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Posts posted by Questão

  1.  

    Cherry | Tom Holland aparece em foto de novo filme dos Irmãos Russo

    Longa será lançado no Apple TV+

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    JULIA SABBAGA
    24.11.2020
    15h42

    O filme Cherry, comandado pelos diretores Anthony Russo e Joe Russo e protagonizado por Tom Holland teve a sua primeira imagem revelada hoje pela Vanity Fair. Na imagem, que pode ser conferida abaixo, Holland aparece como seu personagem, que dá nome ao filme:

    Tom Holland em Cherry
    Apple/Divulgação

    Na reportagem, o protagonista vivido por Holland é descrito como volátil e vulnerável, um ninguém de Cleveland que está lutando pra sobreviver mas não tem nenhum sonho para ir atrás. Sem gosto pela faculdade, ele se junta ao exército para servir no Iraque como médico. Ao retornar, ele se vê assombrado, e passa a abusar de opióides para minimizar sua síndrome de stress pós-traumático. Para bancar o vício, ele passa a roubar bancos. 

    Cherry será a primeira produção dos diretores após o sucesso avassalador dos últimos filmes de Os Vingadores. A produção executiva é de Todd Makurath, Jake Aust, Kristy Maurer Grishham e Juddy Payne.

     

    FONTE: OMELETE

  2. 17 hours ago, Jorge Soto said:

    Sim, ambos são da Warner mas tem uma grande diferença... o público desses filmes é bem distinto, um é pirralhada e outro é adulto. Muitas vezes polêmicas (reais ou boataria) envolvendo atores até geram marketing positivo dependendo do filme. O proprio Leto em SS e o RDJ pro primeiro HdF são bons exemplos disso. Basta saber se a Warner vai comprar ideia do ator ou não.

     Não é tão diferente assim. O "The Batman" pode ser um filme mais adulto e coisa e tal, pode não ter as crianças como publico alvo como o Harry Potter sem Harry Potter,  mas ainda envolve muito marketing, ainda envolve muita projeção, e ainda envolve muito Merchandising. Pode ser o mais maduro e sombrio que quiser, mas ainda é o Batman, o personagem da DC que mais vende.

     Leto e Downey JR são casos bem diferentes. As confusões que eles estavam envolvidos foram bem antes de suas escalações, e o contexto social e cultural era outro. 

     

     Fora que essa história do Deep querer ser o Coringa é puro achismo. Desde de antes do Ledger, fala-se que ele tem interesse no papel. Acho bem óbvio que ele tenha interesse no papel. É o tipo de papel que ele curte, e um papel que já rendeu dois Oscars. Mesmo sem essa confusão, ele teria interesse.

     Em tempo, continuo achando que deve-se dar um descanso pro Coringa, e explorar outros vilões do Batman. Mas tem muito tempo pra isso, afinal, o THE BATMAN tem que dar certo pra ter sequência.

  3. Segundo o Deadline, a Walt Disney Studios está cogitando lançar algumas das suas principais futuras produções live-action no Disney+, pulando a exibição cinematográfica, incluindo ‘Cruella‘, ‘Pinóquio‘, e ‘Peter Pan & Wendy‘.

    • disney-1024x576.jpg?resize=696%2C392&ssl

    Não se sabe ainda se essas produções chegariam ao catálogo da plataforma sem custo adicional aos assinantes, ou no Premier Access por US$ 29, como foi feito em ‘Mulan‘.

     

    FONTE: ESTAÇÃO NERD

  4. On 11/20/2020 at 10:40 AM, Jorge Soto said:

     

    His House é também um terror psicológico sobre refugiados e seus fantasmas. É horror social como metáfora de fantasmas do passado, pecados, erros, más escolhas e demônios internos, etc. Alternando sonho e realidade, é um filme agoniante com forte crítica social e  desfecho onde não pude deixar de cair uma lágrima singela, reconheço. Atuações mais que convincentes do casal afro principal. Jordan Peele ficaria orgulhoso.  Visto na Netflix. 9-10

    His House Wallpaper #2

     

     

     Esse é bem bom mesmo. Tem uma história bastante atual, cheia de alegorias bem pensadas, e uma estética acachapante sem ser exibicionista.

  5.  

     Curti o filme. É um drama de tribunal bem envolvente. Os destaques vão pro Yaha Abdul Mateen II com uma atuação discreta, mas marcante; Sasha Baron Cohen como um dos acusados hippies, e Mark Rylance como o advogado. É um filme assustadoramente atual também, no que diz respeito ao racismo e polarização política acima do bom senso. O filme também se utiliza de forma sabia de imagens reais dos tumultos de Chicago sem que isso soe intrusivo na narrativa. Só o final que dá uma escorregada ao se entregar aos clichês dos dramas de tribunal biográfico, mas nada que desabone o resultado final.

  6.  

