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Questão

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Posts posted by Questão


  1.  

     Visto BRINQUEDO ASSASSINO

    Resultado de imagem para Child play 2019

     

      Na trama, Andy Barclay (Gabriel Bateman) é um pré adolescente solitário criado pela mãe, a batalhadora Karen (Aubrey Plaza). Quando o popular boneco Buddi, um brinquedo eletrônico dono de uma avançada A.I é devolvido por uma cliente alegando que ele estava com defeito. Preocupada com a solidão do filho, Karen presenteia o pré adolescente com o brinquedo. Embora inicialmente rejeite o boneco, Andy acaba desenvolvendo uma ligação com ele, mas o que o garoto não sabe é que o boneco auto intitulado Chucky (dublado por Mark Hamill) foi sabotado na linha de montagem, o que pode torna-lo terrivelmente perigoso.

      Em 1988, quando a primeira febre Slasher começava a entrar em decadência, o diretor Tom Holland (de A HORA DO ESPANTO) e o roteirista Don Mancini lançaram BRINQUEDO ASSASSINO. O filme se tornou um grande sucesso ao misturar suspense, terror e humor negro ao contar a macabra história de um garotinho que ganha da mãe um boneco, que sem que eles soubessem, continha a alma de um maníaco homicida. O boneco Chucky, dublado por Brad Dourif se tornou um ícone do terror, se juntando a figuras como Freddy Krueger, Jason Voorhees e Pinhead como um dos grandes monstros do cinema oitentista. O filme rendeu um total de seis continuações (a ultima lançada em 2017 diretamente para o mercado On Demand) e dizem ainda, ganhara uma série em 2020 no canal SiFy, que dará continuidade a franquia.

     Portanto, com a franquia ainda na ativa, mesmo que longe do sucesso de outrora, todos receberam com surpresa e desconfiança a noticia de que a United Artists lançaria um remake do filme original, que pela primeira vez não contaria com a participação do criador Don Mancini, e nem com o retorno de Dourif na voz do famoso boneco assassino, o que levou nomes como Jennifer Tilly (que dubla a boneca Tiffany na franquia) e o próprio Mancini a exporem publicamente a sua reprovação ao remake, já que ambos já estavam trabalhando na série de TV. As primeiras informações de que no remake, Chucky deixaria de ser um boneco possuído pela alma de um assassino através de magia vodu, para virar um boneco robótico fora de controle também deixou os fãs da série ainda mais descontentes. Pois bem, o remake foi lançado, e ficam as perguntas: o filme é bom? Faz jus ao filme original, a franquia como um todo e ao personagem?

      Pois bem, o remake comandado pelo dinamarquês Lars Klevberg (de MORTE INSTANTÂNEA) e escrito pelo estreante Tyler Burton Smith, é muito mais ambicioso tematicamente que o filme original, e ouso dizer, conta com personagens mais carismáticos (com uma importante exceção que tratarei mais abaixo). A sequência de abertura, ainda que longe de ser sutil, é bastante interessante ao mostrar um brilhante comercial das Empresas Keslam e de seu novo produto, o boneco Budi, cheio de famílias de comercial de margarina e coisa e tal, somente para sermos levados a uma linha de montagem no Vietnã, onde vemos trabalhadores cumprindo suas funções em condições precárias para a realização do "sonho capitalista". O filme faz uma série de outros comentários que jogam a favor do terror tecnológico que o filme se propõe a fazer (tão popularizado por séries como BLACK MIRROR, mas que a precedem em muito), seja o isolamento social que as tecnologias podem produzir; a forma como essas mesmas tecnologias passam a dominar cada aspecto de nossas vidas, bastando perceber a proliferação de produtos Keslam espalhados pelo filme (todos podendo ser controlados por Chucky, naturalmente) e é claro, o fim de nossa privacidade; o que como figuras como Edward Snowden já comprovaram, está muito longe de ser ficção científica.

      Chucky não é o único personagem a sofrer grandes mudanças em relação ao original. Andy deixa de ser uma criança de seis anos para se tornar um pré adolescente com problemas de sociabilização,  e que se torna dono de seu próprio arco dramático ao invés de simplesmente simbolizar os medos de Karen e os desejos de Chucky, um arco simples, sim, mas eficaz, que é muito bem defendido pelo jovem Gabriel Bateman. A carismática Aubrey Plaza (da série LEGION) também apresenta uma Karen Barclay muito mais relacionável que ao original, ao construir Kare como uma jovem mãe que ama muito o seu filho, mas que também tem as suas necessidades e frustrações, e como qualquer mãe, comete alguns erros pelo caminho (que não incluem apenas não acreditar no filho quando este diz que o seu boneco é responsável por uma campanha de assassinatos). Por fim, Brian Tyree Henry nos apresenta um Detetive Mike Norris muito menos arquétipo do que o personagem interpretado por Chris Sarandon no filme de 1988, ao apresentar um detetive competente, porém capaz de ficar sem palavras diante de Karen, ou mostrar-se dominado por sua mãe (Carlease Burke). O roteiro ainda acrescenta outras crianças na narrativa, que funcionam para dar mais camadas ao Andy de Bateman, mas que não tem muito tempo para se desenvolverem por si só.

     Lars Klevberg mostra uma evolução visível como diretor de seu trabalho anterior, o genérico MORTE INSTANTÂNEA. O cineasta consegue navegar muito bem entre os diferentes momentos dramáticos que o filme atravessa, desde o drama familiar que toma o 1º ato, passando pelas sequências de humor macabro, até as sequências de maior tensão e terror Gore, com as cenas de morte desse filme não poupando nesse quesito, conseguindo ainda encontrar algum humor sem cair completamente no ridículo. A fotografia, que se utiliza de luzes levemente coloridas também merecem destaque por aumentar a sensação de horror de determinadas sequências, desde o assassinato ocorrida em um campo de abóboras em meio a luzes de natal, passando por Chucky espreitando Andy á noite em seu quarto, até o sangrento climax passado em uma loja de brinquedos.

     Mas é claro, a grande maioria das pessoas vai assistir a um filme da série "Brinquedo Assassino" para ver o Chucky. O filme original é excelente, na minha opinião (e tenho um carinho especial por ele por ser o primeiro filme de terror que assisti até onde eu lembre), mas diferente de filmes como HALLOWEEN ou A HORA DO PESADELO, sua importância maior está muito mais no ícone cultural que introduziu do que em seus próprios méritos. Então, vamos falar do novo Chucky. Inicialmente, embora fosse muito difícil imaginar um Chucky que não tivesse a sua mitologia ligada ao sobrenatural, e a figura de Charles Lee Ray, o novo status do boneco como uma ameaça tecnológica ao invés de uma ameaça sobrenatural não é o que mais incomoda, afinal; o filme dá mostras de que poderia fazer essa virada radical no personagem, e ainda manter-se fiel a proposta e a natureza do vilão criado por Don Mancini. Gostei muito, por exemplo, de como o boneco assimila de que a violência e assassinato são divertidos ao observar Andy e seus amigos se acabando de rir ao assistirem uma sessão de O MASSACRE DA SERRA ELETRICA 2. Era uma maneira interessante de incluir o famoso sadismo do personagem dentro de sua nova natureza de A.I. Alias, o fato de que o boneco possa controlar tecnologias ativadas por Wi Fi aumentavam o seu fator de ameaça, limpando um pouco da descrença do público que não conseguia levar a sério um assassino de meio metro. Mas uma série de equívocos acabam jogando contra o antagonista do longa, tornando-o ironicamente, o ponto decepcionante do filme.

