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Quem é Culpado Pela Tragédia do Vôo 1907?


Jorge Soto
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De quem é a responsabilidade pela Tragédia do Vôo 1907?  

21 members have voted

  1. 1. De quem é a responsabilidade pela Tragédia do Vôo 1907?

    • Dos americanos do Legacy
      8
    • Dos pilotos do boeing
      1
    • Da torre de controle
      3
    • Falha mecanica
      1
    • Serpentes a bordo
      3
    • Da promocao ("Volta a R$1") da Gol
      4
    • Ataque terrorista
      1
    • Outra (citar)
      3


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Meus sinceros pesames.

 

Olha essa história de nosso sistema de vôo ser ruin é conversa, somos os maiores fabricantes de aviões do mundo, temos os melhores equipamentos e alta tecnologia, se fosse tão ruin, teriamos problemas todos os dias. Essa declaração dos EUA almentou mais ainda meu odio contra aquele país metido a besta!
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Acho que a culpa foi dos pilotos do jatinho pelo oq até agora as evidências mostram. Mas ataque terrorista' date=' acho que não e a promoção não tem muito a ver. Tinha um parente distante meu no vôo.[/quote']

 

heheh....Tem gente que não reconhece o tom de sátira e considera todas as opções da enquete como sendo legítimas. Meu deus! Quanta "inocência"!06
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(Se meu senso de humor não foi expresso e se me acha com cara de inocente ou intendi mal a enquete, problema é meu, e não seu) 

 

Bom, se nosso sistema é tão ruin, por que os americanos vinheram aprender mais sobre trafego e controle de espaço aereo aqui no brasil depois do 11 de setembro? Aff... e o acidente que aconteceu agora a pouco com um avião de pequeno porte? Aff...
Barrozo2006-10-11 18:44:22
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Vocês estão tomando o rumo errado pessoal, isto aqui está virando um Brasil vs EUA, está parecando um campo de batalha anti-EUA, o que é ridículo, sem patriotada por favor.

 

Como o Dark_Feanor disso muito bem no post da página anterior, um acidente desse porte, vem de uma sequência de erros.

 

Olhem a notícia de hoje:

 

 

Vôo 1907: Controle de tráfego aéreo pode ter falhado

 

 

 

Evandro Éboli e Bernardo de La Peña - O Globo

 

 

 

Agência O Globo

 

 

 

BRASÍLIA

E RIO - O controle de tráfego aéreo também pode ter falhado no caso da

colisão entre o Boeing 737-800 da Gol e o jato executivo Legacy da

Embraer na tarde de 29 de setembro, provocando a morte de 154 pessoas.

Secretário-geral da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI)

durante seis anos (de 1997 a 2003) e ex-presidente da Comissão

Latino-Americana de Aviação Civil, o major-brigadeiro Renato Cláudio

Costa Pereira disse que o controle de vôo poderia ter desviado o Boeing:

 

-

Adianta tentar falar sete vezes com o Legacy? Se não consegue falar com

um avião, faz contato com os outros, tira da frente dele os outros. Era

assim que se fazia antigamente, sem radar - afirma o brigadeiro, que já

participou de diversas investigações sobre acidentes aéreos.

 

Para

ele, a alegação de que não se poderia alterar a rota do Boeing, sob o

risco de causar um acidente, não faz sentido. Ele explica que as rotas

estavam sendo monitoradas pelo radar. Apenas a altitude do Legacy era

desconhecida. Segundo ele, o controle de vôo poderia determinar que o

Boeing fizesse uma abertura de 45 graus para a direita, o que o tiraria

do caminho do Legacy.

 

O Boeing voava de Manaus para o Rio e

estava a 37 mil pés de altitude. O Legacy ia de São José dos Campos

para os Estados Unidos e faria uma escala em Manaus. Pelo plano de vôo

aprovado, o Legacy deveria voar a 37 mil pés entre São José dos Campos

e Brasília, onde deveria descer para 36 mil pés, mantendo esta altitude

até o marco Teres, em Mato Grosso, onde subiria para 38 mil pés. No

entanto, no ponto em que houve a colisão - 400km depois do marco Teres

- os pilotos americanos Joe Lepore e Jan Paladino estavam a 37 mil pés.

