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Questão

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  1. Diretor brasileiro indicado ao Oscar, Fábio Barreto morre aos 62 anos Cineasta estava em coma desde dezembro de 2009 NICOLAOS GARÓFALO 20.11.2019 22h49 Diretor responsável por Lula, O Filho do Brasil, Luzia Homem e o sucesso O Quatrilho – indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 1996 -, Fábio Barreto faleceu nesta quarta (20) após passar os últimos 10 anos em coma. Barreto estava internado desde dezembro de 2009, quando capotou sua picape no Rio de Janeiro. Patrícia Pillar, que estrelou O Quatrilho, compartilhou uma mensagem de luto nas redes sociais – leia abaixo: 69 pessoas estão falando sobre isso Barreto deixa sua esposa, a atriz Debora Kalume e quatro filhos. FONTE: OMELETE
  2. ‘O Grito’: Demian Bichir afirma que reboot pode ter novo antagonista Por Nefferson Taveira Publicado em 20/11/2019 às 14:03 FacebookTwitterWhatsAppE-mailMais... COMPARTILHE! Através de um novo vídeo dos bastidores, com o elenco explicando a evolução da maldição no reboot de ‘O Grito‘ (The Grudge), Demian Bichir revelou que o novo filme terá uma nova “entidade”. “É uma entidade completamente diferente, que tem sua própria personalidade e terror,” disse o ator. FONTE: CINEPOP
  3. Verdade. Parece que todo o arco do filme tá no trailer. Não é invensão nenhuma. A ideia do Homem Invisível como um abusador já foi aplicada um bom numero de vezes, desde o Alan Moore nas HQS de A LIGA EXTRAORDINÁRIA, passando pelo HOMEM SEM SOMBRA do Verhoeven. Não tem nada de feminazi ai. Em tempo, o terror é provavelmente um dos géneros que mais refletiu as mudanças sociais em torno da figura da mulher ao longo dos anos. Com a questão do abuso tão em voga, não é descabido colocar uma mulher abusada perseguida pela figura (ou ausência de figura. Hehehehe) do Homem Invisível.
  4. Acho que a questão não é nem essa. Existem poucas "sequências necessárias". O PODEROSO CHEFÃO precisava de uma sequência? ALIEN precisava de uma sequência? Trazendo pro cinema nacional, TROPA DE ELITE precisava de uma? Falando do próprio género super herói recente, PANTERA NEGRA pareceria incompleto, se a Marvel não fizesse uma sequência? A questão é que CORINGA é um filme muito particular no que diz respeito a história de ponto de vista. É um daqueles filmes onde você pode brincar infinitamente sobre o que foi real ou não ali (independente das "explicações" do diretor, pois tenho pra mim, que depois do filme lançado, a visão do diretor sobre o seu filme, torna-se tão válida quanto a de qualquer um). Uma sequência enfraquece um pouco esse conceito ao meu ver, se eu quiser pensar a franquia como um conjunto. Mas não anula o que veio antes. Eu posso ver HALLOWEEN do John Carpenter, e ignorar na minha cabeça que foi revelado no segundo filme que Michael Myers era irmão da Jamie Lee Curtis (no filme mais recente, foi exatamente o que o diretor fez). Mas por mim, é uma sequência que se dependesse de mim, não aconteceria.
  5. Questão

    Coringa 2

    Em sentido de grana, talvez. Mas Phoenix não é um "showman" tipo o Downey. Pelo que dizem, o Phoenix é o tipo de ator que gosta de chegar no Set, fazer o trabalho dele, e ir pra casa. Não espere ele entrando na Comic Con vestido de Coringa. Em tempo, acho que essa sequência é totalmente desnecessária e feita pela grana. Geralmente, sou bem flexível em relação a isso, e raramente uso o argumento "essa sequência não deveria existir". Mas CORINGA pra mim, é o tipo de filme que é tão fechado em si mesmo, e que deixa tanta coisa pro publico interpretar, que em primeira instância, não vejo uma continuação com bons olhos.