     Começando por seu novo Design, que não apenas é feio, mas pouco criativo. Um dos motivos que fizeram o Chucky ser assustador (pelo menos em seus primeiros filmes, antes de ganhar as cicatrizes) era como a face inocente do boneco eram deformadas pelas expressões mais humanas que ele assumia quando Chucky revelava a sua verdadeira natureza. O novo filme exige que Chucky tenha uma natureza mais interativa, dando ao brinquedo uma cabeça e olhos bem maiores, mas quando Chucky revela a sua verdadeira natureza, temos os batidos olhos vermelhos que o boneco passa a ostentar, um signo batido e pouco criativo, e que gera inclusive algumas antecipações dramáticas. Além disso, o roteiro escolhe sublinhar muito da natureza maligna do boneco ao lhe conceder tintas mais dramáticas, ao estabelecer sentimentos sinceros em relação a Andy, mesmo que completamente mal orientados. O novo Chucky é uma criança psicótica que não compreende bem o mundo, e cujas ações estão ligados a uma devoção e ciumes doentio por seu "melhor amigo", uma proposta que até tem o seu charme, mas que empalidece diante da maldade caótica do vilão original, descaracterizando o personagem. Isso acaba se refletindo na dublagem de Mark Hamill, que inicialmente parecia ser um substituto mais do que natural para Brad Dourif, já que depois de Luke Skywalker, o personagem mais famoso de Hamill é justamente o Coringa, o lendário arqui-inimigo do Batman, que Hamill dublou em várias animações e games, e que compartilha muita das características de Chucky. Mas Hamill dá características fortemente infantis e quase inocentes em sua interpretação como Chucky (o que até funciona em alguns momentos, como na sinistra canção que o boneco canta ao longo do filme), e que acabam não casando muito com o personagem, especialmente durante o 3º ato, quando Chucky adota uma persona assumidamente mais maligna. Não é culpa de Hamill, tendo em vista que ele basicamente faz o que o roteiro pede, mas não consigo ver o Chucky completamente nisso. A ideia de uma relação mais estreita entre Andy e o vilão era boa, e o filme até adota isso quando os primeiros crimes de Chucky basicamente refletem os sentimentos de raiva de seu dono, mas depois acaba se perdendo.

     Apesar desta falha grave, este novo BRINQUEDO ASSASSINO merece elogios por ter a coragem de traçar o próprio caminho, afastando-se radicalmente da obra original, ao mesmo tempo em que atualiza com sucesso muito de seus temas, como a solidão da infância, ao mesmo tempo em que usa o género para tratar de terrores sociais extremamente relevantes, como a nossa dependência tecnológica, e o quão expostos estamos diante do poderio dos grandes conglomerados. É um filme mais ambicioso, e atinge muito de suas ambições, mas que não perde o senso de entretenimento, mas  não conseguir compreender a real natureza de Chucky , o que em se tratando de um ícone do terror tão importante como este, faz com que perda muitos pontos. Mas ainda é um remake que tem alguma coisa a dizer, e se falha em dar uma nova roupagem reconhecível ao boneco assassino, pelo menos se percebe a tentativa. É mais do que a maioria dos remakes podem dizer.

     

      


  2.  Visto BRINQUEDO ASSASSINO

    Resultado de imagem para Child play 2019

     

      Na trama, Andy Barclay (Gabriel Bateman) é um pré adolescente solitário criado pela mãe, a batalhadora Karen (Aubrey Plaza). Quando o popular boneco Buddi, um brinquedo eletrônico dono de uma avançada A.I é devolvido por uma cliente alegando que ele estava com defeito. Preocupada com a solidão do filho, Karen presenteia o pré adolescente com o brinquedo. Embora inicialmente rejeite o boneco, Andy acaba desenvolvendo uma ligação com ele, mas o que o garoto não sabe é que o boneco auto intitulado Chucky (dublado por Mark Hamill) foi sabotado na linha de montagem, o que pode torna-lo terrivelmente perigoso.

      Em 1988, quando a primeira febre Slasher começava a entrar em decadência, o diretor Tom Holland (de A HORA DO ESPANTO) e o roteirista Don Mancini lançaram BRINQUEDO ASSASSINO. O filme se tornou um grande sucesso ao misturar suspense, terror e humor negro ao contar a macabra história de um garotinho que ganha da mãe um boneco, que sem que eles soubessem, continha a alma de um maníaco homicida. O boneco Chucky, dublado por Brad Dourif se tornou um ícone do terror, se juntando a figuras como Freddy Krueger, Jason Voorhees e Pinhead como um dos grandes monstros do cinema oitentista. O filme rendeu um total de seis continuações (a ultima lançada em 2017 diretamente para o mercado On Demand) e dizem ainda, ganhara uma série em 2020 no canal SiFy, que dará continuidade a franquia.

     Portanto, com a franquia ainda na ativa, mesmo que longe do sucesso de outrora, todos receberam com surpresa e desconfiança a noticia de que a United Artists lançaria um remake do filme original, que pela primeira vez não contaria com a participação do criador Don Mancini, e nem com o retorno de Dourif na voz do famoso boneco assassino, o que levou nomes como Jennifer Tilly (que dubla a boneca Tiffany na franquia) e o próprio Mancini a exporem publicamente a sua reprovação ao remake, já que ambos já estavam trabalhando na série de TV. As primeiras informações de que no remake, Chucky deixaria de ser um boneco possuído pela alma de um assassino através de magia vodu, para virar um boneco robótico fora de controle também deixou os fãs da série ainda mais descontentes. Pois bem, o remake foi lançado, e ficam as perguntas: o filme é bom? Faz jus ao filme original, a franquia como um todo e ao personagem?

      Pois bem, o remake comandado pelo dinamarquês Lars Klevberg (de MORTE INSTANTÂNEA) e escrito pelo estreante Tyler Burton Smith, é muito mais ambicioso tematicamente que o filme original, e ouso dizer, conta com personagens mais carismáticos (com uma importante exceção que tratarei mais abaixo). A sequência de abertura, ainda que longe de ser sutil, é bastante interessante ao mostrar um brilhante comercial das Empresas Keslam e de seu novo produto, o boneco Budi, cheio de famílias de comercial de margarina e coisa e tal, somente para sermos levados a uma linha de montagem no Vietnã, onde vemos trabalhadores cumprindo suas funções em condições precárias para a realização do "sonho capitalista". O filme faz uma série de outros comentários que jogam a favor do terror tecnológico que o filme se propõe a fazer (tão popularizado por séries como BLACK MIRROR, mas que a precedem em muito), seja o isolamento social que as tecnologias podem produzir; a forma como essas mesmas tecnologias passam a dominar cada aspecto de nossas vidas, bastando perceber a proliferação de produtos Keslam espalhados pelo filme (todos podendo ser controlados por Chucky, naturalmente) e é claro, o fim de nossa privacidade; o que como figuras como Edward Snowden já comprovaram, está muito longe de ser ficção científica.