 

Ainda

não se sabe explicar por que o Legacy voava a uma altitude diferente da

estabelecida no plano de vôo. O depoimento dos pilotos americanos à

Polícia Civil de Mato Grosso não esclarece a questão. Lepore e Paladino

afirmam que voavam a 37 mil pés, que, segundo eles, era a altitude

prevista no plano de vôo. Entre Brasília e Manaus, o Legacy usava uma

aerovia de mão dupla. Ele deveria estar numa altitude par (36 mil pés

ou 38 mil pés), enquanto o Boeing voava numa altitude ímpar (37 mil

pés).

 

Investigações

 

O delegado federal Renato Sayão,

responsável pelo inquérito na PF, disse nesta quarta que a investigação

deve seguir três linhas: verificar se os pilotos seguiram as normas

internacionais de segurança; se os controles de tráfego aéreo

funcionaram; e se houve falha mecânica. Sayão informou que a

investigação da PF será feita paralelamente à da Aeronáutica e defendeu

a manutenção no Brasil do piloto e do co-piloto do jato Legacy.

 

O

delegado recebeu o advogado José Carlos Dias, que defende os

tripulantes. O advogado, que foi ministro da Justiça no governo de

Fernando Henrique Cardoso, afirmou, após o encontro com Sayão, que

Lepore e Paladino não cometeram nenhuma impropriedade técnica no

comando do jato. Segundo ele, o transponder - dispositivo de

rastreamento da aeronave - não estava desligado, e nem houve falha no

equipamento. Quando questionado pelos repórteres se os americanos

teriam descumprido o plano de vôo, Dias respondeu:

 

- Não é bem assim não. Não é com este simplismo. Eles têm explicações que já foram dadas, e cumpriram todos os regulamentos.

 

O

advogado também respondeu às perguntas dos jornalistas sobre o fato de

o jato Legacy estar voando, no momento do acidente, a 37 mil pés, como

informaram os pilotos americanos à Polícia Civil do Mato Grosso.

 

-

Tenho certeza que eles têm resposta para tudo isso. Os fatos precisam

ser levados a uma apreciação equilibrada. É preciso ouvir as gravações

(da caixa-preta) para saber o que eles conversavam - afirmou Dias.

 

O advogado não descartou a possibilidade de ter ocorrido falha no controle aéreo:

 

- Isso tudo tem que ser apurado. Não queremos fazer acusações.

 

Um

relatório preliminar da FAB mostra que os pilotos americanos do Legacy

foram responsáveis pelo acidente. O relatório já está pronto, mas não

será divulgado até a que a Organização Internacional de Aviação Civil

(Oaci) envie, do Canadá, um relatório sobre a releitura da caixa-preta

do Legacy.

 

Embora os pilotos do Legacy tenham afirmado em

depoimentos à Polícia Civil de Mato Grosso que estavam cumprindo o

plano de vôo, cópia do documento mostra que eles estavam voando a 37

mil pés, quando deveriam ter subido para 38 mil num ponto bem antes do

choque com o Boeing da Gol.

 

Trabalho de resgate

 

Nesta

quarta-feira, as equipes de resgate (veja imagens das operações de

busca) conseguiram, por meio de macacos pneumáticos e hidráulicos,

levantar a estrutura da asa e do trem de pouso do Boeing da Gol, que

pesa 15 toneladas. Sob a estrutura, foram encontrados cinco corpos.

Nesta quinta-feira, os macacos vão levantar a cabine da aeronave, sob a

qual podem estar os últimos quatro corpos que faltam para totalizar o

número de 154 vítimas da maior tragédia da aviação comercial do Brasil.

Nesta quarta, o IML de Brasília identificou mais 15 vítimas do

acidente, totalizando 134. Já foram retirados por suas famílias 112

corpos. Estão em processo de identificação 16 vítimas.

