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skellington

Aquecimento Global

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E se realmente não tivermos? Ou tivermos pouco (como foi dito na matéria, que até influencia, mas nem tanto como dizem)?  Não existe nenhuma pesquisa realmente conclusiva sobre isso.

 

Acho muito mais estranho é que, em menos de 200 anos de atividade industrial pesada, causar mais estragos que milhões e milhões de anos de atividades vulcânicas incessantes e outras anomalias solares!09 E pensar que a menos de 40 anos, o que era dito é que o mundo ia CONGELAR... que mudança...09

 

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Como você mesmo disse, nada foi comprovado. Esse cientista também só tem suposições... Mas na dúvida é melhor a gente cuidar da natureza, né? Não poluir, não degradar, não desperdiçar... É melhor do que cruzar os braços e esperar ver quem é que tem razão.03

 

Quando eu concluir meu curso de Biologia (que tá trancado) a gente discute isso. Combinado?080808 Eu provarei com minhas experiências!!!!!! 06060606

 

Bem modesta eu.08

 

 

 

 

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Boa noite. Amigos e Amigas!

 

 

 

Esse cientista não deixa de ter razão, em uma prova de questões fechadas ele com certeza ganharia a questão, agora, em uma prova de questões abertas, no qual se exige disserta sobro tema, a culpa sempre vai cair na raça humana, o que, na minha visão é clara a culpa do aquecimento global.

 

 

 

T+!

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Aquecimento deixará milhões famintos e sem água, diz estudo

 

O aquecimento global fará com que milhões de pessoas passem fome por volta de 2080 e causará grave falta de água na China, na Austrália e em partes da Europa e Estados Unidos, segundo um novo estudo sobre o clima mundial.

 

Até o final do século, as alterações climáticas farão com que a escassez de água afete entre 1,1 e 3,2 bilhões de pessoas, com um aumento médio de temperatura na ordem de 2 a 3 graus Celsius, segundo relatório preliminar do Painel Intergovernamental para a Mudança Climática.

O texto deve ser divulgado só em abril, mas o jornal australiano The Age teve acesso a seus dados. O estudo diz ainda que outros 200 a 600 milhões de pessoas enfrentarão falta de alimentos nos 70 anos seguintes, enquanto inundações litorâneas podem tragar outras 7 milhões de casas.

"A mensagem é que cada região da Terra terá uma exposição [ao aquecimento]", disse Graeme Pearman, um dos responsáveis pelo relatório, na terça-feira à Reuters.

"Se você olhar para a China, como a Austrália, ambas vão perder precipitações pluviométricas consideráveis em suas áreas agrícolas", disse Pearman, ex-diretor de clima da Organização da Comunidade Científica e de Pesquisa Industrial, principal órgão australiano do setor.

 

Países pobres, como os da África e Bangladesh, seriam os mais afetados, por serem os menos capazes de lidarem com secas e inundações litorâneas, segundo o especialista.

O Painel Intergovernamental foi criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa Ambiental da ONU para orientar as políticas globais sobre o aquecimento.

O grupo deve divulgar na sexta-feira em Paris um relatório prevendo que até 2100 a temperatura média do mundo estará de 2 a 4,5C acima dos níveis pré-industriais, sendo que a estimativa mais provável é de 3C.

Esse relatório deve resumir a base científica das mudanças climáticas, enquanto o texto de abril detalhará as consequências do aquecimento e as opções para se adaptar a ele.

 

Seca na Austrália

O relatório preliminar contém um capitulo inteiro sobre a Austrália, que vive a pior seca da sua história, alertando que a Grande Barreira de Recifes se tornará "funcionalmente extinta" devido à destruição dos corais.

Além disso, a neve deve sumir dos montes no sudeste do país, e o fluxo de água na bacia do rio Murray-Darling, principal área agrícola australiana, deve cair de 10 a 25 por cento até 2050.

Na Europa, os glaciais vão desaparecer dos Alpes centrais, enquanto algumas ilhas do Pacífico devem ser muito atingidas pela elevação dos mares e intensificação da freqüência das tempestades tropicais.

Num tom mais otimista, Pearman disse que ainda há muito que se pode fazer para lidar com o aquecimento. "As projeções no relatório que sai nesta semana se baseiam na pressuposição de que somos lentos em reagir e que as coisas continuam mais ou menos como no passado", afirmou.

Alguns cientistas dizem que a Austrália, o continente mais seco do mundo, sofre uma "acelerada mudança climática" em comparação com outros países.

