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Forum Cinema em Cena

Gustavo Oliveira

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  1. Com certeza, ainda mais se "não levar a sério".
  2. Bom galera, assisti ao filme recentemente e cheguei a conclusão de que é uma boa comédia e uma péssima ficção. Minha opinião abaixo...digam também as suas! O mediano êxito de “Vizinhos Imediatos de 3º Grau” se dá por conta, certamente, do elenco de peso (e não, não é um trocadilho com Jonah Hill que se apresenta cada vez mais magro), pois sem os atores o resultado poderia ter sido um desastre. Boa parte das piadas e sacadas cômicas funciona bem (mesmo que não sejam memoráveis), porém o grande erro consiste na tentativa falha do longa de tentar ser sério em um contexto que, aos poucos, vai se tornando mal sucedido. Quatro sujeitos comuns unem-se para formar um grupo de vigilância comunitária. Na verdade, a reunião do quarteto não passa de uma desculpa para escaparem de suas vidas sem graça. Mas tudo muda quando eles, acidentalmente, descobrem que a sua cidade foi invadida por extraterrestres. O personagem de Bem Stiller (Evan), curiosamente, é o menos engraçado, pois a trama concentra seus desnecessários momentos de “drama” acerca do protagonista (Spoiler! Ele não pode ter filhos). Os melhores momentos ficam por conta de Bob (Vince Vaughn, que também enfrenta problemas familiares) e Franklin (Jonah), principalmente o segundo, cada vez mais à vontade e talentoso em seus respectivos papéis (é importante constatar que foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante este ano pelo “O Homem que Mudou o Jogo”); já o novato Richard Ayoade (Jamarcus) não demonstra nenhum tipo de carisma, fazendo de seu personagem, definitivamente, sem graça; porém, é designada ao mesmo a maior reviravolta do filme (por vezes, inverossímel), digas-se de passagem. Após uma divertida introdução, a comédia começa a ter notáveis quedas por ter um roteiro fraco, e, pouco a pouco, as risadas acabam dando lugar a uma nostalgia demasiadamente frustrante, pois tudo se torna irritantemente previsível por conta de uma série de clichês exagerados, assim como sua trama que se mostra absurdamente frágil ao empregar várias cenas mal sucedidas que lembram filmes de sessão da tarde (nada contra, mas o novo de Bem Stiller tinha potencial para convencer bem mais). O longa também está recheado de evocações a filmes de extraterrestres, no entanto as mesmas não são exploradas como poderiam ter sido. O fato é que o filme cumpre sua promessa no que condiz ao divertimento, mas fica devendo muito em qualidade, ainda mais se levarmos em consideração filmes anteriores do trio de atores de peso (Stiller, Hill e Vaughn). Ou seja, fica a questão: Será que a comédia poderia ter se saído melhor caso usasse a mesma premissa (de homens cujas vidas são monótonas e buscam um refúgio...) e abrisse mão de extraterrestres? Bom, para mim a resposta é sim. No final das contas, “Vizinhos Imediatos de 3º Grau” não chega a ser um filme ruim (apesar dos grandes deméritos), pois, curiosamente ou não, consegue divertir, dadas as circunstâncias. Nota: 5 de 10. Por Gustavo Oliveira.