 

As

equipes de resgate contam agora com o reforço de índios caiapós e

jurunas, que estiveram na fazenda Jarinã para oferecer ajuda. Eles vão

abrir picadas e clareiras para as equipes que estão à procura de corpos.

 

-

Esse era nosso objetivo, de ajudar e não de atrapalhar, de levar os

corpos para os familiares - disse o cacique caiapó Megaron Txucaramãe.

 

Mesmo

depois que todos os corpos forem localizados, boa parte dos militares

vai permanecer na mata para encontrar o cilindro da caixa-preta do

Boeing, que registrou os últimos diálogos da tripulação.

 

Big One2006-10-12 11:03:52

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Não vou votar na enquete, mas vou me posicionar quanto às responsabilidades.

 

Se o culpado foi quem errou primeiro...

Foram os pilotos do Legacy.

 

Mas...

Porque eles voaram impunimente, por 90min em altitude errada??

Porque nenhum sistema de controle terrestre identificou o erro, a tempo?

Porque eles nao usaram a frequencia de emergencia, pra alertar-los imediatamente?

 

Poque o sistema anti-colisão não funcionou?

 

Se os pilotos afirmam que o transponder do Legacy estava perfeitamente operacional, será que ninguem vai levantar a hipotese do transponder do Boieng 707 é que estivesse com problemas?

 

Saindo um pouco do quesito culpabilidade.

 

Gostaria que as altoridades dessem uma justificativa para que o Boieng caisse como uma pedra, e o Legacy mal saiu arranhado.

 

 

 

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Olá pessoal, boa noite!

 

 

 

Estou notando que a imprensa esta tentando criar terrorismo com a situação, qualquer "acidente" é motivo de pânico para a mídia, na minha opinião e claro, respeitando todas as demais, devemos ir com calma, para não cometermos os mesmos erros que boa parte da mídia, e porque não dizer toda a mídia esta cometendo.

 

 

 

T+! 16.gif

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Faltou a opção: "Falha humana"' date='facilitaria as coisas...03

 [/quote']

 

Culpa dos pilotos do boeing e do legacy seria o quê? Falha animal? 09

 

nao neh, dã, vc nao sabe ainda q existe falha de computador?

mas concordo q a falha deve ter sido humana pq nao creio q iriam colocar a vida de mais de cem pessoas para um computador administrar

nao sei como funciona o esquema nao...

 

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  Por mais que se diga que não é um lance de Brasil x EUA, aho que o fato de se tratar de americanos pesa um pouco.

  Ouvi um reporter num jornal americano (mas meu inglês é péssimo, de repente posso ter ouvido errado), de que eles estavam muito preocupados pelos americanos estarem em poder dos brasileiros... afff!

 Fico cá pensando se esse acidente não envolvessem estrangeiros como se daria o processo.
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Bom dia, Maria shy!

 

 

 

Maria shy, os estadunidenses estão assustados com tudo, eles foram alienados por um Governo terrorista, e agora qualquer coisa é motivo de pânico, o Brasil esta levando a situação de maneira exemplar e dentro da nossa constituição, os estadunidenses que estão aqui no Brasil em poder da justiça, estão sendo muito bem tratados, a empresa do avião deles esta pagando um dos melhores hotéis do Brasil, então eles estão tendo um tratamento que nem brasileiro tem, então, não tem motivo para que os estadunidenses tenham tanto medo assim do Brasil, mesmo com seus problemas internos como corrupção e outros atos de desonestidade que afloram o governo do Brasil, neste país esse tipo de caso é tratado de maneira aceitável. Então não é uma questão de Brasil x E.U é uma questão de E.U x Medo! Gerado pelo seu próprio governo.

 

 

 

T+ e um beijãoooooo! 03.gif

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Bom dia' date=' Maria shy!

