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Brasil: O País do Futuro. Até Quando?


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Brasil o Pais do Futuro17

 

... um país onde fascínoras, ladrões, estupradores covardes, traficantes, gente da pior espécie recebem indulto natalino depois de cometer crimes horrendos... Poderem passar o Natal fora das celas com suas "famílias", e em posse de uma liberdade provisória poderem cometer novos assassinatos, cometer novos estupros, traficarem livremente e poderem cometer diversos crimes odiosos, sendo q uma parcela desses monstros humanos não "voltam" para poder cumprir o restante de suas penas e ficam livres impunimente devido as Leis q os beneficiam, indulto Natalino pra Bandidos q cometem crimes ediondos17

 

Até quando, esse é o pais do Futuro17
Connie2007-01-05 14:29:34
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Sabe, uma coisa que eu penso mt?(claro q não sabem mas vão saber)

 

que nós todos podemos concordar em todos os fatos desse topico, de que nun é o Brasil do futuro q tá tudo horrivel, pais com um governo ferrado e etc...(não é mentira)

 

mas eu me pergunto, em que ajuda, se temos todo esse conhecimento deviamos ter força para falar com as pessoas q estão por perto de nos para mudar e fazer algo pq como bem disse um poeta brasileiro, cujo nome não me lembro, disse, "de que vale todo o conhecimento do mundo se o portador não tiver para quem mostar" de que vale todo nossos conhecimento sobre como o Brasil tá ruim se não tentamos melhorar, É CLARO Q ISSO NÃO SE APLICA A TODOS, pq vi pessoas aqui, falando quase isso, que temos q mudar e td mais, e ironicamente eu tb, mas mais ironico ainda é que continuamos no computador falando sobre isso ao inves de falarmos para as pessoas q não sabem.

 

e o porque disso? pq sabemos q temos q mudar, mas (novamente, isso não se aplica a todos) nos temos nosso computador, nossa casa, nossa comida e asseguramos nossa segurança, logo por enquanto esse desastres não nos afetam msm que um dia vão e que nos sabemos disso tudo, digo q temos q sair e fazer a diferença, não guarda esse conhecimento imprecindivel para nos ou compartilhamos com pesoas que ja sabem disso

 

 

 

Simplismente AFRBar

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O problema de udo é que o Brasil tem um histórico de revoluções abafadas. O descaso e conformidade do povo brasileiro é histórico/cultural. Todas as revoluções que iriam explodir o governo logo abafou, ou matando seus lideres, pagando, fazendo campanhas populistas ... citem uma revolução que andou no Brasil:

 

-Revolução farroupilha

-Guerra do Contestado*

*não se pode dizer que foi uma revolução a nivel nacional, oi apenas uma disputa de guerra entre Paraná e SC.

 

Hoje o povo está confrmado e apenas espera uma solução do governo. Acredita em líderes revolucionários (Lula), mas não se mechem pra fazer algo!
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 Cada um de nós pode fazer alguma coisa. Pequenas coisas que podem se tornar grandes. A internet, por exemplo, é uma ferramenta fantástica que, bem utilizada, pode ajudar muito. Pensem: de onde é que vocês acham que surgiu a onda de manifestações de repudio ao nojento aumento de salário dos nossos congressistas? Da internet!! Centenas de fóruns, sites, blogs e e-mails que circularam na net falando à respeito do assunto. E vocês viram o resultado?

 Basta a mobilização, a coerência, o engajamento e a vontade de mudar que as coisas acontecem! Ficar parado na frente do PC e só ler mensagens realmente não vai ajudar em nada, mas a mudança de atitude e a propagação de idéias pode! 03    
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O mais inacreditável foi a justificativa para a pornográfica pensão vitalícia dos ex-governadores (para quem não sabe eles têm direito a uma pensão que varia de 9 a 20 mil reais): "O dinheiro servirá para que eles tenham sempre um ganho honesto..."

 

VAI TRABALHAR VAGABUNDO!
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O mais inacreditável foi a justificativa para a pornográfica pensão vitalícia dos ex-governadores (para quem não sabe eles têm direito a uma pensão que varia de 9 a 20 mil reais): "O dinheiro servirá para que eles tenham sempre um ganho honesto..."

 

VAI TRABALHAR VAGABUNDO!