      Chucky não é o único personagem a sofrer grandes mudanças em relação ao original. Andy deixa de ser uma criança de seis anos para se tornar um pré adolescente com problemas de sociabilização,  e que se torna dono de seu próprio arco dramático ao invés de simplesmente simbolizar os medos de Karen e os desejos de Chucky, um arco simples, sim, mas eficaz, que é muito bem defendido pelo jovem Gabriel Bateman. A carismática Aubrey Plaza (da série LEGION) também apresenta uma Karen Barclay muito mais relacionável que ao original, ao construir Kare como uma jovem mãe que ama muito o seu filho, mas que também tem as suas necessidades e frustrações, e como qualquer mãe, comete alguns erros pelo caminho (que não incluem apenas não acreditar no filho quando este diz que o seu boneco é responsável por uma campanha de assassinatos). Por fim, Brian Tyree Henry nos apresenta um Detetive Mike Norris muito menos arquétipo do que o personagem interpretado por Chris Sarandon no filme de 1988, ao apresentar um detetive competente, porém capaz de ficar sem palavras diante de Karen, ou mostrar-se dominado por sua mãe (Carlease Burke). O roteiro ainda acrescenta outras crianças na narrativa, que funcionam para dar mais camadas ao Andy de Bateman, mas que não tem muito tempo para se desenvolverem por si só.

     Lars Klevberg mostra uma evolução visível como diretor de seu trabalho anterior, o genérico MORTE INSTANTÂNEA. O cineasta consegue navegar muito bem entre os diferentes momentos dramáticos que o filme atravessa, desde o drama familiar que toma o 1º ato, passando pelas sequências de humor macabro, até as sequências de maior tensão e terror Gore, com as cenas de morte desse filme não poupando nesse quesito, conseguindo ainda encontrar algum humor sem cair completamente no ridículo. A fotografia, que se utiliza de luzes levemente coloridas também merecem destaque por aumentar a sensação de horror de determinadas sequências, desde o assassinato ocorrida em um campo de abóboras em meio a luzes de natal, passando por Chucky espreitando Andy á noite em seu quarto, até o sangrento climax passado em uma loja de brinquedos.

     Mas é claro, a grande maioria das pessoas vai assistir a um filme da série "Brinquedo Assassino" para ver o Chucky. O filme original é excelente, na minha opinião (e tenho um carinho especial por ele por ser o primeiro filme de terror que assisti até onde eu lembre), mas diferente de filmes como HALLOWEEN ou A HORA DO PESADELO, sua importância maior está muito mais no ícone cultural que introduziu do que em seus próprios méritos. Então, vamos falar do novo Chucky. Inicialmente, embora fosse muito difícil imaginar um Chucky que não tivesse a sua mitologia ligada ao sobrenatural, e a figura de Charles Lee Ray, o novo status do boneco como uma ameaça tecnológica ao invés de uma ameaça sobrenatural não é o que mais incomoda, afinal; o filme dá mostras de que poderia fazer essa virada radical no personagem, e ainda manter-se fiel a proposta e a natureza do vilão criado por Don Mancini. Gostei muito, por exemplo, de como o boneco assimila de que a violência e assassinato são divertidos ao observar Andy e seus amigos se acabando de rir ao assistirem uma sessão de O MASSACRE DA SERRA ELETRICA 2. Era uma maneira interessante de incluir o famoso sadismo do personagem dentro de sua nova natureza de A.I. Alias, o fato de que o boneco possa controlar tecnologias ativadas por Wi Fi aumentavam o seu fator de ameaça, limpando um pouco da descrença do público que não conseguia levar a sério um assassino de meio metro. Mas uma série de equívocos acabam jogando contra o antagonista do longa, tornando-o ironicamente, o ponto decepcionante do filme.

     Começando por seu novo Design, que não apenas é feio, mas pouco criativo. Um dos motivos que fizeram o Chucky ser assustador (pelo menos em seus primeiros filmes, antes de ganhar as cicatrizes) era como a face inocente do boneco eram deformadas pelas expressões mais humanas que ele assumia quando Chucky revelava a sua verdadeira natureza. O novo filme exige que Chucky tenha uma natureza mais interativa, dando ao brinquedo uma cabeça e olhos bem maiores, mas quando Chucky revela a sua verdadeira natureza, temos os batidos olhos vermelhos que o boneco passa a ostentar, um signo batido e pouco criativo, e que gera inclusive algumas antecipações dramáticas. Além disso, o roteiro escolhe sublinhar muito da natureza maligna do boneco ao lhe conceder tintas mais dramáticas, ao estabelecer sentimentos sinceros em relação a Andy, mesmo que completamente mal orientados. O novo Chucky é uma criança psicótica que não compreende bem o mundo, e cujas ações estão ligados a uma devoção e ciumes doentio por seu "melhor amigo", uma proposta que até tem o seu charme, mas que empalidece diante da maldade caótica do vilão original, descaracterizando o personagem. Isso acaba se refletindo na dublagem de Mark Hamill, que inicialmente parecia ser um substituto mais do que natural para Brad Dourif, já que depois de Luke Skywalker, o personagem mais famoso de Hamill é justamente o Coringa, o lendário arqui-inimigo do Batman, que Hamill dublou em várias animações e games, e que compartilha muita das características de Chucky. Mas Hamill dá características fortemente infantis e quase inocentes em sua interpretação como Chucky (o que até funciona em alguns momentos, como na sinistra canção que o boneco canta ao longo do filme), e que acabam não casando muito com o personagem, especialmente durante o 3º ato, quando Chucky adota uma persona assumidamente mais maligna. Não é culpa de Hamill, tendo em vista que ele basicamente faz o que o roteiro pede, mas não consigo ver o Chucky completamente nisso. A ideia de uma relação mais estreita entre Andy e o vilão era boa, e o filme até adota isso quando os primeiros crimes de Chucky basicamente refletem os sentimentos de raiva de seu dono, mas depois acaba se perdendo.

     Apesar desta falha grave, este novo BRINQUEDO ASSASSINO merece elogios por ter a coragem de traçar o próprio caminho, afastando-se radicalmente da obra original, ao mesmo tempo em que atualiza com sucesso muito de seus temas, como a solidão da infância, ao mesmo tempo em que usa o género para tratar de terrores sociais extremamente relevantes, como a nossa dependência tecnológica, e o quão expostos estamos diante do poderio dos grandes conglomerados. É um filme mais ambicioso, e atinge muito de suas ambições, mas que não perde o senso de entretenimento, mas  não conseguir compreender a real natureza de Chucky , o que em se tratando de um ícone do terror tão importante como este, faz com que perda muitos pontos. Mas ainda é um remake que tem alguma coisa a dizer, e se falha em dar uma nova roupagem reconhecível ao boneco assassino, pelo menos se percebe a tentativa. É mais do que a maioria dos remakes podem dizer.