AS PROVÁVEIS CONSEQÜÊNCIAS

AFP

 

Derretimento de geleiras, como a
de Vatnajokull, na Islândia, serão apenas uma das conseqüências

Seca: entre 1,1 bilhão e 3,2 bilhões de pessoas sem água

Fome: entre 200 a 600 milhões de pessoas sem alimentos

Inundações: 7 milhões de residências podem ser afetadas

Calor: Aumento médio de temperatura de 2 ou 3 graus Celsius

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Acho muito mais estranho é que' date=' em menos de 200 anos de atividade industrial pesada, causar mais estragos que milhões e milhões de anos de atividades vulcânicas incessantes e outras anomalias solares!09 E pensar que a menos de 40 anos, o que era dito é que o mundo ia CONGELAR... que mudança...09
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Que pérola... atividades vulcânicas incessantes causam só estragos... ha-ha-ha...

 

 

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Impossível, é inimiga da sua própria palavra. E sim. Existe a possibilidade de uma “Era de Gelo” ao invés de um aquecimento global. Só não tem muitos indícios disto, logo não é descartável esta possibilidade.

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E sobre o aquecimento ser uma falácia como dizem, os estudos sérios são conduzidos e feitos desde a década de 80 até hoje. Os dados do gráfico que postei mostram anomalias desde a Revolução Industrial. Mas é fácil e típico da conveniência humana, a negação de suas irresponsabilidades para com o planeta.

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Aquecimento global

Casa Branca é acusada de pressionar cientistas nos EUA


por Claudio Julio Tognolli

Dois escritórios de advocacia de Washington afirmaram, na terça-feira (30/1), terem provas de que políticos dos Estados Unidos pressionaram cientistas para que minimizassem, em seus dados, os prejuízos do superaquecimento global. As informações são do site Findlaw.


O tema ganhou mais repercussão a partir de uma reunião em Paris. Cerca de 500 cientistas debatem os retoques finais no dossiê das Nações Unidas sobre o superaquecimento.


O novo escândalo brota de depoimentos de dois ex-oficiais da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos. Um deles, Rick Piltz, deixou a Nasa, em 2005, e produziu um dossiê. Segundo ele, os cientistas que estudam o clima estão tendo seus estudos minimizados por ordem da Casa Branca.


Dois escritórios de advocacia focados em causas científicas, o Union of Concerned Scientists e o Government Accountability Project, divulgaram nota em que afirmam que surgiu “novas evidências de supressão e manipulação de dados das ciências do clima”. Segundo os escritórios, sete agências federais ligadas à ciência sofreram pressões para alterar seus relatórios. Um dos que dizem ter sofrido essas pressões é James Hansen, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais.


Em dezembro, um grupo de estados ajuizou ação contra o Ministério do Meio Ambiente, a U.S. Environmental Protection Agency, para que se reduzam os níveis tolerados de emissão de gases por exaustores e chaminés industriais.


Os estados alegam que a administração Bush “ignora a ciência e seus peritos” e se nega a reduzir os níveis de emissão. Mais notadamente, a Califórnia é quem comanda a briga e tomou sozinha, por exemplo, a iniciativa de firmar acordo com a Grã-Bretanha para troca tecnológica para a redução dessas emissões. O estado da Califórnia também foi pioneiro em aprovar lei limitando a emissão de gases para cortar os atuais níveis em 25% até o ano de 2020.


Os inimigos do governo Bush afirmam que ele ignora a lei chamada Ato do Ar Puro. Por essa lei, de 1970, dióxido de carbono é um poluente do ar que ameaça a saúde pública e, portanto, deve ser controlado pela Agência de Proteção ao Meio Ambiente.

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Bulgária tem calor anormal em inverno europeu

 

Búlgaros enfrentam um calor anormal para esta época do ano' date=' quando é inverno no hemisfério norte. Na capital, Sofia, as temperaturas têm ficado entre os 13ºC e 17ºC.

Na costa do Mar Negro, perto da cidade de Varna, as estações de águas termais têm sido procuradas em tentativa de amenizar o calor.

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Neste mês, a temperatura tem chegado a

17ºC na costa do Mar Negro

 

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MAXIMA DE 17º QUE CALOR TO ATÉ SUANDO 06

 

naum falando sério pra esses lugares isso é mesmo quente, o clima ta mesmo doido, alguem se lembra de O Dia Depois de Amanha????06

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Relatório: temperatura aumentará até 4º C em 2100

O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU) culpa a ação do homem pelo aquecimento global e prevê um cenário de catástrofe ambiental, se medidas urgentes não forem adotadas. O documento diz que, até o fim deste século, a temperatura da Terra pode subir de 1,8ºC, na melhor das hipóteses, até 4ºC, e prevê o aumento na intensidade de tufões e secas, além de elevação no nível dos oceanos.

Essas são algumas das previsões descritas no Resumo para os Formuladores de Políticas, que integra a primeira parte do relatório Mudanças Climáticas 2007".

