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Forum Cinema em Cena

Verbatim

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Everything posted by Verbatim

  1. Pô, a moderação já estragou a festa daquele tópico de SW... Eu tinha até abandonado a discussão quando li o resto. E a prova de que você ganhou é quando começam a apelar pra xingamentos infantis. Primeiro que eu nunca falei dentro do tópico que era protótipo de macho alfa, o coitado que fez esse comentário não sabe nem o que é beta, alfa, zeta... Isso que dá discutir com quem só assiste ao JN, vê novela ou lê jornal... Só faltou xingar de bobo e feio. Segundo que é engraçado o Dook falar em complexo de algum órgão sexual quando ele mesmo já foi comparado ao próprio testículo de um cara numa discussão aí. Terceiro que eu ia perguntar qual o tipo de mulher ele acha que resolveria nosso "problema", seria morena, loira ou... RUIVA? Acho que ele tem experiência com essa última, não é mesmo, Conde? Hehehehe Enfim...
  2. Feministas preocupadas com beleza? Cuidado pra não cair duro quando ver as de verdade como a Lola... Todas as mulheres antifeministas que conheci é que eram naturalmente belas, já as feministas sempre foram o cão chupando manga. A infantilização dos personagens é fruto da queda de testosterona também. Da emasculação. Porque se você se mantém na infância, você está sendo passivo, e se homens fossem naturalmente assim, ainda estaríamos tentando descobrir se pedras são comestíveis. Nos últimos 30 anos, pelo menos, ninguém vê mais personagens masculinos que sirvam de exemplo. Hoje o homem fodão é no máximo um playboy inescrupuloso ou vilão que se a gente parar pra ver é afetado, e as mulheres são machonas que podem tudo. Isso é tão invertido quanto escalar pessoas só pela cor da pele ou preferência sexual. Ora, que importância tem a minha pele ou o que entra no meu fiofó? Isso vai me credenciar a ser, sei lá, um bom médico, advogado, engenheiro? No entanto, essa atitude imoral desses produtores não é questionada. É aplaudida pela mídia igualmente corrupta. Fosse um filme ou outro, vai lá, mas agora TODOS são assim. Parou de ser entretenimento e virou instrumento de agenda política. A mentalidade feminista é a de que mulheres podem tudo, ou de que são tudo, mas na vida real não se esforçam pra serem nada, querem apenas privilégios cômodos tipo empregos que não ofereçam risco, são vitimistas e sempre inventaram uma opressão masculina que nunca existiu. Quer dizer que quando homens saiam pra caçar na época das cavernas e as mulheres ficavam em casa penteando os cabelos e cuidando dos filhos, elas eram oprimidas? "Ah, mas hoje os tempos são outros". Mas a natureza de cada um na sua essência não muda, ela apenas é pervertida. Ou no máximo você tem uma mistura aí que deixa tudo balanceado. Uma mulher pode ser masculina e um homem ser feminino. Fazer com que todo filme seja protagonizado por mulheres com habilidades irreais será uma injustiça contra homens, mas principalmente contra mulheres. Isso aí tá no mesmo nível que falar pros pobres que os ricos os oprimem e dar esmola de bolsa família pra mantê-los escravos dos benfeitores do governo. Agora chegar e falar que todo mundo tem que crescer com as próprias pernas e provar seu valor, não. Se a gente parar pra pesquisar vai descobrir que essa é uma tendência cada vez maior de umas décadas pra cá. Isso sim que é misoginia. Não parece, mas é. Já a misandria se consolidou a partir do momento em que a figura masculina inexistiu de forma positiva na TV e cinema. Ora, no passado a violência contra o homem, a falsa representação do que somos, também rolava, mas você tinha um herói que salvava o dia, ou heróis, haviam personagens mais densos, hoje não tem mais isso, porque os valores morais se perverteram na geração PlayStation. Se eu pesquisar aqui vou encontrar filmes mesmo antigos com homem e mulher (e no passado filmes com mulheres se destacando eram mais raros mesmo, a participação delas era discreta) ou mesmo só com mulheres comandando muito bons. Então que merda de discurso é esse que agora todo filme precisa pagar os erros do passado? Vão cobrar essa dívida eternamente? E só porque dizem ter sido assim já se torna verdade absoluta? Ou será que não estão usando essas agendas políticas com fins escusos, ao invés de nobres? A diferença é que no passado se sabia criar um roteiro. Você assistia até mais pelo elenco que pela história. Mesmo filme ruim valia pelo ator. Se criavam cenários ou usavam técnicas de efeitos realistas, não somente CGI porco e tela falsa ao fundo. Havia uma preparação do espectador até algo acontecer, não como hoje que é tudo muito rápido e raso. Havia uma inteligência nos diálogos, e os personagens eram espertos também, e não tínhamos tantos atores sem expressividade nenhuma. Até a tecnologia destruiu isso, antigamente não podiam fazer tantos takes, era um só. O que foi esse episódio VII? Praticamente uma historinha que eu esperaria de um episódio de Malhação. Outra prova definitiva do quanto esses filmes não tem alma é por serem PG-13. Se a classificação é pra criancinhas verem, como é que a gente pode esperar qualquer coisa que torne um SW adulto? Já pararam pra pensar por essa ótica? Imagine alguém fazendo algo semelhante a um Robocop ou Total Recall com Star Wars... Não, não pode, que isso, fã de Star Wars tem 6 anos de idade, é tudo mariquinha mesmo. Claro que não vão fazer isso, já que se mudar a classificação entra menos grana. E como isso não deprecia o produto final? Como isso não reforça o argumento de que SW é só patacoada infantil? Eu acho que temos que dar valor a qualquer coisa, menos os estupros em série que lançam em cima dessa franquia. Eu mesmo sou fã de outras, mas não sou desonesto de chegar aqui e dizer que são comparáveis aos filmes originais.
  3. Quando foi que eu falei bem de Jurassic World? Que troll fraco que você é, hein? Até JW tem agendas esquerdistas e é uma merda justamente por isso. Nenhum filme feito nas últimas décadas se salva. E se a gente parar pra pensar, nem os antigos eram isentos disso. A diferença é que a esquizofrenia chegou a níveis alarmantes nesse século 21. Primeiro: eu falei que é muito raro que sequências sejam tão boas quanto os originais. Remakes e reboots então, tem chance ínfima de serem bons. A sequência pra ser boa precisa se escorar na essência do original, e ser uma variação, pra justamente não cansar, mas não tão diferente assim, pra não ser vista como uma deturpação. Todos os remakes/reboots feitos hoje só se prestam a contar as mesmas histórias sob a ótica suja, imoral de seus idealizadores. É incrível como o objetivo maior é destruir o passado e substituir por um futuro em que ninguém quer viver. Não vale nem argumentar que devem ser feitos remakes por conta da evolução nos efeitos especiais, porque no passado se fazia tudo com mais dedicação, mesmo sem ajuda de computadores, combinavam várias técnicas, e o resultado saia bem melhor que qualquer um com orçamento de 200 milhões feito hoje. Fica claro pra mim que o esquerdista apenas posa de evoluído, progressista, mas suas ideias (e mentalidade) são previsíveis, as mesmas de sempre. Desconstruir o bom e colocar as agendas do partidão no lugar. Segundo: aqui está minha crítica de Jurassic World: http://forum.cinemaemcena.com.br/index.php?/topic/3914-jurassic-world/page-12 Eu achei ruim da mesma forma que SW. Mas nesse ponto dos PERSONAGENS tenho que reconhecer que acertaram EM CHEIO. O Jurassic Park original tem pessoas normais da mesma forma que Jurassic World. Desde quando uma Mary Sue é alguém inspirado na realidade? Só se for na fantasia doente de vocês. E o Jurassic Park original é um filme que, ironicamente (apesar de ser mais antigo), não é tão melhor que JW em alguns pontos. Primeiro que os dinossauros são todos fêmeas (e até mudam de sexo). Aposto que se fosse hoje, diriam que são todos castrados, apesar que os "machos" de hoje só não são castrados fisicamente, mas se comportam como tal. Segundo que temos diálogos como esses em JP. O que era apenas sarcasmo hoje virou obrigação de enfiar goela abaixo em quem assiste. - God creates man. Man destroys God. Man creates dinosaurs. - Dinosaurs eat man. - Woman inherits the earth. Ou ainda aquela parte do John Hammond se oferecendo pra religar a energia do parque por ser algo que um homem deveria fazer e não uma mulher (a Dra. Sattler), em que o diálogo rola assim: - But it ought to be me, really, going. - Why? - I'm a... And you're a... - Look. - Come on, let's go. - We can discuss sexism in survival situations when I get back. Pra você ver, em 1993 quem escrevia esses roteiros era mentalmente são. Hoje, com essa ideologia de gênero (a última palhaçada é a dos banheiros unissex), ninguém mais sabe quem é o macho ou a fêmea, o que significa ser masculino ou feminino. Fosse hoje em dia esse tipo de diálogo seria reescrito, porque haveria uma Mary Sue pra chutar o cu dos raptores e fazer coisas impossíveis que nem um MAcGyver pensaria. Em Jurassic World rola uma cena em que um irmão até questiona o outro do porquê ele se comporta como um idiota só porque tem garotas por perto. Só por esse trecho esse filme já ganhou meu eterno respeito, ao contrário de tantos outros em que colocam homens como capacho pra elevar figuras femininas. Tanto é que comédias românticas nem são mais produzidas como antes. Assim como musicais, esse é um gênero de filme que morreu hoje em dia. Sabem o porquê? Porque também se tornaram ridículas de tão forçadas. Mesmo na época quem via já achava isso. Imagine hoje com essa geração zumbi, imediatista, que fica fixada no celular, que vai embora na terceira coisa que você fala, em que só sobraram sites de relacionamento que são puro estelionato, sem contar a perversão de padrões atuais de beleza em que uma mulher de 100 kg com 2 filhos de pais diferentes se acha uma deusa? Ninguém da geração atual acharia um filme como "Harry e Sally - Feitos um para o Outro" minimamente verossímil.
