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Questão

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  1. Os Caça-Fantasmas 3 | Finn Wolfhard diz que fãs amarão o filme Ator de Stranger Things elogiou o diretor Jason Reitman NICOLAOS GARÓFALO 25.09.2019 22h10 Em entrevista ao HollywoodReporter, Finn Wolfhard elogiou o trabalho de Jason Reitman na direção de Os Caça-Fantasmas 3, dizendo que o cineasta trabalha de uma maneira divertida, criando um clima familiar entre elenco e equipe do filme. O ator de Stranger Things afirmou que o set do longa é o mais divertido no qual ele já trabalhou e que os fãs irão amar o filme, que deve terminar de ser gravado em breve. Diferente do filme de 2016, Caça-Fantasmas 2020 será uma continuação direta dos filmes originais e tem ainda o retorno de Sigourney Weaver como Dana Barrett. A trama focará em uma nova família: Carrie Coon será mãe solteira dos personagens de Finn Wolfhard e McKenna Grace. Já Paul Rudd intepreta um professor em uma cidade pequena. Entre os novos nomes do elenco estão ainda Celeste O'Connor (Perfeita para Você) e o estreante Logan Kim. Jason Reitman, filho de Ivan Reitman, dirige o novo filme, que tem o lançamento previsto para 10 de julho de 2020. FONTE: OMELETE
  2. Sozinha, uma cara feia é só isso mesmo, uma cara feia. Mas terror é uma construção, e construção é montagem (e não me refiro apenas ao processo de colar um plano no outro). Então, a "cara feia" e o que entendemos por "cara feia" pode ter várias aplicações bastante importante em uma montagem pra criar os sentidos de terror, mas que sozinha não funciona, como qualquer elemento sozinho não constrói o terror. Desconforto e estranheza, de fato. Mas pra ter uma noção do que é estranho, você tem que ter uma noção do que não é, correto? Por que o senso de estranho surge da quebra do senso de normalidade, e não o contrário. Não é normal que alguém nos encare com esse rosto Claro, só essa imagem sozinha não vai criar terror nenhum. Mas essa "cara feia" pode, sim, causar desconforto no contexto narrativo certo, na luz certa, com o som certo, a interpretação certa, e com planos antecedentes e sucessores certos. Não é ingenuidade nenhuma acreditar nisso, pois as montagens de terror mudam, mas a maioria dos elementos continuam basicamente os mesmos desde antes da invenção do cinema. Ai a gente bate na diferença entre o terror e o horror. O horror é o desenlace do terror (Segundo alguns teóricos), ou seja, quando o "bicho feio" aparece, quando a facada é dada, quando o cadáver desaba do teto, a tensão atinge um climax, e o objetivo da cena passa a ser outra que não necessariamente a tensão (embora esse climax pode sugerir mais tensão). O exemplo clássico é a cena que o alien sai do corpo do John Hurt no filme do Ridley Scott Quando o bicho sai e o sangue rola, a tensão da cena se esvai, por que ela atingiu um climax. Tá, mas ai tu tá estabelecendo uma regra, e supondo que essa entidade não natural vai respeitar essa regra. Dependendo da construção de terror, o fato de determinado personagem temer essa aparição ou não é irrelevante pro desfecho. Ou ainda, uma situação que é muito comum do gênero, é que simplesmente "desligar" a chave do medo, como você sugere, é muito mais complexo do que parece. Por exemplo, a gente tá falando de uma adaptação de Stephen King aqui, e é um elemento recorrente na obra do autor e nos filmes que se baseiam nela que essas entidades sobrenaturais conheçam os medos, as falhas e os dos personagens e usam isso pra destruir esses personagens. Mas tem o contrato da suspensão de descrença em conta que você não tá levando em conta nesse seu raciocínio. Da mesma forma que eu tenho que entrar pronto pra ser convencido que Superman é capaz de voar, a partir do momento em que eu me disponho a ver um filme do Superman, eu tenho que estar pronto pra ser convencido a acreditar no lobisomem por umas duas horas à partir do momento em que eu me disponho a ver um filme de lobisomem, claro, desde que ele seja minimamente bem feito. Pegando o seu exemplo. O monstro mordeu a cara de uma pessoa. O caminho até este climax violento foi satisfatório? Essa cena de morte, caso tenha se optado por uma morte On Screen foi bem realizada? Eu me importo com o destino deste personagem? Eu acredito no medo desse personagem ? (que não necessariamente precisa ser o meu medo). Esse são alguns fatores que você tá ignorando no seu raciocínio, e que são muito importantes quanto se fala de terror ou de horror. Tá errado brother, e isso é científicamente comprovado. A gente tem uma série de imagens e signos visuais na nossa cabeça, que estabelecem parâmetros de normalidade (que podem ser tensionados pela montagem, é veradade). Imagina a seguinte cena. Um personagem abre a porta e dá de cara com um homem de terno absolutamente normal. Esse camarada daqui A aparição repentina pode causar algum susto inicial no público. Claro, como disse antes, a imagem é só uma parte da montagem. Mas vamos colocar essa cena em uma determinada luz, com um determinado enquadramento, uma determinada trilha, e que a gente nunca ouviu falar desse cara antes. Agora, a mesma situação, com as mesmas condições técnicas, a mesma falta de contexto sobre a figura atrás dá porta, mas quem tá do outro lado é essa moça O efeito não é o mesmo nem a pau, ADLER. Por que além de uma imagem repentina, é uma imagem que fere o senso de normalidade (culturalmente falando, o normal não é ter olhos amarelos, não é ter presas). O impacto dessas duas imagens na mesma condição vai ser sensivelmente diferente. Claro, os elementos podem ser montados de forma que a primeira imagem seja muito mais ameaçadora do que a segunda. Por que, de novo, a "cara feia" que você condena não é só uma imagem, e sim uma série de elementos audiovisuais. Dependendo do contexto do filme, a segunda imagem pode se tornar absolutamente normal pro espectador. De qualquer forma, decididamente não são a mesma coisa. Ai é você se colocando no lugar dos personagens? Se for, tem pequenas falhas no teu argumento. Primeiro é o que eu chamo de "conforto da poltrona". É fácil julgar as ações de um personagem da poltrona, sem estar sujeitos as pressões psicológicas e emocionais dele. Segundo, um homem de terno, em primeira instância não é ameaçador (mas pode vir a se tornar), um lobisomem em primeira instância é (mas pode vir a não ser). Até por que o seguinte, como disse repetidamente, terror é montagem. A mera intenção de matar desse homem não torna ele uma figura assustadora automaticamente, assim como o mero fato do lobisomem ser um lobisomem não torna ele uma figura assustadora automaticamente. Sendo que tem várias variáveis nesse teu cenário ai. Primeiro, tu tá supondo que tem uma arma contigo. Segundo, tu tá supondo que tu vai acertar a cabeça do alvo. Terceiro, tu tá supondo que atirar na cabeça do alvo vai matar o alvo. Quarto, tu tá supondo que esse personagem encurralado por um homem de terno ou um lobisomem vai ter essa iniciativa, pois pode tá simplesmente paralisado ao descobrir que esse homem que ele considerava normal é um maníaco homicida, ou estar aterrorizado demais pelo simples fato de existir um lobisomem. Então sim, a cara feia pode fazer muita diferença, por que essa cara feia pode