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Michel M.

Nosso Amado Presidente Lula!

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Homícidios em SP caem no carnaval de 2007!

Enquanto na Bahia

de Jacques Wagner as ocorrências cresceram 28%, em São Paulo houve uma

queda no número de homicídios em idêntica porcentagem (do site G1):

 

SP: homicídios no carnaval de 2007 caem 29%

 

Secretário

de Segurança Pública considerou positivo balanço de ocorrências

policiais.Ronaldo Marzagão atribuiu diminuição nos crimes ao trabalho

dos policiais.

 

Anna Carolina Mello, do G1, em São Paulo

 

O

balanço de ocorrências policiais durante o carnaval em São Paulo foi

positivo, segundo a avaliação feita nesta quarta-feira (21) pelo

secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão.

 

Em 2007,

houve queda de 29% nos homicídios em todo o estado. Foram registrados

57 assassinatos da noite da sexta-feira (17) até o início desta

quarta-feira (21). No mesmo período de 2006, foram registrados 81

casos. Houve também queda de 30% nas tentativas de homicídio, de 24,9%

no número de furtos em geral e queda de 12,35% nos roubos.

 

O

secretário atribuiu a diminuição da ocorrência na maioria dos crimes ao

trabalho dos policiais. "É a polícia maciça na rua, e não só isso, é

também a polícia atuando", disse Marzagão durante entrevista realizada

na sede da Secretaria de Segurança Pública (SAP), na região Central de

São Paulo.

 

Para o carnaval, as polícias Civil, Militar e Científica contaram com um efetivo de 50 mil homens ao dia em todo o estado.

 

O

único crime que registrou aumento em relação ao carnaval de 2006 foi o

de furto de veículos, que cresceu 8,44% neste ano. O delegado geral de

SP, Mário Jordão, contou que os roubos caíram, mas os furtos cresceram

porque os bandidos evitam o confronto direto com a polícia. "O furto é

um ato dissimulado, que não leva ao enfrentamento com o policial",

falou. Já o total de roubo de carros se manteve estável, com 280

veículos roubados em todo o estado.

 

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Interessante, não se vê esse tipo de noticia nos blogs de Paulo Henrique Amorin ou Mino carta.

Por que será?

 

 

 

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Homícidios em SP caem no carnaval de 2007!
Enquanto na Bahia de Jacques Wagner as ocorrências cresceram 28%' date=' em São Paulo houve uma queda no número de homicídios em idêntica porcentagem (do site G1):

SP: homicídios no carnaval de 2007 caem 29%

Secretário de Segurança Pública considerou positivo balanço de ocorrências policiais.Ronaldo Marzagão atribuiu diminuição nos crimes ao trabalho dos policiais.

Anna Carolina Mello, do G1, em São Paulo

O balanço de ocorrências policiais durante o carnaval em São Paulo foi positivo, segundo a avaliação feita nesta quarta-feira (21) pelo secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão.

Em 2007, houve queda de 29% nos homicídios em todo o estado. Foram registrados 57 assassinatos da noite da sexta-feira (17) até o início desta quarta-feira (21). No mesmo período de 2006, foram registrados 81 casos. Houve também queda de 30% nas tentativas de homicídio, de 24,9% no número de furtos em geral e queda de 12,35% nos roubos.

O secretário atribuiu a diminuição da ocorrência na maioria dos crimes ao trabalho dos policiais. "É a polícia maciça na rua, e não só isso, é também a polícia atuando", disse Marzagão durante entrevista realizada na sede da Secretaria de Segurança Pública (SAP), na região Central de São Paulo.

Para o carnaval, as polícias Civil, Militar e Científica contaram com um efetivo de 50 mil homens ao dia em todo o estado.

O único crime que registrou aumento em relação ao carnaval de 2006 foi o de furto de veículos, que cresceu 8,44% neste ano. O delegado geral de SP, Mário Jordão, contou que os roubos caíram, mas os furtos cresceram porque os bandidos evitam o confronto direto com a polícia. "O furto é um ato dissimulado, que não leva ao enfrentamento com o policial", falou. Já o total de roubo de carros se manteve estável, com 280 veículos roubados em todo o estado.

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Interessante, não se vê esse tipo de noticia nos blogs de Paulo Henrique Amorin ou Mino carta.
Por que será?