O texto foi elaborado por centenas de especialistas internacionais do IPCC e divulgado nesta sexta-feira em Paris. Durante toda a semana, mais de 500 cientistas e representantes governamentais se reuniram a portas fechadas na sede da Unesco, em Paris, para concluir e aprovar o texto sobre as constatações científicas em relação ao aquecimento global.Referência
As conclusões divulgadas nesta sexta estavam sendo bastante esperadas porque servirão como referência para toda a comunidade científica mundial. E também como um importante alerta sobre o agravamento do problema do aquecimento do planeta. O texto, destinado aos líderes políticos mundiais, foi discutido linha por linha pelos participantes da reunião em Paris.

Houve divergências em relação às palavras que deveriam ser usadas e que acabaram ocasionando a realização de reuniões noturnas suplementares para que o documento pudesse ser divulgado na data prevista.

Houve debates, por exemplo, sobre a terminologia para designar o grau de responsabilidade da ação humana no aquecimento global, um dos grandes temas deste relatório.

Alguns preferiam utilizar o termo "inequívoca", outros preferiam a expressão "além de qualquer dúvida razoável". Mais de 130 países participaram da elaboração do documento, incluindo os Estados Unidos, que não ratificaram até hoje o protocolo de Kyoto, que impôs aos países desenvolvidos reduzirem em 5,2% suas emissões de gases de efeito estufa até 2012.

"Espero que este relatório deixe as pessoas chocadas e leve os governos a agirem com mais seriedade", afirmou o presidente do IPCC, Rajendra Pachauri.

Este é o quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente para avaliar as informações científicas e sócio-econômicas sobre o aquecimento global.

O relatório anterior, de 1995, serviu de base para a elaboração do Protocolo de Kyoto, lançado dois anos depois. Prevê-se que o quarto relatório do IPCC sirva como referência para o "pós-Kyoto", ou seja, para o compromisso dos países para após o período de 2012, quando expira o atual protocolo.

O tema será um dos assuntos centrais da reunião da ONU em Bali, na Indonésia, em dezembro próximo. O texto integral do quarto relatório, Mudanças Climáticas 2007, totalizará cerca de 900 páginas e será divulgado por partes até novembro deste ano.

O primeiro grupo, que analisa os elementos científicos das mudanças climáticas, finalizou seus trabalhos nesta semana em Paris. Ainda serão divulgados os estudos sobre o impacto das mudanças climáticas e sobre as formas de controle das emissões de gases de efeito estufa.

As mudanças climáticas poderiam custar à economia mundial US$ 5,5 bilhões, o equivalente a 20% do PIB do planeta, segundo um estudo divulgado em outubro passado pelo economista britânico Nicholas Stern.

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Agora é tarde, Mãe Natureza vai com tudo na desforra do equilíbrio natural das coisas. E quem vai pagar o pato é a insignificante humanidade, espero que a humanidade sofra bastante antes do fim. Eu espero também uma cruel punição do desequilíbrio ambiental. Afinal, procuramos tanto isto ou fomos negligentes para com os alertas da Mãe Natureza.

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O processo é irreversível, o colapso mundial é inevitável. Para se ter uma idéia do mega problema nas sociedades humanas. Basta lembrar de A.I Inteligência Artificial. Várias cidades costeiras nos próximos anos ficarão submersas. Neste relatório as cidades da Bélgica e especialmente da Holanda de exemplo a Amsterdã, vão parar nas profundezas. Estas cidades concentram um enorme contingente populacional, afinal fazem parte da grande Megalópole da Europa Norte Ocidental. Assim, teremos milhões de desabrigados no continente europeu, criando colapso na economia. Isto poderia abalar até o equilíbrio da união européia. Como conter desabrigados? E estes pro fim serão os pobres deste bloco. O desemprego aumentará ainda mais, causando mais colapso na economia. Muitas espécies animais marinhos morrem em devidas alterações na temperatura, a indústria pesqueira vai ter um problema. Isto sem falar nos problemas nos campos, colheitas ficarão em colapso também. Desta forma, causando falta de alimentos, basta lembrar que a grande fome da Idade Média, foi ocasionada durante uma alteração climática provocada por parte do homem.

 

Vocês sabem que com uma super população e fome causam distúrbios na paz deste planeta. Então, acho bem provável que com isto teríamos guerras por terra e comida. Neste ponto, a humanidade é extremante previsível. Não estou fazendo previsões religiosas como os ‘quatro cavaleiros do apocalipse’. Mas são deduções simplórias, pois uma coisa acaba puxando a outra no frágil equilíbrio das sociedades humanas regidas pela natureza.

 

Aproveitando das deduções simplórias, acho que ainda sim teremos songa mongas que vão achar exagero e vão dar as costas para o problema. Assim deixando agravar ainda mais a situação.

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Brasil será menos afetado por aquecimento

Temperatura do país não deve subir mais que 4 graus Celsius até o fim do século.
Amazônia e Centro-Oeste serão os mais afetados; litoral e região Sul sofrem menos.