mexer com as crenças do personagem (tanto a crença do que e natural ou sobrenatural, sobre a crença em quem confiar ou não), e é isso que tu não tá levando em conta. Eu sinto que tu tá avaliando tudo do "conforto da poltrona", e esquecendo dos contextos sociais, psicológicos e emocionais de certos signos. Apesar dos olhos brilhantes de alguns personagens, quando o texto diz "brilhar" em relação aos iluminados não é literal. "O Brilho" ou "Iluminação" é o nome dado a essa habilidade, que pode ser telepatia ou coisa do gènero, e 'brilhar" se refere a quando usam essas habilidades. Oi? Quer dizer que para uma obra de terror funcionar, ela deve obedecer as leis da física? E A PROFECIA, que deixa a sua natureza sobrenatural explícita desde o começo? E o clássico A HORA DO PESADELO, que deixa extremamente claro a natureza de seu vilão, que mata as suas vítimas em seus sonhos? E HELLRAISER, outro filme que deixa muito claro desde o seu início a natureza sobrenatural da história? E o próprio O ILUMINADO, que sim, trata da descida a loucura do Jack Torrance, mas também nunca levanta duvidas sobre a natureza assombrosa do hotel? E os terrores sobrenaturais oníricos do Mario Bava? Desculpe, mas é uma grande bobagem afirma que o terror está no suspense de que o evento fantástico de determinada narrativa é real ou não. A duvida pode sim, ser UMA das formas de se construir o terror de uma narrativa, mas tá muito longe de ser a única. Pode ser a sua preferida, mas longe ainda de ser o "grande lance do terror", principalmente quando temos obras em que o terror não se origina do sobrenatural e nós sabemos disso o tempo todo. Mais uma vez, tu tá estabelecendo uma regra, e esperando que a ameaça da narrativa se acomode a essa regra. Sim, tentar entender a natureza das aparições assumidamente sobrenaturais geralmente é a primeira atitude que os personagens tomam nesses filmes, mas tu tá colocando como se fosse uma coisa simples. "É só conhece-la pra saber como proceder" diante de uma ameaça que desafia a tua lógica de mundo não vai se resolver através de um google (nos filmes ruins vai, mas você entendeu). Mais uma vez, você está ignorando um monte de variáveis. Esses personagens tem tempo pra descobrir como essa "outra dimensão" (supondo que seja outra dimensão, e não algo que a ciência não está pronta pra explicar) funciona? O curso de ação que eles estão tomando é o correto? Existem custos pra esse curso de ação? Eles estão dispostos a pagar esses custos? O CHAMADO, por exemplo, tem o deadline dos sete dias. Em A HORA DO PESADELO, os personagens precisam entender essa ameaça antes de dormir, se não eles morrem. Tem filmes que os personagens nunca conseguem entender a natureza dessa ameaça sobrenatural, por que eles não tem tempo, ou trabalharam na teoria errada. Talvez aquilo que estamos chamando de demonio é só um ser de outra dimensão pertubado porque não está conseguindo entender em que dimensão está" Sim, muitas vezes essa criatura sobrenatural é o que você disse. E em outros casos é um demónio mesmo, cuja derrota pode exigir um custo pessoal enorme. Enfim, não entendi como esse trecho se encaixa no teu argumento. Em tempo, existem alguns autores bem interessantes caso você tenha interesse no tema como Noel Carroll, Ann Radcliffe e o próprio Stephen King que escreveram coisas que vale a pena ler a respeito do horror género.
  3. Ainda acho que são cenários que puxam pra direções dramáticas diferentes já em sua concepção, independente do material base. Esses dois que você destaca, acho que até funciona, embora crie a armadilha de tornar a Liga um mero estepe até o surgimento do Superman (o que se confirmou no desastroso LIGA DA JUSTIÇA), mas BVS está trabalhando com bem mais material que isso, e material que não conversa entre si (e mais uma vez, não pelo seu material base). Claro, que como você aponta, o uso de histórias tão icônicas pode gerar reações, mas como você mesmo defende, lidar com a expectativa dos fãs é um fator que não deve ser ignorado por diretores desta adaptação. Mas essa não é a base do meu argumento. Dentro da nossa metáfora, a mistura desses "ingredientes" já surgem com pré disposição pra dar ruim, antes de o cozinheiro entrar na cozinha. Fiz isso, e acho que se não conhecesse as Hqs, teria gostado muito menos de BVS do que eu gostei. Quem diabos é esse sujeito que aparece em um portal pro Batman, sem que essa aparição tenha qualquer efeito natural na trama? Quem diabos é essa mulher super poderosa que surge sem contextualização nenhuma pra ajudar o Batman e o Superman? Por que eu preciso me importar com aqueles vídeos de aberrações que o Batman rouba do Luthor? Como eu posso sentir o impacto da morte do Superman no mundo e nos outros heróis, se a gente passa o filme todo problematizando a figura do Superman? Enfim, muitos desses problemas são piorados pela execução do Snyder, verdade. Mas são problemas que já são anunciados lá na concepção, ou voltando a nossa metáfora, problemas que já são detectados lá na receita, antes de qualquer cozinheiro assumir a cozinha. É simplesmente muita coisa pra se articular em um filme só de forma a fazer com que eu me importe com tudo isso, por que vão pra direções dramáticas diferentes. E ai, voltamos ao que o SOTO levantou no começo desse debate. Por que o universo compartilhado da CW (apesar de sua qualidade questionável das séries), funciona apesar de tudo, e o UDC do cinema não funcionou, sendo que a TV têm um tempo muito menor de planejamento que o cinema? A resposta é simples, a CW não queimou etapas e soube criar um universo coeso, e merece aplausos por isso. A DC no cinema, não teve essa manha.
  4. Em termos de direção sim (falando de Killgrave, ainda acho maior vacilo da Marvel não aproveitar o universo da Netflix, mas enfim...) Agora fica a pergunta sobre se Jodie Whitaker (a 13ª Doutora) vai pra DC ou pra Marvel no futuro (mas deve ir pra DC pra equilibrar, hehehehe).
  5. Ou nem precisa. O Pinguim nem sempre é retratado como gordo. Na série de 66, ele não era. E na recente série GOTHAM, também não. É mais importante que o ator seja baixo do que gordo. Em tempo, to curioso pra ver mais vilões clássicos que ainda não tiveram chance no cinema. Há um tempo atrás, falaram que o Chapeleiro Louco ia estar nesse filme. Espero que se confirme.
  6. Acho que o que chamou tanta atenção primeiro foi pelo fato da própria força do Coringa como ícone cultural. Segundo, que de acordo com o que andam dizendo, o Coringa surge como uma espécie de anti herói social, e não como um vilão de fato, com suas ações violentas sendo quase justificadas pela obra. No caso do massacre em TDKR, é bom lembrar que o vilão até era o Bane, mas o assassino se apresentou como "O Coringa", inclusive pintando o cabelo antes do massacre. Em tempo, não acho que os filmes são culpados por esse tipo de ação violenta. Mas acho válido o debate no que diz respeito sobre as formas que a mensagem do filme pode ser interpretada, da mesma forma, pegando um exemplo citado pelo PRIMO, que se discutiu no passado as diferentes interpretações que poderiam ser dadas a um filme como TROPA DE ELITE.
  7. Pra mim a franquia é algo genérico desde o segundo filme. O único rambo que tem uma identidade mesmo, pra mim, é o filme original.