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Pérolas... 06

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Ah, sim, não se vê esse tipo de notícia nos blogs do Paulo Amorim e Mino Carta pq eles estão mais interessados nesse tipo de notícia:

 

14/03/2007 - 09h34
São Paulo cria força-tarefa para evitar epidemia de dengue

Thalita Pires
Agência Estado
Em São Paulo

Em apenas dez dias, o número de casos de dengue confirmados no Estado de São Paulo aumentou 82%. Para conter o avanço da doença e evitar uma epidemia a Secretaria Estadual de Saúde vai iniciar hoje uma força-tarefa. "Os dados permitem supor que o número de casos pode chegar a 100 mil", afirma Affonso Viviani Junior, presidente do Comitê Estadual de Mobilização contra a Dengue.

Esse número superaria as últimas epidemias do Estado, que aconteceram em 2001 e 2006, com 51 mil e 52 mil casos, respectivamente. "O objetivo é diminuir sensivelmente os casos a partir do início das ações."

A força-tarefa vai envolver 35 órgãos governamentais e civis, como Sabesp, Metrô, CPTM e Fiesp. Serão gastos R$ 20 milhões até junho no combate à doença.

A primeira providência será o encontro de especialistas do Estado com os secretários de Saúde de todos os 624 municípios de São Paulo, que estão reunidos em um congresso na cidade de Araraquara. Lá serão combinadas medidas conjuntas de combate à dengue.

A secretaria planeja também a distribuição de 6 milhões de panfletos sobre a doença, além da realização, no dia 31 de março, do dia 'D' de combate à dengue.

Um dos motivos para o alto número de casos é o calor que ainda vigora no Estado. "O período de calor e chuvas contribui para o crescimento da doença", diz Viviani. É no calor que o mosquito transmissor tem as melhores condições para a reprodução.

A proximidade com o Mato Grosso do Sul, Estado que vive uma epidemia com quase 36 mil casos confirmados, é outro problema. Quem é infectado em uma cidade pode levar a doença para outras regiões que tenham o mosquito, facilitando a propagação.

Apesar do avanço no número de casos, Viviani afirma que as ações de combate à dengue estiveram, até agora, dentro da normalidade. "Temos um trabalho constante de visitas casa a casa e esclarecimento à população. Nessa época do ano o esforço aumenta, com nebulização e procura ativa de criadouros do mosquito", diz.

Dengue hemorrágica
A Vigilância Epidemiológica de Presidente Prudente confirmou o primeiro caso de dengue hemorrágica autóctone deste ano no Estado de São Paulo. Trata-se de um homem, que foi internado no setor de infectologia do Hospital Universitário de Prudente na segunda quinzena de fevereiro. Ele já recebeu alta.

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Lula esta acabando coma desigualdade social do pais, exterminando homeopaticametne a classe média: acabou reduzindo os rendimentos da sua e da minha caderneta de poupança em beneficio das instituicoes financeiras, q nao sairao perdendo nada! Este seria nosso  "honrado" Presidente, q se elegeu a favor do povo, mas na verdade "come caviar e arrota farinha"..

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Bom dia. Amigos e Amigas!

 

 

 

Opa, parece que o bolso do presidente da republica federativa do Brasil vai ficar mais gordinho, bem alimentado. 06.gif07.gif

 

 

 

Eu não tinha visto uma declaração do Lula dizendo que o salario dos ministros são uma pobreza, meu Deus, e o governo ferrando o aumento do salario minimo. 07.gif

 

 

 

...Acontece e o povo deixa, acontece e o povo deixa, acontece e o povo deixa, acontece e o povo deixa, acontece e o povo deixa...

 

 

 

T+ e AHHHH, os deputados e os clubes da luluzinha estão na fila... 14.gif

 

 

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Discurso de Lula nesta sexta, em Olida (PE), durante cerimônia de formatura de alunos do ProJovem:

