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Forum Cinema em Cena

SergioB.

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Posts posted by SergioB.

  1. Guild of Music Supervisors Awards nominations:

    Best Music Supervision for Film Budgeted Over $25 Million
    Jonathan Leahy (“Bill & Ted Face The Music”)
    Becky Bentham  (“Eurovision”)
    Julia Michels (“Jingle Jangle”)
    Tom MacDougall (“Soul”)
    Angela Leus (uncredited) (“Trolls World Tour”)

    Best Music Supervision for Film Budgeted Under $25 Million
    Season Kent  (“Happiest Season”)
    Linda Cohen  (“The High Note”)
    Dan Wilcox (“I’m Your Woman”)
    Kevin Edelman (“I Still Believe”)
    Dawn Sutter Madell (“Ma Rainey’s Black Bottom”)

    Best Music Supervision for Film Budgeted Under $10 Million
    Tracy McKnight (“The Half Of It”)
    Liz Gallacher (“Military Wives”)
    Robin Urdang (“Palm Springs”)
    Susan Jacobs (“Promising Young Woman”)

    Best Music Supervision for Film Budgeted Under $5 Million
    Jessica Moore (“Babyteeth”)
    Greg Danylyshyn (“Burden”)
    Dondrea Erauw, Michael Perlmutter (“The Cuban”)
    Joe Rodríguez & Javier Nuño (“I’m No Longer Here”/”Ya No Estoy Aquí”)
    Adèle Ho, Graham Kurzner (“Yellow Rose”)

    Best Song Written and/or Recorded for a Film
    “Turntables” from “All In: The Fight for Democracy”
    Writer: George “George 2.0” A. Peters II, Janelle “Django Jane” Monáe, Nathaniel Irvin III
    Performed By: Janelle Monáe
    Music Supervisor: Andrew Gross

    “Love Myself” from “The High Note”
    Writer: Greg Kurstin, Sarah Aarons
    Performed By: Tracee Ellis Ross
    Music Supervisor: Linda Cohen

    “Make It Work” from “Jingle Jangle”
    Writer: John Stephens
    Performed By: Forest Whitaker, Anika Noni Rose
    Music Supervisor: Julia Michels

    “Carried Me with You” from “Onward”
    Writer: Brandi Carlile, Phil Hanseroth, Tim Hanseroth
    Performed By: Brandi Carlile
    Music Supervisor: Tom MacDougall

    “Hear My Voice” from “The Trial of Chicago 7”
    Writer: Celeste Waite, Daniel Pemberton
    Performed By: Celeste
    Music Supervisor: Peter Afterman, Alison Litton

  2. Art Directors Guild (ADG) Nominations:

    PERIOD FEATURE FILM
    “Mank” ( Donald Graham Burt)
    “Ma Rainey’s Black Bottom” (Mark Ricker)
    “Mulan” ( Grant Major)
    “News of the World (David Crank)
    “The Trial of the Chicago 7 ( Shane Valentino)

    FANTASY FEATURE FILM
    “Birds of Prey: And the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn” (K.K. Barrett)
    “Pinocchio” (Dimitri Capuani)
    “Tenet” (Nathan Crowley)
    “The Midnight Sky” (Jim Bissell)
    “Wonder Woman 1984” ( Aline Bonetto)

    CONTEMPORARY FEATURE FILM
    “Da 5 Bloods” ( Wynn Thomas)
    “I’m Thinking of Ending Things” (Molly Hughes)
    “Palm Springs (Jason Kisvarday)
    “Promising Young Woman (Michael T. Perry)
    “The Prom (Jamie Walker McCall)

    ANIMATED FEATURE FILM
    “A Shawn the Sheep Movie: Farmageddon” (Matt Perry)
    “Onward” (Noah Klocek)
    “Soul” (Steve Pilcher)
    “The Croods: A New Age” ( Nate Wragg)
    “Wolfwalkers” (Ross Stewart, Tomm Moore, Maria Pareja)

  3. Que filme fraco! "Supernova"/ "Memórias de um Amor" é um filme que se fosse uma pessoa seria aquela pessoa educada, calma, introvertida, que fala baixo, que nunca comete uma indelicadeza, mas como filme todas essas características revelam uma tremenda falta de ação, ação dramatúrgica.

    Colin Firth e Stanley Tucci interpretam um casal que passa apuros com a demência precoce de um deles. Uma demência que é, em termos de imagens, "falada", não há nenhuma cena mais simbólica de que algo grave está passando. A gravidade vem por meio das palavras.

    A crítica Bárbara Heliodora ensinava que teatro é basicamente "Texto + Ação" . Ou seja, em termos amplos, alguma coisa precisa acontecer. Não basta boa intenção, não basta atuação boa, não basta diálogos ternos, não basta. Transferindo para o mundo do cinema, acho que é possível entender o roteiro de forma semelhante. Alguma coisa precisa acontecer.

    Os dois atores estão bem, como era de se esperar, mas muito respeitosos...Pensar no Stanley Tucci indicado ao Oscar por este papel, como tentou-se, é, como os jovens falam, "Aqui tem uma barra, e você está forçando ela". Não tem nada de mais na atuação dele. Pra mim, a melhor atuação dele continua sendo a de "O Diabo Veste Prada".

    Pra piorar, esse título estelar tem a ver com aquela informação batida de que somos, como humanos, produtos das estrelas, enquanto origem de átomos. Isso rende uma cena de ensinamento astronômico, como se essa fosse a maior novidade de todos os tempos. E a cena final é a confirmação dessa obviedade vezes mil.

    Fraquíssimo.