  4. Os fãs não estão aborrecidos porque tem mulher ou negro em SW, porque ambos já apareceram antes. É a forma com que isso é feito. A desculpinha de que "se você criticar é contra negros ou mulheres" é usada pra calar a boca de quem vê a realidade como ela é. E disfarça os defeitos grosseiros e as agendas imundas que todos os filmes lançados hoje tem. É um tapa na cara de fãs de verdade ter uma mulherzinha do nada, de forma súbita e ridícula, se mostrar fodona e poder usar a Força sem nenhum treinamento, e saber mais a respeito da Millennium Falcon do que o próprio Han Solo. Se você compra esse tipo de roteiro, meu filho, das duas uma: você é um completo idiota, ou começou a ver filmes ONTEM. Esse episódio VII desgraçou os personagens lendários da franquia e deixou a esmagadora maioria dos fãs (críticos e babaquinhas feministas não inclusos) ENOJADOS. Ninguém quer ver um filme em que uma Mary Sue biscatinha não passa por nenhuma adversidade. Esse tipo de história é entediante até dizer chega. A Disney poderia no mínimo ter visto a franquia ALIEN e modelado suas personagens femininas na Tenente Ripley, que tinha suas falhas, mas as superou no final. Isso não vai acontecer, feministas irão chiar e reclamar aos quatro cantos se uma mulher for representada com falhas, porque mulheres TEM DE SER PERFEITAS. É por isso que enalteceram a Rey mas desprezaram a Claire de Jurassic World, porque essa última era uma empresária/cientista (e feministas não vivem reclamando que não há mulheres suficientes em profissões de exatas?) desapegada da família e direta ao ponto (como uma mulher seria se dedicasse sua vida a construir uma carreira). Não importou pra essa gente que essa personagem em Jurassic cresceu durante o filme e provou ser uma mulher de liderança, à sua maneira, até salvando o personagem do Chris Pratt quando ele estava numa jaula de Raptores (aqui como um homem também totalmente inverso a todos de SW, igualmente "alfa"). Não entendo como alguém pode se considerar cinéfilo se acha legal ver uma Mary Sue adolescente com poderes de personagens de anime. Não foram só os valores morais que se perverteram, hoje em dia estão aceitando qualquer lixo em termos de entretenimento. Mulheres em teoria consomem mais que homens, então acreditam que fazer filmes assim dará mais lucro. Só que a mentalidade feminina é invertida, ao mesmo tempo querem e NÃO QUEREM essas bajulações. A maior prova disso é que os bonequinhos da Rey não vingaram. Se bobear quem mais deu lucro a esse episódio VII foram os próprios homens, que como gado que são, viram até mais de uma vez. E não se enganem, é nisso que SW e toda a mídia se transformou, apenas voltada a gerar lucro, pouco importa a qualidade do produto final. O que a Disney fez foi apenas se escorar numa franquia que dá muito dinheiro, ela está cagando pra se eu ou vocês acham bom ou ruim. No passado a Disney contava histórias melosas em que haviam príncipes e princesas, mas chegou a um ponto em que essa lorota cansou e agora inventaram outra bem pior pro século 21, a de que mulheres podem tudo e homens (ou melhor dizendo: masculinidade) são/é dispensável(eis). Eu particularmente não me importo mais com toda essa onda politicamente correta/marxismo cultural, a pervasividade dessas nojeiras não me aflige nem um pouco. Não consumo mais nada recente, e, francamente, mesmo minhas memórias de infância perderam força quando eu passei a pensar por conta própria e questionar o valor delas. E outra coisa, antes que eu me esqueça: a apelação que os fãs de SW denunciam não se restringe a essa saga. Se pararmos pra pensar em outras que ganharam continuações, com o tempo cada vez mais os roteiristas passaram a criar situações igualmente estapafúrdias que no máximo arrancavam risos de quem assistia. Os filmes de 007 são um ótimo exemplo disso, peguem a era Roger Moore e Pierce Brosnan que vocês vão entender onde quero chegar. A gente sabe muito bem quando a coisa passa do tolerável (mesmo dentro da ilusão) e vira desenho animado, insultando a inteligência do espectador. Como não? A diferença é que agora não sabem mais como contar (ou mesmo bolar) histórias que mantenham nosso interesse. Então você soma o absurdo com a pau-molenguice do diretor e roteirista, e o resultado é uma verdadeira hecatombe. SW Episódio VII (que deveria se chamar THE FARCE AWAKENS) é uma cópia descarada, um remake do IV, feito para agradar feministas e vilipendiar a figura masculina. Eu já disse aqui que tenho horror, HORROR a remakes e reboots. Porque a função deles é cuspir naquilo que já foi bom. É muito raro um filme ter uma sequência boa, ou uma refilmagem ser melhor que o original. Até o trailer de SW: Rogue One confirma o que eu digo, mais uma personagem feminina como protagonista, e igualmente infectado pelo politicamente correto. Quais as chances de um novo SW com um homem, ainda mais branco, como protagonista, hoje em dia? Nenhuma. Mas não, apontar o óbvio é ser racista. Não ser racista é dizer que Hollywood está "branca demais" e que "pessoas de cor" e mulheres merecem mais chance, como o J. J. Abrams. Tá faltando o que pra esse homem ser canonizado? Se você discute ou questiona as intenções desses caras, você que é um racista filha da puta. Tão vendo como funciona a lógica dos histéricos? SW já foi parasitado até dizer chega. Bem que o Alec Guinness nos avisou que terminaríamos aprisionados num mundo fantasioso de banalidades infantis e ordinárias. E neguinho aqui está tão louco que assiste a esse episódio VII e não se toca disso. Em tempo: o racismo é fato no exterior SIM, ninguém nega que ele existe. Só que a partir do momento que se usa isso como artimanha, como ardil sujo pra calar a boca dos críticos sobre todo tipo de sacanagem, sobre a destruição de valores, pra se empregar um ator só porque ele é preto (e não por ser bom), ou se coloca uma mulher que não tem defeitos e se diz que isso é "justiça social", se argumenta que agir assim é "levantar a figura da mulher", aí meus amigos, realmente estamos vivendo numa sociedade hebefrênica e entorpecida, que é incapaz de reconhecer que psicopatas vivem de parecer aquilo que não são. Não se deve ter apreço algum por doentões que valorizam políticas vitimistas.
  5. Estou com preguiça de quotar, então procurem aí que vocês acham. É um post que você ao mesmo tempo critica o que veio depois da trilogia clássica, dando uma indireta como se sair disso que está rolando atualmente fosse um retrocesso. A falácia é que dois errados não fazem um certo. O que o George Lucas fez com SW pode ser menos pior, mas continua sendo ruim do mesmíssimo jeito.
  6. A maior falácia postada nesse tópico acho que veio do Dook. Ninguém aqui (acho que até o Dook incluso) é viúva de um sujeito burocrático e egocêntrico como George Lucas. Querer que ele volte é que nem querer que o PT saia do poder, mas o PSDB entre no lugar. Os únicos méritos de Lucas foram seu "senso de oportunidade" e INTELIGÊNCIA, ao criar um universo ficcional vastíssimo, e manter tudo debaixo do seu controle. Ao expandir, explorar, comercializar a parada. O que não pode ser confundido com competência artística de forma alguma. Sinceramente, Star Wars a gente perdoa o primeiro e segundo filme, mas as recauchutagens, continuações, desenhos de TV e agora esse reboot (que, como estelionatários que são, fingiram se tratar de continuação), são tudo uma puta duma bosta apoplética do caralho. A verdade é que SW todo mundo delira por causa do visual. Lindo, soberbo, estonteante, mas uma merda. E hoje em dia só sai filme vagabundo, ordinário, com roteiro de bosta, mas que é imposto por causa dos efeitos especiais. Até Star Trek, em que isso era secundário, se rendeu ao esquemão. Porque algum imbecil que só pensa em dinheiro quis assim. E lógico que todo filme é refém do contexto político-social em que está inserido. Pra mim quando esse contexto acaba influenciando negativamente toda a película, se tornando pervasivo ao ponto de engessá-la, o resultado final não fica bom. Por exemplo, não se fazem mais filmes "politicamente incorretos". Não se fazem mais filmes com mulheres baixando a bola. Ou enaltecendo a família, heterossexualidade, etc. Só se faz novelão porco e apelativo. E o que pode ser mais apelativo que matar um personagem como Han Solo? Se só sabem usar as mesmas fórmulas, mas com a deturpação mental de hoje, e sujando tudo de bom que já foi feito, pra que continuar assistindo? Hollywood só sabe fazer remakes e reboots porque as ideias acabaram, ou eles fazem com objetivos escusos em mente? Porque eu tô pra ver remakes/reboots que sejam bons. Todos são fracassos. E o novo Caça-Fantasmas é a prova cabal do que estou explicando. A rejeição foi unânime. Não porque o elenco é composto de mulheres, como idiotas querem argumentar. Mas porque as pessoas já estão de saco cheio do vilipêndio aos clássicos, da falta de originalidade e de uma proposta que de cara você já vê que é uma bomba, pelo próprio trailer. Sequência, como uma vez explicaram pra mim, na hipótese raríssima de ser tão boa ou até melhor que o original, tem que beber na fonte do primeiro filme, ser diferente (criativa), pra não cansar, mas NÃO TÃO DIFERENTE a ponto dos fãs acharem que não é a mesma coisa. Se era pra refazer o episódio IV, era melhor não ter feito. Ninguém aguenta mais a mesma coisa, ou qualquer porcaria que apenas se escore numa marca. Tem franquia aí que já revi os filmes várias vezes, mas quanto mais refazem, pior fica. Ah, mas Star Wars consiste em isso, isso e aquilo. Então quer dizer que todo filme vamos ter que aguentar ursinhos carinhosos, Jar Jar Binks e robozinhos? E se eu disser que isso tem que ser jogado fora, mas outros elementos desse universo não? Vai deixar de ser Star Wars?
  7. Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz. Essa é a mentalidade psicótica de todo esquerdista. Colocar cota em todo filme pra mulheres, negros, gordos, etc. e ressaltar isso não é preconceito. Não, é ser iluminado. Realmente... Fazer filmes (e não só SW, óbvio) em que homens são andróginos, maus, fracos, etc. enquanto mulheres são sempre vítimas ou fodonas com habilidades irreais que homens nunca tiveram não é representar de forma errônea tanto homens quanto mulheres, não é denegrir mulheres de forma invertida, é "fazer justiça social". Sinceramente? A verdade é que essa mentalidade denunciada sempre existiu, e não é de hoje. A tal misandria é uma que sempre rolou. Eu falei recentemente, mas peguem um filme como Titanic, por exemplo. Vejam como sempre colocam histórias matrixianas de homens se rastejando para o filme receber boas críticas da mídia feminista. O ponto marcante do Titanic para a mídia feminista foi o triângulo amoroso que sequer existiu realmente, ao invés do acidente que vitimou várias pessoas. No caso do Facebook, o ponto alto ao invés do documentário da rede social foi uma historinha matrixiana. Depois perguntam por que o mito do amor romântico impera mesmo sendo uma mentira: porque idolatrar a mulher e humilhar a figura masculina VENDE. Eu não me importaria se PELO MENOS o que fosse produzido hoje tivesse o mínimo de qualidade. Mas, além de serem propagandas descaradas, ainda não tem qualquer valor artístico relevante. O "Jar Jar Abrams" transformou SW em LOST: perguntas e mais perguntas sem respostas ou com explicações insatisfatórias, além de mais furos de roteiro que um queijo suíço. Resumindo:
  8. Ele vai passar a prestar atenção quando a coisa sair do mero debate de ideias pra discriminação DE FATO. Enquanto se restringir ao fórum CeC, ao monitor dele, estará tudo tranquilo. Mas quando passar a afetar não só a diversão mas o dia a dia, aí ele vai se perguntar que tipo de opressão ele, o idiota útil, fez pra "merecer isso". A pessoa tem que ser muito desprovida de cérebro pra acreditar piamente em benfeitores como J. J. Abrams, ou mesmo artistas em geral. Um sintoma da baixeza moral da sociedade moderna é a autoridade quase sacerdotal que nela desfrutam essa gente do show business, aos quais todas as demais culturas, sem exceção, reservavam o último lugar na escala da respeitabilidade pública. Vocês sabem que partidos políticos adoram usar todos eles pra alcançar seus objetivos, não sabem?