"Hoje, 30% das meninas entre 15 e 17 anos, que estão fora da escola porque já têm filhos e, se tiveram filhos, é porque não tiveram educação sexual adequada dentro de casa ou na escola. E se a escola não cuida e se a família não cuida, a gente depois não pode querer punir a juventude ao diminuir a maioridade penal para colocar jovem na cadeia, achando que vai resolver o problema da juventude brasileira (...) Eu quero dizer para vocês: se tem um brasileiro que pode significar o exemplo de que a perseverança, de que a luta e de que o nunca desistir dá resultado, sou eu. Porque um retirante nordestino, que sai daqui com sete anos de idade, com oito filhos, oito irmãos agarrados no rabo da saia da minha mãe, chegar em São Paulo, sobreviver e chegar à Presidência da República, deve ser uma motivação e um exemplo para vocês, que podem acreditar que podem chegar lá, é só vocês não desistirem. Deixa eu dizer para vocês uma coisa: cada eleição que eu perdia — eu perdi a eleição em 1989, perdi a eleição em 1994, perdi a eleição em 1998 —, as pessoas falavam assim para mim: 'Lula, agora chega, já perdeu demais, desiste'. E eu falava: não. Eu perdia em novembro e em janeiro eu estava na rua outra vez, falando com o povo brasileiro, chamando a atenção dele. Foram 12 anos de espera para chegar aqui e eu não posso jogar fora essa oportunidade e essa confiança que vocês me deram, eu não posso, eu tenho que aproveitar esse segundo mandato para fazer mais do que no primeiro."

 

Mas que danadinho esse Lula, hein?

Com sete anos já tinha oito filhos? 13 06

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Discurso de Lula nesta sexta' date=' em Olida (PE), durante cerimônia de formatura de alunos do ProJovem:

"Hoje, 30% das meninas entre 15 e 17 anos, que estão fora da escola porque já têm filhos e, se tiveram filhos, é porque não tiveram educação sexual adequada dentro de casa ou na escola. E se a escola não cuida e se a família não cuida, a gente depois não pode querer punir a juventude ao diminuir a maioridade penal para colocar jovem na cadeia, achando que vai resolver o problema da juventude brasileira (...) Eu quero dizer para vocês: se tem um brasileiro que pode significar o exemplo de que a perseverança, de que a luta e de que o nunca desistir dá resultado, sou eu. Porque um retirante nordestino, que sai daqui com sete anos de idade, com oito filhos, oito irmãos agarrados no rabo da saia da minha mãe, chegar em São Paulo, sobreviver e chegar à Presidência da República, deve ser uma motivação e um exemplo para vocês, que podem acreditar que podem chegar lá, é só vocês não desistirem. Deixa eu dizer para vocês uma coisa: cada eleição que eu perdia — eu perdi a eleição em 1989, perdi a eleição em 1994, perdi a eleição em 1998 —, as pessoas falavam assim para mim: 'Lula, agora chega, já perdeu demais, desiste'. E eu falava: não. Eu perdia em novembro e em janeiro eu estava na rua outra vez, falando com o povo brasileiro, chamando a atenção dele. Foram 12 anos de espera para chegar aqui e eu não posso jogar fora essa oportunidade e essa confiança que vocês me deram, eu não posso, eu tenho que aproveitar esse segundo mandato para fazer mais do que no primeiro."

 

Mas que danadinho esse Lula, hein?

Com sete anos já tinha oito filhos? 13 06
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Precoce o rapaz , não ?

 

 

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Lula diz que todos têm culpa pela violência

Um dia depois de seus comandados terem ardilosamente preparado na câmara dos Deputados uma malandragem na lei de progressão da pena para beneficiar os criminosos, Lula discursa em São Paulo e, sem qualquer pejo, ousa atribuir aos governos passados o descalabro que atinge o setor de segurança pública no Brasil e que é decorrência direta da leniência do governo do PT. E foi mais além:

"Esta juventude que assusta vocês, hoje, e que me assusta, e que muito mais que me assusta, me angustia, estas notícias que a gente vê na TV, de jovem matando jovem, são subprodutos dos erros cometidos pelo Estado brasileiro".

"É só imaginar o que aconteceu neste país de 1980 até pouco tempo atrás para percebermos que o crescimento da economia brasileira e a política de distribuição de renda não deram resposta e nem esperança de vida para esta juventude", afirmou o presidente.

"Nós vamos continuar assim, ou esse desafio é meu como presidente e de vocês?", questionou. "A responsabilidade é de quem? A gente poderia culpar qualquer presidente da República, qualquer governador, mas por que não assumimos a culpa coletivamente? Por que não assumir que cada um teve uma vírgula de parcela para a situação chegar assim", completou nosso guia.

