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Forum Cinema em Cena

19 Dias de Horror


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4 hours ago, Jailcante said:

Hellraiser - Caçador do Inferno (Hellraiser Hellseeker, Dir.: Rick Bota, 2002) 2/4

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6º filme da série Hellraiser, já sendo lançado direto pra DVD (só os 4 primeiros foram lançado nos cinemas). Esse, basicamente, copia a estrutura do filme anterior (Hellraiser Inferno) com o personagem principal perdido o filme todo, sem saber o que é real, sonho, pesadelo, alucinação ou ilusão, e Pinhead aparecendo pouco. Nisso, o filme vai jogando cenas e mais cenas que sabe-se lá tem realmente algum sentido ou só foram sendo jogadas aleatoriamente ali. Mas o final eu gosto, envolve a Kirsty Cotton, personagem do 1º e 2º filmes da série, que aqui é casada com o personagem principal. Ela desaparece depois de um acidente de carro e o marido passa o filme querendo saber o que rolou. Apesar da confusão geral na trama, o final meio que dá uma salvada (não deixa de formar uma trilogia junto com o primeiro e segundo filme, já que a Kirsty aparece aqui e meio que conclui a saga dela).ece umas histórias aleatórias quaisquer. Enfim, no geral, tá tudo muito bom (só a história do Francis que leva o pacote um pouco pra baixo, mas ok). 

 

 

 Mesma sensação. Alias no esquema de "filme de mistério e alucinação" que a franquia adotou, o quinto filme funciona bem melhor do que esse. Mas as partes com a Kirsty elevam o filme, e a reviravolta final com a personagem é muito boa.

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Senhores Usuários, Hoje, Sexta-feira 13, aqui nesse tópico e nessa seção, vai começar o 19 Dias de Horror – De Sexta-feira 13 até Halloween. Um festival que promete discutir e analisar os filmes do

Ah, sim. Eu falei que a crítica tava chinfrim.     E nossa, agora que eu notei que ela ta tão pequena, eu podia ter escrito mais.  Ou vai ver  ela só  está pequena se comparada com as do Silva.  

@Questão @Jailcante @Gust84 @Big One @SergioB.  Bora achar quantos e quais filmes de terror tem aqui...😁 tem mais de 40..

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Bulbbul - Filme 2020 - AdoroCinema

 

  Bem interessante e bonito este terror indiano da Netflix sobre um rapaz que retorna para a sua aldeia natal e reencontra a jovem cunhada, com quem viveu um amor proibido, enquanto assassinatos supostamente cometidos por uma bruxa assombram a região. Misturando drama Shakespereano, terror fantástico, e até uma pitada de cinema Noir, o filme mostra-se uma agradável surpresa do braço indiano da Netflix.

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Arang - 2006 | Filmow

 

  Bem meia boca este terror coreano; que tenta articular elementos dos clássicos filmes de horror de espíritos tecnológicos orientais com o thriller de suspense policial. Há algumas sequências de suspense bem conduzida, e algums jump-scares um pouco mais inventivos, mas no geral, ARANG acaba não sabendo se valer bem dos clichês do gênero, e toda a sua mensagem sobre a violência contra a mulher; ainda que muito importante, é posta de forma completamente atravessada na narrativa, que ainda se encerra com um reviravolta menos esperta do que pensa que é. 

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Dvd Torso - R$ 39,90 em Mercado Livre

 

  TORSO é um relativamente eficiente proto-slasher italiano, que antecipa muito dos elementos que seriam popularizados nos Slasher Movies nos anos seguintes; como o assassino mascarado perseguindo jovens em um local isolado; o sexo como sinonimo de morte, e por ai vai. O filme só não é um Slasher puro, pois também articula muitos elementos do Giallo dentro da trama. O diretor Sergio Martino tem uma boa condução para o suspense; especialmente no terço final, onde a protagonista (não por coincidência, a única garota do filme a não ficar seminua) fica presa em um quarto, enquanto o assassino está no andar de baixo, esquartejando as suas amigas. No geral, um filme competente do bom cinema de terror italiano setentista.