Os cenários revelados para o fim deste século pelo IPCC (Painel Intergovernamental para Mudança Climática) mostram que, em termos absolutos, o Brasil não estará entre os países mais atingidos pelo aquecimento global. A temperatura média em algumas regiões do país - principalmente na Amazônia e no Centro Oeste - vai subir no máximo 4 graus Celsius, contra uma projeção de 5,5 graus Celsius no interior dos Estados Unidos e em regiões da África.

 

Foto:%20Reprodução 

Os mapas mostram os vários cenários possíveis do IPCC, designados pelas letras B1, A1B e A2; na escala embaixo deles, a correspondência entre cores e aumento de temperatura em graus Celsius 

Esse é o pior dos três cenários principais simulados pelo IPCC. No cenário mais ameno, o Centro-Oeste e a Amazônia teriam um aumento entre 1,5 grau e 2 graus Celsius. As áreas menos afetadas do Brasil seriam o litoral do Nordeste e do Sudeste e a região Sul - mesmo no pior cenário, elas não teriam um aumento de temperatura superior a 3 graus Celsius.

O fato de as áreas menos populosas do Brasil serem as mais ameaçadas não é motivo para alívio, no entanto. Mais calor na Amazônia pode significar mais chance de a floresta úmida começar a se transformar em cerrado, com conseqüências devastadoras para o clima do resto do Brasil e do mundo. Entre outros papéis geoclimáticos, a floresta é importante para o regime de chuvas em toda a América do Sul. 

No resto do mundo, as áreas mais afetadas são, previsivelmente, as regiões polares, em especial o Ártico, que poderia ficar até 7,5 graus Celsius mais quente do que a média atual. Outra região seriamente afetada é o Himalaia, com suas geleiras.

skellington2007-02-02 13:21:27

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o.O

 

O fim está proximo? parece que sim. a humanidade deveria ter conciência de que com a natureza não se brinca, pois ela é cruel quando se trata de dar a resposta as ações do homem.

 

É bom começar a se preparar desde de já, cidades que estão bem acima do nível do mar(exemplo: La Paz) ou afastadas do oceano(Centro Oeste do Brasil) vão se tornar futuras capitais do mundo. a america central e ao Japão podem vir a ser engolidos pelo mar, assim como as cidades que estão no litoral(Nordeste e Sudeste do Brasil já eram 07). pq boa parte dos paises que fazem divisa com o pacifico sul tem cidades bem acima do nível do mar(Equador por exemplo), já do lado do Atlântico a coisa fica + feia pq boa parte do Brasil e da Argentina estão no nível do mar(não tenho certeza absoluta quanto a Argentina).

 

E os americanos que se preparem pq os Tornados vão ficar piores do que já estão atualmente, ouvi dizer que o brasil corre o risco de ter esse fenomeno tb devido a mudança de temperatura no Atlântico Sul. mas acho que a Europa será a região que ira sofrer mais, o povo e os animais desse continente estão acostumados a temperaturas baixas e um mudança em 3 a 4 graus vai ser um baque e tanto.

 

Deveriamos fazer esforços para preservar os animais, criar abrigos para eles sobreviverem a isso tudo. plantas tb devem ser salvas de algo tão devastador, e é claro todo o material referente a novas tecnologias para serem usadas apos o fim da tormenta(tecnologias que visam a preservação do meio ambiente).

 

Tudo isso se deve a irresponsabilidade humana, a tempos que alguns vêem alertando sobre a super população. gente são quase 9 bilhões de pessoas que consomem material industrializado todos os dias. falaram de vulcões mais atividades vulcanicas não ocorrem diariamente já a poluição humana....

 

No orkut falaram de colonização do espaço, duvido pq se fosse assim jpa estariamos presenciando isso. não creio que em 50 anos a humanidade desenvolve a tecnologia de dobra espacial permitindo ir a planetas que possam sustentar vida organica. a ciência já mostrou que esses plantas existem porém estão muitoooo longe da Terra impossibilitando uma mudança emergêncial.

 

 

 

 

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Agora é tarde' date=' Mãe Natureza vai com tudo na desforra do equilíbrio natural das coisas. E quem vai pagar o pato é a insignificante humanidade, espero que a humanidade sofra bastante antes do fim. Eu espero também uma cruel punição do desequilíbrio ambiental. Afinal, procuramos tanto isto ou fomos negligentes para com os alertas da Mãe Natureza.

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Pior é que a própria natureza vai pagar o pato também.

Quanto ao aquecimento global, aqui no NE já está acontecendo. Esse verão está muito quente, bem mais que o do ano passado. Tem hora que nem ventilador resolve.

 

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A diferença é que a Mãe Natureza encontra um meio de voltar ao seu equilíbrio, ou se adapta as mudanças e ela permanece atuando no planeta, o problema é que a humanidade não tem esta capacidade.

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A natureza e a vida continuam nós não.

