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Forum Cinema em Cena

Rafael Lemos

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About Rafael Lemos

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    Cinema e cultura pop
  1. Quem curtiu Dark? https://popoca.com.br/explicamos-o-final-e-tudo-mais-de-dark/
  2. https://popoca.com.br/thanos-da-dc-conheca-epoch/ ‘THANOS DA DC?’ CONHEÇA EPOCH 26 de junho de 2020 • Tiago Cordeiro Sites especializados em quadrinhos como o Screenrant, tem comparado Epoch, o vilão do novo arco da DC Comics a Thanos, catapultado para mais fama após o sucesso de Vingadores: Ultimato. Será que é uma comparação justa do personagem recentemente introduzido? Em Justice League Odyssey, o vilão já deixa um cartão de visitas preocupando até mesmo Darkseid (que talvez tenha sido a base original para a criação de Thanos, que veio depois). Assim como o personagem da Marvel, Epoch tem um plano ambicioso de se declarar… Senhor do Tempo! Originalmente, seu objetivo era mais heróico: ele capturava super-heróis que percorriam o tempo e os levava a um local chamado Timepoint, onde ficavam aprisionados. Apesar do novo visual, que mais parece uma versão extreme do Homem de Ferro, Epoch já existia há algum tempo com outra roupagem sempre utilizando tecnologia do futuro. Como você pode ver na imagem ao lado o “Senhor do Tempo” já era um vilão criado nos anos 60, pelo escritor Gardner Fox e pelo desenhista Mike Sekowsky. e que ressurge depois da saga Crise nas Infinitas Terras. Ou seja, reaparecendo a partir do período em que a DC passou considerar apenas uma Terra e não um Multiverso, como era antes. Apesar disso, todo seu background permaneceu intacto como ocorre com outros personagens. Nessa época, ele era um personagem recorrente nas histórias do Karate Kid, então um personagem de algum sucesso da DC Comics e sem relação com o filme estrelado por Ralph McChio. Após a saga Os Novos 52, que reinventou o DCverso, estas histórias foram consideradas apócrifas. E é neste ponto em que chegamos: presenciando o (re)ressurgimento de Epoch, como um grande vilão da Liga da Justiça e de todo o universo DC. Soa familiar? Pode ser, mas as comparações param por aí e são comuns com outros personagens decenautas ou da Marvel: Mefisto, Antimonitor, Apocalypse, Darkseid, etc. Então por que a comparação? Como um dominador do tempo, Epoch estuda e mapeia as grandes ameaças do multiverso e resolve destruir a todas. “Isso não é um golpe de mestre, Liga da Justiça”, explica o vilão em Justice League: Odissey # 19. “Não é um déspota cósmico que reajusta a realidade com um tremor no nariz. Isso sempre termina mal, pois exibe apenas um grande poder sem o mérito de uma grande delicadeza”, parece uma indireta para um certo estalar de dedos… Aliás, quando o vilão estala os dedos ele até envia a Lanterna Verde Jessica Cruz para bem longe. Confira: Epoch mapeou quatro ameaças ao Multiverso mas só identifica três. Jessica suspeita que a quarta pode ser… O próprio Epoch. Ou seja, ele é um personagem com motivações multidimensionais, poderes de um deus, implacável e que gosta de estalar dedos antes de fazer coisas cósmicas. Fica difícil não relacionar.