  6. Questão

    Frozen 2

    De acordo com Brandon Katz, jornalista do Observer, “Frozen II” se tornou a maior pré-venda de ingressos nos EUA pelo Atom Tickets. Para efeito de comparação, os números (ainda não divulgados) foram maiores do que “Toy Story 4” e “Os Incríveis 2” combinados. Com isso, a Walt Disney agora conta com as três maiores pré-vendas para filmes animados, sendo justamente as citadas acima. 16 pessoas estão falando sobre isso Por que Elsa nasceu com poderes mágicos? A resposta chama por ela, ao mesmo tempo em que ameaça seu reino. Juntamente com Anna, Kristoff, Olaf e Sven, ela partirá em uma jornada perigosa, mas notável. Em Frozen, Elsa temia que seus poderes fossem grandes demais para o mundo. Em Frozen 2, ela deve esperar que eles sejam o suficiente. Frozen 2 chega aos cinemas norte-americanos em 22 de novembro deste ano, mas no Brasil, o filme será lançado apenas em janeiro de 2020. FONTE: O VÍCIO
  7. FILMES O Farol, com Robert Pattinson e Willem Dafoe, surpreende com boa bilheteria POR VICTOR NASCIMENTO - 26/10/2019 Mesmo tendo apenas uma exibição limitada em alguns cinemas dos Estados Unidos, O Farol está se saindo muito bem. De acordo com o Box Office Pro, o terror com Robert Pattinson e Willem Dafoe deve arrecadar cerca de US$ 4.1 milhões neste fim de semana, uma melhora de cerca de 858% em relação à semana passada. No total, O Farol já arrecadou mais de US$ 4.6 milhões, sendo que foi lançado em apenas pouco mais de 500 cinemas. É bem provável que O Farol já tenha superado seu próprio orçamento e começado a gerar lucros, tendo em vista que teve uma produção bastante modesta. Com Robert Pattinson e Willem Dafoe, O Farol chegará aos cinemas brasileiros apenas no começo de 2020. Fonte : Observatório Do Cinema
  8. A Dama e o Vagabundo’: Live-action conquista 68% de aprovação no Rotten Tomatoes A versão live-action de ‘A Dama e o Vagabundo‘ estreou hoje no Disney+ e, ao que tudo indica, não tocou tão profundamente o coração da crítica especializada. Ainda sem consenso geral, o longa abarcou 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6,27/10 baseada em 31 reviews até agora. Confira as principais críticas: “‘A Dama e o Vagabundo’ funciona bem dentro de seus simples termos, como um filme assistível e competente” – Guardian. “Pode ser estranho dizer isso para um filme do Disney+, mas essa versão na verdade perde pontos quanto à complexidade temática da obra dos anos 1950″ – Consequence of Sound. “A versão em live-action de ‘A Dama e o Vagabundo’ é um incrível remake da clássica animação. Crianças e adultos irão se encantar” – MovieWeb. “Dentro das fantasias confortáveis, não é tão ruim” – RogerEbert.com. Fonte: Cinepop
  9. E no episódio de hoje de "meu cotovelo dói" Christian Navarro reclama da escolha de ator para A Pequena Sereia 43 minutos atrás Christian Navarro reclama da escolha de ator para A Pequena Sereia Christian Navarro, o Tony de 13 Reasons Why, não ficou feliz com a escolha da Disney para o príncipe Eric no live-action de A Pequena Sereia. Nesta semana, foi divulgado que o ator britânico Jonah Hauer-King tinha conseguido o papel, depois de muitos e muitos testes do estúdio. Acontece que meses atrás Christian havia revelado aos seus fãs através do Twitter que tinha mandado uma fita para fazer um teste para interpretar o personagem. “Fiquei sabendo que Harry Styles recusou o papel do Príncipe Eric. Bom, eu sei cantar. Ariel negra e Príncipe latino”, explicou na época. Ele, porém, foi recusado e não curtiu muito a decisão. “A Disney disse ‘não’. Eles queriam alguém mais europeu. Todos sabemos o que isso significa”, escreveu em sua conta. Após o anúncio de que Jonah seria o novo príncipe da Disney, Christian, que tinha saído do Twitter, retornou para expressar seus sentimentos. “Só voltei para dizer: depois de meses vendo todas as pessoas de cor pensando que poderiam conseguir o papel do príncipe Eric, a Disney de alguma forma ainda escalou um cara branco. Acho que diversidade é apenas uma palavra. E ISSO é Hollywood. Uma pessoa negra é suficiente. Duas nos papéis principais são algo impensável”, desabafou. A produção do live-action de A Pequena Sereia deve começar no ano que vem, e contará com Halle Bailey na pele de Ariel, , Melissa McCarthy como Úrsula, Awkwafina como uma nova versão da gaivota Sabidão e Jacob Tremblay como Linguado. Javier Bardem pode ser o intérprete do Rei Tritão, embora ainda não tenha sido confirmado. Fonte : Spinoff
  10. Bom Thriller espanhol comandado por Alex de La Iglesia no já clássico formato de personagens isolados em uma situação limite revelando o pior e o melhor do ser humano na luta pela sobrevivência. Fui não dando nada pelo filme, e acabei me surpreendendo. Vale a conferida.
