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Questão

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  1. Questão

    Marighella

    Trailer Curioso pra ver a estréia do Moura na direção
  2. Vai fazer falta ‘3 From Hell’: Rob Zombie explica o triste motivo da ausência de Sid Haig na sequência Por Nefferson Taveira Publicado em 17/09/2019 às 17:51 Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Rob Zombie revelou o triste motivo do ator Sid Haig ter apenas uma participação especial na sequência ‘3 From Hell‘. Zombie continua, “Quando eu o visitei, ele parecia ter perdido uns 40 quilos. Ele não estava em condições de gravar um filme. E eu pensei ‘Ótimo, um dos meus protagonistas não vai poder estar no filme’. Então eu reescrevi completamente o roteiro pela décima vez, dessa vez criando o personagem Foxy, o meio-irmão. Mas eu precisava do Captain Spaulding em pelo menos uma cena, pois ele era muito importante para mim e para o filme. Então, eles autorizaram, mas eu tinha que criar algo que não fosse exaustivo para ele.” FONTE: CINEPOP
  3. James Bond aparece em novas fotos de bastidores; Confira! Por Thiago Nolla Publicado em 16/09/2019 às 20:55 FacebookTwitterWhatsAppE-mailMais...362 COMPARTILHE! ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ ganhou duas novas fotos de bastidores revelando o novo visual do DB5, o incrível carro Aston Martin utilizado por James Bond (Daniel Craig) nos filmes. Confira: FONTE: CINEPOP
  4. Esse cara manda bem. Está ótimo em A MALDIÇÃO DA RESIDENCIA HILL Engraçado que o cara que das crianças, o único ator do filme de 78 que foi trocado foi o Tommy. Não sei se foi por que queriam um rosto um pouco mais conhecido, ou não lidaram com o que o implacável tempo fez com o ator (embora, o cara mal atue nos dias de hoje, segundo o IMDB) O Tommy original hoje
  5. Visto A NOITE DO COMETA Na trama, após a passagem de um cometa, o planeta é banhado por radiação cósmica, reduzindo aqueles que estavam em céu aberto a pó, e danificando o cérebro das pessoas que estavam em áreas cobertas, transformando-as em loucos irracionais. Somente aqueles que estavam protegidos em um ambiente revestido de metal sobreviveram ilesos. Entre os sobreviventes estão as irmãs Regina (Catherine Mary Stuart) e Samantha (Kelli Moranei). Tentando sobreviver neste ambiente apocalíptico, as duas tentam sobreviver se refugiando em uma estação de rádio, onde conhecem outro sobrevivente, o jovem caminhoneiro Hector (Robert Beltran) Divertido sci-fi de terror/comédia bem típico dos anos 1980, que se utiliza de elementos típicos dos filmes de zumbi para construir uma aventura adolescente. Escrito e dirigido por Thom Eberhardt, A NOITE DO COMETA coloca a juventude como a fonte da esperança, enquanto os adultos surgem como figuras frívolas, egoístas, ou distantes, bastando perceber que a maior ameaça do filme não são os zumbis propriamente ditos (de fato, nem há muitos deles) e sim o grupo de cientistas que surge a certa altura da trama. Esse ambiente juvenil, mesmo diante de um cenário apocalíptico, está presente mesmo nos principais cenários do filme, como um cinema, um fliperama, um shopping center e por ai vai. O roteiro do filme é bastante fraco e sem foco no geral, mas o longa metragem de Thom Eberhardt ainda vale a pena pela excelente química de seu elenco principal. A dinâmica entre as duas irmãs é extremamente divertida, conseguindo articular de forma interessante o companheirismo entre as duas garotas, com as típicas picuinhas entre irmã mais velha/irmã mais nova, com os diálogos entre a focada Regina e a avoada Samantha sendo muito bem escritos. Mesmo quando uma leve tensão surge entre elas quando topam com Hector (possivelmente o ultimo homem da Terra, como observa Samantha), o companheirismo delas não se abala. Ao colocar as duas jovens como sendo extremamente familiarizada com armas devido terem sido criadas pelo pai militar (ate este decidir ir pro Golfo, deixando as filhas serem criadas pela madrasta) ao mesmo tempo que é absurdo, da ao projeto a desculpa perfeita para entregar divertidas sequências de ação, como o confronto com um grupo de punks psicóticos em um shopping. A NOITE DO COMETA é um bom filme, lembrando as clássicas comédias de horror que eram tão comuns no "Cinema Em Casa" do SBT nos anos 1980 e 90. É uma bobagem, mas é relativamente bem dirigido, com cenas de ação