    Supernova - 20 de Novembro de 2020 | Filmow

  4. (76)

    Que filme fraco! "Supernova"/ "Memórias de um Amor" é um filme que se fosse uma pessoa seria aquela pessoa educada, calma, introvertida, que fala baixo, que nunca comete uma indelicadeza, mas como filme todas essas características revelam uma tremenda falta de ação, ação dramatúrgica.

    Colin Firth e Stanley Tucci interpretam um casal que passa apuros com a demência precoce de um deles. Uma demência que é, em termos de imagens, "falada", não há nenhuma cena mais simbólica de que algo grave está passando. A gravidade vem por meio das palavras.

    A crítica Bárbara Heliodora ensinava que teatro é basicamente "Texto + Ação" . Ou seja, em termos amplos, alguma coisa precisa acontecer. Não basta boa intenção, não basta atuação boa, não basta diálogos ternos, não basta. Transferindo para o mundo do cinema, acho que é possível entender o roteiro de forma semelhante. Alguma coisa precisa acontecer.

    Os dois atores estão bem, como era de se esperar, mas muito respeitosos...Pensar no Stanley Tucci indicado ao Oscar por este papel, como tentou-se, é, como os jovens falam, "Aqui tem uma barra, e você está forçando ela". Não tem nada de mais na atuação dele. Pra mim, a melhor atuação dele continua sendo a de "O Diabo Veste Prada".

    Pra piorar, esse título estelar tem a ver com aquela informação batida de que somos, como humanos, produtos das estrelas, enquanto origem de átomos. Isso rende uma cena de ensinamento astronômico, como se essa fosse a maior novidade de todos os tempos. E a cena final é a confirmação dessa obviedade vezes mil.

    Fraquíssimo.

    Supernova - 20 de Novembro de 2020 | Filmow

  5. No começo de "Judas e o Messias Negro", aliás desde quando foi lançado o trailer, você pensa, "Pow, vai ser um filmaço!!", então pra mim rolou uma espécie de decepção quando foi chegando ao final e pra mim a narrativa estava apenas ok, comum. Claro, a expectativa nunca é um problema do filme, mas do espectador, assim como o fato de um outro filme de alguém infiltrado como "BlaKkKlasman" (meu segundo preferido naquele ano) ainda estar na cabeça de todo mundo...Expetativa e comparação não são problemas reais do filme.

    O problema real do filme, pra mim, foi a direção do Shaka King, mesmo. Sem inventividade, nem elaboração. É um filme com uma encenação e uma concepção de planos bem normal. Nada demais. 

    Dito isso, o filme tem atuações excelentes, principalmentes da dupla Daniel Kaluuya (pra mim, quase um "Lead", e, penso eu, favorito ao Oscar) e LaKeith Stanfield. A elogiada canção de H.E.R, abaixo postada, também pode estar na disputa contra a canção de "One Night in Miami". As duas são deveras muito bonitas. Não sei em qual votaria. Acho que nesta.

    Sou um liberal de carteirinha, então nunca a luta revolucionária será um opção válida. Em certo momento, a ideia de reformas graduais é crititcada. Mas são elas, as reformas, que acabam vingando historicamente e transformando de fato a realidade - ainda que demande, infelizmente, mais tempo, tempo demais, sobretudo em assuntos tão premeentes quanto os Direitos Humanos. 

    As informações finais do filme, em forma de créditos, para mim foram novidades. E são bem chocantes. Aliás, se fossem imagens, dariam ao filme um final ainda mais poderoso, mais "bíblico", mais justificativo do seu belo título. Não entendo por que não as transformaram em ficção e só as deixaram como apêndice. Talvez o filme, que já e grande, se estendesse demais.

    Muito boa a Fotografia de Sean Bobbit (nunca indicado, nem por "12 Anos de Escravidão"!), e muito bem caracterizado Figurino. 

    Gostei. Mas esperava mais. Gosto mais de "BlacKkKlansman". Problema meu. 

    Judas And The Black Messiah' Set For Release In February 2021 | Bossip

     

  6. (75)

    No começo de "Judas e o Messias Negro", aliás desde quando foi lançado o trailer, você pensa, "Pow, vai ser um filmaço!!", então pra mim rolou uma espécie de decepção quando foi chegando ao final e pra mim a narrativa estava apenas ok, comum. Claro, a expectativa nunca é um problema do filme, mas do espectador, assim como o fato de um outro filme de alguém infiltrado como "BlaKkKlansman" (meu segundo preferido naquele ano) ainda estar na cabeça de todo mundo...Expetativa e comparação não são problemas reais do filme.

    O problema real do filme, pra mim, foi a direção do Shaka King, mesmo. Sem inventividade, nem elaboração. É um filme com uma encenação e uma concepção de planos bem normal. Nada demais. 

    Dito isso, o filme tem atuações excelentes, principalmentes da dupla Daniel Kaluuya (pra mim, quase um "Lead", e, penso eu, favorito ao Oscar) e LaKeith Stanfield. A elogiada canção de H.E.R, abaixo postada, também pode estar na disputa contra a canção de "One Night in Miami". As duas são deveras muito bonitas. Não sei em qual votaria. Acho que nesta.

    Sou um liberal de carteirinha, então nunca a luta revolucionária será um opção válida. Em certo momento, a ideia de reformas graduais é crititcada. Mas são elas, as reformas, que acabam vingando historicamente e transformando de fato a realidade - ainda que demande, infelizmente, mais tempo, tempo demais, sobretudo em assuntos tão premeentes quanto os Direitos Humanos. 

    As informações finais do filme, em forma de créditos, para mim foram novidades. E são bem chocantes. Aliás, se fossem imagens, dariam ao filme um final ainda mais poderoso, mais "bíblico", mais justificativo do seu belo título. Não entendo por que não as transformaram em ficção e só as deixaram como apêndice. Talvez o filme, que já e grande, se estendesse demais.