  8. A visão do Snyder ainda foi bem influente em MULHER MARAVILHA, bastando ver os famosos filtros cinza que surgem a partir de certo ponto do filme e conversam visualmente com os filmes do UDC até aquele momento, , tanto que isso ficou ainda mais claro em LIGA DA JUSTIÇA (que é só metade do Snyder). Fica muito claro no filme solo, que a Mulher Maravilha imaginada pela Jenkins nunca abandonaria a humanidade por quase um século, que era a visão do Snyder na vibe de heróis imperfeitos com um pé na desesperança que ele desenhou em seus dois primeiros filmes, MOS e BVS. Não senti em MULHER MARAVILLHA uma força de correção de rumo em relação ao desempenho fraco de BVS, e sim uma mera falta de coesão de pra onde levar a personagem, diferente do AQUAMAN do James Wan, onde ali sim a influência do Snyder já foi chutada pra escanteio. Eu já discordo, PRIMO.BATMAN VS SUPERMAN tem problemas sério de execução, mas tem sim problema na proposta. O Snyder quis contar um monte de história ali, que sozinhas rendiam filmes por si só. Tem ali o surgimento da rivalidade do Batman e do Superman, o mundo desconfiando do Superman. um mergulho mais profundo do Batman na violência utilizando vários elementos de uma história iconica como O CAVALEIRO DAS TREVAS, a aliança do Batman e do Superman, a gênese da Liga da justiça, adaptação da morte do Superman. São várias propostas que puxa cada uma pra uma direção dramática diferente, que a "receita" sai prejudicada já na concepção, antes do cara sequer botar a mão na massa. Idém. Gostava da ideia de um Superman mais humanizado e menos romantizado (embora com o Capitão America, a Marvel mostrou que um herói de ideais clássicos podia sim funcionar), um vilão muito bem construído na figura do General Zod. A forma como o Super era construído como um herói falho, que era tentado em usar os poderes dele em benefício próprio, e que vencia essas tentações, ao mesmo tempo em que sentia o isolamento de ser diferente. Era uma visão corajosa, e diferente do que muitos apontavam, tinha suas bases sim nos quadrinhos. Mas tinha ali uns problemas de execução, e ai eu concordo com o PRIMO, que os problemas de MOS tão mais na execução que impediram o filme de alçar voos mais altos, e ainda assim, eu acho um bom filme do gênero.
  9. Em entrevista dada ao Den of Geek, o roteirista David Koepp revelou que voltou a trabalhar em Indiana Jones 5, meses após o anúncio de que teria sido afastado. Koepp é um nome bem conhecido da indústria, tendo trabalhado em Jurassic Park, Missão: Impossível e Homem-Aranha. “Na verdade, voltei a trabalhar nisso. Ainda estamos na fase das tentativas. Acho que encontramos uma boa ideia dessa vez. Veremos”, disse. Detalhes da trama de Indiana Jones 5, que terá a volta de Harrison Ford, ainda não foram revelados. George Lucas não terá envolvimento na história. Indiana Jones 5 deve chegar aos cinemas apenas em 8 de julho de 2021. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  10. Visto BRINQUEDO ASSASSINO Na trama, Andy Barclay (Gabriel Bateman) é um pré adolescente solitário criado pela mãe, a batalhadora Karen (Aubrey Plaza). Quando o popular boneco Buddi, um brinquedo eletrônico dono de uma avançada A.I é devolvido por uma cliente alegando que ele estava com defeito, Karen, preocupada com a solidão do filho, presenteia o pré adolescente com o brinquedo. Embora inicialmente rejeite o boneco, Andy acaba desenvolvendo uma ligação com ele, mas o que o garoto não sabe é que o boneco auto intitulado Chucky (dublado por Mark Hamill) foi sabotado na linha de montagem, o que pode torna-lo terrivelmente perigoso. Em 1988, quando a primeira febre Slasher começava a entrar em decadência, o diretor Tom Holland (de A HORA DO ESPANTO) e o roteirista Don Mancini lançaram BRINQUEDO ASSASSINO. O filme se tornou um grande sucesso ao misturar suspense, terror e humor negro ao contar a macabra história de um garotinho que ganha da mãe um boneco, que sem que eles soubessem, continha a alma de um maníaco homicida. O boneco Chucky, dublado por Brad Dourif se tornou um ícone do terror, se juntando a figuras como Freddy Krueger, Jason Voorhees e Pinhead como um dos grandes monstros do cinema oitentista. O filme rendeu um total de seis continuações (a ultima lançada em 2017, diretamente para o mercado On Demand) e dizem ainda, ganhara uma série em 2020 no canal SiFy, que dará continuidade a franquia. Portanto, com a franquia ainda na ativa, mesmo que longe do sucesso de outrora, todos receberam com surpresa e desconfiança a noticia de que a United Artists lançaria um remake do filme original, que pela primeira vez não contaria com a participação do criador Don Mancini, e nem com o retorno de Dourif na voz do famoso boneco assassino, o que levou nomes como Jennifer Tilly (que dubla a boneca Tiffany na franquia) e o próprio Mancini a exporem publicamente a sua reprovação ao remake, já que ambos já estavam trabalhando na série de TV. As primeiras informações de que no remake, Chucky deixaria de ser um boneco possuído pela alma de um assassino através de magia vodu, para virar um boneco robótico fora de controle também deixou os fãs da série ainda mais descontentes. Pois bem, o remake foi lançado, e ficam as perguntas: o filme é bom? Faz jus ao filme original, a franquia como um todo e ao personagem? Pois bem, o remake comandado pelo dinamarquês Lars Klevberg (de MORTE INSTANTÂNEA) e escrito pelo estreante Tyler Burton Smith, é muito mais ambicioso tematicamente que o filme original, e ouso dizer, conta com personagens mais carismáticos (com uma importante exceção que tratarei mais abaixo). A sequência de abertura, ainda que longe de ser sutil, é bastante interessante ao mostrar um brilhante comercial das Empresas Keslam e de seu novo produto, o boneco Budi, cheio de famílias de comercial de margarina e coisa e tal, somente para sermos levados a uma linha de montagem no Vietnã, onde vemos trabalhadores cumprindo suas funções em condições precárias para a realização do "sonho capitalista". O filme faz uma série de outros comentários que jogam a favor do terror tecnológico que a obra se propõe a fazer (tão popularizado por séries como BLACK MIRROR, mas que a precedem em muito), seja o isolamento social que as tecnologias podem produzir; a forma como essas mesmas tecnologias passam a dominar cada aspecto de nossas vidas, bastando perceber a proliferação de produtos Keslam espalhados pelo filme (todos podendo ser controlados por Chucky, naturalmente) e é claro, o fim de nossa privacidade; o que como figuras como Edward Snowden já comprovaram, está muito longe de ser ficção científica. Chucky não é o único personagem a sofrer grandes mudanças em relação ao original. Andy deixa de ser uma criança