modestas, mas empolgantes, e a química entre as duas protagonistas garante a diversão. Como curiosidade, vale observar que Joss Whedon, criador da série BUFFY, era um grande fã desse filme, e usou a personagem Samantha, que passa boa parte do filme com um uniforme de líder de torcida, como uma das inspirações para criar a sua própria líder de torcida Badass. Visto INFECÇÃO Na trama, em um precário hospital , enquanto operavam um paciente, a equipe médica liderada pelo Doutor Akiba (Koichi Sato) comete um erro, levando a morte de um paciente. Pelo paciente não ter uma família para reclamar o corpo, os médicos resolvem abafar o caso para preservarem as suas reputações. Nesta mesma noite, um paciente chega no hospital, portando uma doença desconhecida, que dissolve os seus orgãos. Os médicos ficam extremamente assustados por nunca terem visto nada do tipo, o que piora quando a misteriosa doença começa a se espalhar, levando morte e loucura ao hospital. Escrito e dirigido por Masayuki Ochiachi, esta produção japonesa de 2004 merece elogios pela excelente construção de atmosfera, criando um ambiente sufocante no hospital que serve de palco para a história desde os primeiros minutos de filme. Abrindo com a voz de um paramédico no rádio do hospital, que descreve os bizarros sintomas que um paciente da ambulância está apresentando, INFECÇÃO já cria a sensação de desconforto desde os primeiros minutos. A direção de arte e a fotografia cumprem um papel fundamental nesta atmosfera, ao dar ao hospital equipamentos e camas sucateadas, e uma luz que nunca parece iluminar completamente o ambiente. De fato, em sua primeira meia hora, o longa metragem se dedica a construir o terror real de um estabelecimento de saúde precário (não muito diferente do nosso sistema de saúde publica), onde falta de equipamentos e medicamentos, pacientes abandonados pelas famílias e médicos e enfermeiras insensíveis dão ao local a incomoda sensação de purgatório. Este primeiro ato também apresenta de forma competente os seus protagonistas, como cansado Akiba, o médico arrogante, a jovem enfermeira que em seus primeiros dias no hospital tem dificuldade de achar uma veia, a amarga enfermeira chefe, e por ai vai. O filme leva o seu tempo construindo este "terror cotidiano", enquanto somos lembrados constantemente pela insistente chamada do paramédico no rádio, tentando encontrar um hospital para o seu estranho paciente de que algo terrível esta a caminho. Após este primeiro ato competente, Ochiachi constrói de forma acertada o desenvolvimento narrativo, tanto no suspense mais sutil, com o medo da equipe médica de que o macabro Doutor Akai (Shiro Sano) tenha descoberto o seu segredo, quanto nas sequências de maior gore, quando os médicos e pacientes começam a sofrer os efeitos da tal infecção do título, com destaque para a cena de morte de uma personagem que tem diversas seringas cravadas pelo corpo. Infelizmente, INFECÇÃO escorrega feio em seu 3º ato, ao apresentar uma reviravolta que não consegue sustentar, que ao tentar ser esperta, apenas chama o espectador de burro. Não só é uma reviravolta desleal, como também confusa, com a trama se entregando em seu climax aos recursos de alucinações e delírios que sequer conseguem ser esteticamente interessantes. No geral, INFECÇÃO é um filme com uma atmosfera muito bem construída, articulando de forma interessante o terror tradicional, com o terror social de um sistema de saúde falho, mas joga grande parte das boas coisas que havia construído fora, ao entregar um desfecho que tenta surpreender o espectador, conseguindo apenas ser débil ao invés disso. Visto PANDORUM Na trama, em 2200, a Terra está a beira do colapso devido a super população e a escassez de recursos. Para preservar a raça humana, uma arca espacial colonizadora é lançada rumo a um planeta com condições semelhantes a da Terra, com a missão de preparar uma colónia. Quando o Cabo Bower (Ben Foster) desperta da cápsula de hipersono, sofrendo de amnésia, não se lembrando direito de quem é ou qual é a sua missão, ele desperta o seu superior, o Tenente Payton (Dennis Quaid) para ajuda-lo a descobrir o que está havendo. Com a nave aparentemente deserta, Payton ordena que Bower explora o local, descobrindo que ele dormiu muito mais tempo que imaginava, e que bizarras criaturas canibais se espalharam pela nave. Dirigido por Christian Alvart em 2009 (que