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    primo reacted to Questão in Os Novos Titãs (DC Digital, 2018)   
    Vista a 2ª temporada de TITÃS

     
      Na trama, após ajudar a jovem Rachel (Teagan Croft), também conhecida como Ravena a salvar o mundo do demónio Trigon (Seamus Deaver), Dick Grayson (Brenton Thwaites) resolve reunir os jovens heróis envolvidos na crise de Trigon em uma nova equipe de Titãs. Retornando a Torre Titã em São Francisco, que foi o lar dos Titãs originais, Grayson começa a treinar a nova geração de Titãs, em uma equipe formada por Ravena, Garfield Logan, o Mutano (Ryan Potter), e Jason Todd (Curran Walters), que sucedeu Dick como o novo Robin. O retorno da equipe, entretanto, traz a volta de um antigo e mortal inimigo, Slade Wilson; o Exterminador (Esai Morales), grande responsável pelo fim dos Titãs originais. O ressurgimento do vilão faz com que os titãs originais Rapina (Alan Richardson), Columba (Minka Kelly) e Moça Maravilha (Conor Leslie) também voltem a ativa, mas se quiserem sobreviver ao Exterminador, as duas gerações de Titãs precisam encarar os pecados e fantasmas de seu passado.
      TITÃS foi a primeira série do DC UNIVERSE ONLINE, serviço de Streaming da DC lançado no ano passado. Todos anteciparam uma bomba quando a série foi anunciada devido as imagens promocionais e trailers de qualidade bem duvidosa, mas após o fim da primeira temporada, o programa mostrou ter ótimas qualidades, ao trazer personagens com dramas relativamente complexos, e uma estética que era sombria, mas sem se envergonhar de abraçar o cartunesco dos quadrinhos. Entretanto, a série tinha muitos problemas também, e quando escrevi a resenha da primeira temporada aqui neste tópico, disse que a série havia provado que podia ser interessante, mas que em sua segunda temporada, sem a "vantagem" das baixíssimas expectativas, eu não estava esperando mais uma bomba, o que tornaria o nível de exigência consideravelmente mais alto. Essas exigências triplicaram após a mesma DC UNIVERSE ONLINE, apresentar a série derivada desta aqui, PATRULHA DO DESTINO, que se mostrou não apenas uma brilhante série de super heróis, mas uma excelente série independente do género, desconstruindo de maneira inteligente o subgénero super herói (sendo a primeira em um ano que ainda traria THE BOYS e WATCHMEN). A mesma DC UNIVERSE também trouxe a elogiada MONSTRO DO PÂNTANO (que não assisti) que acabou cancelada após uma única temporada por uma falha bizarra de produção. Ou seja, ainda que a proposta de TITÃS fosse obviamente mais tradicional dentro do subgénero, a barra das outras produções de Streaming da DC foi deixada muito alta, deixando a série do (ex) Robin na responsa para manter o alto nível de suas colegas. Infelizmente, ainda que corrija muitos dos erros de sua temporada de estreia, TITÃS comete muitos erros novos, entregando uma temporada que ainda que tenha os seus momentos (e que consegue ter algum senso de conclusão, diferente da anterior) soa inchada e sem foco, com as suas recompensas emocionais soando terrivelmente artificiais. 
      De fato, a temporada começa de forma estranha, com o primeiro episódio "Trigon" funcionando como um apressado e anticlimatico fecho da temporada anterior, com os roteiristas se livrando de um plot que dentro de sua visão, não deu muito certo. É a partir de seu segundo episódio, quando os Titãs se estabelecem na Torre em São Francisco (que não é em forma de T) que a temporada encontra os seus melhores momentos, ao adotar uma atmosfera mais leve, mas que também trabalha a tensão entre as duas gerações de Titãs pelos veteranos alienarem os novatos. A forma como a trama vai construindo a ameaça de Slade Wilson nesta metade inicial é interessante, por deixar muito claro para o publico e para os personagens o tipo de ameaça representada pelo assassino, muito bem defendido por Esai Morales. A trama tem foco nesta metade inicial da temporada; ao tratar da vingança de Slade contra os titãs, um plot que por si só já é interessante por mostrar a nova geração de heróis sofrendo as consequências pelos atos de seus veteranos.
      Ainda assim, já começa a se perceber aqui alguns dos problemas que arruinariam a segunda metade da temporada. Primeiro, que TITÃS se torna aquelas séries onde temos um bando de personagens convivendo em um local, que lidam com crises, mas que não se comunicam sem nenhum bom motivo, ou pior, por motivos absolutamente imbecis, como a relutância de Ravena em contar que está perdendo o controle de seus poderes para não magoar Dick (que decididamente fica muito mais magoado quando ela quase mata uma colega de equipe). O segundo problema é o excesso de personagens. Tinhamos basicamente o mesmo numero na temporada anterior, mas ela não tinha esse problema, pois ao se estabelecer como um road movie (no caso, Road Series) a primeira temporada estabelecia personagens como Rapina, Columba e a Moça Maravilha como participações especiais que serviam para dar background ao quarteto principal de