    Muito boa a Fotografia de Sean Bobbit (nunca indicado, nem por "12 Anos de Escravidão"!), e muito bem caracterizado Figurino. 

    Gostei. Mas esperava mais. Gosto mais de "BlacKkKlansman". Problema meu. 

    Judas And The Black Messiah' Set For Release In February 2021 | Bossip

     

  7. (74)

    "Sem tempo, irmão", tive de escolher um curta-metragem para ver hoje (e, a meu critério, conta como qualquer outro produto cinematográfico) e escolhi um do começo da carreira de Almodóvar. É de 1978, e se chama "Salomé" (ele que pode ganhar seu segundo Oscar, neste ano, por outro curta). Tem menos de 10 minutos, mas, pra quem tem olhos para ver, traz mais significados do que muitos filmes por aí.

    O diretor espanhol misturou duas histórias bíblicas, a do sacrifício de Isaac, com a da dançarina Salomé, e a regionalizou.  Vaga um homem no deserto com seu filho - que usa All Star (um adolescente!) - com aquelas vestes do antigo Israel, quando se deparam com uma bela dançarina, da corte do palácio, como ela se identifica. Abraão se apresenta e pede a ela que dance para ele, a troco de qualquer coisa. Ela pede que ele jure por Deus e ele assim o faz. Ela então começa a dançar uma música de tradição flamenca. E depois de uns dois minutos dançando, pedirá a cabeça do filho como recompensa.

    Regionalismo, sedução, elementos pop (como o calçado do pobre Isaac), mas talvez de mais importante o caráter de mistura de histórias. Como se a expressão oral misturasse tudo, principalmente essas histórias/lendas bíblicas. Ao fim, Deus aparece como fogo, assim como no Velho Testamento, e anula o sacrifício, dizendo "que é do humano pecar". Ou seja, Deus compreenderia mais os desejos da carne do que os homens compreenderiam os caminhos divinos.

    Vê, homens de pouca fé no cinema, como um curta-metragem pode valer a pena?

     

    Salomé - 1978 | Filmow

  8. 18th International Cinephile Society Awards:

    PICTURE
    01. Dwelling in the Fuchun Mountains
    02. First Cow
    03. Days
    04. Nomadland
    05. Lingua Franca
    06. Lovers Rock
    07. La virgen de agosto
    08. A Portuguesa
    09. Bacurau
    10. If It Were Love
    11. Never Rarely Sometimes Always
    12. I’m Thinking of Ending Things
    13. The Year of the Discovery
    14. The Wasteland
    15. Fauna
    16. Identifying Features
    17. The Works and Days (of Tayoko Shiojiri in the Shiotani Basin)
    18. Malmkrog
    19. The Disciple
    20. Residue
    21. À l’abordage
    22. DAU. Degeneration
    23. Madre
    24. Undine
    25. Love Affair(s)

    DIRECTOR
    Winner: Kelly Reichardt – First Cow
    RU: Isabel Sandoval – Lingua Franca
    RU: Chloé Zhao – Nomadland
    • Rita Azevedo Gomes – A Portuguesa
    • Gu Xiaogang – Dwelling in the Fuchun Mountains
    • Tsai Ming-liang – Days

    ACTOR
    Winner: Aditya Modak – The Disciple
    RU: Riz Ahmed – Sound of Metal
    • Bartosz Bielenia – Corpus Christi
    • Alfredo Castro – My Tender Matador
    • Delroy Lindo – Da 5 Bloods
    • James Norton – Nowhere Special

    ACTRESS
    Winner: Isabel Sandoval – Lingua Franca
    RU: Marta Nieto – Madre
    • Sidney Flanigan – Never Rarely Sometimes Always
    • Frances McDormand – Nomadland
    • Carey Mulligan – Promising Young Woman
    • Barbara Sukowa – Two of Us

    SUPPORTING ACTOR
    Winner: Francisco Barreiro – Fauna
    RU: Paul Raci – Sound of Metal
    • Anong Houngheuangsy – Days
    • Orion Lee – First Cow
    • Édouard Sulpice – À l’abordage
    • André Wilms – The Salt of Tears

    SUPPORTING ACTRESS
    Winner: Sônia Braga – Bacurau (!!!)
    RU: Youn Yuh-jung – Minari
    • Candice Bergen – Let Them All Talk
    • Lynn Cohen – Lingua Franca
    • Vasilisa Perelygina – Beanpole
    • Talia Ryder – Never Rarely Sometimes Always

    ENSEMBLE
    Winner: Bacurau (!!!)
    RU: Malmkrog
    • À l’abordage
    • Da 5 Bloods
    • Dwelling in the Fuchun Mountains
    • Lovers Rock

    ORIGINAL SCREENPLAY
    Winner: Bacurau – Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles (!!!)
    RU: Lingua Franca – Isabel Sandoval
    • À l’abordage – Guillaume Brac, Catherine Paillé
    • Fauna – Nicolás Pereda
    • La virgen de agosto – Itsaso Arana, Jonás Trueba
    • Never Rarely Sometimes Always – Eliza Hittman

    ADAPTED SCREENPLAY
    Winner: First Cow – Jonathan Raymond, Kelly Reichardt
    RU: Malmkrog – Cristi Puiu
    • Atarrabi & Mikelats – Eugène Green
    • I’m Thinking of Ending Things – Charlie Kaufman
    • Moffie – Oliver Hermanus, Jack Sidey
    • A Portuguesa – Rita Azevedo Gomes