  3.  

     Assistir o segundo episódio. Bem melhor que o primeiro, e os Titãs começam finalmente a parecer uma equipe. A série parece mesmo estar abandonando a atmosfera "séria, sombria e realista" da primeira temporada. Mas tem uns diálogos ali que ainda não ajudam, e não tem jeito, a menina que faz a Ravena é muiiiiito fraca. Mas gostei da introdução da Rose Wilson, e o Jason Todd com toda a sua insuportabilidade (no bom sentido) tem roubado as cenas de que participa.


  4. 20 hours ago, Jailcante said:

    É porque o Snyder quis fazer o mesmo modelo da Marvel e socar todo mundo no mesmo universo (por causa da Liga), o que é complicado mesmo de se fazer.

    Na TV, a CW não fez isso. O Flash e Arqueiro são do mesmo universo, mas a Supergirl, já é de outro universo, então os eventos do seriado dela não afetariam eventos no Flash/Arqueiro diretamente (o povo lá estaria livre pra escrever o que quiser pra ela). Quando tem algum evento que afeta todos universos é que a turma se junta e vem os crossovers.

    Acho que nos cinemas talvez a WB/DC venha a fazer assim, o que seria ideal. Cada um no seu quadrado, no seu universo, e se juntariam só se tivesse um evento maior afetando todo mundo.

     Não sei se é por ai. Como você disse, o Flash e o Arqueiro, que são os principais heróis do Arrowverse estão no mesmo universo. Eles colocaram a Supergirl em outro universo por que ela nem sempre foi da CW (a primeira temporada passou na CBS, que cancelou a série, e dai a CW pegou pra ela). Tanto que eu me pergunto se vai acontecer nessa adaptação de CRISE NAS INFINITAS TERRAS a mesma coisa que aconteceu no material original, onde ao fim da história, todas as diferentes realidades acabam virando uma só (o objetivo da história original era esse, já que a DC achou que ter trocentos universos havia se tornado confuso demais).

     No mais, acho que funciona o esquema de manterem alguns heróis em realidades diferentes, mas não acho que foi por isso que o universo compartilhado da DC/CW funcionou. Acho que funcionou pelo mesmo motivo que o MCU funcionou no cinema, existe um planejamento e preocupação com coesão desse universo de modo a fazer com que essas séries funcionem juntas. Ter alguns heróis em realidades diferentes é o de menos.

    Já o universo compartilhado do Snyder deu errado não por que seguiu o modelo da Marvel de botar todos no mesmo universo, mas sim por uma falta de coesão. Basta perceber o quanto as visões do Snyder e da Patty Jenkins para Mulher Maravilha eram muito diferentes. Não tinha uma coesão para se criar um universo compartilhado. Fora que a progressão dramática de filme pra filme não funcionava, coisa que o MCU deu aula, e mesmo a CW (apesar de todos os meus problemas com as formas como eles contam as suas histórias) também soube fazer melhor.


  5.  

     Visto A CATEDRAL

     

    Resultado de imagem para a catedral filme

     

      Na trama, na Idade Média, um grupo de cavaleiros teutônicos massacra um povoado, acreditando que seus habitantes fossem adoradores do demônio. Os cavaleiros enterram todos em uma vala comum, e constroem uma catedral sobre o lugar. Séculos depois, nos dias atuais, o ambicioso novo bibliotecário da catedral (Tomas Arana), descobre pistas sobre um compartimento secreto que leva á um tunel debaixo da catedral. Acreditando ter descoberto um tesouro escondido, o bibliotecário abre a passagem, libertando uma série de espíritos malignos. A catedral é automaticamente selada, prendendo um grupo de pessoas dentro dela. Agora, essas pessoas precisam encontrar uma forma de sobreviver, enquanto o Padre Gus (Hugh Quarshie) e a jovem filha do sacristão Lotte (Asia Argento) tentam impedir que o mal encerrado na catedral se espalhe pelo mundo.

     

      O cinema de terror italiano produzido nos anos de 1970 e 1980 por nomes fortes do gênero, como Dario Argento (que produz A CATEDRAL e é um dos responsáveis pelo roteiro), Lamberto Bava, e Lucio Fulci era caracterizado por uma preocupação muito maior com a construção de uma atmosfera sufocante e cenas de morte e violência bem elaboradas, do que propriamente um roteiro bem tratado, ou um desenvolvimento coerente de personagens. Ninguém nega que SUSPIRIA de Argento, seja um clássico, ou que DEMONS de Lamberto Bava seja extremamente divertido, mas história e desenvolvimento de personagens não são o forte desses longas metragens, e o mesmo pode ser dito sobre este filme dirigido por Michele Soavi.

      Inicialmente pensado como o terceiro exemplar da série "Demons" esta produção do fim dos anos 1980 acabou se tornando o seu próprio filme, adotando um tom mais sombrio e sério do que aquele visto na série de Lamberto Bava, ainda que alguns dos momentos "WTF" típicos daquela franquia sejam mantidos aqui, vide o casal de motoqueiros que tenta encontrar uma saída da catedral amaldiçoada por um túnel subterrâneo, somente para dar de cara com um túnel de metro, no exato momento em que o trem está passando. O roteiro de Argento e de Soavi apresenta as possessões demoníacas vistas na trama como uma espécie de vírus zumbi, transmitido por qualquer mordida, arranhão, ou contato com qualquer fluído corporal, mas no fim, é apenas uma desculpa para que o diretor exiba as imagens macabras que imaginou para a trama. Cenas que perturbam tanto pelo fator gore, quanto a passagem onde uma jovem noiva, ao ver o reflexo envelhecido no espelho, começa a arrancar a carne de seu rosto com as próprias mãos ou a velha que toca o sino da catedral usando a cabeça do marido; como pelo que é subentendido, como a cena em que o possuído bibliotecário passa a observar a jovem Lotte, e começa a incessantemente digitar a mesma tecla de sua maquina de escrever, em uma clara alusão visual a masturbação.

     A trilha sonora ficou a cargo da banda Goblin, famosa pela trilha do SUSPIRIA de Argento, mas que aqui acaba fazendo um trabalho bem burocrático. Falando em argento, a filha do diretor, Asia, tem aqui um de seus primeiros trabalhos como Lotte. No geral, A CATEDRAL é um filme relativamente divertido que tem uma atmosfera muito bem construída, mas que talvez acabe se levando um pouco a sério demais.

     

    Visto O RETORNO DOS ALIENS: A GERAÇÃO MORTAL

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       Na trama, um meteorito cai na Terra, trazendo uma violenta espécie de verme alienígena, que começa a se espalhar em um subúrbio. As criaturas acabam estabelecendo o centro de sua colónia no porão de uma família, com o filho caçula Charles (Charles George Hildebrandt) um aficcionado por filmes de terror, sendo o único a desconfiar que há algo estranho ocorrendo na vizinhança. Quando o irmão mais velho de Charles, Pete (Tom De Franco) reúne um grupo de estudos em sua casa, os adolescentes logo se vêem lutando pela sobrevivência contra as sanguinárias criaturas extraterrestres.