de seis anos para se tornar um pré adolescente com problemas de sociabilização, e que se torna dono de seu próprio arco dramático ao invés de simplesmente simbolizar os medos de Karen e os desejos de Chucky, um arco simples, sim, mas eficaz, que é muito bem defendido pelo jovem Gabriel Bateman. A carismática Aubrey Plaza (da série LEGION) também apresenta uma Karen Barclay muito mais relacionável que ao original, ao construir Karen como uma jovem mãe que ama muito o seu filho, mas que também tem as suas próprias necessidades e frustrações, e como qualquer mãe, comete alguns erros pelo caminho (que não incluem apenas não acreditar no filho quando este diz que o seu boneco é responsável por uma campanha de assassinatos). Por fim, Brian Tyree Henry nos apresenta um Detetive Mike Norris muito menos arquétipo do que o personagem interpretado por Chris Sarandon no filme de 1988, ao apresentar um detetive competente, porém capaz de ficar sem palavras diante de Karen, ou mostrar-se dominado por sua mãe (Carlease Burke). O roteiro ainda acrescenta outras crianças na narrativa, que funcionam para dar mais camadas ao Andy de Bateman, mas que não tem muito tempo para se desenvolverem por si só. Lars Klevberg mostra uma evolução visível como diretor de seu trabalho anterior, o genérico MORTE INSTANTÂNEA. O cineasta consegue navegar muito bem entre os diferentes momentos dramáticos que o filme atravessa, desde o drama familiar que toma o 1º ato, passando pelas sequências de humor macabro, até as sequências de maior tensão e terror Gore, com as cenas de morte desse filme não poupando nesse quesito, conseguindo ainda encontrar algum humor sem cair completamente no ridículo. A fotografia, que se utiliza de luzes levemente coloridas também merece destaque por aumentar a sensação de horror de determinadas sequências, desde o assassinato ocorrida em um campo de abóboras em meio a luzes de natal, passando por Chucky espreitando Andy á noite em seu quarto, até o sangrento climax passado em uma loja de brinquedos. Mas é claro, a grande maioria das pessoas vai assistir a um filme da série "Brinquedo Assassino" para ver o Chucky. O filme original é excelente, na minha opinião (e tenho um carinho especial por ele por ser o primeiro filme de terror que assisti na vida, até onde eu lembre), mas diferente de filmes como HALLOWEEN ou A HORA DO PESADELO, sua importância maior está muito mais no ícone cultural que introduziu do que em seus próprios méritos. Então, vamos falar do novo Chucky. Inicialmente, embora fosse muito difícil imaginar um Chucky que não tivesse a sua mitologia ligada ao sobrenatural, e a figura de Charles Lee Ray, o novo status do boneco como uma ameaça tecnológica ao invés de uma ameaça sobrenatural não é o que mais incomoda, afinal; o filme dá mostras de que poderia fazer essa virada radical no personagem, e ainda manter-se fiel a proposta e a natureza do vilão criado por Don Mancini. Gostei muito, por exemplo, de como o boneco assimila de que a violência e assassinato são divertidos ao observar Andy e seus amigos se acabando de rir ao assistirem uma sessão de O MASSACRE DA SERRA ELETRICA 2. Era uma maneira interessante de incluir o famoso sadismo do personagem dentro de sua nova natureza de A.I. Alias, o fato de que o boneco possa controlar tecnologias ativadas por Wi Fi aumentavam o seu fator de ameaça, limpando um pouco da descrença do público que não conseguia levar a sério um assassino de meio metro. Mas uma série de equívocos acabam jogando contra o antagonista do longa, tornando-o ironicamente, o ponto decepcionante do filme. Começando por seu novo Design, que não apenas é feio, mas pouco criativo. Um dos motivos que fizeram o Chucky ser assustador (pelo menos em seus primeiros filmes, antes de ganhar as cicatrizes) era como a face inocente do boneco era deformada pelas expressões mais humanas que ele assumia quando Chucky revelava a sua verdadeira natureza. O novo filme exige que Chucky tenha uma natureza mais interativa, dando ao brinquedo uma cabeça e olhos bem maiores, mas quando Chucky revela a sua verdadeira natureza, temos os batidos olhos vermelhos que o boneco passa a ostentar, um signo batido e pouco criativo, e que gera inclusive algumas antecipações dramáticas. Além disso, o roteiro escolhe sublimar muito da natureza maligna do boneco ao lhe conceder tintas mais dramáticas, ao estabelecer sentimentos sinceros em relação a Andy, mesmo que completamente mal orientados. O novo Chucky é uma criança psicótica que não compreende bem o mundo, e cujas ações estão ligadas a uma devoção e ciumes doentio por seu "melhor amigo", uma proposta que até tem o seu charme, mas que empalidece diante da maldade caótica do vilão original, descaracterizando o personagem. Isso acaba se refletindo na dublagem de Mark Hamill, que inicialmente parecia ser um substituto mais do que natural para Brad Dourif, já que depois de Luke Skywalker, o personagem mais famoso de Hamill é justamente o Coringa, o lendário arqui-inimigo do Batman, que Hamill dublou em várias animações e games, e que compartilha muitas das características de Chucky. Mas Hamill dá características fortemente infantis e quase inocentes em sua interpretação como Chucky (o que até funciona em alguns momentos, como na sinistra canção que o boneco canta ao longo do filme), e que acabam não casando muito com o personagem, especialmente durante o 3º ato, quando Chucky adota uma persona assumidamente mais maligna. Não é culpa de Hamill, tendo em vista que ele basicamente faz o que o roteiro pede, mas não consigo ver o Chucky completamente nisso. A ideia de uma relação mais estreita entre Andy e o vilão era boa, e o filme até adota isso quando os primeiros crimes de Chucky basicamente refletem os sentimentos de raiva de seu dono, mas depois acaba se perdendo. Apesar desta falha grave, este novo BRINQUEDO ASSASSINO merece elogios por ter a coragem de traçar o próprio caminho, afastando-se radicalmente da obra original, ao mesmo tempo em que atualiza com sucesso muito de seus temas, como a solidão da infância, e ainda usa o género para tratar de terrores sociais extremamente relevantes, como a nossa dependência tecnológica, e o quão expostos estamos diante do poderio dos grandes conglomerados. É um filme mais ambicioso, e atinge muito de suas ambições, sem perder o senso de entretenimento, mas não consegue compreender a real natureza de Chucky , o que em se tratando de um ícone do terror tão importante como este, faz com que a obra perda muitos pontos. Mas ainda é um remake que tem alguma coisa a dizer, e se falha em dar uma nova roupagem reconhecível ao boneco assassino, pelo menos se percebe a tentativa. É mais do que a maioria dos remakes podem dizer.
