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Forum Cinema em Cena

Lucasfilmes

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  1. Mas imparcialidade nunca foi um elemento de uma crítica, ou do jornalismo como um todo. É impossível atingir imparcialidade, o papel do crítico é informar sobre o filme, dar a sua opinião e argumenta-la, assim dando um embasamento para o leitor tiras as suas próprias conclusões. O negócio da crítica nacional ao meu ver são dois: 1- Os cineastas nacionais são umas moças. Sério, se indispor por críticas negativas e entrar em discussões egocentricas parece que uma doença entre os diretores tupiniquis. E não estou falando apenas de raparigas recém saídas da faculdade que fazem um curta prepotente (Vera Egito por exemplo), estou falando de gente viajada que parece que ainda fica mordida quando leva um sacode da crítica. 2-Os críticos querem ser comediantes. Claro que todo mundo gosta de uma critica venenosa cheia de ironias e sarcamos. Mas ela só funciona em filmes bem ruins ou próprios para isso. E poucos têm talento para escrever dessa forma. Quando não é o caso, o crítico se passa por um babaca arrogante. O próprio Pablo deu uma bela mancada na resenha do Thor fazendo uma piada com o "Dr. Robert Downey Jr" que além mostrar ignorância aos acontecimentos do longa os filmes que tem ligação com ele, não foi engraçada e não adicionou nada a resenha. Então quando muitos forçam uma crítica "envenenada" para atrair a atenção do público, não é de se espantar que muitos cineastas fiquem "mordidos"
  2. Bom, é meio óbvio que a tragédia familiar só vai engatar depois do banimento pois é quando ela acontece né? Até algumas horas antes estava tudo ótimo, Thor ia ser o novo rei de Asgard, mas quando dado uma situação delicada para resolver, Thor estraga tudo com a sua arrogância e imaturidade. Loki só queria pregar uma peça, nunca quis tomar o lugar do Irmão, que com toda a razão, o tomava por um idiota. E cara, eu simplesmente adorei o primeiro ato e a apresentação de Asgard. Seja pela atuação incrivelmente teatral de Hopkins como Odin (o que se espera de um ator dessa formação interpretando um Deus), o diretor toma um tempinho para mostrar (em CGI) a arquitetura do local (que lembra Flash Gordon, vão dizer que não) e é claro, Hemsworth mostrando carisma e simpatia, Idris Elba consegue imprimir um onipotência de Heimdal com apenas poucas cenas e Hiddleston como Loki que sutilmente contorcia o rosto durate as suas tramóias "inocentes". Claro que o primeiro ato é repleto de exposição, mas não achei corrido não e também fez um eficaz apresentação do protagonista: Mostrou seu background logo de cara como o Deus do trovão, se mostrou respeitado pelo seu povo e leal com seus amigos, apresentou suas qualidades para simpatizarmos com o Thor , junto com elas seus defeitos para identificação e marcar o "pathos" do filme e por fim o acontecimento que marca o início da jornada do heróis. Não é muito original, mas é uma fórmula segura e se usada corretamente fica ótimo. A coisa para mim desanda mesmo em Midgard (a Terra). Personagens inúteis (Darcy), cenas de exposição dos outros vingadores que não chega a confundir a platéia em geral, mas é tempo gasto no que seria uma cena de ação (a cena do Gavião) e a Shield não tem um papel tão ativo quanto no Homem de Ferro. Eles apenas atrapalham, não adicionam nada a história, mais tempo gasto no que poderia ser usado na jornada de redenção de Thor. E por fim, o quase. Os filmes da Marvel quase chegam lá, quase entregam um filmão, mas o terceiro ato sempre derruba. Homem de Ferro teve um vilão sem força nenhuma (ainda que tenha sido intepretado por Jeff Bridges, que anda muito bem). O Incrivel Hulk teve uma boa luta final, mas não criou nenhuma tensão, Homem de Ferro II muitos fogos de artifício, pouca emoção. E agora o Thor que apressou tudo para fechar. Vamos ver se o Capitão América resolve esse probelma.