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China responsabiliza o Ocidente pelo aquecimento global

 

Jim Yardley
em Pequim


A China afirmou na terça-feira (06/02) que os países mais ricos devem assumir a dianteira na redução das emissões dos gases causadores do efeito estufa, e se recusou a dizer se concordará com qualquer limite obrigatório para emissões que possa prejudicar a sua dinâmica economia.

Jiang Yu, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, disse que o país está disposto a contribuir com um esforço internacional para combater o aquecimento global, mas responsabilizou pelo problema especialmente as nações mais ricas e desenvolvidas, que vêm poluindo o planeta há bem mais tempo.

"Deve-se ter em mente que a mudança climática tem sido provocada pelas emissões historicamente cumulativas dos países desenvolvidos e pelas elevadas emissões per capita desses países", afirmou Yu, acrescentando que as nações desenvolvidas têm responsabilidades pelo aquecimento global "das quais não podem se esquivar".

Os comentários de Jian, combinados a uma outra declaração dada na terça-feira pelo principal especialista em clima do país, se constituíram na primeira resposta oficial a um relatório histórico divulgado na semana passada por um painel de cientistas da Organização das Nações Unidas (ONU), declarando que o aquecimento global é "inequívoco" e advertindo que é necessário que se tomem ações imediatas a fim de evitar conseqüências desastrosas.

A China é o segundo maior emissor de gases causadores do efeito estufa que contribuem para a alteração climática, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Os especialistas prevêem que o país acabará ocupando o primeiro lugar na lista dos maiores poluidores. A economia chinesa em rápida expansão obtém quase 70% da sua energia de usinas termoelétricas movidas a carvão, muitas das quais equipadas com controles anti-poluentes precários.

Mas as autoridades chinesas há muito observam que as emissões per capita da China ficam bem abaixo da média dos países mais ricos, incluindo os Estados Unidos. As autoridades alegam que a China continua sendo um país em desenvolvimento destituído dos recursos financeiros ou da capacidade tecnológica para fazer uma transição mais rápida para tecnologias energéticas mais limpas e caras.

A China não questionou a argumentação científica sobre o aquecimento global, e tampouco contestou os estragos potenciais que seriam causados pela elevação da temperatura do planeta. No mês passado, o país divulgou um relatório advertindo que a mudança climática representa uma séria ameaça para a sua produção agrícola e para a economia como um todo.

"O governo chinês está levando a mudança climática muito a sério", disse aos jornalistas em uma coletiva na terça-feira Qin Dahe, diretor da Administração Meteorológica da China. "O presidente Hu Jintao afirmou que a alteração climática não é apenas um problema ambiental, mas também uma questão que diz respeito ao desenvolvimento".

Porém, ainda que os líderes chineses reconheçam a gravidade do problema, eles continuam resistindo a medidas abrangentes que possam ameaçar o desenvolvimento econômico do país. Medidas mais limitadas já estão gerando resultados irregulares.

Qin, que atuou com co-diretor do painel da ONU que divulgou o relatório da semana passada sobre o aquecimento global, observou que a China estabeleceu uma meta ambiciosa de cinco anos para melhorar em 20% a eficiência energética. Mas no ano passado, o país não foi capaz de atingir a meta inicial proposta.

A posição da China, que é ao mesmo tempo um enorme país em desenvolvimento e uma das economias de mais rápido crescimento em todo o mundo, faz com que esta nação se destaque no debate sobre o aquecimento global. Juntamente com a Índia, a China está isenta dos requerimentos do Protocolo de Kyoto, o acordo que solicita às nações industrializadas que reduzam as suas emissões até 2012 (os Estados Unidos não assinaram o acordo).

Quando lhe perguntaram se a China concordaria com metas obrigatórias e específicas para a redução das emissões, Qin não respondeu diretamente. "Como somos um país em desenvolvimento que cresce rapidamente e que possui uma grande população, a promoção de uma transformação drástica da estrutura energética e o uso de fontes limpas de energia exigiriam muito dinheiro", disse Quin, segundo a agência de notícias Reuters.

Jiang, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, disse que recentemente a China ordenou o fechamento de usinas termoelétricas menores e mais poluidoras, que funcionavam a carvão, e que emitiam 5,4 milhões de toneladas de dióxido de enxofre por ano.

Enquanto isso, a China tem registrado recordes de temperaturas amenas neste inverno, um fenômeno que, segundo os cientistas, é provocado em parte pelo aquecimento global. A temperatura em Pequim chegou a mais de 10ºC em fevereiro, um mês no qual a média histórica de temperaturas fica abaixo de zero. A patinação foi proibida nos lagos da cidade, que estão derretendo.

Grande parte do norte da China vem enfrentando uma seca brutal. A mídia estatal anunciou que cerca de 300 mil pessoas na província de Shaanxi estão sem água potável suficiente. A província registrou apenas 10% da média pluviométrica para o período, segundo a agência oficial de notícias Xinhua.
skellington2007-02-07 15:56:09

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Pois é....mais ou menos em 2100, está previsto o aumento do nível dos oceanos em até 1,5 metro, o que causará o desaparecimento de áreas costeiras inteiras...o planeta ficará mais "ilhado"....e as catastrofes serão mais frequentes....