no mesmo ano lançaria o terrível O CASO 39), PANDORUM é uma ficção científica de terror e ação, que apesar de uma ou outra boa ideia, nunca consegue cativar o espectador, ou fazê-lo se envolver com o drama de seus personagens. O roteiro escrito por Travis Milloy (baseado em um argumento que escreveu junto com Alvart) se utiliza muito dos clichês dos filmes de terror Sci-Fi, desde os filmes da franquia "Alien", passando pela franquia "Predador", e até mesmo o terror Lovecraftiano de O ENIGMA DO HORIZONTE, (Paul W. Anderson é um dos produtores deste filme, inclusive) mas nunca consegue desenvolver uma identidade de fato. Não ajuda também que o design de produção de Richard Bridgland (que já tinha experiência com esse tipo de cenário, sendo o responsável pelo design de produção de ALIEN VS PREDADOR) seja totalmente genérico e sem personalidade, com o mesmo podendo ser dito sobre as criaturas mutantes que passam a perseguir os protagonistas. PANDORUM poderia ser um filme bastante divertido e tenso, ainda que derivativo, mas o longa metragem não chega muito perto disso. A direção de Alvart também está longe de ser uma Brastemp. Alvart claramente é um discípulo de W. Anderson (que por si só não era uma Brastemp). com suas sequências de ação nos ambientes claustrofóbicos da nave Elisium lembrando um pouco aqueles vistos nos filmes da série "Resident Evil", só que piorados. Não só Alvart não tem o mínimo domínio da ação, como essas sequências são terrivelmente mal montadas, mais de uma vez me deixando confuso sobre o que estava se desenrolando na tela. O desenvolvimento dos personagens também é péssima. O desenvolvimento de Bower e sua busca pela cápsula de sua esposa (Delphine Chulliot), que ele acredita possa estar na nave nunca nos convence, enquanto outros personagens como a durona Nadia (Antje Traue, a Faora de O HOMEM DE AÇO) sequer ganham tentativa de desenvolvimento, já que tudo o que ela passou nos meses em que sobreviveu sozinha na nave sobrevivendo aos mutantes é resolvido em uma linha de diálogo. No fim das contas, PANDORUM é um filme ruim, cuja ruindade se refletiu nas bilheterias, causando grande prejuízo a sua produtora, que acabou falindo depois disso. É uma pena, pois se vê algumas boas ideias na obra, mas que nunca chegam longe.
  6. Thor 4 | Diretor diz que Chris Hemsworth, não Natalie Portman, será protagonista Love and Thunder tem estreia marcada para 5 de novembro de 2021 JULIA SABBAGA 15.09.2019 08h35 Depois de confirmar que Thor: Love and Thunder, quarto filme do personagem, terá dois Thors, e que Natalie Portman será a Poderosa Thor, o diretor Taika Waititi esclareceu quem será o protagonista do novo filme. Questionado pela MTV News, Waititi respondeu [via CB]: "É Chris Hemsworth. É um filme do Thor. Ele é Thor, e o filme é do Thor. Ela está no filme". No quadrinho que serve de base para o filme, Thor Odinson se tornou indigno de levantar o Mjölnir, depois dos acontecimentos da saga Pecado Original. Com isso, Jane Foster é considerada digna pelo seu altruísmo e a dedicação em salvar vidas como médica e se torna a Poderosa Thor. FONTE: OMELETE
  7. Os fãs do MCU ficaram surpresos neste sábado (14), quando um relatório do Deadline revelou que Robert Downey Jr. voltará como Homem de Ferro em Viúva Negra. No entanto, sua participação especial pode não acontecer da maneira como todos imaginam: de acordo com o Comic Book, há uma boa chance de Viúva Negra estar reciclando uma cena excluída de Capitão América: Guerra Civil, que foi exibida em vários eventos públicos. Na cena, Viúva Negra e Homem de Ferro têm uma discussão após a batalha entre o Soldado Invernal e o Homem de Ferro, ecoando a argumentação anterior quando Natasha diz para Tony que “estavam errados”. Tony diz a Natasha para correr, e é isso que a leva a se esconder com Steve Rogers e o resto dos Vingadores procurados. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA Eu tava estranhando mesmo que a Marvel ia encarecer um filme que aparentemente será relativamente barato para os padrões blockbusters só por uma participação dispensável do Downey JR. A Marvel pode usar material filmado para outros filmes (se não for grande) sem pagar cachê pro ator, foi o que rolou com a Natalie Portman em VINGADORES: ULTIMATO, onde usaram uma cena deletada de THOR: O MUNDO SOMBRIO. Acho bem possível que essa seja a "participação" do Downey JR mesmo.