    CINEMATOGRAPHY
    Winner: Dwelling in the Fuchun Mountains – Deng Xu, Yu Ninghui
    RU: The Wild Goose Lake – Dong Jingsong
    • First Cow – Christopher Blauvelt
    • Lovers Rock – Shabier Kirchner
    • Notturno – Gianfranco Rosi
    • A Portuguesa – Acácio de Almeida

    EDITING
    Winner: The Wasteland – Sara Yavari
    RU: Residue – Merawi Gerima
    • Dwelling in the Fuchun Mountains – Liu Xinzhu
    • First Cow – Kelly Reichardt
    • Los conductos – Camilo Restrepo
    • Lovers Rock – Chris Dickens, Steve McQueen

    PRODUCTION DESIGN
    Winner: A Portuguesa – Nuno Franco
    RU: First Cow – Anthony Gasparro, Lisa Ward, Vanessa Knoll
    • Beanpole – Sergey Ivanov
    • DAU. Degeneration – Denis Shibanov
    • Malmkrog – Dinica Tiberiu
    • The Twentieth Century – Dany Boivin

    SCORE
    Winner: Preparations to Be Together for an Unknown Period of Time – Gábor Keresztes
    RU: First Cow – William Tyler
    • The Disciple – Naren Chandavarkar, Aneesh Pradhan
    • Dwelling in the Fuchun Mountains – Dou Wei
    • Mank – Trent Reznor, Atticus Ross
    • Soul – Jon Batiste, Trent Reznor, Atticus Ross

    SOUND DESIGN
    Winner: Sound of Metal – Nicolas Becker, Phillip Bladh, Michelle Couttolenc
    RU: Lovers Rock – Ronald Bailey, Paul Cotterell, James Harrison
    • The Disciple – Anirban Borthakur, Naren Chandavarkar, Anita Kushwaha
    • Residue – Alex J. Bledsoe, Isiah Clarke
    • Tenet – Willie D. Burton, Richard King, Kevin O’Connell, Gary A. Rizzo
    • The Vast of Night – Erik Duemig, Johnny Marshall, David Rosenblad

    ANIMATED FILM
    Winner: Josep – Aurel
    RU: The Wolf House – Joaquín Cociña, Cristóbal León
    • Calamity, a Childhood of Martha Jane Cannary – Rémi Chayé
    • Circumstantial Pleasures – Lewis Klahr
    • Soul – Pete Docter, Kemp Powers
    • Wolfwalkers – Tomm Moore, Ross Stewart

    DOCUMENTARY
    Winner: The Year of the Discovery – Luis López Carrasco
    RU: The Metamorphosis of Birds – Catarina Vasconcelos
    • City Hall – Frederick Wiseman
    • Collective – Alexander Nanau
    • My Mexican Bretzel – Nuria Giménez
    • Time – Garrett Bradley

    DEBUT FEATURE
    Winner: Dwelling in the Fuchun Mountains – Gu Xiaogang
    RU: Identifying Features – Fernanda Valadez
    • Residue – Merawi Gerima
    • Sole – Carlo Sironi
    • Swallow – Carlo Mirabella-Davis
    • The Vast of Night – Andrew Patterson

  9. Vancouver Film Critics Awards:

    Best Picture

    Mank
    Nomadland – WINNER
    Promising Young Woman


    Best Director

    Thomas Vinterberg, Another Round
    David Fincher, Mank

    Chloé Zhao, Nomadland – WINNER


    Best Screenplay

    Jack Fincher, Mank
    Emerald Fennell, Promising Young Woman
    Aaron Sorkin, The Trial of the Chicago 7 – WINNER


    Best Actor

    Anthony Hopkins, The Father
    Gary Oldman, Mank
    Chadwick Boseman, Ma Rainey’s Black Bottom – WINNER
    Riz Ahmed, Sound of Metal

    Best Actress

    Viola Davis, Ma Rainey’s Black Bottom
    Frances McDormand, Nomadland – WINNER
    Carey Mulligan, Promising Young Woman

    Best Supporting Actor

    Daniel Kaluuya, Judas and the Black Messiah – WINNER
    Leslie Odom Jr., One Night in Miami
    Sacha Baron Cohen, The Trial of the Chicago 7


    Best Supporting Actress

    Maria Bakalova, Borat Subsequent Moviefilm
    Amanda Seyfried, Mank
    Yuh-jung Youn, Minari – WINNER 

    Best Documentary

    Athlete A
    Collective – WINNER
    Totally Under Control

    Best Foreign Language Film

    Another Round
    Dear Comrades
    Minari – WINNER

  10. The Southeastern Film Critics Association Awards:

    • Top 10 Films:
    1. Nomadland
    2. Minari
    3. The Trial of the Chicago 7
    4. Promising Young Woman
    5. Sound of Metal
    6. One Night in Miami
    7. Da 5 Bloods
    8. Ma Rainey’s Black Bottom
    9. Soul
    10. Mank

    • Best Director – Chloé Zhao (Nomadland)
    runner up: Regina King (One Night in Miami)

    • Best Actor – Chadwick Boseman (Ma Rainey’s Black Bottom)
    runner up – Riz Ahmed (Sound of Metal)

    • Best Actress – Frances McDormand (Nomadland)
    runner up – Carey Mulligan (Promising Young Woman)

    • Best Supporting Actor – Sacha Baron Cohen (The Trial of the Chicago 7)
    runner up – Paul Raci (Sound of Metal)

    • Best Supporting Actress – Youn Yuh-Jung (Minari)
    runner up – Maria Bakalova (Borat Subsequent Moviefilm)