protagonistas. Mas ao duplicar o numero de protagonistas, a série simplesmente acaba esquecendo de trabalhar muitos deles, como é o caso de Mutano, reduzido a porteiro da Torre por boa parte da temporada, ou da própria dupla Rapina e Columba. Não contente, a série continua a inserir novos personagens, como é o caso de Rose Wilson (Chelsea Zhang), a filha do Exterminador, que se junta a equipe no segundo episódio sem possuir grande importância além de se envolver em um romance bem artificial com Jason Todd, e o Superboy (Joshua Orpin), que ainda que protagonize um dos melhores episódios da temporada (talvez o melhor) soa terrivelmente deslocado dentro da série. O mesmo pode ser dito da Estelar (Anna Diop) que sai e entra da equipe a esmo, protagonizando uma subtrama que só ganhara espaço na já confirmada terceira temporada, mas que no contexto da temporada atual, poderia simplesmente não existir.
      Mas a temporada começa a desandar a partir de sua segunda metade. A partir da introdução do Superboy e de Kripto, o Supercão (não mais um cão alienígena, mas sim uma experiência com o DNA kriptoniano) a série introduz a organização Cadmus, representada pela figura de Mercy Graves (Natalie Gumede), sempre respondendo a figura invisível de Lex Luthor. A trama do Cadmus é muito interessante por si só, mas surge de forma atravessada no meio da temporada, e passa a brigar por espaço com a trama do Exterminador, criando uma confusão narrativa, já que os dois plots simplesmente não se comunicam em nível algum. Mas esse não é o maior problema. Ao causar um rompimento dos Titãs, não uma, mas duas vezes (primeiro em um episódio de Flashback com os titãs originais, e depois com a nova equipe) os roteiros tiram qualquer impacto que tal separação poderia causar. Não bastando acabar com a credibilidade do grupo como uma equipe, já que eles ficam de beicinho indo cada um para um lado na primeira dificuldade, mas também torna o desenvolvimento dos personagens truncado e pouco natural, já que numa série com tantos personagens, isola-los para desenvolve-los ao invés de trabalhar em núcleos é simplesmente uma estupidez. O maior exemplo, esta, é claro, em seu inegável protagonista, Dick Grayson, cuja jornada para se transformar no herói Asa Noturna o leva a cenários verdadeiramente estúpidos, como ir para a cadeia de caso pensado como forma de purgatório ao agredir policiais federais (acusação que naturalmente desaparece quando a série precisa). O problema nesse desenvolvimento é que Grayson tem umas três ou quatro catarses ao longo da temporada que parecem, irão levar o seu personagem a algum lugar, mas que não levam a lugar algum (quando não o fazem dar passos para trás), o que se repete com muitos dos personagens. Depois de duas temporadas, Mutano continua sendo capaz de se transformar só em um tigre, e Ravena e Estelar continuam tendo problemas para controlar os seus poderes, tal como no começo da série.
      Toda essa confusão nitidamente leva a um final terrivelmente frustrante na Season Finale naturalmente chamada de "Nightwing". Tendo deixado para resolver todos os seus principais conflitos de ultima hora, o impacto emocional que uma série de eventos como o retorno de um personagem. a mudança de lado de outro, e a morte de um dos protagonistas vão ocorrendo sem que tenhamos tempo de sentir a emoção por trás de qualquer um desses eventos, por que eles vão se atropelando. Vemos os personagens dizendo repetidamente como os Titãs são uma família e tudo, mas esse senso nunca foi construído ao longo dos treze episódios. Os titãs se reúnem com a mesma facilidade com que se separam, então todo o discurso sobre a equipe ser uma família não soa apenas meloso, mas também hipócrita. Falei muito de roteiro, mas TITÃS também não é uma série com grande direção, embora alguns episódios acabem se sobressaindo sobre outros, como é o caso de ELKO, que ainda que tenha algumas falhas de roteiro é muito bem dirigido, com destaque para uma sequência de luta de Grayson com uma alucinação de Bruce Wayne (Iain Glein), ou o brutal ataque de um Mutano sob efeito de lavagem cerebral a uma cientista do Cadmus
      Agora que bati bastante, posso apontar que a série ainda tem as suas virtudes. Episódios como "Rose" e "Aqualad" que apostam em uma atmosfera mais leve, mostrando que antes de serem super heróis, os Titãs são um grupo de amigos (e adolescentes em alguns casos) funcionam por explorar a humanidade dos personagens nos detalhes, vide o momento em que Dick resolve ligar para o Batman só para pedir alguns conselhos sobre lidar com adolescentes problemáticos. É um momento pequeno, mas humaniza os personagens, não são só Batman e Robin, é um filho ligando pro pai pedir um conselho. Ao mesmo tempo, ainda que totalmente deslocado (uma falha comum em TITÃS) "Conner" se mostrou uma excelente história de origem de super herói ao acompanharmos literalmente os primeiros dias de vida do Superboy, que ao ser criado a partir do DNA tanto do Superman quanto de Lex Luthor, gera uma metáfora