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Engraxador!

Filmes Superestimados

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Boa tarde. Amigos e Amigas! 05.gif

 

Ouvia falar muito bem de "A Bruxa de Blair" , maravilhas, ai que cai na amadinha da ignorância e pensei que o gosto das pessoas que supervalorizavam o filme, fosse o mesmo que o meu, como eu não tinha visto o filme, pensei em ver, unir o útil à necessidade, então eu aluguei, simplesmente não gostei, ai eu pensei comigo; aqueles “Caras” são loucos, esse filme não presta, liguei para um amigo e perguntei se tinha gostado do filme, ele pegou e respondeu-me:

 

 

 

_ O que vc achou do filme?

 

 

 

Eu o agradeci e refleti... refleti...refleti...

 

 

 

T+! 03.gif(Õ.ô)2006-12-20 14:30:51

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Devia ter dito ao seu amigo sua opinião sobre o filme. Se agradeceu ele vai ficar pensando que você gostou. Em tempo, acho A Bruxa de Blair uma piada de mau gosto.  

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Devia ter dito ao seu amigo sua opinião sobre o filme. Se agradeceu ele vai ficar pensando que você gostou. Em tempo' date=' acho A Bruxa de Blair uma piada de mau gosto. [/quote']

 

 

 

Não, é que eu entendi o que ele queria me falar com aquela pergunta, ele quis me dizer para ficar com a minha opinião e não sair chutando o balde, bravo com quem supervalorizou o filme, etc. 03.gif

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 Interessante ler algumas exasperações aqui... O objetivo do tópico me parece claro como água' date=' mas percebo que existem algumas pessoas que se sentem quase ofendidas por verem alguns filmes figurarem nas famigeradas listas. Provavelmente, porque entre as obras citadas constem algumas queridas e que julgam serem intocáveis... icon_rolleyes

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 Num trecho escrito (muito apropriadamente) pelo Dook no tópico antítese desse, ele comenta: “... filme subestimado é aquele que é massacrado pela grande maioria, porém possui elementos suficientes que batem fácil muitos filmes que são alçados em posições indignas... “. Corretíssimo. Só um porém: esses “elementos” muitas vezes (na maioria) são subjetivos! Ora, é claro que seria (é) salutar a troca de idéias. Mas, infelizmente (ou felizmente...) nem sempre o outro lado está disposto a se estender em explicações e na explanação de fatores objetivos, quiça subjetivos, que expliquem os porquês dela não ter gostado do filme “A” ou “B”. Daí me pergunto: qual o problema nisso?? Onde a dificuldade em simplesmente aceitar (eu não escrevi concordar) isso? Reclamações desse tipo sempre me trazem a memória o caso Nacka-Laranja Mecânica... Lamentável. Desnecessário. 3d06

 

 Não atender a exigência de alguns seria prova cabal de burrice argumentativa ou imaturidade? Covardia, talvez? Não poderia haver outros motivos como preguiça, falta de tempo, indisposição (isso mesmo, pura e simples) etc? Não seria mais produtivo a contra-argumentação, a defesa de fãs ou apreciadores da obra criticada do que a choradeira (esse papel é meu!! 06) de alguns gatos pingados? Vide excelente exemplo do Rubysun, aqui mesmo, sobre suas impressões acerca de “Era Uma Vez na América”... Penso que atitudes como essa incentive mais o Tico e o Teco a trabalharem e a pessoa, sair da toca do que ironias e metáforas despropositadas... E mais: será que para postar listas e citações dos filmes que a pessoa julga como superestimados é condição obrigatória/necessária a dissertação, em no mínimo 30 linhas (sic) sobre os porquês?! (Que tal um cafezinho e um coliriozinho no olho, Plutão? 07). Ok, o ônus da prova é de quem acusa, mas... isso aqui é um tribunal?!09  E cá entre nós: na realidade, a quem interessa a ciência dessas justificativas? Todos nós sabemos a resposta...03 19 Interessante notar que aquele que NÃO gostou do filme sabe exatamente o(s) porquê(s) de não ter gostado e no fim, isso por se só já deveria bastar. Afinal, vemos filmes para agradar e agregar sentimentos, idéias, imagens, sensações a nós mesmos e a mais ninguém...     

[/quote']

 

Bonitinho post presunto. Porém isto aqui é um fórum. Duhh! 12

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Baby, se as pessoas aqui não podem desenvolver justificativas para um julgamento. Acho melhor o Pablo fechar o fórum. Ou melhor transformar isto em site de bate papo e relacionamento idiota como aparenta o sub fórum  “Casa da Mãe Joana”. Não estou obrigando ninguém a fazer nada contra a sua vontade mesmo porque, não estamos no plano físico. Hahahahah! 06

 

Outro ponto, eu não tenho culpa se minhas metáforas e ironias não são do seu gosto, defensor da subjetividade. E sobre escrever 30 linhas foi um claro deboche, se você acha que é verdade, eu não tenho culpa da sua ‘inocência’. E sim, quem gosta de acusar tem o ônus da prova. Mas não se preocupe, eu vou defender sim os filmes citados e jogados aqui como cartas de baralho a própria sorte. Heheheh!