 

09

 

===X===

 

11.6.imagem_villa.jpg

Marco Antônio Villa: historiador

Historiador diz que crise aérea é mais um dado produzido pelo governo de um presidente que não consegue fazer escolhas

Angélica Santa Cruz

O caos imperou nos aeroportos no Natal, assombrou todos os feriadões e voltou a parar o País há uma semana. Por várias vezes, o governo declarou que a crise estava debelada. Para o historiador Marco Antonio Villa, professor da Universidade Federal de São Carlos, a administração da crise aérea é mais um dado da personalidade “indecisa” do presidente da República. Observador cáustico do governo, Villa afirma que Lula é inebriado por tudo o que é externo ao ato de governar, mas é avesso às obrigações executivas e montou um governo concebido para não decidir. “Nenhum presidente sobreviveu à história só com carisma. Getúlio era um administrador dedicado.”

O governo Lula tem sido identificado com a dificuldade de tomar decisões políticas e administrativas. O senhor concorda?

Lula não sabe tomar decisões, não fica confortável diante delas. É uma característica pessoal. Em 1980, por exemplo, sumiu de vista em dias decisivos da greve em São Bernardo do Campo. “Cadê o Lula?”, perguntavam todos. Estava em um sítio, perto de uma represa. Foram lá dar uma dura nele e ele reapareceu no dia seguinte, na assembléia da Vila Euclides. O jornal local estampou a manchete “Ele voltou!”. Lula tem uma dificuldade de tomar decisões que não começou na Presidência, ficou evidente em todos os momentos-chave de seu primeiro mandato e reapareceu agora, no primeiro trimestre de seu segundo governo. O apagão aéreo é apenas um exemplo de uma lista extensa.

Em que momentos essa característica ficou evidente?

Há até excesso de exemplos. Foi assim quando Lula tentou fazer a primeira reforma ministerial, processo que levou cinco meses e, ao final, acabou em mudanças irrelevantes. Foi assim com a escolha dos novos nomes do segundo mandato, que só acabou há poucos dias com a nomeação de mais de 34 ministros e secretários importantes. É a maior equipe da história do Brasil. Nesse ritmo, por pouco não dividiu a Secretaria Especial da Pesca nas pastas da Água Salgada e Água Doce. Ainda assim, aí está o Ministério da Defesa à espera de uma decisão. Na dificuldade de fazer escolhas, o presidente fatiou o governo para acomodar 11 partidos, outro recorde histórico. É impossível ter homogeneidade de decisões assim. Portanto, é um governo concebido para não decidir.

Não pode ser positivo ter um presidente que não toma suas decisões apressadamente e sob pressões?

O presidente Lula apresenta a lentidão de suas decisões como sapiência, como a elogiável capacidade dos líderes de decidir quando querem, como querem. É um recurso que não resiste nem mesmo a uma análise histórica. Grandes decisões foram tomadas no calor do momento. Se o presidente Lula estivesse no lugar de Dom Pedro I no momento em que recebeu a correspondência às margens do Ipiranga, dificilmente teria proclamado a Independência, provavelmente teria sugerido uma paradinha ali à beira do rio. A Revolução de 30 se deu rapidamente, no calor da conjuntura favorável - apenas para ficar em exemplos brasileiros. O presidente acredita que, passando o tempo, as coisas se acomodam sozinhas. Governar não é isso.

Em momentos de crise, quando ânimos estão exaltados, não pode ser prudente do ponto de vista político adiar decisões relevantes?

A indecisão do presidente é boa para ele, mas péssima para o País. Quando o caso Waldomiro Diniz estourou, ele adiou a decisão sobre o que fazer com José Dirceu, o homem que naquele governo representava quem de fato tinha pendor para as tarefas executivas. Acabou precisando tomar essa decisão mais adiante, em circunstâncias mais penosas. Demorou a decidir pela saída de Antonio Palocci - quando a quebra do sigilo bancário é um ato gravíssimo - , depois foi esvaziando o prestígio de Luiz Gushiken. Deixou a nação por dias esperando explicações sobre o mensalão e foi falar o que quis, sem contraditório, em uma entrevista em Paris. Politicamente, a indecisão pôde ser boa para ele, que foi reeleito. Mas são escolhas ruins para o Brasil, porque desmoralizam valores republicanos. No sentido mais amplo, é também uma escolha perigosa, porque tributária de uma política conservadora.

