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Forum Cinema em Cena

Rayden

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Everything posted by Rayden

  1. E pra completar a desgraça, nem mesmo gravadores de HD-DVD tem por aí. Eu fiz uma pesquisa e parece que não existe um único gravador de HD-DVD (a mídia virgem que podem usar pra copiar filmes ou backup mesmo) pra computador, nem de mesa. Se existissem, o HD-DVD, pela capacidade e por ter perdido a batalha contra o Blu-Ray, ganharia uma sobrevida. Se um Blu-Ray virgem custa os olhos da cara, a midia do HD-DVD, por ser uma tecnologia desvalorizada, poderia acirrar ao menos essa disputa, e fazer os preços cairem (monopólio em todas as frentes, não é bom pra ninguém). Só que nem isso sobrou. E com a biblioteca de títulos de HD-DVD sendo relançada em Blu-ray, não vejo mais vantagem em investir neles hoje. A menos que seu aparelho leia tanto HD-DVD como Blu-Ray. Rayden2008-09-12 20:04:56
  2. Rayden

    Diogo Mainardi

    Informação e opinião Roberto Teixeira perde ação contra Diogo Mainardi O juiz Luiz Otávio Duarte Camacho, 4ª Vara Cível do Fórum de Pinheiros, em São Paulo, rejeitou ação de indenização por danos morais proposta pelo advogado Roberto Teixeira contra o colunista Diogo Mainardi, da revista Veja. Cabe recurso. O advogado processou Mainardi por conta da coluna intitulada Sem vergonha do compadre, publicada na revista Veja em 11 de abril de 2007. Roberto Teixeira sustentou que as afirmações do colunista sobre sua relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram ofensivas à sua honra. A defesa de Mainardi contestou a ação com o argumento de que não houve qualquer atitude ilícita de Mainardi diante do direito-dever de informar e citaram a conhecida e costumeira crítica do colunista ao presidente da República, que era seu alvo de fato. O juiz acolheu os argumentos da defesa. Para ele, o advogado “é pessoa que volta e meia está no noticiário ligado a assuntos de interesse nacional”. Para o juiz, “tal circunstância confere à pessoa do autor um ‘lado público’ e que, por isto, o torna ‘assunto público’. E a vida pública e todos os seus negócios, sem exceção, não pertencem aos personagens protagonistas da vida pública, mas sim à sociedade toda. É o direito de informação”. De acordo com o juiz, “os meios de comunicação não precisam (não devem) ficar com o ‘chapéu estendido’ e muito menos com ‘luvas de pelica’ quando tratam de assuntos de interesse público ou ligados ao interesse público”. E completa que “a linguagem do réu Diogo é contundente, até um tanto sarcástica, mas não trouxe nenhuma inverdade injuriosa e sobretudo injusta à dignidade humana do autor”. A revista Veja e Diogo Mainardi foram representados pelo advogado Alexandre Fidalgo e Paula Luciana de Menezes, do escritório Lourival J. Santos Advogados. O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Roberto Teixeira, afirmou que irá recorrer da decisão. Para ele, não se pode publicar ofensas como as descritas no artigo sem que seja reconhecido o direito de indenizar. Leia a sentença FORUM REGIONAL XI-PINHEIROS QUARTA VARA CÍVEL Autos nº 011. 07. 109. 443-0 ROBERTO TEIXEIRA, qualificado, ajuizou esta ação contra DIOGO BRISO MAINARDI e EDITORA ABRIL S/A porque, segundo a Inicial, os réus causaram ao autor dano moral ao publicar uma reportagem na revista “Veja” de propriedade da ré Editora Abril, assinada pelo réu Diogo Mainardi. Segundo o autor o réu Diogo Mainardi em sua coluna publicada na ré, Editora Abril, “fez afirmações levianas e desprovidas de quaisquer provas ou fundamentos com o claro intuito de macular a honra e a imagem do autor Roberto Teixeira e expô-lo ao desprezo público. ”(sic) Em seguida, a inicial diz que a coluna foi publicada na revista Veja em 11 de abril de 2007 e também posta à disposição na versão “on line” e então reproduz o teor do texto. Em continuação a Petição Inicial exalta a figura do autor. Ressalta também a inicial que o réu Diogo Mainardi deturpa situações e traz à baila informações e fatos já ultrapassados pela narrativa de fls. 7/12 para, a seguir, sustentar que tudo isto causou dano moral à pessoa do autor. Concluiu com doutrina e apresentou o pedido e requerimento de antecipação de tutela a fls. 28/29. Deu valor à causa e juntou documentos. Em apenso ao 1º volume, recurso de Agravo de Instrumento contra a decisão que determinou que o autor quantificasse a quantia de pretende receber a titulo de reparação por dano moral. Os réus foram citados e responderam por contestação. Nela, os réus refutaram a tese do autor, a de dano moral pela matéria, a reportagem escrita e assinada pelo réu Diego Mainardi e publicada na edição referida da revista Veja. Sustentam: a inexistência de ilícito diante do direito-dever de informar; a corriqueira menção do assunto na imprensa; a conhecida e costumeira crítica do co-requerido Diogo Mainardi ao Presidente da República; o direcionamento da reportagem ao