 

Agora olhando o histórico aqui do pessoal das famigeradas listinhas, raras vezes vi eles desenvolvendo algo além de citações breves. A proposta do cine clube do cinema em cena, foi justamente acabar com esta acefalia aguda. E não deixo minha culpa de lado, ultimamente desenvolvi muito pouco sobre os filmes aqui. Agora nas férias, vou estar mais presente aqui.

 

As discussões ficam acirradas, pois é normal em qualquer fórum. Ninguém vai ficar de mau, ou vai bater no outro, se é que isto é possível, só porque detratou o seu filme preferido. Porém e normal pedir justificativas para uma abordagem mais elaborada. E é também perfeitamente normal alguém achar absurdas as justificações, se é que são justificações.06 

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Eu falei mal de Titanic quando saí do cinema e queriam me bater. Hoje sou o único que consegue ver o filme sem ter um ataque nervoso. Sempre achei o filme um "desbunde" 06 visualmente, mas que não era aquilo tudo na proposta de romance.

 

Um que perdi no cinema e só vi no vídeo, e talvez por isso não ache lá essas coisas é Gladiador. O impacto da tela grande nesse tipo de filme é importante. Mesmo assim, não me emociono com a película...

 

 

 

 

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Precisão cirúrgica é a palavra que define a versão de 4 horas de Era Uma Vez na América. Tinha 4 horas que mais pareciam 2. E quotando o Carioca: ahhh' date=' aquele close do Leone...

 

Além disso, tem um dos exercícios mais impressionantes de construção e desconstrução de personagens.

Falam também da associação em ser uma história da América em si, só que preciso rever o filme para tecer um comentário maior a respeito. Passo a bola pro Dook, ou pro Dan, ou pra quem quiser.

 

E a trilha do Morricone é igualmente fodona.

 

Minha lista tá na 1ª página. Quem quiser justificativas, é só pedir.
[/quote']

 

Teria que refletir mais sobre o filme... fica pra uma próxima, mas acredito que a trilogia da América é dividida mais ou menos assim:

 

1) O início da morte de todo um universo mítico = Era Uma Vez no Oeste

 

2) A morte definitiva deste universo e a sensação de desorientação daqueles que sobreviveram a essa morte = Quando Explode a Vingança

 

3) A luta para sobreviver nesse novo mundo que, agora, mata a inocência daqueles que sobreviveram àquele universo mítico que morreu no Oeste e como as coisas ficam daqui por diante = Era Uma Vez na América

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Abismo do Medo

Todo mundo diz que é o melhor filme de terror desde não sei quando e eu não vejo motivo.

 

Vi esse filme há uns 3 dias. Na hora achei "só" excelente, mas hoje, depois de digerir melhor, coloco no patamar de OP de terror.

 

 

 

 

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Woody Allen, seus filmes são superestimados na minha opinião, não que não sejam bons, mas são meio superestimados, e olha que até gosto bastante, mas acho superestimado, e o mesmo eu digo para Sofia Coppola, que teve o seu Encontros e Desencontros super superestimado, e novamente, não que seja ruim, mas não é tudo isso.

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Sempre tem coisas que não são mais mencionadas...

Mas reparei que muita gente colocou filmes que tiveram muito hype, mesmo que não tenham sido unanimidade (ou ainda que tenham sido malhados pela crítica).

 

Em todo o caso cito alguns, no espírito da discussão:

 

"O Homem de Palha" (versão original de "O Sacrifício" - não o cult russo, mas o que tem Nicolas Cage - não vi essa refilmagem, disseram que é uma bomba).

Motivo: mostrar um pouco da cultura céltica, da antiga religião pagã das ilhas britânicas (e por ter um lance meio hippie, até com nudismo tipo "ninguém é de ninguém")

 

"Mercenários das Galáxias"  (um spin-off de "Guerra nas Estrelas")

Motivo: muito curioso, efeitos especiais pobres, mas criativos, um desenho de produção alucinado e por ser uma versão sci-fi de "Os Sete Samurais".

 

"Entre o Inferno e o Profundo Mar Azul" (com Stephen Rea)

Motivo: o único filme que me fez chorar, até hoje.

 

"Fogo no Céu" (sobre um cara abduzido por ETs)

Motivo: aterradora a seqüência em que o personagem principal é examinado pelos ETs cabeções (os tais "grey"). Também consegue passar seriedade ao tema.