  3. Alguém mais achou estranho que o Pablo se mencione fimes como "Contato" achado que Thor está procurando fazer alguma referência a outros filmes quando a ponte entre os mundos "bifrost" claramente vem da própria mitologia da Marvel? Não cabe fazer essas comparações, Thor em nenhum momento quer remeter a idéia de contatos alienígenas. E realmente o comentário final foi risível, antes de tudo o Homem de Ferro não é funcionário da SHIELD e também, como o Tiago Falou, o Destruidor era uma ameaça imediata e serviu para mostrar o altruismo e humildade de Thor. Eu não sei, a piadinha de injeção do Dr. Downey JR ficou muito sem graça, e um tanto esnobe. Mas eu concordo em vários pontos, o romance realmente não funcionou, mas eu compro a idéia da Jane ficar caida pelo Thor simplesmente porque ele ficou muito carimático e charmoso no filme, muito bom mesmo. E a mudança brusca de personalidade, pois é, não colou também. Mas bem que eu gostaria que o Pablo descesse a porrada na Kat Dennings.... ugh que personagem insuportável e inútil para a história, e a atriz parece que se esfroçou em ser extra repulsiva.... sério, a piadinha do ipod e a incapacidade dela falar Mjolnir são o ponto mais baixos do filme. Ainda bem que no terceiro ato do bagulho o diretor toma noção como a "Darcy" é um pé no saco e cala a boca dela.
  4. Caras, eu curti o filme. Mas desde que a Natalie Portman deu as caras no filme, eu não consegui para de imaginar isso: Maldito Cisne Negro.... Também escrevi uma resenha do filme, podem ver aqui Eu achei bem bom, mas como todos os filmes do estúdio da Marvel, o terceiro ato do filme é sempre meio frustrante. Vamos ver se eles entregam o gran finale épico em "Os Vingadores"
  5. Sim... eu fui ver essa porcaria. Sabe, uma coisa é tentar vender para o público alvo de crepúsculo, outra é fazer um filme tão ruim quanto. Essa piada foi inevitável, eu não tinha como não fazer ela: Então, vocês já viram isso, ou eu vou ter o desconforto de ser o único babaca que viu esse filme? Não me deixem só... Lucasfilmes2011-04-30 23:10:51
  6. Não esmagando testículos on-screen, tá valendo.
  7. Lucasfilmes

    Kill Bill 3

    Nunca gostei dos outros 2 Kill Bills, Uma Thurman andando pra lá e pra cá matando pessoas, Tarantino em uma amostra de narcisismo cinéfilo, mostrando que manja de Sergio Leone à mangas. É... fica chato rápidamente. Violência cômica não é sempre interessante. Não me interessa muito essa continuação. Filmes do tarantinos só funcionam quando seus personagens são interessante, e infelizmente o único personagem interessante de Kill Bill apareceu só nos 15 minutos finais do último filme.
  8. Cara... A Dama Na Água é tão, mas tão ruim que chega a ser um insulto colocar esse filme junto com Fim dos Tempos... o filme em que os personagens tentam fugir do vento.... é. E Will Smith já tá forçando a barra em fazer do seu clã inteiro famoso, podia parar ao tentar fazer da filha uma cantora. Sim, eu curti o remake de Karate Kid e o guri até que mandou bem (e o Jackie Chan sabe atuar!? Huh...). Mas muito da força da história sobre a passagem de menino para homem, na qual Karate Kid se baseia, se perde. Ah que seja, Will Smith já perdeu o bilhete de ser a grande estrela do sua geração e o Shyamalan é uma piada ambulante.
  9. Fiz uma resenha junto com um quadrinho sobre o filme lá no meu blog para quem estiver interessados. Confiram e deixem um comentário se possível
  10. Então o Francis que contar uma história pessoal... não sei... Só espero que não vire uma viagem narcisista como já vimos antes quando diretores querem contar as suas histórias.