interessante para o heroísmo presente não apenas em fazer o bem, mas no valor de reconhecer a existência de um lado sombrio, e conviver com este lado sem deixar que ele o domine, enquanto "Bruce Wayne" se mostrou uma jornada interessante nas inseguranças de Dick Grayson e em sua relação com Bruce Wayne, quando chegamos naquele momento da vida em que olhamos para os nossos pais e decidimos onde queremos ser como eles, e onde não queremos (aqui devia ter se encerrado a jornada de Dick ao Asa Noturna, ao invés de arrastar isso por mais seis episódios). Tecnicamente, a série evoluiu bastante também, com efeitos especiais que não gritam "After Effect" na nossa cara, e mesmo um trabalho visual mais interessante, com uma fotografia mais diversificada, ótimos uniformes (o traje de Asa Noturna é um trunfo), e a maior vitória, uma Estelar cujo cabelo não parece uma peruca.
    Vale destacar que a série tem um bom elenco. Brenton Thwaites consegue nos vender os conflitos de Dick Grayson de forma bastante competente, mesmo quando o texto não ajuda, conseguindo transitar muito bem entre os momentos mais sombrios de Dick , com a sua veia mais leve e esperançosa que o impede de se tornar como o seu mentor. Curran Walters, por sua vez, interpreta Jason Todd com toda a fúria e petulância tão característica do segundo Robin, mas faz algo que os quadrinhos nunca conseguiram fazer pelo personagem, que é conceder a ele uma vulnerabilidade emocional que o torna relacionável, algo que acho que vem muito mais do talento do ator do que do texto e que (quase) nos faz desejar que esse garoto quebrado não tenha um encontro com um certo palhaço e seu pé de cabra. Em seu trabalho de estreia, Joshua Orpin dá uma complexidade cativante ao seu Superboy, que basicamente tem a mentalidade de uma criança de oito anos em um corpo de um jovem de 17 super poderoso. Orpin concede a este clone do Superman uma inocência que ora é cativante, ora ameaçadora, vide o seu encontro com Lionel Luthor (Peter Macneill). Falando dos veteranos, Esai Morales concede uma frieza assustadora para o seu Slade Wilson, ao mesmo tempo em que sua imponência física em cena constrói Slade como uma figura sempre ameaçadora, mesmo quando em tese, não está ameaçando ninguém.
      Embora tenha muito menos espaço aqui do que na temporada anterior, (e seu plot seja absolutamente descartável) Anna Diop surge muito mais a vontade no papel de Estelar agora que sua personagem sabe quem é. Curiosamente, são nas cenas de natureza mais cómica que Diop acaba brilhando mais, vide a cena em que desabafa com uma transa casual, que acaba sendo coincidentemente um terapeuta. Por fim, preciso falar de Iain Glein. Tendo causado bastante estranheza quando foi anunciado como Bruce Wayne (com muitos dizendo que ele seria mais adequado para o papel de Alfred, ) Glein faz uma leitura bastante particular do Batman (que nunca aparece uniformizado), mas que super funciona. Wayne surge aqui como uma figura sarcástica e uma figura paterna distante e dura, cuja natureza sombria está muito mais nas entrelinhas do que exposta para todos verem. O ator se diverte muito ao explorar diferentes facetas do bilionário,  utilizando elementos tão dispares quanto o Batman da série de 66 e o Batman de Frank Miller para criar uma versão única do cavaleiro das trevas, que se manifesta principalmente através das alucinações de Dick Grayson, que inclui não só uma ótima sequência de luta já citada, onde Glein mostra que tem sim idade pra lidar com as cenas de ação se precisar, mas uma bizarra e divertidissima versão do Batusi, imortalizado por Adam West. Decididamente não é o que a maioria espera de um Bruce Wayne mais velho, mas gostei de ver uma versão um pouco menos sisuda do personagem, que não tem medo de brincar com o camp (o contexto das alucinações permite isso) mas que ainda mantém o mistério e uma certa obscuridade que o personagem precisa.
     Ainda que tenha seus acertos, não dá pra dizer que o saldo final desta segunda temporada de TITÃS foi positivo. Tivemos aqui uma temporada mal planejada, com excesso de personagens, e plots e subplots que não conversavam entre si. Não é intragável, mas fica longe de ser bom. É uma pena, pois se percebe muito potencial ao longo da série, mas ela nunca chega lá. Você levar treze episódios (em uma série que já está em sua segunda temporada) pra fazer uma equipe se comportar como tal é muito difícil de comprar, especialmente quando os conflitos entre os membros são construídos de forma tão pouco credível. O final da temporada encerra um arco iniciado lá na primeira temporada, já que finalmente Grayson se tornou o Asa Noturna, se tornando independente de seu mentor (ele paga a Torre Titã, mas deixa quieto) e os Titãs enfim parecem articulados como uma equipe, então há um quadro limpo para a já confirmada terceira temporada. Talvez eu assista? Talvez. Mas nesse ritmo, dificilmente recomendo pra alguém. Ainda bem que a DC UNIVERSE tem a Patrulha do Destino pra lhe conferir alguma credibilidade.
     