 

Dizem que não há como evitar mais isso , apenas amenizar o problema, infelizmente!

 

Culpa de quem mesmo senão dos países mais industrializados e daqueles que desmatam florestas equivalentes a 15 campos de futebol por dia?

 

Triste, mas a grana ainda fala mais alto, tanto que representantes americanos e chineses tentaraem diminuir o tom da análise feita por mais de 2.000 profissionais especializados no assunto!
Olórin,o Ainur2007-02-07 18:24:01

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Os efeitos do aquecimento global está causando a morte de milhares de bebês de foca no golfo de San Lorenzo. Não levaram as autoridades canadenses a renunciar à caça às focas, segundo o Fundo Internacinal para a Proteção de Animais (IFAW) e a Sociedade Protetora de Animais (SPA).

 

Os animais já estão sentindo o efeito...04.gif07.gif11.gifKikas2007-04-01 17:46:50

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Como dizem agora na publicidade da TV Aberta e no Partido Verde. Não preservar o meio ambiente faz mal para a saúde. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Em fim acho que é evidente, que as nossas leis e condutas de normas não contemplam o todo ou que há por vir e por isto são somente "leis". E acredito que ainda venha a piorar, pois existem humanos mais estúpidos e mimados como os governantes da China que querem poluir ao que parece de maneira igual aos países ocidentais. Putz! Que mentalidade burra. Se o outro quer se destruir devemos seguir seu exemplo?

 

E por causa desta segregação, Ocidente Vs Oriente ou também de país contra país como Brasil Vs Argentina, Moçambique Vs Angola, EUA Vs Irã, e outras velhas feridas estúpidas que não conseguimos solucionar os nossos problemas como humanidade.

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A fronteira final

 

Norbert Rosing/National Geographic/Getty Images
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TRISTE DESTINO
Urso-polar vasculha lixo no Canadá. O maior predador do Ártico está ameaçado pela redução da área de mar congelado, seu território de caça

 

Nos pólos estão gravadas as informações que permitem entender o passado e fazer uma aposta segura de como será o futuro da Terra. O Ártico e a Antártica são ao mesmo tempo o termômetro das atuais alterações ocorridas no clima e um arquivo minucioso da história da atmosfera nos últimos milhões de anos. O que se ouve nos pólos agora é, infelizmente, um grito agônico: as mudanças que estão acontecendo por lá são mais rápidas e intensas do que as sentidas em qualquer outra parte do mundo. No Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global. A calota gelada do Oceano Ártico deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Na escala geológica, meio século é um piscar de olhos. As crianças de hoje serão testemunhas dessa mudança brutal e talvez não possam ver ursos-polares fora de zoológicos. A sobrevivência desse magnífico predador na natureza está ameaçada pela redução da área de mar congelado, seu território de caça. No sul, registra-se a formação de áreas verdes maior do que o comum na Península Antártica, antes predominantemente branca, como o resto do continente. Ninguém pode ficar indiferente diante dessas mudanças. O que ocorre nas regiões polares tem repercussão direta no equilíbrio climático em escala planetária. 

 

Ty Milford/Getty Images
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MAIS GELO NA ÁGUA
Na Antártica, icebergs cada vez maiores têm se soltado das geleiras. São tão grandes que alguns levam mais de dez anos para derreter completamente

A compreensão do que acontece nos pólos se tornou tão crucial e urgente que mais de sessenta países, entre eles o Brasil, estão mobilizando 10.000 cientistas e vão dedicar 1,5 bilhão de dólares a 228 projetos de pesquisa no Ártico e na Antártica, como parte do Ano Polar Internacional 2007-2008, que começou em fevereiro. O pano de fundo das pesquisas é o aquecimento global, que é causado pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono, resultado da atividade humana. Esses gases formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície em forma de calor, se dissipe no espaço. O efeito estufa é um fenômeno natural, que garante as condições de temperatura e clima necessárias para a existência de vida na Terra, mas agora se tornou sufocante. Quando esse mecanismo delicado saiu dos trilhos é uma das perguntas às quais a Antártica começa a responder. Quando a neve se solidifica, pequenas bolhas de ar ficam presas no gelo. O exame dessas bolhas em gelo formado nos últimos 720.000 anos, extraído na Antártica, mostra que a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem oscilado para mais e para menos ao longo dos séculos, mas nunca foi tão elevada como hoje.

