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Forum Cinema em Cena

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Sim, obrigatoriamente 10.

Uma tentativa de garantir espaço para mulheres, minorias, e animações, eis a intenção.

Mas acho que a função primordial, para a indústria, é igualar-se com o PGA, que é obrigatoriamente 10.

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Detesto a maioria, gosto apenas de "Green Book" e "Mãe" (mas não para maiores prêmios).

BAFTA mudou a regra: Agora serão 6 indicados nas categorias de atuação; 6 em Direção; e 10 indicados para filmes britânicos.

PREVISÕES SETEMBRO/2020  BEST PICTURE 1. Nomadland 2. Mank 3.The Trial of the Chicago 7 4. One Night in Miami 5.  The French Dispatch 6. Dune 7. Soul 8. News of The World 9.  Th

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OSCAR TERÁ NOVAS REGRAS PARA INCENTIVAR DIVERSIDADE ENTRE INDICADOS

A organização responsável pela entrega do Oscar estabeleceu novas normas para a premiação, visando aumentar a diversidade na indústria de Hollywood. Entre tais mudanças, a maior delas é a de que a categoria de Melhor Filme passará a abarcar dez indicados a partir de 2022.  As mudanças em prol da inclusão serão implementadas efetivamente na edição 2022 da premiação. Na de 2021, um número ainda não acertado de filmes será selecionado para concorrer ao prêmio de Melhor Filme, podendo até mesmo chegar aos dez nomeados.
Segundo a Academia, ela está “comprometida em construir uma organização antirracista, inclusiva que irá contextualizar e desafiar narrativas dominantes ao redor do cinema, construindo relacionamentos autênticos com diversas comunidades.” Além das novas normas para a premiação, a Academia está em conluio com a Producers Guild of America para estabelecer “novos parâmetros de representatividade e inclusão para a elegibilidade dos Oscars” até dia 31 de julho, incluindo painéis para discussão da arte do cinema, oportunidade, história, etnicidade e raça. A Academia já foi severamente criticada por sua falta de inclusão na premiação, cenário que as novas medidas buscam reverter.
 

 

isso não é diversidade e sim cota🙄Competência ainda é requisito ?😎

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"Da 5 Blood"/ Destacamento Blood é o grande filme do ano até aqui. Principalmente por que ele chegou no momento certo: 1) não só considerando que ele foi bancado por um serviço de Streaming como a Netflix , plataforma ideal para esses tempos de pandemia; 2) considerando que ele chega em um momento de luta pelos direitos dos negros nos Estados Unidos e no mundo todo; 3) pelo momento da carreira de seu diretor Spike Lee, não mais tido como um excêntrico reclamão como eu me recordo da imagem dele no final dos anos 1990, mas agora um ganhador do Oscar competitivo, um belo afterglow.

São muitas as decisões inteligentes neste filme: A primeira tem a ver com a utilização do mesmo conjunto de atores para interpretar seus papeis na época da Guerra. Não há portanto quebras da atuação,  bem como nos abre a possibilidade de suspeitar que algumas das tomadas possam ser apenas projeções da consciência, lembranças até mesmo ficcionais, e não efetivamente "passado". Esses planos são acompanhados também por uma mudança da Fotografia. Não somente de cores e texturas, mas inclusive na razão de aspecto, que passa para 4:3. Ou seja, há um recurso narrativo inclusive na própria Fotografia, assinada aqui por Newton Thomas Sigel, que criminosamente nunca foi indicado ao Oscar. Creio que dessa vez ele não passará em branco.

A Montagem do inglês Adam Gough, outro que deve conseguir sua primeira indicação ao Oscar, é outro trabalho muito rico. Admito até que possa haver quem não goste dela, mas será impossível ficar a ela indiferente. O filme é todo "quebrado"! Por quebrado, digo, se o texto cita um negro assassinado no passado por policiais, aparecerá uma foto dessa pessoa, não em um cantinho do vídeo, mas quase como uma interrupção da cena mesma, bem como há a incursão de pequenas imagens (não queria falar imagens, queria dizer, precisamente, vídeos!) reais, antigos, mostrando um discurso, ou um noticiário, veiculando algo importante para a história negra americana. O filme, portanto, é todo permeado por objetos imagéticos não pertencentes mesmos à trama, mas que provam a ideia geral do filme: A Guerra do Vietnã foi travada em solo americano, com desproporcionalmente mais sangue negro derramado.