     Aprenda como ser arrogante e modesto ao mesmo tempo com o Momoa

     

    Duna | Jason Momoa diz que cena com Javier Bardem o emocionou

    Jargões de ficção científica deixaram o ator nervoso

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    NICOLAOS GARÓFALO
    19.11.2020
    22h43

    Após atuar em dothraki em Game of Thrones e viver o rei de Atlantis em Aquaman, era de se esperar que Jason Momoa estivesse acostumado a termos mais complicados de longas de fantasia e ficção científica. O astro, no entanto, revelou que ainda se sente nervoso quando precisa entregar alguns jargões em cena e que conseguir o feito em durante as filmagens de Duna o emocionou.

     

    Estávamos todos sentados em uma mesa, e essa cena é toda sobre o Javier [Bardem] entrando na sala. Nunca vi ninguém entrar numa sala com tanto estilo”, contou o ator à Men’s Health. De acordo com Momoa, o colega encarou intensamente o restante dos atores, conforme mandava o roteiro. “Ele entrega a fala dele e manda muito bem. E logo depois, o Denis [Villeneuve, diretor de Duna] vai até ele dá umas corrigidas. E eu fico chocado, tipo, o que você poderia corrigir?”

    Então eu estou lá, aterrorizado, porque preciso fazer toda essa exposição sci-fi, que não tem nada a ver comigo”, continuou o ator. “Aí eu filmo e não recebo nenhuma correção. Fiquei tão inacreditavelmente que eu poderia chorar”.

    Na nova adaptação de DunaTimothée Chalamet será o protagonista Paul Atreides, cuja família aceita controlar o planeta-deserto Arrakis, produtor de um recurso valioso e disputado por diversas famílias nobres. Ele é forçado a fugir para o deserto - com a ajuda de sua mãe - e se junta a tribos nômades, eventualmente liderando-as por conta de suas habilidades mentais avançadas. Dave Bautista será Rabban, sobrinho sádico de um barão que comanda Arrakis e também é chamado de A Besta. O elenco ainda conta com Oscar IsaacZendayaJosh Brolin e mais. 

     

    FONTE: OMELETE

  7. 43 minutes ago, Jailcante said:

    O Halloween de 2018 até perdoo chamarem apenas de 'Halloween', e não de "Halloween 2", porque já tem dois 'Halloween 2' na franquia, mas esse aí ficar sem número, considero frescura. É mais uma sequência, pelo que tudo indica.

    Eu vou chamar de Pânico 5 e fim, desculpe (e acho que muita gente vai preferir chamar assim também).

     

     Eu até entendo não chamarem de "Pânico 5", por que não é interessante do ponto de vista comercial (e acho que foi uma das razões de Pânico 4 não ter feito muito dinheiro quando foi lançado). Se for parar pra pensar, quando o filme sair, vai ter ido quase doze anos do 4º filme. Muito do publico alvo provavelmente não viu os filmes, então deve ficar meio assim com o numeral (acho que foi o que rolou com o 4).

     Mas teria colocado um subtítulo ai. Por que no caso do Halloween de 2018 até fazia sentido ser só Halloween, por ele ser meio um Soft Reboot (ignorando todas as sequências). Mas já falaram que esse é mesmo o quinto filme da série, e que todos os quatro filmes anteriores ainda estão valendo, então fica meio estranho mesmo.

  8. On 11/13/2020 at 12:22 PM, Jailcante said:

    12/11

    O Assassino da Furadeira (Driller Killer, Dir.: Abel Ferrara, 1979) 2/4

    thedrillerkiller1979.jpg

     

    Pintor, que sofre de falta de inspiração, acaba por matar pessoas nas ruas com uma furadeira.

    Filme cult, que não sei se classificaria como terror ou slasher propriamente (no fim, não faz muita diferença mesmo). Pra mim, é uma versão LSD do 'Taxi Driver', mais experimental, e com trilha mais pesada (no começo até recomendam que assistam com volume alto). Personagem principal que vive num submundo (e aqui é mais submundo que Taxi Driver, é bem ralo mesmo o cenário aqui), que sofre pressões por todos lados (emprego, relacionamento, convívio social), e o por isso acaba por surtar de vez, e sai matando pessoas nas ruas com uma furadeira, mendigos principalmente (estes que seriam um mal da sociedade na concepção dele - ?). Não é exatamente minha praia, mas reconheço seu valor.

     

     Vi esse há muito tempo atrás, e não currti. O curioso é que é o próprio Abel Ferrara que faz o personagem título.

     

    On 11/17/2020 at 2:19 PM, Jailcante said:

    Me expliquem isso aqui:

     

    Midsommar vai ganhar versão diretor em 4k. Mas como assim? A outra versão já não era do diretor?

    Achei que o estúdio A24 não metia a mão no trabalho do diretor, então o que rolou aqui?