  8. Muschietti, já deu. Parte pra outra. IT CAPITULO 2 – DIRETOR PLANEJA LANÇAR VERSÃO DE MAIS DE 7 HORAS COM OS DOIS FILMES 14/09/2019 It Capitulo 2 tem quase 3 horas de duração, e muitas pessoas reclamaram, achando que a longa duração contribuiu para que o filme perdesse ritmo. Contudo, aqueles que ficaram satisfeitos com as 2 horas, 49 minutos e 11 segundos e, na verdade, ainda querem mais, ganharão no futuro um presente, pois o diretor Andy Muschietti pretende lançar uma versão super com mais de 7 horas de duração. Em entrevista a Syfy Wire (via CBR), Muschietti explicou o seu plano: “Eu pretendo fazer uma compilação, que é uma versão desta história que incluirá os dois filmes com todos o material que ficou de fora da versão no cinema ou do lançamento digital. E, possivelmente, algumas cenas que ainda não foram filmadas.” Quando o entrevistador perguntou se ele planeja realmente filmar novas cenas de It, o diretor foi taxativo: “Sim, eu ainda não acabei.” Questionado sobre quais cenas do livro pretende filmar e incluir na nova versão, Muschietti se esquivou. “Eu quero ser um pouco enigmático a respeito.” It: A Coisa é baseado no livro homônimo de Stephen King, lançado em 1986, que acompanha um grupo de crianças que enfrentam uma aterradora força demoníaca que assume a aparência de um palhaço, e, ao contrário da minissérie exibida em 1990, com Tim Curry vivendo Pennywise, o filme aborda apenas a primeira metade do livro. O filme, porém, tira a trama da época em que é acontece no livro, os anos 50, e a situa nos anos 80. O segundo filme adapta a sequência da história passada nos dias atuais e o elenco principal do primeiro capítulo retorna para o segundo, aparecendo através de flashbacks. It Capitulo 2, com direção de Andy Muschietti, tem no elenco Jessica Chastain (Beverly Marsh), James McAvoy (Bill Denbrough), Bill Hader (Richie Tozier), Bill Skarsgard (Pennywise), Jay Ryan (Ben Hascomb), Andy Bean (Stanley Uris), Isiah Mustafa (Mike Hanslon), James Ransone (Eddie Kaspbrak), Jack Grazer (Eddie Kaspbrak),Jaeden Lieberher (Bill Denbrough), Chosen Jacobs (Mike Hanlon), Wyatt Oleff (Stanley Uris), Sophia Lillis(Beverly Marsh), Jeremy Ray Taylor (Ben Hascomb) e e Finn Wolfhard (Richie Tozier) FONTE: HERÓIS DA TV
  9. Não vejo nenhum problema. É uma forma de mostrar visualmente a natureza inumana desses personagens. A ideia não é criar tensão, pra mim, e sim simplesmente provocar estranhamento. Pode-se até criar tensão com os olhos brilhantes de um personagem, mas este seria somente um elemento da cena, pois eles por si só não fazem isso (e nem deveriam). Dependendo da intenção da cena, como conversamos no tópico do "Invocação do Mal 3". Muitas vezes o melhor é mostrar mesmo explicitamente, e não nos deixar imaginar o que é. Depende muito da construção de terror proposta. Afinal, você falou de estimular os sentidos. A visão é um deles, ué. O próprio Kubrick fez isso com a famosa cena do rio de sangue no elevador, que tem o elemento assustador corporificado completamente dentro de quadro na imagem. Não vejo que necessariamente, isso torne