Jump to content
Forum Cinema em Cena

luccasf

Members
  • Posts

    348
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by luccasf

  1. A diferença é nítida. Basta notar o comportamento de cada grupo. Não que isso seja uma grande qualidade dos Backstreet Boys, mas ainda consegue passar despercebido.
  2. Boa noite, pessoal. Como estão? Não existe forma melhor de refletir sobre o passado, do que analisando o presente. Hoje, eu estava dormindo, na aula, quando acordei com uma música do Restart. Tragicômico. E eu criticava Backstreet Boys...
  3. Viu o Boonme? Achei muito bom. Bucólico' date=' quase selvagem... Mas ainda prefiro Eternamente Sua.[/quote'] Fico com a mesma opinião que você. No entanto, essa produção vencedora de Cannes, trouxe um clima fantasioso, que me deixou fascinado. É incrível como o Apichatpong consegue transportar os sentimentos de forma encantadora, ao mesmo tempo que destruidora. Gostei muito, e esperava muito menos.
  4. Também gostei do primeiro remake, Estrôncio. Esperava muito menos, mas o Aja me surpreendeu, com uma direção bem consciente, e explorando muito bem o original. Mr. Scofield, como acabei de dizer, o original é muito bom, mesmo. A crueldade dos personagens, chega a causar um certo desconforto no espectador. Acho que esse foi um dos aspectos principais, que agradaram, no remake do Aja.
  5. Boa noite, pessoal. Como estão? Que desgraça é a continuação de "Viagem Maldita", do Aja. Quando falaram isso pra mim, não acreditei, devido ao fato do remake ter me agradado. Péssimo.
  6. Kiss - Rock And Roll All Nite "You say you wanna go for a spin The party's just begun, we'll let you in You drive us wild, we'll drive you crazy You keep on shoutin', you keep on shoutin'" luccasf2010-11-15 13:28:59
  7. Viagem à Lua (Le voyage dans la lune) Considerado como um dos grandes pioneiros do Cinema, juntamente com os irmãos Lumière, Georges Méliès apresenta um novo lado dessa arte que caminhava lentamente, no início do século XX. Enquanto os irmãos franceses concentravam seus trabalhos em breves documentários, Georges Méliès abria as portas para o gênero, que, hoje, é reconhecido como "ficção científica". Explorando o que era totalmente desconhecido pelo Homem, Méliès nos entrega um curta-metragem que ilustra uma visão imaginativa, do universo. Mesmo com suas técnicas rudimentares, mas, ainda assim, elegantes, levando em conta a data da produção, o diretor consegue trazer um charme especial com seus toques fantasiosos. (www.fantochesdeluz.blogspot.com) Desde os seus primórdios, o Homem sempre se questionou sobre alguns pontos específicos. O que é o universo? Seria possível chegar à Lua? Existe vida em outro planeta? Neste curta-metragem, Georges Méliès responde a todas essas questões, se baseando, apenas, nas hipóteses que pairavam sobre as pessoas. Em poucos minutos, o diretor nos mostra uma expedição formada por alguns homens, com o objetivo de chegar à Lua. No entanto, quando chegam ao destino tão sonhado, são recebidos por uma raça ameaçadora, que tenta defender o lugar onde vivem, a qualquer custo. Levando em conta que o diretor é o próprio personagem que apresenta o grande plano da temática, aos amigos de trabalho, podemos estabelecer uma afirmação de que seu personagem não passa de um alterego, a fim de descobrir as respostas das perguntas que mais lhe intrigavam. Alguns aspectos interessantes, como: a Lua tendo um rosto humano, e o povo desconhecido que habita as crateras do satélite natural, indicam os medos que as pessoas tinham, por causa da falta de conhecimento. A curiosidade ganhava forma nas produções de Georges Méliès, e nada ficava sem resposta. Justamente por causa dessa abordagem imaginada, que "Viagem Á Lua" é considerada a aurora da ficção científica, rompendo qualquer barreira já estipulada dentro do mundo da sétima arte, naquele período. As atuações, mesmo sem os diálogos, conseguem transmitir a mensagem, de forma impecável. As feições, os gestos, e até mesmo o