Como assim?

Apostar no esquecimento é uma característica do conservadorismo político. Nos últimos tempos as pessoas têm falado muito da frase do Ivan Lessa, que disse que a cada 15 anos o Brasil esquece de tudo o que aconteceu nos 15 anos anteriores. O governo Lula atua em uma faixa que mistura essa máxima com a lógica de Delúbio Soares, que previu que toda a denúncia do mensalão acabaria em “piada de salão” - e tinha razão. Lula assumiu o segundo mandato e os protagonistas do episódio continuam em lugares importantes dos partidos que atuam junto com o governo. É a vitória do esquecimento.

Na política internacional, há críticas contra o que seria a permissividade de Lula em episódios como a nacionalização do gás, com Evo Morales, ou com o populismo de Hugo Chávez. O senhor concorda?

Não defendo nem uma política agressiva, nem uma política de panos quentes. Parece mesmo ser uma bobagem para o presidente se transformar em um anti-Chávez ou anti-Morales, até porque o raio de influência deles, como se verá, não é tão grande quanto muitos acreditam. O problema da indecisão do presidente nessa área está em dois pontos. Um deles é que estamos falando de questões de soberania nacional brasileira, e fica claro que Lula não sabe como lidar com ela por não ter claro o que deve fazer, a não ser uma escolha por seguir a política hegemônica em curso no Itamaraty. O outro ponto é a maneira às vezes até clandestina de tentar resolver - como essa edição sem alarde de uma medida provisória que libera R$ 20 milhões para fazer uma reforma agrária na fronteira entre Bolívia e Brasil, sob a justificativa frágil de que há muitos agricultores brasileiros na área.

O presidente Fernando Henrique Cardoso chegou a ser definido como um político que não sabia dizer não. Qual é a diferença entre ele e Lula nesse quesito?

Fernando Henrique também teve ampla base no Congresso, mas foi testado em outras esferas. Pegou a economia mundial em situação complicada, enfrentou problemas com as reservas. Aí tomou decisões. Lula pegou céu de brigadeiro na economia mundial e nem assim soube aproveitar o momento favorável para dar um salto em relação à situação que encontrou. Manteve a política econômica no ponto em que pegou. As crises econômicas mundiais aparecem em ciclos e os especialistas dizem que há outra em vista. Vai chegar em breve o momento em que vamos precisar de um presidente com perfil executivo, que saiba decidir. E nós não temos. Usando as analogias futebolísticas que agradam a Lula, uma coisa é ser técnico do Santos na década de 60, com aquela equipe de estrelas que se moviam sozinhas; outra é ser técnico do Corinthians hoje.

O senhor está dizendo que Lula não governa?

O presidente Lula não gosta de ser um executivo, reunir equipes, levar relatórios para casa, pegar retornos técnicos e, com base nisso, tomar decisões. Nesse sentido, ele não preside. O presidente gosta do poder, é encantado pelo cerimonial do Palácio e por tudo o que é externo ao ato de governar. Gosta de fazer discursos com temáticas pessoais, autobiográficas. Gosta do mundo palaciano em que presidentes jamais são vaiados e exerce uma “Presidência do Espetáculo” que até lembra o Absolutismo, em que tudo é revelado. Até no site da Presidência aparece sua história de sacrifícios. Mas Lula precisa se encantar também com o terceiro andar do Planalto, com a mesa de onde precisa administrar o País. Nenhum governante sobreviveu à história apenas com sua cota de carisma. Getúlio Vargas era um administrador dedicado. Criou grupos de trabalho, entendia seu governo. Em seus diários, essa rotina fica clara. Há anotações com lembretes para ler relatórios e livros que poderiam ajudá-lo a governar. Não à toa Lula se cerca de colaboradores com atribuições de primeiros-ministros, como José Dirceu, no primeiro governo, e Dilma Rousseff, agora. Presidentes que não fugiram de decisões não se cercaram de gente forte assim. A dificuldade para decidir, em um presidente, não é só curiosidade. O País precisa de administradores reais.

Quem é:

Marco Antonio Villa

É historiador e professor do Departamento de Ciências
Sociais da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos)

Possui mestrado em Sociologia e doutorado em História Social pela USP.