 

Eu vi a entrevista que o presidente da Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul (acho que é MS....) deu dizendo isso aí. Ele disse que pensão era justa porque evitaria que os ex-governadores tivessem que apelar para atividades ilícitas para sobreviver. Se ele pensa assim provavelmente deve achar normais e aceitávéis as atividades ilícitas de um ex-governador que não recebe pensão. Parece piada...

 

 
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O mais inacreditável foi a justificativa para a pornográfica pensão vitalícia dos ex-governadores (para quem não sabe eles têm direito a uma pensão que varia de 9 a 20 mil reais): "O dinheiro servirá para que eles tenham sempre um ganho honesto..."

 

VAI TRABALHAR VAGABUNDO!

 

 Honesto???????!!!! 09 09 Isso só pode ter sido dito à título de piada de péssimo gosto!!

 A desfaçatez da classe política brasileira não tem limites... 14  
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VEREADOR INVADE CÂMARA NO PARANÁ E DESTRÓI MÓVEIS

 

 

 

Agência Estado

 

 

 

O vereador Pedro Proença dos Santos (PT) destruiu parcialmente as instalações da Câmara de Rio Branco do Sul, na região metropolitana de Curitiba, na tarde de sexta-feira. Santos derrubou o portão de ferro que separa o edifício da rua, arrastando-o com uma corrente amarrada a seu carro. E, empunhando uma marreta, pôs abaixo a porta principal, destruiu os móveis da portaria e foi golpeando o que encontrou pelo caminho até chegar ao seu próprio gabinete, principal alvo de sua fúria. Ali, no local decorado com uma foto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma bandeira do Movimento dos Sem-Terra (MST), todos os móveis foram danificados.

 

 

 

"Parecia o estrondo de um avião", comentou Joel Stresser, funcionário da Câmara, referindo-se ao ruído produzido pelo portão sendo arrastado pelo vereador. O presidente da casa, Pedro Oliveira, disse, em entrevista à Paraná TV, que "nada justifica um ato de violência dessa natureza" e lamentou que "O DINHEIRO DO POVO É QUE SERÁ UTILIZADO PARA REPARAR OS ESTRAGOS PROVOCADO POR SEU COLEGA"13.gif14.gif07.gif

 

 

 

Santos não explicou o motivo da fúria e não pôde ser localizado: ele não voltou para casa e, ao deixar o gabinete, a última vítima de seu ataque de nervos foi o próprio telefone celular. 18.gif07.gif

 

 

 

 

 

Por causa de chiliques, mais uma vez vamos pagar o pato? 17.gif

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Pelo menos algumas pessoas e instituições estão tentando fazer alguma coisa. Enquanto isso, a pilantragem (pilhagem) continua...

 

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Ação ameaça pensão de ex-governadores de Minas Gerais

07:50

(Alessandra Mello/Estado de Minas)


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Quatro ex-governadores mineiros – Eduardo Azeredo (1994/1997), Hélio Garcia (1984/1987 e 1991/1995) , Francelino Pereira (1979/1983) e Rondon Pacheco (1971/1975) – recebem pensão vitalícia . O pagamento desse benefício é alvo de uma polêmica jurídica envolvendo a Procuradoria-Geral da República e um dispositivo da Constituição do Ceará que garante o privilégio aos ex-governadores que tenham exercido o cargo por pelo menos seis meses.

Além da pensão, Azeredo recebe também o salário de R$ 12.847 como senador. A pensão corresponde a 50% do vencimento do governador Aécio Neves (R$ 10,5 mil/mês). Francelino também tem outras fontes de renda. Ele é senador aposentado e conselheiro da Cemig desde 2003. O cargo é remunerado, mas a empresa não informa o valor. Diz apenas que 50% do subsídio é fixo, sendo o restante pago conforme a presença nas reuniões.

Procurado pelo Estado de Minas em seu apartamento de Copacabana, no Rio, Rondon Pacheco disse que esse era um “assunto delicado”, cuja decisão está na Justiça. 1) “Mas a representação paga em Minas não é exagerada. Pelo contrário. É bem modesta”, disse o ex-governador. Azeredo e Francelino também foram procurados em seus escritórios, mas não foram localizados para falar sobre o assunto. Hélio Garcia está muito doente e afastado da vida pública.