  3. Bom galera, gosto da franquia Resident Evil e assisti ao 5º filme recentemente. Minha humilde opinião abaixo. Se já assistiram, comentem...debatam...Enfim. Esta quinta parte da maior franquia adaptada dos games para as telonas demonstra, claramente, que a mesma já está na hora de acabar. Resident Evil 4: O Recomeço já havia apresentado sinais de queda em relação aos primeiros dois filmes (não sou admirador do terceiro, digas-se de passagem), porém, agora, tudo está mais cansativo, repetitivo e desinteressante. Em Retribuição a trama é assustadoramente pedestre assim como a direção (para não citar os efeitos visuais que, por vezes, passam a nítida impressão de terem sido “tirados” dos videogames, e com muito mau gosto). O longa abre com uma introdução insatisfatória, tentando, a todo o momento, familiarizar o espectador leigo em relação aos filmes anteriores de modo precipitado através de uma narrativa em off da protagonista. O mortal vírus T, da Umbrella Corporation, continua a devastar o planeta Terra, transformando a população em mortos-vivos. A última esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich), acorda no coração de um escritório clandestino da Umbrella e revela mais de seu passado misterioso. Sem um refúgio seguro, Alice continua sua busca pelos responsáveis pelo surto na Terra; uma busca que a leva de Tóquio para Nova York, Washington e Moscou, culminando em uma revelação que a forçará a repensar tudo o que um dia achou que fosse verdade. Auxiliada por novos aliados e velhos amigos, Alice precisa lutar para sobreviver e escapar de um mundo hostil à beira do esquecimento. Devo admitir que ri levemente da segunda grande sequência de ação, onde Alice revive remotas lembranças (implantadas) com sua família, quando vários zumbis (sem nenhuma inovação visual significante) invadem sua casa, causando uma pequena semelhança em relação às paródias de filmes do gênero (resultado, talvez, de um mal treinamento do grande número de figurantes que não sabem o que fazer, ou de que, simplesmente, o subgênero está perdendo seus elementos surpresas). O fato é que o filme acompanha Alice em sua missão nada empolgante durante todos os 97 minutos (vide algumas poucas sequências aceitáveis em função da grande entrega de Mila), juntamente com coadjuvantes que chegam a ser estúpidos (sem exageros), e não por conta das atuações -uma vez que as mesmas também não ajudam- e sim por um desenho/designer de produção apelativo do qual obriga os atores a vestirem modelos de vestimentas altamente desnecessários, fazendo das mulheres “mais sexy” e dos homens “mais fortes” (fatores que demonstram explicitamente o apelo infanto-juvenil da produção). Não há como deixar de citar a pobreza do roteiro (fator que vêm contribuindo negativamente desde o 2º filme da série), que com poucos minutos de projeção já se mostra infantil (no pior sentido da palavra), apelando para diálogos de efeito que, por vezes, soam engraçados por sua falta de aprimoramento e tentativa de drama forçado (não, eu não fui ao cinema disposto a zombar, mas...); assim, é impossível realizar uma construção narrativa bem sucedida, e mesmo se tratando de uma “adaptação dos games”, a confecção de Resident Evil 5: Retribuição poderia ter se saído infinitamente melhor. O trabalho de Paul W. S. Anderson, também, fica muito aquém das expectativas, pois se nos longas anteriores da franquia ele inovava, agora, todavia, faz uso de tudo novamente, como, por exemplo, a utilização exagerada e repetitiva da câmera lenta -principalmente focalizando os belos rostos dos atores em momentos fora de contexto- e as mesmas lutas de sempre. Sem contar o notável aumento no número de clichês, antes “comuns”, desta vez se tornam gradativamente irritantes, especialmente nos momentos de ação intercalada com batalhas paralelas. E o que dizer do 3D? Bom, é um típico exemplo de “atirador de objetos na tela para assustar o público desprevenido”, não contribui, porém não atrapalha, aliás, pode até servir como distração alternativa num filme em que praticamente nada funciona, deixando muito a desejar. No final das contas, somente irá agradar os fãs incondicionais da franquia ou um telespectador gentil, mas aquele que preza por uma boa obra cinematográfica, e não só pelo “passatempo”, dificilmente irá chegar a uma conclusão de que Residente Evil 5: Retribuição resulta numa boa continuação para a digna franquia que, como já disse, deve acabar para o bem de todos, incluindo fãs e realizadores, para que, desta forma, não estrague aquilo que de bom uma vez já foi feito. *OBS: Talvez o melhor do filme seja a presença da bela Mila Jovovich, com seus exuberantes olhos brilhantes se esforçando muito para convencer num longa que não aspira grandeza maior do que faturar seus milhões. *OBS 2: No final, grandes portas são abertas para uma continuação da qual duvido muito que venha a valer a pena. Bom, esperemos e veremos o que o futuro nos aguarda. NOTA: 2 de 10.