     

     No caso, acho que é só um diretor com muito tempo na mão durante a pandemia, e não por que o estúdio meteu a mão no filme. Até por que se não me engano, MIDSOMMER já é um filme bem longuinho.

  9. Wagner Moura fala sobre estreia polêmica do filme Marighella

    Em entrevista ao CORREIO, ator e diretor revela que Seu Jorge não era primeira opção para o papel

     

    A história é controversa. A fama, intensa. “Cuidado, que o Marighella é valente”. A frase dita por um policial e descrita na biografia Marighella – O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo (Companhia das Letras | 2012), dá uma dimensão de quem foi Carlos Marighella (1911-1969), deputado federal, militante comunista e fundador de um grupo armado de oposição à ditadura militar, em 1969.

    Figura marcante na história do Brasil, o guerrilheiro que correu o mundo e virou tema de artigos do filósofo francês Jean-Paul Sartre (1905-1980) terá sua trajetória contada no cinema a partir desta quinta-feira (19). Com direção do ator baiano Wagner Moura, Marighella – O Filme terá pré-estreia apenas em Salvador, de quinta (19) a quarta-feira (25), no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha.

    “Todos os filmes que eu faço, sempre exijo uma pré-estreia em Salvador. O que faz todo sentido já que Salvador é, percentualmente, a cidade que mais prestigia o cinema nacional”, diz Wagner. Com estreia marcada para 14 de abril de 2021, Marighella é seu primeiro trabalho de direção e traz Seu Jorge no papel do guerrilheiro que virou o principal inimigo da ditadura militar brasileira.

    Em entrevista ao CORREIO, direto de Los Angeles, nos Estados Unidos, onde mora, Wagner fala sobre as polêmicas em torno do cancelamento da estreia de Marighella no dia 20 de novembro de 2019, mês em que completaria 50 anos de morte. Além disso, revela que Seu Jorge – com quem atuou em Tropa de Elite 2 – não foi sua primeira opção para o papel principal. 

    No papo, o ator e diretor também lembra de curiosidades sobre sua terra natal: “Carlos Marighella é hoje o nome da escola que era a zona eleitoral onde eu votava quando morava em Salvador, no Stiep”. E fala sobre o legado do protagonista que comandava um grupo de jovens guerrilheiros e foi assassinado em uma emboscada.

    “Marighella, com seu carisma, sua empatia para com os mais vulneráveis, sua coragem, (...) catalisava e continua catalisando o sentimento dos que não se conformam com injustiça, com desigualdade, com genocídio e com totalitarismos”, afirma o diretor. Além do filme, que teve cerca de 30 exibições em países dos cinco continentes, Wagner revela futuros projetos como episódios para a série Narcos Mexico. Confira.

     

     
     

    Adriana Esteves está no elenco ao lado de Seu Jorge

    Adriana Esteves está no elenco ao lado de Seu Jorge

    Acompanhamos a dificuldade de lançamento de Marighella no Brasil. A produtora chegou a soltar um comunicado falando que não conseguiu cumprir os trâmites exigidos pela Ancine. Conta um pouco sobre o que fez para contornar os entraves e sobre seu sentimento em relação a isso.

    A relação do atual Governo com a cultura prescinde de maiores comentários. A cultura, assim como a questão ambiental, racial e de igualdade de direitos é alvo preferencial do projeto de destruição bolsonarista. E a maneira escolhida para operar esses aniquilamentos foi muito maquiavélica, porque o IBAMA, a FUNAI, A Fundação Palmares, Ministério do Meio-Ambiente, o Ministério dos Direitos Humanos não foram extintos; mas eles colocaram lá dentro antíteses das naturezas desses órgãos. É uma corrosão interna, muito mais cruel do que a própria extinção. O Ministério da Cultura, eles extinguiram mesmo, mas deixaram lá uma Secretaria ligada ao Turismo, que é mais um órgão anacrônico de vigília ideológica e censura, do que de fomento cultural.

    A Ancine acabou. Devem estar tentando entender uma estratégia com verniz de legalidade para desviar a totalidade dos recursos do Fundo Setorial para outra área, antes de darem o tiro de misericórdia na Ancine. Esse governo, formado por leitores de Brilhante Ustra e Olavo de Carvalho, vê a cultura como máquina de propaganda ideológica. Eles não têm a mais vaga ideia da importância da cultura para o desenvolvimento de uma nação. Mas são tão obtusos e vingativos que ignoram a potência econômica que é o setor cultural. Bolsonaro se deu ao trabalho de gravar um vídeo falando mal de mim e do meu filme, empoderando seus seguidores no ódio contra artistas.

    Eu já expliquei em outras entrevistas todos os pormenores da censura operada pela Ancine para impedir nossa estreia ano passado. De um modo geral, foram usados entraves burocráticos que tornaram a estreia impossível. Nós, que havíamos sido contemplados com um edital do FSA para lançar Marighella em 2019, tivemos que abrir mão de uma verba à qual tínhamos direito, para, mesmo na marra, poder ter o filme nos cinemas em 2020. Mas aí veio a pandemia. A data que havíamos escolhido no ano passado era justamente essa da Semana da Consciência Negra. 