O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, sugeriu ao Supremo Tribunal Federal que declare inconstitucional o pagamento dessa pensão. Em Minas não há nenhuma contestação na Justiça. Em 2003, o Tribunal de Justiça arquivou, por causa de falhas processuais, ação popular que tramitava desde 1998 e que pedia o fim dessa aposentadoria. A contestação deveria ter sido feita por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade (adin). A decisão do STF para o caso do Ceará não vale para outros estados. É preciso que a legislação mineira seja contestada na Justiça ou pelo Ministério Público ou por alguma das instituições que podem impetrar adins, caso dos partidos e da Ordem dos Advogados do Brasil.

Atualmente a pensão vitalícia para ex-governadores existe em 11 estados (AC, AM, CE, MA, MG, MS, PB, PR, RO, RS e SC). Em outros sete (AL, BA, MT, PE, PI, RJ e RN), foi revogada, mas os que foram beneficiados até a data da reforma continuam ganhando. Em Goiás, após a derrubada da lei, os seis ex-governadores contemplados pararam de receber a pensão.

Em Minas, as viúvas de ex-governadores também têm direito à pensão, no mesmo valor. A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) não quis dar maiores informações. A justificativa é que uma lei aprovada pela Assembléia em 2004 proíbe a divulgação do nome e do salário de todos os servidores e pensionistas do estado.

Frankenstein

A lei que estipulou o pagamento de pensão aos ex-governadores foi aprovada pela Assembléia, em 1996, por meio de uma emenda conhecida como “frankenstein” – que pegou carona nas comissões técnicas em uma proposição sem qualquer relação com o que se pretendia aprovar.

O artigo que estendia a pensão aos ex-governadores foi incluído em um projeto que tratava de plano de carreira dos servidores do Ministério Público pelo relator da matéria na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária, deputado Geraldo Resende (PMDB). 2) A lei foi sancionada pelo então governador Eduardo Azeredo. Antes, apenas as viúvas dos ex-governadores eram beneficiadas.

 

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1) Desculpem a expressão, mas o cara tem que ser muito filho da puta pra falar um disparate desses! "Trabalha" por 4 anos e depois tem o direito a pensão vitalícia de "módicos" R$ 5.250,00!??? 09 

 

2) Enquanto umas e outros dizem que tem nojo de ptistas, é por coisas desse tipo (perpetradas por Tucanos) que me fazem ter asco da politicagem desse partido...  
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 Preocupante e nojento... 07 11 

 

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O ingresso "fura-fila"

por Rodrigo Martins - Carta Capital

No parque de diversões, quem paga mais pode passar na frente

É dia de trabalho, mas o parque de diversões está repleto de gente. Debaixo do sol abrasador, centenas de visitantes lamentam a espera de até duas horas para entrar nos brinquedos mais disputados, como a desafiadora montanha-russa, de mil metros de extensão. Canaletas com água pulverizada ajudam a minimizar o calor. Alguns perdem a paciência, gesticulam e esbravejam. Outros tentam burlar a fila com os conhecidos que chegaram antes. “Ei, amigão, vai passar na frente de todo mundo?”, protesta um garoto de, no máximo, 10 anos, com surpreendente rigor. “Eu só fui comprar uma água”, rebate o adolescente, trajado com o uniforme escolar. A justificativa parece não convencer, mas basta para o espertinho seguir adiante e pular outra cancela, não sem algum constrangimento.

Mas, no Hopi Hari, o maior parque temático da América Latina, localizado em Vinhedo, interior de São Paulo, os  abastados não precisam passar por esse embaraço. Basta pagar mais 16 reais, além do passaporte de 42 reais na entrada, para assegurar o direito de furar a fila quatro vezes, com hora marcada e em brinquedos à escolha do comprador. Como as celebridades e os clientes Vip das casas noturnas badaladas, os beneficiários entram pela porta dos fundos, distante dos olhares e comentários maldosos de quem aguarda a vez de maneira resignada.

“Isso é um péssimo exemplo para as crianças. Na prática, elas aprendem a aceitar a diferença como algo natural. Quem paga mais pode tudo”, ataca Roberto Alves, coordenador do ensino fundamental de uma das unidades do Sesi em Valinhos, a menos de 10 quilômetros do Hopi Hari, em excursão com alunos. Outro descontente é o empresário Braz Antônio Izelli, de 59 anos. Residente em Salvador, ele aproveitou a visita a São Paulo para conhecer o parque com a família. “Meu filho está na fila de um brinquedo há mais de uma hora. Não sabia que existia um ingresso fura-fila, mas não compraria de qualquer maneira. Não é justo.”

