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Sony lança TVs de retroprojeção no Brasil

sony-kfe50a10.jpgA fabricante Sony está lançando dois novos modelos de TVs de projeção no Brasil. Como modelos de 42 e 50 polegadas, a linha Grand Wega usará a com tecnologia 3LCD. Esse sistema separa as cores primárias (verde, vermelho e azul) em três painéis de LCD, para depois convergi-las simultaneamente em um prisma, projetando em seguida a imagem já formada na tela. Com os lançamentos, a meta da empresa é alcançar uma fatia de pelo menos 20% do mercado. Além de mostrarem imagens em alta definição, os novos modelos têm um ângulo de visualização maior do que as TVs de retroprojeção normalmente encontradas no mercado, e que exigem que o usuário se posicione bem em frente ao aparelho para apreciar as imagens.


"O Brasil é um mercado em franco crescimento, quando falamos em tecnologias diferenciadas para TVs. O consumidor brasileiro sempre nos solicita produtos de alta tecnologia, iguais aos comercializados no exterior. Mais uma vez buscamos atender às expectativas deste público.", afirma o presidente da Sony, Minoru Itaya. Muito mais fina do que uma TV de projeção convencional e com design estilizado, a linha Grand Wega chega ao País com modelos de 42 e 50 polegadas.


Ambos os modelos KF-E42A10 e KF-E50A10 oferecem diversas funções, tais como os sistemas "Cinema Black Pro", que controla automaticamente o brilho e o nível de contraste, tornando-os mais próximos da imagem real, e o "Wega Engine", tecnologia que proporciona uma melhora significativa em termos de nitidez, brilho e resolução, entre outras qualidades. Com display de alta definição WXGA, os novos Grand Wega contam também com a função Wega Gate - novo menu de fácil navegação semelhante ao utilizado em computadores.


Ambos os modelos apresentam baixo consumo de energia, efeitos de som SRS TruSurround XT e um circuito BBE digital de áudio. Trazem ainda entradas para PC, 3 entradas Vídeo Componente de alta definição, HDMI, S-Vídeo e 3 AV. A Grand Wega de 50 polegadas estará disponível ao consumidor em novembro pelo preço sugerido de R$ 12.999,00 e o modelo de 42 polegadas, em janeiro de 2006, por um valor médio de R$ 9.999,00.

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Sony testa seu DVD Blu-Ray com As Panteras: Detonando

Por Marcelo Hessel
25/11/2005

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teaser_posterp.jpgA arena está preparada para a briga entre os formatos de DVD em alta definição. Reprisando o embate entre VHS e Betamax nos anos 80, dois grandes consórcios disputam qual terá o controle do mercado da próxima geração: o HD-DVD encabeçado pela Toshiba/NEC ou o Blu-Ray liderado pela Sony.

Há duas décadas, a Sony viu seu Betamax ser dizimado sem misericórdia. Agora, adianta-se para ganhar terreno com o disco lido com raio de luz azul, mais fino que o tradicional laser vermelho. Na última sexta-feira, o presidente da Sony Pictures Home Entertainment, Benjamin S. Feingold, anunciou que a produção do primeiro filme em longa-metragem em Blu-ray Disc (BD) havia sido finalizada com sucesso.

As Panteras: Detonando foi comprimido em MPEG2 de alta definição (1920x1080 pixels) pelo Digital Authoring Center da Sony (DAC) e enviado às companhias de hardware, que desenvolvem o leitor de BD, para novos testes de execução do DVD. Menus animados, som e imagem cristalinos são as promessas, ao lado da capacidade de armazenamento do Blu-Ray: mínimo de 25Gb (duas horas de conteúdo em alta definição) e máximo, já em testes, de 100Gb por disco.

Agora, cá entre nós... Poderiam ter escolhido um filme melhorzinho, né

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Quer dizer que a nossa coleção de DVDs já está ultrapassada???

Acho que com uma resolução dessas, o problema nem vai ser o player ou a mídia (cujos preços tendem a cair rapidamente), mas a TV (HDTV) ou o monitor, que devem ser incompráveis (a curto prazo). Acho que os DVDs ainda têm fôlego, pois são baratos (comparativamente) e estão super difundidos. A grande maioria dos cinéfilos não conseguiu ainda substituir seus filmes em VHS...

Pensando em termos macro, todas as mídias magneto-óticas devem, cedo ou tarde, sucumbir à irreversível tendência das transmissões via Internet. Quando for vencida a barreira da velocidade da transmissão de dados, será comum termos em casa um transceptor ligado à TV. Daí poderemos navegar pela rede e assistir por streaming qualquer evento desejado, na hora que quisermos. Nossas coleções de filmes provavelmente ficarão guardadas em algum HD (no transceptor), ou em discos virtuais - ou nem precisaremos ter coleções, já que os filmes poderão ser acessados e assistidos na hora...

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Ipod a nova febre, você já escolheu o seu? Vá nesse link e veja a avaliação de alguns dos mais cobiçados aparelhinhos do mercado:

http://revistahometheater.uol.com.br/2003ti/home/default.asp ?titulo=Testes&staticpage=yes

Se o link abrir direto no site vá em home e click no artigo correspondente.