  11. O 25° filme da franquia James Bond, 007: Sem Tempo para Morrer, é o mais caro da franquia. O enorme orçamento foi revelado pelo The Hollywood Reporter nesta quarta, 6. De acordo com o site, o filme do 007 custou US$ 250 milhões. Vale notar que o valor deve subir ainda mais quando o preço do marketing for adicionado. Antes, o recorde era de 007 contra Spectre (2015). O longa de James Bond tinha custado US$ 245 milhões (sem valor de marketing). O orçamento dos filmes de James Bond começou a ficar mais caro com 007 – Cassino Royale (2006), o primeiro de Daniel Craig no papel. Na época, o longa teve orçamento de US$ 150 milhões. Depois, 007 ‑ Quantum of Solace (2008) e 007 ‑ Operação Skyfall (2012) chegaram ao patamar de US$ 200 milhões. Se continuar assim, logo a franquia avança mais uma casa. O que explica o aumento do valor é também o cachê de Daniel Craig. O astro teria pedido um aumento para retornar por uma última vez. Mesmo tão caro, 007: Sem Tempo para Morrer ainda não está entre os longas mais caros da história. A primeira posição é de Vingadores: Ultimato, que gastou US$ 356 milhões na produção. Com Rami Malek como vilão, 007: Sem Tempo para Morrer estreia em 3 de abril de 2020 no Reino Unido e 8 de abril nos Estados Unidos. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  12. Questão

    Cruella

    A Variety anunciou nesta terça-feira (24) que Kirby Howell-Baptiste (Killing Eve) está se juntando ao elenco de Cruella, novo live-action da Disney que coloca Emma Stone como a vilã de 101 Dálmatas. O papel da atriz no filme não foi revelado. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  13. As Panteras: Kristen Stewart explica o que a atraiu no filme Em entrevista com Shia LaBeouf, a atriz se abriu sobre seu novo projeto. Nathália Gonçalves 14 NOV2019 20h28 0 COMENTÁRIOS As Panteras, nova adição à franquia de espiãs iniciada nos anos 70, já chegou aos cinemas e Kristen Stewart, uma das protagonistas, explicou sua decisão de estrelar o filme. Em entrevista com o Shia LaBeouf para a Variety, a atriz comentou seu desejo de fazer um projeto divertido nesse momento de sua carreira. Lançada a fama pelo papel de Bella Swan em Crepúsculo, Stewart tem focado em filmes menores e mais sérios, como Acima das Nuvens e Personal Shopper, desde sua época na popular franquia de vampiros. As Panteras marca o retorno da atriz para os blockbusters, trazendo uma nova fasceta sua, agora na área da comédia. "Eu queria fazer algo divertido, estava com vontade de ter uma experiência que não fosse tão angustiante." Stewart ainda destacou a importância da diretora, Elizabeth Banks, em sua decisão de fazer parte do longa: "Liz Banks, que dirigiu e escreveu o filme, é muito boa em humor normal. Eu sabia que estava em boas mãos". Kristen Stewart e Elizabeth Banks em As Panteras Ao ser questionada sobre que tipo de set de filmagem ela prefere, a atriz surpreendeu ao responder que "provavelmente o tipo angustiante, porque é mais divertido de uma maneira estranha. Honestamente, passar o dia inteiro no set com as meninas rindo e pensando em coisas bobas para dizer foi incrível, mas fizemos isso por cinco meses. Eu gosto de correria. Para mim a maior diferença entre filmes grandiosos é que o processo é muito longo, eu não consigo capturar as coisas do mesmo jeito que eu faria em menos tempo". Apesar de ter se cansado de tanto tempo gravando As Panteras, Stewart certamente parece ter gostado da sua experiência e estar satisfeita com o produto final. "O filme é tão caloroso, eu tenho muito orgulho da maneira como ele me faz sentir. Eu acho que se fizer outras pessoas se sentirem do mesmo jeito, é uma coisa boa de se ter no mundo atualmente." Co-estrelado por Naomi Scott e Ella Balinska, As Panteras está em cartaz nos cinemas de todo Brasil. FONTE: TERRA
  14. Bom, parece que vai oferecer exatamente o que tem em uma história do Scooby Doo, nem mais, nem menos. Quanto a dublagem nacional, as vozes do Scooby e do Salsicha são tão icônicas, que é complicado aceitar novos dubladores mesmo.
