson (incluindo Um Olhar do Paraíso... vejam bem...). A própria divisão do livro em três filmes longos já é uma descarada jogada de marketing para arrecadar mais (e, claro, quando mais longo, mais os fãs imbecis irão rever para absorver tudo). Sem contar a sempre dispensável versão estendida prometida para o meio do ano (sim, odeio com todas as forças aqueles Godzillas com elefantíase que Jackson apresentou como "complementos" às versões de cinema de SDA). Sabe-se lá o que eles cortaram da obra, já que estou com a sensação de que incluíram cada frame e cena alternativa para inflar a duração para quase três horas. Novamente, espero estar errado em tudo, apesar do forte pressentimento. Volto aqui quando assistir à obra.
  9. Indiana Jones

    Star Trek - Além da Escuridão (2013)

    Depois do trailer e da sinopse? Gary Mitchell, com certeza.
  10. Indiana Jones

    007 - Operação Skyfall

    Sério mesmo? Eu acho que entregaram um legítimo Bond e um legítimo Sam Mendes, antes de mais nada. Se você se mantém fiel à essência do personagem, as influências se tornam praticamente irrelevantes. Os filmes do Bourne influenciaram mais nas cenas de ação do que na direção e roteiro dos Bonds. São duas criaturas completamente distintas. Bond tem personalidade própria. Quando eles violam essa personalidade, independente da qualidade do roteiro ou da direção, o filme fica estranho (007 - Permissão para Matar): Bond se torna um intruso no próprio filme. Em Skyfall a influência de Bourne, mais visível nos filmes anteriores, é quase ausente. Mendes aposta em takes longos, deixando a própria natureza da ação se adaptar à narrativa, ao contrário dos ataques epiléticos de Greengrass. Se teve algo que Bourne influenciou de fato nos Bonds (e no cinema de ação atual) foi no campo do "realismo", sem fantasiar no roteiro ou na ação. Nos Bournes de Greengrass vemos um sutil descaso do diretor com a trama, o que é revelado no decepcionante desfecho do terceiro filme (que não discutirei em detalhes, pois só vi no cinema), em detrimento das maravilhosas sequências de ação. É tudo muito bacana, mas sem muita substância. Ao contrário, os Bonds de Craig não são um amontoado de cenas de ação cool em cenário europeu: tudo serve ao seu propósito, o propósito do roteiro. Outro ponto de divergência é o senso de humor, ausente nos Bournes de Dark Knights da vida. Bourne leva o "realismo" muito a sério, assim como os Dark Knights de Nolan. Esses filmes tem que se manter, pelo menos um pouco, no território do ridículo, saber rir de si mesmos. Nolan, por exemplo, não se toca do ridículo que é ter um cara vestido de morcego batendo a torto e a direito em mafiosos por toda Chicago. Imaginem um cara desses em São Paulo, Rio de Janeiro ou Belo Horizonte, só para se ter noção do absurdo que seria ter um batmóvel andando graciosamente nas ruas e a polícia nunca descobrindo quem teria essa grana toda para bancar a aventura. Não Bond. Não em Skyfall. O senso de humor nada discreto (as piadinhas da série estão de volta, organicamente inseridas no filme) nos lembra que, apesar do senso de realidade e urgência da obra, há algo de absurdo naquilo tudo. Assim, não há que se preocupar com a metade de um trem sendo arrancada e o maquinista seguindo em frente (sem pânico dos passageiros) por mais cinco minutos de filme. Mendes sabe que é um filme de Bond. Não precisamos de explicações para tudo que vemos na tela. Frise-se ainda que os "absurdos" do filme não chamam atenção para si mesmos, o que beneficia o filme e a história sendo contada, bem como o próprio desenvolvimento dos personagens. É a fórmula mágica da série em seu ponto máximo. Analisando friamente a obra depois da sessão podemos constatar esse momentos de ridículo mas, assistindo o filme sem se preocupar com essas bobagens, tudo parece fluir perfeitamente. E não é isso que é o bom cinema?
  11. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    http://omelete.uol.com.br/cinema/david-fincher-entra-na-disputa-de-star-wars-vii/ Ae. Ae Ae. Agora essa pora ficou séria!
  12. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Seguindo a tradição de série em trazer laranjas. Vai ganhar um nota para fazer o filme, mas provavelmente estará engessado com as instruções de Lucas para a direção. Poxa, eu gosto do Han Solo. Sei lá, me identifico com ele. Trabalho medíocre, cheio de dívidas, carro velho...
  13. Indiana Jones