esse tipo de construção de terror mais pobre. No caso, esses personagens com olhos claros não são assombrações, e sim um tipo diferente de criatura. Em tempo, acho que pelo menos a intenção do diretor é te deixar "tranquilo", GUSTAVO ADLER (se vai conseguir, são outros quinhentos) Mike Flanagan assumiu uma grande responsabilidade ao comandar a continuação de O Iluminado, Doutor Sono. Agora, em entrevista ao Yahoo, o diretor explicou como encarou esse projeto e qual clichê de filmes de terror ele deixou de fora. “Quando estávamos desenvolvendo o projeto, e quando estávamos falando sobre as expectativas da audiência, em particular, sobre jump scares [imagens ou sons em volume elevado que aparecem rapidamente em tela, provocando sustos], sustos e o ritmo desses, definimos que não temos o mínimo interesse em fazer isso”, explicou Flanagan “Eu diria, ‘qual o seu jump scare preferido de O Iluminado?'”, continua o diretor. “Não existe um. O mesmo se aplica aqui”. “Usamos muitas das lições que Kubrick nos ensinou sobre como fazer um thriller psicológico, um thriller sobrenatural, de tal forma que é mais sobre uma atmosfera sufocante e tensão do que os sustos tradicionais como os entendemos hoje”, concluiu o diretor. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  10. Concordo. Aqui, acho que até cabe com algum esforço, pois a personagem principal do filme já morreu também, mas não pode virar um hábito.
  11. Os Caça-Fantasmas | Personagem de Paul Rudd tem detalhes revelados Jason Reitman, filho do diretor do longa original, comanda a nova versão JULIA SABBAGA 14.09.2019 18h49 O diretor do primeiro filme de Os Caça-Fantasmas, Ivan Reitman, que trabalha no novo longa como produtor, revelou os primeiros detalhes do personagem interpretado por Paul Rudd no próximo filme. Comentando que Rudd é "extraordinariamente engraçado", Reitman explicou ao ET que o ator será um professor: "Ele é um sismólogo que vai para esta cidade pequena por causa de terremotos misteriosos. Ele também está trabalhando em uma escola do local". Na mesma entrevista, Dan Aykroyd, um dos três Caça-Fantasmas originais, confirmou seu envolvimento na sequência, dizendo que pretende convencer Bill Murray a retornar na franquia: "Tentarei falar com meu velho colega Bill Murray, para ver se ele pode aparecer". Aykroyd serviu também como roteirista no longa original ao lado de Harold Ramis. O filme de 1984 foi indicado a dois Oscars, por efeitos especiais e melhor canção original. Diferente do filme de 2016, Caça-Fantasmas 2020 será uma continuação direta dos filmes originais e tem os retornos de Dan Aykroyd e Sigourney Weaver. Paul Rudd, Mckenna Grace, Carrie Coon e Finn Wolfhard também estão no elenco. Jason Reitman, filho de Ivan Reitman, dirige o novo filme, que ainda não tem data de estreia revelada. FONTE: OMELETE
  12. O coitado do Pattinson já deve tá achando que esses diretores tão insinuando alguma coisa ao sempre colocar ele nessas cenas😂 Em tempo, novo trailer Parece que vai ser um terror meio Polanski, mas com alguns toques de humor decorrente da loucura dos personagens.