  4. CONCORDO 100% COM A CRÍTICA DE PABLO VILLAÇA. Pois, para mim... Resultado de uma ideia grotesca e levemente interessante inspirada no livro homônimo de Seth Grahame e-Smith, o grande problema de “Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros” é possuir um roteiro pavorosamente ruim, eliminando, assim, todas as chances de êxito deste fracassado blockbuster. É notável a maneira como Tim Burton se encorajou a produzir este filme, mas pior ainda foi a escolha de seu diretor, pois Timur Bekmanbetov executa um trabalho absurdamente ridículo, montando seu filme de modo amador acerca de um roteiro que por si só não ajuda em nada, construindo, desta forma, uma narrativa medonhamente infantil (no sentido negativo da palavra), da qual não é capaz de desenvolver seu protagonista com eficácia e tampouco empolgar o mais disposto telespectador. Isto, sem contar, sua recriação exacerbada do século XIX. Depois da morte de sua mãe, causada por uma criatura sobrenatural, o jovem Abraham Lincoln (Benjamin Walker) passa a procurar vingança contra o assassino. Sua busca o leva a um mundo sombrio, no qual os vampiros usam escravos como alimento em seu império secreto localizado no sul dos Estados Unidos. Vendo que caçá-los apenas não é suficiente, Lincoln decide se tornar o líder da nação. Benjamin Walker (que possui uma pequena semelhança de aparência com Liam Nesson) não demonstra talento em momento algum e muito menos carisma, entretanto poderia ter seus pequenos lampejos de brilhantismo se não fossem as confecções incrivelmente exageradas e definitivamente mal feitas das sequências de ação (principalmente no clímax que ocorre em um trem em chamas), das quais passam a impressão de terem tido seus efeitos visuais desenvolvidos por adolescentes viciados em videogame (nada contra), mas isso é algo inaceitável se tratando de um longa com alto orçamento e produzido pelo visionário Tim Burton, que após o fraco “Sombras da Noite”, aparenta estar em declínio. Novamente voltando ao roteiro, é impressionante a forma com a qual o mesmo possui imensos furos, como, por exemplo, a história de amor entre Lincoln e a personagem Mary Todd Lincoln (Mary Elizabeth Winstead) que em momento algum é desenrolada de modo minimamente convincente, assim como a grande ascensão de Lincoln como caçador de vampiros a presidente, através de avanços cronológicos mal sucedidos que prejudicam a narrativa ainda mais, algo que, aliás, soa até engraçado ao percebermos que com um simples treinamento (vindo do personagem Henry Sturgess, interpretado pelo fraco Dominic Cooper) qualquer pessoa pode se tornar um exímio matador de feras sugadoras de almas. Ora, incompetência tem limite, não? Enfim, no final das contas “Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros” é um filme ruim em todos os sentidos e, certamente, já desponta como grande favorito ao indesejado prêmio de pior do ano. E só não merece nota ZERO pelo fato de surpreendentemente fazer o espectador rir em muitos momentos de tão infames que são, assim como a escolha (como se alguém tivesse dúvidas) de fazer uso do 3D como um brinquedinho juvenil para assustar a plateia que ,curiosamente ou não, parece se divertir. E, por favor, que venha logo a biografia “Lincoln” (de Steven Spielberg-2013) para salvar a reputação do presidente. Nota: 1,5 de 10. *OBS: A dúvida é: Será que vai fracassar no Brasil assim como nos EUA? Pois, na minha humilde opinião, este filme não é digno de sucesso...mas, já viu né.