É Spike Lee na veia. Um texto incendiário, que fustiga Trump e seus eleitores, até não poder mais. Este texto é divertido em certos momentos, polítizado em muitos momentos, cheio de gírias da comunidade negra americana a todo momento. Precisava ser dito por bons atores, também, e o é. Mas, em seu elenco, brilha com destaque o ator Delroy Lindo. Não é que brilha. O ator passa com sua luz por cima de todos. Ele deve ter umas 4, ou 5 cenas de clipes de Oscar, uma melhor do que a outra. Seu personagrem me lembrou Humphrey Bogart em "O Tesouro de Sierra Madre", de 1948, aquele sujeito ambicioso, ardiloso, palavroso. Bati palmas para a cena em que ele revela algo de sua condição pessoal, enquanto vai abrindo caminhos na mata fechada. O que é aquela cena? Nossa! Em minhas previsões, o colocava como Coadjuvante - assim como os demais analistas - mas é indubitável que ele é Lead. É a mesmíssima situação de Forest Whitaker em "O Último Rei da Escócia". Sinceramentre, considerando sua espetacular atuação, e as condições políticas que mencionei no primeiro parágrafo, para mim, desde já, é o favorito ao Oscar de Melhor Ator.

A Trilha de Terence Blanchard está recheada de Marvin Gaye, e tenho dúvidas se conseguirá atingir o percentual prescrito para ser considerada Original, apta a ser indicada ao Oscar.  Já as indicações para a turma do Som parecem certas. E indicação também para Spike Lee, como Roteirista e Diretor.

Se vidas negras (agora, tardiamente) importam, a vida dos negros no cinema por muito tempo só importou a ele.

É bom honrá-las.

Da 5 Bloods (2020)

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Oscar adiado para abril, precisamente, 25 de abril.

Janela de elegibilidade do Oscar então vai de janeiro deste ano até fevereiro de 2021, ajudando assim produtores independentes, e também as grandes produções. Mas continuo achando que da data do anúncio dos indicados (15/03/2021) até cerimônia, há pouco tempo para ver todos os filmes. Não tão corrido como esse ano, mas ainda assim, acho pouco tempo. 

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Concordam ?

 

Crip Camp

Swallow

Never Rarely Sometimes Always

"he Assistant

The Invisible Man

Emma

First Cow

The Way Back

True History of the Kelly Gang

Saint Frances

Onward

Spaceship Earth

Bacurau

Circus Of Books

Da 5 Bloods

Shirley

The King of Staten Island

The Surrogate

The Vast of Night

Babyteeth


 

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 "The Trial of Chicago 7" também receberá selo Netflix!

"Duna" terá mais algumas filmagens... O que será que isso significa? Algo apenas complementar, ou o estúdio não gostou de algo?

"West Side Story" agora com um grande problema: Um protagonista acusado de estupro...Já era!

 

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On 6/20/2020 at 7:38 PM, SergioB. said:

"West Side Story" agora com um grande problema: Um protagonista acusado de estupro...Já era!

On 6/20/2020 at 8:20 PM, Big One said:

Já era mesmo....uma pena pela filme. Já o Ansel Elgort que pague pelo que fez.

Será que dá pra usar aquela solução que usaram no filme do Kevin Spacey e colocar outro ator pra refazer as cena dele? Claro, que isso adiaria o filme, teriam que injetar mais grana, mas seria viável sendo o protagonista a ser substituído? Ou vão simplesmente jogar o filme no lixo?

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É impossível eliminar a figura do Tony. É como eliminar o Romeu de "Romeu e Julieta", já que o filme é uma reimaginação da peça de Shakespeare.

Sinceramente, não saberia o que fazer. Talvez esperar ele conseguir alguma vitória processual na Justiça, não falo nem de mérito, mas processual, que pelo menos deixem as coisas no ar.

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A Disney lança uma carta que embaralha o jogo das premiações: o fantástico "Hamilton", a obra consagrada da Broadway, de autoria de Lin-Manuel Miranda.

Musical estupendo, brilhante, delicioso, importante, fantástico, não faltam adjetivos... São quase 3 horas de queixo caído com tamanho talento!

Mas será isso um filme? Com um adendo, um filme para o Oscar? As generosas regrais atuais parecem indicar que a produção será elegível, mas não acho que o corpo da Academia vai comprar esse entendimento. Porque, para mim, é apenas, sem desmerecer, "teatro filmado", ou um show gravado. 

Ademais, vemos os intestinos do teatro: plateia aplaudindo, microfones, luzes, há um intervalo de 1 minuto ou seja, não há disfarce. É uma peça. Uma peça filmada. 

O lance é que é das coisas mais lindas já feitas, e, se for elegível, como parece que é, vai ser engraçado ver "Hamilton" ganhar 11 Tonys e também algum Oscar.

Assistam!