  3. Vocês conhecem algum lugar fácil pra ver os filmes do Glauber? Tipo youtube?
  4. https://popoca.com.br/ridley-scott-ainda-quer-dirigir-novos-filmes-da-franquia-alien/ RIDLEY SCOTT AINDA QUER DIRIGIR FILMES DA FRANQUIA ALIEN 3 de junho de 2020 • Tiago Cordeiro Em 2012, a franquia iniciada em Alien: O Oitavo Passageiro ressurgia com o prequel Prometheu, que trazia a promessa (sem trocadilho) de explicar a origem do misterioso monstro alienígena. Em 2017, Alien: Covenant seguiu com a nova série, mas desde então não há novidades sobre uma trilogia sendo fechada. Alien: Ridley Scott quer dirigir outros filmes Em entrevista ao Los Angeles Times, Ridley Scott garantiu que não quer que esta seja mais uma sequência de dois filmes que não fecham uma trilogia. E quer mais: “Ainda acho que há muitas milhas em Alien, mas acho que agora você terá que voltar a evoluir. O que sempre pensei quando estava fazendo, o primeiro, por que uma criatura como essa seria feita; e por que estava viajando no que eu sempre pensei que era uma espécie de arte de guerra, que carregava uma carga desses ovos. Qual era o objetivo do veículo e qual era o objetivo dos ovos? Esse é o ponto a ser questionado – quem, por que e com qual objetivo é a próxima ideia, eu acho”, explicou. Em 2019, a franquia Alien celebrou 40 anos do lançamento do filme original. Na ocasião, Scott garantiu que dirigiria uma sequência de Alien: Covenant, mas desde então os direitos da marca migraram da Fox para a Disney, deixando tudo incerto. Além de garantir um terceiro filme, Scott não respondeu sobre rumores de uma possível série de TV. O jeito é esperar e ficar de olho aqui no POPOCA pelas novidades.
  5. https://popoca.com.br/retro-nerd-duna-1984/ RETRÔ NERD: DUNA (1984) 11 de junho de 2020 • Tiago Cordeiro Guerra nas Estrelas já era um tremendo sucesso nos cinemas quando David Lych, então consagrado pelo filme Homem-Elefante, foi convidado para dirigir uma adaptação de livros que poderia fazer frente a franquia de George Lucas: Duna. Parecia muito certo que não tinha como dar errado. Spoilers: deu muito errado. O IMDB informa que Lynch recusou dirigir O Retorno de Jedi para produzir Duna. “É a sua criação, não a minha”, teria dito a George Lucas em uma tradução livre. Ou seja, é um filme que o diretor esperava ter alguma liberdade para fazer. Em um futuro muito, muito distante (10.190 D.C.), um duque e sua família são mandados pelo Imperador para Arrakis, um árido planeta conhecido como Duna, que tem uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. O Imperador planeja destruir o duque e sua família, mas seu filho escapa e procura se vingar usando os habitantes do mundo e sua armas para se concretizar uma profecia. Os primeiros trinta minutos de Duna são realmente muito bons. Você é imediatamente assombrado pela maquiagem (Pier Luigi Basile), direção de arte (Giorgio Desideri) e figurinos extraordinários (Giorgio Desideri). Repare que todos os nomes em parênteses são italianos, que já faziam sucesso no cinema europeu. Figurinos e cenários de Duna são um espetáculo a parte. Essa roupa no deserto… Basile, por exemplo, fez a direção de arte também em Conan. Já Desideri cuidou da direção de arte em Bill & Ted e Coração de Dragão 2 enquanto De Rossi fez o figurino do futurista Onde Está Segunda? além de Asterix & Obelix e… Conan! Ou seja, a equipe de arte era qualificada e diversa… Com uma compreensão global da arte. Curiosamente, a única indicação ao Oscar do filme não foi para cenários ou arte mas para a edição de som (a estatueta acabou ficando para Amadeus). Apesar do sucesso do figurino, o elenco achava a roupa bem desconfortável, mas vale lembrar que isso é uma queixa comum entre quem trabalha em filmes de ficção científica. Duna envolveu mais de duzentos trabalhadores apenas para preparar o deserto mexicano para as filmagens. Virginia Madsen (Highlander II) acabou conquistando o papel de princesa Irulan, que foi cogitado para uma multidão de estrelas: Jodie Foster, Brooke Shields, Kim Basinger, Melanie Griffith, Michelle Pfeiffer, Meg Ryan, Jennifer Jason Leigh, Kristy McNichol, Tatum O’Neal, Bridget Fonda, e Sarah Jessica. Helena Bonham Carter também quase pegou o papel, mas conflitos de agenda com o longa Uma Janela Para o Amor impediram. Na audição, Virginia ouviu que a personagem seria “uma princesa do universo”, o que não deve ter ajudado muito na caracterização de sua interpretação já que atrizes e atores passam emoção. E não cargos. 