     O RETORNO DOS ALIENS :A GERAÇÃO MORTAL (cujo título claramente tentava pegar carona no sucesso no clássico ALIEN de Ridley Scott, lançado alguns anos antes) é um Sci-fi Trash oitentista daqueles bem bagaceiros, que por uma razão que ninguém consegue entender direito por que, acabou alcançando o status de Cult. Escrito e dirigido por Douglas McKeown (profissional que nunca mais fez nada depois desta produção) é um filme típico de monstro, que tenta se apoiar completamente no gore, ao invés de tentar criar qualquer suspense ou dar o mínimo de carisma para os seus personagens. O trabalho de maquiagem de Arnold Gargiulo, cujo filme de maior expressão no currículo acaba sendo o policial CHUVA NEGRA de Ridley Scott, acaba sendo o grande destaque do projeto, o que é valorizado pelo diretor com muitos Closes e planos detalhe das feridas e cabeças arrancadas pelas criaturas que servem como antagonistas do longa metragem. A condução do diretor, entretanto, não consegue fazer nada além de valorizar o gore. Ao dividir a história em três núcleos formados pela investigação do caçula, os adolescentes, e um chá dado pela tia da família (núcleo que acaba sendo o mais bem sucedido por não se levar muito a sério, lembrando um pouco OS GREMLINS neste trecho) o filme perde o foco, nunca permitindo que a tensão cresça o suficiente em qualquer uma das situações, e demorando demais para apresentar alguma ação para que possamos considerar a trama movimentada. De fato, para um filme trash de pouco mais de oitenta minutos, O RETORNO DOS ALIENS: A GERAÇÃO MORTAL é bem sonolento. Enfim, existem muitos bons trashes esquecidos dos anos 80 que vale a pena conhecer. Este daqui não é um deles.

    Visto PONTYPOOL

     

    Resultado de imagem para Pontypool

     

      Na trama, Grant Mazzy (Stephen McHattie) é um radialista turrão com a carreira em declínio, que acaba indo trabalhar na pequena cidade canadense de Pontypool, onde apresenta um programa matutino juntamente com a durona produtora Sidney Briar (Lisa House) e com a diretora técnica Laurel Ann Drummond (Georgina Reilly). No dia dos namorados, os radialistas começam a receber estranhos informes de que a cidade estaria entrando em um caos generalizado, e que as pessoas estariam apresentando um comportamento violento e canibal. Enquanto o dia avançam, os três tentam descobrir o que está acontecendo, enquanto a situação vai se tornando cada vez mais desesperadora.

      Dirigido por Bruce McDonald, com um roteiro escrito por Tony Burgess (baseado em seu próprio romance), esta produção canadense de 2008 é aquele tipo de filme que parte de uma premissa aparentemente simples e atraente, mas que vai se tornando cada vez mais estranho á medida em que a narrativa avança, ao ponto de o publico não saber muito bem o que pensar quando os créditos rolam, embora isso pareça totalmente intencional. Durante boa parte da obra, somos levados a crer que estamos diante do típico apocalipse zumbi, com a diferença que visto totalmente do ponto de vista dos funcionários de uma pequena rádio, que não sabem o que está acontecendo do lado de fora, e portanto precisam pensar bem sobre o que divulgar ou não, já que temem espalhar o pânico por algo que pode não ser verdade. É uma inversão interessante de um clichê do género, onde geralmente vemos os personagens sendo informados pelos meios de comunicação sobre o que está havendo, e aqui, vemos a confusão dos próprios meios, já que excetuando a cena de abertura, o filme nunca deixa a estação de rádio.

      Mas é quando chega em sua metade inicial que o roteiro de Burgess começa realmente a pirar, pois descobrimos que não se trata de um apocalipse zumbi tradicional (os "zumbis" nem podem se considerar mortos). Em um toque que me lembrou um pouco o clássico surrealista de Luis Buñuel O ANJO EXTERMINADOR, o filme dá uma origem totalmente metafórica e simbólica para a doença que está afetando os cidadãos de Pontypool, e que se relaciona diretamente com a mídia radiofônica, que é um dos grandes temas do filme. Assim, em seu 3º ato, PONTYPOOL descamba totalmente para a narrativa do absurdo, o que pode desagradar o pessoal que curte uma narrativa mais concisa, mas que deve agradar quem está disposto a embarcar na viagem.

     Para que uma narrativa desse tipo funcionasse, especialmente em sua metade final, era importante que nos conectássemos com os personagens, o que felizmente ocorre, devido a um roteiro que leva o seu tempo para estabelecer as conexões entre eles, e um elenco competente encabeçado por Stephen McHattie, que torna Grant Mazzy um protagonista simpático de personalidade forte, e que consegue dar mesmo uma "personalidade radiofônica" para o seu personagem, nos momentos em que ele fala com seus ouvintes no rádio; um cuidado que nem todo o ator tem quando vive este tipo de personagem. No geral, PONTYPOOL é um filme curioso. Honestamente, não decidi ainda se realmente gostei do filme, mas recomendo de qualquer forma, pois no mínimo vai deixar o público intrigado, o que já é válido por si só.

     

     

     

     


  6. ‘Quarteto Fantástico’: Astro de ‘Stranger Things’ pode viver o Tocha-Humana

    Por Allan Torres
    Publicado em 20/09/2019 às 14:53
     
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    De acordo com o We Got This Covered, Dacre Montgomery está sendo cotado pela Marvel Studios para o papel de Johnny Storm, o Tocha-Humana, no reboot de ‘Quarteto Fantástico’.

    A informação veio da mesma fonte que revelou a produção da série da ‘Mulher-Hulk’.

    Até o momento, o astro de ‘Stranger Things‘ é apenas um dos nomes da lista de desejos do estúdio, mas ainda não aconteceram audições para o papel.

    Lembrando que ainda não se sabe em qual fase do MCU o ‘Quarteto Fantástico‘ será introduzido.

    Espera-se que a equipe seja anunciada para as Fases 5 ou 6, junto com os ‘X-Men‘.

    Stranger-Things-Billy-1170x700.jpg

    Dacre Montgomery

     

    FONTE: CINEPOP


  7. 43 minutes ago, Jailcante said:

    Gosto muito dessa dupla aqui. Comentaram bem o filme:

     

    Acho que ela matou o segredo: Os dois filmes deveriam ser duas partes de uma mesma história, mas parece que essa continuação é remake do primeiro filme, e ele meio que tenta viver sozinho sem precisar do primeiro filme.

     

     Concordo que acaba sendo praticamente um remake do original, mas acho que o problema foi que ficaram dependentes demais da primeira parte. Ficaram com medo de fazer algo diferente, e não só emularam o tom do primeiro filme (acho o primeiro até um pouco mais sombrio(, como ficaram fazendo aqueles flashbacks inúteis com as crianças.