O terceiro relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), da ONU, divulgado na sexta-feira passada, coloca o Ártico no topo da lista das regiões sob pressão do aquecimento global, devido à elevação da temperatura superior à média mundial. As mudanças aceleradas na criosfera – como é chamado o conjunto dos ambientes congelados da Terra – terão repercussões dramáticas nas outras partes do mundo. "As regiões polares são como gigantes adormecidos: seu despertar será sentido com violência em toda parte", disse a VEJA o oceanógrafo americano Paul Berkman, da Universidade da Califórnia, que há mais de vinte anos pesquisa as regiões polares. Os pólos, devido a suas baixas temperaturas, ajudam a manter o clima global ameno, alimentando as correntes marítimas, resfriando as massas de ar e devolvendo ao espaço a maior parte da energia solar que recebem, graças a suas vastas superfícies brancas. Por isso, mesmo alterações aparentemente pequenas nos ambientes polares podem quebrar o equilíbrio climático do planeta. "Algumas projeções indicam que a superfície do Oceano Ártico vai ficar 12 graus mais quente quando todo o gelo derreter, alterando dramaticamente o clima no Hemisfério Norte", disse a VEJA o australiano Tim Flannery, autor do livro Os Senhores do Clima (Editora Record).  

Nacional Science Foundation
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SOBRE O PÓLO SUL
Para não serem cobertos pela neve no inverno, os prédios novos da estação científica Amundsen-Scott, dos Estados Unidos, no Pólo Sul, foram construídos sobre colunas hidráulicas

Uma dificuldade para a humanidade se preparar melhor para as mudanças climáticas decorre da falta de conhecimento científico sobre o Ártico e a Antártica. Os modelos meteorológicos usados na previsão do tempo ainda não dão o devido peso à influência dos pólos. "Uma melhor compreensão do complexo sistema climático das regiões polares faria a previsão do tempo de três dias de antecedência ser tão acurada quanto a de dois dias é hoje", afirma Rainer Vockenroth, chefe da base alemã de pesquisas polares em Ny-Ålesund, no arquipélago norueguês de Svalbard, localizada dentro do Círculo Polar Ártico, a apenas 1 200 quilômetros do Pólo Norte. O mesmo tipo de conhecimento é necessário para antecipar com maior precisão os efeitos do aquecimento global em todo o planeta. Já se sabe que o nível dos oceanos está aumentando 3 milímetros por ano por causa do derretimento do gelo dos pólos e dos glaciares das montanhas. A Groenlândia e a Antártica, que acumulam 99% do gelo do planeta, por enquanto respondem por 30% da elevação dos mares. Os glaciologistas estão tentando descobrir agora se – e quando – a perda de volume desses dois imensos reservatórios de água doce chegará ao ponto em que a elevação anual do nível do mar será medida em metros, não mais em milímetros. Nas páginas seguintes, o relato dos repórteres de VEJA enviados ao Ártico e à Antártica. 

 

Paul Nicklen/Getty Images
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OCEANO EXPOSTO
Navio quebra-gelo em expedição científica no Ártico: a área com gelo marinho está diminuindo

 

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especial5d.gifskellington2007-04-06 12:09:57

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A fronteira final

 

Norbert Rosing/National Geographic/Getty Images
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TRISTE DESTINO
Urso-polar vasculha lixo no Canadá. O maior predador do Ártico está ameaçado pela redução da área de mar congelado' date=' seu território de caça

 

Nos pólos estão gravadas as informações que permitem entender o passado e fazer uma aposta segura de como será o futuro da Terra. O Ártico e a Antártica são ao mesmo tempo o termômetro das atuais alterações ocorridas no clima e um arquivo minucioso da história da atmosfera nos últimos milhões de anos. O que se ouve nos pólos agora é, infelizmente, um grito agônico: as mudanças que estão acontecendo por lá são mais rápidas e intensas do que as sentidas em qualquer outra parte do mundo. No Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global. A calota gelada do Oceano Ártico deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Na escala geológica, meio século é um piscar de olhos. As crianças de hoje serão testemunhas dessa mudança brutal e talvez não possam ver ursos-polares fora de zoológicos. A sobrevivência desse magnífico predador na natureza está ameaçada pela redução da área de mar congelado, seu território de caça. No sul, registra-se a formação de áreas verdes maior do que o comum na Península Antártica, antes predominantemente branca, como o resto do continente. Ninguém pode ficar indiferente diante dessas mudanças. O que ocorre nas regiões polares tem repercussão direta no equilíbrio climático em escala planetária. 