🙂 Duna foi a estreia de Kyle MacLachlan (Paul Atreides, papel recusado por Val Kilmer e Rob Lowe) nos cinemas. Deve ter causado uma boa impressão em Lynch porque foi protagonista de Veludo Azul, um dos maiores sucessos do diretor, filmado logo após a história do messias do espaço. A mesma sorte não teve o cantor Sting (Feyd Rautha), com uma atuação até esforçada porém constrangedora acabou encerrando sua carreira dramática por ali mesmo. Apesar de tudo, Duna ganhou status de cult para muitos fãs. É sempre procurado na internet e poderia ser alvo de mais destaque porém Lynch considera a produção o grande fracasso de sua carreira. Frequentemente recusa convites para depoimentos em edições especiais do DVD por dizer que revisitar todo processo seria muito doloroso. Ele já preparava um roteiro de O Messias de Duna e tinha contrato para um segundo e terceiro filmes, que jamais foram produzidos. Vale lembrar que se o diretor não teve a palavra final na última edição, também recusou fazer uma versão do diretor para DVD. Ele parece querer esquecer que já fez aquilo, mas se você quiser ver por você mesmo, segue uma versão que encontramos no youtube: Curiosidades retiradas do IMDB: Ridley Scott seria o diretor de Duna, mas seu irmão morreu às vésperas do filme. Quando estava disponível preteriu a produção por Blade Runner: O Caçador de Andróides. A sequência Blade Runner 2049 foi produzida por ele e dirigida por Denis Villeneuve, que será diretor do novo Duna. O final original, cortado da versão que foi para os cinemas, teria Paul exilando o imperador Shaddam IV e concordando em casar com a Princess Irulan, o que seria o final original do livro. Na versão aprovada pelos produtores, Paul faz chover em Arrakis completando a profecia. Cerca de 1700 profissionais foram contratados e com oito sets. Lynch esteve envolvido três anos e meio na produção, que levou quase seis entre seu início e lançamento. Alejandro Jodorowsky chegou a fazer um projeto de Duna, que nunca foi filmado. Aguarde um novo post a respeito. O campo de força usado em algumas cenas de combate foi o primeiro efeito especial de computação gráfica envolvendo um corpo humano. Originalmente, Lynch queria um filme com mais de três horas. Os produtores exigiram pouco mais de duas e ele teve que cortar muitas cenas, refilmar outras e fazer uma pequena introdução narrada por Virginia, que deixou tudo com cara de filme amador. Patrick Stewart não fazia a menor ideia de quem era Sting. Quando lhe apresentaram e disseram o que faziam, lhe perguntou se era um músico solo. O cantor explicou que tocava com um grupo chamado The Police e Stewart entendeu que se tratava de uma banda de algum quartel de polícia…
  6. Rafael Lemos

    Notícias

    Alguém sabe se esse curta tá disponível na web? https://popoca.com.br/out-novo-curta-da-pixar-traz-protagonista-gay/
  7. Meu último filme foi a obra-prima Acerto de Contas, de Spike Lee. Me lembrou bastate, Infiltrado na Khlan com Lee deixando bem claro que essa ficção tem muito de verdade. Uma delícia. Nunca vi um filme de guerra tão bom. https://popoca.com.br/destacamento-blood-um-acerto-de-contas-com-spike-lee/
  8. Sempre tento trazer links e indicações legais sobre cinema aqui também: https://www.facebook.com/Cinemaolho

  9. Até ler este post, não fazia ideia que o cara estava chegando aos 60. Tenho 40 e devo quase parecer o pai dele... https://popoca.com.br/sete-filmes-com-tom-cruise-que-voc/ SETE FILMES COM TOM CRUISE QUE VOCÊ ADORA 3 de julho de 2020 • Tiago Cordeiro Nesta sexta-feira (3), Tom Cruise chega a impressionante marca dos 58 anos de idade. Quase hexagenário, ele coleciona mais de 50 filmes e o respeito da classe artística: há quem diga que ninguém pega um papel se ele não quiser. Milionário, ídolo e parece que fora o Oscar há pouca coisa que ele não tenha. Listamos aqui cinco filmes que você pode até não lembrar, mas ama. O Último Samurai Assim como Mulan e Dança com Lobos, o cinema norte-americano é pródigo em histórias sobre estrangeiros