  5. Sinopse: Pai e filho saem em uma expedição na África e descobrem uma espécie que pensavam ter sido extinta há 65 milhões de anos: dinossauros. Agora, com uma câmera na mão para documentar tudo, lutam para sobreviver. FICHA TÉCNICA Diretor: Sid Bennett Elenco: Natasha Loring, Matt Kane, Richard Dillane, Peter Brooke, Stephen Jennings Produção: Nick Hill Roteiro: Sid Bennett, Jay Basu Fotografia: Tom Pridham Trilha Sonora: Richard Blair-Oliphant Ano: 2012 País: Reino Unido Gênero: Aventura Cor: Colorido Distribuidora: PlayArte Estúdio: Moonlighting Films Classificação: 10 anos O estilo de filmagem Found footage é conhecido principalmente por sua primordial característica de tentar fazer o espectador realmente acreditar que aquilo que está vendo é um documentário. Eu, particularmente, sou fã deste modo diferente de “fazer cinema”, e sou também grande admirador de ótimos trabalhos feito de tal forma, como “Atividade Paranormal” (1, 2 e 3), “A Bruxa de Blair”, “Rec.”, o recente “Poder sem Limites” (para mim o melhor de todos no estilo “falso documentário”)... entre muitos outros; pois é interessante a forma com a qual uma simples câmera subjetiva pode passar a impressão de realidade e transmitir os maiores medos humanos de modo visceral e tenso. Entretanto tudo tem um lado negativo. Se por um lado o estilo de filmagem pode soar absolutamente mais “real”, por outro, pequenos erros e uma direção irregular podem transformar o trabalho em um gigantesco desastre. E, infelizmente, “Projeto Dinossauro” não convence nem um pouco os admiradores do gênero. Medíocre resultado de uma ideia interessante (em partes), o longa erra especialmente em não cumprir aquilo que se propôs a fazer: gerar tensão. E, para piorar, é fruto de uma direção desesperada tentando (como se as pessoas fossem idiotas) transmitir realidade através de cortes abruptos e constantes que nada acrescentam à narrativa (passando a mais nítida impressão de que eles não tinham ideia de como desenvolver sua premissa). Indícios de tais observações podem ser totalmente vistos logo no primeiro plano do filme, do qual apresenta letreiros dizendo: “O que vocês verão agora é uma união de vídeos encontrados que não foram editados de maneira alguma...e blá, blá, blá.” Ora, francamente. Pai e filho saem em uma expedição na África e descobrem uma espécie que pensavam ter sido extinta há 65 milhões de anos: dinossauros. Agora, com uma câmera na mão para documentar tudo, lutam para sobreviver. Tudo aquilo que poderia tornar “Projeto Dinossauro” em um bom filme é simplesmente jogado fora, pois o roteiro que Sid Bennett (diretor) tinha em mãos não ajuda em absolutamente nada em função do que poderia proporcionar dando lugar a um festival de previsibilidades e elementos narrativos assustadoramente infantis (no pior sentido da palavra) e irritantes. E quando vemos uma série de personagens serem mortos um a um, simplesmente damos risadas devido a uma construção dos mesmos fraquíssima, da qual definitivamente impossibilita o estabelecimento de quaisquer vínculos para com os exploradores, e muito pelo contrário, torcemos para que eles morram logo, pois sabemos que para o filme terminar todos teriam que morrer (clichê). Pode até parecer crueldade, mas é realmente uma luta assistir este “falso documentário” até o final. O fato é que “Projeto Dinossauro” se sairia infinitamente melhor se abrisse mão do estilo Found Footage (que aqui somente prejudica o desenrolar da trama), se fizesse melhor uso do ambiente natural que possui (é importante ressaltar que o trabalho de fotografia é bem feito –fazendo usos de diversas tecnologias- porém mereceria méritos se fosse usado em outro filme, pois aqui é danificado por uma montagem equivocada), e, acima de tudo, tivesse seu roteiro reescrito pelo menos umas 10 vezes, para assim, ao menos, prender a atenção do telespectador. No final das contas é decepcionante perceber que criaturas incríveis, como dinossauros, estão sendo usadas como um falso atrativo num filme em que tudo é inconvincente e totalmente mal feito, resultando em algo que não vale a pena assistir, pois nem ao menos diverte e tampouco... bom, já deu para entender. Na minha humildade opinião: Fujam! Nota: 2 de 10. Por Gustavo Oliveira.