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 Visto SENIOR

 

Run Phee (2015) - IMDb

 

  Bem simpático este thriller sobrenatural tailandês, onde uma garota com a capacidade de ouvir e farejar fantasmas deve ajudar o espírito de um rapaz (o tal senior do título) a solucionar o próprio assassinato para enfim poder seguir em frente. Passado em sua maior parte em um colégio interno com um passado sombrio; o filme tem uma atmosfera muito bem construída, e uma protagonista carismática muito bem defendida por Jannine Weigel. O roteiro escrito pelo diretor Wisit Sasanatieng nos faz gostar de seus personagens; embora talvez complique de forma desnecessária toda a trama por trás da morte de Senior; além de uma subtrama um pouco mal cuidada envolvendo a única amiga da protagonista que está apaixonada por um professor, mas no geral, vale a conferida descompromissada.

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 Visto OS ESCOLHIDOS

 

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  Esta ficção científica de terror escrita e dirigida por Scott Stewart e produzida pela Blumhouse acompanha uma família que passa a experimentar estranhos fenómenos como coisas se movendo em casa e nuvens de pássaros atingindo a residência, só para descobrir que estão sendo perseguidos por extraterrestres. OS ESCOLHIDOS constrói a sua atmosfera de forma competente, sendo especialmente bem sucedido na forma económica com que apresenta os seus antagonistas. O problema é que o filme lida muito mal com os clichés do género, sendo muito fácil para o espectador antecipar todas as batidas emocionais e reviravoltas da narrativa. Esse problema poderia ser compensado se os personagens tivessem algum carisma, o que infelizmente não é o caso aqui, já que a família protagonista não poderia ser mais genérica. No geral, OS ESCOLHIDOS funciona como passatempo estilo "Supercine", mas será rapidamente esquecido.

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 Visto POSSESSOR

 

Possessor (film) - Wikipedia

 

  Este segundo longa metragem de Brandon Cronenberg (filho de David Cronenberg) que já havia dirigido o curioso ANTIVIRAL, segue de perto a estética e as temáticas que o diretor já havia estabelecido em seu filme de estreia, além de seguir de perto a forma como Cronenberg construía o terror em seus clássicos dos anos 70 e 80. O roteiro escrito pelo próprio diretor acompanha Tasya Vos (Andrea Risonborough), uma assassina profissional que usa uma tecnologia avançada para possuir pessoas, e usa-las para despachar as suas vítimas. A exemplo dos clássicos do Cronenberg pai, como SCANNERS e VIDEODROME, o filme do Cronenberg junior pega pesado no Body Horror, com assassinatos sangrentos mostrados em detalhe dentro de uma estética quase surrealista, que articula dentro deste body horror temáticas como o sexo e o mal uso da tecnologia. POSSESSOR é uma ficção científica de horror competente e com atuações fortes do elenco principal, mesmo que seja um pouco fria e emocionalmente distante dentro de seu niilismo para o meu gosto, mas ainda vale a conferida, por mostrar a evolução de seu diretor.

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Quem a viu morrer? (Chi l'ha morire vista, Dir.: Aldo Lado, 1972) 3/4

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Giallo ambientado em Veneza, estrelado pelo ex-James Bond George Lazenby, que aqui está até bom, interpretando o pai de uma menina que morreu nas mãos de um assassino misterioso, e ele assim passa a investigar. Lembra Inverno de Sangue em Veneza, que saiu depois desse. Tem mesmo tema, mesmo ambiente, mas esse aqui tem um final mais reto. O final do Inverno de Sangue em Veneza achei bem bagunçado, nisso brochei com ele. Já esse aqui funcionou melhor pra mim. Trilha do Ennio Morricone ajuda muito.

 

A Iguana da Língua de Fogo ( L'iguana dalla lingua di fuoco, Dir.: Riccardo Freda, 1971) 2/4

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Assassinatos ocorrem em volta de um Embaixador e sua família. Um ex-investigador da polícia acaba se envolvendo no caso. A coisa mais destacável desse giallo é o cenário Dublin - Irlanda, fora isso, é mais um. Nem bom, em ruim. Tá na média ali.