Antes de satanizar a iniciativa do parque, cabe ressaltar que a experiência não é um caso isolado. Empresas de variados setores buscam oferecer tratamento diferenciado àqueles que podem pagar mais. Satisfazem, assim, um velho hábito brasileiro. Basta lembrar o caso dos bancos, com atendimento exclusivo para clientes de renda elevada. Também os dos cartórios, que cobram taxas de emergência para entregar documentos com mais rapidez, com o agravante de que eles prestam serviços de utilidade pública, uma concessão do Estado.

Na avaliação de Renato Janine Ribeiro, professor de filosofia da Universidade de São Paulo, isso é o reflexo de uma sociedade que sabe que é desigual, mas faz o possível para escamotear as injustiças. “Quando a classe média era reduzida, o tratamento diferenciado era socialmente aceito. Chegava a ser charmoso permitir que personalidades e pessoas chiques pudessem passar na frente de todos em uma fila. Na medida em que a classe média cresceu e aumentou o desejo de inclusão dos pobres, ficou mais difícil justificar a desigualdade. Então, a sociedade criou formas de disfarçar a distinção. O rico não precisa pegar fila, vai direto no guichê exclusivo.”

É claro que o privilégio oferecido pelo Hopi Hari tem defensores. O estudante Matheus Ribeiro de Oliveira, de 12 anos, por exemplo, não apenas considera boa a iniciativa, como também correu para garantir os bilhetes do chamado Hopi Pass. “Durante toda a manhã, eu fiquei muito tempo na fila. Perdi mais de uma hora só para entrar na montanha-russa. Mas valeu a pena, ela é animal... Agora, quero ir na Torre Eiffel (um elevador que despenca de uma altura de 69 metros) e na Ekatomb (um brinquedo giratório em forma de tumba). Como tem muita gente na frente, vou usar esse ingresso”, explica o garoto, com alguns tíquetes na mão. Aos críticos de plantão, ele manda um recado: “Se paguei, tenho o direito de passar na frente”.

A advogada Luciana Ambrosano, de 26 anos, também comprou bilhetes para evitar a fila, mas jura que não teve escolha. “Cheguei no parque às 2 da tarde e ele fecha às 5 e meia. Depois de duas horas de espera para entrar em um único brinquedo, tive de pagar para passar na frente. Caso contrário, não iria aproveitar nada.” Um amigo de Luciana fez o mesmo, mas preferiu não dar entrevista. “Não me leve a mal, mas estou matando a tarde de trabalho, meu chefe não sabe que estou aqui”, justifica-se.

Entre as pessoas que não pagaram pelo Hopi Pass, é difícil encontrar partidários do sistema. Mas, a bem da verdade, pouca gente se descabela por isso. O estudante Eduardo Lorando, de 13 anos, avalia que o privilégio não traz grandes prejuízos. “Poucas pessoas compram esse ingresso, o que atrapalha mesmo é o pessoal que guarda lugar na fila para os amigos.”

Outros visitantes, como o assistente contábil Maurício Beozzo, de 29 anos, nem sequer repararam na existência desse bilhete, mas reclamaram da desorganização das filas. “Muitos passam na frente sem nem pedir licença. A molecada das escolas a gente até perdoa, mas tem muita gente grande que faz a mesma coisa.” O advogado Daniel Alfonso Brogini, de 28 anos, resume o descontentamento em uma frase: “Você passa mais de seis horas no parque e menos de cinco minutos nos brinquedos”.

Placas espalhadas pelo parque alertam o visitante de que “é proibido guardar lugar e furar fila”. De acordo com a assessoria de imprensa do Hopi Hari, a exigência não contradiz o slogan do Hopi Pass: “Diversão sem filas”. O objetivo, alega a empresa, é oferecer um produto que ajuda o cliente a organizar o passeio, para que ele possa aproveitar melhor o tempo. Desde que pague, é claro. Além disso, haveria também um limite para o uso do superbilhete. Apenas 5% do movimento de cada brinquedo, para não prejudicar os demais freqüentadores. O conceito seria o mesmo utilizado em alguns parques internacionais, a exemplo do Six Flags, de Los Angeles (EUA).