Presidente Lula; a inofesividade da expressão lobista. Com outras ponderações requereu a improcedência da ação. Juntou documentos. O autor se manifestou em seguida à contestação. Em seguida à réplica, os réus de manifestaram e houve despacho indeferindo a produção de prova testemunhal pro ser ela impertinente para este mérito. Apresentou agravo retido com contraminuta. As partes se sucederam em manifestações. Os autos são compostos de quatro volumes, sendo que o primeiro volume compõe-se de três apensos correspondentes a Agravo de Instrumento. É o relatório. D E C I D O. Este processo deve ser julgado nesta fase porque a matéria de mérito de fato e de direito não exige a dilação probatória em audiência de instrução e julgamento. Começa-se ilustrando o caso em julgamento com lição de A. de Sampaio Dória em seu livro “OS DIREITOS DO HOMEM” publicado pela Companhia Editora Nacional em 1942, capítulo II; “A opinião pública, os partidos políticos”, texto que se ajusta perfeitamente, emprestado, aos meios de comunicação, à mídia, em todas as suas formas de expressão: “Sem liberdade, não se constrói, em política, nada que perdure. O que contra ela se faça, tende de si mesmo para o esfacelamento inevitável. A liberdade é o sopro de vida das instituições políticas duráveis. (. . . ) Só quando a opinião pública se organize esclarecida, é que se poderão estabilizar as instituições políticas. A opinião pública, como fonte natural de legitimidade do poder, é a grande fortaleza do estado, é a armadura de aço, oposta às erosões do tempo”. Para o caso em julgamento substitua-se “opinião pública” por “meios de comunicação” sem que esta última exclua a primeira, e se terá a exata noção da importância dos meios de comunicação, que a partir de agora, chamarei de “imprensa” atendendo à hipótese dos autos. A imprensa traduz o sentimento geral que existe, anônimo ou não, entre as pessoas comuns. Ela traduz o “espanto geral” das pessoas diante de certos e determinados episódios da vida diária em todos os seus estamentos; inclusive o sócio-político. Aqui, no mérito dos autos, o autor se vê e se sente ultrajado na sua reputação. É melhor se dizer “reputação” porque ela compreende a honra e tudo o mais. Disse ele que foi ofendido pelos réus ao publicarem a matéria escrita pelo jornalista Diogo Mainardi e publicado pela segunda ré. O autor diz que os réus, ao publicarem a reportagem “Sem vergonha do compadre” fizeram afirmações levianas (...) com o claro intuito de macular a honra e a imagem do autor (...) e expô-lo ao desprezo público. Pois bem. Assim pensa e expôs o autor em sua Inicial. No entanto, para o exato exame do mérito deste tema, é preciso que se apresente outro sinalizador de ordem doutrinária. Ei-lo: “. . . Além das expressões liberdade de informação e de expressão, há ainda uma terceira locução que se tornou tradicional no estudo do tema e que igualmente tem assento constitucional: a liberdade de imprensa. A expressão designa a liberdade reconhecida (na verdade, conquistada ao longo do tempo) aos meios de comunicação em geral (não apenas impressos, como o termo poderia sugerir) de comunicarem fatos e idéias, envolvendo, desse modo, tanto a liberdade de informação como a de expressão. Se de um lado, portanto, as liberdades de informação e expressão manifestam um caráter individual, e nesse sentido funcionam como meios de desenvolvimento da personalidade, essas mesmas liberdades atendem ao inegável interesse público da livre circulação das idéias, corolário e base de funcionamento do regime democrático, tendo, portanto uma dimensão eminentemente coletiva, sobretudo quando se esteja diante de um meio de comunicação social ou de massa. ” Mais adiante, continua o professor Luis Roberto Barroso: “De fato, no mundo atual, no qual se exige que a informação circula cada vez mais rapidamente, seria impossível se pretender que apenas verdades incontestáveis fossem divulgadas pela mídia. Em muitos casos, isso seria o mesmo que inviabilizar a liberdade de informação, sobretudo a informação jornalística marcada por juízos de verossimilhança e probabilidade”. E ainda: “... a informação não pode prescindir da verdade-ainda que uma verdade subjetiva e apenas possível... ”. Com os balizamentos acima, que ajustam o foco do mérito, pondo-o no seu devido lugar, passa-se ao caso em julgamento. O autor é compadre do Sr. Presidente da República. Tanto é que a revista “Época” em sua edição de 16 de junho de 2008, edição de número 526, traz, como reportagem de capa a seguinte manchete EXCLUSIVO. A VERSÃO DO COMPADRE. O polêmico advogado Roberto Teixeira recebe Época para contar sua história sobre a amizade com o presidente Lula e a venda da Varig. O autor é pessoa que volta e meia está no noticiário ligado a assuntos de interesse nacional, afora a sua amizade dom o Presidente da República. Ora, tal circunstância confere à pessoa do autor um “lado público” e que, por isto, o torna “assunto público”. E a