  13. Live-action de Mulan terá energia totalmente feminina e será diferente da animação, diz ator Animação conta a história de uma jovem chinesa que se disfarça de homem para se juntar ao Exército no lugar de seu pai idoso Por Agência Folhapress 03/09/2019 às 15:58 Disney divulga primeira imagem de atriz chinesa na pele da heroína Mulan em filme (Foto: Divulgação) A próxima adaptação da Disney em live-action (com atores reais) é Mulan, que deve ser lançada em março de 2020 com a atriz Liu Yifei. O pai da protagonista será vivido por Tzi Ma, ator chinês já visto em produções americanas como "A Chegada" (2016). Tzi Ma avisa que o longa será totalmente diferente da animação de 1998. "Não será uma refilmagem da animação, o que pode ser, talvez, frustrante para os fãs do desenho clássico", disse o ator em entrevista ao site americano Digital Spy. Para ele, o filme será superior ao desenho animado por ter uma mulher na direção, a neozelandesa Niki Caro. "Ela está trazendo o ponto de vista das mulheres ao filme, o que é totalmente necessário já que se trata de uma história sobre uma mulher guerreira", afirma o ator. A diretora de "Encantadora de Baleias" (2004) e "McFarland dos EUA" (2015) sabe contar histórias de maneira atrativa e significativa, na opinião Tzi Ma. Ele lembra, ainda, que boa parte da produção é feminina, incluindo o figurino do longa, e elogia o talento da protagonista. Para ele, Liu Yifei é uma das melhores atrizes desses tempos. "Ela é tão envolvente e convincente que o público se apaixonará por ela à primeira vista, eles a seguirão nesta turnê mágica de mistério que transportará esse público para outro momento", define o ator. FONTE: TRIBUNA ONLINE
  14. A Excursão | Diretor de It: A Coisa adaptará conto de Stephen King História foi publicada no livro Tripulação de Esqueletos JULIA SABBAGA 14.09.2019 15h31 Depois de dirigir It: A Coisa e It: Capítulo Dois, Andy Muschietti seguirá adaptando histórias de Stephen King. Um de seus próximos projetos, já em desenvolvimento, é a adaptação de A Excursão (The Jaunt, no título original), conto retirado do livro Tripulação de Esqueletos (Skeleton Crew). Em entrevista à CoS, o diretor revelou que a produção encontrou um roteirista: "Está em desenvolvimento há alguns anos. Nós tentamos fazer e agora finalmente achamos um roteirista que pode fazê-lo. Eu amaria. É difícil adaptar porque é um conto tão bom, e você precisa expandi-lo para uma narrativa de um grande filme. Foi difícil, mas acho que conseguimos. Eu não quero revelar muito". Não está claro se Muschietti está envolvido como produtor ou diretor de A Excursão. Tripulação de Esqueletos foi lançado em 1985. A Excursão se passa em um tempo futuro em que a tecnologia de teletransporte é usada rotineiramente, até para fora do Planeta Terra. FONTE: OMELETE Olha, acho bem complexo transformar esse conto em longa. Mas vamos ver o que sai.
  15. Assisti o primeiro filme recentemente. Esquecível, com certeza, mas divertido e honesto no que se propõe. Não curti o trailer desse ai. Parece mais do mesmo.
  16. Trailer da nova temporada. Lizzy Caplam tem um grande desafio pela frente, afinal, está interpretando uma personagem imortalizada por Katty Bates no clássico LOUCA OBSESSÃO.