Alheio a essas querelas, um grupo de crianças encontrou uma forma alternativa de diversão. Deixou as atrações do Hopi Hari de lado para tomar banho no chafariz. Com roupa, diga-se. Gabriel Fioravante, de 8 anos, era um dos mais empolgados com a brincadeira. Aluno do Colégio Guarani, de Mogi das Cruzes (SP), o garoto viajou por três horas até o parque. Durante uns 30 minutos, permaneceu debaixo da cascata d’água. “Tá muito calor, vim me refrescar um pouco”, conta, envergonhado, e com as mãos já enrugadas. Para esse divertimento, ele não enfrentou filas.
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C'est Brésil!!!!!090909

 

O correto seria organizar essas porcarias de filas, mesmo que levasse 2horas, mas ninguém passasse na frente eu até aceitava. Mas com esse bando de brasileiro sem vergonha na cara não dá... Acho que a última vez que fui no Playcenter eu tinha 11 anos e nunca mais... Nesse HopiHari nunca fui.

09

 

 

 

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 Alheio a essas querelas' date=' um grupo de crianças encontrou uma forma alternativa de diversão. Deixou as atrações do Hopi Hari de lado para tomar banho no chafariz. Com roupa, diga-se. Gabriel Fioravante, de 8 anos, era um dos mais empolgados com a brincadeira. Aluno do Colégio Guarani, de Mogi das Cruzes (SP), o garoto viajou por três horas até o parque. Durante uns 30 minutos, permaneceu debaixo da cascata d’água. “Tá muito calor, vim me refrescar um pouco”, conta, envergonhado, e com as mãos já enrugadas. Para esse divertimento, ele não enfrentou filas. [/quote']

 

 

Sempre agente ensinando esse povo a se divertir06

 

 

Mas o que não dá pra aceitar é esse negocio de quem tem mais pode mais...porra aqui é uma democaracia, todos devem ter seus direitos iguais, as regras servem para todos porém no Brasil ele serve mais para uns do que para outros.

Imagina esse moleque comprou o ''bilhete fura-fila'' daqui uns anos ele vai comprar vaga na faculdade e muito mais coisas que ele deveria conseguir por merito proprio porém o fato de vir de familia rica pode faze-lo conseguir as coisas de forma não tão correta

 
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Eu acho certo...se você tem dinheiro' date=' e o parque oferece isso, qual o problema?[/quote']

 

 Sugestão: releia o texto com um pouquinho mais de atenção. Se ainda assim considerar essa prática algo "normal", é melhor nem entrarmos em discussão... Olha!! Até rimou! 06

  

PS: O que acho sobre, está no topo do texto.  03

   
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Eu também não possuo dinheiro para uma série de coisas que eu queria comprar(uma Ferrari Enzo, por exemplo),e nem por isso fico achando que é injusto e etc!Com o Hopi Hari é a mesma coisa...você tem a opção de desembolsar um pouco mais para não enfrentar filas e a opção de gastar menos e enfrentar as filas...o parque lhe dá a escolha.Se você não quiser enfrentar filas e nem gastar dinheiro, ou reze para que tenha pouca gente lá, ou fure filas, ou então simplesmente não vá ao parque...isso que é livre mercado.

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Foi triste o jornalista usar o depoimento de uma criança de 12 anos para fazer sua ironia, triste mesmo 18.

Sobre o fato do ingresso mais caro permitir ''pular'' a fila, creio que qualquer um, se tivesse o dinheiro sobrando, o compraria;e quem não, sairia xingando os filhos das mães aproveitadores. Então creio que as críticas do fórum deveriam ter como alvo o parque(que com essa matéria foi obviamente prejudicado), não os brasileiros. Afinal, é só aqui que o dinheiro fala mais alto?

Alguns irão me acusar de ser complacente e alegar que isso não é desculpa, mas, por favor, mudem antes o nome do tópico para: ''O mundo, injusto até quando?''

 

Edit: Ah, tá certo que os problemas do Brasil não ocorrem apenas nele, mas achei  pouco para o brasileiro ser criticado.
filmesking2007-01-12 20:18:29
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Mas o que não dá pra aceitar é esse negocio de quem tem mais pode mais...porra aqui é uma democaracia' date=' todos devem ter seus direitos iguais,

 
[/quote']

 

Então todos devem ter o direito de ter uma cobertura com piscina, mesmo que não possa pagar o preço que o mercado pede? Todos devem ter o direito de ter uma Mercedes 0KM da mesma forma?

 

 
Fulgora2007-01-12 20:40:35
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Eu tb não vejo problema nesse procedimento. O parque é uma empresa privada' date=' pode vender o seu produto como quiser. Se fosse um serviço público essencial seria inaceitável, mas nesse caso acho normal.