vida pública e todos os seus negócios, sem exceção, não pertencem aos personagens protagonistas da vida pública, mas sim à sociedade toda. É o direito de informação. Além disso, os meios de comunicação, a imprensa jornalística, no caso, têm uma linguagem própria dela. Não se comunica como quem faz uma prece ou declama uma poesia ou como quem defende uma tese, ou ainda, como um manual de Direito; a linguagem jornalística tem seu método próprio, suas “chamadas” de reportagem e até com exuberantes frases ou mesmo títulos que despertam, imediatamente, a curiosidade dos leitores. Na reportagem do réu Diego Mainardi não foi diferente. Intitulou-a “Sem vergonha do compadre”. O que provoca este título é papel da interpretação do leitor sobre alguém que está constantemente na mídia, como já ficou provado acima, e que como pessoa muito ligada (também está provado) ao primeiros círculos do poder público, assimila a publicidade daquelas pessoas. Todas as pessoas que exercem função pública ou estão na posição do autor, acima definida, lidando com situações de interesse nacional, portanto público, viram notícia, não porque estão no alvo da maledicência, mas porque lidam com assuntos e coisas que pertencem ao povo e não a eles. O estilo jornalístico possui regras próprias e varia subjetivamente de jornalista para jornalista, com maior ou menor grau de acidez no tratamento da matéria sem que isto se transforme em agressão moral. Os meios de comunicação não precisam (não devem) ficar com o “chapéu estendido” e muito menos com “luvas de pelica” quando tratam de assuntos de interesse público ou ligados ao interesse público. Com seu estilo informam à sociedade porque a nossa Constituição Federal afirma (e não é de “faz-de-conta”) que é livre a expressão de pensamento. O que se tem que valorizar e preservar nos dias de hoje é a intangível e verdadeira (e não retórica ou acadêmica) liberdade de imprensa que deve ser livre mesmo, na realidade sem ficar cheia de dedos ou com uma delicada tibieza ao falar das coisas e assuntos que são de inafastável direito da sociedade saber, acompanhar e cobrar dos que estão da sua gerência. A imprensa em geral, os meios de comunicação tem mais até que o direito, a obrigação de falar escancaradamente a respeito dos fatos e interesses nacionais e regionais e locais. Os meios de comunicação não podem ter “peias na língua”. Aqui relembra-se a primeira citação feita da lavra de Sampaio Doria. Pois bem, no caso aqui em julgamento os autos mostram que os fatos tratados pelo réu Diogo Mainardi são verdadeiros. A profusão documental e mesmo digital (cd´s) trazida pelo autor não desfazem a afirmação supra. Tratam de providências e situações que não interferem neste mérito. A Inicial afirma que a reportagem de Diego Mainardi traz afirmações “levianas” contra o autor, mas não diz quais são; afirma que são “desprovidas de provas ou fundamentos” sabendo que o estilo jornalístico não é escrito com anexos de documentos e provas no sentido jurídico . É um texto que se auto-explica. E continua o autor: “... com o claro intuito de macular sua honra e a imagem... e expô-lo ao desprezo público.” No entanto, esta é a visão subjetiva do autor que não demonstrou, em nenhuma fase do processo, as situações concretas que encarnaram a mácula de sua honra e imagem como o desprezo público. Aonde está o desprezo público que o autor está passando? O que se deve destacar aqui é que o conteúdo da reportagem não está calcado em mentiras. A verdade dos fatos. Mesmo que sejam possíveis e capazes de se modificarem no futuro, e isto é lógico, porque os fatos da vida se sucedem em permanente mudança e evolução (na maioria das vezes) mostrando que as verdades dos fatos, a própria verdade até, são dinâmicas e mutáveis, porque se transformam (o contrário seria desastroso). Depois, vê-se que o meio empregado para a divulgação é lícito. Um canal de comunicação tradicional do país. Em seguida o interesse público. Como já disse acima e agora se repete, é uma matéria de notório interesse público. Com efeito é bem diferente a forma de dano moral em razão da pessoa que se diz sua vítima. A posição (quem é e o que faz) dela na sociedade é que define se houve ou não dano moral. Uma pessoa da estirpe do autor (ponto fixado acima) está a todo instante defronte as luzes da publicidade e da notícia. Logo, submete-se às regras, ou seja, sabe que poderá em uma hora ou outra ser “assunto” da mídia. Dano moral é uma agressão cujo resultado é imediato, evidente, visível ou com sinais próprios que permitem sua imediata percepção. O dano moral destrói com escândalos parte da dignidade da pessoa humana. Já as afirmações ou ponderações ligadas à própria atividade social de determinadas pessoas, como a do autor, pertencem às próprias características desta atividade. Assim é que os meios de comunicação podem muito bem fazer questionamentos sobre um episódio da vida de tal pessoa que não se tornarão dano moral. “O dano moral