     Tinham que ter focado mais nos adultos e na vida adulta deles. Ao invés de trazerem aquele valentão do primeiro filme de volta (que acaba não servindo pra muita coisa), podiam ter usado o marido da Beverly como capanga do Pennywise, como acontece no livro; podiam também ter usado a esposa do Bill, já que aquele romance dele com a Bev não convence ninguém, e por ai vai. 


  8. On 9/16/2019 at 5:25 PM, Jailcante said:

    O Andy deve entrar só como produtor nesse, pelo jeito, já que ele não confirmou que está envolvido no filme do Flash?

    É verdade. Mas tem que ver se o filme do Flash vai enfim desencantar, né? Afinal, do jeito que as coisas andam lentas pro velocista (não resisti a piada ruim😂), capaz do Andy acabar dirigindo esse aqui mesmo.


  9.  

     E no episódio de hoje de "fofoquinhas de Hollywood"

     

    As brigas e a tensão em Hollywood são constantes, casos diversos ocupam a mente dos fãs de cinema espalhados pelo globo. Desde do clássico conflito entre Bette Davis e Joan Crawford (que deu origem a magnífica serie “Feud“) até as brigas judiciais de Woody Allen e Mia Farrow.

    O caso é o mesmo em relação a Robert DeNiro e Mickey Rourke, que possuem um desentendimento oriundo das gravações de “Coração Satânico” (1987). Os dois protagonizaram o longa dirigido por Alan Parker (“Mississipi em Chamas“).

    Nesta semana, esse desentedimento ganhou maior espaço nas redes, pois Rourke afirmou ter sido posto como um possível nome para “O Irlandês“, novo filme do genial Martin Scorsese, mas barrado por influência direta de DeNiro.

    images.jpeg Os astros em “Coração Satânico“.

    Nas palavras do próprio Rourke, em entrevista ao programa italiano Live – Non è la D’Urso: “Martin Scorsese queria me encontrar para discutir um filme com Al Pacino, Joe Pesci e Robert DeNiro.” mas “o responsável pelo elenco disse ao meu empresário que Robert DeNiro se recusou a trabalhar comigo em um filme.”.

    Rourke afirmou ainda que lamenta o ocorrido, pois precisava do dinheiro. O ator disse que não admira mais DeNiro como antes.

    A produção do filme por outro lado, afirmou que o ator nunca foi chamado para participar do longa, não tendo sido nem pensado como uma possível adesão ao elenco.

    O Irlandês” tem direção de Scorsese e roteiro de Steven Zaillan, com estreia prevista nos cinemas dos EUA para 1 de novembro e na Netflix para 27 do dito mês. O longa contará a história do veterano de guerra Frank Sheeran, assassino profissional ligado a máfia e ao assassinato do líder sindical Jimmy Hoffa.

    Fonte: Live – Non è la D’Urso.


  10. Next Goal Wins | Michael Fassbender negocia para participar do próximo filme de Taika Waititi

    Filme contará a história do time de futebol da Samoa Americana em busca da classificação para a Copa do Mundo.

     

    De acordo com o Hollywood Reporter, o ator Michael Fassbender está em negociações finais para participar de “Next Goal Wins”, próximo filme do cineasta Taika Waititi.

    O longa será baseado no documentário britânico de 2014 com o mesmo nome e dirigido por Mike Brett e Steve Jamison. A produção seguiu o time nacional da Samoa Americana, à medida que eles se esforçavam para superar o status de “pior time do mundo“, tentando uma classificação para a Copa do Mundo de 2014. Fassbender negocia para interpretar Thomas Rongen, o técnico do time. O processo de escalação para os atores que farão os jogadores já está em andamento.

    O último filme de Fassbender foi “X-Men: Fênix Negra”. O ator já foi indicado ao Oscar duas vezes, por “12 Anos de Escravidão” e “Steve Jobs”.

    Waititi irá escrever e dirigir “Next Goal Wins”, que será distribuído pela Fox Searchlight. Esse projeto será produzido antes do cineasta retornar para o Universo Cinematográfico da Marvel em “Thor: Love and Thunder“. Garrett Basch (“Operação Red Sparrow”) produzirá o longa junto a Jonathan Cavendish e Andy Serkis (ambos de “Mogli: Entre Dois Mundos”), por meio da companhia de Serkis, a The Imaginarium Studios.

    O próximo filme de Taika Waiti é “Jojo Rabbit”, que estreia em outubro nos EUA.

     

    FONTE: CINEMA COM RAPADURA


  11. Brad Pitt não fará campanha pelo Oscar por Era uma Vez em... Hollywood e Ad Astra
    Por Laysa Zanetti — 17/09/2019 às 12:05
     

    "Eu vou me abster", declarou em entrevista. Acumulando elogios neste início da temporada de premiações por Era uma Vez em... Hollywood e Ad AstraBrad Pitt declarou que não fará campanha por indicações ao Oscar 2020.

    "Eu vou me abster", declarou em entrevista concedida à Entertainment Weekly. "Quer dizer, nunca se sabe, e é muito bom quando o seu número é resaltado. Mas o objetivo é que o filme pegue com as pessoas, que converse com alguém, seja agora ou em uma década. Acho que perseguir [uma indicação] é um desserviço à pureza de se contar uma história, e um empecilho em que focar."

    Embora Ad Astra esteja acumulando críticas positivas, a performance de Brad Pitt em Era uma Vez em... Hollywood, em que contracenou com Leonardo DiCaprio, é o que mais tem colocado o ator na rota do maior prêmio da Academia. Espera-se que ele seja inscrito e indicado como melhor ator coadjuvante. No entanto, segundo a declaração de Pitt, as campanhas pelo Oscar terão que se contentar com as aparições do intérprete de Cliff Booth junto à imprensa.

    A declaração de Pitt a respeito da campanha pelo Oscar segue uma entrevista que o ator concedeu ao jornal The New York Times no último mês de agosto explicando que deseja diminuir o ritmo e atuar em menos projetos no futuro. "Eu tenho outras coisas que quero fazer agora", explicou. "Quando você se sente que finalmente está abraçando alguma coisa, então é hora de abraçar alguma outra coisa."

    Dirigido por James Gray, Ad Astra - Rumo às Estrelas tem lançamento marcado para 26 de setembro, no Brasil.

     

    FONTE: ADORO CINEMA


  12. A Pequena Sereia l Gavin Leatherwood pode ser Príncipe Eric no remake

    A Pequena Sereia l
     

    O remake em live-action de A Pequena Sereia ainda não tem previsão para estrear.

    Conhecido pela série O Mundo Sombrio de Sabrina, o ator Gavin Leatherwood, publicou em suas redes sociais que fez testes para interpretar o Príncipe Eric na adaptação em live-action de A Pequena Sereia.

    Além de fazer uma publicação que diz “Maybe i already have”, que em tradução livre diz “Talvez eu já esteja pronto”.

    O ator também começou a curtir postagens envolvendo o personagem e passou a seguir a conta da Disney no Instagram.

    Apesar de Leatherwood ter postado em suas redes sociais tais informações, até o momento a Disney ou a produção não se pronunciou oficialmente.