    PS: há uma cena pós crédito que estabelece a ameaça da 3ª temporada, dando alguma razão ao plot vivido pela estelar nessa segunda leva de episódios.
     
     
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    primo got a reaction from Gustavo Adler in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    Apesar desse deslize (muitas aspas) soar como dispensável, pelo menos pra mim.
    A impressão é de que alguns realizadores não encontraram a equalização, e não vejo problema em tentar encontrar, como um exercício mesmo de cada diretor. Temos exemplos recentes de filme desse meio que soube dosar ainda mais. Coringa consegue, sim, bastante. Não considero que os poucos exemplos ali sejam necessariamente parte nesse tipo de filme. Talvez seja até fruto de um receio, uma visão do realizador sobre o público. Não sou contra a cautela, mas me parece que passa do ponto.
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    primo got a reaction from Big One in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    boa, Big One! legal isso aí
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    primo got a reaction from Jailcante in Superman - O Homem de Aço 2 (20??)   
    ele virá, mas é para o Brasil. heheh
    Disney confirmou agora o cabra para a primeira semana de dezembro, durante a CCXP, no São Paulo Expo.
    Os ingressos estão esgotados para os dias de evento.
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    primo got a reaction from Jailcante in Superman - O Homem de Aço 2 (20??)   
    Cavill em entrevista ao Men’s Health:
    “A capa está no armário. Ainda é minha. Não vou deixar o papel. Ainda há muita coisa que preciso fazer com Superman, muitas histórias para contar".
     
    "Muitos elementos profundos e verdadeiros que quero explorar com esse personagem. Quero que reflita os quadrinhos. É algo muito importante para mim. Preciso fazer justiça ao Superman. O atual status é: Vocês vão ver.”
    Por enquanto, Cavill está ocupado interpretando o bruxeiro Geralt de Rívia na série "The Witcher", que está prevista para
    estrear no dia 20 de dezembro, no Netflix. A segunda temporada já foi confirmada.
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    primo got a reaction from Big One in The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)   
    The Batman | Matt Reeves confirma Andy Serkis como Alfred Pennyworth

    Diretor confirmou em suas redes sociais os rumores 
    Andy Serkis será Alfred Pennyworth em "The Batman". O diretor Matt Reeves usou suas redes sociais para confirmar a escalação do ator como o fiel mordomo de Bruce Wayne. 
    "E lá vem o Alfred!", ele escreveu, junto a um gif do ator.
     
