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Forum Cinema em Cena

Katsushiro

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    Dublê de Corpo
  1. O filme mais triste que eu já vi é "Make Way For Tomorrow" (Leo McCarey, 1937). Orson Welles disse que faria até uma pedra chorar. Concorre com Dois Destinos (Valero Zurlini, 1962), um dos melhores do cinema italiano. Desafio alguém que tenha visto algum dos filmes discordar dessa posição. Vi a maioria dos aqui postados e posso dizer que alguns são fichinha em comparação à catarse provocada por esses dois filmes. É de agradecer ao Cinema.
  2. Não curto muito nenhum dos dois, mas o Malick ganha a batalha, porque Árvore da Vida me parece um mais ousado e com melhores resultados. a próxima é Cronenbergiana... Videodrome X ExistenZ?
  3. Olá, companheiros! Depois de uma longa ausência desse fórum (só vão lembrar de mim os que tem pelo menos 6 anos) e do mundo cinematográfico na internet, volto com o meu blog e a frequentar aqui, começando com esse belo filme de Renoir, que em português virou "O RIo Sagrado". Extraio a crítica do meu blog (filmeecinema.wordpress.com): Cheguei a “The River” por Martin Scorsese. Não bastasse o fato de ser um Renoir, Scorsese o ranqueou entre seus dez filmes favoritos, o que o tornou ainda mais interessante. É um filme importante. De ser visto, revisto e lembrado. Uma aula de como o cinema (e a Arte), no seu estágio mais elevado, é uma revelação da própria Vida. Os noventa e nove minutos do filme são como um mantra para a Salvação: quem imergi-los estará salvo. O cenário é a Índia, mas logo no começo já nos é avisado que aquela história poderia se passar em qualquer lugar. Às margens do Rio Ganges e de toda pobreza local, não obstante a influência da cultura hindu, uma adulta inglesa (que nunca aparece já crescida), filha mais velha de uma grande família de colonos, nos conta uma passagem de sua adolescência que transformou seu modo de ver a vida pra sempre. Tudo fluía tranquilamente para essa família até a chegada de Capt. John, um veterano que tem vergonha de ser perneta e vai à Índia à procura de paz espiritual. As adolescentes (incluindo a narradora, Harriet) se apaixonam por ele e as emoções de todos que cercam a Grande Casa ficam à flor da pele. As fatalidades virão e serão ultrapassadas: lembre-se que tudo muda, como dizia Osho. O que importa ao encará-las é a oportunidade do começo de uma nova atitude. Jean Renoir, que viveu sua infância cercado pelos quadros de seu pai, herdou a sutileza e o detalhismo de um pintor, nos conduzindo poeticamente a uma aceitação do cosmos e suas inevitabilidades. É de se fundar uma religião sobre. Lembra Ozu na filosofia e na simplicidade da composição. Obrigado, Martin.
  4. acidente de moto. bateu num poste ou coisa parecida... ainda ficou 3 meses em coma. morreu ontem, eu acho.
  5. Fica aqui esse tópico em homenagem a ele. vai fazer falta...
  6. todo mundo aqui já tá sabendo que o Eric Fernandes morreu!? que bizarro. gostava do garoto... ele me mostrou algumas séries interessantes. pra quem não conhece ele era o editor-chefe do Seriemaniacos e postava aqui regularmente...
  7. discordo. mas estou com preguiça de discutir. e falta de tempo.
  8. TENSOR. Passamos da Data do Resultado! MÃOS À OBRA.
  9. obrigado pela compreensão aê. e abandonar talvez não seja o termo certo, mas me ausentar uns tempos, daqui a pouco tempo vou ser obrigado a fazer sim.... pédi pru nacka aí. se ele não quiser eu posto. é que eu fiz ela rápido no computador da minha namorada... então ia dar mais trabalho a mim recuperá-la do que ao nacka postá-la. mas enfim... qualquer coisa, estamos aí.
  10. Bom, com todo o mistério em torno desse negócio de plágio, vim me esclarecer: quem começou com essa história fui eu, mas de uma forma impulsiva. acontece que eu estava escrevendo uma MP pro Nacka quando me deparei com uma crítica muito parecida (até nas fotos usadas) com a de uma pessoa já publicada aqui. mas não cabe dizer o nome da pessoa, nem as razões da desconfiança, já que se foi perceber depois que não se tratava de uma grande besteira. bom, depois que abordei esse tema com o Nacka, ele me tirou uma dúvida sobre um mesmo suposto plágio em minhas críticas. acontece que isso se tornou uma confissão. não do plágio. de que eu sou escritor de uma revista famosa de cinema e que procuro não misturar minha vida pessoal/profissional com peripécias nesse fórum (que é mais objeto de estudo), e que com um simples (e único, válido dizer) deslize, fui pego pelos ávidos olhos de certos usuários do fórum. para os que sabem quem sou (ou acham que sabem, porque a vida revela surpresas), peço carecidamente para que não revelem minha identidade, já que toda minha vida virtual nesse fórum é fruto de um estudo e de uma tese que estou a escrever. obrigado pela atenção e a lista que ficou fora de jogo é a minha.
  11. melhor que aquele filme TEM que ser. quando veremos um live and let die de novo?! a música é fraca.
  12. beatrixx tecendo comentários estéticos as 6 e meia da manhã owns. scarlett é linda. basta ver ela jogando ping-pong em Match Point, ou Encontros e Desencontros inteiro. uma musa.
  13. Haha. já vi que cultura cinematográfica não é a única que falta aqui nesse fórum. precisamos recomendar uns cds melhores. foram computados alguns cds realmente excelentes, mas "comuns". ninguém falou de nada de progressivo até agora (ou melhor: tirando DSOTM), não tem cds de hard rock suficientes, soft rock anos 70, jazz, blues, várias bandas e cds decisivos e segundo a minha visão crítico-afetiva-libertinária de IRREPROCHÁVEL qualidade.Katsushiro2006-11-18 15:01:15
  14. é válido, desde que seja Coppola. Afinal, ele dirigiu os 3 Godfather sem ter vontade, não gostando do filme e por dinehiro. deu nisso.
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