Maria shy, os estadunidenses estão assustados com tudo, eles foram alienados por um Governo terrorista, e agora qualquer coisa é motivo de pânico, o Brasil esta levando a situação de maneira exemplar e dentro da nossa constituição, os estadunidenses que estão aqui no Brasil em poder da justiça, estão sendo muito bem tratados, a empresa do avião deles esta pagando um dos melhores hotéis do Brasil, então eles estão tendo um tratamento que nem brasileiro tem, então, não tem motivo para que os estadunidenses tenham tanto medo assim do Brasil, mesmo com seus problemas internos como corrupção e outros atos de desonestidade que afloram o governo do Brasil, neste país esse tipo de caso é tratado de maneira aceitável. Então não é uma questão de Brasil x E.U é uma questão de E.U x Medo! Gerado pelo seu próprio governo.

T+ e um beijãoooooo! 03.gif [/quote']

 

 Sei que a nossa conduta, pelo menos nesse caso, está ok. 

 Na verdade, acho que eles têm medo de que tratemos os tais estadunidenses da maneira com que eles tratariam os brasileiros se a situação fosse inversa.
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Poutz... eu vi as fotos do acidente' date=' das pessoas carborizadas... é nogento...

culpa é de todos... se acontece isso, devem melhorar a organização tecnologica dos meios de transportes aereos brasileiros...



Da promocao ("Volta a R$1") da Gol

ahuahu³³³

***chorando de rir*** 06

humor negro 16

 

Pelo jeito vc é um daqueles curiosos com curiosidade morbida que gosta de ver fotos da desgraça alheia né....

 

Me desculpe amigo mas vc viu fotos erradas, primeiro pq não ouve explosão, isso foi dito 500 vezes nos telejornais, ora se não ouve explosão impossivel haver corpos carbonizados.

 

Achei essa pergunta de péssimo gosto visto que se trata de uma tragédia onde vidas de pessoas inocentes foram levadas de forma brutal e sem sentido...

 

 
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Também achei a enquete de péssimo gosto.07

 

 

 

Ainda não foi apurado tudo. Mas pelo que já se sabe, é um fato

consumado de que teve alteração na trajetória do vôo que culminou no

acidente. É como se um motorista negligente dirigi-se na contra mão.

 

 

 

E não tem esta de ser brasileiro ou não, isto é em primeiro lugar um

crime e cometido contra outros seres humanos. E isto já basta para

qualquer indivíduo responder pelos seus erros, independente de sua

nacionalidade idiota. E não vejo aqui tantos comentários 

Anti-EUA, eu vejo mais Pró-EUA. E é verdade que se fosse o oposto, as

autoridades de lá seriam impassíveis de compreensão. E talvez

considerariam até um suposto atentado terrorista.

 

 

 

 

 

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  • 3 weeks later...

E agora José? Vão continuar culpando "únicamente" os americanos? A sucessão de erros está mais que confirmada. A Torre errou, autorizou eles voarem a 37 mil pés.

 

 

 

 

Caixa-preta de Legacy revela que torre errou

Controle em São José dos Campos autorizou que jato voasse a 37 mil pés até

Manaus, mesma altitude do Boeing da Gol

 

Também ocorreu falha na

comunicação com o centro de controle do tráfego aéreo de Brasília, e transponder

do jato não funcionou

 

ELIANE CANTANHÊDE

COLUNISTA DA FOLHA

 

A torre de controle de vôos de São

José dos Campos (SP) autorizou os pilotos do Legacy, Joe Lepore e Jean Paladino,

a voar na altitude de 37 mil pés até o aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus,

apesar de essa altitude ter se tornado "contramão" na rota após Brasília -e onde

estava o Boeing-737 da Gol atingido e derrubado no choque com o jato da

Embraer.

Esse foi o primeiro de uma sucessão de erros que geraram o choque,

em 29 de setembro, matando 154 pessoas. Depois disso, houve falha na comunicação

entre o Legacy e o Cindacta-1 (centro de controle do tráfego aéreo de Brasília),

o transponder (que alertaria o sistema anti-colisão do Boeing) não estava

funcionando no Legacy e o avião da Gol não foi alertado para o risco.

