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Você Acredita na Loteria?


Você joga na loteria?  

13 members have voted

  1. 1. Você joga na loteria?

    • Sim. Ainda acredito que a loteria é de verdade.
      5
    • Não. Já joguei, mas parei.
      2
    • Nunca joguei.
      8


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Eu também acho estranho quando milhões de pessoas em SP ou RJ jogam e é uma pessoa lá do fiofó do mundo que ganha... mas eu acho que isso vai da sorte mesmo... Então se os milhões de paulistas não acertaram os números, fazer o quê?!?! Já vi reportagens de ganhadores da loteria e alguns mostraram a cara... Esse caso, por exemplo, do ganhador que foi assassinado, o cara era deficiente físico, pobre e morava no fiofó do mundo... Mas existia.

 

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e o fazendeiro q morreu??? o cara ganhou o premio sozinho. eu acho q esse negocio de o cara ganhar la lonje nos confins do país ser picaretagem é lenda q o pessoal fica mandando por email pras pessoas, lógico aqui é Brasil e naum custa nada ficar de olho 03.

 

 

ah, falando do tal fazendeiro eu queria perguntar uma coisa a vcs, se vcs ganhassem na mega-sena, vcs iriam comprar uma fazenda (na mesma região q morava quando era pobre) andando em buteco e se preocupando com empregado e tudo o mais???09
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Acho muito difícil ser fraude. Tem fraude em mil outras coisas, na mega-sena acho q não.. Eu já fiz 4 números uma vez, há uns 2 anos, ganhei R$380,00.

Só pra constar, no caso dos anões do orçamento, o q os caras faziam era comprar bilhetes premiados por um valor maior do q o do prêmio pra justificar e lavar a grana suja deles, a fraude não era da loteria, era deles sacaneando a receita e o erário público.

 

 

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  • 2 weeks later...

 

 

Viúva de ganhador da Mega-Sena foi presa por meio do disque-denúncia

 

 

 

da Folha Online

 

Uma informação anônima' date='

recebida pela polícia do Rio por meio do disque-denúncia, foi o que

levou à prisão Adriana Almeida, viúva de Rennê Senna, ganhador de R$ 52

milhões na Mega-Sena que foi assassinado no último dia 7, em Rio Bonito

(a 75 km do Rio).

 

A viúva foi localizada no Hotel Tio Sam, na

praia de Camboinhas, em Niterói, e presa nesta terça-feira. Depois da

prisão, Adriana depôs na DH (Delegacia de Homicídios) e retornou em

seguida à carceragem feminina da 72ª DP (São Gonçalo).

 

De acordo

com o delegado Ademir Silva, que investiga o assassinato, Adriana --que

se declara inocente-- mentiu em seu depoimento. No domingo (28), o

motorista Róbson de Andrade Oliveira, 25, admitiu ser amante de Adriana

e deu declarações divergentes das apresentadas pela viúva.

 

Uma

das contradições foi sobre o motivo da briga que levou Rennê a

expulsá-la de casa três dias antes do crime. Adriana contou que a briga

ocorreu porque o marido chegou em casa bêbado. Oliveira a desmentiu,

dizendo à polícia que foi porque Rennê desconfiava que a mulher tivesse

um amante.

 

O motorista contou à polícia que passou o Réveillon

com Adriana, versão diferente daquela apresentada pela viúva aos

policiais --ela disse ter passado a data sozinha. No seu depoimento,

Oliveira declarou ainda que Adriana não podia ter filhos, o que

contradiz a versão da viúva, que dissera anteriormente que pretendia

engravidar de Rennê.

 

O delegado informou que investigará se a

motocicleta que pertence a Oliveira foi a mesma usada no dia do crime.

Ele disse que os veículos têm características diferentes mas, mesmo

assim, convocará testemunhas para ter certeza de que não se trata do

mesmo utilizado no dia do assassinato de Rennê.

 

Sem motivos para matar

 

O

advogado de Adriana, Alexandre Dumans, disse que ela não tinha motivos

para matar o marido pois era herdeira de 50% dos bens deixados por ele.