 

Terror em Veneza (Solamente Nero, Dir.: Antonio Bido, 1978) 2/4

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Outro giallo em Veneza. Dessa vez é sobre um jovem que volta a Veneza pra visitar o irmão que é padre. E assassinatos começam a ocorrer no local, todos talvez ligados ao assassinato de uma adolescente que ocorreu por ali alguns anos atrás. Outro Giallo que não tenho muito a falar, não é ruim, mas não é tão memorável. Cumpre o básico que promete.

 

Morte Suspeita de uma Adolescente (Morte sospetta di una minorenne, Dir.: Sergio Martino, 1975) 2/4

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O box de DVD diz que esse é um Giallo, mas não é Giallo nem aqui e nem na china. O diretor Sergio Martino é conhecido por seus giallos, mas aqui fez um filme policial mais puro. É um Dirty Harry com humor. Aliás, o humor dá uma estragada no filme, já que é bem nível Os Trapalhões, e meio estranho ver esse tipo de humor num filme que tem uma organização que prostitui adolescentes com cenas fortes e tensas no meio. Mas achei válida a tentativa defazer um Dirty Harry mais soft.

 

Vi todos esse nesse box aqui:

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Giallo Vol. 8

No geral, o box peca por colocar um filme que nitidamente não é um Giallo. Mas nível dos filmes está bom, só que distribuidora continua pecando em só colocar a dublagem em italiano, sendo que todos foram filmados em inglês. Custa colocar o som original?

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Estou pensando em acabar com tudo (I'm thinking of Ending Things, Dir.: Charlie Kaufman, 2020) 1/4

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Estão colocando esse novo filme do Kaufman como terror. Não sei concordo muuuuito com isso, mas ok, acho que sim, já que minha interpretação pro filme colabora pra isso. Enfim. Não fiquei fã do filme, mas como ele deixa pro público decidir o que rolou aqui, e eu tenho minha própria interpretação do que rolou, e vou dissertar sobre. 

Sinopse: Filme trata o casal Lucy e Jake que vão jantar na casa dos pais do Jake, seria esse o momento que Lucy conheceria os sogros. Lucy estaria querendo romper o relacionamento, então se questiona na viagem se vale a pena ir conhecer os pais do Jake. Nessa jornada várias coisas estranhas acontecem. 

(Além do casal, também aparece muito no filme um zelador de um colégio, sem nome - não me lembro se apareceu o nome dele, desculpe - e 'aparentemente' sem relação com o casal, então vou chamá-lo de Willie - nome do zelador do colégio do Bart Simpson- só pra facilitar. Então, casal: Lucy e Jake; Zelador: Willie.)

Muita interpretação/masturbação mental a seguir:

SPOILERS:

Filme tem 4 momentos básicos:

1 A viagem do casal até a casa dos pais: Cena longa, cheia de conversa entre eles (sim, meio cansativa, mas acho que esse era o objetivo dessa cena - cansar o público antes da chegada na casa dos pais do Jake);

2 O jantar na casa dos pais: Melhor momento do filme. Muito surrealismo, muito lirismo, quase um 'A Hora do Pesadelo' sem o Freddy Krugger. Obrigado, Kaufman;

3  A viagem de volta do casal para casa: Que não difere muito da viagem de ida, com mais conversa, mas com um ar mais soturnos, como a que se passa numa sorveteria (não sei se aquilo ali era verdadeiramente uma sorveteria, mas vou chamar assim mesmo). Esse momento na sorveteria é outro  'A Hora do Pesadelo' sem o Freddy Krugger. Bem bizarro;

4 Final no colégio: Aqui, claro, mostra o encontro do casal com o Willie no colégio, mas tudo fica no ar do que rolou realmente no filme. Não espere explicações fáceis (na verdade, não espere explicação nenhuma e monte você mesmo seu final)...