Tem 50 anos e é autor de 16 livros, entre eles Jango, um Perfil (1945-1964) e Vida e Morte no Sertão.

skellington2007-04-10 17:04:11

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Lula diz que todos têm culpa pela violência

Um dia depois de seus comandados terem ardilosamente preparado na câmara dos Deputados uma malandragem na lei de progressão da pena para beneficiar os criminosos' date=' Lula discursa em São Paulo e, sem qualquer pejo, ousa atribuir aos governos passados o descalabro que atinge o setor de segurança pública no Brasil e que é decorrência direta da leniência do governo do PT. E foi mais além:

"Esta juventude que assusta vocês, hoje, e que me assusta, e que muito mais que me assusta, me angustia, estas notícias que a gente vê na TV, de jovem matando jovem, são subprodutos dos erros cometidos pelo Estado brasileiro".

"É só imaginar o que aconteceu neste país de 1980 até pouco tempo atrás para percebermos que o crescimento da economia brasileira e a política de distribuição de renda não deram resposta e nem esperança de vida para esta juventude", afirmou o presidente.

"Nós vamos continuar assim, ou esse desafio é meu como presidente e de vocês?", questionou. "A responsabilidade é de quem? A gente poderia culpar qualquer presidente da República, qualquer governador, mas por que não assumimos a culpa coletivamente? Por que não assumir que cada um teve uma vírgula de parcela para a situação chegar assim", completou nosso guia.

 

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era o q faltava! o barbudo nos responsabilizar pela criminalidade!! ele, afinal, foi eleito pra q??? qual foi mesma a plataforma sob a qual o sapo barbudo fdp se elegeu???11

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Soto' date='vai me dizer que você não é responsavel pelo grau que a violência chegou?!?!?!

 
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Bem brasileiro mesmo... a culpa tá sempre no outro, a gente NUNCA é responsável por nada... êta povinho de merda...

 

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Soto' date='vai me dizer que você não é responsavel pelo grau que a violência chegou?!?!?!

 
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Bem brasileiro mesmo... a culpa tá sempre no outro, a gente NUNCA é responsável por nada... êta povinho de merda...

 

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Pois é.....

Talvez o Soto seja um usuário constante do Disque Denuncia...quem sabe....06
Rafal2007-04-30 08:39:00

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10/05/2007 - 12h42

Lula rejeita acordo e diz ao papa que Brasil vai manter Estado laico; Bento 16 não fala sobre aborto

Rodrigo Bertolotto
de São Paulo

 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira, em encontro com o papa Bento 16, que o Brasil vai "preservar e consolidar o Estado laico".

Em conversa com sua assessoria depois da reunião com o papa no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, Lula disse que explicou ao papa que o Brasil mantém a posição de "ter a religião como instrumento para tratar do espírito e temas sociais".

Lula também disse, segundo sua assessoria, que o papa não tocou no tema aborto durante o encontro. A oposição da Igreja Católica ao aborto foi citada pelo papa em suas duas falas na quarta-feira, em seu primeiro dia de visita ao país

A reunião de Lula e Bento 16 terminou em impasse no que diz respeito a fechar um acordo sobre direitos e privilégios da Igreja Católica no país.

Há poucas informações sobre os exatos termos do acordo, mas, segundo a BBC Brasil, a Igreja Católica quer formalizar em um documento legal próprio direitos e privilégios.

Entre os temas estariam a liberdade de culto, a preservação de igrejas, isenções fiscais, concessão de vistos para missionários e o ensino de religião nas escolas.

Segundo a assessoria de Lula, o papa disse que, apesar do impasse, tem a expectativa de que o acordo seja fechado ainda em seu pontificado e no mandato do presidente Lula.


Lula chegou ao Palácio dos Bandeirantes acompanhado da primeira-dama, Marisa Letícia, que ofereceu como presente um retrato pintado do papa. O presidente entregou três livros sobre a obra do pintor modernista Candido Portinari (1903-1962) e o governador, uma bíblia de 15 quilos. Antes da conversa com Lula, o pontífice visitou uma exposição de arte sacra no Salão dos Pratos do Palácio.

Resistência

O Itamaraty vem resistindo aos pedidos da Igreja e prefere remeter os temas para a legislação brasileira já em vigor.