Segundo Dumans, ela mentiu para se 'preservar moralmente'. Ele enviou

ontem uma petição ao delegado pedindo que a cliente seja reinquirida. A

solicitação ainda não foi aceita.

 

O delegado disse ainda ter

outros suspeitos do crime. Entre eles, ex-seguranças que foram

demitidos por Rennê em setembro do ano passado; os 11 irmãos do

milionário que passaram a não ter direito a herança após a mudança do

testamento; e a filha única do milionário, Renata Senna, cuja

paternidade passou a ser questionada. Rennê estudava a possibilidade de

realizar um exame de DNA para confirmá-la.

 

[/quote']

 

Se um dia eu ganhar na loteria só coloco a minha mãe e meu pai no testamento...03

 

Ana2007-01-31 11:11:53

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  • 5 months later...

Saiu uma explicação na revista Super Interessante uma vez sobre isso:

 

Reza a lenda que a jogatina caiu em desgraça por obra da mulher do presidente Getúlio Vargas, Darcy Vargas. Um belo dia, ela teria voltado da igreja com a missão de convencer o marido a acabar de vez com um "antro de perversão", o Cassino da Urca, a mais famosa casa de jogos do Rio de Janeiro, então capital federal. Lenda ou fato, a realidade é que em 1941 a lei 3688/41 botou na ilegalidade todo mundo que ganhava a vida girando roletas.

 

Duas décadas depois, em meados dos anos 60, o governo estatizou de vez os jogos de azar, criando as loterias esportivas. A intenção na época era nocautear o jogo do bicho, que, apesar de fora da lei, ia muito bem. O tiro não acertou o alvo, mas também não saiu pela culatra. O jogo do bicho está aí até hoje, atualmente com três extrações diárias.

 

No entanto, as loterias foram um sucesso e se transformaram em excelente fonte de renda. Uma estatística de alguns anos atrás mostrou que as nove modalidades existentes (Mega-Sena, Lotomania,  Dupla-Sena, Lotofácil, Quina, Instantânea, Loteria Federal, Loteca e Lotogol) arrecadaram juntas 3,5 bilhões de reais. Para comparar, o movimento de loterias nos Estados Unidos é de 44 bilhões de dólares e, na Europa, entre 7 e 10 bilhões de dólares.

 

Sobre o jogo ser proibido:

 

Dos 108 países que formam a Organização Mundial de Turismo, somente dois proíbem o jogo: Cuba e Brasil. O caso cubano dispensa explicações. A ilha de Fidel Castro é um mundo à parte. Por aqui, a proibição da jogatina se sustenta em três pilares: jogo exige uma estrutura de fiscalização de que o país não dispõe, atrai a bandidagem e vicia.

 

As justificativas fazem sentido: cassinos e afins são historicamente ligados a problemas sociais e criminalidade. Mas os defensores dos jogos de azar também têm seu arsenal de argumentos que, no mínimo, merecem ser levados em conta. Cigarro e álcool também causam dependência e problemas sociais e nem por isso são  tão banir somente o jogo? É quando começa então a disputa em torno de cada um dos três argumentos.

 

O primeiro ponto - de que a jogatina é muito difícil de se regular - tem bastante verdade. "Quando conseguimos comprovar uma irregularidade em uma empresa de bingos, ela desaparece e outra brota no lugar, o que torna impossível recuperar os impostos sonegados. Os donos são geralmente laranjas. Não temos nem como executar bens.", diz o secretário-adjunto da Receita Federal, Paulo Ricardo Souza Cardoso.

 

Ele, que lida no dia-dia com os obstáculos para controlar a jogatina, diz que existem motivos suficientes para banir o jogo. "Posso garantir que essas casas sonegam, operam com equipamentos contrabandeados e, em muitas delas, a sorte do cliente é manipulada", afirma.

 

O ex-secretário da Receita Federal e hoje consultor tributário Everardo Maciel compartilha da opinião. "Pode um país em desenvolvimento, com tanta demanda de fiscalização, desviar recursos humanos e financeiros para o controle de uma atividade de alto risco? É uma visão ingênua, de quem está fora da máquina do governo, imaginar que há condições de fiscalizar um setor com tamanha tradição de corrupção", diz.