    O ano de 2019 ficou marcado pelos 50 anos da morte de Marighella. Em sua opinião, porque essa luta encabeçada por ele continua tão viva?

    A nossa história sempre foi contada pelo ponto de vista do conquistador, do europeu, do homem branco, dos poderosos, das elites que seguem mandando no país. Eu sempre fui fascinado pelas muitas lutas de resistência a esse domínio, lutas essas que, de um modo geral, foram apagadas ou mal contadas nos nossos livros de história. Desde a resistência dos indígenas aos portugueses e dos africanos à escravidão; Marighella está ligado em sua ancestralidade à Revolta dos Malês em Salvador, passando por Canudos, até os movimentos sindicais e greves nas grandes fábricas, à luta dos trabalhadores rurais por terra. Os que resistiram à ditadura militar de 64 estão muito próximos a mim, que nasci em 76, mas ao mesmo tempo, são uma geração muito diferente da minha, do ponto de vista comportamental.

    Eu cresci nos estertores da ditadura, na abertura, com a Constituição de 88, na redemocratização e na promessa de um Brasil mais justo e democrático. Os jovens de hoje vivem esse momento distópico de um governo com tendencia totalitária, nostálgico de ditadores e torturadores, agravador da crise climática mundial, multiplicador dos efeitos mortais da pandemia; esses jovens são muito mais parecidos aos que se uniram a Marighella no final dos anos 60. Marighella, com seu carisma, empatia para com os mais vulneráveis, coragem, cultura, liderança e história política pré-64, catalisava e continua catalisando o sentimento dos que não se conformam com injustiça, desigualdade, genocídio e com totalitarismos.

    Não é à toa que arrancaram Marighella da nossa história, pois seu exemplo é nocivo à narrativa do status quo.  

    Por que a escolha de Seu Jorge para o papel principal?

    Minha primeira opção para Marighella foi o Mano Brown, dos Racionais MCs. Nós chegamos a ensaiar por mais de um mês com ele. E ele estava indo muito bem. Brown encarna o espirito de Marighella como poucos. O poeta guerrilheiro. Mas aquele 2017 foi o ano em que os Racionais estavam fazendo seus shows de despedida antes da parada que deram. Os shows iam até muito tarde e nossos ensaios exigiam muito, sobretudo do protagonista. Eu e Brown chegamos à conclusão de que aquela rotina era impossível para qualquer ser humano.

    Cheguei a fazer muitos testes depois da saída dele. Até que me lembrei de Seu Jorge, que é possivelmente a pessoa mais talentosa que eu conheço. Ele pegou o barco andando, venceu todas as dificuldades e entregou uma atuação simplesmente extraordinária, reconhecida com prêmios de melhor ator na Itália e na Índia. 

    Qual é a importância de Salvador receber essa pré-estreia nacional? E como será a estreia?

    Tudo que eu faço, eu penso primeiro no que as pessoas vão achar em Salvador. Todos os filmes que eu faço, eu sempre exijo uma pre- estreia em Salvador, o que faz todo sentido, já que Salvador é, percentualmente, a cidade que mais prestigia o cinema nacional. E essa é a terra de Carlos Marighella, que se criou na Baixa dos Sapateiros. Aqui vive seu filho Carlinhos, que ainda não viu o filme. E nosso filme afirma algo importante: Marighella era um homem negro, neto de sudaneses escravizados. E Salvador é a cidade brasileira com mais afro-descendentes. Nossa data de estreia censurada no ano passado havia sido essa, 20 de Novembro, dias depois do aniversário de 50 anos de morte de Marighella e Dia da Consciência Negra. Nosso filme agora tem data marcada para 14 de abril de 2021, nos cinemas

    O que seu trabalho como ator trouxe de experiência para a direção e o que foi mais desafiador na estreia como diretor?

    A minha experiencia como diretor é pequena. Vejo tudo com os olhos de um ator. Filmo como gosto de ser filmado quando estou atuando. Tive muito prazer em trabalhar com os atores do filme e com eles aprendi muito sobre atuação. Eu acho que atuar é muito mais difícil que dirigir. No Marighella eu tive a melhor equipe, os melhores atores e um roteiro sólido, trabalhado por muitos anos. Estar no set foi um prazer. O difícil foi lidar com o que acontecia fora dele, a falta de grana, os boicotes, o ódio que o filme despertou em alguns. O resto foi só prazer. 

    Qual é o principal ensinamento que Marighella deixa para nós?