tem como causa a injusta violação a uma situação jurídica subjetiva extrapatrimonial, protegida pelo ordenamento jurídico através da cláusula geral de tutela da personalidade que foi instituída e tem sua fonte na Constituição Federal em particular e diretamente decorrente do princípio (fundante) da dignidade da pessoa humana”. A reportagem do réu Diogo Mainardi trazida pela revista “Veja” e dissecada a fls. 4/5 da Inicial falam mais do presidente Lula com lances de questionamento ao senhor presidente e seu compadre (fato incontroverso). A conclusão, vinda dos autos, pelo acervo probatório, afirma, portanto, que não há, nestes fatos, nenhuma “injusta violação” da personalidade do autor. A linguagem do réu Diogo é contundente, até um tanto sarcástica, mas não trouxe nenhuma inverdade injuriosa e sobretudo injusta à dignidade humana do autor, que é pessoa de muitos tribunais pelo que se constata nos copiosos documentos que juntou em sua Inicial, exibindo diversos processos por dano moral, o que apenas prova o que disse acima sobre a sua figura “pública” que é pela seu comportamento “público” sempre atuando e sendo visto tomando parte o próximo de assuntos públicos e, sobretudo, de interesse público e como tal personagem não tem o direito de furtar da opinião pública as oportunas e necessárias satisfações e informações do por que da sua presença, atividade profissional quando lida ou toma parte ou está presente em causas que são do interesse direto da população. Logo, não sofreu dano moral como ficou aqui demonstrado. O tempo do cabresto na imprensa está superado. As instituições civis devem agir com plena liberdade de ação e informação e a opinião pública faz parte integrante dela e tanto como ela é essencial à democracia como já foi assinalado acima. Assim é que o autor fala do “doloroso seqüestro” havido em sua família afirma que “nem mesmo o poupou”; refere-se a outros episódios dizendo que não são atualizados; fala em denúncias havidas e segue ditando outras situações a fls. 07 para adiante se referir “a ausência de oportunidade do autor de apresentar sua “real versão dos fatos”. Não é verdade. Já foi dito acima que o réu Diogo Mainardi publicou “matéria jornalística” na ré “Veja” de interesse público. O autor tem à sua disposição todos os meios de comunicação e de outro lado o réu Diego não obrigado a seguir o autor e escrever do modo que o autor imagina correto. E a liberdade de imprensa, aonde fica. Os fatos e episódios referidos na matéria do artigo do réu Diego na revista VEJA são verdadeiros ou foram à época da publicação. Por isto já foi fundamentado acima este ponto na melhor doutrina a questão da verdade em meios de comunicação, na mídia. Portanto, a análise detalhada e percuciente do reclamo do autor não possui supedâneo probatório. Não houve dano moral dados os fundamentos expostos. Lodo, sem nexo causal, não medra a obrigação de indenizar. A. de Sampaio Doria, na mesma obra aqui citada, mais adiante leciona: “... E como se forma a opinião pública? Já vimos, no capítulo precedente, que só se pode ela formar através da escola e da imprensa. Sem educação pública e sem liberdade de pensamento, não têm os indivíduos ensejo de formular opinião sobre as coisas do Estado”. E aqui não é diferente. O autor é uma pessoa ligada à “coisas do Estado” e como tem obrigação de se sujeitar ao crivo da opinião pública, que é alimentada pela imprensa. São as regras do jogo e do exercício da democracia. Aqui, depois de se ouvir as teses e os fatos se conclui de que não houve violação injusta e por isto dano à dignidade da pessoa do autor. A imprensa em geral, a mídia, jamais estará dispensada do respeito à dignidade das pessoas e do inarredável culto à verdade da informação. Nada se constrói em sociedade com base na intriga e no enxovalhamento. A imprensa, algumas vezes, é até inoportuna, como o é também a verdade. Todavia, neste caso em julgamento, os réus não faltaram com a verdade e nem com o devido respeito ao autor. Repete-se, então, que por isto, não houve dano moral. Ante o exposto e tendo tudo o mais considerado JULGO IMPROCEDENTE esta ação ajuizada por Roberto Teixeira contra Diego Mainardi e revista Veja (Autos nº 011. 07. 109. 443-0) e em conseqüência condeno o autor ao pagamento das custas processuais e honorários de advogado que fixo em vinte por cento do valor da ação. P. R. I. C São Paulo, 4 de setembro de 2008. LUIZ OTÁVIO DUARTE CAMACHO Juiz de Direito Revista Consultor Jurídico, 11 de setembro de 2008
  3. Opa, e tem mais essa agora... Rayden2008-09-09 21:25:01
  4. Rayden

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    Epa, agora que eu reparei, a Kika votou no Tim Burton como ator, e o Johnny Depp como diretor. E eu votei nele como diretor. Consultando no IMDB você vê que o Tim Burton tem 3 créditos como ator, e o Depp nenhum como diretor. Então o voto do Tim Burton irá contar como 2 (somando o meu e o dela) ou como 1??? Só pra confirmar...