    007 - Operação Skyfall

    Lembrando que Tomorrow Never Dies também tem um trabalho fenomenal de fotografia do Robert Elswit.
  14. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    E certeza que agora ele mata o Han Solo..
  15. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Lawrence Kasdan no roteiro? http://omelete.uol.com.br/star-wars/cinema/star-wars-roteirista-de-o-imperio-contra-ataca-pode-escrever-os-episodios-8-e-9/
  16. Indiana Jones

    007 - Operação Skyfall

    O problema com o filme é que os trailers entregaram demais. Toda a estrutura do filme foi revelada em 2 ou 3 trailers. Sévérine aparece de mãos atadas no covil faraônico do vilão > Silva atirando com uma pistola antiga (tiro ao alvo? não havia perigo nenhum na ilha...) > nem sinal da garota no restante do filme (considerando que deduzimos o roteiro do filme pelo trailer) A questão com Sévérine não é ter o destino clássico das bondgirls secundárias, mas que nenhuma das duas gostosas acaba sendo a bondgirl principal. Eve passa a sensação de ser a secundária. Então conhecermos Sévérine, que tem detalhes importante sobre o vilão, é misteriosa, é conquistada por Bond, e... pimba. É despachada sem cerimônias. O filme fica "sem" bondgirls até nos tocarmos de que M é a mulher fundamental da trama, não uma bonitona (lembrando que no filme anterior Bond só dá um selinho em Camille, sem ter nenhuma conexão sexual com a garota). PS: esse papo de a bondgirls serem mortas no meio do filme foi até motivo de piada no Cassino Royale dos anos 60.
  17. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Pelo andar da carruagem, as coisas começam a tomar forma. Se trouxerem os 4 protagonistas de volta (Luke, Leia, Han e Lando) com os atores originais, será apenas para passar o bastão. Coisa cretina. Caso isso ocorra, não vão matar ninguém para não chocar (é a Disney). Isso significa, adeus Harrison Ford É estranho que a Disney aposte em uma franquia protagonizada por idosos. Isso sugere mais um cameo nerdcore dos 4 atores. É possível também que não apostem em novos personagens para levar a trama adiante, e escalem "atores da nova geração" para interpretar o quarteto. Vader em forma de espírito, com provavelmente Hayden Christensen no papel.
  18. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Steven Spielberg, Zack Snyder e Tarantino (!?) já são carta fora. Vaughn também. Tomara que sobre para alguém realmente competente, não um pau mandado X. Os diretores da Disney/Pixar são paus mandados, mas ainda tem mais qualidade que os de live-action. E estou começando a achar que o Lucas deteve mais poder sobre a saga do que foi noticiado pela mídia... muito mais.
  19. Indiana Jones