 

"A Festa Nunca Termina" (sobre a gravadora independente Factory)

Motivo: mostra como surgia uma gravadora de discos de rock nos anos 80. Celeiro do Joy Division, New Order e outras viagens. Um bando de gente doida e a gente pensando aqui que era sério.

 

"Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças"

Motivo: filme muito louco, filosófico e bastante humano. Jim Carey faz um papel sério, finalmente.

 

 

"Little Odessa" (com Tim Roth)

Motivo: filme de gangster de verdade. Uma porrada no juízo. O resto é glamourizar a violência e a delinqüência.

 

 

Depois lembro de outros. Valeu!

 

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Brilho Eterno é maravilhoso. Sinceramente, uma das experiências mais comoventes e reflexivas que o cinema já pôde me oferecer. Para mim, até agora, o melhor filme desta nova década, junto da obra-prima de Lynch, Cidade dos Sonhos.

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Bonitinho post presunto.

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Thanks!! Pena que não posso dizer o mesmo dos seus últimos...

 

Porém isto aqui é um fórum. Duhh! 12

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Putz!! Sério?? 13 06 06 06 

 

Baby, se as pessoas aqui não podem desenvolver justificativas para um julgamento. Acho melhor o Pablo fechar o fórum. Ou melhor transformar isto em site de bate papo e relacionamento idiota como aparenta o sub fórum  “Casa da Mãe Joana”. Não estou obrigando ninguém a fazer nada contra a sua vontade mesmo porque, não estamos no plano físico. Hahahahah! 06[/quote']

 

Ui!!Que meda!! 06 06 

 

Outro ponto, eu não tenho culpa se minhas metáforas e ironias não são do seu gosto, defensor da subjetividade. E sobre escrever 30 linhas foi um claro deboche, se você acha que é verdade, eu não tenho culpa da sua ‘inocência’.[/quote'] 

 

Não, não são. Mas, como você mesmo disse, it's my fault! É que minha inocência não se dá bem com gracinhas "sofisticadas"... 07 Mas um dia, eu aprendo...

 

E sim, quem gosta de acusar tem o ônus da prova. Mas não se preocupe, eu vou defender sim os filmes citados e jogados aqui como cartas de baralho a própria sorte. Heheheh!

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Ok! Então, que tal parar de choramingar (esse papel é meu, lembra? 19 06) e começar a fazer a(s) sua(s) defesa(s)?! 03 Até agora só li uma (bem meia boca) sobre a insanidade (sic) de um filme querer ser fiel a uma obra literária...  

 

Agora olhando o histórico aqui do pessoal das famigeradas listinhas, raras vezes vi eles desenvolvendo algo além de citações breves. A proposta do cine clube do cinema em cena, foi justamente acabar com esta acefalia aguda. E não deixo minha culpa de lado, ultimamente desenvolvi muito pouco sobre os filmes aqui. Agora nas férias, vou estar mais presente aqui.

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Mãos à obra, Plutão!! 06 

 

   

As discussões ficam acirradas, pois é normal em qualquer fórum. Ninguém vai ficar de mau, ou vai bater no outro, se é que isto é possível, só porque detratou o seu filme preferido. Porém e normal pedir justificativas para uma abordagem mais elaborada. E é também perfeitamente normal alguém achar absurdas as justificações, se é que são justificações.06 

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Uma opinião não exige a exposição obrigatória dos motivos. Podemos até querer que isso aconteça, mas nem sempre o outro está afim. Meu post foi tecendo comentários justamente sobre isso...Os julgamentos que podemos fazer acerca da opção do outro ficarão, na prática, somente na esfera das suposições, achismos e da contrariedade, independente de estarmos certos ou não. 03 

 
The Deadman2006-12-21 09:40:20

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Sem rodeios vamos aos acusados. Hahahah!06

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A Trilogia “O Senhor dos Anéis”

 

De acordo com alguns, seus méritos verdadeiros estão unicamente nas suas técnicas. Os efeitos sonoros, maquiagem, efeitos especiais, figurinos etc. No entanto, temos a matéria humana também e mais aqui ressalto algo que vejo mais presente a cada vez que assisto. A simbologia que o anel carrega, e como ele foi abordado no filme foi fascinante.

 

O foco do filme é o anel, através da condução das cenas do jogo de câmeras se torna um personagem principal. Quem diria que no cinema um objeto seria um personagem? Salve garda o excelente filme o “Violino Vermelho”. Mas aqui é uma trilogia onde o mesmo personagem não perde importância. Mas afinal de contas, o que tem de tão importante neste objeto. No qual Peter Jackson, não deixou no segundo plano.  Ele foi feito para ser o anel governante, ele é o símbolo do poder que corrompe a todos que o carregam e se beneficiam dele. Não importa classe, raça ou qualquer que seja seu propósito de ética. As inscrições no anel já falam por si qual o seu propósito.