 

Ty Milford/Getty Images
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MAIS GELO NA ÁGUA
Na Antártica, icebergs cada vez maiores têm se soltado das geleiras. São tão grandes que alguns levam mais de dez anos para derreter completamente

A compreensão do que acontece nos pólos se tornou tão crucial e urgente que mais de sessenta países, entre eles o Brasil, estão mobilizando 10.000 cientistas e vão dedicar 1,5 bilhão de dólares a 228 projetos de pesquisa no Ártico e na Antártica, como parte do Ano Polar Internacional 2007-2008, que começou em fevereiro. O pano de fundo das pesquisas é o aquecimento global, que é causado pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono, resultado da atividade humana. Esses gases formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície em forma de calor, se dissipe no espaço. O efeito estufa é um fenômeno natural, que garante as condições de temperatura e clima necessárias para a existência de vida na Terra, mas agora se tornou sufocante. Quando esse mecanismo delicado saiu dos trilhos é uma das perguntas às quais a Antártica começa a responder. Quando a neve se solidifica, pequenas bolhas de ar ficam presas no gelo. O exame dessas bolhas em gelo formado nos últimos 720.000 anos, extraído na Antártica, mostra que a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem oscilado para mais e para menos ao longo dos séculos, mas nunca foi tão elevada como hoje.

O terceiro relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), da ONU, divulgado na sexta-feira passada, coloca o Ártico no topo da lista das regiões sob pressão do aquecimento global, devido à elevação da temperatura superior à média mundial. As mudanças aceleradas na criosfera – como é chamado o conjunto dos ambientes congelados da Terra – terão repercussões dramáticas nas outras partes do mundo. "As regiões polares são como gigantes adormecidos: seu despertar será sentido com violência em toda parte", disse a VEJA o oceanógrafo americano Paul Berkman, da Universidade da Califórnia, que há mais de vinte anos pesquisa as regiões polares. Os pólos, devido a suas baixas temperaturas, ajudam a manter o clima global ameno, alimentando as correntes marítimas, resfriando as massas de ar e devolvendo ao espaço a maior parte da energia solar que recebem, graças a suas vastas superfícies brancas. Por isso, mesmo alterações aparentemente pequenas nos ambientes polares podem quebrar o equilíbrio climático do planeta. "Algumas projeções indicam que a superfície do Oceano Ártico vai ficar 12 graus mais quente quando todo o gelo derreter, alterando dramaticamente o clima no Hemisfério Norte", disse a VEJA o australiano Tim Flannery, autor do livro Os Senhores do Clima (Editora Record).  

Nacional Science Foundation
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SOBRE O PÓLO SUL
Para não serem cobertos pela neve no inverno, os prédios novos da estação científica Amundsen-Scott, dos Estados Unidos, no Pólo Sul, foram construídos sobre colunas hidráulicas

Uma dificuldade para a humanidade se preparar melhor para as mudanças climáticas decorre da falta de conhecimento científico sobre o Ártico e a Antártica. Os modelos meteorológicos usados na previsão do tempo ainda não dão o devido peso à influência dos pólos. "Uma melhor compreensão do complexo sistema climático das regiões polares faria a previsão do tempo de três dias de antecedência ser tão acurada quanto a de dois dias é hoje", afirma Rainer Vockenroth, chefe da base alemã de pesquisas polares em Ny-Ålesund, no arquipélago norueguês de Svalbard, localizada dentro do Círculo Polar Ártico, a apenas 1 200 quilômetros do Pólo Norte. O mesmo tipo de conhecimento é necessário para antecipar com maior precisão os efeitos do aquecimento global em todo o planeta. Já se sabe que o nível dos oceanos está aumentando 3 milímetros por ano por causa do derretimento do gelo dos pólos e dos glaciares das montanhas. A Groenlândia e a Antártica, que acumulam 99% do gelo do planeta, por enquanto respondem por 30% da elevação dos mares. Os glaciologistas estão tentando descobrir agora se – e quando – a perda de volume desses dois imensos reservatórios de água doce chegará ao ponto em que a elevação anual do nível do mar será medida em metros, não mais em milímetros. Nas páginas seguintes, o relato dos repórteres de VEJA enviados ao Ártico e à Antártica. 

 

Paul Nicklen/Getty Images
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OCEANO EXPOSTO
Navio quebra-gelo em expedição científica no Ártico: a área com gelo marinho está diminuindo

 

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Aposto que a humanidade dura mais 500 anos, isto em uma previsão super otimista.06 Quem dá mais?

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Agora resta sentar e admirar o planeta pegando fogo em quanto tocamos uma lira. 

 

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Daqui 500 anos ninguém vai estar aqui pra contestar se vc estiver errado, nem esses relatórios que dizem que a Amazônia vai virar deserto...vejo histeria nisso tudo...Qtos cientistas afirmam com certeza de que o aquecimento global é culpa do homem única e exclusivamente??? Será que a terra não está entrando num ciclo de aquecimento natural e que foi agravado pelo pedração do homem???

 

Vale ressaltar o rídiculo que foi o Greenpeace ontem no Fantástico tentando invadir um obra pra colocar uma faixa, os funcionários, muito corretamente, não deixaram...e a reportagem mostranto como se os funcionários fossem os errados em impedir...que legal, invadir propiredade alheia...depois, sem sucesso, colocaram a faixa na areia.

 

Vamos pegar as tochas e queimar quem polui a terra.07

 

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