  11. Visto BRINQUEDO ASSASSINO Na trama, Andy Barclay (Gabriel Bateman) é um pré adolescente solitário criado pela mãe, a batalhadora Karen (Aubrey Plaza). Quando o popular boneco Buddi, um brinquedo eletrônico dono de uma avançada A.I é devolvido por uma cliente alegando que ele estava com defeito, Karen, que trabalha na loja e está preocupada com a solidão do filho, presenteia o pré adolescente com o brinquedo. Embora inicialmente rejeite o boneco, Andy acaba desenvolvendo uma ligação com ele, mas o que o garoto não sabe é que o boneco auto intitulado Chucky (dublado por Mark Hamill) foi sabotado na linha de montagem, o que pode torna-lo terrivelmente perigoso. Em 1988, quando a primeira febre Slasher começava a entrar em decadência, o diretor Tom Holland (de A HORA DO ESPANTO) e o roteirista Don Mancini lançaram BRINQUEDO ASSASSINO. O filme se tornou um grande sucesso ao misturar suspense, terror e humor negro ao contar a macabra história de um garotinho que ganha da mãe um boneco, que sem que eles soubessem, continha a alma de um maníaco homicida. O boneco Chucky, dublado por Brad Dourif se tornou um ícone do terror, se juntando a figuras como Freddy Krueger, Jason Voorhees e Pinhead como um dos grandes monstros do cinema oitentista. O filme rendeu um total de seis continuações (a ultima lançada em 2017 diretamente para o mercado On Demand) e dizem ainda, ganhara uma série em 2020 no canal SiFy, que dará continuidade a franquia. Portanto, com a franquia ainda na ativa, mesmo que longe do sucesso de outrora, todos receberam com surpresa e desconfiança a noticia de que a United Artists lançaria um remake do filme original, que pela primeira vez não contaria com a participação do criador Don Mancini, e nem com o retorno de Dourif na voz do famoso boneco assassino, o que levou nomes como Jennifer Tilly (que dubla a boneca Tiffany na franquia) e o próprio Mancini a exporem publicamente a sua reprovação ao remake, já que ambos já estavam trabalhando na série de TV. As primeiras informações de que no remake, Chucky deixaria de ser um boneco possuído pela alma de um assassino através de magia vodu, para virar um boneco robótico fora de controle também deixou os fãs da série ainda mais descontentes. Pois bem, o remake foi lançado, e ficam as perguntas: o filme é bom? Faz jus ao filme original, a franquia como um todo e ao personagem? Pois bem, o remake comandado pelo dinamarquês Lars Klevberg (de MORTE INSTANTÂNEA) e escrito pelo estreante Tyler Burton Smith, é muito mais ambicioso tematicamente que o filme original, e ouso dizer, conta com personagens mais carismáticos (com uma importante exceção que tratarei mais abaixo). A sequência de abertura, ainda que longe de ser sutil, é bastante interessante ao mostrar um brilhante comercial das Empresas Keslam e de seu novo produto, o boneco Budi, cheio de famílias de comercial de margarina e coisa e tal, somente para sermos levados a uma linha de montagem no Vietnã, onde vemos trabalhadores cumprindo suas funções em condições precárias para a realização do "sonho capitalista". O filme faz uma série de outros comentários que jogam a favor do terror tecnológico que o filme se propõe a fazer (tão popularizado por séries como BLACK MIRROR, mas que a precedem em muito), seja o isolamento social que as tecnologias podem produzir; a forma como essas mesmas tecnologias passam a dominar cada aspecto de nossas vidas, bastando perceber a proliferação de produtos Keslam espalhados pelo filme (todos podendo ser controlados por Chucky, naturalmente) e é claro, o fim de nossa privacidade; o que como figuras como Edward Snowden já comprovaram, está muito longe de ser ficção científica. Chucky não é o único personagem a sofrer grandes mudanças em relação ao original. Andy deixa de ser uma criança de seis anos para se tornar um pré adolescente com problemas de sociabilização, e que se torna dono de seu próprio arco dramático ao invés de simplesmente simbolizar os medos de Karen e os desejos de Chucky, um arco simples, sim, mas eficaz, que é muito bem defendido pelo jovem Gabriel Bateman. A carismática Aubrey Plaza (da série LEGION) também apresenta uma Karen Barclay muito mais relacionável que ao original, ao construir Karen como uma jovem mãe que ama muito o seu filho, mas que também tem as sua próprias necessidades e frustrações, e como qualquer mãe, comete alguns erros pelo caminho (que não incluem apenas não acreditar no filho quando este diz que o seu boneco é responsável por uma campanha de assassinatos). Por fim, Brian Tyree Henry nos apresenta um Detetive Mike Norris muito menos arquétipo do que o personagem interpretado por Chris Sarandon no filme de 1988, ao viver um detetive competente, porém capaz de ficar sem palavras diante de Karen, ou mostrar-se dominado por sua mãe (Carlease Burke). O roteiro ainda acrescenta outras crianças na narrativa, que funcionam para dar mais camadas ao Andy de Bateman, mas que não tem muito tempo para se desenvolverem por si só. Lars Klevberg mostra uma evolução visível como diretor de seu trabalho anterior, o genérico MORTE INSTANTÂNEA. O cineasta consegue navegar muito bem entre os diferentes momentos dramáticos que o filme atravessa, desde o drama familiar que toma o 1º ato, passando pelas sequências de humor macabro, até as sequências de maior tensão e terror Gore, com as cenas de morte desse filme não poupando nesse quesito, conseguindo ainda encontrar algum humor sem cair completamente no ridículo. A fotografia, que se utiliza de luzes levemente coloridas também merecem destaque por aumentar a sensação de horror de determinadas sequências, desde o assassinato ocorrida em um campo de abóboras em meio a luzes de natal, passando por Chucky espreitando Andy á noite em seu quarto, até o sangrento climax passado em uma loja de brinquedos. Mas é claro, a grande maioria das pessoas vai assistir a um filme da série "Brinquedo Assassino" para ver o Chucky. O filme original é excelente, na minha opinião (e tenho um carinho especial por ele por ser o primeiro filme de terror que assisti até onde eu lembre), mas diferente de filmes como HALLOWEEN ou A HORA DO PESADELO, sua importância maior está muito mais no ícone cultural que introduziu do que em seus próprios méritos. Então, vamos falar do novo Chucky. Inicialmente, embora fosse muito difícil imaginar um Chucky que não tivesse a sua mitologia ligada ao sobrenatural, e a figura de Charles Lee Ray, o novo status do boneco como uma ameaça tecnológica ao invés de uma ameaça sobrenatural não é o que mais incomoda, afinal; o filme dá mostras de que poderia fazer essa virada radical no personagem, e ainda manter-se fiel a proposta e a natureza do vilão criado por Don Mancini. Gostei muito, por exemplo, de como o boneco assimila de que a violência e assassinato são divertidos ao observar Andy e seus amigos se acabando de rir ao assistirem uma sessão de O MASSACRE DA SERRA ELETRICA 2. Era uma maneira interessante de incluir o famoso sadismo do personagem dentro de sua nova natureza de A.I. Alias, o fato de que o boneco possa controlar tecnologias ativadas por Wi Fi aumentavam o seu fator de ameaça, limpando um pouco da descrença do público que não conseguia levar a sério um assassino de meio metro. Mas uma série de equívocos acabam jogando contra o antagonista do longa, tornando-o ironicamente, o ponto decepcionante do filme. Começando por seu novo Design, que não apenas é feio, mas pouco criativo. Um dos motivos que fizeram o Chucky ser assustador (pelo menos em seus primeiros filmes, antes de ganhar as cicatrizes) era como a face inocente do boneco eram deformadas pelas expressões mais humanas que ele assumia