  15. Midway derrota Doutor Sono e surpreende nas bilheterias 14/11/2019 - 22:00 MINHA SÉRIE Facebook Twitter Comente Em um fim de semana surpreendente, Midway: Batalha em Alto-Mar derrotou Doutor Sono e ficou no topo das bilheterias norte-americanas. O épico da Segunda Guerra Mundial, de Roland Emmerich, alcançou a marca de US$ 17,5 milhões. Esperava-se que a adaptação de Stephen King, da Warner Bros., levasse o prêmio máximo, mas a sequência de O Iluminado estreou em segundo lugar com US$ 14,1 milhões — cerca de metade do que o estúdio projetou. Embora Midway: Batalha em Alto-Mar tenha alcançado o feito, o filme totalizou um enorme custo de US$ 100 milhões, o que significa que ainda enfrentará uma longa e árdua jornada pela frente para ser lucrativo. A Lionsgate posicionou seu lançamento para aproveitar o Dia dos Veteranos e espera que o filme arrecade US$ 20,05 milhões em seus primeiros 4 dias nos cinemas. Homens mais velhos representaram 60% dos compradores de ingressos, um grupo demográfico fora do padrão para o fim de semana de abertura. Midway: Batalha em Alto-Mar (Fonte: Lionsgate/Reprodução) Doutor Sono foi mais favorecido entre os críticos, mantendo uma média de 73% no Rotten Tomatoes em comparação com a classificação de 41% de Midway. Quase 75% do público de Doutor Sono tinham mais de 25 anos de idade, portanto é provável que os espectadores mais jovens estejam menos familiarizados com o material de referência de King e, por isso, menos ansiosos para ir ao cinema durante o fim de semana de estreia. Ainda, sua duração de mais de 2 horas e meia pode ter representado outro obstáculo. A Warner Bros. gastou US$ 50 milhões em taxas de produção, sem incluir o marketing. Doutor Sono. (Fonte: Warner Bros./Reprodução) FONTE: MINHA SÉRIE Uma pena. O filme do Flanagan merecia bem mais. Mas acho que isso foi efeito parecido com BLADE RUNNER 2049. Sequência tardia de um filme clássico com longa duração, que mesmo sendo super conceituado não tem aqueeeela Fanbase.