  9. Olha, quanto mais o filme avançava e mais eu era "brindado" com incessantes cenas da bolinha fofucha ou do Finn pagando mico especialmente com a Rey, mais tive certeza que "verdadeira masculinidade" é um conceito que não escapa só ao J. J., mas a essa geração inteira... Realmente eu acho que sou um dos poucos que sabe o que é isso. Uma dica: um filme pode ter esse atributo mesmo que só tenha mulheres e nenhum homem nele. Não me espantarei nem um pouco se cotas pra todo tipo de indivíduo surgirem cada vez mais no cinema. Porque foi apenas isso que sobrou, já que o resto deram descarga. Evidente que o objetivo é desconstruir tudo que foi bom, evidente que originalidade é uma palavra proibida no mundo esquerdista, carente de seres pensantes. Então o que vai restar é isso mesmo, estuprar franquias como essa até não poder mais. Sem querer entrar no mérito, mas já entrando, os maiores racistas são os próprios negros. Por que ninguém fala que negros escravizavam outros negros e brancos eram escravizados também? Ou que foram os conservadores (que são os maiores vilipendiados) os maiores defensores do fim da escravidão? Por que não comentam que, embora negros sejam maiores vítimas de crimes, também são os maiores autores destes? Que todo assassino é considerado um instrumento de violência branca contra negros? Ou contestam a falácia de que toda violência policial é racismo contra negros, sem levar em conta se o autor também era negro? Ou ainda que o argumento de que europeus eram os maiores escravizadores omite o fato de que tropas muçulmanas, repletas de negros, invadiram a Europa e escravizaram muitos brancos por 8 séculos antes dos europeus chegarem na África? Ou de que "a discriminação é resultante da diferença de padrão econômico", quando se omite o fato de que passaram várias décadas entre a abolição e o começo da industrialização nacional e os negros se reproduziram muito mais que o número de empregos disponíveis? A pérola maior é ouvir direto que negros são incapazes, coitadinhos (de forma velada, claro) e por isso precisa rolar cota em blockbusters como Star Wars. Ouvir de um diretor que "pessoas de cor (um termo tão velho que ninguém lembrava mais - palavras do próprio J. J. Abrams) precisam de uma chance". E quem contesta esses discursos e a intenção deles é que está errado. Bom, já que a minha opinião não importa, fiquem com essa do YouTube, então... - Como vamos nos livrar do racismo? - Parando de falar sobre isso. Perfeito. E eu não disse que o Zachary Quinto foi escalado por ser gay. E sim que o personagem dele é afetado em Star Trek, já em Heroes era o vilão mais modafocka que já vi. Ele ser gay não deveria importar justamente por ser um ator talentoso. Só que hoje em dia é motivo pra ser chamado. Apenas pela opção sexual. Não por ser um bom ator. E falando em Star Trek, esse último SW me lembra o filme Generations. Com a diferença que, apesar de terem jogado na latrina também um personagem clássico (Kirk), a equipe da Nova Geração já tinha uma bagagem e substituiu a antiga decentemente. Já esses novos personagens e mesmo atores, você tem que ser muito louco pra achar que algo bom pode sair de todos eles.
  10. O raciocínio desses psicopatas é invertido. Pessoas normais não percebem a malícia deles. Colocar pessoas de classe, etnia e credo diferentes umas contras as outras é uma das agendas dos esquerdistas. Dividir pra conquistar. Lógico que pra desconstruir o discurso deles você precisa notar algo mais além de palavras, querer enxergar além das aparências. Pra começo de conversa, não é racismo ou discriminação um filme não ter pessoas negras em sua maioria, assim como mulheres, asiáticos, gordos, etc. Sempre tivemos negros e mesmo mulheres desde que existe cinema, a diferença é que não se usava o expediente do vitimismo e coitadismo pra que eles tivessem oportunidades. Hoje a gente lembra de um Morgan Freeman, Samuel L. Jackson e tantos outros não pela cor da pele, mas talento. E não só talento, óbvio, mas porque tá cheio de gente boa aí que não vinga, mas pelos personagens e filmes que eram bons. Já que quando o filme é ruim ninguém lembra deles, é tão difícil que isso aconteça quanto colocar um Messi numa equipe de pernas de pau e querer que ele carregue o time nas costas. Pessoas como o J. J. enchem a boca pra falar de uma discriminação que se existiu já acabou faz tempo, mas graças a "benfeitores" como ele continua viva. Essa dívida histórica não será paga nunca, eu vou ter que responder pelo que o meu antepassado de 300 anos atrás fez pelo resto da vida? Ele é ao mesmo tempo racista contra brancos e negros. Acho até que rolou uma entrevista aí dele dizendo que não via problema em colocar um gay no próximo SW. Veja que eu citei o Zachary Quinto como péssima escolha pro Spock, mas quando conheci o ator, achei ele excelente em Heroes. Será que ele só teve essa chance por ser gay? O que isso importa no final das contas? E o problema não é se fazer um filme com mulheres tendo destaque. Reveja meus últimos posts aqui no fórum que você vai ver que eu avaliei Supergirl (1984) melhor que SW. Se já viu esse filme sabe que os homens que aparecem nele são meros coadjuvantes. Mas sabe qual a diferença entre um e outro? É que não rola depreciação tanto dos homens que estão nele quanto da película em si. Uma mentalidade mesquinha derruba um filme inteiro. O que vejo em SW seria o mesmo que fazer um filme aos moldes da antiga série Esquadrão Classe-A e mostrando mulheres como donzelas indefesas, materialistas ou algo do tipo. Claro que isso pode ter rolado, mas não era em 100% do que se fazia. É que nem a censura no tempo dos militares, proibiam uma notícia, e um tempinho depois ela era divulgada. Hoje, meu filho, TODOS os jornais são vendidos ou apenas replicam o que meia dúzia de famílias no mundo todo querem, e censuram eles mesmos DE GRAÇA, e contando com as bênçãos de toda a mídia, o que for inconveniente. Isso não é censura? Ah, não, é "democracia". É, deve ser, em um governo cada vez mais totalitário e despótico... Será que não rola um meio-termo aí não? Tem que um subir nas costas do outro? Ou seja, eu só posso fazer um filme em que homens são fracos, maus, incompetentes, maus exemplos ou subordinados a mulheres com habilidades fantasiosas? Ou então quando a mulher é má, foi algum homem que a levou a isso? Mas nunca houve isso em tempo algum do outro lado! E o resultado é que esse SW foi apenas uma novela de puta mal gosto (e novela é com o J.J.), pra causar, pra querer apagar aquilo que já foi bom, nesse caso o Han Solo. Podem reparar, todos esses remakes e reboots visam apenas isso. Acabaram as ideias, só restou chupinhar o episódio IV? Não se fazem mais filmes originais? Claro que não. É que se for realmente original, com uma história legal, personagens realistas, homens tendo algum destaque positivo, mulheres baixando mais a bola, aí não pode, é feio... Eu ficaria quieto se fosse um filme ou outro, mas todos os produzidos hoje seguem essa fórmula denunciada. TODOS. 100%. Então deixou de ser cinema, e virou peça de propaganda feminista, politicamente correta. Estamos vivendo já há pelo menos algumas décadas assim, e ninguém se ligou nisso. Engraçado que os mesmos que acham cotas ridículas e imorais ou errado não se poder seguir padrões pra criticar os outros (como de gordos não serem automaticamente bonitos, como querem nos convencer a qualquer custo hoje) não reclamam quando o mesmo expediente é usado no cinema. Então não reclamem, daqui a pouco vai valer tudo. O negócio já começa viciado quando no primeiro diálogo puxam o saco da Leia. E sem contar que não fazem mais filmes que não sejam PG-13. Então é claro que o objetivo é faturar, e dane-se a qualidade final. É claro que isso é fruto de emasculação, coisa de viadinho não permitir violência, é claro que é fruto de um ginocentrismo. E outra coisa, quer colocar algum personagem masculino? Que não seja mais um andrógino, como tem a rodo hoje. Acreditar que esse episódio VII é exemplo de alguma coisa pra mim é o mesmo que cuspir na cara até de fãs que poderiam bolar histórias muito melhores. Alguém aqui é ingênuo de acreditar nas boas intenções dessa gente? Star Wars acabou depois de 2 filmes e meio, quando os ursinhos carinhosos começaram a pipocar na minha tela eu sabia que dali em diante só viria punhetação lixo.