Hamilton: Disney+ lançará adaptação do musical já em julho - TecMundo

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A Variety foi a primeira a explicar em artigo que "Hamilton" não pode concorrer a nenhum Oscar, pois haveria uma regra de 1997, no Estatuto da Academia, proibindo indicações de filmagens de palco ("Filmed Stage Production"). Porém, a Disney fará tudo pra tentar emplacar alguma reconsideração, alguma hermenêutica que possibilite isso. Mais abaixo:

 

https://www.vulture.com/2020/07/the-hamilton-movie-wont-be-eligible-at-next-years-oscars.html

 

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Terminei de ler "I`m Thinking of Ending Things"; que livro sem-vergonha! Um dos piores livros que já li.

Não sei o que uma pessoa inteligente como o Kaufman viu nesse enredo, não sei como fará para consertar, mas foi anunciado que se planeja alterar o final.

De acordo com o livro, Toni Collette só faria uma participaçãozinha, sem chance de prêmio.

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Muito possivelmente, o melhor filme do ano!!!!

Desde Berlim, "First Cow" tem ganhado elogios entusiasmados mundo afora. Fui conferir a crítica do Pablo e ele chamou de "obra-prima". Este novo filme de Kelly Reichardt (assinando também roteiro e montagem) continua em seu estilo minimalista, de poucas palavras, lento, mas tem uma história muito melhor do que os outros filmes dela, na minha opinião, muito mais interessante, ainda que seja um fiapo de história: a amizade entre dois homens, que roubam leite, da primeira vaca trazida à região, para fazer e vender bolinhos na feira, no Oregon de 1820. O filme, no entanto, não começa naquela época de colonização. Começa 200 anos depois. E, de cara, saberemos o destino deles.

Os dois atores protagonistas, John Magaro e Orion Lee, estão muito ternos e cativantes. No meio da brutalidade dos coletores de pele, no meio da brutalidade existencial dos primeiros habitantes da região, eles se destacam pelo contrário: falam manso, agem delicadamente, se tratam bem, o que ganha o público de cara; embora, na rigidez da palavra, eles possam ser enquadrados efetivamente como dois ladrões.

A mim me pareceu um filme bastante político, que discute "como se ganha dinheiro". Os dois protagonistas roubam o leite para produzir, para criarem algo novo, visando a construirem futuramente um sonho. Completamente diferente dos outros homens locais, esses sim, efetivamente violentos, que enriquecem diretamente da "matéria-prima": estupram a terra, matam os animais, cortam as árvores, subjugam os índios num capitalismo de exploração. Os protagonistas não; eles sabem fazer alguma coisa. Só não têm os meios básicos para começar. 

Fotografia esplêndida, e desenvolvida em razão de aspecto de 1:31, da chamada "janela clássica", como uma foto antiga. Um design excelente, que reproduz não só um vilarejo de caçadores, mas também o interior das choupanas, e os precários instrumentos de uma cozinha rústica (adorei ver o "fouet").

Vai ganhar todos os prêmios Indie, se se lembrarem desse filme, lançado tão precocemente.

Um adendo: O título me remete não só à primeira vaca que chegaà região, mas também o "First" pronome de tratamento, como Primeiro-ministro, Primeira-dama, etc, pois é comentado que a vaca do filme tem uma linhagem "nobre". A qual o chinês diz valer mais do que ele.

Para Oscar...ficou muito distante. Quem sabe, Roteiro Adaptado? Difícil.

Amei.

First Cow poster - Poster 1 - AdoroCinema

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  • 2 weeks later...

Estou acompanhando as mudanças de datas, e posso acrescentar que "The Last Duel", novo filme de Riddley Scott, com Matt Damon e Ben Affleck, foi oficialmente deslocado para 15 de outubro de 2021.

"The French Dispatch" foi retirado do calendário de 2020

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77th Venice Film Festival Lineup:

The 77th Venice film Festival runs Sep. 2-12. The competition jury is chaired by two-time Oscar winner Cate Blanchett.

  • Competition

In Between Dying (Hilal Baydarov)

Le Sorelle Macaluso (Emma Dante)

The World to Come (Mona Fastvold)

Nuevo Orden (Michel Franco)

Lovers (Nicole Garcia)

Laila in Haifa (Amos Gitai)

Dear Comrades (Andrei Konchalovsky)

Wife of a Spy (Kiyoshi Kurosawa)

Sun Children (Majid Majidi)

Pieces of a Woman (Kornel Mundruczo)

Miss Marx (Susanna Nicchiarelli)

Padrenostro (Claudio Noce)

Notturno (Gianfranco Rosi)

Never Gonna Snow Again (Malgorzata Szumowska)

The Disciple (Chaitanya Tamhane)

And Tomorrow the Entire World (Julia Von Heinz)

Quo Vadis, Aida? (Jasmila Zbanic)

Nomadland (Chloé Zhao) (!!!)

 

JURY
MAIN COMPETITION

Cate Blanchett (Jury President)
Veronika Franz
Joanna Hogg
Nicola Lagiola
Christian Petzold
Cristi Puiu
Ludivine Sagnier

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