próprio movimento do corpo, já entregavam tudo ao espectador. A semelhança com o teatro é extremamente nítida, principalmente no contexto supracitado. Os cenários, os figurinos e toda a parte ligada com a direção de arte, eram comandados pelo próprio diretor, que fazia questão de adequar cada quesito, ao contexto que estava sendo abordado. As técnicas de edição e os efeitos especiais, por mais simples que sejam, chegam a impressionar. O próprio diretor chegou a ser nomeado como o "pai dos efeitos", afinal de contas, a comparação com os modestos documentários dos irmãos Lumière é inevitável, e Méliès demonstrava um trabalho consciente e surpreendedor, em uma vertente mais ambiciosa, dentro do Cinema. (www.rubens-viagemalua.blogspot.com) Em uma viagem experimental, Méliès apresenta a sua visão sobre tudo aquilo, sem precisar de técnicas aprimoradas para satisfazer, de forma graciosa, o público incrédulo, que ainda não tinha noção das proporções que essa nova arte teria, futuramente. Uma viagem fascinante à um dos projetos que abriram as portas do mundo da sétima arte. George Méliès não deveria ser reconhecido apenas como diretor, mas também, como uma figura que faz alusão à imaginação descontrolada dos antigos. Os primeiros raios de sol passavam por entre as nuvens, dando início a um dos espetáculos mais fascinantes que já inventaram: o Cinema. Nota: 8 luccasf2010-11-14 19:26:52
  8. Ao meu ver, é o pior filme da sua filmografia. É uma pena ver o Romero nessa situação. Vamos ver o que vai acontecer com os seus próximos projetos.
  9. E aí, Rob. Então, foi lançado com o título "Survival of the Dead", mas recebeu o nome de "A Ilha dos Mortos". Ruim ao extremo, e eu achando que ele já estava em uma posição crítica.
  10. Boa tarde, pessoal. Não aguentei 20 minutos desse último filme do Romero.
  11. Expresso Transiberiano (Transsiberian) Depois de um longo tempo fora, realizando alguns episódios para certos seriados, Brad Anderson retorna ao cinema com "Expresso Transiberiano", um suspense que é desenvolvido, em partes, sem muita dinâmica, onde o mesmo só começa a fluir bem, nos minutos finais. O americano demonstrou uma queda significativa na sua filmografia, principalmente depois do tão aclamado "O Operário". Sendo considerado um dos filmes mais fracos da sua pequena filmografia, Brad Anderson ainda tem os seus bons momentos na direção de "Expresso Transiberiano", mas torna a falhar em certos quesítos que serviram como impasse, para um produto final mais agradável, e de fato, tão bom quanto a sua produção anterior. (www.cineplayers.com) O bom enredo consiste num casal americano - Woody Harrelson e Emily Mortimer - que decide viajar pelo famoso Expresso Transiberiano. Na mesma cabine, encontram dois misteriosos jovens - Kate Mara e Eduardo Noriega - que acabam ganhando a confiança dos ingênuos americanos. Com o passar do tempo, Jessie (Emily Mortimer) percebe que Carlos (Eduardo Noriega) não é apenas um viajante, mas sim, um rapaz que esconde um segredo marcante, que futuramente, resultará numa perseguição envolvendo, até mesmo, a polícia russa. Com uma temática que desloca o foco entre o suspense e o gênero policial, Brad Anderson tem, em mãos, a essência que gosta de trabalhar, e talvez por isso, o público esperasse um pouco mais da produção. O principal ponto negativo do filme, é o desenvolvimento do enredo. O primeiro ato do filme é lento, e por conseguinte, monótono. O diretor começa a transformar essa atmosfera em algo mais dinâmico, na metade do segundo ato, onde ele deixa de trabalhar em um mesmo local, no caso, dentro dos vagões, como em boa parte do filme, e torna a explorar o conflito, nas belíssimas locações européias. Não são todos os diretores que conseguem criar um bom ritmo, num mesmo ambiente. A filmagem fica extremamente limitada, entretanto, com bons enquadramentos acompanhando um roteiro bem escrito, é possível apresentar um trabalho digno ao público. No entanto, isso não aconteceu com "Expresso