     

    FONTE: CLUBE DAS PIPOCAS


  13.  

     Vai fazer falta

     

    ‘3 From Hell’: Rob Zombie explica o triste motivo da ausência de Sid Haig na sequência

    Por Nefferson Taveira
    Publicado em 17/09/2019 às 17:51
    Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Rob Zombie revelou o triste motivo do ator Sid Haig ter apenas uma participação especial na sequência ‘3 From Hell‘.
     

    “O motivo dele não estar no filme não é muito bom. Os ‘três do inferno’ do roteiro que escrevi eram Captain Spaulding, Otis e Baby. Eram os três por todo o filme. Era isso que nós iríamos fazer. Mas, infelizmente, três semanas antes das filmagens começarem, eu recebi uma ligação do Sid e ele disse ‘Bem, eu estou no hospital há algum tempo’.

    Zombie continua, “Quando eu o visitei, ele parecia ter perdido uns 40 quilos. Ele não estava em condições de gravar um filme. E eu pensei ‘Ótimo, um dos meus protagonistas não vai poder estar no filme’. Então eu reescrevi completamente o roteiro pela décima vez, dessa vez criando o personagem Foxy, o meio-irmão. Mas eu precisava do Captain Spaulding em pelo menos uma cena, pois ele era muito importante para mim e para o filme. Então, eles autorizaram, mas eu tinha que criar algo que não fosse exaustivo para ele.”

     

    FONTE: CINEPOP


  14. On 9/5/2019 at 3:50 PM, Jailcante said:

    Mais uma criança do original que volta pelo mesmo ator do filme original:Robert Longstreet volta como Lonnie Elam

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    https://bloody-disgusting.com/exclusives/3582358/robert-longstreet-will-play-returning-character-lonnie-elam-halloween-kills-exclusive/

     

    Pelo que falam era o guri que fazia bully com o Tommy, e que o Loomis briga quando o guri tava rodando a casa dos Myers.

     

     

     

     Esse cara manda bem. Está ótimo em A MALDIÇÃO DA RESIDENCIA HILL

     

    Engraçado que o cara que das crianças, o único ator do filme de 78 que foi trocado foi o Tommy. Não sei se foi por que queriam um rosto um pouco mais conhecido, ou não lidaram com o que o implacável tempo fez com o ator (embora, o cara mal atue nos dias de hoje, segundo o IMDB)

     

    O Tommy original hoje

     

    Brian Andrews Picture

     

     

     


  15.  

     Visto A NOITE DO COMETA

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      Na trama, após a passagem de um cometa, o planeta é banhado por radiação cósmica, reduzindo aqueles que estavam em céu aberto a pó, e danificando o cérebro das pessoas que estavam em áreas cobertas, transformando-as em loucos irracionais. Somente aqueles que estavam protegidos em um ambiente revestido de metal sobreviveram ilesos. Entre os sobreviventes estão as irmãs Regina (Catherine Mary Stuart) e Samantha (Kelli Moranei). Tentando sobreviver neste ambiente apocalíptico, as duas tentam sobreviver se refugiando em uma estação de rádio, onde conhecem outro sobrevivente, o jovem caminhoneiro Hector (Robert Beltran)

      Divertido sci-fi de terror/comédia bem típico dos anos 1980, que se utiliza de elementos típicos dos filmes de zumbi para construir uma aventura adolescente. Escrito e dirigido por Thom Eberhardt, A NOITE DO COMETA coloca a juventude como a fonte da esperança, enquanto os adultos surgem como figuras frívolas, egoístas, ou distantes, bastando perceber que a maior ameaça do filme não são os zumbis propriamente ditos (de fato, nem há muitos deles) e sim o grupo de cientistas que surge a certa altura da trama. Esse ambiente juvenil, mesmo diante de um cenário apocalíptico, está presente mesmo nos principais cenários do filme, como um cinema, um fliperama, um shopping center e por ai vai. O roteiro do filme é bastante fraco e sem foco no geral, mas o longa metragem de Thom Eberhardt ainda vale a pena pela excelente química de seu elenco principal.

      A dinâmica entre as duas irmãs é extremamente divertida,  conseguindo articular de forma interessante o companheirismo entre as duas garotas, com as típicas picuinhas entre irmã mais velha/irmã mais nova, com os diálogos entre a focada Regina e a avoada Samantha sendo muito bem escritos. Mesmo quando uma leve tensão surge entre elas quando topam com Hector (possivelmente o ultimo homem da Terra, como observa Samantha), o companheirismo delas não se abala.  Ao colocar as duas jovens como sendo extremamente familiarizada com armas devido terem sido criadas pelo pai militar (ate este decidir ir pro Golfo, deixando as filhas serem criadas pela madrasta) ao mesmo tempo que é absurdo, da ao projeto a desculpa perfeita para entregar divertidas sequências de ação, como o confronto com um grupo de punks psicóticos em um shopping.

     A NOITE DO COMETA é um bom filme, lembrando as clássicas comédias de horror que eram tão comuns no "Cinema Em Casa" do SBT nos anos 1980 e 90. É uma bobagem, mas é relativamente bem dirigido, com cenas de ação modestas, mas empolgantes, e a química entre as duas protagonistas garante a diversão. Como curiosidade, vale observar que Joss Whedon, criador da série BUFFY,  era um grande fã desse filme, e usou a personagem Samantha, que passa boa parte do filme com um uniforme de líder de torcida, como uma das inspirações para criar a sua própria líder de torcida Badass.

     

    Visto INFECÇÃO

     

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      Na trama, em um precário hospital , enquanto operavam um paciente, a equipe médica liderada pelo Doutor Akiba (Koichi Sato) comete um erro, levando a morte de um paciente. Pelo paciente não ter uma família para reclamar o corpo, os médicos resolvem abafar o caso para preservarem as suas reputações. Nesta mesma noite, um paciente chega no hospital, portando uma doença desconhecida, que dissolve os seus orgãos. Os médicos ficam extremamente assustados por nunca terem visto nada do tipo, o que piora quando a misteriosa doença começa a se espalhar, levando morte e loucura ao hospital.

      Escrito e dirigido por Masayuki Ochiachi, esta produção japonesa de 2004 merece elogios pela excelente construção de atmosfera, criando um ambiente sufocante no hospital que serve de palco para a história desde os primeiros minutos de filme. Abrindo com a voz de um paramédico no rádio do hospital, que descreve os bizarros sintomas que um paciente da ambulância está apresentando, INFECÇÃO já cria a sensação de desconforto desde os primeiros minutos. A direção de arte e a fotografia cumprem um papel fundamental nesta atmosfera, ao dar ao hospital equipamentos e camas sucateadas, e uma luz que nunca parece iluminar completamente o ambiente. De fato, em sua primeira meia hora, o longa metragem se dedica a construir o terror real de um estabelecimento de saúde precário  (não muito diferente do nosso sistema de saúde publica), onde falta de equipamentos e medicamentos, pacientes abandonados pelas famílias e médicos e enfermeiras insensíveis dão ao local a incomoda sensação de purgatório. Este primeiro ato também apresenta de forma competente os seus protagonistas, como cansado Akiba, o médico arrogante, a jovem enfermeira que em seus primeiros dias no hospital tem dificuldade de achar uma veia, a amarga enfermeira chefe, e por ai vai. O filme leva o seu tempo construindo este "terror cotidiano", enquanto somos lembrados constantemente pela insistente chamada do paramédico no rádio, tentando encontrar um hospital para o seu estranho paciente.