"A assinatura, segundo o desejo do Vaticano, deveria acontecer durante a viagem do papa ao Brasil, mas ela acabou sendo adiada para o final do ano, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá vir em visita oficial", informou funcionário da Embaixada do Brasil junto à Santa Sé.

Uma proposta de acordo foi enviada pela Santa Sé ao Itamaraty em dezembro do ano passado.

Público

Cerca de 50 pessoas esperavam o papa do lado de fora do palácio. Entre elas, Zélia Matta, com três filhos em uniformes escolares, segurava um buquê de flores que queria entregar a Bento 16. "Como católica, espero que o papa defenda o direito à vida", afirmou.

Outra católica, Lucila Beting, também defendeu a postura da Igreja. "A Igreja tem posições que são difíceis de seguir no mundo moderno, mas temos que defender esses princípios", disse.

"É muito difícil ser uma mãe católica hoje em dia e ensinar que não se deve usar camisinhas porque não se deve fazer sexo. Sexo é um presente de Deus. O que nós somos contra é a promiscuidade", afirmou.

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05/06/2007 - 15h43

Investigar irmão de Lula é sinal de democracia, diz presidente da OAB

 

 

O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cezar Britto, afirmou nesta terça-feira que a investigação da Operação Xeque-Mate, da Polícia Federal, que envolve o irmão mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Genival Inácio da Silva, o Vavá, é um bom sinal para a democracia.

"Isso é muito bom para a democracia; é bom saber que o irmão da mais alta autoridade da República teve sua casa vistoriada por ordem judicial", disse.

Para Britto, o fato demonstra ainda que não está havendo interferência do presidente nas investigações da PF.

"O lado ruim também nessa investigações é a sensação de que a corrupção tomou conta de todos, ao atingir diversos setores como a magistratura, a advocacia e vários outros segmentos que merecem credibilidade. Esse é um lado ruim, mas há o lado bom de saber que as coisas estão funcionando; é importante passar para a República a idéia de que todos podem ser investigados."

Indiciamento

Vavá foi indiciado por tráfico de influência no Executivo e exploração de prestígio no Judiciário, segundo reportagem publicada nesta terça-feira pela Folha. A Polícia Federal realizou ontem busca e apreensão na casa do irmão de Lula, em São Bernardo, no ABC Paulista.

A reportagem informa ainda que a PF pediu a prisão de Vavá, mas a Justiça indeferiu o pedido alegando que o tráfico de influência e a exploração de prestígio não beneficiaram a máfia dos caça-níqueis e que ele não faria parte da quadrilha.

O presidente Lula elogiou o trabalho da Polícia Federal realizado na Operação Xeque-Mate, mas disse não acreditar no envolvimento de seu irmão com o esquema. "Não acredito que ele tenha envolvimento com qualquer coisa. Agora, como presidente da República, se a Polícia Federal tinha uma autorização judicial e o nome dele aparecia, paciência", disse na Índia.

Lula afirmou ainda não ter conversado com o irmão sobre o caso. "Eu sei poucos detalhes, as pessoas ainda não foram ouvidas. O que peço é que a polícia tenha serenidade nas investigações para que a gente não condene inocentes e não venha a absolver culpados", afirmou.

Depoimentos

A Polícia Federal de Mato Grosso do Sul espera tomar os depoimentos dos 77 presos pela Operação Xeque-Mate, da Polícia Federal, até esta quarta-feira, por vota das 12h.

A operação, deflagrada nos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Rondônia e Minas Gerais, prendeu acusados de envolvimento em crimes como contrabando de peças para máquinas caça-níqueis, corrupção e tráfico de drogas.

O primeiro inquérito policial tinha por objetivo apurar a prática de contrabando e descaminho de componentes eletrônicos para a utilização em máquinas caça-níqueis. A suposta quadrilha --que agia nos Estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rondônia-- pratica os crimes de contrabando e descaminho, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, sonegação fiscal, formação de quadrilha, tráfico de influência e exploração de prestígio.

O segundo inquérito policial apurava a corrupção de policiais civis e seu possível envolvimento com tráfico de drogas no Estado do Mato Grosso do Sul. Segundo a PF, surgiram "alvos" comuns nos dois inquéritos e suas ações coincidiam nos atos criminosos dos grupos ligados à "máfia dos caça-níqueis".