O plano

de vôo original do Legacy previa três altitudes: 37 mil pés entre São José dos

Campos e Brasília, passando para 36 mil pés a partir da capital e para 38 mil

pés a partir do ponto Teres da carta aeronáutica (a 480 km de Brasília, em Mato

Grosso) até Manaus. O Legacy, porém, voou todo o tempo em 37 mil pés.

Pela

caixa-preta do Legacy, que está sob a responsabilidade do Cenipa (Centro

Nacional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), o controlador

da torre de São José dos Campos se comunicou em inglês com os americanos Lepore

e Paladino durante o procedimento de "clearence" -ou seja, de autorização para a

decolagem.

Nesse diálogo, gravado, Lepore pede para decolar, a torre autoriza

e diz, claramente, que ele deve subir para 37 mil pés "até o aeroporto Eduardo

Gomes", de Manaus, contrariando o que especificava o plano de vôo -em poder dos

pilotos e das autoridades aeronáuticas.

A versão obtida pela Folha

confirma o que dizem os advogados dos pilotos, o brasileiro Theo Dias e o

americano Robert Torricelli, de que eles teriam autorização para voar em 37 mil

pés, apesar de ser "contramão" no rumo Brasília-Manaus.

Nos registros do

Cindacta-1, o último contato do Legacy foi quando a aeronave estava a 52 milhas

-ou a cerca de sete minutos- de Brasília, para um procedimento comum: os pilotos

comunicaram ao centro de controle que tinham atingido a altitude de 37 mil

pés.

O piloto Lepore deu o registro do avião, Legacy N600XL, avisou que

estava no nível 370, que corresponde a 37 mil pés, e desejou "boa tarde" em

inglês.

O controlador de plantão respondeu, pediu que o piloto apertasse o

botão de identificação do vôo e desejou boa viagem. O botão a que se referia é

do transponder -que não funcionou. Os pilotos confirmam que o acionaram para

registrar a identificação do vôo, mas o Cindacta-1 diz que o equipamento não

estava funcionando a partir de Brasília e que os controladores tentaram várias

vezes, sem sucesso, alertar a tripulação. Os pilotos reagem dizendo que também

tentaram, sem sucesso, se comunicar com o Cindacta-1 quando sobrevoaram

Brasília. Sem esse contato, decidiram seguir a orientação original, segundo seus

advogados e representantes da empresa ExcelAire que conversaram com a

Folha.

Segundo a Aeronáutica, um dos erros dos pilotos americanos foi

não acionar o código 7600 no transponder, registrando a perda de comunicação. O

aparelho ficou fora do ar até cerca de dois minutos depois do choque com o

Boeing, na área de Mato Grosso, quando voltou a funcionar já com o código 7700,

de emergência.

Já segundo os advogados dos pilotos e os representantes da

empresa americana, o Cindacta-1 também errou, ao perceber que havia algo errado

com o vôo e não alertar imediatamente o Boeing que vinha em sentido contrário e

na mesma altitude. A alegação do Cindacta-1, encampada pela Aeronáutica, é de

que o centro não identificou com precisão que o Legacy estava na altitude de 37

mil pés, o que só poderia ser feito caso o transponder estivesse funcionando.

Sem ele, a altitude é conferida no radar pelo equipamento primário de segurança,

que é impreciso. Nesse caso, há uma variação no radar que pode chegar até a

1.500 pés.

Tudo somado, há uma sucessão de erros. O original deles foi a

autorização da torre de São José dos Campos para o vôo se realizar em 37 mil

pés, mas isso poderia ter sido corrigido com a comunicação entre o avião e o

Cindacta-1, pelo transponder e o sistema anti-colisão e, finalmente, pela

determinação de que o Boeing desviasse, ou para cima ou lateralmente, como

determinam as normas internacionais e nacionais de segurança de vôo.

 

 

 

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Bom dia, Big One!

 

 

 

Na verdade esse acidente explodiu uma situação que vinha acontecendo a muito tempo com a classe de controladores de vôos, que estavam sobrecarregados, e o Governo deixou de investir no ministério da defesa em 2003, deixando o problema crescer e virar o que virou hoje, agora estão ai desesperados atrás de novos controladores.