 

 
[/quote']

 

Concordo plenamente. Se vc se sentir incomodado com esta prática ou com o preço da entrada, simplesmente vá procurar outro parque e divirta-se, afinal, não existe só o Hopi Hari no Brasil...

 

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Política

Quinta, 18 de janeiro de 2007, 06h28 relogio_noticias.gif Atualizado às Atualizada às 06h29

x.gif

Collor consegue gabinete nobre no Senado

O gabinete do senador eleito Fernando Collor de Mello (PRTB-AL) no Congresso é melhor do que o que foi destinado originalmente a ele, e isso se deve ao uso da prerrogativa de ser ex-presidente da República, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo. O espaço, no 13º andar, Anexo 1, é maior que o da Ala Filinto Müller, onde ficaria seu gabinete.

No ano passado, ele recuperou o direito, como ex-presidente, a seis assessores e dois carros com motoristas à sua disposição pelo resto da vida. 13 13

Redação Terra

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 Sem comentários... 07
The Deadman2007-01-18 08:41:51
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Polícia japonesa procura 86 brasileiros por crime

 
Raquel Marçal

de Tóquio

 

A polícia japonesa incluiu no final de 2006 o

nome de mais um brasileiro à lista de acusados de crimes no Japão que

fogem do país para escapar da Justiça.

Com isso' date=' o número de brasileiros procurados pela polícia japonesa chegou a 86.

Dos 652 procurados estrangeiros, os chineses aparecem em primeiro lugar, com 281 fugitivos, e os brasileiros em segundo.

A maioria dos foragidos brasileiros se enquadra na categoria de crimes hediondos (48 casos), que inclui estupro e assassinato.

Assassinato e fuga

Segundo

as autoridades japonesas, o último brasileiro a entrar na lista foi

acusado de matar Sônia Aparecida Ferreira Sampaio Misaki, 41, e os dois

filhos dela, Hiroaki Misaki, 15, e Hiroyuki Misaki, 10.

Os

corpos foram encontrados pela polícia no dia 22 de dezembro em Yaizu,

na província de Shizuoka, com cordas no pescoço e ferimentos de faca.

Sônia

e o filho mais novo estavam em casa, e o corpo do filho mais velho foi

achado no apartamento vizinho, onde morava o brasileiro acusado.

Segundo

a polícia, o acusado fugiu do país pelo Aeroporto Internacional de

Narita, a 60 quilômetros de Tokyo, com destino a São Paulo no dia 19 de

dezembro. O crime teria acontecido um dia antes da fuga.

Revolta

A

quantidade de foragidos revolta os japoneses e preocupa a comunidade

brasileira residente no Japão, calculada em 280 mil pessoas.

Na

província de Shizuoka, onde aconteceram os crimes de maior repercussão,

os imigrantes brasileiros dizem que são vistos como "perigosos" e

reclamam de que depois do crime em Yazu está mais difícil alugar um

apartamento.

Assim como os japoneses, a comunidade brasileira pressiona para que os foragidos sejam processados.

Em

setembro do ano passado, a ABRAH (Associação de Brasileiros de

Hamamatsu, cidade também localizada em Shizuoka) entregou um documento

pedindo a punição dos procurados ao ministro das Relações Exteriores

japonês, Taro Aso, e ao embaixador do Brasil no Japão, André Amado.

Acordo

No

final de janeiro a entidade pretende entregar uma petição propondo que

os governos dos dois países comecem logo a discutir um acordo para

agilizar o andamento do processo criminal na Justiça brasileira.

"O

processo seria realizado no Brasil sob a luz da legislação brasileira

por requerimento dos órgãos competentes japoneses", explica Etsuo

Ishikawa, presidente da ABRAH.

Segundo a embaixada do Brasil em Tokyo, o documento entregue em setembro foi encaminhado a Brasília.

"O

governo brasileiro de forma alguma pode concordar com a impunidade.

Estamos totalmente abertos (a ajudar os japoneses nesta questão),

inclusive há pedidos de julgamentos que estão sendo traduzidos, e um

dos casos já chegou no Brasil", afirma Elaine Humphreys, diplomata

responsável pelo setor de comunidade da Embaixada do Brasil em Tokyo.

As entidades esperam agora que os processos de fato ocorram.

[/quote']

 

Depois reclamamos da imagem que temos lá fora... Uma lástima.

 

 

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