quando Chucky revelava a sua verdadeira natureza. O novo filme exige que Chucky tenha uma natureza mais interativa, dando ao brinquedo uma cabeça e olhos bem maiores, mas quando Chucky revela a sua verdadeira natureza, temos os batidos olhos vermelhos que o boneco passa a ostentar, um signo batido e pouco criativo, e que gera inclusive algumas antecipações dramáticas. Além disso, o roteiro escolhe sublinhar muito da natureza maligna do boneco ao lhe conceder tintas mais dramáticas, ao estabelecer sentimentos sinceros em relação a Andy, mesmo que completamente mal orientados. O novo Chucky é uma criança psicótica que não compreende bem o mundo, e cujas ações estão ligados a uma devoção e ciumes doentio por seu "melhor amigo", uma proposta que até tem o seu charme, mas que empalidece diante da maldade caótica do vilão original, descaracterizando o personagem. Isso acaba se refletindo na dublagem de Mark Hamill, que inicialmente parecia ser um substituto mais do que natural para Brad Dourif, já que depois de Luke Skywalker, o personagem mais famoso de Hamill é justamente o Coringa, o lendário arqui-inimigo do Batman, que Hamill dublou em várias animações e games, e que compartilha muita das características de Chucky. Mas Hamill dá características fortemente infantis e quase inocentes em sua interpretação como Chucky (o que até funciona em alguns momentos, como na sinistra canção que o boneco canta ao longo do filme), e que acabam não casando muito com o personagem, especialmente durante o 3º ato, quando Chucky adota uma persona assumidamente mais maligna. Não é culpa de Hamill, tendo em vista que ele basicamente faz o que o roteiro pede, mas não consigo ver o Chucky completamente nisso. A ideia de uma relação mais estreita entre Andy e o vilão era boa, e o filme até adota isso quando os primeiros crimes de Chucky basicamente refletem os sentimentos de raiva de seu dono, mas depois acaba se perdendo. Apesar desta falha grave, este novo BRINQUEDO ASSASSINO merece elogios por ter a coragem de traçar o próprio caminho, afastando-se radicalmente da obra original, ao mesmo tempo em que atualiza com sucesso muito de seus temas, como a solidão da infância, e ainda usa o género para tratar de terrores sociais extremamente relevantes, como a nossa dependência tecnológica, e o quão expostos estamos diante do poderio dos grandes conglomerados. É um filme mais ambicioso, e atinge muito de suas ambições, mas que não perde o senso de entretenimento. A obra não consegue compreender a real natureza de Chucky , o que em se tratando de um ícone do terror tão importante como este, faz com que perda muitos pontos. Mas ainda é um remake que tem alguma coisa a dizer, e se falha em dar uma nova roupagem reconhecível ao boneco assassino, pelo menos se percebe a tentativa. É mais do que a maioria dos remakes podem dizer.
  12. Assistir o segundo episódio. Bem melhor que o primeiro, e os Titãs começam finalmente a parecer uma equipe. A série parece mesmo estar abandonando a atmosfera "séria, sombria e realista" da primeira temporada. Mas tem uns diálogos ali que ainda não ajudam, e não tem jeito, a menina que faz a Ravena é muiiiiito fraca. Mas gostei da introdução da Rose Wilson, e o Jason Todd com toda a sua insuportabilidade (no bom sentido) tem roubado as cenas de que participa.
  13. Não sei se é por ai. Como você disse, o Flash e o Arqueiro, que são os principais heróis do Arrowverse estão no mesmo universo. Eles colocaram a Supergirl em outro universo por que ela nem sempre foi da CW (a primeira temporada passou na CBS, que cancelou a série, e dai a CW pegou pra ela). Tanto que eu me pergunto se vai acontecer nessa adaptação de CRISE NAS INFINITAS TERRAS a mesma coisa que aconteceu no material original, onde ao fim da história, todas as diferentes realidades acabam virando uma só (o objetivo da história original era esse, já que a DC achou que ter trocentos universos havia se tornado confuso demais). No mais, acho que funciona o esquema de manterem alguns heróis em realidades diferentes, mas não acho que foi por isso que o universo compartilhado da DC/CW funcionou. Acho que funcionou pelo mesmo motivo que o MCU funcionou no cinema, existe um planejamento e preocupação com coesão desse universo de modo a fazer com que essas séries funcionem juntas. Ter alguns heróis em realidades diferentes é o de menos. Já o universo compartilhado do Snyder deu errado não por que seguiu o modelo da Marvel de botar todos no mesmo universo, mas sim por uma falta de coesão. Basta perceber o quanto as visões do Snyder e da Patty Jenkins para Mulher Maravilha eram muito diferentes. Não tinha uma coesão para se criar um universo compartilhado. Fora que a progressão dramática de filme pra filme não funcionava, coisa que o MCU deu aula, e mesmo a CW (apesar de todos os meus problemas com as formas como eles contam as suas histórias) também soube fazer melhor.
  14. Visto A CATEDRAL Na trama, na Idade Média, um grupo de cavaleiros teutônicos massacra um povoado, acreditando que seus habitantes fossem adoradores do demônio. Os cavaleiros enterram todos em uma vala comum, e constroem uma catedral sobre o lugar. Séculos depois, nos dias atuais, o ambicioso novo bibliotecário da catedral (Tomas Arana), descobre pistas sobre um compartimento secreto que leva á um tunel debaixo da catedral. Acreditando ter descoberto um tesouro escondido, o bibliotecário abre a passagem, libertando uma série de espíritos malignos. A catedral é automaticamente selada, prendendo um grupo de pessoas dentro dela. Agora, essas pessoas precisam encontrar uma forma de sobreviver, enquanto o Padre Gus (Hugh Quarshie) e a jovem filha do sacristão Lotte (Asia Argento) tentam impedir que o mal encerrado na catedral se espalhe pelo mundo. O cinema de terror italiano produzido nos anos de 1970 e 1980 por nomes fortes do gênero, como Dario Argento (que produz A CATEDRAL e é um dos responsáveis pelo roteiro), Lamberto Bava, e Lucio Fulci era caracterizado por uma preocupação muito maior com a construção de uma atmosfera sufocante e cenas de morte e violência bem elaboradas, do que propriamente um roteiro bem tratado, ou um desenvolvimento coerente de personagens. Ninguém nega que SUSPIRIA de Argento, seja um clássico, ou que DEMONS de Lamberto Bava seja extremamente divertido, mas história e desenvolvimento de personagens não são o forte desses longas metragens, e o mesmo pode ser dito sobre este filme dirigido por Michele Soavi. Inicialmente pensado como o terceiro exemplar da série "Demons" esta produção do fim dos anos 1980 acabou se tornando o seu próprio filme, adotando um tom mais sombrio e sério do que aquele visto na série de Lamberto Bava, ainda que alguns dos momentos "WTF" típicos daquela franquia sejam mantidos aqui, vide o casal de motoqueiros que tenta encontrar uma saída da catedral amaldiçoada por um túnel subterrâneo, somente para dar de cara com um túnel de metro, no exato momento em que o trem está passando. O roteiro de Argento e de Soavi apresenta as possessões demoníacas vistas na trama como uma espécie de vírus zumbi, transmitido por qualquer mordida, arranhão, ou contato com qualquer fluído corporal, mas no fim, é apenas uma desculpa para que o diretor exiba as imagens macabras que imaginou para a trama. Cenas que perturbam tanto pelo fator gore, como a passagem onde uma jovem noiva, ao ver o seu reflexo envelhecido no espelho, começa a arrancar a carne de seu rosto com as próprias mãos ou a velha que toca o sino da catedral usando a cabeça do marido; como pelo que é subentendido, como a cena em que o possuído bibliotecário passa a observar a jovem Lotte, e começa a incessantemente