Nacka38699.4785763889

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Não se trata necessariamente de equipamentos, mas é interessante:

Serviço online colocará clássicos da TV no PC

Por Saul Hansell, do New York Times


general_lee.gifProcurando por "O Fugitivo"? Não assistiu todas as temporadas de "Uma família do barulho"? Gostaria de assistir de novo a séries como “Kung-Fu” ou “Os Gatões”?


Pois a Warner Brothers está preparando um grande serviço pela Internet que permitirá aos fãs assistir a episódios completos de mais de 100 antigos seriados da TV. O serviço, chamado In2TV, será gratuito, funcionando à base de anúncios e começará a funcionar no próximo ano. Mais de 4800 episódios serão disponibilizados já em 2006.


Isto dará à Warner uma forma de extrair resultado de um grande acerco de programação que não está sendo largamente distribuído. Programas na In2TV terão um ou dois minutos de comerciais para cada episódio de meia hora, comparado com oito minutos e uma transmissão convencional. A diferença é que os comerciais na Internet não podem ser pulados.


A America Online, que está fazendo grandes investimentos em vídeo online, distribuirá o serviço em seu portal. Ambas as empresas pertencem ao grupo Time Warner. Uma versão aprimorada do serviço usará tecnologias peer-to-peer (de compartilhamento de arquivos) para entregar os episódios aos espectadores.


A Warner, com mais de 800 séries em seu acervo, quer usar a Web para chegar ao público em vez de depender das redes locais de cabo e estações de TV


"Olhamos para a ascensão da Internet de banda larga e dissemos: vamos tentar ser a primeira a criar uma rede que abra uma nova janela de distribuição para nós em vez de mendigar espaço nas grandes redes”, disse Eric Frankel, presidente da divisão de vídeo doméstico da Warner Brothers.


A oferta da Warner surge em um momento em que os produtores de TV e redes estão explorando novas formas de usar a tecnologia digital para distribuir programas.


Muitos dos movimentos recentes incluem taxas de acesso. A ABC começou a vender episódios de alguns programas para download no iPods que toca vídeos por US$ 1,99. E a NBC e CBS anunciaram na semana passada que eles venderiam reprises de seus seriados por 99 centavos de dólar por episódio por serviços de vídeo sob demanda (os programas da ABC para iPods não tem comerciais).


“Eles estão aproveitando o momento, colocando o conteúdo lá e procurando uma forma de ganhar dinheiro com isso”, disse Peter Storck, presidente da empresa de pesquisas Points North Group, sobre os experimentos destas empresas de mídia. Programas na In2TV vão variar de séries recentemente canceladas como "La Femme Nikita" a clássicos como "Maverick", "Mulher Maravilha " e "Babylon 5."


A companhia oferecerá uma seleção variada de várias centenas de episódios a cada mês, em vez de prover acesso contínuo em todos os episódios de uma série, evitando canibalizar vendas potenciais de DVDs destas séries. E, no futuro, a Warner negocia com redes de cabo para reprisar os programas mais populares.


Para a AOL, o In2TV é parte de uma estratégia maior para criar uma série de ofertas de vídeo para atrair usuários para seu portal AOL.com, que já oferece notícias e programas esportivos da CBS News, ABC e CNN.


Ao mesmo tempo, está criando programação voltada para jovens e mulheres, incluindo o reality show online chamado "The Biz", em que os competidores tentam conseguir um cargo de produtor musical no Warner Music Group.


No próximo mês, a AOL lançará o TMZ, um serviço de notícias de entretenimento, em uma joint venture com a Telepictures Productions, outra divisão da Warner Brothers. TMZ, batizado em função de uma área de 30 milhas ao redor de Hollywood e que é mencionado em alguns contratos de sindicatos de produtores de cinema, trará fofocas e notícias sobre celebridades. Será dirigido por Harvey Levin, produtor de "Celebrity Justice," um programa sobre problemas legais de figuras do show bizz, cancelado pela Telepictures neste ano.


TMZ e muito do esforço da AOL tem focado em pequenos segmentos de vídeo, refletindo a visão convencional de que os usuários da Internet não devem gostar de ver vídeos longos na telinha de um computador. Em uma pesquisa recente conduzida pelo Points North Group, em 1098 usuários da Internet, 28% disseram que queriam assistir programas de TV em seus PCs ou laptops. Shows completos no serviço In2TV vêm atender a essa demanda, à medida em que mais pessoas ligam seus computadores pessoais a aparelhos de TV. A AOL oferecerá uma versão do serviço para ser assistida em TVs conectadas a um PC com o Windows Media Center, e está procurando fazer um acordo similar para atingir usuários de gravadores de vídeo TiVo.


Para aqueles que querem assistir aos programas em uma ela grande, a AOL está lançando uma tecnologia opcional que, alega a empresa, produzirá uma imagem com qualidade de DVD. Mesmo com uma conexão de banda larga, a maioria dos vídeos parece granulada na tela do computador, imagine então em uma grande TV. A nova opção, chamada AOL Hi-Q, vai requerer o download de um software especial e o programa pode não começar por vários minutos, dependendo da velocidade de conexão do usuário.