  11. Esse J. J. é um esquerdopata, racista sem vergonha, e ainda diz que outros é que são racistas, querendo ao mesmo tempo faturar com as imundices dele. Peguem qualquer entrevista desse cara que vocês irão constatar isso: http://www.slashfilm.com/star-wars-7-racially-diverse/ Fonte: https://archive.is/sF8fx Quem transforma esses filmes nesses esgotos são as produtoras que são igualmente doentes, é só ver aqueles emails vazados da Sony em que os caras estavam decidindo quem seria o novo 007 negro. Botar um diretor desses não é nada comparado a tudo que a Disney e todas essas empresas já fizeram de ruim. O que falta nesse filme é testosterona. Atualmente só predomina a fórmula de pintar mulheres como fodonas de uma maneira 100% fantasiosa, totalmente artificial, e todos os homens como fracos e/ou vilões. Teve um comentário no iMDB que resumiu esse episódio VII perfeitamente: A diferença é que quando a parada é orquestrada por TODA A MÍDIA (ou os fãs são tapados), não há sinais de rejeição GENERALIZADA, como ocorreu com esse novo Caça-Fantasmas, que caíram matando em cima do trailer. Mas há uma rejeição EM MASSA, se levarmos em conta não feministas e críticos comprados, mas fóruns de discussão e a opinião mais abalizada de quem realmente gosta de cinema. Claro que quem tem opiniões mais acertadas não tem o mesmo destaque dos outros macaquinhos midiáticos. E outra coisa (não só pra SW, ressalto): ninguém contesta essas bilheterias e mesmo orçamentos divulgados, nunca. A trilogia original de SW e muitos filmes de décadas passadas fizeram um sucesso muito mais expressivo, muito mais significativo, comparando-se com o que gastaram pra lançar, que esses 2 bilhões de hoje em dia (em que também se gasta muito nas idas ao cinema). Qual filme feito hoje, mesmo o mais simples, que não gasta no mínimo 100, 200 milhões? Mas aí o fã bobão que só sabe ler estatísticas vazias acha que esse episódio VII abafou. SW hoje em dia só se sustenta pela marca, pelo que de bom já rolou num passado bem distante. "Ah, mas você não curte a franquia!". Minha resposta pra quem pensa isso: tu tá de sacanagem, né? Olha o que esse cretino desse J. J. fez com Star Trek. Eu adorava a série clássica, os filmes antigos, as séries que vieram depois... Star Trek estava morto, mas era melhor ter continuado assim, que ganhar esses reboots, peguem o que foi o Kirk da série original (o ator todos reconhecem que é péssimo, mas o personagem fantástico), e no que se transformou, um moleque sem carisma, peguem o Spock, que era contido/comedido, sagaz, e que agora de "vulcano" não tem nada, sem contar que Star Trek sempre foi muito mais cerebral/filosófico/político, que escorado em explosões, efeitos especiais e histórias mais infantis, diversão pipoca tipo Star Wars, isso que diferenciava mais os dois, e agora se tornaram iguais. E depois da recepção ruim que o novo filme Trek teve no trailer, processaram até quem realmente aprecia a série e fez um filme no Youtube com dinheiro arrecadado... Claro, quem OUSAR criar algo melhor que esses grandesíssimos filhos duma puta tem que ir pra cadeia, mesmo. Peguem LOST, outra cria do J. J., toda aquela punhetação vazia, a série mais embusteira de todos os tempos, que no final terminou pior que novela da Globo... Meu, na boa, querem defender Star Wars? Defendam. Mas o que fizeram com esse filme foi um crime. Em tempo:
  12. O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015) - 1/5 Mais um pedaço de estrume dos dias atuais. Enquanto o original era bem dirigido, tinha um roteiro tenso, inteligente e um elenco bem escolhido e apreciável, este aqui é o inverso em todos esses aspectos, e a única razão pra vê-lo é o próprio Arnold. Os diálogos são risíveis de tão ruins. Esse Kyle Reese que escolheram parece ter saído de Malhação, anos-luz longe do que Michael Biehn no original foi. Jason Clarke como vilão apenas contou a seu favor que o ator é bizarro, em nada lembrando aquele visto antigamente. E essa Emilia Clarke como Sarah Connor é sem dúvida a escolha mais ridícula da história do cinema. Enquanto Linda Hamilton em T1/T2 era uma guerreira (nota: até mesmo a Lena Headey em Sarah Connor: Chronicles teria sido bem melhor), optaram por esta atriz que tem rostinho de bebê e é bem baixa. Não há química alguma também entre ela e Kyle Reese. E a recriação de T1 e sequência em que Arnold luta com ele mesmo é de passar vergonha. Resumindo: apenas mais um filme sem conteúdo, com explosões aqui, situações chupinhadas e forçadas ali (e dolorosas as piadinhas em torno do Arnold), um roteiro fraco e desagradável, elenco ruim e sem inspiração alguma... Até mesmo visualmente decepciona: a luta entre os Terminators é podre, de tão óbvio CGI, e CGI ruim. Os demais também, até um filme como T2 era mais crível que este aqui. O CGI de Oliver Reed em Gladiador, de quase 2 décadas atrás, foi mais convincente. Uma verdadeira hecatombe, que graças a Deus não terá continuidade. Star Wars - Episódio VII - O Despertar da Força (2015) - 2/5 (AVISO: SPOILERS) Nunca fui fã de SW, mas realmente não posso deixar de admirar o quão boa a trilogia original foi e como os episódios 1-3, que já considerava fracos, são superiores a este aqui. Esse J.J. Abrams é o maior embusteiro do cinema, tudo que esse cara toca, estraga, como fez com Star Trek, que nunca foi diversão descompromissada como SW, e sim uma franquia mais cerebral. Todos os personagens em SW 7 não tem profundidade, algo que todos os outros filmes de SW tiveram. E a história foi jogada assim na nossa cara, igualmente sem aprofundamento ou preparo, apenas um bando de situações aleatórias, como R2D2 acordando no final, ou Han Solo que poderia estar em qualquer lugar da galáxia, mas captura a Millennium Falcon de repente. O vilão principal é o que na minha opinião estraga o filme, e ainda tinha quem achasse o Hayden Christensen ruim... Começou até bem, mas depois se tornou um adolescente numa fantasia. Darth Vader usava uma máscara para se manter vivo, porque estava todo estrupiado, aqui ele queria apenas emular Vader (ou parecer "cool" pro espectador). Não deveria ter tirado, ou se o fizesse deveria ter um motivo pra isso... E enquanto Vader matava alguém quando estava frustrado, Kylo destrói um computador. Hehehe SW 7 se concentra bastante nos efeitos especiais e na ação, esquecendo o resto que comentei. Muito tempo correndo de monstros aleatórios, voando em batalhas constantes (que são rapidamente esquecíveis), e com cenas que não acrescentam nada ou são dramatizadas desnecessariamente. Muita grana pra gastar pra encher nossa tela, mas pouca atenção com detalhes elementares, que tornaram o roteiro bem fraco. Inclusive não só com desenvolvimento de personagens e história, mas com um ritmo mais devagar, que gradualmente construisse tudo, ao invés de tanto CGI e forçadas de barra. Além de ser uma cópia do episódio 4. Sobre os personagens, Rey parecia uma criança, não apenas em aparência, mas por ser indecisa, caótica, imatura (o que pode ser remediado no futuro, OK). Só que, sem uma explicação maior, não dá pra engolir coisas como truque Jedi mental em StormTrooper, ou ainda derrotar um Sith numa luta de sabre sem nenhuma experiência. Aí alguém dirá: "talvez Rey seja filha de Luke, que a treinou e deixou num deserto como Tatooine, depois de apagar sua memória". Isso seria plausível e ajudaria a aceitar essas absurdidades, só que nada no filme explicou suas habilidades, a menos que a explicação seja apenas "vou favorecer esta personagem só porque a escolhi como protagonista" (não vou nem entrar no mérito de feminismo e temas relacionados), dane-se se faz sentido ou não. Finn é o novo Jar-Jar Binks, mas nem o Jar-Jar era tão patético. Finn é covarde, confuso, mentiroso e francamente... inútil. Do começo ao fim. Teve uma chance de se redimir ao morrer no fim, mas nem isso ocorreu. Esse é que seria o novo Han Solo? O único aspecto positivo é o próprio Han Solo, mas, como não poderia deixar de ser, jogaram o personagem no lixo da forma mais estúpida possível, fica bem evidente como faz parte da agenda desses produtores de cinema de apagar o passado e substituir por esse presente, esses reboots e remakes ridículos.
  13. Superman - O Filme (1978) - 5/5 Recentemente comecei a rever todos os filmes da franquia e os extras que descrevem todo o processo de produção dos filmes, e sinceramente, posso dizer sem medo de errar que a experiência continua sendo incrível. Este ainda é O FILME de super-herói de todos os tempos. Christopher Reeve deu vida ao personagem, ele DE FATO encarnou o mesmo, com a sutileza necessária para nos convencer todas as vezes que Superman estava em cena que este é um personagem verossímil, ao invés de alguém numa fantasia. As cenas em que os efeitos especiais tentam nos fazer acreditar "que um homem poderia voar" cumprem totalmente seu intento graças somente a ele, que com perfeição flui na nossa tela como se fosse um beija-flor com exímias habilidades aerodinâmicas, um verdadeiro bailarino do ar. Sem contar a incrível sacada do personagem de Clark, você realmente acredita que são dois atores. Diferenças de linguagem corporal, voz, e o comportamento abobalhado, com uma mudança radical quando este se transforma em Superman. A cena em que ele quase se declara para Lois e o espectador presencia a mudança é realmente de tirar o chapéu. O resto do elenco também merece elogios. Marlon Brando interpreta Jor-El com seriedade e beleza poética poucas vezes vista em quadrinhos e suas adaptações, e as cenas em que ele rapidamente aparece são imperdíveis, épicas. Gene Hackman não é o vilão sombrio que normalmente se vê em produções do tipo, mas escrito como um antagonista mais cômico, irreverente, que outra coisa. O que foi a meu ver uma decisão mais acertada, fugindo do lugar comum. Margot Kidder foi, se observarmos as outras atrizes que poderiam ter entrado em seu lugar, a escolha perfeita, pois sua personagem tanto pode ser audaz em um momento, como ser aquela donzela em apuros, e é no geral alguém com personalidade, crível, que gera uma empatia com o espectador. Todos os outros atores coadjuvantes também não comprometem de forma alguma, e são divertidos de se assistir. Bom, talvez alguns personagens como Otis e Srta. Teschmacher não sejam para quem não aprecie momentos mais lights, mas não acho que nenhum deles compromete. Os roteiristas e o diretor Richard Donner tem eterno crédito pelo sucesso do filme. Quanto aos efeitos especiais, quem viu TODOS os extras e assistiu a todas as produções (não só esta) em que foram utilizados, não consegue deixar de se maravilhar que, passadas tantas décadas, nem mesmo com toda a tecnologia que temos hoje conseguimos chegar perto do que esses caras fizeram "na raça". Por isso que muitas cenas continuam sem se mostrar datadas, graças às técnicas impressionantes utilizadas, várias desenvolvidas até pro próprio filme. "Verossimilhança" era o objetivo maior do diretor. Sem contar outros aspectos técnicos dignos de serem mencionados como a fotografia, arte e edição, sendo que talvez o melhor deles, que tornou Superman inigualável até hoje se comparado com outros filmes, é a trilha sonora de John Williams. Pra mim a melhor dele e uma das melhores, se não a melhor, já feita pro cinema. Incrível como em todas as sequências de ação, romance e até mesmo comédia ela se encaixa como uma luva. Superman sem a sua icônica e clássica trilha perde o apelo pra mim, tal como um filme originalmente feito em preto-e-branco que é colorizado. Ainda seria o mesmo, mas a ausência do score prejudica e muito a experiência. Supergirl (1984) - 4/5 Supergirl é visualmente bonito, e se repararmos bem, possui belas mensagens. As cenas em que Supergirl voa estão entre as melhores, evidentemente demandaram habilidade e esforço para que ficassem boas, sendo convincentes ainda hoje. A trilha de Jerry Goldsmith aqui é tão digna de nota quanto a de John Williams em Superman. Claro que tais cenas não teriam o mesmo impacto e satisfação em quem assiste se não houvesse uma equipe excelente daquele período, que contava com o apoio dos Salkinds. Mas o que torna o filme especial é, claro, a personagem de Kara/Linda/Supergirl. Ao contrário de Superman, que é praticamente perfeito, ela é uma jovem inexperiente e vulnerável que se arrisca para salvar seu povo. Mesmo sendo assim, ela não desiste, como nos momentos em que é enviada para a Zona Fantasma, e encontra Zaltar, que não tem motivação para escapar da situação que se encontra e se recrimina pelo erro que cometeu. A personagem não consiste somente na beleza de Helen Slater. Nem pelas suas habilidades físicas, ou força. A sua mente (ou mentalidade) é sua virtude, Kara/Supergirl possui graça/elegância, inteligência, e quando preciso, deixa esta vulnerabilidade de lado e demonstra coragem. Ao contrário de inúmeras outras personagens femininas toscas, esta aqui não é uma inacreditável, não é uma anjinha ou fada de outro mundo, excepcional se comparada com homens (ou heróis masculinos) ou com terráqueos. Não, é uma personagem inspiradora de alguma forma, não uma caricatura artificial. Faye Dunaway como a "bruxa" louca Selena, que parece ter saído de uma história em quadrinhos, está perfeita também. Brenda Vacarro como Bianca, amiga desta, foi uma ótima escolha como coadjuvante. Já Hart Bochner como Ethan funciona somente como um personagem atrativo, e nada mais. Outros como Marc McClure (Jimmy Olsen) e Maureen Teefy (irmã da Lois) servem somente para criar uma rápida continuidade com Superman. Este filme está bem longe de ser perfeito (e nenhum é), mas está anos-luz de ser o que toda a mídia e os críticos disseram dele por todos esses anos. Pra mim uma ótima diversão descompromissada.