    A narrativa de que as lutas de resistência, em especial à ditadura militar, foram derrotadas nunca me convenceu. O que é ser derrotado? Marighella estava desarmado no interior de um carro quando foi assassinado por dezenas de agentes da ditadura. Hoje, com todas as tentativas de apagamento de sua história, todas as mentiras a seu respeito, estamos aqui debatendo seu legado na luta pela democracia.

    Quais os nomes dos que o assassinaram e torturaram? De que derrota estamos falando? Canudos foi derrotada? Tiradentes foi derrotado? Os Malês? Os Alfaiates? Há lutas que são muito maiores do que as vitórias ou derrotas daquele momento. Carlos Marighella é hoje o nome da escola que era a zona eleitoral onde eu votava quando morava em Salvador, no Stiep. Na minha época, a escola se chamava Garrastazu Médice. Os alunos da escola decidiram mudar o nome para Carlos Marighella. Quem foi derrotado?

    Quais projetos você está tocando, além de Marighella? 

    Eu agora estou editando dois episódios que dirigi para a nova temporada de Narcos México. Estou produzindo um filme com Kleber Mendonça Filho e desenvolvendo três projetos de minisséries junto com Sérgio Machado.

     

    FONTE: CORREIO

  10. Cruella e remakes de Pinocchio e Peter Pan podem ir direto para Disney+

    Cenário atual teria levado estúdio a rever estratégia de lançamento

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    NICOLAOS GARÓFALO
    19.11.2020
    21h57

    Depois da Warner anunciar que Mulher-Maravilha 1984 seria lançado simultaneamente no streaming e nos cinemas, a Disney pode também estar revendo sua estratégia para o lançamento de algumas produções de destaque. Segundo o Deadline, o estúdio estaria estudando a possibilidade de levar Cruella, Pinocchio e Peter Pan & Wendy diretamente para a Disney+.

     

    Por enquanto, não está claro se a Disney pretende seguir a mesma estratégia testada com Mulan, acessível por um valor adicional para assinantes da Disney+, ou se seguirá o lançamento tradicional de streaming, conforme fará com Soul em dezembro.

    Vale lembrar que a Disney+ tem apresentado números extremamente positivos para a empresa, que, antes mesmo de sua estreia na América Latina, já havia atingido a marca de 73,7 milhões de assinantes.

    Cruella será estrelado por Emma Stone e, por enquanto, tem estreia marcada para 3 de junho de 2021. O longa será dirigido por Craig Gillespie.

     

    FONTE: OMELETE

  11.  

     Snyder lembrando que há vida depois do Snydercut

     

    Em entrevista ao Slashfilm, o diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘) garantiu que o seu novo filme de zumbis, intitulado ‘Army of the Dead‘, será épico; com muita ação e efeitos práticos.

    “90% dos nossos zumbis são efeitos práticos. Há guerra com zumbis, sequências de ação e muita luta; meu amigo, e parceiro de longa data, Damon Caro trabalhou pesado para criar caos zumbi em um nível épico.”

    Ele continua, “Eu adoro filmes que são divertidos, mas não são bobos. É uma linha tênue. Eu queria que esse filme fosse uma insanidade zumbi descontrolada. Meus parceiros da Netflix me apoiaram e entraram nessa jornada comigo.”

    O longa, que conta com orçamento de 70 milhões de dólares, foi rodado em Las Vegas

     

    FONTE: CINEPOP

  12. On 11/13/2020 at 4:26 PM, Jailcante said:

    Falaram em 'remake latino', então elenco deve ser de latinos no novo filme.

    É sobre Johnny Five, que é um robô que ganha vida depois de ser atingido por um raio. Acaba caindo na casa de um mulher que cuida dele (tem um plot meio ET mesmo de ser estranho que cai na casa de alguém).

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    Muitos compararam o Wall-E da Pixar com ele:

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    O primeiro filme de 1986 teve o nome de 'O Incrível Robô' por aqui, mas teve uma continuação de 1988 chamada por aqui de 'Um Robô em Curto Circuito' (eu prefiro esse segundo filme do que o primeiro).

     

     Acho que nunca vi o original. Só a sequência que era figurinha carimbada no CINEMA EM CASA. Em tempo, a influência de E.T parece bem clara, pois até a cabeça do Johnny Five lembra um pouco a cabeça do E.T pra mim.

  13. SPAWN: JASON BLUM, PRODUTOR DO FILME, DIZ QUE HISTÓRIA SERÁ “OUSADA”

    Os fãs ainda estão à espera…

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    Lá se vão 23 anos desde que Spawn: O Soldado do Inferno, o malfadado primeiro filme do personagem da Image Comics, chegou aos cinemas. E desde então, o criador do personagem, Todd McFarlane, tenta levá-lo de volta às telonas, o que ainda não aconteceu. Apesar disso, Spawn continua em estágio de pré-produção, aguardando o início de suas gravações.