Mas há um detalhe: para usar a tecnologia, os usuários terão de concordar em participar de uma rede de troca de arquivos. Esta estratégia ajudará a AOL a reduzir os custos de distribuição de arquivos ao fazer com que usuários troquem partes destes arquivos entre si. A AOL diz que uma vez que ela irá controlar a rede, pode proteger os usuários de toda sorte de vírus e spyware que infectam outras redes peer-to-peer.


A AOL está usando a tecnologia de uma empresa chamada Kontiki, uma empresa do Vale do Silício que está provendo um sistema similar para o serviço de vídeo online da BBC.


A Warner também está acrescentando recursos interativos para usuários que não querem ver episódios inteiros. Cada mês, haverá versões de um ou dois minutos dos episódios inteiros, incluindo cenas engraçadas ou trechos mostrando atores famosos em seriados de TV(Leonardo DiCaprio, por exemplo, participou do seriado "Growing Pains" em 1987) e que poderão ser enviados por e-mail para amigos ou eventualmente oferecidos em celulares.


Outros programas serão acompanhados de recursos interativos e que poderão ser mostrados lado a lado com o vídeo, como curiosidades e games relacionados aos seriados. Um recurso permitirá as usuários fazer o upload de uma foto deles, colocando roupas e cabelos dos anos 70, e então enviar fotos para os amigos por e-mail.


"Esse é um grande material e os fãs vão adorar o serviço”, complementa Storck, do Points North Group.

FONTE: REVISTA HOME THEATER

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Sony testa seu DVD Blu-Ray com As Panteras: Detonando

Por Marcelo Hessel
25/11/2005

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teaser_posterp.jpgA arena está preparada para a briga entre os formatos de DVD em alta definição. Reprisando o embate entre VHS e Betamax nos anos 80, dois grandes consórcios disputam qual terá o controle do mercado da próxima geração: o HD-DVD encabeçado pela Toshiba/NEC ou o Blu-Ray liderado pela Sony.

Há duas décadas, a Sony viu seu Betamax ser dizimado sem misericórdia. Agora, adianta-se para ganhar terreno com o disco lido com raio de luz azul, mais fino que o tradicional laser vermelho. Na última sexta-feira, o presidente da Sony Pictures Home Entertainment, Benjamin S. Feingold, anunciou que a produção do primeiro filme em longa-metragem em Blu-ray Disc (BD) havia sido finalizada com sucesso.

As Panteras: Detonando foi comprimido em MPEG2 de alta definição (1920x1080 pixels) pelo Digital Authoring Center da Sony (DAC) e enviado às companhias de hardware, que desenvolvem o leitor de BD, para novos testes de execução do DVD. Menus animados, som e imagem cristalinos são as promessas, ao lado da capacidade de armazenamento do Blu-Ray: mínimo de 25Gb (duas horas de conteúdo em alta definição) e máximo, já em testes, de 100Gb por disco.

Agora, cá entre nós... Poderiam ter escolhido um filme melhorzinho, né

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Não consigo imanijar que um dia meus DVDs vão ter o mesmo valor de VHS hoje em dia, smiley19.gif.

Pow, As Panteras Detonando tem uma qualidade de Som & Imagem do caramba, deve ser por isso que a Sony escolheu ele. mas realmente podia ser um outro filme melhor tipo Homem Aranha.

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Meu, tava olhando um site de vendas americano e lembrei de postar aqui... Puta q pariu, MUITO barato, tudo ridículamente barato.. foda é a merda do imposto...um DVD player comum, sem muitos recursos, cerca de 50 dólares, os cheio de recursos, 90 dólares, mas os casos mais "revoltantes" são o cartão pra camera digital SD 1Gb por 49 dólares(já vi ser vendido aqui por cerca de 900 reais, isso mesmo, 900) e o DVD Recorder com HD de 100Gb, que aqui já vi por absurdos e pornográficos 4.300 reais e q os caras lá vendem por 314 dólares, ou seja mais ou menos 700 e poucos reais... mesmo com todos os impostos absurdos e o frete ainda sai por cerca de 2000 reais ... bem mais barato do q aqui....

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Meu' date=' tava olhando um site de vendas americano e

lembrei de postar aqui... Puta q pariu, MUITO barato, tudo

ridículamente barato.. foda é a merda do imposto...um DVD player comum,

sem muitos recursos, cerca de 50 dólares, os cheio de recursos, 90

dólares, mas os casos mais "revoltantes" são o cartão pra camera

digital SD 1Gb por 49 dólares(já vi ser vendido aqui por cerca de 900

reais, isso mesmo, 900) e o DVD Recorder com HD de 100Gb, que aqui já

vi por absurdos e pornográficos 4.300 reais e q os caras lá vendem por

314 dólares, ou seja mais ou menos 700 e poucos reais... mesmo com

todos os impostos absurdos e o frete ainda sai por cerca de 2000 reais

... bem mais barato do q aqui....[/quote']

 

 

 

Qual site é esse??