  14. O site Blu-ray.com avaliou o Blu-ray do filme: http://www.blu-ray.com/movies/Star-Wars-Episode-VII-The-Force-Awakens-Blu-ray/141431/#Review
  15. Falando em 007, ao ler o artigo da Wikipédia sobre comentários em áudio *, descobri que existem faixas desse extra exclusivas pra Laserdisc. * https://en.wikipedia.org/wiki/Audio_commentary No caso em questão, essas nunca mais sairam em nenhum outro formato, nem em DVD, nem Blu-ray, e nem devem sair, pois mandaram até recolher as cópias não vendidas (tornando esses LDs, portanto, bem raros). O artigo da Wikipedia diz que para os três primeiros filmes (Dr. No, Moscou Contra 007 e 007 Contra Goldfinger) a (ou as) distribuidora(s) julgaram "inapropriados". No entanto, podemos baixar todos esses áudios (sem legendas, infelizmente) nesse endereço: http://the007dossier.com/007dossier/post/2011/04/21/Banned-James-Bond-Commentaries Sobre o quão inapropriados são, leiam essa observação de um usuário: These commentaries are incredible. They do make reference to John Barry being the actual writer of the James Bond theme and Young makes a few references to "screwing" and "fags." But they speak honestly about how the actors acted on set--mostly pleasant but a couple rough experiences. FYI the crew speaks honestly about Rosa Klebb's lesbianism. Pretty interesting stuff tbh. Leiam mais a respeito também nesse link: https://hmssweblog.wordpress.com/2012/01/03/the-banned-007-commentaries-what-was-the-fuss/
  16. 2001 - Uma Odisséia no Espaço (1968) - 5/5 2001 foi e continua sendo um filme inigualado, e gostemos ou não, é inegável que é uma experiência inesquecível. É preciso dar uma nova chance sem dúvida alguma neste caso, para uma melhor apreciação. Quando vi pela primeira vez, além de não querer pensar melhor a respeito, não gostei. O filme é recheado de imagens (e passagens) icônicas, da cena de abertura ao som de ASSIM FALOU ZARATUSTRA ao osso jogado ao ar pelo macaco. É uma obra-prima porque nada aqui é banal, tudo é trabalhado com afinco nos detalhes, e dedicação à própria arte de se fazer cinema. Kubrick tem outros filmes mais "acessíveis", mas esse é a cereja do bolo. É meio óbvio o porquê espectadores o consideram chato, já que não segue as fórmulas tradicionais em que o roteiro é concluído satisfatoriamente no desfecho. Não me recordo de outro filme feito do mesmo jeito. E em 2001, a história e os personagens são meio que redundantes, já que é consistido muito mais de imagens e músicas, deixando que o espectador interprete por si mesmo o que tudo aquilo significa. O filme salta do "começo" do uso de armas pelo homem para a época em que o espaço está congestionado, além do que acontece com os astronautas (azarados) nas mãos do computador super-inteligente HAL-9000. O final não é previsível de forma alguma, talvez seja o mais imprevisível do cinema. Kubrick é o único diretor a descrever o espaço da forma mais realística possível: vasto, infinito, sombrio, vazio, silencioso. É admirável que ele tenha tido esse trabalho (um detalhe importante que merece ser mencionado: o responsável pela fotografia, Geoffrey Unsworth, também colaborou com Superman - O Filme, outra obra-prima do mais alto calibre - foi graças às suas técnicas nesse último que acreditamos que "um homem poderia voar"), já que todos os outros não ligam se não há som no espaço, mas ao invés disso tornar 2001 enfadonho e arrastado, é usado em sua vantagem: o silêncio inconfortável de algumas cenas ajuda a construir a atmosfera de uma forma que nenhum filme havia feito antes. Algumas cenas causam um certo espanto, funcionando a um nível subconsciente de quem assiste. Kubrick sabe manipular as emoções e o humor do espectador, e 2001 é o maior exemplo disso. A cena do clímax no banheiro é realmente de se tirar o chapéu, reparem que não foi preciso nenhum monstro, assassinatos ou música gritante pra provocar essas sensações. O filme é meditativo e definitivamente não deve ser visto por ninguém que apenas curta obras de ação/aventura explosivas tipo Star Wars. Os longos períodos de completo silêncio, os diálogos mais simples, a voz monótona de HAL (outra decisão genial) e as espalhadas trilhas sonoras clássicas deixarão quem assistir em estado de completo relaxamento, para posterior reflexão. Os efeitos especiais ainda são dignos de nota passados todos esses anos. Enquanto os efeitos digitais de filmes recentes de Star Wars (e outros, também) estarão velhos em 10 anos, 2001 continuará a impressionar com seus efeitos realistas e verossímeis. 2010: O Ano Em Que Faremos Contato (1984) - 2/5 Eu até que tentei assistir a essa sequência e gostar dela como um filme de ficção científica à parte, sem levar em conta 2001. Porém isso se mostrou impossível, pois a maior parte de 2010 é dedicada a explicar e voltar aos eventos passados. Enquanto 2001 deu certo por justamente não jogar na nossa cara nenhuma resposta pronta, 2010 é o inverso: se esforça arduamente em atribuir significado não apenas à si mesmo, mas a 2001. E enquanto 2001 é silencioso/sutil, permitindo às imagens contar a história, 2010 preenche cada momento com barulho. Visualmente o filme até que é bem feito, em espaçonaves, planetas, e as viagens em si, bem como os efeitos especiais. Já o roteiro rapidamente se tornou datado com a história da Guerra Fria. Americanos e russos trabalhando em conjunto enquanto seus políticos se digladiam na Terra poderia funcionar em 1984, mas hoje não cola mais. Não cheguei a ler os livros, mas ainda que haja uma explicação, é decepcionante que ela exista. A graça de 2001 era justamente não responder todas as questões levantadas, tipo a da origem dos monolitos, o que deu errado com HAL, ou o que a longa sequência psicodélica do final de 2001 quis dizer. Ao não explicar tintin por tintin, o espectador, com suas próprias teorias, preenche as lacunas, até melhor que os próprios produtores. Em 2010 há mais respostas que o necessário. Sinceramente, qualquer explicação sobre o porquê HAL se tornou mal, não importa o quão lógica seja, deprecia a experiência de se ver 2001. E as soluções de 2010 são no mínimo ridículas.