     
     

    A nova adaptação de Spawn foi anunciada ainda em 2017 durante a San Dego Comic-Con, com Jamie Foxx no papel do protagonista e Jeremy Renner como Twitch. Desde então, pouco se ouviu falar sobre o filme, mas em uma nova entrevista, Jason Blum, produtor do longa, discorreu um pouco sobre o que podemos esperar.

    Ao site Inverse, Blum disse que o filme será diferente de tudo o que já foi feito com o personagem:

    “Vai ser bem diferente e vai ser bem ousado. O que me empolga sobre o Spawn é que ele meio que é a última revista em quadrinhos não explorada, então essa parece uma oportunidade incrível. Aprontar a história certa está levando mais tempo do que eu esperava, mas nós ainda estamos trabalhando nela.”

    Há alguns meses, Todd McFarlane deu uma declaração onde assumia a culpa pela demora do novo filme, prometendo que ele está sim sendo desenvolvido e que será digno da espera. E vocês, acham que o filme sai um dia? Comentem!
     
    FONTE: LEGIÃO DOS HERÓIS
  14.  

     Chris Columbus, diretor do original, mete o pau no remake

     

    Esqueceram de Mim | Reboot é “perda de tempo”, segundo Chris Columbus

    Diretor do original não ficou feliz com a decisão da Disney

    Marina ValPublicado porMarina Val
    16 de novembro de 2020 às 15h55 • Atualizado há 1 dia
      
    Esqueceram de Mim | Reboot é

    A Disney anunciou no ano passado um reboot de Esqueceram de Mim, o clássico da sessão da tarde que foi um sucesso de bilheteria em 1990. Entretanto, nem todo mundo ficou feliz com a ideia e uma dessas pessoas foi Chris Columbus, diretor do longa original.

    Em entrevista ao Inverse, Columbus afirmou que ninguém do estúdio entrou em contato com ele sobre isso e enfatizou que acha a ideia do remake “uma perda de tempo”:

    “Ninguém entrou em contato comigo sobre isso, e é uma perda de tempo para mim. Qual é o objetivo? Eu acredito piamente que você não tem que refazer filmes que têm a longevidade de Esqueceram de mim. Você não vai criar a magia de novo. Simplesmente não vai acontecer. Então porque fazer? É como fazer uma versão formulaica de um filme animado da Disney – uma versão live-action disso. Qual o objetivo? Já foi feito. Faça algo próprio. Mesmo se falhar miseravelmente, pelo menos você criou algo original.”

     

    FONTE: JOVEM NERD

  15.  

     E no episódio de hoje de "todo se querendo"

     

    Paul WS Anderson tem um certo conhecimento em dirigir adaptações de videogames; Ele dirigiu um filme de “Mortal Kombat” e seis de “Resident Evil”, e agora está trazendo “Monster Hunter” para os cinemas. Mas, embora o filme ainda esteja a semanas de sua estreia, o diretor já está trabalhando em ideias para uma possível sequência.

    Milla Jovovich, que estrela o longa como a capitã Natalie Artemis, uma personagem que luta contra monstros para retornar ao seu mundo depois de cair através de um portal, revelou em entrevista à TotalFilm que Anderson já está escrevendo algo” para um próximo filme.

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    “Definitivamente, adoraríamos fazer outro”, disse Jovovich. “Espero que as pessoas amem, porque sei que Paul adoraria fazer uma sequência. Quer dizer, ele já está escrevendo algo”. Com certeza o diretor tem ideias: “Trabalho em ‘Monster Hunter’ há 11 anos”, Anderson explica.

    O próprio está confinante de que o filme irá impressionar tanto os frequentadores do cinema quanto os jogadores, alegando que as criaturas são “construídas com um nível de detalhe maior do que qualquer coisa em ‘Jurassic World'”. Ele também vê um potencial de longo prazo em sua adaptação de jogo mais recente. “Existem centenas de monstros [no jogo]. Só posso usar cinco ou seis deles no filme”, diz ele rindo. “Portanto, é um mundo grande e divertido que acho que apenas começamos a arranhar a superfície”. 

    Baseado franquia de jogos da Capcom, “Monster Hunter” fornece uma história que se inicia “quando um portal misterioso transporta a capitã Natalie Artemis e uma unidade de soldados de elite para um mundo estranho, onde monstros poderosos governam com ferocidade mortal. Enfrentando um perigo implacável, a equipe encontra um misterioso caçador que pode ser sua única esperança de encontrar um caminho para casa”, promete a sinopse oficial.

    Monstros estão definidos para serem mortos quando “Monster Hunter” estrear nos cinemas, que atualmente está definido para 3 de dezembro no Brasil, mas devido à pandemia isso poderá mudar.

     

    FONTE: PAPO DE CINEMA

  16.  

     Mais um pro Streaming. Não vai nem passar no cinema nos States

     

    A Paramount Pictures removeu seu thriller de espionagem com Michael B. Jordan “Sem Remorso” da programação de lançamento nos cinemas.