digitar a mesma tecla de sua maquina de escrever, em uma clara alusão visual a masturbação, são comuns no longa. A trilha sonora ficou a cargo da banda Goblin, famosa pela trilha do SUSPIRIA de Argento, mas que aqui acaba fazendo um trabalho bem burocrático. Falando em argento, a filha do diretor, Asia, tem aqui um de seus primeiros trabalhos como Lotte. No geral, A CATEDRAL é um filme relativamente divertido que tem uma atmosfera muito bem construída, mas que talvez acabe se levando um pouco a sério demais. Visto O RETORNO DOS ALIENS: A GERAÇÃO MORTAL Na trama, um meteorito cai na Terra, trazendo uma violenta espécie de verme alienígena, que começa a se espalhar em um subúrbio. As criaturas acabam estabelecendo o centro de sua colónia no porão de uma família, onde o filho caçula Charles (Charles George Hildebrandt) um aficcionado por filmes de terror e maquiagens horroríficas, sendo o único a desconfiar que há algo estranho ocorrendo na vizinhança. Quando o irmão mais velho de Charles, Pete (Tom De Franco) reúne um grupo de estudos em sua casa, os adolescentes logo se vêem lutando pela sobrevivência contra as sanguinárias criaturas extraterrestres. O RETORNO DOS ALIENS :A GERAÇÃO MORTAL (cujo título claramente tentava pegar carona no sucesso no clássico ALIEN de Ridley Scott, lançado alguns anos antes) é um Sci-fi Trash oitentista daqueles bem bagaceiros, que por uma razão que ninguém consegue entender direito por que, acabou alcançando o status de Cult. Escrito e dirigido por Douglas McKeown (profissional que nunca mais fez nada depois desta produção) é um filme típico de monstro, que tenta se apoiar completamente no gore, ao invés de tentar criar qualquer suspense ou dar o mínimo de carisma para os seus personagens. O trabalho de maquiagem de Arnold Gargiulo, cujo filme de maior expressão no currículo acaba sendo o policial CHUVA NEGRA de Ridley Scott, acaba sendo o grande destaque do projeto, o que é valorizado pelo diretor com muitos Closes e planos detalhe das feridas e cabeças arrancadas pelas criaturas que servem como antagonistas do longa metragem. A condução do diretor, entretanto, não consegue fazer nada além de valorizar o gore. Ao dividir a história em três núcleos formados pela investigação do caçula, os adolescentes, e um chá dado pela tia da família (núcleo que acaba sendo o mais bem sucedido por não se levar muito a sério, lembrando um pouco OS GREMLINS neste trecho) o filme acaba perdendo o foco, nunca permitindo que a tensão cresça o suficiente em qualquer uma das situações, e demorando demais para apresentar alguma ação para que possamos considerar a trama movimentada. De fato, para um filme trash de pouco mais de oitenta minutos, O RETORNO DOS ALIENS: A GERAÇÃO MORTAL é bem sonolento. Enfim, existem muitos bons trashes esquecidos dos anos 80 que vale a pena conhecer. Este daqui não é um deles. Visto PONTYPOOL Na trama, Grant Mazzy (Stephen McHattie) é um radialista turrão com a carreira em declínio, que acaba indo trabalhar na pequena cidade canadense de Pontypool, onde apresenta um programa matutino juntamente com a durona produtora Sidney Briar (Lisa House) e com a diretora técnica Laurel Ann Drummond (Georgina Reilly). No dia dos namorados, os radialistas começam a receber estranhos informes de que a cidade estaria entrando em um caos generalizado, e que as pessoas estariam apresentando um comportamento violento e canibal. Enquanto o dia avança, os três tentam descobrir o que está acontecendo, enquanto a situação vai se tornando cada vez mais desesperadora. Dirigido por Bruce McDonald, com um roteiro escrito por Tony Burgess (baseado em seu próprio romance), esta produção canadense de 2008 é aquele tipo de filme que parte de uma premissa aparentemente simples e atraente, mas que vai se tornando cada vez mais estranho à medida em que a narrativa avança, ao ponto de o publico não saber muito bem o que pensar quando os créditos rolam, embora isso pareça totalmente intencional. Durante boa parte da obra, somos levados a crer que estamos diante do típico apocalipse zumbi, com a diferença que visto totalmente do ponto de vista dos funcionários de uma pequena rádio, que não sabem o que está acontecendo do lado de fora, e portanto precisam pensar bem sobre o que divulgar ou não, já que temem espalhar o pânico por algo que pode não ser verdade. É uma inversão interessante de um clichê do género, onde geralmente vemos os personagens sendo informados pelos meios de comunicação sobre o que está havendo, e aqui, vemos a confusão dos próprios meios, já que excetuando a cena de abertura, o filme nunca deixa a estação de rádio. Mas é quando chega em sua metade final que o roteiro de Burgess começa realmente a pirar, pois descobrimos que não se trata de um apocalipse zumbi tradicional (os "zumbis" nem podem ser considerados mortos). Em um toque que me lembrou um pouco o clássico surrealista de Luis Buñuel O ANJO EXTERMINADOR, o filme dá uma origem totalmente metafórica e simbólica para a doença que está afetando os cidadãos de Pontypool, e que se relaciona diretamente com a mídia radiofônica, que é um dos grandes temas do filme. Assim, em seu 3º ato, PONTYPOOL descamba totalmente para a narrativa do absurdo, o que pode desagradar o pessoal que curte uma narrativa mais concisa, mas que deve agradar quem está disposto a embarcar na viagem. Para que uma narrativa desse tipo funcionasse, especialmente em sua metade final, era importante que nos conectássemos com os personagens, o que felizmente ocorre, devido a um roteiro que leva o seu tempo para estabelecer as conexões entre os personagens, e um elenco competente encabeçado por Stephen McHattie, que torna Grant Mazzy um protagonista simpático de personalidade forte, e que consegue dar mesmo uma "personalidade radiofônica" para o seu personagem, nos momentos em que ele fala com seus ouvintes no rádio; um cuidado que nem todo o ator tem quando vive este tipo de personagem. No geral, PONTYPOOL é um filme curioso. Honestamente, não decidi ainda se realmente gostei do filme, mas recomendo de qualquer forma, pois no mínimo vai deixar o público intrigado, o que já é válido por si só.
  15. ‘Quarteto Fantástico’: Astro de ‘Stranger Things’ pode viver o Tocha-Humana Por Allan Torres Publicado em 20/09/2019 às 14:53 FacebookTwitterWhatsAppE-mailMais...38 COMPARTILHE! De acordo com o We Got This Covered, Dacre Montgomery está sendo cotado pela Marvel Studios para o papel de Johnny Storm, o Tocha-Humana, no reboot de ‘Quarteto Fantástico’. A informação veio da mesma fonte que revelou a produção da série da ‘Mulher-Hulk’. Até o momento, o astro de ‘Stranger Things‘ é apenas um dos nomes da lista de desejos do estúdio, mas ainda não aconteceram audições para o papel. Lembrando que ainda não se sabe em qual fase do MCU o ‘Quarteto Fantástico‘ será introduzido. Espera-se que a equipe seja anunciada para as Fases 5 ou 6, junto com os ‘X-Men‘. Dacre Montgomery FONTE: CINEPOP
  16. Concordo que acaba sendo praticamente um remake do original, mas acho que o problema foi que ficaram dependentes demais da primeira parte. Ficaram com medo de fazer algo diferente, e não só emularam o tom do primeiro filme (acho o primeiro até um pouco mais sombrio(, como ficaram fazendo aqueles flashbacks inúteis com as crianças. Tinham que ter focado mais nos adultos e na vida adulta deles. Ao invés de trazerem aquele valentão do primeiro filme de volta (que acaba não servindo pra muita coisa), podiam ter usado o marido da Beverly como capanga do Pennywise, como acontece no livro; podiam também ter usado a esposa do Bill, já que aquele romance dele com a Bev não convence ninguém, e por ai vai.