  16. ‘Next Goal Wins’: Começam as filmagens do novo filme de Taika Waititi Por Thiago Nolla Publicado em 14/11/2019 às 16:01 Depois do sucesso ressonante de ‘Thor: Ragnarok’ e ‘Jojo Rabbit’, o diretor Taika Waititi retorna para mais um aguardado projeto, intitulado ‘Next Goal Wins’. Agora, a produção do longa-metragem baseado em fatos reais finalmente começou. A trama, baseada no documentário ‘O Próximo Gol Leva’, gira em torno do time de futebol samoa-americano, conhecido por suas constantes derrotas e que decide mudar as coisas para a Copa do Mundo de 2014. As filmagens começaram na semana passada, no Havaí. Michael Fassbender dará vida a um técnico nada ortodoxo holandês que é designado a ajudar o time, enquanto Elisabeth Moss dará vida a uma personagem ainda não descriminada. Kaimana fará sua estreia cinematográfica como Jaiyah Saelua, o primeiro jogador não-binário a competir na Copa do Mundo Masculina. Waititi também fica responsável pelo roteiro ao lado de Iain Morris. FONTE: CINEPOP
  17. Patrick Wilson afirma que ‘Invocação do Mal 3’ será diferente e terá ‘um monstro’ Por Nefferson Taveira Publicado em 14/11/2019 às 17:21 Em entrevista ao THR, Patrick Wilson afirmou que ‘Invocação do Mal 3‘ será um “monstro diferente” dos filmes anteriores e indicou a possibilidade do novo filme apresentar diferentes tipos de antagonistas. Ele completa, “Esse filme será uma ótima adição, pois definitivamente teremos um monstro completamente diferente dos outros. E o trocadilho foi de propósito.” ‘Invocação do Mal 3‘ irá estrear no dia 11 de setembro de 2020. James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assumirá em seu lugar. FONTE: CINEPOP
  18. Questão

    Frozen 2

    Frozen 2: Primeiras reações exaltam uma sequência mais madura e outra trilha sonora viciante Por Katiúscia Vianna — 08/11/2019 às 12:11 Com mais destaque para Kristoff e Olaf! A contagem regressiva para Frozen 2 já começou! Na última quinta-feira (07/11), aconteceu a première da aguardada animação da Disney e as primeiras impressões sobre o filme de Jennifer Lee e Chris Buck já caíram nas redes sociais. A maior parte das reações é positiva, exaltando a trilha sonora (seria "Into the Unknown" o novo "Let It Go"?); porém as opiniões estão divididas na hora de decidir se a sequência é melhor ou pior que o filme original. Confira abaixo, sem spoilers: Mike Ryan, do Uproxx "Eu realmente gostei de Frozen 2. Não tenta ter um vilão tradicional, mas explora os medos das pessoas, grupos que você ainda não conhece. E o que acontece quando você aprende uma verdade trágica." Angie J. Han, da Mashable "Frozen 2 parece existir apenas pois o sucesso de bilheteria de Frozen exigiu uma sequência, mas ainda existe muito amor aqui: sequências de fantasia belíssimas, bons momentos para nossos favoritos, muitas canções, inclusive a cativante "Into the Unknown", e uma incrivelmente fofa nova criatura. E eu sigo apaixonada por Kristoff, o homem ideal." Kevin Polowy, da Yahoo Entertainment "É difícil comparar, pois vi Frozen umas 4 mil vezes com as minhas filhas, mas acho que Frozen 2 é tão bom quanto, talvez melhor... É realmente engraçado e emocionante. A música de Kristoff (e os visuais que acompanham) me arrepiaram." Scott Menzel, de We Live Entertainment "Frozen 2 perde parte da magia, mas tem uma trilha sonora melhor, surpreendentemente. Kristoff, Sven e Olaf se destacam, enquanto o roteiro decepciona Anna e Elsa. É uma sequência decente, mas é um regresso em comparação ao original." Ashley Menzel, de We Live Entertainment "Frozen 2 cria magia musical, mas não chega ao nível do primeiro em relação ao roteiro. Olaf certamente é destaque, trazendo um alívio necessário para um filme obscuro. Parece ser destinado para um pessoal mais velho que seu público alvo." via GIPHY Jason Guerrasio, da Bussiness Insider "Frozen 2 é uma sequência que vale a pena, com uma história inspiradora. Elsa cavalga um cavalo de água e é de tirar o folêgo. "Into the Unknown" é nível vício de "Let It Go". E tem até uma balada nos 80 com a banda Weezer nos créditos. Se preparem. Skyler Shuler, do The DisInsider "Não acredito que estou dizendo isso, mas Frozen 2 é melhor que o antecessor. Mais