 

Vamos lá (às minhas interpretações):

Minha visão é que o Willie é um serial killer, e a história do casal é tudo imaginação dele, simplesmente. O casal seria vítima dele no passado, e aí no fim de vida do Willie, ele estaria imaginando a vida/relacionamento desse casal. Talvez seja um casal que marcou ele de alguma forma, e aí Lucy e Jake foram os escolhidos pra serem os protagonistas dessa história. Minha visão aqui: No começo, se vê a Lucy acenando pra alguém numa janela do apto ao lado do dela, é mostrado que era o Willie na janela, então Lucy poderia ser alguma vizinha dele, e ele deveria conhecer ela bem, por isso esse, talvez, o arrependimento sobre a morte dela, e aí, resolveu imaginar essa história pra ela. Na cabeça dele, no fim de vida, isso seria uma redenção de alguma forma (?).

Encaixando isso nas parte do filme

1 A viagem do casal até a casa dos pais:

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Aqui tudo é começo, então não surge muitas explicações ou ligações entre o casal e o Willie. Mas, fora da cena do casal no carro conversando, se vê Willie muito solitário, mas também assistindo uma comédia romântica passando na TV do colégio, vejo que então muita coisa da história do casal Lucy e Jake, o Willie monta em cima de filmes que assistiu, já que nitidamente era solitário a vida toda, assim não teria capacidade de imaginar por si só muita coisa nesse cenário de relacionamento amoroso da Lucy e Jake. A história do casal aqui seria uma somatório de fatos da vida do Willie + acontecimentos de filmes (de comédia romântica, especialmente).

2 O jantar na casa dos pais:

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Aqui vejo que Willie colocou diretamente a própria história na história do casal. A fazenda seria onde ele viveu, os pais de Jake seriam os pais dele. E ainda temos a história do porco que Jake conta que seria algo que ele presenciou. E como o Willie foca muita nessa história do porco (Jake basicamente força bastante uma situação pra contar a história pra Lucy), creio que Willie credita essa história como motivo principal dele ser um assassino (achismo meu, mas tudo aqui é achismo meu de qualquer forma hehe). Talvez contando essa história pra Lucy, seria ele querendo se explicar pra ela do porque ele seria um assassino. Dar um motivo pra isso.

Outra coisa que acho: Willie matou os pais. Isso, pra mim, se confirma na cena final do teatro (falo mais sobre depois), e essa de imaginar eles velhos, seria outra compensação na mente dele: ele não os matou porque eles envelheceram. Willie se livrando da culpa.

 

3  A viagem de volta do casal para casa:

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Aqui o momento mais notável seria o da "sorveteria". Nessa hora, Jake fica meio que se escondendo e ficando longe da sorveteria, e Lucy vai pedir os "sorvetes". Nessa parte final da jornada, vejo muitas vezes o Willie se colocando no lugar do Jake, por isso ele fica querendo se esconder e nem chegar perto da sorveteria (seria um lugar onde ele já matou?). E uma das atendentes da sorveteria 01) Fica comentando do mal cheio no fundo da sorveteria (seria mau cheiro causado pelo mortos do Willie?); 02) Ela está machucada, mas não querendo falar do assunto. Pra mim, ela seria outra vítima que o Willie se lembra mais, e colocou na história - ela estaria vendo o Jake/Willie por perto, e por isso não quer falar muito sobre os ferimentos; 03) ela fica querendo avisar pra Lucy de algo ruim sobre o Jake. Aqui o Jake sendo o Willie, e a atendente uma das vítimas querendo avisar da Lucy sobre o Willie. 