    • Best Ensemble – The Trial of the Chicago 7
    runner up – One Night in Miami

    • Best Original Screenplay – Lee Isaac Chung (Minari)
    runner up – Emerald Fennell (Promising Young Woman)

    • Best Adapted Screenplay – Chloé Zhao (Nomadland)
    runner up – Kemp Powers (One Night in Miami)

    • Best Cinematography – Nomadland
    runner up – Mank

    • Best Foreign-Language Film – Another Round
    runner up – Bacurau

    • Best Animated Film – Soul
    runner up – Wolfwalkers

    • Best Documentary – Time
    runner up – Dick Johnson Is Dead

    • The Gene Wyatt Award – Minari
    runner up – One Night in Miami

  11. (73)

    Impulsionado pelo filme do Noé, e impactado com a cena que ele incorporou à narrativa, fui conferir o filme de Carl Theodor Dreyer, "Dias de Ira", de 1943. Ual! Basta ver o cartaz do filme pra desejá-lo ver!

    Porém, o filme não é propriamente sobre inquisição do jeito que estamos acostumados. Não se perde muito tempo com processos, interrogatórios eclesiásticos, provas, povo de aldeia justiceiro com foices nas mãos, afinal muito disso já tinha sido feito em "O Martírio de Joana D`Arc"...Não é assim, o que me agradou bastante. Há uma história de amor proibido no meio da crítica ao fundamentalismo religioso.

    Em 1623, uma senhora da aldeia é acusada de bruxaria. Ela busca socorro em uma menina, de cuja mãe foi amiga, que também fora acusada de conjurar espíritos. A menina está casada com o pastor/reverendo (não sei o título certo) da localidade, um homem bem mais velho, que a protege. Pois, pela lei, as filhas das bruxas também teriam de ser queimadas. Este reverendo tem um filho de um primeiro casamento que está de volta, e se encanta pela madrasta. Os dois terão um caso amoroso.

    Brilhantemente fotografado, brilhantemente encenado, brilhantemente dirigido, brilhantemente atuado. É lindo e impressionante, como quadro.  Por exemplo, no post acima, comentei sobre a informação de que a atriz idosa sofreu os rigores da encenação do dinamarquês, tendo ficada horas amarrada. É a imagem do pôster abaixo. 

    O silêncio da Deus, manipulação da fé, crendices, perseguições...Tudo isso vindo de um homem que teve uma educação luterana severa. Deve ter conhecido muito desse ambiente de rigor.

    Enquanto os religiosos têm seus corpos cobertos pelas vestes talares, a imagem que mais me impactou foi ver a nudez da atriz idosa que faz a bruxa. O corpo é do diabo, parece dizer. Outros detalhes que me ganharam foi ver a transformação que a jovem madrasta sente pelo enteado...Deixa de usar chapéu; passa a rir em voz alta; olha o amado com desejo carnal...Quer enfeitiçá-lo!

    Filmaço!

    Dias de Ira - 1943 | Filmow

  12. (72)

    F I N A L M E N T E!

    Já estava passando da hora de encontrar e ver esse "Lux Æterna", trabalho de 2019 de Gaspar Noé. Um média-metragem, 51 minutos, que trata criativamente do tema das agruras das mulheres na indústria do cinema, comparando-o com o período medieval da caça às bruxas.

    Uma diretora quer filmar um filme sobre as mulheres na era da inquisição, e sua protagonista é Charlotte Gainsbourg, interpretando uma atriz de sucesso, acostumada a trabalhos difíceis. Porém, durante a filmagem, tudo dá errado: o ambiente fica caótico, não há respeito à diretora; os produtores tentam sabotar o filme; personagens secundárias, que só querem aparecer, não saber o que fazer; enquanto a atriz principal está aflita, com problemas em casa.

    Mais importante é a comparação de Noé com o trabalho de diretores homens consagrados, entre eles Dreyer, e Fassbinder. Aparecem frases deles, como déspotas na condução do cinema. Em certo momento, aparece um trecho do filme "Dias de Ira" de Dreyer, um filme também sobre caça às bruxas, em que se informa que a atriz idosa, cuja personagem é vítima da fogueira, ficou de fato amarrada horas em uma cruz, para conseguir a verossimilhança desejada. 

    O final de "Lux Æterna" repetirá o mesmo castigo, impondo a Charlotte desespero semelhante, mas de uma maneira pop, supercolorida, em que a fogueira do passado é um show de luzes terríveis, de martelar a cabeça dos fotosensíveis. Em último grau, como disse, uma sátira ao tratamento que diretoras e atrizes recebem na indústria do cinema, desde sempre. Nunca o movimento #MeToo poderia imaginar uma parceria de entendimento dessas.

    Infelizmente, o diretor divide a tela em duas, para mostrar cenas concomitantes, num olhar polivalente, que pra mim é um recurso mais chamativo, mais distrativo, do que eficiente.

    دانلود فیلم Lux Æterna 2019 - مای مووی فیلم#mymoviefilm#

  13. 24 minutes ago, Big One said:

    Framing Britney Spears (The New York Times, Hulu)

    Resultado de imagem para framing britney spears

     

     

    @SergioB. Eu tbm pensei que era forçado...só que após ver o documentário Framing Britney Spears a barra da forçação desceu um pouco e o filme "I Care a Lot" não pareceu tão forçado assim. 

    É chocante o que está acontecendo com a Britney, para quem não sabe, hoje em dia o pai dela é tutor da ida pessoal, financeira e profissional da Britney. O termo é curatela, e é bastante utlizado no doc. A curatela é geralmente aplicado em pessoas idosas que já tem não condições fisaicas e mentais. No caso da Brintey, uma mulher jovem, é incomum, além do fato dela ser rica. Ela não pode assinar contratos, mexer no dinheiro, ou seja, fazer ada, nem postar nas redes sociais sem passar pelo crivo do pai.