    O estúdio anunciou a mudança sem comentários, mas a mudança já era esperada. Em 23 de julho foi reportado que a Amazon Studios estava perto de um acordo pelos direitos mundiais de “Sem Remorso”, mas a Paramount e a Amazon não confirmaram o relatório.

     
     

    A Paramount anunciou em junho que iria adiar “Sem remorso” quase cinco meses, de 2 de outubro para 26 de fevereiro de 2021. Em vez disso, ela preencherá essa vaga com seu filme biográfico “Os Estados Unidos vs. Billie Holiday”, dirigido por Lee Daniels, que estava programado para estrear duas semanas antes em 12 de fevereiro.

    O estúdio também disse na sexta-feira que estava retirando o filme “Micronautas”, que deveria estrear em 4 de junho de 2021, do cronograma de lançamento. As mudanças são as mais recentes em uma longa série de atrasos na programação de títulos importantes, já que Hollywood lida com a pandemia COVID-19 em curso, com o setor de exposições enfrentando o fato de que os cinéfilos continuam relutantes em retornar aos cinemas.

    Sem Remorso” é dirigido por Stefano Sollima, que anteriormente colaborou com a Amazon na série de tráfico de drogas “ZeroZeroZero“. É co-estrelado por Jamie Bell, Jodie Turner-Smith e Luke Mitchell. Taylor Sheridan, de “Hell or High Water” e “Sicario”, escreveu o roteiro, com o vencedor do Oscar Akiva Goldsman (“A Beautiful Mind”) escrevendo o rascunho mais recente.

    Clark é um dos personagens mais queridos de Clancy, tendo sido anteriormente interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber. “Sem Remorso” segue-o enquanto ele tenta se vingar pelo assassinato de sua esposa.

    Com a maioria dos cinemas fechados devido à disseminação do COVID-19, a Paramount vendeu alguns de seus títulos para serviços de streaming. Ela já havia transferido nomes como “The Trial of the Chicago 7” e “Um Crime para Dois” para Netflix.

     

    FONTE: UOL

  17. On 11/11/2020 at 4:15 PM, Jailcante said:

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    O ESCORPIÃO REI: FILME GANHARÁ REMAKE PRODUZIDO PELO THE ROCK

    Chegou a hora do retorno d’O Escorpião Rei!

     18h
     

    Antes do UCM surgir, os filmes d’A Múmia, do Universal Studios, estavam começando a construir um universo compartilhado nos cinemas. Derivado da história do Imhotep, então, nasceu O Escorpião Rei, protagonizado pelo The Rock. Agora, quase 20 anos depois, essa aventura ganhará um remake.

     

    Pois é, ainda que o remake de A Múmia não tenha dado muito certo, o Universal Studios e a produtora do próprio Dwayne Johnson, a Seven Bucks Productions, começaram a trabalhar em um reboot de O Escorpião Rei, de 2002. O filme deve contar com a produção do The Rock, mas outro ator assumirá a liderança do projeto.

    A informação vem do Deadline, afirmando que Jonathan Herman, de Straight Outta Comptom (2016), será o responsável pelo roteiro do remake. Por conta da agenda lotada nos próximos anos, Dwayne Johnson deve ficar apenas nos bastidores e outro ator será escolhido para o papel de Mathayus – mas a matéria não descarta uma pequena participação do The Rock no filme em algum momento.

    Para quem não sabe, o Escorpião Rei é o papel de estreia do The Rock e um projeto muito querido para ele. Ainda, mesmo que as produções mais conhecidas sejam de 2002 e 2008 (já com outro ator liderando o longa), a franquia continuou suas produções, em menor escala e orçamento, até 2015.

    https://www.legiaodosherois.com.br/2020/escorpiao-rei-filme-remake-produzido-the-rock.html

     

     Os caras não sabem mais  que inventar. O primeiro filme é ruim e genérico, e virou uma franquia ainda pior e genérica. 

     Interesse zero nesse aqui.

  18. Wes Anderson faz elogios à atuação de Timothée Chalamet em “A Crônica Francesa”

    GUILHERME ARAUJO 19/10/2020
    10:30
      

    Timothée Chalamet e o personagem Zeffirelli parecem mesmo ter sido feitos um para o outro. Pelo menos é o que afirmou o cineasta Wes Anderson neste fim de semana durante uma entrevista para a revista GQ.

    Ao comentar sobre o longa “A Crônica Francesa”, sua próxima empreitada que traz Chalamet como um dos destaques, o diretor disse que sequer chegou a pensar em outras alternativas para o papel do jovem revolucionário.