 

4 Final no colégio:

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Pra mim, a cena deles indo pro colégio deixa claro que foram mortos pelo Willie. Começa com o Jake forçando a ida ao colégio, e nessa reta final muitas cenas o Jake=Willie, então seria ele levando as vítimas pro colégio. Lucy aqui não quer ir de jeito nenhum (seria Lucy/consciência do Willie prevendo que tem algo ruim no colégio?). Quando os dois chegam e, finalmente, estão se pegando no carro, Jake repara que tem alguém observando e sai pra ver o que é. Essa cena é bem típica de slashers dos anos 80, do casal se separando e aí o assassino pega um de cada vez. E, finalmente, tem encontro da Lucy com o Willie no colégio, mas aqui tudo muda (da cena real onde ele teria a matado) e o Willie se emociona ao vê-la e a abraça (talvez arrependido por tudo que fez na vida? Meio que pedindo pra ela uma redenção? Enfim), e depois vem a cena do Balé que é bem explícita (pra mim) que o Willie matou o Jake. Mas a morte da Lucy não aparece, como nessa parte final Jake=Willie, o Willie se mata no balé, e a Lucy sai salva daquilo. Sem o assassino para matá-la, ela simplesmente some. Coincidentemente, Willie morre logo depois dessa cena...

A última cena do filme é um discurso do Jake, já velho num teatro falando da vida dele. Mas um discurso bem estranho, ele não fala coisa com coisa. Só básico que se entende, que ele teve uma vida feliz e agradece a Lucy por isso. Motivo dele não falar muito: Se ele seria o Willie, o Willie não gostaria de falar muito sobre a própria vida, e só coloca que o Jake teve uma vida feliz com a Lucy (meio que querendo apagar o assassinato dos 2 da mente dele?).

Mais notável pra mim: Aqui todos personagens estão com uma maquiagem carregada dando impressão de que todos estão velhos. Todos estão com aquele pó que se usava antigamente em peças teatrais, pra pessoa ficar mais velha, deixava a cara branca e com rugas bem marcadas, mas pra mim, ficou impressão que todos são mortos. Sim, essa maquiagem deu impressão de cara de caveira, ou seja, morte, ficou bem soturna dando essa impressão (pra mim). Então, o Willie estaria colocando todas suas vítimas no mesmo lugar pra dar um 'final feliz' da saga' do Jake e Lucy. Todos aplaudindo o casal. E todos do elenco aparecem aqui (menos o Willie), os pais do Jake, as atendentes da sorveteria e, claro, o próprio casal Lucy e Jake, ou seja, todos mortos na vida real que Willie colocou nesse "final feliz" do casal. Essa seria a lembrança final que Willie quer carregar na mente.

 

Comentário final: Olhando assim, o filme soa bem soturno e como tal seria terror mesmo. Problema é que o filme não dá certeza de nada já que público é que tem que montar o que rolou. Claro, que quem leu o livro está mais por dentro do que rola aqui (o livro teria um final mais explicado, mais dissecado, pelo que fiquei sabendo), e como não li (nem pretendo), vou ter que ficar com essa mesma aqui. Desculpe...

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6 hours ago, Jailcante said:

Só acho errado o do Sexta-feira 13 Parte 1 tá fora do top. Colocaram só como "menção honrosa", blé...

Concordo. Esse do primeiro Sexta Feira 13 me marcou muito. Lembro muito do susto que eu tomei, e toda a construção para entregar esse Jump Scare é muito bem feita. E esse ai do CANDYMAN é legal, mas o A HORA DO PESADELO tinha um basicamente igual com o Freddy pulando do espelho em cima da Nancy, e que eu curto mais.

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A Babá - Rainha da Morte (The Babysitter - Killer Queen, Dir.: McG, 2020) 1/4

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Gostei não. Tirando o final, que gostei da conclusão ali, o resto não desceu. Muito personagem chato (queria que o pai do guri fosse morto também, que cara mala), os vilões antigos voltam sem função, e do nada, poderiam ter posto só vilões novos que não faria diferença, os antigos só voltaram pra passar vexame mesmo. Muita cena de morte em CG: brochante. Filme pára muitas vezes pra mostrar diálogos ruins de personagens que pensam que são personagens do Quentin Tarantino, mas estão bem longe de ser. Enfim, bem ruinzinho mesmo. 