  11. Cara... de boa, eu não consigo ver as coisas como você, me desculpe. Podemos até discutir mais, mas acho que já estamos mais no subjetivo do bagulho. Sobre "A Origem" se explicar toda hora. Bom, sim claro. O filme é uma ficção cinetífica das antigas amigo, na qual os personagens, enredo e tudo mais giram em torno da hipótese futuristica baseada em explicar e demonstrar o funcionamento deste novo mundo. Como funciona a invasão dos sonhos é o centro da história, neste caso o diálogo de exposição é necessário. Ainda assim DiCaprio e Marion Cotillard conseguiram montar dois bons personagens. Bom, para Snyder fazer outro roteiro original pela Warner, só se Sucker Punch fizer um boa, mas muito boa bilheteria. Na verdade os executivos da Warner detestaram o filme nas projeções premilinares e rolou o boato que eles chamaram o filme de "Desaste em CGI". A politicagem de Hollywood diz que Sucker Punch foi uma das exigências de Snyder para dirigir os futuros projetos de filmes de heróis da DC (que os dieitos pertencem a (crase) Warner). Então para deixar o diretor feliz e garanti-lo para o Super-homem. Eu tenho alguns problemas com Watchman, mas Snyder é um dos poucos diretores atuais que sacam como fazer um bom filme de super heróis e acho que ele pode sim fazer um bom trabalho com o Homem de Aço.
  12. Uau... Snyder e David Lynch... sério cara? sério mesmo??? O Pablo não fez uma abordagem mais profunda nesse filme porque não é necessário chapa. Li coisas interessantes na sua resenha, como a forma que você explorou a teoria que as quatro moças são parte da psique de Babydoll. O problema está que nem a Babydoll e as outras garatoas não são interessantes ou tem uma personalidade desenvolvida. Blondie e Amber tem apenas algumas linhas de diálogo (nem você conseguiu dar um adjetivo para elas), as irmãs Sweet Pie e Rocket tem um background pouco mais explorado, mas nada demais, e Babydoll em momento algum transparece um verdadeiro sentimento de culpa pelo o que aconteceu, a atriz se restringe ao mesmo olhar durante toda a projeção. São personagens rasas e massantes, não fazem uma conexão com a audiência e logo metáforas do jeito que você colocou só funcionariam se a gente se importasse com o que acontecesse com elas, o que não é o caso. E chapa, se você só conseguiu conectar a personagem de Blondie com a protagonista por causa da cor dos cabelos delas, acho que tem um furo na sua teoria. De boa, acho que você tá proculando pêlo em ovo. O Script não ajuda também. Essencialmente são apenas diálogos de exposição da trama ou o Glenn Scott tentando ser "profundo" quando na verdade está apenas recitando ditados de um biscoito da sorte chinês. Mas nada bate a narração que inícia e fecha o longa sobre anjos: piegas e forçado, Snyder procurando dar um peso e seriedade para a história. Eis um erro, de tentar levar a sério uma louca fantasia dessas. A idéia de realidade e sonho não é explorada muito bem neste filme pois diferente de Nolan que é sutil em "A Origem", Snyder já opta por começar o filme com uma cortina de tearto e chega a mostrar um pouco do backstage logo na primeira cena... elegante como um elefante. Isso junto com um sanatório todo estilizado já deixa claro que TUDO é uma fantasia, fosse esse o efeito que o diretor queria ou não. Em nenhum momento Sucker Punch nos deixou em dúvida se estamos na realidade ou não. Então eis algo que me deixa incomodado em muitas críticas positivas que eu vejo desse filme (não a sua). Que Sucker Punch é genial mas o problema é a audiência que não sacou as referências ou as mensagens "escondidas". Acho isso uma de uma arrogância tremenda, a audiência não é burra e um bom filme não pode ser bom apenas pelos referências e matáforas que emprega. Precisam de um bom enredo, de personagens engajantes, de um desenvolvimento coeso e por ai vai. E Sucker Punch não tem essas coisas.
  13. Cara eu acho que todo mundo pelo menos deveria dar uma chance. Eu sei que disse que era ruim no outro tópico, mas o filme é uma experiência um tanto diferente do que vemos no marasmo criativo de hollywood. Pelo bem ou pelo mal pelo menos a pessoa sai com algo diferente do cinema. Mas se não curtiste os trabalhos anteriores do cara, principalmente Watchman é bem possível que não vás gostar de Sucker Punch E mal por criar o tópico, esqueci completamente deste. Lucasfilmes2011-03-26 20:29:52
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