  17. Link do tópico com o trailer, caso interesse
  18. ‘Ad Astra – Rumo às Estrelas’: Filme abre com 84% de aprovação no Rotten Tomatoes Por Thiago Nolla A ficção científica ‘Ad Astra: Rumo às Estrelas‘, estrelada por Brad Pitt, abriu com uma alta pontuação no agregador de reviews Rotten Tomatoes. O longa, que está sendo chamado de uma “odisseia otimista” e “uma jornada interior intelectualmente sofisticada”, conquistou a marca de 84% de aprovação no site, com nota 7.92/10 baseada em 31 críticas (até o momento). O consenso geral diz que “[O filme] encarna uma jornada visualmente arrepiante através da vastidão do espaço, enquanto cria uma ambiciosa jornada entre pais e filhos”. Confira algumas avaliações: “Essa é uma narrativa avulsa e mítica; quanto mais expansiva sua visão se torna, mais voltado para o interior seu foco se torna. Mesmo com uma narrativa linear que nunca diminui a velocidade, uma sequência de perseguições que parece a Estrada da Fúria na lua e uma visão suspensa da galáxia que abre espaço para inúmeras surpresas inesperadas (cuidado com as marcas de garras dentro de uma nave espacial aparentemente abandonada), Ad Astra ainda é uma das odisseias mais ruminativas, retraídas e curiosamente otimistas deste lado do Solaris. É também uma dos melhores”. – David Ehrlich (IndieWire) “Por mais potente que seja essa premissa, com sua dinâmica de Marlow-Kurtz entre o filho narrador e o pai fora da grade que ele presumiu estar morto há muito tempo, ela se desenrola de uma maneira que facilita mais a admiração do que o arrebatamento total da audiência. Talvez porque os tropos de gênero de Ad Astra, por mais impressionantes que sejam, também são familiares – um pouco de Gravidade aqui, os inevitáveis acenos de 2001: Uma Odisséia no Espaço por lá. Essa saga episódica parece arrancada por eles, em vez de habitar totalmente o terreno. Indo de uma provação homérica para outra, o filme pode ser teimosamente sem envolvimento”. – Sheri Linden (The Hollywood Reporter) “Em Ad Astra, Apocalypse Now é o quadro em que Gray está pendurado … outro quadro. Ainda estamos falando sobre Apocalypse Now, 40 anos depois, mas não tenho certeza de que falaremos sobre Ad Astra em quatro semanas… o que ajudaria mais seria se o filme tivesse um fator uau genuíno gravado em sua ficção científica retrô. Espero que James Gray, como diretor, continue a explorar mundos desconhecidos, mas mesmo o seu culto de fãs pode achar difícil ficar muito empolgado com um filme que, por trás de suas aparências espaciais, é convencional. ” – Owen Gleiberman (Variety) “Assim como o último filme de Gray, A Cidade Perdida de Z, Ad Astra pode parecer um conto de aventura tradicional, mas, na realidade, é uma jornada interior intelectualmente sofisticada e meticulosamente trabalhada, na qual um homem solitário luta com seus demônios. Para ter certeza, há uma familiaridade com essa configuração do Heart Of Darkness – e a voz sussurrada de Roy geralmente acrescenta outro nível de convencionalidade. Mas, apesar dessas limitações – e do fato de [Liv] Tyler ser relegada a um papel esquelético de Amante desapontada -, este filme cativante se aprofunda nos temas de pai e filho”. -Tim Grierson (Screen Daily) “Emocionalmente, o filme opera em uma área cinzenta clássica, com redemoinhos quase imperceptíveis que se transformam em uma poderosa chave existencial. Tudo isso, deve-se dizer, repousa sobre os ombros de Pitt – que parecem ombros muito diferentes, de alguma forma, daqueles que se arrastaram de maneira tão atraente em Era Uma Vez em Hollywood. Seu desempenho aqui é tão emocionante e intimidador quanto seu trabalho para Tarantino foi espirituoso e amplo – é o verdadeiro estrelato do cinema e preenche uma tela do tamanho de um sistema estelar”. – Robbie Collin (The Telegraph) “O último longa-metragem de Gray, o deslumbrante e triste drama de exploração A Cidade Perdida de Z, exibia obras de arte igualmente impressionantes. Mas em Ad Astra, Gray é capaz de trabalhar em uma escala muito maior. Claro, muitas das estéticas do filme lembram outras aventuras sombrias no espaço – mas Gray afirma sua própria voz, sua própria perspectiva. Gray está cutucando algo como Roy McBride, arranhando o uivo do universo para ver o que está fazendo barulho”. – Richard Lawson (Vanity Fair) “Existencial, mas também íntimo, Ad Astra é uma exploração impressionante e sensível do espaço deixado por um pai ausente – e o vazio infinito do espaço real”. – John Nugent (Empire) “Este filme é brilhantemente escolhido por Douglas Aibel (‘Depois do Casamento’), com Jones apresentando uma de suas melhores performances em anos como um homem tão completamente desalojado da realidade que considera um abismo sobrenatural como seu verdadeiro lar. Ele é implacável, melancólico e aterrorizante ao mesmo tempo”. – Candice Frederick (The Wrap) Dirigido por James Gray (‘Z: A Cidade Perdida‘), o título original do filme significa “para as estrelas” em latim. FONTE: CINEPOP