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15 hours ago, Jailcante said:

A Babá - Rainha da Morte (The Babysitter - Killer Queen, Dir.: McG, 2020) 1/4

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Gostei não. Tirando o final, que gostei da conclusão ali, o resto não desceu. Muito personagem chato (queria que o pai do guri fosse morto também, que cara mala), os vilões antigos voltam sem função, e do nada, poderiam ter posto só vilões novos que não faria diferença, os antigos só voltaram pra passar vexame mesmo. Muita cena de morte em CG: brochante. Filme pára muitas vezes pra mostrar diálogos ruins de personagens que pensam que são personagens do Quentin Tarantino, mas estão bem longe de ser. Enfim, bem ruinzinho mesmo. 

 

 O que tinha achado do primeiro, JAIL?

 Não cheguei a ver esta continuação ainda, mas achei o primeiro uma bobagem bem divertida. Este parecia ir na mesma vibe, mas a ausência da Samara Weaving me deixou com o pé atrás.

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A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, Dir.: Wes Craven, 1987) 5/4

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A Hora do Pesadelo 2 - A Vingança de Freddy (A Nightmare on Elm Street 2 - Freddy's Revenge, Dir.: Jack Sholder, 1985) 2/4

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A Hora do Pesadelo 3 - Os Guerreiros dos Sonhos (A Nightmare on Elm Street 3 - Dream Warriors, Dir.: Chuck Russel, 1987) 3/4

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Assisti os 3 primeiros filmes da franquia nesse fds. Estranho que sempre considero o fim da Parte 3 como "verdadeiro final" da série (pelo jeito como destroem o Freddy), então, fico com impressão que a relevância da série acaba ficando só nesses 3 filmes (gosto dos demais, mas meio que o 3º filme fecha mesmo o lance). 

Estranho que em relação a história, o 1º filme tem essa ligação maior como o 3º filme: Freddy ataca nos sonhos, personagens do 1º filme voltam no 3º (Nancy e seu pai) e etc. Senso de continuidade bem maior no 3º filme do que no 2º. Como se o 2º filme nunca estivesse existido. Mas em relação a clima de terror e ambientação, o 1º acaba tendo sim ligação maior com o 2º filme. O 2º filme por mais que tenha mudado coisas ali (Freddy agora ataca no mundo real), ainda tem cara de terror mais sério que tinha no 1º filme. Talvez porque os 2 filmes foram feitos quase juntos no começo/meio dos anos 80 (84 e 85), e nessa época os filmes do gênero ainda se levavam mais a sério (mesmo muita coisa sendo 'camp', o gênero tinha uma certa sobriedade, não ria muito de si mesmo no início da década). O 3º já saiu em 1987, e ali o gênero já zoava de si mesmo (muito terrir surgiu ali). Nisso, o 3º filme o considero mais "leve" que o 2º de forma geral (não tenho muito argumentos sobre isso, é mais uma sensação mesmo).

Ainda considero o 3º filme, a melhor sequel de A Hora do Pesadelo, o que atrapalha, pra mim, é que não gosto tanto do lance do 'X-men contra Freddy', uma equipe ali de jovens que vão combatê-lo. Prefiro o lance de personagem solo se matando e se 'virando nos 30' pra salvar os outros (como acontece nos demais filmes da série).

Já o 2º filme, atrapalha o fato de terem jogado fora a ótima mitologia do Freddy, de atacar nos sonhos e etc, pra colocar algo já meio desgastado que é o lance de possessão. A Hora do Pesadelo 2 é basicamente um remake de Amityville 2: Família muda pra casa nova, ali tem uma entidade que usa o filho mais velho do casal pra matar pessoas. Mas como disse, o que salva é que ele ainda tem clima bom de filme terror que herdou do primeiro filme (temos a cena do ônibus, a cena de morte do amigo do Jesse, o final na fábrica e outras que são bem climáticas). 