 

 

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CES 2006 bate recorde de visitantes

Por Redação Home Theater


geral.jpgselo_10c2.gifMais de 150 mil pessoas, sendo 23 mil não americanos representando 110 países, visitaram este ano a Consumer Electronics Show (CES), evento encerrado neste domingo em Las Vegas. Com um total superior a 2.500 expositores, a feira exibiu as mais recentes tecnologias eletrônicas, dando ênfase à convergência entre os sistemas de áudio, vídeo, informática e telecomunicações.


Entre os destaques da edição deste ano, a CES apresentou grande número de fabricantes de displays, quase todos voltados à exibição de imagens em alta definição. Além das tecnologias já conhecidas - como plasma, LCD e DLP - diversos expostires fizeram demonstrações de displays OLED (Organic-Light Emitting Diode) e SED (Surface-conduction Electron-emitting Display), que podem ser opções para TVs e projetores nos próximos anos. O evento destacou ainda as últimas novidades em wireless, como o padrão Bluetooth e seus aperfeiçoamentos; as transmissões de rádio digital por satélite; os sistemas de navegação e entretenimento para veículos; players e gravadores de DVD de alta definição, nos formatos Blu-Ray e HD-DVD, que devem chegar ao mercado internacional ainda neste primeiro semestre.

A CES 2006 destinou ainda um centro de exposições inteiro, no Hotel Sands, para demonstrações de robótica, IPTV, VoIP e sistemas de ultra-wide band (banda ultra-larga).

Amostra da belezinha top de linha da Denon o Receiver AVR 5805:

avr5805_large_front_rdax_467x316.gif

Não precisa nem dizer que tem todos os features existentes no mercado...

 

E para acompanhar bem... o player universal DVD 5910:

 

dvd5910_large_frontremote_rdax_467x224.gif

 

Não vamos estragar a conversa falando de preços né? smiley36.gif

 

 

 

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Panasonic anuncia a primeira filmadora de alta definição

Por Redação Home Theater


panasonic_ag-hvx200.jpgselo_10c2.gif Anote o nome: AG-HVX200. É a primeira filmadora de alta definição do mercado a utilizar nem fitas, nem discos rígidos, mas chips de memória, a exemplo do que acontece com tocadores de música digital como o iPod Nano, da Apple.


Fabricada pela Panasonic, a filmadora tem preço sugerido de US$7295 para a câmera e dois cartões de memória de 4 GB. O aparelho pode capturar vídeos em definições menores, com qualidade standard e de DVD, entre os 21 formatos de vídeo disponíveis. A filmadora pode gravar vídeos também em resoluções de 1080i e 720p (20 minutos em um cartão de 4 GB). O modelo traz ainda portas IEEE 1394 e USB 2.0, permitindo transferir vídeos para PCs ou ilhas de edição. A câmera também aceita fitas mini-DV.

 

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PlayStation 3 pode custar caro demais para ser fabricado em 2006

 

ps3.jpgA consultoria de investimentos financeiros Merrill Lynch já se habituou a medir o mercado de videogames. Afinal, para calcular o sobe e desce de empresas como Microsoft e Sony, é imprescindível especular sobre o futuros dos dois novos consoles dessas companhias, respectivamente o Xbox 360 e o PlayStation 3. E segundo a ML, o PS3 está se tornando inviável.

O alto custo do processador Cell, produzido pela IBM e tão poderoso que pode ser empregado brevemente em tecnologia militar, e do drive de Blu-ray Disc seria o problema. Hoje, o Cell custa aproximadamente 230 dólares por unidade; cada BD, 350 dólares. Só isso já soma 580 dólares de ônus para o fabricante. Mais o custo de componentes e periféricos e, calcula a ML, a Sony desembolsaria perto de 900 dólares para empacotar cada PS3.

Normalmente a companhia não repassa o valor integral para o consumidor, mas abaixo do seu custo. Ela aceita certo prejuízo para, depois, recuperar o dinheiro com jogos e acessórios. A Microsoft, por exemplo, perde 126 dólares para cada Xbox 360 que sai da fábrica. O problema é que o PS3 seria bem mais caro, a ponto da data de lançamento precisar ser revista.

"Agora está claro que o console é caro demais para ser produzido", disse a ML em relatório publicado semana passada. A consultoria anota que uma solução seria adiar a estréia. O preço do Blu-ray pode cair para 100 dólares em três anos, quando a tecnologia estiver bem implantada. Por sua vez, cada processador Cell provavelmente custará 60 dólares no mesmo período. A Sony sofre por estar à frente de seu tempo.

Pelas especulações da ML, o atraso no lançamento pode ser da ordem de seis meses a um ano. Como o PS3 ficaria pronto no segundo semestre, esse novo calendário miraria na metade de 2007 ou só no final do ano que vem. A Sony nega tudo, claro - especialmente para conter a queda de suas ações neste começo de semana. Disse que mais detalhes serão divulgados na Electronic Entertainment Expo (E3), em maio.