  17. É verdade. Mas tem que ver se o filme do Flash vai enfim desencantar, né? Afinal, do jeito que as coisas andam lentas pro velocista (não resisti a piada ruim😂), capaz do Andy acabar dirigindo esse aqui mesmo.
  18. Bem legal o curta. Baita sacada da Universal produzir esses curtas pra explorar o mundo criado pelo filme anterior, de modo a criar Hype para o próximo, já que REINO AMEAÇADO teve uma recepção meio morna.
  19. E no episódio de hoje de "fofoquinhas de Hollywood" As brigas e a tensão em Hollywood são constantes, casos diversos ocupam a mente dos fãs de cinema espalhados pelo globo. Desde do clássico conflito entre Bette Davis e Joan Crawford (que deu origem a magnífica serie “Feud“) até as brigas judiciais de Woody Allen e Mia Farrow. O caso é o mesmo em relação a Robert DeNiro e Mickey Rourke, que possuem um desentendimento oriundo das gravações de “Coração Satânico” (1987). Os dois protagonizaram o longa dirigido por Alan Parker (“Mississipi em Chamas“). Nesta semana, esse desentedimento ganhou maior espaço nas redes, pois Rourke afirmou ter sido posto como um possível nome para “O Irlandês“, novo filme do genial Martin Scorsese, mas barrado por influência direta de DeNiro. Os astros em “Coração Satânico“. Nas palavras do próprio Rourke, em entrevista ao programa italiano Live – Non è la D’Urso: “Martin Scorsese queria me encontrar para discutir um filme com Al Pacino, Joe Pesci e Robert DeNiro.” mas “o responsável pelo elenco disse ao meu empresário que Robert DeNiro se recusou a trabalhar comigo em um filme.”. Rourke afirmou ainda que lamenta o ocorrido, pois precisava do dinheiro. O ator disse que não admira mais DeNiro como antes. A produção do filme por outro lado, afirmou que o ator nunca foi chamado para participar do longa, não tendo sido nem pensado como uma possível adesão ao elenco. “O Irlandês” tem direção de Scorsese e roteiro de Steven Zaillan, com estreia prevista nos cinemas dos EUA para 1 de novembro e na Netflix para 27 do dito mês. O longa contará a história do veterano de guerra Frank Sheeran, assassino profissional ligado a máfia e ao assassinato do líder sindical Jimmy Hoffa. Fonte: Live – Non è la D’Urso.
  20. Next Goal Wins | Michael Fassbender negocia para participar do próximo filme de Taika Waititi Filme contará a história do time de futebol da Samoa Americana em busca da classificação para a Copa do Mundo. De acordo com o Hollywood Reporter, o ator Michael Fassbender está em negociações finais para participar de “Next Goal Wins”, próximo filme do cineasta Taika Waititi. O longa será baseado no documentário britânico de 2014 com o mesmo nome e dirigido por Mike Brett e Steve Jamison. A produção seguiu o time nacional da Samoa Americana, à medida que eles se esforçavam para superar o status de “pior time do mundo“, tentando uma classificação para a Copa do Mundo de 2014. Fassbender negocia para interpretar Thomas Rongen, o técnico do time. O processo de escalação para os atores que farão os jogadores já está em andamento. O último filme de Fassbender foi “X-Men: Fênix Negra”. O ator já foi indicado ao Oscar duas vezes, por “12 Anos de Escravidão” e “Steve Jobs”. Waititi irá escrever e dirigir “Next Goal Wins”, que será distribuído pela Fox Searchlight. Esse projeto será produzido antes do cineasta retornar para o Universo Cinematográfico da Marvel em “Thor: Love and Thunder“. Garrett Basch (“Operação Red Sparrow”) produzirá o longa junto a Jonathan Cavendish e Andy Serkis (ambos de “Mogli: Entre Dois Mundos”), por meio da companhia de Serkis, a The Imaginarium Studios. O próximo filme de Taika Waiti é “Jojo Rabbit”, que estreia em outubro nos EUA. FONTE: CINEMA COM RAPADURA
  21. Brad Pitt não fará campanha pelo Oscar por Era uma Vez em... Hollywood e Ad Astra Por Laysa Zanetti — 17/09/2019 às 12:05 "Eu vou me abster", declarou em entrevista. Acumulando elogios neste início da temporada de premiações por Era uma Vez em... Hollywood e Ad Astra, Brad Pitt declarou que não fará campanha por indicações ao Oscar 2020. "Eu vou me abster", declarou em entrevista concedida à Entertainment Weekly. "Quer dizer, nunca se sabe, e é muito bom quando o seu número é resaltado. Mas o objetivo é que o filme pegue com as pessoas, que converse com alguém, seja agora ou em uma década. Acho que perseguir [uma indicação] é um desserviço à pureza de se contar uma história, e um empecilho em que focar." Embora Ad Astra esteja acumulando críticas positivas, a performance de Brad Pitt em Era uma Vez em... Hollywood, em que contracenou com Leonardo DiCaprio, é o que mais tem colocado o ator na rota do maior prêmio da Academia. Espera-se que ele seja inscrito e indicado como melhor ator coadjuvante. No entanto, segundo a declaração de Pitt, as campanhas pelo Oscar terão que se contentar com as aparições do intérprete de Cliff Booth junto à imprensa. A declaração de Pitt a respeito da campanha pelo Oscar segue uma entrevista que o ator concedeu ao jornal The New York Times no último mês de agosto explicando que deseja diminuir o ritmo e atuar em menos projetos no futuro. "Eu tenho outras coisas que quero fazer agora", explicou. "Quando você se sente que finalmente está abraçando alguma coisa, então é hora de abraçar alguma outra coisa." Dirigido por James Gray, Ad Astra - Rumo às Estrelas tem lançamento marcado para 26 de setembro, no Brasil. FONTE: ADORO CINEMA
  22. Mas essas imagens e trailers são do revival da série, que vai passar na Nickeloden, e não do filme Parece que o filme mesmo, subiu no telhado
  23. A Pequena Sereia l Gavin Leatherwood pode ser Príncipe Eric no remake 17/09/2019Gabriel Miura O remake em live-action de A Pequena Sereia ainda não tem previsão para estrear. Conhecido pela série O Mundo Sombrio de Sabrina, o ator Gavin Leatherwood, publicou em suas redes sociais que fez testes para interpretar o Príncipe Eric na adaptação em live-action de A Pequena Sereia. Além de fazer uma publicação que diz “Maybe i already have”, que em tradução livre diz “Talvez eu já esteja pronto”. O ator também começou a curtir postagens envolvendo o personagem e passou a seguir a conta da Disney no Instagram. Apesar de Leatherwood ter postado em suas redes sociais tais informações, até o momento a Disney ou a produção não se pronunciou oficialmente. FONTE: CLUBE DAS PIPOCAS
  24. Questão

    Frozen 2

    Poster para o mercado chinês
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