 

O fato é que um mínimo controle já traz bons resultados. Entre 2000 e 2001, os bingos foram fiscalizados pela Caixa Econômica Federal e, nesse período, a arrecadação de impostos girava em torno de 200 milhões de reais. Mas a Caixa logo saiu de cena por causa de um conflito de interesses: já controlava as loterias federais, concorrentes diretas dos bingos. "Depois que a CEF saiu do páreo, a arrecadação é praticamente insignificante", diz Paulo.

 

OK, a sonegação existe, mas nem todos concordam que erradicar os cassinos seja a única alternativa. No livro "Teoria da Imposição Tributária", o jurista Ives Gandra, um dos mais renomados tributaristas do país, defende com unhas e dentes a liberação de toda e qualquer atividade que transite no limite entre a licitude e da ilicitude. Ele acredita que proibir diminui as receitas e estimula o crime organizado a assumir o controle (e os lucros) desses negócios. "A forma mais eficaz de desestimular uma atividade indesejável é a tributação elevada. Controle rigoroso e muito imposto são melhores para o país do que a clandestinidade", diz Ives.

 

Atualmente, como não há leis específicas, as casas de bingo pagam praticamente os mesmos impostos de um negócio qualquer. No caso do cigarro e da bebida, a história é diferente. De cada cinco cigarros vendidos, o governo abocanha quatro. Dependendo do tipo de bebida, paga-se até 75% do valor total.

 

A segunda questão do debate, a relação entre o jogo e o crime, também é polêmica. O principal ponto é a possibilidade de se utilizarem as casas de jogos de azar para a lavagem de dinheiro de outras operações ilícitas. Para o norte-americano James Wygand, ex-presidente no Brasil da Control Risks, uma das maiores empresas de investigação de riscos do mundo, não há dúvida de que jogo é um ramo que facilita a ação do crime organizado. Mas isso não seria uma razão para proibir o negócio.

 

"Locais onde o giro de dinheiro em espécie é grande são propícios para lavar dinheiro. O problema, no entanto, não é do jogo em si. Nos Estados Unidos, a máfia já foi afastada dos cassinos. Depende de ação", diz.

 

Em tese, lavar dinheiro em apostas é bastante simples: basta combinar com o dono da casa e simular um prêmio. Com o comprovante de que o dinheiro foi ganho no jogo, o dinheiro, de onde quer que ele tenha vindo, sai limpinho. Só que, na prática, pode não ser vantajoso. "Lavar dinheiro em bingo é burrice e sai caro. O ganhador paga 30% de imposto sobre o valor do prêmio. Tem formas bem mais baratas", garante Olavo Sales Silveira, presidente da Associação Brasileira de Bingos (Abrabin). Resta então o terceiro argumento a favor da proibição - o vício.

 

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  • 2 weeks later...

E o que falar do mais novo jogo da loteria brasileira criada pelo governo Lula, a Timemania, que nada mais é a fonte para a salvação dos grandes clubes de futebol afundados em dívidas milionárias, times como Flamengo, Botafogo, Corinthians, Fluminense, Atlético-MG e a grande maioria dos times do Brasil... agora eles terão os nomes limpos na dívida ativa do estado e terão até 20 anos para saldar a suas dívidas... agora eu pergunto será que os outros mortais como nós não poderia ter uma ajudinha dessas para pagar as nossas dívidas também????

 

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Talvez pq vc e eu não tenhamos o mesmo apelo q Flamengo, Grêmio, São Paulo, vasco, etc... Acho q ninguém apostaria numa loteria com as nossas carinhas lá...

Sou a favor da ajuda aos clubes.. No futebol todo mundo ganha muita grana, jogadores, empresários, emissoras de TV, patrocinadores, etc; só os clubes q estão todos praticamente quebrados. Existe a questão da má gestão, mas ela não explica tudo...

 

Ouvi dizer q o governo prepara um imposto absurdo com uma alícota pornográfica de 25% sobra a venda de jogadores para o exterior... Nunca houve no mundo tamanha fúria de arrecadação como nesse país...

 

 

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