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3 hours ago, Jailcante said:

A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, Dir.: Wes Craven, 1987) 5/4

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A Hora do Pesadelo 2 - A Vingança de Freddy (A Nightmare on Elm Street 2 - Freddy's Revenge, Dir.: Jack Sholder, 1985) 2/4

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A Hora do Pesadelo 3 - Os Guerreiros dos Sonhos (A Nightmare on Elm Street 3 - Dream Warriors, Dir.: Chuck Russel, 1987) 3/4

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Assisti os 3 primeiros filmes da franquia nesse fds. Estranho que sempre considero o fim da Parte 3 como "verdadeiro final" da série (pelo jeito como destroem o Freddy), então, fico com impressão que a relevância da série acaba ficando só nesses 3 filmes (gosto dos demais, mas meio que o 3º filme fecha mesmo o lance). 

Estranho que em relação a história, o 1º filme tem essa ligação maior como o 3º filme: Freddy ataca nos sonhos, personagens do 1º filme voltam no 3º (Nancy e seu pai) e etc. Senso de continuidade bem maior no 3º filme do que no 2º. Como se o 2º filme nunca estivesse existido. Mas em relação a clima de terror e ambientação, o 1º acaba tendo sim ligação maior com o 2º filme. O 2º filme por mais que tenha mudado coisas ali (Freddy agora ataca no mundo real), ainda tem cara de terror mais sério que tinha no 1º filme. Talvez porque os 2 filmes foram feitos quase juntos no começo/meio dos anos 80 (84 e 85), e nessa época os filmes do gênero ainda se levavam mais a sério (mesmo muita coisa sendo 'camp', o gênero tinha uma certa sobriedade, não ria muito de si mesmo no início da década). O 3º já saiu em 1987, e ali o gênero já zoava de si mesmo (muito terrir surgiu ali). Nisso, o 3º filme o considero mais "leve" que o 2º de forma geral (não tenho muito argumentos sobre isso, é mais uma sensação mesmo).

Ainda considero o 3º filme, a melhor sequel de A Hora do Pesadelo, o que atrapalha, pra mim, é que não gosto tanto do lance do 'X-men contra Freddy', uma equipe ali de jovens que vão combatê-lo. Prefiro o lance de personagem solo se matando e se 'virando nos 30' pra salvar os outros (como acontece nos demais filmes da série).

Já o 2º filme, atrapalha o fato de terem jogado fora a ótima mitologia do Freddy, de atacar nos sonhos e etc, pra colocar algo já meio desgastado que é o lance de possessão. A Hora do Pesadelo 2 é basicamente um remake de Amityville 2: Família muda pra casa nova, ali tem uma entidade que usa o filho mais velho do casal pra matar pessoas. Mas como disse, o que salva é que ele ainda tem clima bom de filme terror que herdou do primeiro filme (temos a cena do ônibus, a cena de morte do amigo do Jesse, o final na fábrica e outras que são bem climáticas). 

 

 O 3 também é a minha sequência favorita da série, embora ele seja mais leve que os anteriores mesmo (ainda que eu não chegue a considera-lo Terrir, como algumas das sequências que vieram depois). E realmente, ele tem bem cara de final mesmo; pois até o gancho para a continuação é mais sutil do que o dos dois filmes anteriores.

 Apesar de tirarem o lance dos pesadelos, eu gosto do segundo filme, justamente por ele ter uma atmosfera muito bem construída ali, e ainda ser o Freddy mais sombrio e menos piadista. Confesso que eu gosto inclusive da cena em que o Freddy sai matando todo mundo na festa da Lisa, e sempre entendi que foi mais ou menos ali que ele recuperou os poderes de entrar no sonho dos outros, quando ele diz pra galera que tava ali "são todos minhas crianças agora". Claro, isso sou eu teorizando, pois o filme não deixa isso claro em nenhum momento.

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 Lista interessante com os melhores filmes de terror PG-13

 

 

  Eu tiraria dessa lista ai O SONO DA MORTE, que apesar de ter uma ideia muito legal, não é muito bem executada, e o QUANDO AS LUZES SE APAGAM, que acho bem fraquinho (e olha que gosto muito do curta que deu origem ao filme). Nesse sentido, acho até o ultimo ANABELLE mais interessante (acho que ele foi PG-13 também).