obscuro e maduro, porém ainda excelente para as famílias. Acredite ou não, mas as músicas são mais viciantes, então os pais devem ficar atentos. Vejam esse filme." Clayton Davis, do Awards Circuit "Frozen 2 não apenas evolui seus personagens, como também tem noção do fandom que cresceu nos últimos seis anos, então tem novas coisas para ensinar num mundo em constantes mudanças. As músicas são boas. Tem sequências belíssimas. Foi algo que eu REALMENTE precisava." Scott Mendelson, da Forbes "Frozen 2 é bom, mas não tão quanto o primeiro. Esteticamente é lindo, mas a história parece ser apenas uma sequência obscura. Com duas exceções, as músicas não são tão boas, surgindo como redundantes canções para explicar motivações de cada personagem." Drew Taylor, de Movie Fone "Amei Frozen 2. É obscura, complexa e mais madura, continuando tudo que você ama sobre o original, ainda mantendo o clima intimista do primeiro. Bela animação, incríveis personagens novos e finalmente tem uma música para Kristoff!" Idina Menzel, Kristen Bell, Josh Gad e Jonathan Groff reprisam os papéis de Elsa, Anna, Olaf e Kristoff; enquanto as novidades do elenco ficam por conta de Evan Rachel Wood como a voz da Rainha Iduna, mãe de Elsa e Anna; e Sterling K. Brown vivendo o Tenente Matias. Frozen 2 estreia no Brasil em 2 de janeiro. FONTE: ADORO CINEMA
  19. Não é a primeira vez. Já exploraram o conceito de vida após a morte no otimo VIVA: A VIDA É UMA FESTA (que passou meio batido na época do lançamento) Mas aqui acho que vão explorar um conceito ainda mais abstrato de alma. Seria engraçado🤣 Mas acho DIVERTIDAMENTE uma das melhores traduções recentes de título que fizeram.
  20. Tá bem com cara de "Supercine". Vai um pouco contra a ideia do original, que tinha como grande sacada que o fato de alguém se tornar invisível, o livrava das amarras da moralidade e do "certo e errado". Embora a ideia de um homem invisível abusador inserido no contexto "Me Too" converse um pouco com essa ideia. Se bem conduzido, pode render um thriller psicológico interessante. Vamos ver.
  21. Com certeza. Fora que como o colega afirmou, o filme deve ganhar relançamento (pelo menos nos states) na época do Oscar.
  22. Discordo PRIMO. O cerne do filme gira em torno de um movimento anti sistema posto como protagonista que questiona o status quo da sociedade. Então, acho que vão ter que mexer bastante sim pra passar na China.
  23. O Serkys como Alfred é uma escolha interessante, mas bem inusitada. Discordo do SOTO que era melhor ter visto o Serkys como Pinguim; afinal, se eu quiser ver ele vivendo um personagem do tipo, basta assistir as aparições dele no MCU. É um Alfred mais jovem aos visto no cinema, com certeza, mas não jovem o bastante que cause estranhamento, como foi o caso da Marisa Tomei nos filmes do Homem Aranha do Tom Holland. E acho que essa escalação encerra de vez a discussão se CORINGA se passaria no mesmo universo de THE BATMAN ou não.
  24. Visto GHOST MOTHER Na trama, Nuntha (Paichrapa Chaichua) torna-se responsável por seus três sobrinhos depois que seu irmão policial é assassinado por traficantes sexuais. Mas em busca de encontrar provas que haviam sido recolhidas pelo irmão de Nuntha, os criminosos sequestram a moça, e acabam matando-a também. Enquanto o Detetive Thong (Thanakorn Pisanupoom) um homem traumatizado por ter perdido um refém durante um assalto tenta desbaratar a quadrilha, Nuntha retorna como um fantasma, disposta a proteger os seus sobrinhos e vingar-se de seus assassinos. GHOST MOTHER é um thriller sobrenatural tailandês lançado em 2007, que apesar de usar e abusar de todos os clichês envolvendo espíritos orientais de cabelos longos e molhados, ganha alguns pontos por dar alguma simpatia para essa figura fantasmagórica, proteger os seus sobrinhos é tão ou mais importante do que executar a sua vingança.Tendo sido escrito e dirigido por Theerathorn Siriphunvaraporn, o longa metragem tem uma condução interessante, com destaque para a competente sequência do assassinato de Nuntha, que começa com uma longa e muito bem filmada cena de perseguição, até a angustiante cena de morte da moça. O diretor tem uma mão relativamente boa para o