  5. Falando nela, bem que os caras poderiam assumir o projeto do Blu-Ray de O Silêncio dos Inocentes... lembrei agora que só no DVD da Criterion (que hoje você dificilmente encontra) tinha uma faixa de comentários com o elenco. Lá fora já saiu até DVD duplo, novo, mas nada aqui, só aquele DVD com extras sem legendas da Fox... Outro filme do catálogo deles que eu queria ver em Blu-Ray era Brazil (1985). Quase todos os filmes do Terry Gilliam já saíram em Blu-Ray: As Aventuras do Barão de Munchausen, Irmãos Grimm, Tideland e Os Doze Macacos já sairam (esse último não ficou tão bom no quesito imagem). Também saíram Monty Python e Medo e Delírio (em HD-DVD).
  6. Hoje serei torcedor ferrenho do Chile, quem quer o bem da seleção não pode estar torcendo a favor dessa corja FORA, DUNGA!!!!!
  7. Rayden

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    Here we go again... Filme: Rain Man Ator/Atriz: Michael J. Fox Diretor: Tim Burton Tópicos em Geral: 50 Filmes Pra Assistir Antes de Morrer
  8. Tem sim, mas anda esgotado na maioria das lojas. O mais barato que achei foi na Saraiva: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=133358&ID=C8D2EB957D407170D13320621&PAC_ID=6211
  9. Freak, você não deve ter memória curta, então deve se lembrar que há pouco tempo atrás, estavam vendendo filmes em Blu-Ray aqui no Brasil por uns 60 reais e subiram o preço de todos esses titulos (+20 reais). Não vou procurar onde li essa informação, mas sei que foi dada aqui. Acho que foi no Submarino. A verdade é que um PlayStation 3 pode custar caro pra ser produzido (mesmo lá fora é vendido a uns US$ 500), daí o preço de R$ 1.200 (ainda mais com os impostos de importação ridículos que temos aqui) sem dúvida deixariam ele sempre caro. Mesmo nas gerações antigas, não era nada anormal ver esses preços (pra videogames). As TVs de plasma quando se popularizaram também tiveram uma forte queda, isso acontece com qualquer produto novo, quanto mais aumenta a produção, e a base instalada, esses mesmos custos são diluídos. É só você ver que hoje um drive (pra computador) de Blu-Ray custa 500 reais, mas há quase 15 anos um mero drive de CD custava 2.000 (dólares). O que eu estou explicando é que no caso dos filmes, não há incidência de impostos (a menos que todos sejam importados, e estou vendo várias capas em português, então imagino que todos sejam fabricados no Brasil). Diferente de um aparelho complexo como uma TV ou um videogame, que muitas vezes não são fabricados, ou tem componentes trazidos de fora (a Sony não tem representante no Brasil, e a Nintendo teve a Gradiente mas por um brevíssimo tempo) cada filme desse que vocês comentam aqui, pode sim custar bem menos. Mas o que eu só vejo é os preços subirem cada vez mais no decorrer dos anos (quanto custa uma locação hoje? Na minha época, o aluguel mais barato saía a 1/2 reais, enquanto que os originais em VHS custavam até mais que os DVDs hoje. Agora, a locação simplesmente representa 50% do preço pra venda), e as distribuidoras sempre respondem com o discurso manjado de que a culpa é da pirataria. Eu sou contra o Status Quo, a acumulação infinita de capitais, a riqueza, a super-remuneração. Rayden2008-09-06 22:35:28
  10. Detalhe que sempre ressalto pra quem não sabe como funciona o sistema de importações: - Produtos enviados entre pessoas físicas (tem que ser tanto remetente como destinatário), com valor (produto + frete) inferior a US$ 50 não pagam imposto, desde que a quantidade não caracterize revenda - uma boa pedida seria comprar no eBay; - Igualmente acima, o produto tem que ser obrigatoriamente enviado pelos correios americanos (USPS). Se for enviado via UPS, FeDex, etc. também pagará imposto; - Sem ser pessoa física, qualquer valor é taxado, não importa se ficar abaixo de US$ 50. Se não foi taxado, é porque a Receita não pegou, mas tá na lei e eles podem taxar qualquer produto enviado por empresas. Agora o que é uma vergonha é mesmo lá fora uma mídia virgem de Blu-Ray custar 10, 15 dólares (enquanto um DVD custaria menos de 1 dólar). Só que pra uma distribuidora, duvido que ficasse muito caro prensar, ainda mais em quantidade. E nem precisaria importar, bastaria a matriz americana mandar pela internet, que a filial brasileira só teria o trabalho de prensar os discos. Aliás, duvido que as filiais já não tenham o material pronto, é ridículo achar que os caras teriam que importar cada cópia pra cá. Enfim, daria sim pra baratear esses preços, mas a quem interessa cortar gastos? Essa é a mentalidade do pessoal aqui, se podem lucrar 1.000 %, por quê raios lucrariam 100 % ????? Até porque o público que compra PS3, drive de Blu-Ray, TV de plasma, é bastante restrito. Mas também, a R$ 100 cada filme... Basta lembrar que o DVD de locação no Brasil custa o dobro do preço praticado no resto do mundo. Rayden2008-09-06 18:43:34