    “Vi Timmy em ‘Lady Bird’ e ‘Call Me By Your Name’ e nunca sequer me passou pela cabeça o inconveniente de pensar em outra pessoa. Nem por um segundo”, escreveu. “Foi como se esta não fosse a primeira dele trabalhando comigo. Eu sabia que ele se encaixava, e mais: ele fala francês e parece que talvez tenha saído na verdade de um filme de Éric Rohmer [influente cineasta francês e editor do jornal Cahiers du Cinéma]”.

    Wanderson também foi só elogios ao comentar qual é seu momento favorito do ator em cena. “Acho que a parte que mais gosto de Timmy no set sao aquelas em que eu o vejo fazer pequenas pausas e partir para um novo ataque. Procurar um novo ângulo, o que ele faz de forma muito clara e assertiva. O que eu amo é como ele vai surpreender vocês com algo novo, completamente inesperado e perfeito”.

    O longa

    Previsto para chegar aos cinemas em 24 de julho de 2020, “A Crônica Francesa” teve seu lançamento postergado para outubro – o que, novamente, não aconteceu em virtude da estabilização dos números da pandemia.

    Ambientado na redação de uma revista norte-americana, localizada em uma cidade fictícia da França no século 20, o longa acompanha algumas das histórias publicadas pelo periódico “The French Chronicle” durante o período que sucede a Segunda Guerra Mundial. Ainda sem formato definido, a estreia mundial só deve acontecer em 2021.

     

    FONTE: CULTURAPOP

  19. Força aérea dos EUA toma atitude com Tom Cruise pelo seu personagem em Top Gun: Maverick

    Jorge Santana
     
     
    Tom Cruise em Top Gun Maverick Tom Cruise em Top Gun Maverick (Divulgação)

    Tom Cruise foi condecorado com uma honraria da Força Aérea Norte-Americana. Ao lado do produtor Jerry Bruckheimer, os dois foram designados como 35ª e 36º Aviadores Navais Honorários. A distinção trata-se de uma ‘recompensa’ da força aérea dos Estados Unidos pelo trabalho de ambos em Top Gun: Maverick, de acordo com a NBC.

    A continuação do filme de 1986 deve chegar aos cinemas em Julho de 2021, após ser adiada devido à pandemia de Covid-19. Segundo a Força Aérea o filme é um dos mais autênticos a respeito da experiência sobre ser um aviador militar. A continuação do clássico dos anos 1980 foi elogiada por “Promover e apoiar significativamente a aviação naval e colocou porta-aviões e aeronaves navais na cultura popular”. 

    Este tipo de distinção não é incomum nos Estados Unidos, uma vez que Hollywood historicamente sempre recebeu apoio do Pentágono (Sede do departamento de defesa norte-americano) para produção de filmes de temática militar, seja com apoio de material, base, pesquisa ou mesmo aporte financeiro.

    Ao serem designados como aviadores navais honorários, Cruise e Bruckheimer estão aptos a receber as honras, cortesias e privilégios concedidos a estes profissionais. Eles também poderão fazer uso das “Asas de Ouro” de uso exclusivo dos aviadores navais norte-americanos. 

    Previsto para ser lançado, inicialmente, em dezembro deste ano, Top Gun: Maverick teve a sua estreia adiadas devido a pandemia do coronavírus. A Paramount Pictures anunciou o dia 2 de julho de 2021 como a nova data para chegada da sequência estrelada por Tom Cruise.

     

    FONTE: SPINOFF

     

    Cruise tanto fez que virou militar honorário. KKKKK

  20. Live-action de Lilo & Stitch pode ser dirigido por Jon M. Chu, de Podres de Ricos
    Por Amanda Brandão — 16 de nov. de 2020 às 10:02
     

    O cineasta já está em negociações finais para comandar o novo filme da Disney

     
     

    O live-action de Lilo & Stitch está sendo prometido há anos. Agora, no entanto, parece que vai dar certo e Jon M. Chu, diretor de Podres de Ricos pode ser o nome por trás do filme.

    Conforme publicação do The Hollywood Reporter, o cineasta estaria em negociações para comandar o live-action da animação de 2001. Outros nomes também já foram confirmados no longa da Disney.

    Qual é o melhor live-action da Disney?



    Dan Lin e Jonathan Eirich de Rideback, empresa por trás do live-action Aladdin, será a produtora. Enquanto isso, Ryan Halprin, da Rideback, atuará como o produtor executivo.

    O longa, por enquanto, não tem um roteirista confirmado. Mike Van Waes escreveu o rascunho do projeto, mas não recebeu sinal verde e ainda está em desenvolvimento. O filme original foi escrito e dirigido por Dean DeBlois e Chris Sanders, que mais tarde foram aclamados com a trilogia de Como Treinar o Seu Dragão.

    A história de Lilo & Stitch se passa no Havaí e conta sobre o vínculo formado entre uma garota humana solitária chamada Lilo e um alienígena parecido com um cachorro chamado Stitch, que foi projetado para ser uma força de destruição.

     

    FONTE: ADORO CINEMA

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