suspense, conseguindo transitar entre o absurdo sem soar muito ridículo, já que as mortes provocadas pela fantasma lembram em muito os acidentes da franquia "Premonição". O roteiro já não é tão amarrado quanto poderia, além de contar com personagens estereotipados até dizer chega, vide a figura do detetive traumatizado, e os criminosos que se acabam de rir diante da própria maldade, sendo com certeza o que joga esse filme na categoria "Nhé". Os atores, entretanto conseguem conferir algum carisma aos seus personagens, com os coadjuvantes muitas vezes roubando a cena dos protagonistas, como é o caso da falecida Natchica Cherdchoobuphakaraee, que vive Mai, a sobrinha mais velha e sensitiva da protagonista fantasma, e Focus Jirakhul, que interpreta Prae, a irmã mais nova e mais irresponsável de Nuntha, que acaba sendo a responsável pelos alívios cômicos do longa metragem. No geral, GHOST MOTHER acaba sendo um "supercine" bem inofensivo. A atmosfera até é bem construída, e os atores estão empenhados em seu papel, mas excetuando uma ou outra sequência, acaba sendo um filme bem morno. Visto THE CAT Na trama, Wisely (Waise Lee) é um detetive de polícia e escritor de histórias de ficção científica nas horas vagas, que passa a investigar uma série de roubos de museu cometidos por uma garota (Gloria Yip) e seu gato preto. As investigações de Wisely o levam a descobrir que a garota é uma princesa alienígena, que tem o gato preto como o seu guardião. A princesa está na Terra em busca de uma poderosa arma que pode salvar o seu planeta, mas eles estão sendo perseguidos por uma criatura extraterrestre assassina, capaz de possuir corpos humanos. THE CAT é um thriller de ficção científica de terror chinês noventista, com fortes toques de ação aventuresca, que parece beber de fontes tão distintas como O EXTERMINADOR DO FUTURO e STARMAN: O HOMEM DAS ESTRELAS, além de todos os filmes de terror feitos em torno da figura do gato preto (que não são poucos). O roteiro escrito a quatro mãos por Gordon Chan e Hing Ka Shan (baseado no romance de Kuang Ni) circula com desenvoltura por vários géneros, indo do thriller policial, passando pela ficção científica de fantasia, até o terror Lovecraftiano. Os personagens, ainda que não sejam nenhum poço de profundidade e sequer tenham arcos dramáticos muito bem definidos, são, em sua maioria, simpáticos o suficiente para conseguir o apego do espectador, ainda que tenhamos alguns personagens inúteis, como a namorada do protagonista, cujas únicas funções são basicamente gritar e ser gostosa. A direção de Ngai Chom Lam é bastante competente em circular entre os diversos géneros propostos pelo roteiro. O diretor merece elogios por manter o uso de efeitos práticos pelo maior tempo em que consegue, vide a sangrenta cena em que um grupo de policiais entra no covil do vilão do filme, onde vemos cabeças estouradas, rostos derretidos e braços arrancados, ou no violento ataque de um policial possuído armado até os dentes à casa do protagonista, com o vilão surgindo aqui como uma espécie de versão chinesa do T 800 de O EXTERMINADOR DO FUTURO. E ainda que alguns efeitos surjam datados, outros ainda possuem a sua força, como o climax que remete diretamente ao clássico A BOLHA ASSASSINA. Deve-se tirar o chapéu também para a eficiente montagem da obra, que consegue transformar algo como um confronto mortal entre um gato e um cão em algo emocionante (cena que deixara os cachorreiros com o coração na mão), e também trabalhar de forma competente a ambiguidade do personagem título, que ora surge como um bichano fofo, ora como uma criatura extremamente ameaçadora. THE CAT no fim das contas, cumpre bem a sua função de entreter, contando uma história simples, mas divertida; com cenas de ação bem dirigidas e até um gore do bom. Poderia ter sido melhor se tivessem se dado ao trabalho de darem algum arco dramático para os seus personagens, mas no fim traz as melhores características (e algumas das piores também) das fantasias de terror noventista. Visto DEMONS 2: ELES VOLTARAM Na trama, em um edifício de luxo de alta segurança, Sally Day (Coralina Cataldi Tassoni) é uma jovem que está dando uma festa de aniversário em seu apartamento. Quando