  17. Tive a oportunidade de ver TODOS os extras da trilogia (inclusive o documentário BACK IN TIME, de 2015, que tem até na Netflix) e um comentário que me chamou atenção foi do Bob Gale, ao dizer que um dia podemos ter as cenas cortadas com o Eric Stoltz como Marty, que elas não foram destruídas, mas "nenhuma promessa de quando". Não acredito que apenas estejam segurando por impedimento do Stoltz ou por motivos mais sensíveis (apesar da saída dele não ter sido um momento feliz, claro), talvez seja mesmo a Universal querendo ganhar em futuros re-lançamentos. Um extra que gostaria de ver um dia seria comentários em áudio com o elenco (os dois que existem pra cada filme são com o Bob Gale/Neil Canton, e Zemeckis/Gale), além da trilha sonora isolada. Um ator que se desvinculou da série e que não se vê nos extras é o Tom Wilson (Biff), ele até aparece brevemente nos extras mais antigos, mas eu pelo menos não o vi em nada recente. Tudo bem que ele não tem a ver com o personagem e tem outros interesses, mas pelo menos poderia ter demonstrado mais respeito pelo que a franquia representa. OBS: Do Eric Stoltz temos apenas algumas fotos (publicadas vários anos atrás) e poucos segundos (sem som), como podem ver aqui:
  18. Mas a imposição sempre foi da dublagem, não o inverso. Isso que você não está entendendo. Chegou ao ponto de que a maioria dos canais (até mesmo pagos) só exibem filmes assim (sem opção de áudio original, apesar da tecnologia permitir), e a maioria das salas de cinema são dubladas. E não se trata de impor coisa alguma, e sim de que contra fatos não há argumentos. Se você curte dublagem, então acha aceitável: - Deturpar: - A qualidade do áudio, sejam efeitos sonoros, seja a música, especialmente de produções antigas, que mais foram prejudicadas - pra quem não sabe, tudo era absolutamente precário nos estúdios de dublagem brasileiros antes da época dos DVDs; - O conteúdo original com uma tradução, que nunca poderá ser equiparada a este primeiro; - As interpretações; Também acharia aceitável pegar uma produção nacional, tipo um Tropa de Elite ou algo assim, e readaptá-la pra realidade americana ou europeia. Peraí, o Tropa faz sentido porque está dentro do nosso contexto, tanto quanto um gibi do Zé Carioca. Se você modifica tudo, aquilo que foi o original deixou de existir, e se transformou em outra coisa, totalmente diferente. Eu não sou contra este último, mas no caso da dublagem o que se faz não é refilmar, por exemplo, não é algo feito pelos fãs tipo isso aqui: Em que você pode pegar o clássico dos anos 60 e comparar com essa nova "roupagem" que deram. O que a dublagem faz é passar por cima de tudo. E mais, a gente aceita uma tradução, mas não se deixa enganar que é preciso saber falar a língua original também, não deixamos de ler notas de rodapé de livros explicando algo que o tradutor foi incapaz de adaptar pra língua que estamos lendo. Os diálogos de Platão são cheios disso, o grego (se não me engano) falado 2500 anos atrás nem é o mesmo de hoje, então algumas traduções ficam sem sentido totalmente, sem contar que depende também do tradutor, e com a dublagem isso também acontece, tem filme que tem 3 (ou até mais) dublagens diferentes, e cada nova se mostra inferior à antiga. Dois exemplos que lembraria agora são a trilogia DVPF e Superman, nos lançamentos oficiais usam dublagens recentes, as antigas só fãs sincronizaram, e áudios antigos também se perderam. Enfim, não é questão de gosto, apenas de que se você não fala inglês fluente, ou italiano, espanhol, etc., não deve se meter a consumir NADA que venha desses locais, da mesma forma que um gringo não vai conseguir captar NUNCA uma piada de um programa de humor brasileiro se resolver apelar pra legendas ou uma versão dublada em inglês. Quem não sabe, que vá aprender, daí a argumentar que esse ou aquele método é preferível, é querer passar vergonha defendendo o indefensável. "Ah, mas você está sendo mesquinho". Não, estou sendo realista. Imagine você pegar um quadro do Picasso e desenhar em cima do seu jeito. PRA VOCÊ, ficou melhor que o original. Imagine um Orson Welles interpretando Rei Liar e vem um cara qualquer e fala em cima da voz do homem. É a mesma coisa. Como não é? Quem não lembra dos debates sobre os formatos de tela, que o pessoal reclamava da razão de aspecto original, e só queria assistir a filmes (pós-1953) no formato FOOLSCREEN? Vão me dizer que se a dublagem é mutilar o áudio, o FOOLSCREEN não é mutilar a fotografia? Quem diz que a dublagem fica melhor que o original é uma pessoa que se acomodou, que está satisfeita com a própria ignorância (logo, tem desprezo pela verdade), e, obviamente, desrespeita a classe artística. Mas as pessoas só entendem aquilo que suas mentes limitadas conseguem captar. Especialmente mentiras. Peguem um dublador como o Guilherme Briggs: ele usa a dublagem pra se projetar. Ele é uma espécie de parasita do sucesso do Denzel Washington, por exemplo. E ele vai direto no público mais corrupto, mais vendido e mais deslumbrado, dizendo: "oi! eu fiz a voz do Denzel Washington, do Freakazoid, dos Castores Pirados..." Daí os ingênuos fascinados pela TV acham que estão falando com uma pessoa famosa! NOSSA! Ele dublou o Denzel Washington! DENZEL WASHINGTON, que ganhou o Oscar! OOOOOH! QUE PESSOA IMPORTANTE É O BRIGGS! ... Ridículo, né? Importante é o Denzel Washington. Que é um ator fenomenal, reconhecido internacionalmente, com talento consagrado... Mas que o Briggs pula no ombro feito papagaio de pirata, ficando à sombra do Denzel Washington e PARASITANDO a fama do cara.
  19. Eu tenho um conhecimento razoável de inglês (se for comparar com os brasileiros, mais que 99% deles), mas sem legenda eu fico mais perdido que F.DP em dia dos pais. Não tem como você não perder alguma coisa, por melhor de ouvido que seja, algum diálogo (ou vários) podem ser perdidos. Claro que o ideal é ver sem ela, mas é impossível isso em praticamente QUALQUER filme, pois você não está apenas prestando atenção nos diálogos, tem os efeitos sonoros, música, as várias entonações, o technobabble... Imagine assistir a um Star Trek, Dr. House ou algo do tipo sem a legenda, mesmo sendo fluente em inglês, você não vai entender 100%, no caso de Dr. House pelo jargão médico, e de Jornada, dos termos INVENTADOS. E legenda em português, infelizmente, atrapalha tanto quanto a dublagem. O ideal é saber inglês e assistir com a legenda nesse idioma. Até mesmo filme nacional, falado em português do Brasil, poderia rolar uma legenda, dependendo da qualidade do áudio. Eu percebi que a aprendizagem de um idioma é facilitada ENORMEMENTE quando você tem acesso a uma transcrição da conversa toda. Sou 100% favorável a transcrições pra tudo, e não só pra ajudar pessoas com problemas de audição. A aprendizagem de um idioma é algo pra uma vida toda, tem infinitos termos que você precisa entender e alguns são raramente usados, e sem a legenda você não entenderá o contexto de nada. Música é algo que sem legenda é pior ainda pra entender. Sendo que pra aprender inglês ou outra língua, você precisa consumir muita coisa dessa cultura, não basta apenas sentar e estudar. E eu sou cinéfilo há vários anos, assisto a pelo menos 1-2 coisas diferentes TODO DIA. Com o tempo seria inevitável aprender o bastante pra ler um livro sem consultar cada palavra no dicionário. ****** Agora sobre a dublagem das animações, tenho que dizer que se você(s) der(em) uma chance ao áudio original em inglês, vão se surpreender E MUITO com a superioridade da interpretação e em como as vozes se encaixam perfeito nos personagens e no contexto de cada uma delas. Tem desenho aí que eu, como todo mundo, cresci ouvindo dublado, e, claro, ainda hoje acho estranho ouvir no áudio original. Mas é algo que não tem comparação, sem contar a perda na qualidade do áudio (novamente, na parte de efeitos sonoros/trilha, que é bem prejudicada na versão do Brasil), e no fato de que a tradução de qualquer língua, por melhor que seja, é algo que em 100% dos casos terá perdas. Como eu disse lá atrás, imagine adaptar piadas de sitcoms tipo Friends e Seinfeld pra cá, e piadas regionais do Brasil pra americanos ou outros povos. Não tem como, e se pro espectador não importa entender/apreciar a obra como o criador pretendeu, eu não sei o que mais importará. Eu considero a dublagem uma versão adaptada pra cá, não é nem de longe o original como deve ser ouvido. É como se eu pegasse uma série tipo Star Trek e filmasse com atores brasileiros. É (e ao mesmo tempo NÃO É) Jornada nas Estrelas. O problema é você começar a achar que a adaptação é preferível ou melhor que o original. E esse tipo de ditadura, vide canais de TV (abertos/fechados) e salas de cinema, é algo que sempre vejo no Brasil.
  20. Em outro fórum, levantaram esse link do Pablo sobre o tema: https://www.facebook.com/pablovillaca01/posts/683452431759986 E eu complementei postando o seguinte (a pergunta é se gostavam de conteúdos dublados, e na sequência alguém disse que isso era tolerável pelo menos pra animações): ************************************************ Não, porque toda tradução implica em perdas, e você não perde só nela, mas em tudo, até na qualidade sonora. Eu gostava SIM das dublagens antigas, pela nostalgia, adaptação brasileira e talz, mas considero, por melhor que seja, uma versão inferior do original, e até desenhos perdem muito na dublagem. Eu só assisto a filmes, séries, etc. no áudio original e com legendas em inglês. Até mesmo legenda em português é péssimo. E se havia dublagem boa no passado, hoje não existe mais, aliás, já não existe pelo menos desde o fim do século passado. ************************************************ Eu também pensava assim, até constatar que não faz diferença. Veja: Sobre a questão da tradução assassinar o conteúdo original, recomendo a leitura dos seguintes textos: http://web.archive.org/web/20090429055220/http://www.sobresites.com/alexcastro/artigos/defesa.htm http://web.archive.org/web/20090724023328/http://www.sobresites.com/alexcastro/artigos/traducao.htm http://web.archive.org/web/20090929210922/http://www.sobresites.com/alexcastro/artigos/pureza.htm Fora os comentários do Pablo Villaça, esses são os melhores pra desmontar a ideia de que a dublagem se sobrepõe a qualquer coisa. Desculpe, mas apreciar a dublagem é como você pegar uma minissérie tipo O AUTO DA COMPADECIDA e achar aceitável que piadas, sotaques, situações e outras coisas sejam completamente jogadas no lixo pra se AMERICANIZAR a parada. É isso que acontece com os desenhos também. Aconteceu até com Chaves, quantas vezes não pegamos os personagens falando de coisas do Brasil? E olha que é uma dublagem boa, e teve como mérito a troca de trilhas sonoras que eram razoáveis no original pra outras que ficaram bem melhores, mas esse tipo de modificação não pode ser aceita como válida sempre, e se você der uma chance ao áudio original vai achá-lo melhor de qualquer jeito, só que pra isso é preciso se familiarizar com o