  7. Thanks
    primo got a reaction from Big One in Os Vingadores 4: End Game   
    acredito que o Moore está indo além. Concordando ou não com o modo Trump de fazer "política", há no depoimento dele uma avaliação que vai muito além da pauta Scorsese.

    EM um primeiro momento, pode ser que os colegas possam sentir seus personagens atacados, suas preferências de entretenimento etc. Mas não precisa ser essa interpretação. Capitão América, Superman etc. O patriotismo relacionado originalmente a esses caras, bem como a relação dinheiro / poder bélico / inteligência / proteção em figuras como Bruce Wayne e Tony Stark não estão sendo exaltadas por acaso. Conversar sobre isso ou fazer uma leitura mais profunda de tudo isso pode ser uma boa neste nosso momento histórico.
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    primo got a reaction from Big One in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    A mesma informações com outros detalhes:

    "Coringa" se tornou nesta semana o filme baseado em HQ mais lucrativo de todos os tempos, considerando a relação entre orçamento e lucro, segundo a Forbes. O marco de US$ 957 mi na bilheteria atingido esta semana é 15.3 vezes o custo do filme, de US$ 62.5 mi, de acordo com a revista. A Forbes não considera os valores de marketing e exibição. 
    Seguindo esse critério, superou o marco de "O Máscara", comédia com Jim Carrey que fez US$ 351 mi com orçamento de US$ 23 mi, até então o mais lucrativo. Na mesma lista estão "Venom" (854 mi com orçamento 90 mi), "Batman" (411 e orçamento 35), "Deadpool" (783 / 58) e "As tartarugas ninja" (200 / 13.5).
    A Forbes prevê que, ao ultrapassar US$ 1 bilhão, o que deve acontecer nas próximas semanas, será o filme mais barato a atingir o marco, logo acima de "Jurassic Park", que superou o bilhão com custo de US$ 63 mi. 
  9. Haha
    primo got a reaction from Jorge Soto in Lanterna Verde   
    eita
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    primo got a reaction from Questão in Superman and Lois (CW)   
    não tenho acompanhado o Arrowverse, até pra evitar a fadiga heheh
    mas achei interessante isso aí..
     pela referência à fase atual do casal nos quadrinhos, que é MUITO boa. Por lá, o trio Lois, Clark e o filho Jon são os únicos daquela terra "original" pós crise.. Daí precisam se adaptar ao novo lar, longe de todos que eles conheciam.
     
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    primo reacted to Big One in Os Vingadores 4: End Game   
    O Meirelles só falou que.nao gosta de filmes de heróis. Só isso. Está no direito. Agora todo entrevistador vai fazer essa pergunta por um bom tempo. "o que vc achou das declarações do Scorsese e Coppola?"
     