    O doc inicia mostrando como ela se tornou um fenômeno e como a indústria, mídia misógina e os paparazzi se aproveitaram da situação e fizeram um verdadeiro achincalhe publico da cantora. O Justin Timberlake foi outro que jogou sujo e pesado contra ela após o término do relacionamento. Ele inclusive pediu desculpas após o doc. O doc mostra o movimento #freeBritney,  um grupo de fãs e artistas que apoiam a independência da contora. O doc entrevista advogados, fãs, repórteres e ex integrantes da equipe dela. 

     

    Verei! É que nesta situação da Britney, ele é o pai dela, parte legítima pra pedir a curatela quando há um incapaz Mas um incapaz precisa ser reconhecido como tal em um processo prévio de interdição. Pelo menos aqui no Brasil é assim. No filme os velhinhos "curatelados" sofrem a intervenção a pedido de um médico, "do nada". No Brasil, ainda teria a vigilância do Ministério Público.

    Coitada da Britney! 

  14. Esporte olímpico supermovimentado:

    *No vôlei de Praia, mais uma etapa do Circuito Brasileiro feminino em Saquarema, e a final que é garantia de jogasso. Deu Ágata/Duda contra Ana Patrícia/Rebecca. Jogo no tie-break, a dupla com menor condicionamento físico não aguentou. No primeiro set, com tudo em cima, as medalhas de prata ganharam fácil, mas em jogo longo...Louvável o que a dupla vencedora conseguiu, quinta vitória em sete etapas (de 9 etapas), e título brasileiro assegurado.

    Ágatha e Duda na sétima etapa do Circuito Brasileiro — Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV

    (Foto: Ana Patrícia/Inovafoto/CBV)

    *No pré-olímpico de Pólo Aquático masculino, vagas para Grécia, Montenegro, e Croácia. Grécia campeã. Vale dizer que foram as primeiras vagas asseguradas para Montenegro, quarto colocado nas duas últimas olimpíadas.

    * Etapa do Grand Slam de Judô, no invejável Israel, e o Brasil, claro, foi muito mal, com apenas o Bronze de Maria Suelen Altheman na categoria pesados +78kg, ganhando 500 pontos, e abrindo distância da compatriota Beatriz Souza no ranking olímpico. Nenhum outro judoca chegou às quartas. Do masculino, melhor não comentar nada. Teve derrota até para o Chile. Momento tenebroso do judô brasileiro, o pior que eu me lembre.

    Maria Suelen é bronze em Israel — Foto: Reprodução

    (Foto: Reprodução/ Globoesporte.com)

    *Futebol Feminino. No torneio na Flórida, Brasil venceu a freguesa Argentina por 4x1, e neste domingo, perdeu para os Estados Unidos por 2x0. Vi o jogo do meio da semana inteiro, e, enquanto escrevo, acompanho o clássico deste domingo. Brasil ressente muito a falta da Formiga (não liberada pelo seu clube), mas, mesmo assim, as norte-americanas são muito fortes. Excelente aplicação tática e vigor físico. Marta, aos 35 anos, em declínio A comentarista, mais entendida do que eu, tem certeza que o Brasil briga pelas medalhas. Perder de só 2x0 para os Estados Unidos ficou no lucro. 

     

  15. (71)

    Terceiro filme da série, sucesso Netflix, "Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre". Nossos pré-adolescentes, principalmente as meninas, mereciam ser tratados com mais inteligência. É um filme assumidamente comercial? É. Não precisava ser "Oitava Série", mas é incrível como a intenção não revelada é continuar a treinar as meninas para serem "princesinhas", cujo maior dilema é saber se estudará em Princeton, Standford, ou em Nova York, perto ou não do namorado. É este o conflito. É uma vergonha como tema.

    A vietnamita Lana Condor, com seus vinte e três anos; (O carismático) Noah Centíneo, com seus vinte e quatro; amparados por "adolescentes" como Ross Butler, de trinta anos; não interpretam ninguém, são apenas portadores de uma imagem, de uma função narrativa, para as fantasias dos jovenzinhos sobre o que é o amor, um amor - vale dizer - virginal.

    No campo do visual, tudo é fofo. Tudo é bonito. Tudo é novo. Tudo é descolado. E tudo é falso.

    Se pelo menos fosse divertido...mas nada acontece. Sério, se caísse um piano na frente da protagonista, seria pelo menos algo excêntrico. Mas não acontece nada.

    Terrível. 

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  16. Nevada Film Critics Society Awards:

    Best Film – Promising Young Woman

    Best Actor – Tie: Riz Ahmed for Sound of Metal and Anthony Hopkins for The Father

    Best Actress – Carey Mulligan (Promising Young Woman)

    Best Supporting Actor – Daniel Kaluuya (Judas and the Black Messiah)

    Best Supporting Actress – Glenn Close (Hillbilly Elegy)

    Best Director – Emerald Fennell (Promising Young Woman)

    Best Original Screenplay – Emerald Fennell (Promising Young Woman)

    Best Adapted Screenplay – Florian Zeller and Chris Hampton (The Father)

    Best Documentary – The Dissident

    Best Animated Movie – Soul

    Best Production Design – Donald Graham Burt (Mank)

    Best Cinematography – Hoyte van Hoytenna (Tenet)

    Best Visual Effects – Tenet

  17. Diversão legítima, uma delícia de se assistir, " I Care a Lot", é um suspense com doses de comédia disponibilizado pela Netflix ontem, e filme número 1 no Brasil neste momento.