  11. Estou rindo com um tópico do IMDB das "500 coisas que você aprendeu com essa temporada", vejam só 1) Tatuagens de corpo inteiro podem ser removidas pela noite se você tem uma incrível resistência à dor; 1.1) Mesmo se você esteve nas principais manchetes e todo mundo faz idéia de quem você seja, todos irão esquecer como você se parece se remover suas tatuagens; 2) Existem pequenos aparelhinhos de cor preta que podem capturar dados de qualquer dispositivo eletrônico, independente se o que está sendo transmitido contém informação ou não; 2.1) Aparentemente, qualquer pessoa pode converter algo parecido com um Iphone numa maravilha tecnológica. Só levaria alguns mêses... 2.2) E se você foi preso portando esse aparelhinho, ainda pode ficar com ele; 3) Ter sua cabeça cortada não garante que você esteja morto; 4) Se você está pensando em um bom roteiro pra uma temporada, use o de qualquer filme. Ei, Onze Homens e um Segredo seria legal... 5) É fácil escapar de uma prisão; 6) Pessoas que mataram e escaparam de duas penitenciárias podem sair sob fiança; 6.1) Se você matou alguém no Panamá, pode ser condenado por aquele assassinato, ser transferido de volta pros EUA pra cumprir a sentença, só pra ser paga uma fiança pra livrá-lo da prisão por um assassinato cometido em outro país do qual você já havia sido condenado; 6.2) Quando você rouba um banco, escapa de uma prisão, sai do país, escapa de outra prisão na América Central, comete não sei quantos outros delitos, pode ter sua fiança paga e liberado em questão de horas; 7) Uma mulher mexicana pode ter um bebê perfeitamente normal em 6 mêses; 8) Uma prisão feita de aço e concreto pode queimar até o chão; 9) Depois de você ter sido acusado de assassinato, ser exonerado, e então ter realmente matado, é perfeitamente aceitável se entregar e deixar ser preso sem nem tentar fugir; 10) Fugitivos procurados nunca deveriam cruzar carros da polícia; 11) Depois de apanhar no meio da estrada, é melhor cruzar o deserto do que seguir pela mesma estrada; 12) É aceitável "comer" alguém se essa pessoa tenta matar e comer você primeiro; 12.1) Um sujeito (com uma mão) encalhado no meio do deserto pode cozinhar e comer outro sem nenhuma ferramenta que possa cortá-lo ou sem se sujar de sangue; 12.2) E comer alguém pode causar indigestão!; 12.3) Comer as páginas de um livro no meio do deserto ajuda a passar a sede/fome; 13) Os cabelos podem crescer 20 cm em um mês. Eu quero o produto que a Sara tá usando! 14) Pra recuperar super-dispositivos deixados dentro de uma casa fortemente protegida, você tem que arranjar uma perigosa e forçada invasão que ao mesmo tempo vai fazer você jurar que pode ouvir o tema de "Missão Impossível". Claro, você poderia pedir à Sara ir à parada de ônibus de novo e perguntar à empregada se ela viu o celular. Ela tinha quando conversava com ela. Mas qual seria a graça em tentar? 14.1) Você pode caminhar em meio à um jardim de uma mansão fortemente protegida, com sensores de movimento e guardas armados, e isso sem acionar nenhum único alarme ou ser visto; 14.2) A casa "mais segura" ao mesmo tempo tem muros incrivelmente baixos onde qualquer um pode pular e entrar; 15) Você pode se tornar de um vilão à uma piada em um episódio (Bellick); 15.1) Bellick não tem mais nada a fazer pra contribuir com o time - só a reclamar; 16) Se você achou um telefone celular qualquer que nunca viu antes, deve ser do seu patrão, então é melhor colocar lá dentro de volta sem checar primeiro; 17) Estranhos na rua não se importam em emprestar a bolsa à outros estranhos pra que possam dar uma melhor olhada; 18) Quando os roteiristas não sabem como matar um protagonista, eles deixam ele/ela ficar doente; 19) Se você avistar um branco, velho, e usando um terno caro, é provável que ele seja o vilão principal; 20) O personagem Q da franquia 007/James Bond é agora um japinha; 21) Sara conseguiu escapar dos vilões e voltar atééé Boston com pouco ou nenhum dinheiro/ajuda e parece ter