  19. Ator é rejeitado em teste de “A Pequena Sereia”: “Queriam alguém mais europeu” Christian Navarro foi reprovado para o papel de Príncipe Eric Por: Camilla Tochetto | 12 setembro - 20:36 Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter WhatsApp Christian Navarro, um dos astros da série “13 Reasons Why”, contou que foi rejeitado para fazer o papel de Príncipe Eric, no live action de “A Pequena Sereia”. Ele disse que a justificativa dada pelos produtores foi por ele não ter o biotipo desejado, eles queriam “alguém mais europeu”. Foto: Reprodução Após Harry Styles ter recusado o papel para o filme, Christian Navarro entrou na fila para realizar as audições e postou um tuíte, no início de agosto, dizendo: “Fiquei sabendo que Harry Styles recusou o papel do Príncipe Eric, bom. Eu sei cantar. Ariel negra e Príncipe latino”, afirmou. FONTE: G1 Não falei? Muito Lobby= sem papel
  20. Um Lugar Silencioso: Parte 2 vai trazer uma continuação para o terror de sucesso do ano passado, mas com uma diferença: a ausência dos roteiristas Bryan Woods e Scott Beck. Durante entrevista para o ComicBook, a dupla explicou porque não está tão envolvida na continuação, que traz de volta o elenco e o diretor John Krasinski. “Como criadores do filme e da franquia, sempre temos as mãos na mistura. Mas o que foi bem engraçado no fim de semana de estreia no ano passado é que a reação quase imediata do estúdio é que haveria uma continuação. A nossa reação, assim como a do John, foi ‘Não sabemos se precisa de uma continuação”, diz Beck. “Sempre pensamos nele como um filme isolado, e o que eu e Bryan tentamos fazer com Um Lugar Silencioso era trazer um espaço para ideias originais em um grande nível cinematográfico. Então a decisão que eu e Bryan tomamos foi a de estar envolvido de forma passiva. E foi ótimo que John teve uma ideia que ele amou e assumiu a liderança”, complementa Woods. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA Concordo que era um filme que não pedia continuação, mas vamos ver o que sai.
  21. "Querida encolhi as crianças" você quer dizer. Se vai falar uma bobagem como essa ai, pode ao menos escrever o nome do filme certo na sua bobagem?. Engraçado, o Pablo que é um dos seus "críticos de verdade" não se sentiu incomodado com ULTIMATO, e diz que se emocionou. Eu, que sou formado em cinema, não me senti incomodado e me emocionei. Mas o Pablo deve ter sido comprado pela malvada Disney? E eu com certeza devo ser um Marvete que odeia a DC e "filmes adultos", por que cometi o pecado de gostar de VINGADORES: ULTIMATO e me emocionar com ele. É tão difícil para você aceitar que muita gente pode gostar de VINGADORES: ULTIMATO e você achar o filme muito ruim, e que ninguém está errado por gostar ou não? Sabe qual é o verdadeiro "cerne do problema"? O que é realmente preocupante? É qualquer pessoa com mais de doze anos de idade ficar com birrinha de um estúdio em relação ao outro. Isso é problemático. Eu faço de tudo pra ignorar esse sujeito, mas é tanta besteira que PQP.
  22. Pelo visto o filme pode ter caído em uma das armadilhas que eu temia que caísse quando o trailer e as primeiras sinopses saíram, que é sugerir que o Coringa poderia ser uma espécie de "Anti Herói social". Não pela questão de influenciar malucos a saírem matando por ai, pois o filme do Nolan deixava bem claro que o Coringa do Ledger era o vilão e um maníaco homicida que tinha prazer em matar, e ainda assim, um retardado foi lá e metralhou um cinema. Mas por que enfraquece muito o personagem mesmo. A PIADA MORTAL do Moore é boa, pois apesar de humanizar o palhaço, ainda o coloca como uma força maligna e não suporta a teoria de que a única coisa sensata a se fazer é agir como ele. Segundo a crítica, o filme do Philips falha em apontar a crueldade do personagem, tornando a sua vingança "justa demais". Em primeira instância, não gosto desse caminho. Se é assim, beleza.
  23. Viu o trailer de A DAMA E O VAGABUNDO, JAIL? Lá já botaram os animais com algumas expressões, e olha que usaram animais reais.
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