    Rosamund Pike, indicada ao Globo de Ouro, está magnífica! Deita e rola, na psicopatia! Ela tem conseguido bons papéis em filmes menores, como heroínas ou figuras históricas, mas ela parece ter nascido para fazer vilãs.

    O roteiro do filme traz muitas coisas "viajadas" do ponto de vista jurídico, sendo necessária muita suspensão da descrença, mas se você compra a ideia, o filme é muito legal.

    Adorei.

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  18. (70)

    Diversão legítima, uma delícia de se assistir, " I Care a Lot", é um suspense com doses de comédia disponibilizado pela Netflix ontem, e filme número 1 no Brasil neste momento.

    Rosamund Pike, indicada ao Globo de Ouro, está magnífica! Deita e rola, na psicopatia! Ela tem conseguido bons papéis em filmes menores, como heroínas ou figuras históricas, mas ela parece ter nascido para fazer vilãs.

    O roteiro do filme traz muitas coisas "viajadas" do ponto de vista jurídico, sendo necessária muita suspensão da descrença, mas se você compra a ideia, o filme é muito legal.

    Adorei.

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  19. Mais um gaúcho, agora conferir a escrita elegante e econômica do grande Michel Laub em seu novo romance, "Solução de Dois Estados". 

    Título autoexplicativo, para o nosso país tão dividido. Por que reconciliar, afinal?

    Ranking Michel Laub:

    1) Diário da Queda

    2) A Maçã Envenenada

    3) O Tribunal da Quinta-Feira

    4) Longe da Água

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  20. Vancouver Film Critics Circle (VFCC)

    Best Picture

    Mank
    Nomadland
    Promising Young Woman

    Best Director

    Thomas Vinterberg – Another Round
    David Fincher – Mank
    Chloe Zhao – Nomadland

    Best Screenplay

    Jack Fincher – Mank
    Emerald Fennell – Promising Young Woman
    Aaron Sorkin – The Trial of the Chicago 7

    Best Actor

    Anthony Hopkins – The Father
    Gary Oldman – Mank
    Chadwick Boseman – Ma Rainey’s Black Bottom
    Riz Ahmed – Sound of Metal

    Best Actress

    Viola Davis – Ma Rainey’s Black Bottom
    Frances McDormand – Nomadland
    Carey Mulligan – Promising Young Woman

    Best Supporting Actor

    Daniel Kaluuya – Judas and the Black Messiah
    Leslie Odom Jr. – One Night in Miami
    Sacha Baron Cohen – The Trial of the Chicago 7

    Best Supporting Actress

    Maria Bakalova – Borat Subsequent Moviefilm
    Amanda Seyfried – Mank
    Yuh-jung Youn – Minari

    Best Documentary

    Athlete A
    Collective
    Totally Under Control

    Best Foreign Language Film

    Another Round
    Dear Comrades
    Minari

  21. Iowa Film Critics Winners:

    FILM: Nomadland (RU: Minari & Sound of Metal)

    DIRECTOR: Chloe Zhao, Nomadland (RU: Darius Marder, Sound of Metal, & Florian Zeller, The Father)

    ACTOR: Chadwick Boseman, Ma Rainey’s Black Bottom (RU: Anthony Hopkins, The Father, & Riz Ahmed, Sound of Metal)

    ACTRESS: Frances McDormand, Nomadland (RU: Viola Davis, Ma Rainey’s Black Bottom, & Carey Mulligan, Promising Young Woman)

    SUPPORTING ACTOR: Paul Raci, Sound of Metal (RU: Bill Murray, On the Rocks, & Leslie Odom Jr., One Night in Miami)

    SUPPORTING ACTRESS: Yuh-jung Youn, Minari (RU: Olivia Colman, The Father, & Amanda Seyfried, Mank)

    ANIMATED: Soul (RU: Over the Moon & and Wolfwalkers)

    DOCUMENTARY: Dick Johnson is Dead (RU: Crip Camp & The Dissident)

    SCORE: Ludovico Einaudi, Nomadland (RU: James Newton Howard, News of the World, & Trent Reznor and Atticus Ross, Mank)

    SONG: “Speak Now,” One Night in Miami (RU: “Green,” Sound of Metal, & “Rain Song,” Minari)

  22. Make-Up Artists and Hair Stylists Guild Nominations:

     

    Feature-Length Motion Picture – Best Contemporary Make-Up

    “Bill & Ted Face the Music” (Bill Corso, Dennis Liddiard, Stephen Kelley)

    “Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn)” (Deborah Lamia Denaver, Sabrina Wilson, Miho Suzuki, Cale Thomas)

    “Borat Subsequent Moviefilm” (Katy Fray, Lisa Layman, Thomas Kolarek)

    “The Prom” (Eryn Krueger Mekash, J. Roy Helland, Kyra Panchenko, Donald McInnes)

    “Promising Young Woman” (Angela Wells, Brigitte Hennech, Adam Christopher)

     

    Feature-Length Motion Picture– Best Period And/Or Character Make-Up

    “Bill & Ted Face the Music” (Bill Corso, Dennis Liddiard, Stephen Kelley, Bianca Appice)

    “Hillbilly Elegy” (Eryn Krueger Mekash, Jamie Hess, Devin Morales, Jessica Gambardella)

    “Ma Rainey’s Black Bottom” (Matiki Anoff, Sergio Lopez-Rivera, Carl Fullerton, Debi Young)

    “Mank” (Gigi Williams, Michelle Audrina Kim)

    “Mulan” (Denise Kum, Rick Findlater, Georgia Lockhart-Adams, James MacKinnon)

     

    Feature-Length Motion Picture – Best Special Make-Up Effects **TIE**

    “Bill & Ted Face the Music” (Bill Corso, Dennis “Bill & Ted Face the Music” (Bill Corso, Kevin Yagher, Steve Wang, Stephen Kelley)