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Pioneer volta ao mercado com 6ª geração do Plasma

Em evento realizado na semana passada em São Paulo, a Pioneer anunciou oficialmente sua volta ao mercado brasileiro, focando seus negócios em plasmas e receivers para home theater. No evento, a empresa apresentou o que chamou de 6ª. geração do plasma, com dois modelos de uso residencial, um de 43” e outro de 50” (imagem abaixo).

pionner_50pol.gifNo Japão, a Pioneer é, ao lado da Panasonic, uma das empresas que mais investem em plasma, apostando que essa tecnologia irá predominar no mercado e superar o LCD. No Brasil, a empresa montou uma estrutura diferenciada para importar seus produtos e distribuí-los aos revendedores especializados. Segundo Sergio Brandão, diretor da divisão industrial da Pioneer International e responsável pela operação no Brasil, a intenção é alcançar 10% de market-share em plasmas ainda este ano (o mercado como um todo prevê a venda de aproximadamente 90 mil displays em 2006).

Para isso, a empresa está fechando acordos com algumas redes de varejo e concentrando esforços entre as lojas especializadas, muitas das quais estavam representadas no evento da semana passada. Os dois plasmas lançados pela Pioneer apresentam taxa de contraste bem mais alta que a média de mercado: 3.000:1 no modelo de 43” e 4.000:1 no de 50”. Este item será o mais enfatizado na campanha de lançamento dos novos plasmas (historicamente, o contraste sempre foi a principal deficiência da tecnologia de plasma).

Ao mesmo tempo, a Pioneer está voltando ao segmento de receivers, com o lançamento de dois modelos: VSX-815S (6.1 canais) e VSX-915S (7.1). O diferencial de ambos está num sistema de calibragem desenvolvido pela empresa, que estuda o ambiente e as caixas acústicas utilizadas, para extrair um melhor desempenho do conjunto. Os dois receivers liberam 100W em cada canal.

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Samsung lança LCD de 40” a R$ 8.999

Por Redação Home Theater

A Samsung acirrou a briga de preços das novas tecnologias de TVs com o anúncio de seus novos LCDs de 26” e 40”. Nesta 3a. feira, em evento em São Paulo, a empresa anunciou seus novos lançamentos, com destaque para plasma e LCDs produzidos no Brasil.

Preparados para HDTV, os dois aparelhos possuem contraste de 3.000:1 e preços mais do que competitivos: o modelo de 40" chega ao consumidor por R$ 8.999, o equivalente a um plasma de 42". Já o novo modelo de plasma da Samsung, de 50”, com contraste 10.000/1 e tecnologia Filter Bright (uma luz interna aumenta os níveis de contraste e evita reflexos em locais muito iluminados), terá preço sugerido de R$ 14.999.

Os três televisores são parte dos 11 produtos que estão sendo lançados pela Samsung: seis TVs - todos com fabricação na empresa em Manaus -, três DVDs e três filmadoras. A fábrica em Manaus, focada no setor de áudio e vídeo, conta com 1.500 funcionários e tem capacidade de produção de 700 mil televisores e 780 mil DVDs ao ano.

A linha Slimfit, de TVs de tubo mais finos, lançada no ano passado, ganhou dois novos modelos, de 21” e 29”. Nas cores preto e cinza, os aparelhos têm profundidade até um terço menor do que os televisores de tela plana convencionais.

Além dos TVs, a Samsung anunciou o lançamento do primeiro player HD-DVD para o mercado brasileiro. O modelo HD860 ainda não tem data confirmada para chegar às lojas, mas já foi apresentado à imprensa e aos revendedores nesta 3a. feira.

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Aparelho conserta CDs e DVDs arranhados

Por Redação Home Theater

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O SkipDoctor Advanced, criado pela fabricante britânica Pinpoint, promete consertar CDs de áudio, filmes em DVD e discos de fotos, entre outros, com um simples girar de manivela. Com design inovador, o aparelho realiza a reconstrução da superfície lesada do disco, preenchendo as falhas com um fluido especial. Segundo o fabricante, os dados no CD permanecem intactos. sd_advanced.jpg

A tecnologia, desenvolvida por um ex-cientista da Nasa, permite que o conserto seja feito em menos de um minuto. Basta colocar o disco no SkipDoctor, aplicar o spray com o fluido do aparelho e girar a manivela do equipamento.


O SkipDoctor Advanced custa US$ 53. Para saber mais sobre o aparelho, acesse www.skipdoctor.co.uk.


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LG anuncia maior LCD do País

 

A LG anunciou na semana passada o lançamento no mercado brasileiro de

um TV LCD de 55 polegadas. O modelo 55LP1M, que é o maior TV de cristal

líquido que a empresa vende no País, deve chegar às lojas com preço

sugerido de R$ 49 mil.

lg_lcd.jpgCom

tela widescreen e resolução Full HD (1920x1080p), o novo aparelho tem

vida útil estimada de 60.000 horas – o que equivale a 20 anos, com

média de utilização de oito horas por dia. Com ele, a LG amplia sua

vasta linha de TVs LCD e procura se destacar como detentora de alta

tecnologia em telas grandes (seu plasma de 71” foi testado pela equipe

da revista HOME THEATER, que apresenta suas conclusões na edição de

junho da revista, que já está nas bancas).