Transiberiano". O desfecho é precedido de breves perseguições, onde o espectador desfruta de alguns bons momentos. Tirando isso, nada muito imprevisível. (www.cineplayers.com) Diferentemente da fórmula que costuma revelar o mistério nos últimos minutos, nessa produção do Brad Anderson, o espectador é mais um cúmplice, porque tem noção de todos os fatos e fica saboreando as desavenças dos personagens, em busca da verdade, até os minutos finais. A fórmula é interessante e funcionou muito bem nas mãos de certos realizadores, como por exemplo: Alfred Hitchcock, em "Festim Diabólico" e "Psicose". Enfim, se a direção do americano falhou nos aspectos citados no último parágrafo, por outro lado, juntamente com os profissionais responsáveis dessas áreas, o diretor conseguiu trazer uma boa estética para a produção. Com o sensacional plano de fundo que retrata o rigoroso inverno europeu, o americano traz uma tonalidade acinzentada, ao mesmo tempo que é suave, para o filme. Além disso, atribuo destaque para a fotografia e direção de arte, que em certas cenas, utilizam dos adereços e da iluminação, clara e/ou escura, para dar um toque mais dramático nos takes. O filme agrada muito, visualmente. (www.cineplayers.com) Tenho pouco a concluir. Um suspense que fica discretamente acima da média. Com boas atuações, é um passatempo agradável, que tem os seus méritos, mesmo oscilando. Enfim, mais uma produção do diretor americano Brad Anderson, que volta, depois de 4 anos, ao cinema. Esperamos que suas futuras produções tragam algo a mais, ou, que simplesmente retornem com a essência tão cobiçada pelo público, desde "O Operário". Nota: 6
  12. É...Crepúsculo que o diga Olha, confesso que eu tentei assistir, mas não consegui. Por mais que eu respeite, fiquei impressionado quando eu li o comentário de alguns amigos, que eu achava, até então, que entendiam de cinema, dizendo que era uma das grandes obras dos últimos anos. E o pior de tudo, é que eles sempre escreveram ótimas análises de diversos filmes, abordaram diversas correntes cinematográficas, mas disseram um negócio como esse. Ao meu ver, é jogar tudo fora, e perder todo o crédito.
  13. É que eu estava revendo algumas composições, no YouTube. Já faz um bom tempo que eu queria rever tudo isso, mas sempre esquecia.
  14. O subgênero western spaghetti não seria o mesmo, se Ennio Morricone não tivesse marcado presença com os seus trabalhos geniais. Vou tentar rever algo do Sergio Leone. luccasf2010-11-13 22:06:07
  15. Ao meu ver, "Luz de Inverno" é o melhor filme da Trilogia do Silêncio. No entanto, gosto muito de "Através de um Espelho." Sem dúvida alguma, é uma das minha trilogias favoritoas.
  16. Po, Lucão, assim tu exclui a gente da conversa. Nunca ouvi falar de Béla Tarr É um diretor húngaro, que ainda está em atividade. Pra ser sincero, eu diria que é um dos melhores diretores contemporâneos.
  17. Não tenho problemas com o cinema "lento", 2001 por exemplo é relativamente assim e eu adoro. Mas também não gostei tanto quanto assisti pela primeira vez É, não dá para tentar padronizar. Cada diretor tem a sua forma de fazer cinema. Com certas figuras, o público gosta, com outras, o público reprova. Eu gosto de Tarkovsky, mas ainda prefiro outros diretores, que até seguem um estilo semelhante.
  18. Achava que o lucas era um tiozinho boa praça dedicando o tempo livre a postar sobre Tarkovsky aqui no fórum. Tirando o tiozinho, eu aceito a parte do "boa praça". Ainda não escrevi uma crítica sobre qualquer obra do Tarkovsky. Sempre encarei como um grande desafio, por isso, prefiro estar mais preparado. Quem sabe, mais pra frente... Sobre Godard, não tem complexidade alguma, mesmo. Eu já vi quase todos os filmes do diretor, e as experiências foram ótimas. Bergman é outra coisa. Você precisa dissecar cada cena, daí, é outra história.luccasf2010-11-13 18:21:03
  19. Sempre esqueço de postar. Só deixei minha crítica em "Valsa com Bashir", do Ari, e em "Acossado", do Godard.
×
×
  • Create New...