espanhol e com o contexto que Chaves e outros programas estão inseridos. Percebi isso em TODOS os desenhos os quais assisti, a dublagem original é aquela que quem criou o desenho tinha em mente desde o princípio. Mas aí entramos na questão da interpretação e esquecemos os dilemas da tradução, fora outras perdas técnicas (o áudio dublado é sempre de qualidade inferior), e não se pode esquecer DE NADA que ocorre quando a obra original é deturpada. Pra vocês verem como a dublagem é um malefício, e como as pessoas são enganadas de acreditar em valores onde nunca existiram: um cara como Guilherme Briggs, por exemplo, pode falar o que lhe passou pela cabeça quando, em "Planeta 51", ao final do filme, ao invés de seguir o texto original que cita os anos 60 (pois os personagens da animação habitam uma cidade típica dos anos 50)... Ele coloca lá: "esperem até chegar a Jovem Guarda!" Acho incrível como ele arrebenta o texto original, acho sensacional essa mania maluca de colocar piadinhas sem graça (digo, tem graça lá na cabeça dele) e simplesmente modificar o contexto de todo um filme americano para colocar, no meio, seu "nacionalismo". Eu acho que sou algum tipo de [email protected], porque, num filme dos EUA, feito para o público dos EUA, colocar essas gracinhas que citam o Brasil é apenas assinar o atestado de VIRA-LATA. Que precisa subir no ombro dos outros pra se perfazer. Mesmo porque, os anos 60 e todo o movimento de Contra Cultura, revoltas estudantis e toda repressão do Estado, são jogados fora porque a SABEDORIA do Briggs acha que a Jovem Guarda, um movimentozinho mixuruca de um país do Terceiro Mundo, tem muito mais a ver com o que é dito no texto original. Eu não espero que um camarada que nem tem o colegial, quanto mais faculdade, saiba da diferença gritante que existe entre a Jovem Guarda e tudo o que rolou nos anos 60 (mesmo porque a Jovem Guarda começou nos anos 1950 e era tão careta quanto os personagens do filme em questão). Então, se você apoia dublagem minimamente, acha que o público merece ser enganado desse jeito. Me preocupa essa ingerência desses sabichões [email protected] que estragam o trabalho dos outros e empurram sua ignorância e vira-latice como se tivessem alguma moral pra pregar qualquer coisa na casa dos outros. O que ele disse, além de ser uma mentira histórica, tira todo o contexto da produção e arremete o público a um nacionalismo [email protected] e sem sentido, que não cabe na cabeça das crianças. O interessante é que, na legenda em português desse filme, não há citação da Jovem Guarda. É o cara que desanda a colocar o que bem entende e tá tudo certo. E é perdoado porque é famoso. Ninguém se liga, porque... VIVA! FALARAM DO BRASIL AÊÊÊÊÊ! ÊÊÊÊ, SOU BRASILEIROOOOOOO, COM MUITO ORGULHO, COM MUITO AM... BLERRRRRRRRRGH! Por isso que aprendi inglês, e só assisto a filme com legenda em inglês apenas pra não me perder com algum termo estranho. Já dublagem [email protected] não entra na minha tela mais nem f0dendo. Ver dublado hoje em dia é apenas por saudosismo e não mais que uma dúzia de títulos, menos de 0,1% de tudo que já conheci, e em última opção. Meu ouvido não é penico. ************************************************ Os americanos fazem o mesmo? Quem disse? Você realmente acha que eles saem dublando tudo que não esteja na língua deles? É, eles devem ser que nem os brasileiros, que usam expressões em língua inglesa o tempo todo, pra pagar de F0DÕES, mas não sabem formular uma frase nesse idioma. Realmente... E ditadura de dublagem não é só por aqui, alguns países europeus (acho que Portugal não está na lista) tem dessas também, mas são leis velhas, tipo a Itália, que impõe isso aí por herança de um decreto de Mussolini. É um nacionalismo boboca, mas pra você ver, se eu embarcar em qualquer lugar do mundo, por mais chulé que seja, até o mendigo da rua se mostrará um poliglota. Já aqui os caras mal sabem o português, mas se acham, como os caipiras que são, no direito de arruinar o que os outros fizeram e impor sua ignorância. Ao invés de se fazer as pessoas subirem na escala de inteligência e forçarem o uso de legendas, ou até se dispensá-las, as distribuidoras descem o nível e apelam para a dublagem. É a velha ganância misturada com visão estreita e imbecilidad.e. Pra você ver, basta ficar 4 anos como estagiário numa empresa de dublagem para ser oficialmente um dublador. Que escol.a o caralh0, que formação que nada! Ô profissãozinha de [email protected] essa, hein? Dublagens ainda perduram em pleno 2016 por incompetência e legislações arcaicas, fascistas e antidemocráticas. E vamos ser sinceros, mesmo em tempos áureos de André Filho, Márcio Seixas, Newton da Matta e mais alguns poucos, era sempre a mesma panelinha, sempre os mesmos 10 dubladores, esses caras vivem se revezando. E mantendo os coleguinhas, em suas panelas. Não tem como alguém como eu, que já assistiu a milhares de produções, deixar de achar isso ridículo, porque a voz do Jack Nicholson aparece no desenho sei lá qual, depois em seriado de não sei o que... Que ator tem estofo pra se desdobrar tanto? Por isso eles não interpretam, só trabalham a entonação da voz. O Briggs repete a mesma interpretação desde o Freakazoid. O que ele faz é inserir gracinhas (os "cacos") e trocadilhos. Isso não é interpretar, é quebrar um galho. Mas a audiência é [email protected] e tapada, não sabe a diferença de nada e fica por isso mesmo. Uma classe que sobrevive às custas de uma legislação autoritária e do tempo dos militares, com certeza não vai estar preocupada com qualidade nenhuma. --------------- Áudio original sem legenda sempre, 80% das coisas que assisto estão em inglês e eu sou fluente. A legenda atrapalha na percepção da fotografia e detalhes de composição de cena. Muitas vezes objetos ou gestos que são fundamentais para a história são perdidos lendo a legenda. Mesmo produções japonesas, coreanas e francesas eu assisto 100% no original ainda que eu não tenha fluência nessas línguas. Tanto dublagem quanto legendas é uma deturpação da obra original. Gosto de assistir ao filme em seu estado mais puro. Cinéfilo de verdade só assiste no idioma original sem legenda. Gente que é contra dublagem, mas vê legendado soa até hipócrita. Se a pessoa gosta de cinema japonês que vá aprender o idioma original da obra. Ou então assiste sem legenda mesmo e procura entender a história por outras formas (pesquisa na internet e etc). --------------- ********** O problema é que depende muito do que se esteja vendo, sempre tem algum filme ou série extremamente técnica e não tem nada que eu tenha mais pavor que não entender algo dentro de um contexto só porque desliguei a legenda. Por mais que você saiba o idioma, sempre tem algo que escape. A legenda faz exatamente isso, ela suga sua atenção e distrai SIM, mas aí é preciso levar em conta uma série de fatores, como a sincronia dela (que nunca está 100%, eu sempre adianto ou atraso um pouco), o tamanho, posição, e até mesmo o tocador que você esteja usando. Eu, como gosto de pegar os mínimos detalhes, não consigo ver nada sem interromper e voltar alguma cena, claro que dependendo do que seja, isso não é necessário, mas não é todo filme que flui como 2001, Uma Odisséia no Espaço, com diálogos normais, e sem ser recheado de TECHNOBABBLE e de pessoas que falam como se tivessem uma batata na boca, ou bem rápido. Até mesmo a fonte do vídeo que você esteja conferindo influi nisso, basta pegar uma no sistema PAL (ao invés de NTSC), de um DVD, que, estando em 25 fps, estará 4% mais rápido, o que parece pouco, mas é muito, pois um filme de 100 minutos teria 96 sem nenhum corte nele, e você nota que a imagem/som estão mais rápidos. Pra legenda não atrapalhar é preciso já ter prática de lê-la e ver o que acontece no filme AO MESMO TEMPO, o que é impossível pra quem viu pouca coisa. Mas pra mim é algo plenamente possível, só que depende enormemente do contexto e dos outros fatores técnicos que citei. Num tocador personalizado você ameniza esses problemas, mas num cinema, não. Eu já entendo inglês o bastante pra não precisar da legenda, mas não dá pra desligá-la porque sempre fica a dúvida se o que está sendo dito em tela corresponde ao que você entende. Imagine assistir a um seriado como DR. HOUSE sem ligá-la, sendo você alguém que não entende nada do jargão médico. É claro que vão pipocar termos que talvez você nunca tenha ouvido. Mas antes a legenda em inglês a uma legenda em português, é lógico. Até filme falado em outros idiomas, tipo alemão, italiano ou espanhol, eu vejo com legenda EM INGLÊS. Só que se soubesse cada um desses idiomas, procuraria a legenda que correspondesse ao do áudio original, porque como eu bem lembrei, toda tradução tem perdas, não existe uma perfeita, elas tentam apenas EMULAR o material original, mas por melhor que fiquem, não o substitui. **********
  21. Seguem comentários que postei uma vez num tópico com relatos de vadiagens femininas: A mensagem que você quer transmitir é a seguinte: Você é condenável se: 1) Acredita em algo; - Primeiro que só se pode acreditar em algo quando se sabe das coisas, e pra conhecer a Verdade que se esconde por trás delas, é preciso querer encontrá-la. Enquanto as mentiras são onipresentes e evidentes, a Verdade é única, no entanto, mesmo sendo onipresente, ela está enterrada dentro de CADA mentira. Todos nós (e não estou excluindo ninguém) somos plenamente capazes de discernir as coisas como realmente são. Porém, o Sistema favorece a nossa confusão. Somos bombardeados com informações falsas e calcadas em cunho extremamente emocional. O segredo da confusão está aí, a nossa falta de análise FRIA das situações. O que é que se esconde por detrás dos sorrisos, da beleza e do mimimi dramático, os punhos em riste e tanta "indignação". A Verdade não precisa de berreiros, gritaria, choradeira. A Verdade é simplíssima, clara, radiante feito a luz do Sol e pura feito um diamante polido. Nossos olhos é que estão sujos, incapazes de discernir entre o certo e errado. Porém, eu te dou uma dica pra você voltar a pensar direito: na dúvida, consulte sua Razão. Faz sentido tudo isso? Tem fundamento LÓGICO o que lhe é dito ou alguém está apelando para seu lado emocional? A manipulação mais fácil de qualquer mente inferior é pela emoção. Os interesseiros SEMPRE querem te colocar num estado emocional pra poder manipular você. Então use sua Razão e pense de maneira independente, crítica. Aí a Verdade aparecerá. O niilista acredita apenas no nada e na falta de sentido, e por isso mesmo é um incapaz, pois pra ele as respostas estão no mundo material - sinal de que ele é fraco por dentro, tem um vazio filho da p.uta e quer usar a realidade que o cerca pra preenche-lo. Alguém assim (reparem que são sempre ATEUS), é sempre destrutivo, e obviamente alimentado pelo Ego. Não se contenta em se destruir, quer espalhar sua demência pelo mundo. Então, pra ele vale tudo: promiscuidade, gayzismo, aborto, liberação de drogas, divinização de animais e