    “Hillbilly Elegy” ( Eryn Krueger Mekash, Matthew Mungle, Jamie Hess)

    “Mulan” (Denise Kum, Chris Fitzpatrick)

    “Pinocchio” (Mark Coulier)

    “The United States vs. Billie Holiday” (Adrian Morot)

    “Wonder Woman 1984” (Jan Sewell, Mark Coulier)

     

    Feature-Length Motion Picture – Best Contemporary Hair Styling

    “Bill & Ted Face The Music “(Donna Spahn-Jones, Budd Bird, Jeri Baker, Ulla Gaudin)

    “Birds Of Prey (And The Fantabulous Emancipation Of One Harley Quinn)”  Adruitha Lee, Cassie Russek, Margarita Pidgeon, Nikki Nelms

    “Borat Subsequent Moviefilm” (Kimberly Boyenger, Tyler Ely)

    “The Prom” (Chris Clark, Natalie Driscoll, Ka’Maura Eley, J. Roy Helland)

    “Promising Young Woman” (Daniel Curet, Bryson Conley, Lee Ann Brittenham)

     

    Feature-Length Motion Picture – Best Period Hair Styling And/Or Character Hair Styling

    “Hillbilly Elegy” (Patricia Dehaney, Tony Ward, Martial Corneville, Stacey Butterworth)

    “Ma Rainey’s Black Bottom” (Mia Neal, Larry Cherry, Leah Loukas, Tywan Williams)

    “Mank” (Kimberley Spiteri, Colleen Labaff)

    “Mulan” (Denise Kum, Rick Findlater, Georgia Lockhart-Adams, Terry Baliel)

    “Jingle Jangle: A Christmas Journey” (Sharon Martin, Kat Fa)

  23. (69)

    Presumo que "Time", da diretora Garrett Bradley, seja o favorito ao Oscar de Melhor Documentário. Muitas virtudes realmente, principalmente virtudes de raiz cinematográficas mesmo. A Fotografia é tão cuidadosa que parece um filme do David Fincher. A Trilha Sonora, muito melódica, clássica, fui pesquisar, é de uma freira pianista etíope, que viveu encarcerada durante alguns anos na guerra (ou seja, ainda "rima" com a história). De todos os aspectos técnicos excelentes, a Montagem faz o trabalho mais difícil costurando imagens de várias épocas, de uma forma muito fluida, inteligente, circular... Aliás, os arquivos familiares dos anos 1990 e início dos 2000 contribuem demais para o trabalho da diretora. Engraçado, eles até mesmo se parecem na forma de filmar; igualados em textura pelo preto-e-branco.

    A diretora optou por fazer uma abordagem lírica, íntima, familiar - e quase religiosa - do encarceramento exagerado de negros pobres nos Estados Unidos. O que "13ª Emenda", doc da Ava DuVernay, tinha de racional, argumentativo, acadêmico-estatístico, este aqui não tem. Felizmente ou infelizmente, eu gosto mais de documentários naquele feitio. Não que "Time" não seja político, é lógico que é, a protagonista em certo momento se diz uma "abolicionista"; ela e a família veem a condenação à prisão por 60 anos (!!!) do marido (sem livramento condicional, seu "sursis",sem fiança) como uma continuação punitivista da escravidão. Porém, predomina, o lado emotivo do filme. O registro até meio "gospel" da resistência daquela mulher e de seus filhos, para permanecerem unidos como família.

    O que eu gostei muito foram dos últimos 5 ou 4 minutos, incrivelmente belos e tocantes. Deu aula para "Tenet"!

    Vencedor no NBR e de Los Angeles, entre muitos outros prêmios na temporada.

     

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  24. Presumo que "Time", da diretora Garrett Bradley, seja o favorito ao Oscar de Melhor Documentário. Muitas virtudes realmente, principalmente virtudes de raiz cinematográficas mesmo. A Fotografia é tão cuidadosa que parece um filme do David Fincher. A Trilha Sonora, muito melódica, clássica, fui pesquisar, é de uma freira pianista etíope, que viveu encarcerada durante alguns anos na guerra (ou seja, ainda "rima" com a história). De todos os aspectos técnicos excelentes, a Montagem faz o trabalho mais difícil costurando imagens de várias épocas, de uma forma muito fluida, inteligente, circular... Aliás, os arquivos familiares dos anos 1990 e início dos 2000 contribuem demais para o trabalho da diretora. Engraçado, eles até mesmo se parecem na forma de filmar; igualados em textura pelo preto-e-branco.

    A diretora optou por fazer uma abordagem lírica, íntima, familiar - e quase religiosa - do encarceramento exagerado de negros pobres nos Estados Unidos. O que "13ª Emenda", doc da Ava DuVernay, tinha de racional, argumentativo, acadêmico-estatístico, este aqui não tem. Felizmente ou infelizmente, eu gosto mais de documentários naquele feitio. Não que "Time" não seja político, é lógico que é, a protagonista em certo momento se diz uma "abolicionista"; ela e a família veem a condenação à prisão por 60 anos (!!!) do marido (sem livramento condicional, seu "sursis",sem fiança) como uma continuação punitivista da escravidão. Porém, predomina, o lado emotivo do filme. O registro até meio "gospel" da resistência daquela mulher e de seus filhos, para permanecerem unidos como família.

    O que eu gostei muito foram dos últimos 5 ou 4 minutos, incrivelmente belos e tocantes. Deu aula para "Tenet"!

    Vencedor no NBR e de Los Angeles, entre muitos outros prêmios na temporada.

     

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