A postura agressiva da empresa coreana tem a ver com o ótimo momento de

vendas de TVs no Brasil, às vésperas da Copa do Mundo. O sucesso das

linhas Bravia, da Sony, e Ambilight, da Philips, comprova que o mercado

está amadurecido para absorver novas tecnologias.

 

 

 

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Crescem as chances do padrão japonês na TV Digital

 

O grupo de nove ministérios a quem o presidente Lula atribuiu os

estudos para escolha do padrão brasileiro de TV Digital decidiu, em

reunião na semana passada, que a modulação a ser adotada pelo País será

BST-OFDM, a mesma que faz parte do padrão japonês ISDB. Com isso,

aumentaram muito as chances de o governo optar pela solução japonesa,

apesar de ainda não ter se encerrado a disputa nos bastidores.

 

Na última 3a. feira, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim,

enviou convite para que o Japão envie delegação e assim formalize o

acordo. Segundo fontes ligadas ao Palácio do Planalto citadas pela

agência Tela Viva News, não haveria vantagens negociais que

compensassem uma escolha mais próxima do padrão europeu. Também já é

certo que haverá a incorporação da compressão MPEG-4 e de middleware

desenvolvido no Brasil.

Mas a discussão política continua

acontecendo. Esta semana, esteve no Brasil o presidente da Comissão

Européia, José Manuel Durão Barroso, que entre outros assuntos tratou

com autoridades brasileiras também da questão da TV Digital. Os

europeus continuam insistindo na adoção pelo Brasil do padrão DVB,

oferecendo diversas contrapartidas, entre elas a implantação no País de

fábricas de semicondutores.

 

Marantz volta com reforço ao canal especializado

 

Uma das marcas mais tradicionais do mercado mundial de eletrônicos está

de volta ao Brasil. Após fechar acordo com a nova distribuidora ATT, de

Blumenau, e tendo o suporte de uma das maiores tradings do País, a

Columbia, a Marantz – hoje pertencente ao grupo japonês D&M

Holdings – já começou a entregar às lojas alguns itens de sua ampla

linha.

Nesta nova fase, a Marantz

(que no passado pertenceu à Philips e já foi distribuída pela

Syncrotape) está credenciando revendedores especializados. Até a semana

passada, eram 60 empresas integradas ao esquema de distribuição, cujo

forte será o apoio ao canal de vendas especializado. “Este é o

posicionamento da Marantz em todos os países onde atua”, diz Carlos

Dalmarco, diretor da ATT.

Segundo

ele, a intenção é colocar no mercado toda a linha de produtos Marantz,

que inclui receivers, DVD players, projetores, displays de plasma,

controles remotos e sistemas modulares de áudio. Em maio, tiveram

início as vendas especiais para as lojas que desejem montar show-rooms

com esses equipamentos. A rede, porém, não deve se expandir muito

porque a Marantz pretende dar a máxima prioridade às revendas que

participarem de seus treinamentos, outra política mundial da empresa

que será seguida no Brasil.

Para isso, a ATT montou um departamento

de suporte técnico em vendas, baseado em Blumenau, e está montando

também uma rede de assistências técnicas credenciadas (já são cinco,

sendo duas em São Paulo e as demais nas cidades de Blumenau, Curitiba e

Rio de Janeiro).

 

 

 

 

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A coreana LG disponibilizou para testes (e vendas) o o maior modelo de plasma disponível no mercado e fabricado no Brasil: 71 polegadas e com 0,98cm de altura por 1,75cm de largura e espessura de apenas 9,8 cm, painel com mais de 2 milhões de pixels, com resolução nativa de 1920 x 1080. O produto é apresentado em duas versões, black e banhado a ouro, tem preço estimado de 260 mil, o modelo normal, já o outro... é sob consulta... smiley36.gif

mw-71py10_front_l.jpg

71GOLD_persp_L_l.jpg

Features comuns aos dois modelos:

Monitor Plasma 71” (diagonal visual 180,3cm)
- O ÚNICO do mundo banhado à ouro
- O MAIOR do mundo, agora disponível no Brasil
- Resolução FULL HD: 1.920 x 1.080p pixels
- Contraste: 1.200:1
- Brilho: 800 cd/m2
- Progressive Scan 120 Hz
- HDTV Ready (FULL HD)
- Conexão HDMI (com 1 único cabo permite transferência de áudio e vídeo sem compressão)
- XD Engine
- DCDi Faroudja

Nacka2006-6-7 9:11:27

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Empresa cria laser capaz de ler os padrões Blu-ray e HD-DVD

 

 

A guerra entre os formatos de alta definição que podem substituir o DVD

tem gerado dúvida nos consumidores na hora de adquirir um player. Mas

esse dilema pode acabar. Já que a japonesa Ricoh anunciou na última

semana que desenvolveu um laser capaz de ler tanto o HD-DVD como o

Blu-ray.

blu_ray.jpgAmbos

os formatos usam lasers azuis, mas têm extensões de ondas diferentes e

devem ser operados em distâncias diversas. A Ricoh afirma que eles

criaram a nova tecnologia usando uma placa de refração que ajusta o

laser aos focos de luz, exatamente de acordo com cada um dos formatos.