desumanização de pessoas, eutanásia, femiNAZISMO, enfim, qualquer coisa que nos mantenha dopados e incapazes de reagir. Que nos reverta a um estágio primitivo e animalesco. O religioso acredita em alguma coisa, mas se deixa escravizar pelas suas crenças, então ele é igualmente um perdido, só que com outra roupagem. A estagnação mental dos dois grupos é mais do que evidente, o que não é o caso de um agnóstico, que pode até acreditar, mas reserva a possibilidade de desmontar sua crença, ou mesmo fortalecê-la ainda mais. A característica comum de ateus e religiosos é que não são capazes de balancear suas vidas, não rola um meio-termo - ambos tem a mente fechada. Não é possível acreditar em algo com certeza quando você não contesta esse algo, mesmo que seja a moral que defende, e quem busca a Verdade faz isso o tempo todo: acredita desconfiando, desacredita se permitindo ser um dia convencido, se for o caso. O agnóstico é intelectualmente superior porque ele nunca se apega plenamente a nada ou ninguém, porque o apego é uma submissão mental. Então, percebam que há 3 caminhos: - Acreditar no nada e na falta de sentido, se cuspindo no que é verdadeiro, afinal, se não se pensa logicamente nada, então nesse mundo bestial, VALE TUDO; - Acreditar em alguma coisa, mas se deixar aprisionar pelas próprias crenças, nunca as questionando com a mesma firmeza que se agarra a elas; - Acreditar, mas manter viva a semente da dúvida. Agindo assim, se busca a Verdade e se respeita a lógica em detrimento das emoções mais baixas do ser humano, que são o que o leva a ser ignóbil e materialista. Não é possível NÃO ACREDITAR em nada. A menos que você esteja morto. 2) Tem princípios e os defende até o fim; - Se não é possível "não acreditar", não é possível deixar de ter valores e uma ética própria. Só que acima de uma moral relativa, é preciso ter uma ética universal. Quem é contra tudo que ateus/niilistas defendem tem razões lógicas pra isso. Agora, se a Verdade dói a quem está acostumado a mentir, visando ocultá-la, isso é algo lá da pessoa e não do buscador da Verdade. "A Verdade vos libertará." Basicamente. Se o que se acredita não é válido, aí já é outra questão. Porém, quem se cerca de mentiras não está preocupado se o que faz ou é tem algum sentido. O cara usa a própria lógica para justificar seu caráter podre ao ignorar evidências que apontam para outra linha de pensamento ou conduta. E se é assim, não resta nada além do ostracismo, pois não se pode discutir com quem ignora regras elementares como essas. Seria mais proveitoso olhar o dia inteiro pra uma parede. 3) Se estes princípios foram impostos pela sociedade, isso significa que são automaticamente sujos e inválidos, pois apenas o EU, o subjetivismo/relativismo importa, ou seja, O QUE EU ACHO SER O CORRETO E COMO EU QUERO DITAR A MINHA VIDA, F0DA-SE SE ISSO É RUIM PRA MIM OU SE AFETA OUTROS / O que eu faço da minha vida não afeta outros / não afetando outros, tenho direito de fazer o que bem entender; - Da mesma forma que a sociedade também impõe alguma coisa, ela também te dá ferramentas que facilitem sua elevação, mental e intelectual. Mas enquanto houver ignorantes, frustrados e materialistas, a [email protected] vai prosseguir e não sairemos do atoleiro. Ninguém aqui nasceu fora de um contexto social. Então, tudo que você é, foi ou será é fruto da sociedade e dos humanos que a compõem. Essa linha de argumentação de que você é único e sua vontade é soberana deve ser rejeitada como sandice da pior espécie. O que você faz ou deixa de fazer impacta diretamente os outros. Pois você vive em sociedade. Então não tem essa de "meu corpo, minhas regras" ou "meus desejos são absolutos, posso sair por aí fazendo o que me der na telha". Tudo é apenas uma desculpa para a liberdade irrestrita de praticar e propagar o Mal. Claro, sempre na impunidade, de se ter apenas direitos sem deveres. Esse é o caminho mais rápido pra que os agentes da Matrix decidam por você o que deve ser feito, já que se tudo é permissível, se todos devemos cair na gandaia, nada impede de que aqueles que descubram algo de errado sejam perseguidos, e aí se implementa a ditadura do caos. Me cite uma sociedade que valorize algo como sexo (ou a satisfação dos prazeres individuais, a busca pela felicidade) acima de tudo como forma de paz, harmonia, controle e domínio das emoções inferiores. Me aponte uma só. Esse mundo já passou da fase de completa decadência, pois até os bebês são violentados ao nascer. 4) Não há certo e errado, tudo é relativo, e se você não acredita nisso, é um fracassado; - É engraçado como os valores se perverteram pelos séculos: você é prisioneiro do sistema, sustenta corruptos, tem sua mulherzinha, sua casinha, paga impostos, mimimi... É obrigado a votar, a pagar impostos, não tem controle nem sobre sua própria [email protected] E é um homem de bem. Corajoso e que aproveita a vida. Já eu COGITO mandar tudo isso à [email protected], sair tacando fogo no mundo, buscando contestar, duvidar e rebelar-me... E sou covarde. Cá estou eu, de peito aberto, sem me esconder, injustiçado como tantos, mas sempre indo adiante... E sou covarde. Eu estou disposto a MORRER pelo que acredito. E sou covarde. Vocês brasileiros são muito loucos! Só é possível tomar uma posição firme na vida quando se conhece a versão DO OUTRO LADO. Obviamente não é do interesse de emissora ou fonte NENHUMA ter a contra-parte divulgada. Se isso acontecesse, as pessoas começariam a PENSAR, pois teriam material de comparação... E ninguém quer que pensemos. Um tópico com tantos relatos que servem de comparação é impensável para a maioria dos zumbis que estão aí. Porque eles querem que todos sejam escravos como eles, que OBEDEÇAM e CALEM A BOCA. Que ACEITEMOS SEM DUVIDAR do que nos é dito e, assim, algo como a mídia como um todo se transforma no Quinto Poder que governa MUITO MAIS do que o Brasil. Governa A SUA MENTE, manda no SEU CORAÇÃO e te diz o que vestir, o que consumir, o que comprar, O QUE SONHAR. É essa a consequência de se acreditar no NADA e não se ver sentido algum em ter princípios. É sempre o mesmo discurso ensaiado: quem acredita em algo de bom é trouxa, devemos ser todos maus. Valores morais são apenas invenções, ilusões e mentiras que, por todo mundo acreditar, passam a existir. A farsa que se impôs como verdade não é essa: é a de que você NÃO DEVE PENSAR. No momento em que você passa a querer descobrir o que se esconde por trás de todas as coisas... A farsa dos agentes da Matrix desmonta. Cai todo o castelo de cartas que alimenta esse pesadelo sem fim que é a existência humana. É fato que as pessoas sofrem de extrema desilusão. Não encontramos no mundo as respostas que queremos e, por vício mental, se não temos o que o mundo nos deveria dar... INVENTAMOS repostas nesse mesmo mundo. O que acontece é que a VONTADE das pessoas desesperadas IMPRIMEM no mundo aquilo que elas acham que é certo. Que é "viver a vida, custe o que custar, como se não houvesse amanhã, EU SOU DEUS e ninguém pode comigo"... O sentido da vida é buscar a Verdade. O escravoceta cria uma série de lendas, falácias e tolices que, pela persistência e ausência de contra-informação, acabam prevalecendo. E isso vem de longa data, não pensem que surgiu com o Romantismo, não pensem que a corrupção começou ontem. Até um cara como Platão tinha ideias pueris sobre mulheres. É natural que aqueles que viveram uma mentira a vida inteira ataquem alguém como eu. A Verdade é feia, a Verdade dói... Mas ela nos liberta e nos faz ver até que ponto fomos enganados. E que os enganadores, mentirosos e [email protected] ainda estão aí, sendo mantidos pela nossa complacência. Mas este é o país onde o crítico é sempre o monstro, e o mentiroso é sempre um herói. A maior prova disso foi quando eu entrei num desses fóruns masculinistas, e ouvi de admins (e não apenas uma vez), que, ao contrário do equivalente gringo (MGTOW), em que nego pode optar até por cortar relações por completo, os brasileiros com seu eterno "jeitinho", mesmo sabendo de toda a podridão feminina, querem arrumar meios de relevar isso e sairem bem na fita. E quem decide "não jogar mais" é ojerizado, chamado de extremista, misógino, etc. Por isso que nada irá mudar. Porque não basta saber que as coisas são como são, é preciso ser homem e agir contra o que está errado. Como as pessoas tem apenas a aparência de serem boas, a única coisa que espero é mais e mais degradação. Nosso sistema educacional prioriza a memorização em detrimento da racionalização, e a TV incentiva a alienação com futebol, superficialismo, novela e música, ao invés do diálogo, da troca de ideias e do incentivo ao pensamento independente. Por isso, SÓ SEGUIMOS NOSSOS INSTINTOS. Que estão muito bem direcionados pra fazer o que os caras lá de cima querem. AI DO MUNDO se recuperarmos nossos instintos, domá-los e colocá-los a NOSSO SERVIÇO... A minha parte eu já fiz, que foi me entender com minha Consciência.
  22. Heroes Reborn - 1/5 - Reavaliando esta minissérie após assistir aos últimos episódios. Infelizmente, como não poderia deixar de ser (dada a quantidade de lixo que se produz hoje em dia), este Reborn se revelou mais uma continuação caça-níqueis bem ordinária, que nunca deveria ter sido feita, tal como 24 Horas, que pra mim pelo menos teve um final digno antes de ser revivido. A fragilidade do roteiro se tornou bastante evidente na reta final, no desfecho medíocre dado aos personagens e o tom praticamente infantil que os episódios tem, com um amontado de situações que não levam a nada, atores sem nenhum carisma e, porque não dizer, uma mentalidade irreal e porca (no sentido moral) de seus criadores, como a enésima vez que se implica que uma mulher só pode ser vilã se um homem mal a levou a isso (tipo o que se vê no filme Malévola). Ou ainda alguém ser morto em tela e a reação dos mocinhos ser (pra dizer o mínimo) fria. A sensação que tive como espectador foi de estar lendo alguma história em quadrinhos criada por algum drogado com muito mal gosto. Heroes sempre foi uma piada pronta, mas pelo menos foi divertido em todas as suas temporadas. Já este aqui é lamentável sob qualquer aspecto, e não recomendo a ninguém.
  23. Lord Jim (1965) - 2/5 - Poderia ter ganho uma nota bem melhor não fosse o final totalmente brochante, e que parece mais me provar a "dispensabilidade" que outra coisa, além da insistência de se bater o tempo todo na tecla do que ocorreu com o protagonista. Não curto filmes que tentam esfregar lições de moral e que sejam adeptos de fatalismo(s). Por isso que nem o Peter O'Toole o salvou do ostracismo. The Grass Is Greener (1960) - 3/5 - Interessante amostra da dinâmica de um casamento e personalidade dos casais, que não poderia ter o mesmo impacto não fosse o elenco (exceção pra Robert Mitchum, que realmente foi mal escalado) e alguns momentos que ainda hoje (mesmo que na visão de muitos o filme pareça datado e ingênuo) mantém seu charme.
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