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O Hospedeiro (Gwoemul, Dir.: BongJoon-Ho, 2006) 3/4

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Uma criatura mutante ataca uma cidade da Coreia. Filme foca a busca de uma família que tem uma criança sequestrada pela criatura.

Um dos primeiros filmes do hoje aclamado BongJoon-Ho (Oscar de diretor por Parasita), que funciona muito bem, talvez única reclamação é a duração de 2h, o que faz o filme ficar esticado demais (algumas coisas ali poderiam ser limadas). É um filme de terror até diferente já que foca muito no drama da família que persegue a criatura.Ora estão juntos, ora estão separados e filme consegue acompanhar muito bem eles. Tem uma crítica interessante de como os americanos acabam dominando muito ali o terreno coreano (eles chegam, dizem umas tolices, que todo mundo acredita e segue). O final é simplesmente foda. Altamente recomendado.

** Curioso que filme previu o coronavírus, já que se fala em vírus altamente contagioso que causa sintomas de resfriado, e que todos tem que usar máscaras pra andar na ruas. (!!!)

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3 hours ago, Jailcante said:

O Hospedeiro (Gwoemul, Dir.: BongJoon-Ho, 2006) 3/4

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Uma criatura mutante ataca uma cidade da Coreia. Filme foca a busca de uma família que tem uma criança sequestrada pela criatura.

Um dos primeiros filmes do hoje aclamado BongJoon-Ho (Oscar de diretor por Parasita), que funciona muito bem, talvez única reclamação é a duração de 2h, o que faz o filme ficar esticado demais (algumas coisas ali poderiam ser limadas). É um filme de terror até diferente já que foca muito no drama da família que persegue a criatura.Ora estão juntos, ora estão separados e filme consegue acompanhar muito bem eles. Tem uma crítica interessante de como os americanos acabam dominando muito ali o terreno coreano (eles chegam, dizem umas tolices, que todo mundo acredita e segue). O final é simplesmente foda. Altamente recomendado.

** Curioso que filme previu o coronavírus, já que se fala em vírus altamente contagioso que causa sintomas de resfriado, e que todos tem que usar máscaras pra andar na ruas. (!!!)

 

   Esse filme é excelente, por que ele funciona em vários níveis. Tem um terror bem construído; mas também tem uma parte dramática muito bem desenvolvida; alguns espaços pra comédia do absurdo. e mesmo cenas de ação muito bem dirigidas. E já se percebe vários dos elementos que depois fariam sucesso em PARASITA.

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 top 10 das continuações mais estranhas (não necessariamente ruins) dentro de franquias de terror

 

 

 

 

 - O FILHO DE CHUCKY realmente é bem "auei" dentro da franquia, e acho o pior da série (Remake incluso), mas não acho ele tão deslocado no sentido de que A NOIVA DE CHUCKY já tinha inserido esse caráter Terrir mais forte, embora ele ainda se levasse um pouco a sério, coisa que O FILHO passa longe

 

-  Esse HELLRAISER: HELLWORLD é realmente bem diferente dos outros filmes, pois todo o lance dos cenobitas é descartado, com o filme se aproximando mais de um slasher do que de outra coisa.

 

- Olha, apesar do cenário, nem acho o JASON X o filme mais deslocado da franquia. Nesse sentido, acho o JASON VAI PARA O INFERNO com todo o lance do Jason virar um verme possessor e tudo mais bem mais deslocado de tudo que foi feito antes ou depois na série.

 

- O MASSACRE DA SERRA ELETRICA 2 é um puta choque mesmo, pois quem vê o primeiro, que é um slasher mega cru, e que flerta com a estética documental, e então vai ver o 2, que mergulha no terrir, se assusta pra caramba (não positivamente).

 

- A HORA DO PESADELO 2, como o JAIL já colocou realmente é o diferentão da franquia, pela questão de jogar fora o lance do Freddy matar nos sonhos, que é a premissa básica de toda a franquia.

 

- O HALLOWEEN 3 nem se fala, já que não só não é slasher, como nem tem Michael Myers, Loomis ou nda do tipo, sendo um filme estilo "Além da Imaginação".

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