Dos presos pela PF, ao menos 67 já estão no Mato Grasso do Sul --56 que foram presos no Estado e outros 11 que foram transferidos de São Paulo.

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Estamos ferrados isso sim..olha isso...

 

 

Lula diz que fechamento da RCTV é democrático

 

 

 

 

Por Clóvis Rossi, na Folha desta sexta.

 

O

presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que o fato de seu

colega venezuelano Hugo Chávez não renovar a concessão da emissora RCTV

foi tão democrático quanto teria sido a eventual renovação.

 

"Eu

acho que não dá para ideologizar essa questão da televisão. O mesmo

Estado que dá uma concessão é o Estado que pode não dar a concessão.

 

O

Chávez teria praticado uma violência se tivesse, após o fracasso do

golpe [contra o venezuelano em 2002], feito a intervenção na

televisão", disse.

Apesar de defender Chávez, Lula afirmou que seu

colega será prejudicado pelas críticas ao Senado brasileiro. "Quando

você erra na política, quem é que perde? É quem erra. Por quê?

 

Porque

o acordo para a entrada da Venezuela no Mercosul vai ter que passar

pelo Senado, e quero crer que o Chávez deve perceber que vai ficar

muito mais difícil agora. Vai exigir muito mais esforço nosso para

convencer que um mal-entendido ou uma agressão verbal não pode colocar

em risco um projeto para a região."

Em entrevista concedida à Folha, na embaixada brasileira em Berlim, Lula falou só sobre política externa. (...)

 

FOLHA - O sr. disse a Chávez que o Senado brasileiro o defendeu quando houve o golpe contra ele?

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA -

Não conversei com o Chávez depois. Certamente devemos nos encontrar no

Paraguai, no dia 27 ou 28. Nesses quatro anos de mandato, já vi muitas

brigas entre países latino-americanos. E eu tenho comentado com eles

que precisamos tomar cuidado com o discurso porque às vezes a

radicalização verbal atrapalha muita coisa. Você dá uma declaração num

lugar e, dependendo do interesse local, a imprensa dá uma manchete e

cria-se uma animosidade nacional numa coisa que não precisaria. A nota

que o Senado brasileiro fez em relação à televisão do Chávez é uma nota

branda. É um apelo, não tem nenhuma agressão. Agora como é que chegou a

ele, eu não sei.

(...)

FOLHA - Inclusive a questão da TV o sr. falaria para ele [Chávez]?

LULA -

Eu falo o que faria no Brasil. Eu acho que não dá para ideologizar essa

questão da televisão. O mesmo Estado que dá uma concessão é o Estado

que pode não dar a concessão. O Chávez teria praticado uma violência se

tivesse, após o fracasso do golpe, feito a intervenção na televisão.

Não fez. Esperou vencer a concessão. No Brasil vencem concessões sempre

e que passam pelo Senado para que haja renovação. Nos Estados Unidos,

há concessões. Algumas são renovadas. Vai da visão que cada presidente

tem da situação.

 

FOLHA - Quando o sr. diz que no Brasil

a relação é democrática e consolidada, a inferência possível é que, na

Venezuela, apesar de tecnicamente estar tudo nos conformes, não é

democrático...

LULA - O fato de ele não renovar a concessão

é tão democrático quanto dar [a concessão]. Não sei por que a diferença

entre dois atos democráticos. A diferença com o Brasil é que

conseguimos colocar na Constituição que isso passa pelo Congresso. Não

é uma decisão unilateral do presidente. Lá é. Faz parte da democracia

deles. Agora o que acho engraçado é que você pega um cara como o

[Gustavo] Cisneros [dono de um dos mais importantes grupos de mídia da

Venezuela e da América Latina], que era tido como o maior inimigo do

Chávez, está de acordo.

 

FOLHA - Mas aí é que está o

problema: venceram ambas as concessões, mas a do Cisneros foi renovada,

o que torna claro que foi uma resposta política, embora os argumentos

formais possam ser corretos.

LULA - Não sei qual foi o

critério que ele adotou para dar as concessões. O dado concreto é que

ele utilizou a legislação que vigora no país e tomou essa decisão. Por

que eu, presidente do Brasil, vou ficar dizendo se ele fez certo ou

errado. Quem tem que julgar isso é o povo da Venezuela, não sou eu.

Assinante lê íntegra aqui

 

 

 

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