a jovem é atacada e possuída por uma criatura demoníaca que sai de sua televisão, a festa de aniversário se transforma em um grande banho de sangue, que não demora a se espalhar por todo o edifício, à medida em que mais pessoas são possuídas. Agora, os sobreviventes precisam encontrar uma forma de sobreviver e escapar do prédio, que foi isolado após uma pane elétrica. Embora compartilhe basicamente o mesmo plot e a mesma equipe de produção de DEMONS: FILHOS DAS TREVAS lançado um ano antes, este DEMONS 2 é o tipo de continuação que pode perfeitamente ser assistida sem ter se visto o filme original, já que não mantém nenhuma amarra com seu antecessor, excetuando uma breve menção feita no filme que Sally estava assistindo quando é possuída, como se DEMONS fosse uma obra fictícia dentro do mundo de DEMONS 2. Dirigido mais uma vez por Lamberto Bava, filho do lendário Mario Bava, esta produção italiana segue a cartilha do filme original sobre um grupo de pessoas confinadas em um único ambiente tentando sobreviver a uma horda de zumbis demoníacos. O roteiro, escrito a oito mãos por Bava, Dario Argento (que produz o filme), Franco Ferrini e Dardano Sacchetti (mesmo quarteto responsável pelo original) decididamente não preza pela lógica. Por que Sally é atacada por um demónio que literalmente sai de sua televisão, e diversos outros personagens que estavam assistindo o fllme não são? Ora, por que sim. Vamos combinar que lógica interna nunca foi o forte das produções italianas de teor sobrenatural, mas algumas usavam esse absurdo justamente para dar força a sua narrativa, como é o caso do DEMONS original; afinal, no momento em que um personagem passava a usar uma espada samurai para enfrentar zumbis, e um helicóptero caia do teto sem maiores explicações, aceitávamos que a falta de lógica era a lógica. Embora tenha os seus momentos absurdos, DEMONS 2 nunca parece abraçar esse absurdo totalmente. Por outro lado, Lamberto Bava ainda mantém uma direção segura, comandando com competência as movimentadas sequências de perseguição sem perder o domínio do espaço cénico. Os efeitos especiais supervisionados por Danilo Bolletini (que posteriormente trabalharia em filmes como MULHER MARAVILHA e VINGADORES: A ERA DE ULTRON) e a maquiagem e próteses de Rosario Prestopino, que trabalhou com grandes nomes do terror italiano como Argento e Lúcio Fulci são grandes destaques do filme, misturando com habilidade próteses, animatrônicos, e um leve e rudimentar CGI. Nenhum personagem acaba se destacando muito, mas a título de curiosidade, este foi o primeiro filme de Asia Argento, filha de Dario, que aqui tem um pequeno papel como a filha pequena de um casal que vive no edifício. No geral, DEMONS 2 é um filme de zumbi padrão; bem dirigido, mas menos surtado do que poderia ser.
  25. E no episódio de hoje de 'Segurança do trabalho é pros fracos"😂 Clint Eastwood se nega a sair de prédio após aviso de incêndio Diretor de 89 anos está finalizando seu novo filme, O Caso de Richard Jewell 11/11/2019 15h43 Por Thamires Viana Um homem destemido! O diretor Clint Eastwood negou o pedido de evacuação preventiva de um dos sets da Warner Bros. devido aos incêndios florestais que estão atingindo Burbank, na Califórnia. Segundo o site Vulture, Eastwood se recusou a sair pois estava terminando a edição de seu novo drama. Mas ele não estava sozinho: o filho dele, Scott Eastwood, postou em sua conta no Instagram um vídeo dizendo que também precisou ficar no local ao lado do cineasta. Confira: "Isso é de algumas horas atrás. A segurança nos disse para evacuar o estúdio. Mas meu pai de 89 anos disse: "Não não, há trabalho a ser feito!" Então entramos na fase de mixagem e todos assistimos ao seu novo filme O Caso Richard Jewell. Como ele dizia, volte ao trabalho e cale a boca. *História real*. A propósito, era um sábado!", diz a legenda. O novo filme do diretor aborda o homem que achou uma mochila com bombas durante os Jogos Olímpicos de 1996 e após investigações do FBI o herói virou o principal suspeito de ter implantado os explosivos. O Caso Richard Jewell tem estreia prevista para dezembro. FONTE: PUREPEOPLE
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