passado o tempo todo num spa; 22) Scofield adora aquela jaqueta marrom dele; 23) A "Companhia" é na verdade a nova "SD-6" do seriado "ALIAS"; 24) Quando você está fugindo de uma global e maligna organização, é sempre uma boa idéia ter uma conversa na rua, num beco qualquer onde pode ser facilmente alvejado na cabeça; 25) Se um cara forte, negro e usando óculos aparecer na sua porta, é porque ele veio pra matar você; 25.1) E se ele está lá fora parado num carro tentando matar você, só se esconda na garagem e ele irá embora, nós iremos cortar pros próximos comerciais e todo mundo estará OK; 26) Uma prisão como Sona sobreviveu de um ataque aéreo mas ainda assim queimou até o chão; 26.1) E por quê o Scofield teve todo aquele trabalho pra tirar o Whistler da prisão, quando todos sairam dela 4 dias depois?; 27) Tenho certeza que Scofield e Lincoln disseram que iam derrubar a Companhia antes, mas agora eu acho que é pra valer; 28) A melhor maneira de ajudar sua namorada a superar a "experiência" de ser raptada e surrada é colocar ela em um esquema altamente estressante de derrubar a Companhia; 29) Mesmo depois da Companhia ter matado seu pai e destruído sua vida, você não sente vontade de acabar com eles até eles tentarem matar você e sua namorada; 30) Nunca viaje de primeira classe no México. E se precisar, pelo menos não deixe os "coiotes" saberem que você está carregando uma pequena fortuna na sua mala, ter apenas uma mão e não carregar nenhuma pistola consigo; 31) Mercenários treinados não vão notar que você os está perseguindo, mesmo que esteja dirigindo alguns metros na cola deles; Rayden2008-09-07 14:53:23
  12. Não sei se já foi explicado, mas se foi refresquem minha memória, por favor. Disseram que o T-Bag se livrou da prisão num incêndio que teve lá (????) e como ele arranjou aquela grana?
  13. Eu tenho a versão do diretor (dupla) de Donnie Darko, lá fora foi lançado pela Fox. Vou pegar esse DVD da Flashstar e quando chegar aqui eu comparo. Parece que em matéria de DVDs, o lucro superou bastante as bilheterias, dizem ter faturado 10 milhões enquanto que nos cinemas lucrou só 1 milhão (acho que o motivo disso foi que ele saiu na mesma época dos atentados ao WTC, aí seguraram e relançaram um ano depois). E ainda gastaram 6 milhões pra fazer. Rayden2008-09-06 11:01:41
  14. Já tinham me falado. O que é uma pena, porque até extras e faixa de áudio adicional o DVD tem, aqui parece que fazem essas sacanagens de propósito.
  15. O DVD do Donnie Darko voltou na 2001Vídeo, tá 9,90: http://www.2001video.com.br/detalhes_produto_extra_dvd.asp?produto=7399
  16. Acho que o cinema de entretenimento não invalida o cinema de arte, assim como o cinema de massas não invalida o cinema de autor. Acho que há espaço para todas as correntes e formas de se fazer cinema, e o bom cinéfilo é capaz de apreciar todas, avaliando sua qualidade dentro do devido contexto. O cinema de qualidade é aquele que cumpre, com eficiência e talento, a tarefa à qual se propõe. Melhor ainda quando consegue unir as duas coisas: apelo ao público e qualidade artística. Concordo que o advento dos blockbusters trouxe MUITO mais mal do que bem ao cinema americano. Mas acho que isso é consequência da obtusidade dos profissionais da indústria, que não sabem realmente definir o que torna um filme de entrenimento bom e atraente, e respondem à esta questão da maneira simplória que sua incompetência permite. Assim, se temos um bom filme de "entretenimento" como Senhor dos Anéis, e ele faz sucesso, como a indústria responde? Financiando histericamente outros "N" filmes de fantasia, tentando imitar o que eles pensam ser o motivo de sucesso: efeitos especiais, batalhas com bilhões de seres, *ação cinética, animal, infernal, e por aí vai. O cinema de entretenimento, ainda que nas suas vertendes mais descomplicadas e diretas, tem o seu mérito e o seu lugar no coração de qualquer cinéfilo. Tanto que existe desde o início da história da sétima arte, sempre dividido em conjuntos amplamente desiguais de qualidade e porcaria. Tivemos musicais de qualidade e musicais que fariam corar o Rubens Edwald Filho. Tivemos "2001" e tivemos "Terremoto". O problema, como sempre, não é o objetivo da obra, mas a forma com que ela a cumpre. Isso nunca mudou. A única diferença é que agora as porcarias custam mais caro. BEM mais caro. E é possível fazer filmes autorais que desafiem o público e que mantenham