 

 

 

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Um cara que estuda cmg na facul é sargento e controlador de voo ... ele diz que chega a controlar 18 ... 20 aviões num turno ... é mta coisa ... mta mesmo ... teria que ser metade disso!

 

Ele chega a trabalhar 12 horas num turno ... ele tah estressadão ... o bom do acidente é que esses podres começaram a aparecer ....

 

Mas eu ouvi no rádioq ue a culpa foi dos controladores aqui. A torre disse pra eles continuarem voando a 37 mil pés ...
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Boa tarde, fram!

 

 

 

Mesmo que seu colega venha a trabalhar apenas com metade desta carga, continuará sobrecarregado, a solução é simples, contratar mais controladores de vôo e ampliar o sistema, para isso é necessários investimentos, coisa que o Governo não vez, agora terá que pagar mais de 40 milhões em indenizações.

 

 

 

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03/11/2006 - 09h27

 

FAB confirma que controle errou no acidente da Gol

 

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ELIANE CANTANHÊDE

 

Colunista da Folha de S.Paulo

 

FÁBIO AMATO

 

da Agência Folha, em São José dos Campos

 

 

 

A Aeronáutica confirmou ontem que o controlador da torre de controle de tráfego aéreo de São José dos Campos (SP) autorizou o jato Legacy, que veio a se chocar com o Boeing da Gol, matando 154 pessoas, a voar na altitude errada de 37 mil pés até o aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus.

 

 

 

Segundo a Força Aérea, essa autorização está gravada nas fitas da própria torre, que dá o "clearance" (autorização) para a decolagem dos aviões, e não na caixa-preta do Legacy, que era pilotado pelos americanos Joe Lepore e Jan Paladino.

 

 

 

Pela fita da torre, que está em poder do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), o controlador foi específico na sua conversa em inglês com os pilotos do jatinho, ao falar em 37 mil pés até Manaus, apesar de o plano de vôo prever três alturas diferentes.

 

 

 

A partir da fala do controlador, Lepore e Paladino acionaram o piloto automático e seguiram sempre na mesma altura, na qual bateram com o Boeing da Gol, que vinha de Manaus em sentido contrário.

 

 

 

Pelo plano de vôo original, eles deveriam sair em 37 mil pés, passar para 36 mil a partir de Brasília e, já sobre Mato Grosso, a 480 km de Brasília, subir para 38 mil.

 

 

 

Em entrevista, pela manhã, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Luiz Carlos Bueno, não confirmou nem desmentiu a informação do erro da torre de São José dos Campos, que pode ser um dado fundamental nas investigações e foi publicada ontem pela Folha.

 

 

 

Ele observou, porém, que, se houve erro da torre, ele não justificaria, isoladamente, o choque das aeronaves. "O piloto, quando perde a comunicação, deve seguir o plano de vôo." Bueno evitou relacionar a redução da atividade dos controladores de tráfego aéreo em Brasília a uma eventual culpa de colegas no acidente. "Não acredito que essa operação seja desencadeada com o objetivo de disfarçar alguma coisa."

 

 

 

Depoimentos

 

 

 

O americano Joe Lepore, piloto do Legacy da ExcelAire que se chocou com o Boeing da Gol, afirmou em seus depoimentos à polícia e à Aeronáutica que foi autorizado pela torre de controle de vôo de São José dos Campos a voar a 37 mil pés de altitude.

 

 

 

De acordo com uma fonte que acompanhou alguns dos depoimentos de Lepore --e que pediu para não ter o nome revelado--, o piloto manifestou surpresa quando questionado por que o Legacy voava em rota de colisão com a aeronave da Gol, apesar de o plano de vôo original determinar que o jato executivo deveria baixar a 36 mil pés ao passar por Brasília.

 

 

 

O plano de vôo é um documento feito pelo próprio piloto ou então por um profissional chamado despachante operacional de vôo.

 

 

 

Para Lepore, não havia motivos para desobedecer a orientação recebida do controle de São José dos Campos.