 

Um anel para todos governar, um anel para encontrá-los, um anel para todos trazer e na escuridão aprisioná-los”.  

 

Ele seduz seu usuário, como o poder o faz. É como Gandalf disse, “Ele me daria grande poder para fazer o bem. Contudo através de mim, seria um grande poder para controlar”. Ele temia ser corrompido pelo poder. Tal qual fez com Isildor, Boromir e Gollum. O anel tentava sempre outro usuário, para causar a discórdia, ele é símbolo também da discórdia entre todos, tanto na cena da reunião de Elrond como na separação da Sociedade do Anel.

 

É como o Pomo de Éris, a deusa do Caos, este Pomo causou a guerra de Tróia. Algo tão simples pode abalar o mundo com um grande mal, e a mesma deixa de Galadriel para Frodo, a menor das criaturas pode fazer a diferença também.

 

Mesmo com o fim do tirano Saurom, um exemplo literal de vão se os dedos fica o anel. Com sua queda é um exemplo de que o mal do governante não é ele em si, mas governo o poder que ostenta.  É um tema universal, mesclado com vários outros temas universais para fechar o ciclo. Os poderosos não governam são governados pelo poder. Por isto, Aragorn temia tanto o Um Anel e seu passado. Poderia prolongar mais ainda os outros temas e suas devidas importâncias no todo, mas este é o cerne da coisa toda.

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Vamos por partes como diria Jack.


O próximo é...

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O Resgate do Soldado Ryan

 

Steven Spielberg aborda a segunda guerra mundial de forma desafiadora. Na sua própria deixa, O maior perigo para Oito Homens... na Segunda Guerra era salvar um.

 

E isto foi de fato a única coisa descente a se fazer na guerra. Foi salvar uma vida ao continuar as campanhas de morte no fronte. Somos deixados a ver o lado dos soldados, pois seria perigoso avançar no campo inimigo, para procurar apenas uma pessoa para levar para casa. Eles ficariam expostos, pois estariam arriscando suas vidas pra salvar apenas uma. No entanto, salvar uma vida é muito mais digno do que continuar na campanha para tirar vidas. E isto diminui ambos os lados do front, pois é ilógica a guerra em si.

 

O personagem do Capitão Miller, Hanks, é o exemplo do exercito, ele é frio, introspectivo até os ossos. O seu pelotão desconhece o seu Capitão em pessoa, ele evita o contato e não se envolve com o lado pessoal. No entanto, vemos que ele não é um personagem bidimensional tipicamente estereotipado. No momento de desespero e conflito do grupo pela morte de um dos personagens, o percebemos o quanto humano ele é. Em um canto escondido, ele fica para chorar a perda de um soldado. Ele se sente responsável pela conduta deles, e busca tentar manter a ordem.

 

Em um momento de camaradagem, Miller conta sobre sua vida, que virou motivo de aposta. Ele fala que não quer voltar para casa e dizer para sua esposa, que cometeu atrocidades, ele busca esquecer suas ações que levaram a morte de vários e causou a morte de vários. Ele diz que é melhor voltar parta casa pro conta de uma missão, que salvou uma única vida do que continuar com a loucura da guerra. O foco da missão é um material do qual é absurdamente significativo, demonstra a falta de sentido em gastar recursos para tirar vidas do que para salva-las.

 

Um breve comentário:

 

Os atores estão à altura do tema, embora aqui Hanks não esteja no seu melhor desempenho, a música de John Williams continua a surpreender. Vin Diesel, fica como deve ficar um mero quase figurante. A edição de som está primorosa. Em muitos aspectos o filme é dignitário da sua fama, talvez nem tanto para o plano técnico, mas para plano humano ele não deixa desejar. 

Plutão Orco2006-12-21 12:12:09

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Tem razão, SisterJack!

 

Eu tava morrendo de sono e sem óculos...

Acho que li "subestimados" no lugar de superestimados, rs

 

 

Deve ser porque estou classificado como "Estagiario".

 

Eu listei alguns filmes SUBESTIMADOS e que eu gostei.

 

Quanto a filmes superestimados, é o que mais tem...

 

O mais típico que eu posso lembrar recentemente é a refilmagem de King Kong...

Muito barulho por nada. Eu estava torcendo pro filme acabar, aquela cena da luta com os 3 T-REX  parecia interminável.

Peter Jackson pretendia fazer uma versão fiel ao original e não foi isso que eu vi. O pior papel de Adrian Brody.

 

O original continua insuperável! Pelo clima, pelo suspense, pelo pioneirismo. E olhe que foi feito por volta de 1930.

 

Abraços a todos!

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