      Após este primeiro ato competente, Ochiachi constrói de forma competente o desenvolvimento narrativo, tanto no suspense mais sutil, com o medo da equipe médica de que o macabro Doutor Akai (Shiro Sano) tenha descoberto o seu segredo, quanto nas sequências de maior gore, quando os médicos e pacientes começam a sofrer os efeitos da tal infecção do título, com destaque para a cena de morte de uma personagem que tem diversas seringas cravadas pelo corpo. Infelizmente, INFECÇÃO escorrega feio em seu 3º ato, ao apresentar uma reviravolta que não consegue sustentar, que ao tentar ser esperta, apenas chama o espectador de burro. Não só é uma reviravolta desleal, como também confusa, com a trama se entregando em seu climax aos recursos de alucinações e delírios que sequer conseguem ser esteticamente interessantes. No geral, INFECÇÃO é um filme com uma atmosfera muito bem construída, articulando de forma interessante o terror tradicional, com o terror social de um sistema de saúde falho, mas joga grande parte das boas coisas que havia construído fora, ao entregar um desfecho que tenta surpreender o expectador, conseguindo apenas ser débil ao invés disso.

     

    Visto PANDORUM

     

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      Na trama, em 2200, a Terra está a beira do colapso devido a super população e a escassez de recursos. Para preservar a raça humana, uma arca espacial colonizadora é lançada rumo a um planeta com condições semelhantes a da Terra, com a missão de preparar uma colónia. Quando o Cabo Bower (Ben Foster) desperta da cápsula de hipersono, sofrendo de amnésia, não se lembrando direito de quem é ou qual é a sua missão, ele desperta o seu superior, o Tenente Payton (Dennis Quaid) para ajuda-lo a descobrir o que está havendo. Com a nave aparentemente deserta, Payton ordena que Bower explora o local, descobrindo que ele dormiu muito mais tempo que imaginava, e que bizarras criaturas canibais se espalharam pela nave.

     Dirigido por Christian Alvart em 2009 (que no mesmo ano lançaria o terrível O CASO 39), PANDORUM é uma ficção científica de terror e ação, que apesar de uma ou outra boa ideia, nunca consegue cativar o espectador, ou fazê-lo se envolver com o drama de seus personagens). O roteiro escrito por Travis Milloy (baseado em um argumento que escreveu junto com Alvart) se utiliza muito dos clichês dos filmes de terror Sci-Fi, desde os filmes da franquia "Alien", passando pela franquia "Predador", e até mesmo o terror Lovecraftiano de O ENIGMA DO HORIZONTE, (Paul W. Anderson é um dos produtores deste filme, inclusive) mas nunca consegue desenvolver uma identidade de fato. Não ajuda também que o design de produção de Richard Bridgland (que já tinha experiência com esse tipo de cenário, sendo o responsável pelo design de produção de ALIEN VS PREDADOR) seja totalmente genérico e sem personalidade, com o mesmo podendo ser dito sobre as criaturas mutantes que passam a perseguir.

     PANDORUM poderia ser um filme bastante divertido e tenso, ainda que derivativo, mas o longa metragem não chega muito perto disso. A direção de Alvart também está longe de ser uma Brastemp. Alvart claramente é um discípulo de W. Anderson (que por si só não era uma Brastemp). com suas sequências de ação nos ambientes claustrofóbicos da nave Elisium lembrando um pouco aqueles vistos nos filmes da série "Resident Evil", só que piorados. Não só Alvart não tem o mínimo domínio da ação, como essas sequências são terrivelmente mal montadas, mais de uma vez me deixando confuso sobre o que estava se desenrolando na tela. O desenvolvimento dos personagens também é péssima. O desenvolvimento de Bower e sua busca pela cápsula de sua esposa (Delphine Chulliot), que ele acredita possa estar na nave nunca nos convence, enquanto outros personagens como a durona Nadia (Antje Traue, a Faora de O HOMEM DE AÇO) sequer ganham tentativa de desenvolvimento, já que tudo o que ela passou nos meses em que sobreviveu sozinha na nave sobrevivendo aos mutantes é resolvido em uma linha de diálogo.

     

     No fim das contas, PANDORUM é um filme ruim, cuja ruindade se refletiu nas bilheterias, causando grande prejuízo a sua produtora, que acabou falindo depois disso. É uma pena, pois se vê algumas boas ideias na obra, mas que nunca chegam longe.


  16. Thor 4 | Diretor diz que Chris Hemsworth, não Natalie Portman, será protagonista

    Love and Thunder tem estreia marcada para 5 de novembro de 2021

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    JULIA SABBAGA
    15.09.2019
    08h35

    Depois de confirmar que Thor: Love and Thunder, quarto filme do personagem, terá dois Thors, e que Natalie Portman será a Poderosa Thor, o diretor Taika Waititi esclareceu quem será o protagonista do novo filme. Questionado pela MTV News, Waititi respondeu [via CB]:

    "É Chris Hemsworth. É um filme do Thor. Ele é Thor, e o filme é do Thor. Ela está no filme". 

    No quadrinho que serve de base para o filme, Thor Odinson se tornou indigno de levantar o Mjölnir, depois dos acontecimentos da saga Pecado Original. Com isso, Jane Foster é considerada digna pelo seu altruísmo e a dedicação em salvar vidas como médica e se torna a Poderosa Thor. 

     

    FONTE: OMELETE


  17. Os fãs do MCU ficaram surpresos neste sábado (14), quando um relatório do Deadline revelou que Robert Downey Jr. voltará como Homem de Ferro em Viúva Negra.

     

    No entanto, sua participação especial pode não acontecer da maneira como todos imaginam: de acordo com o Comic Book, há uma boa chance de Viúva Negra estar reciclando uma cena excluída de Capitão América: Guerra Civil, que foi exibida em vários eventos públicos.
     

    Na cena, Viúva Negra e Homem de Ferro têm uma discussão após a batalha entre o Soldado Invernal e o Homem de Ferro, ecoando a argumentação anterior quando Natasha diz para Tony que “estavam errados”.

    Tony diz a Natasha para correr, e é isso que a leva a se esconder com Steve Rogers e o resto dos Vingadores procurados.

     

    FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

    Eu tava estranhando mesmo que a Marvel ia encarecer um filme que aparentemente será relativamente barato para os padrões blockbusters só por uma participação dispensável do Downey JR. A Marvel pode usar material filmado para outros filmes (se não for grande) sem pagar cachê pro ator, foi o que rolou com a Natalie Portman em VINGADORES: ULTIMATO, onde usaram uma cena deletada de THOR: O MUNDO SOMBRIO.

    Acho bem possível que essa seja a "participação" do Downey JR mesmo.

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