 

Segundo o instituto de pesquisa iSuppli, ainda não é possível estimar

qual dos dois formatos prevalecerá. No entanto, a previsão é que os

players combinados (compatíveis com HD-DVD e Blu-ray) atinjam 65

milhões de unidades em 2010. Pensando nisso, a Ricoh pretende começar a

fornecer o laser aos fabricantes para produção de drives múltiplos já

no fim deste ano.

Apesar da previsão otimista,

alguns analistas são céticos em relação a esse tipo de lançamento,

alegando que a demanda do consumidor por HD-DVD e Blu-ray ainda não

está consolidada. Outra alegação é de que o aparelho da Ricoh

provavelmente será caro, já que os custos com royalties adicionais de

ambos os formatos devem ser incorporados em uma única unidade. Paul

O'Donovan, analista da Gartner, discorda. "O custo de qualquer player

que suporte o duplo formato deve ficar entre o preço de um aparelho de

HD-DVD e um de Blu-ray", diz.

hd_dvd.jpgDe

acordo outro executivo da Gartner, Todd Kort, este dispositivo pode

aliviar a indecisão de muitos compradores, mas há estúdios que não vão

querem apoiar os dois formatos. Cientes disso, a Toshiba e a Sony,

principais incentivadores do HD-DVD e do Blu-ray, respectivamente,

correm atrás para conquistar o mercado.

A

Toshiba, por exemplo, tem vendido seu player de alta definição a um

preço bem abaixo do custo de produção. Segundo uma pesquisa da iSuppli,

essa é uma estratégia do fabricante para enfrentar o grupo rival, que

apóia o formato Blu-ray. O relatório estima que o custo de fabricação

do HD-A1, vendido a US$ 499 nos Estados Unidos, é de US$ 700 ou mais.

 

A Sony, por sua vez, revelou que sua tecnologia Blu-ray deve ganhar

força total ainda em 2006, atingindo a marca de 10 milhões de discos

manufaturados pela empresa mensalmente. Para isso, a produção dos

discos deverá ser dividida entre fábricas nos EUA, Japão e Europa.

FONTE: Associated Press, Reuters e NewsFactor Network

 

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Review nada animador, definitivamente é melhor esperar:

Blue Ray vs HD-DVD: Comparativo frente à frente.

Por Dean Winkelspecht publicado pelo site www.dvdtown.com  

A guerra dos formatos está aí, a Toshiba conseguiu o selo de aprovação do DVD Consortium e seu formato HD-DVD passou a ser considerado oficial. Mas a Sony decidiu apresentar um formato concorrente, o Blu-ray, e conseguiu a adesão de várias empresas, a ponto de se pensar que seria a vencedora. Mas logo a Toshiba obteve o apoio da Microsoft e conseguiu sair na frente, lançando primeiro o aparelho no mercado.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><?:NAMESPACE PREFIX = O />

O DVD convencional, com definição standard, foi um grande sucesso e deverá continuar dominando o mercado pelos próximos quatro ou cinco anos. Mas será que HD-DVD ou Blu-ray poderão roubar um pouco das vendas? Ou será que essa guerra de formatos não vai acabar com duas baixas - como já aconteceu na disputa entre DVD-Audio e SACD, que tentaram substituir o CD?

Depois de passar uma semana com o player Blu-ray da Samsung (modelo BDP-1000) e um mês com o modelo básico da Toshiba (HD-A1), sinto-me seguro para apontar os prós e contras de cada um. Ambos os players possuem alguns pontos fracos, e ambos também têm aspectos em que superam o concorrente. O formato HD-DVD parece mais forte no momento, embora ainda esteja longe da maturidade, enquanto o Blu-ray parece ter sido lançado às pressas.

<?:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" />Talvez devesse esperar mais um pouco. Só existem discos single-layer (o processo de fabricação dos discos de dupla camada ainda é complexo), e os extras são praticamente inexistentes. Na verdade, o HD-DVD também pareceu ter chegado cedo demais, mas pelo menos dá a impressão de estar pronto. Por ora, o Blu-Ray oferece apenas uma imagem melhor que o DVD comum, por um custo bem mais alto.

Vamos à comparação:
1. Preço - O Toshiba HD-A1 foi o primeiro a ser lançado, por razoáveis US$ 499. Muito barato, se comparado com os primeiros DVD players de quase dez anos atrás. O Samsung BDP-1000 saiu pelo dobro do preço, o que sem dúvida beneficiou a Toshiba. Em relação à aparência, pode-se afirmar que o Toshiba é "a fera" e o Samsung é "a bela". Trata-se de uma máquina muito bonita, mais leve que o Toshiba, e que parece melhor construído. Apesar disso, é o Toshiba que possui uma conexão Ethernet, que me foi muito útil ao atualizar o firmware.