    Vai ser legal esse episódio dos Simpsons hein. O Thanos ficou muita bom. 
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    primo got a reaction from Big One in Watchmen - série de TV   
    Série tem a maior estreia da HBO desde de "Westworld"
    Mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram ao primeiro episódio da série que continua a história da DC
    "Watchmen" teve a melhor estreia para uma série da HBO desde "Westworld". De acordo com o The Wrap, mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram ao primeiro episódio do seriado através do canal de TV e das plataformas digitais da emissora, como HBO Now e HBO GO.
    A primeira exibição de "It's Summer and we're running out of ice" na TV foi assistida por 800 mil pessoas, números que conferem a "Watchmen" a maior audiência do ano para uma estreia em canal fechado.
    :::
    Portal conta o que ocorreu com os personagens no período
    entre a HQ e a série: https://www.hbo.com/peteypedia
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    primo reacted to Gust84 in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    Eu vou te falar que eu havia gostado da concepção de um coringa GANGSTA.
    A idéia era boa e inovadora. Mas a realização não deu muito certo né. O filme inteiro do esquadrão é uma derrota.
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    primo reacted to Gust84 in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    Gostei Muito dos paralelos que você colocou,  e também havia reparado. 
    O tal didatismo também pesa a mão em alguns momentos. 
    Confesso que fiquei com vergonha de parecer chato sobre o "movimento" se formar tão facilmente também e por isso não levantei a bola, mas concordo em número gênero e grau. 
    Ainda assim tem muito mais acertos que erros. 
  15. Like
    primo got a reaction from Questão in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    tem spoiler
    Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho.
    Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom.
    A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo.
    Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério?
    O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis.
    Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt.
    A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro.
    Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
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    primo got a reaction from Gust84 in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    tem spoiler
    Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho.
    Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom.
    A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo.
    Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério?
    O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis.
    Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt.
    A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro.
    Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
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    primo got a reaction from Big One in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    tem spoiler
    Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho.
    Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom.
    A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo.
    Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério?
    O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis.
    Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt.
    A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro.
    Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
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    primo got a reaction from Jailcante in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    off
    Durante a festa de lançamento da décima temporada da série "The walking dead", o ator Jeffrey Dean Morgan, que é grande fã de quadrinhos e da DC, confessou que ainda deseja viver o Batman alternativo de "Ponto de ignição" e que está apenas esperando um chamado:
    “Olha, eu não sei, quer dizer, se houver alguma chance de me chamarem, eu diria que sim. Eu acho que 'Ponto de ignição' é minha história preferida. Eu iria amar fazê-la. Mas sabe como é, a DC é a DC, e eles estão em uma constante… parece que eles estão sempre mudando quem manda por lá e o que eles vão fazer. Então, com sorte, o que eu gostaria de ver é um pouco de continuidade na DC, que eles se endireitassem, e aí, cara, eu ficaria honrado e iria amar fazer isso mais do que qualquer coisa”.
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    primo got a reaction from Jailcante in The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)   
    é que todo herói tem
    seu arqui inimigo heheh

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    primo got a reaction from Jorge Soto in The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)   
    é que todo herói tem
    seu arqui inimigo heheh

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    primo got a reaction from Gustavo Adler in Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)   
    Vou chutar aqui uma hipótese, mas lembro que o diretor disse algo na mesma direção:
    tem quem assistiu ao primeiro "Tropa de elite" e comprendeu a crítica ao arquétipo. Tem quem saiu se identificando.
    E isso pode ser bom. Essa dupla visão. Mas, no caso de "Coringa", parece muito que o espectador que se pegar torcendo (eu vou torcer no início, certeza) chegará em um ponto em que isso é impraticável. Quando as cortinas se abrirem, digamos... não será mais possível torcer,  pelo menos pra maioria. E parece que isso é proposital. 
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    primo reacted to Questão in Superman - O Homem de Aço 2 (20??)   
    Não sei se é por ai. Como você disse, o Flash e o Arqueiro, que são os principais heróis do Arrowverse estão no mesmo universo. Eles colocaram a Supergirl em outro universo por que ela nem sempre foi da CW (a primeira temporada passou na CBS, que cancelou a série, e dai a CW pegou pra ela). Tanto que eu me pergunto se vai acontecer nessa adaptação de CRISE NAS INFINITAS TERRAS a mesma coisa que aconteceu no material original, onde ao fim da história, todas as diferentes realidades acabam virando uma só (o objetivo da história original era esse, já que a DC achou que ter trocentos universos havia se tornado confuso demais).
     No mais, acho que funciona o esquema de manterem alguns heróis em realidades diferentes, mas não acho que foi por isso que o universo compartilhado da DC/CW funcionou. Acho que funcionou pelo mesmo motivo que o MCU funcionou no cinema, existe um planejamento e preocupação com coesão desse universo de modo a fazer com que essas séries funcionem juntas. Ter alguns heróis em realidades diferentes é o de menos.
    Já o universo compartilhado do Snyder deu errado não por que seguiu o modelo da Marvel de botar todos no mesmo universo, mas sim por uma falta de coesão. Basta perceber o quanto as visões do Snyder e da Patty Jenkins para Mulher Maravilha eram muito diferentes. Não tinha uma coesão para se criar um universo compartilhado. Fora que a progressão dramática de filme pra filme não funcionava, coisa que o MCU deu aula, e mesmo a CW (apesar de todos os meus problemas com as formas como eles contam as suas histórias) também soube fazer melhor.
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    primo got a reaction from Big One in Watchmen - série de TV   
    primeiro cartaz

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    primo reacted to Questão in Marighella   
    Trailer
     
     
     
    Curioso pra ver a estréia do Moura na direção
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