  6. Dificilmente agradará os fãs da brilhante trilogia estrelada pelo ótimo Matt Damon. Se antes tudo era um grande feito de uma impecável adaptação da obra de Robert Ludlum, agora, porém, se trata de um roteiro original, mas nem por isso deixa de citar e fazer grandes referências ao lendário personagem Jason Bourne (Damon), algo que, por sinal, nada acrescenta ao filme, a propósito, somente o prejudica. Desta vez tentando transmitir uma linguagem tangencialmente diferente, o longa de Tony Gilroy erra logo em sua introdução, apresentando seu protagonista central Aaron Cross (Jeremy Renner) de maneira totalmente irregular, através de uma narrativa alternada da qual tem a intenção de nos familiarizar com o novo personagem acerca da trama, porém com muitos cortes abruptos passando a mais nítida impressão de um roteiro mal desenvolvido. O trio principal composto pelos talentosos Jeremy Renner e Bruce Norton e pela bela Rachel Weisz, não compromete o filme de maneira negativa, mas também não o torna especialmente memorável. O grande problema do filme, certamente, se dá por conta de o mesmo querer a todo o momento “comparar” Aaron Cross com Jason Bourne de uma maneira equivocada, desagradando todos os fãs da trilogia. Aaron Cross/Jeremy Renner é agente secreto do governo que se envolve em um programa de lavagem cerebral muito mais perigoso do que aquele pelo qual passou Jason Bourne, desencadeando situações que saem do controle. Com sua premissa apresentada, a trama de “O Legado Bourne” se demonstra absurdamente falha em sua construção, deixando muitos furos no roteiro e, de certa forma, imitando a trilogia original. O filme não é necessariamente empolgante, mas, felizmente, é contemplado por uma competente direção, construindo e efetuando ótimas sequências de ação (rodadas em IMAX), como, por exemplo, o grande clímax do filme e uma prolongada perseguição em uma casa que seria incendiada; [...]. Merece méritos, também, a bela fotografia de Robert Elswit, que se destaca em inúmeros momentos da projeção, que, aliás, vai aos poucos se tornando cansativa, capaz, até mesmo, de fazer qualquer admirador dos filmes protagonizados por Damon julgar esta quarta parte absolutamente desnecessária. (OBS: A conclusão que poderia almejar algo melhor ignora totalmente as soluções das pontas soltas do roteiro e, ao invés de fornecer explicações, prefere deixar as portas abertas para uma continuação da qual duvido muito que venha a sair do papel). O fato é que “O Legado Bourne” é um filme assistível (apesar de tudo) e ao mesmo tempo esquecível, no entanto fica infinitamente aquém das expectativas geradas pelos seus antecessores. Pode funcionar perfeitamente como filme de ação, mas nem de longe merece ter o sobrenome “Bourne” em seu título. Somente será apreciado se ignorarmos seu promissor potencial que não é cumprido. Decepção. Nota: 4 de 10. Por Gustavo Oliveira.
  7. Eu achei que o fínal do Bane foi "comum", até mesmo com uma alívio cômico. Mas concordo que poderia ser melhor...
  8. Para mim, o furo mais grave no roteiro de Nolan (uma vez que os outros são praticamente insignificantes) fora a mal explicação sobre como Bruce Wayne sai de outro lado do mundo sem um centavo qualquer e entra facilmente numa Ghotam totalmente vigiada por capangas do Bane??? Se alguém puder responder...Valeu, Abraços!!!
  9. Ótimo filme, com certeza o melhor de todos os tempos no estilo "falso documentário". É interessante também a abordagem do diretor ao tema de "super-herói", pois nesse filme o pequeno grupo de jovens que adquire poderes abruptadamente ,resolve ao invés de partirem em uma jornada milagrosa prendendo bandidos, salvando pessoas inocentes...etc., eles simplesmente resolvem desfrutar de seus incríveis poderes (ainda que sem responsabilidade e no único espírito de "curtição"); afinal, qual adolescente em sã consciência que, hipotéticamente, adquirisse super-poderes, faria o contrário do que eles fizeram??? Portanto, gostei muito do filme, embora o mesmo tenha uma reviravolta irregular no enredo no fínal, mas isso não tira os créditos da direção e do longa que, diferentemente de muitos outros, tentou ao máximo fugir dos irritantes clichês e, felizmente, conseguiu!!! -Recomendo!
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