2. Controle remoto - O da Samsung é exageradamente grande, pesado, feio e praticamente inusável. A cobertura frontal esconde as letras internas, que estão muito juntas, e os botões, que são idênticos. Além disso, com as luzes apagadas, foi preciso usar um flashlight de halogênio que não refletisse no controle. Já o controle do HD-A1X é retroiluminado, mas também apresenta resposta horrível. E acionar o cursor é dificílimo. Se tivesse que escolher um dos dois, ficaria com o Samsung, que pelo menos funciona um pouco melhor com pouca luz. Mas detestei os dois modelos. Ainda bem que existem os controles universais.

3. Operação - Normalmente, assisto meus filmes no Toshiba. Mas tive que mudar meus hábitos para me acostumar com seu funcionamento. É um pesadelo ter que clicar duas vezes na tecla Open/Close e ainda esperar três minutos para acioná-la outra vez. O Samsung começa a funcionar bem mais rápido, mas em compensação introduz uma ampulheta animada que até parece simpática de início, mas depois torna-se um aborrecimento. Eu ia dizer que gosto mais do Samsung pela rapidez e pelos menus mais bonitos (os do Toshiba são horríveis). Mas depois de ligado o Toshiba responde melhor. No final, os dois players se equivalem nesses aspectos.

4. Performance - Para assistir a DVDs comuns, o Samsung não seria minha opção; prefiro meu velho Pioneer Elite. Mas o Toshiba é um ótimo player quando se trata de upconverting (reproduzir imagens convencionais em resolução mais alta). A imagem é clara e o nível de detalhamento se aproxima do HD. Fiz algumas comparações A-B entre os dois players e meu Pionner usando os filmes "Jarhead" e "Alf: Season Two". Deu para ver muito mais detalhes de "Jarhead" no Toshiba, e foi impressionante como esse aparelho se deu bem com o DVD standard. O Samsung foi ligeiramente superior ao Pioneer, mas na maioria das vezes as imagens foram idênticas. Já o filme de Alf mostrou como o Toshiba é superior. Cores e detalhes foram marcadamente melhores, e além do mais o aparelho faz perfeitamente o enquadramento para 4:3.

5. Alta Definição - Eis o ponto em que realmente se deve comparar Blu-ray e HD-DVD. Infelizmente, esta comparação não é de todo válida por algumas razões. Antes de mais nada, o formato Blu-ray ainda sofre com limitações de espaço nos discos. Os fabricantes não conseguem produzir discos dupla-camada em grandes quantidades, o que só deve acontecer no final do ano. Por isso, os filmes em Blu-ray estão saindo numa pré-histórica formatação MPEG-2. Espero que esta seja a causa dos problemas no meu player e que isso acabe logo - por via das dúvidas, tenho garantia de 5 anos. Os filmes HD-DVD utilizam a compressão VC-1, da Microsoft, e estão saindo em discos dupla-camada. Daí a sentença: no presente momento, o HD-DVD oferece imagem superior. Mas isso irá mudar quando tivermos discos Blu-ray dual-layer.

No entanto, o Toshiba também apresentou seus problemas, tanto em termos de resposta como nas imagem tremida quando usamos a conexão HDMI (o Samsung administrou melhor essa falha do HDMI). Liguei o Toshiba à internet e baixei a atualização do firmware, e a partir daí a imagem ficou soberba. No momento, o formato HD-DVD oferece imagem mais estável e consistente; já o Blu-ray tem momentos excepcionais, mas logo cai de novo numa qualidade inferior.

Já em relação ao áudio, as coisas são um pouco diferentes. Tem havido muita discussão sobre o fato de o Toshiba não aceitar o novo padrão TrueHD, da Dolby, e reduzir o sinal Dolby Digital Plus para DTS. Alguns filmes apresentaram trilha sonora com volume muito baixo e o áudio mais claro foi obtido com as conexões analógicas. Já no Samsung há compatibilidade com Dolby Digital através das saídas digitais, mas é preciso refazer os ajustes para obter áudio surround. Achei isso frustrante. Em vez do Dolby TrueHD, o Blu-ray está usando áudio PCM 5.1 sem compressão, aliás com trilhas excelentes como a de "A Casa das Adagas Voadoras", uma das melhores que já ouvi. Portanto, se o HD-DVD ganha na imagem, o Blu-Ray se dá melhor no som.

 

5 PRÓS E CONTRAS DE CADA FORMATO:


Toshiba HD-A1 (HD-DVD)


Prós:
* Excelente imagem em alta definição
* Ótima conversão de DVDs comuns
* Preço atraente
* Firmware atualizável via internet
<?:NAMESPACE PREFIX = V /><?:NAMESPACE PREFIX = W />
* Primeiro a chegar ao mercado

Contras:
* Tempo de carregamento muito lento
* Controle remoto horrível
* Redução do sinal D.Digital para DTS
* Acabamento sofrível
* Falhas na conexão HDMI

Samsung BDP-1000 (Blu-ray)


Prós:
* Muito bonito
* Áudio PCM excelente

Entradas para cartões de memória
* Correção das falhas do HDMI
* Belas luzes azuis

Contras:
* Falhas constantes na reprodução
* Imagem irregular
* Tempo de processamento lento
* Conversão ruim de DVDs comuns
* Preço muito alto

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