 

 

 

Segundo um piloto aposentado especialista em segurança de vôo, o diálogo revela que o plano de vôo original foi desconsiderado pela autoridade aérea. De acordo com ele, Lepore agiu corretamente ao respeitar a orientação dada pela torre de controle.

 

 

 

Os aviões que partem de São José dos Campos têm seus planos de vôo analisados pelo Centro de Controle de Área de Brasília, que os aprova ou não. Ele é devolvido à torre de São José, que apenas repassa a autorização de decolagem ao piloto, além de informar possíveis alterações, como na altitude. Isso significa que o erro pode ter origem em Brasília.

 

 

 

Boa noite, Turma!

 

 

 

A pergunta que não quer se calar na minha cabeça, de quem é a culpa?

 

 

 

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Boa tarde' date=' fram!

Mesmo que seu colega venha a trabalhar apenas com metade desta carga, continuará sobrecarregado, a solução é simples, contratar mais controladores de vôo e ampliar o sistema, para isso é necessários investimentos, coisa que o Governo não vez, agora terá que pagar mais de 40 milhões em indenizações.

T+! 16.gif[/quote']

 

Tb acho. Concordo. mas há uma lei do governo que só permite sargentos para controladores de voo e no Brasil há uma cota de 40.000 sargentos, ou seja, não tem o suficiente pra suprir os aeroportos e td mais. Teriam que contratar civis e investior em treinamento e arrumar essa lei! Ai é de se questionar quanto tempo isso tudo vai demorar pra ser concertado!
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Boa noite, fram!

 

 

 

Vc tem razão, tem uma lei que delimita as forças armadas essa responsabilidade, se não me engano, se eu estiver errado, me corrijam, mas é a Lei Federal nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que diz nos seus artigos 11 e 12:

 

 

 

Art. 11. O Brasil exerce completa e exclusiva soberania sobre o espaço aéreo acima de seu território e mar territorial.

 

Art. 12. Ressalvadas as atribuições específicas, fixadas em lei, submetem-se às normas (artigo 1º, § 3º), orientação, coordenação, controle e fiscalização do Ministério da Aeronáutica:

 

 

 

I - a navegação aérea;

 

 

 

II - o tráfego aéreo;

 

 

 

III - a infra-estrutura aeronáutica;

 

 

 

IV - a aeronave;

 

 

 

V - a tripulação;

 

 

 

VI - os serviços, direta ou indiretamente relacionados ao vôo.

 

 

 

Porém o governo pode sanciona emendas mudando esse quadro, se não me engano, esse Ministério da Aeronáutica nem existe mais. O Governo inclusive, depois do leite derramado vem às atitudes, sancionou medidas promissórias, permitindo a contratação de mais controladores de vôos.

 

 

 

T+! 16.gif

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Boa noite, Maria shy!

 

 

 

Vamos ver até onde a imprensa vai continuar acompanhando, se a imprensa continuar acompanhado até o fim da história, talvez alguma coisa mude, vai mudar, mas talvez algo um pouco mais substancial mude, eu espero que se crie MPs que ajudem a melhorar os investimentos na Defesa, na FAB ou sei lá onde, já que existe um monte de ministérios para o mesmo trabalho.

 

 

 

Lembrando, o Brasil é um país rico, eu estou falando de investimentos, o pessoal do fórum deve está pensando de onde eu tiro tanto dinheiro, estou tirando da enorme carga tributaria que é cobrada no Brasil, o Brasil é rico, só precisa fazer o dinheiro aparecer nos lugares certos.

 

 

 

T+ e um abração e um bjão!! 16.gif(Õ.ô)2006-11-05 20:44:56

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Boa noite amigos e amigas!

 

 

 

Começa a luta: De um lado, Ribbeck Law empresa de advocacia de algumas famílias que perderam vidas humanas que amavam muito e de outro lado Legacy, para ver quem é o culpado e quem vai pagar a divida. Os dois sob o quadrilátero de cortas da justiça, resolvendo o que todo mundo sabe que vai acabar nos cofres públicos, de maneira correta, já que o maior erro segundo a caixa preta foi da Infraero.

 

 

 

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