que são arrebatados por uma pátria exótica e se tornam mais nativos que os nativos. O Último Samurai tem tudo isso: um comandante de guerra desajustado e desmotivado, que se transforma em um guerreiro honrado com uma história edificante. Porém, a produção consegue dosar isso de forma adequada sem se transformar em uma bobagem patriótica ou qualquer outro tipo de pastiche nacionalista Ken Watanabe aproveitou a história e foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, o que lhe garantiu um papel em Batman Begins (e o carinho eterno de Christopher Nolan). O diretor Edward Zwick (Glory) soube até mesmo referenciar o clássico japonês Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa, sem soar banal ou desrespeitoso. A fotografia em um cenário oriental é um episódio a parte, além da boa atuação de seu produtor e protagonista. Vale muito a pena. Missão Impossível 3 A franquia Missão Impossível caminhava para ser uma das mais esquecíveis das trilogias de ação, mesmo vindo de um filme dirigido por John Woo (então sinônimo de sucesso). JJ Abrams veio e mudou tudo. O resto é (boa) história. As cenas de ação continuaram lá, mas ganharam contornos mais dramáticos e Ethan Hunt recebeu, enfim, uma vida pessoal, que até então era completamente negada e ignorada. O background de um casamento cheio de segredos transformou seu personagem em mais humano, emotivo e… Dramático. Sem deixar de ser um agente da Impossible Mission Force, Tom Cruise finalmente mostrava porque valeu a pena retomar a clássica série de TV e transforma-la em sétima arte. O sucesso superou tantas expectativas (e bilheterias) que foi quase inevitável o quarto filme Missão Impossível – Protocolo Fantasma. E bate aquela sensação de que Abrams poderia ter chegado só um pouquinho antes… Até por isso, a franquia ganhou uma sobrevida para mais dois filmes e parece que não para. Jerry Maguire – A Grande Virada O ator foi indicado ao Oscar de Melhor Ator pela segunda vez (a primeira foi por Nascido em 4 de Julho e viria outra como melhor coadjuvante por Magnólia) no papel-título. A estatueta não veio apesar de um ótimo trabalho em parceria com a atriz Renée Zellweger, que transformou Jerry Maguire – A Grande Virada em um filme fofinho para qualquer dia. Destaque para Cuba Gooding Jr., que ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Geoffrey Rush ficou com a estatueta na cerimônia por Shine – Brilhante. Missão Impossível 4 – Protocolo Fantasma O quarto filme da saga talvez pudesse ser o encerramento ideal para o agente Ethan Hunt (Tom Cruise), em uma história que misturava espionagem e um superespião já sentido o peso da idade acompanhado por outro possível sucessor (Jeremy Renner). O final com Hunt sumindo na névoa trazia o desfecho perfeito de uma produção quase perfeita. Deveria ser o exemplo para todo último filme de franquias. Entrevista com o Vampiro Como o Lestat de uma geração, Tom Cruise deu vida ao clássico personagem de Anne Rice. O vampiro imortal e bon-vivant é apaixonante, ainda que o protagonista da história seja o perturbado Louis (Brad Pitt). Impossível ler qualquer referência sem relembrar do ator no papel. Leões e Cordeiros Talvez o menos conhecido da lista. Leões e Cordeiros traz Cruise em uma produção com Meryl Streep e Robert Redford, que também dirigiu a história. Misturando as tensões de guerra do governo George W. Bush e auspícios para o futuro, o filme talvez pudesse ter contribuído para evitar o momento em que vivemos se tivesse mais sucesso. O Senador Jasper (Tom Cruise) é um midiático político, que sabe que favores e como pedir para a imprensa. A repórter Janine Roth (Meryl) tem muito pouco a fazer diante da notícia, ao contrário do que muita gente pode pensar. Um dos primeiros filmes de Andrew Garfield, antes de assumir o papel de Homem-Aranha. Minority Report Talvez o filme mais memorável de Cruise, em parceria com o diretor Steven Spielberg. Um futuro em que crimes são impedidos antes de serem cometidos se volta contra o seu principal defensor. A cena em que John Anderton (Tom Cruise) ouve-o-que-teria-sido a vida de seu filho assassinado é tocante e digna de uma indicação ao Oscar, que não veio. Azar da academia.
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