    Peter Jackson

    O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei = 10,0 O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel = 9,0 King Kong = 9,0 O Senhor dos Anéis - As Duas Torres = 8,0 Os Espíritos = 8,0 Almas Gêmeas = 7,5 O Hobbit - Uma Jornada Inesperada = 7,0 Fome Animal = 7,0 Conheça os Feebles = 7,0 Trash - Náusea Total = 6,5 Um Olhar do Paraíso = 6,5 (considero as versões preferidas do diretor, ou seja, os cortes de cinema, e a versão de 97 minutos de Fome Animal). Não vejo esse oba-oba todo em Fome Animal, apesar de ser muito divertido. O senso de humor sem pudores mas bem executado de Conheça os Feebles é o top do diretor em comédias. Os Espíritos são outra pérola que merece ser redescoberta. Extremamente bem humorado e sem pretensões, Jackson investe em um filme policial/comédia de horror com sucesso. Vi apenas a versão de cinema (a preferida do diretor, que se refere ao "director's cut" como um "director's fun version", já que teve o final cut na época). O restante, com exceção de Trash - Náusea Total, necessita de uma revisão, pois não visito as obras há alguns anos. Um Olhar do Paraíso também está longe de ser uma porcaria, apesar a mão pesada de Jackson em alguns momentos (aquele final com o vilão me fez corar de vergonha no cinema).
  20. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Exato. Lucas não era imbecil de conferir o controle criativo dos eps V e VI e outros. A questão é que ele quase morreu no coração em 76 e não queria passar pelo mesmo estresse de novo. Provavelmente ele elaborou apenas a história a ser desenvolvida em um roteiro decente, com um argumento bem elaborado. Na direção/edição, os diretores eram meros paus mandados (ainda que de qualidade), fazendo o trabalho e recebendo ou não a aprovação de Lucas. Era o set que estressava Lucas, não os filmes em si. Imagino o trabalho de Kershner e Marquand semelhantes ao dos diretores de segunda unidade, recebendo instruções de filmagem precisas, mas dirigindo os atores, ponto fraco de Lucas. Fica claro nos filmes dirigidos por Lucas que o cara sabe filmar e contar uma história com segurança. O ritmo imposto na edição também é primoroso. Não é um diretor fraco, apenas não se interessa tanto pelas atuações. O elenco classudo da NT garante, em parte, a eficiência dos filmes. Mesmo não sendo a melhor performance de suas carreiras, Natalie Portman, Liam Neeson, Ewan McGregor, Sam Jackson e Ian McDiarmid oferecem atuações suficientemente boas, mesmo com a fraqueza de Lucas nesse campo. A TC é cheia de desconhecidos, que tem suas melhores atuações justamente nos filmes não dirigidos por Lucas. E Peter Cushing e Alec Guinness provavelmente se dirigiram no primeiro filme. Ou eles se saem bem apenas porquê o Lucas gritava "mais rápido e mais intenso"? Abro ainda um parênteses para American Graffiti - Loucuras de Verão, em que Lucas deixava a situação rolar e fazia sua direção na sala de edição. Outro trabalho espetacular.
  21. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Ainda rezo pelo 1% de chance do Spielba dirigir a bagaça, mas acho quase impossível. Vai cair na mão de algum pau mandado do naipe de Joss Whedon, Zack Snyder ou Matthew Vaughn. Alguém sem muito cérebro e que faça um servicinho para toda a família, no padrão Disney.
  22. Indiana Jones

    007 - Operação Skyfall

    Agora ouve essa música imaginando Bond e a bondgirl do filme em Skyfall. Isto é, a verdadeira bondgirl é M.
  23. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    Eu AMO as artes conceituais do Ralph McQuarrie. Se seguissem essa linha criativa, e fizessem um Star Wars mais wuxia/sci-fi/apocalíptico seria interessante. Digo, eles não tinham o orçamento e a tecnologia para dar tom preciso do McQuarrie na TC (e a NT tem outra concepção visual, mais focada no design futurista).
  24. Indiana Jones

    007 - Operação Skyfall

    E o mershan? Quantas Heinekens vocês contaram? http://www.imdb.com/title/tt1074638/board/flat/206498903?p=1 A verdinha rouba a cena sempre que aparece.
  25. Indiana Jones

    Episódio VII: O Despertar da Força

    http://en.wikipedia.org/wiki/Star_Wars_sequel_trilogy#Story_content Se seguirem essa linha de pensamento original do Lucas, com os heróis na casa dos 60/70 anos pode até sair coisa boa, com duas novas trilogias. Mas teriam que correr, senão o Harrison Ford não aguenta. ****************** Ah... agora sim Lucas deixou o filme bem melhor... http://www.movie-cen...t.php?ID=123195 Depois de 30 anos finalmente descobrimos que não havíamos visto os filmes, apenas uma versão incabada. Como pude aguentar assistir o filme de 77 com todos aqueles frames adicionais na cena da cantina? Francamente... http://www.movie-cen...rt.php?ID=17542
×