qualidade artística? Claro que sim. Estão aí os grandes autores do cinema para provar. Mas é possível ser autoral e ao mesmo tempo pretensioso e vazio e manipulador? Claro. Um exemplo recente é o horroroso "Irreversível", na minha opinião um dos piores filmes que eu já vi. Do mesmo jeito é possível também fazer entretenimento de qualidade. Não é porque um filme só tem a pretensão de divertir o público que ele deve necessariamente ser ruim ou mal-feito. A maioria dos "filmes pipoca" hoje em dia é ruim e mal-feito, mas mesmo hoje há exceções. Na verdade eu cada vez mais começo a achar que só existem dois tipos de filmes: os BONS e os RUINS. Rayden2008-09-04 17:01:26
  17. Encurralado, Caçadores da Arca Perdida e Tubarão são realmente fantásticos. O primeiro Jurassic Park era um ótimo filme de ação. Schindler, se ignorarmos a melação final (típica do Spielberg, ele não consegue resistir a transformar tudo em novelão), também é uma obra-prima. Minority Report está looooonge de ser esta inteligência toda que alegam por aí. A.I. é um lixo do começo ao fim (o sonho é o de menos), nem pretendo relembrar por ora. Império do Sol é uma das maiores enganações da sua carreira: pretensioso e tão descarado nas suas tentativas de manipulação emocional (outro traço deplorável do diretor), que não é à tôa que caiu no limbo. Guerra dos Mundos realmente foi uma pagação de sapo, Munique agrada apenas quem gosta de trailers politicos. Os restantes? Varia muito, a maior parte das vezes mais na escala negativa do que na positiva. Acho Spielberg (considerando a maioria do seu trabalho) manipulador, simplista, exagerado, piegas, infantil e convencional, apesar de possuir invejável capacidade de narrativa visual e ser um virtuose da câmera. Está longe de ser toda esta unanimidade e, sinceramente, acho que sua carreira será reavaliada no futuro - para baixo. É claro que gosto é gosto, e certamente a carreira do Spielberg dá muito (mas MUITO MESMO) pano para controvérsias e debate, o que extrapola demais este tópico, ou mesmo de dezenas de tópicos... P.S. Citando mais alguns: 1941 - Tentativa de fazer gozação com a 2° Guerra e com a própria carreira, vide o início do filme, uma tiração de sarro de Tubarão) - não foi bem de críticas ou bilheteria, mas eu pessoalmente me diverti. O John Belushi está impagável; Além da Enternidade - Tentativa frustrada de fazer romance e usar a tematica espírita e ainda ser engraçado. Ghost teve uma temática parecida e foi bem melhor. Hook - A Volta do Capitão Gancho - Filme cheio de estrelas, umas querendo aparecer mais que as outras faz o filme ser uma chateação só. Rayden2008-09-03 15:51:03
  18. Grande perda... Mas já encontraram um substituto: http://www.youtube.com/watch?v=ZPBvFXf9Q2U
  19. Os extras dos DVDs são risíveis. Por eles, só falta dizer que foi Lucra$ quem compôs a trilha sonora em vez do John Williams, dirigiu a orquestra, esculpiu os modelinhos, pintou os cenários e projetou o figurino. É como se falassem que foi o Gene Roddenberry que criou tudo o que há em Star Trek, que na verdade foi "obra" de um porrilhão de gente, entre escritores, diretores, produtores, atores e outros artistas. É o mesmo que eu disse antes em outro tópico, em relação ao Lucra$: rabiscar um conceito ou historinha meia-boca num papel de padaria é MUITO fácil. Até eu gero um conceito "iupis-supimpa-trilegal" em pouco tempo. No que isso vai virar, ainda mais no caso de um filme ou série de TV, vai depender de MUITOS outros fatores. É o que faz toda a diferença entre um "Senhor dos Anéis" e um... "Eragon". Escrever a historinha básica de Star Trek ou Star Wars não leva mais do que uma meia hora e quatro neurônios semi-funcionais. Star Trek ter virado o que virou se deve muito mais ao desenvolvimento que lhe foi dado por toda a sua equipe e profissionais envolvidos, do que ao mero conceito inicial de Roddenberry. Que, aliás, contribuiu muito menos do que outros (Gene Coon, por exemplo) para o que é considerado como "qualidade" da série. O mesmo se aplica à trilogia original de Star Wars (seja nas suas qualidades, seja nos seus defeitos), por mais que queriam acreditar naquele monte de bullshitagem, auto-propaganda e auto-puxação-de-saco que ele intitulou "documentário", produzido especialmente para sua massa de fãs que ingenuamente considera ele um semi-deus portador da Verdade Universal.
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