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Perfume


Beatrixx Kiddo
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Olha, está previsto a estreia pra daqui a duas semanas. Hoje vai ter a pré-estreia aqui em Salvador, as 22 horas. Nao vou perder por nada, pois o livro é maravilhoso. Foi o livro que li mais rápido: 1 dia e meio. 276 páginas. É instigante, vc não consegue para de ler. Então espero que o filme seja bom também. O ator principal foi escolhido, enquanto fazia uma peça de Shakespeare- Hamlet.

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Boa noite. Amigos e Amigas!

 

 

 

Esse filme é aquele que deveria ter estreado em setembro? Que responsabilidade do Tom Tykwer, adaptar um dos maiores romances alemães de todos os tempos deve ter sido gratificante para ele, vou ver pela obra de Patrick Süskind. E se for ruim, vou descer a lenha com muito gosto.06.gif

 

 

 

T+!

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Pois é. Eu vi o filme na última Maratona Odeon (em conjunto com Mais Estranho que a Ficção, este sim bom) e não li o livro, ou seja, vou dar a minha opinião de quem gosta de cinema: é MUITO fraco.

 

O filme é longo demais com uma narrativa excessivamente lenta e desinteressante e se leva muito a sério nos momentos errados gerando

várias cenas do estilo "ai que vergonha alheia". Se o personagem principal é incapaz de amar e se relacionar com nada que não seja 'odores' (e é a isso que o filme se resume), eu fiquei totalmente incapaz de sentir qualquer coisa por ele, inclusive repulsa. Só queria sair do cinema o mais rápido possível. Tom Tykwer sofreu de um 'derrame cerebral' e os miolos escorreram pelo nariz (pun intended).

 

Não vou entrar em maiores detalhes pra não 'estragar' o filme para quem pretende ver. Só sei que o filme me passou a impressão de que eu não quero ver o livro nem de longe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PedroFraga2007-01-15 09:33:16

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Bom, assisti na pré-estreia. Interessante. Acho que o livro deve ser incrivelmente superior, já que aquela narrativa do filme [e não sei até que ponto ele poderia seguir sem ela] é cansativa e tira um pouco da qualidade do filme.

Hoffman NÃO estava bom.. por incrível que pareça. Ele era uma homem contemporâneo americano vestido de francês perfumista. As cenas são fortes e denunciam a qualidade do livro.

Enfim... bom, mas não tanto quando o cartaz. [perfeito esse cartaz rapaz 10]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Bem, só lendo o livro pra saber mesmo, mas eu achei o filme bem fraco - porém todos os meus amigos, que tem um gosto relativamente bom (apesar de gostarem demais daquela historieta do George Lucas e de Matrix), gostaram bastante. Pode ser que eu seja apenas chato.

 

Eu li por aí (ou seja, não sei se é totalmente verdade) que o Kubrick esteve atrelado a um projeto com o filme, deixando de lado por considerar que ele seria infilmável. Mesmo sem ser pseudo-estudante-de-cinema-pela-saco, eu acho que deveriam ter dado ouvidos ao velho Stan, por mais perfeccionista-chato que ele tenha sido.

 

 

 

 

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O Romance o Perfume, se não me engano é de 1985. Porque demorou tanto tempo para ser feito?? Todo mundo sabe que um livro é um cinema particular que se passa dentro da sua mente. Outra merda que foi adaptada para o cinema -  O Código da Vinci, tudo bem que o livro já era meio que rasteiro e sem maiores vôos linguiticos, mas te prendia a tenção do começo ao fim. Uma adaptação com sucesso para o cinema - O nome da Rosa, o livro é uma bíblia, mas souberam adptar para as telas sem torná-lo chato, enfadonho ou arrastado.  

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Atenção, o texto abaixo do Rubens Ewald Filho contem spoilers:

 

Observação: ele não leu o livro.

 

Perfume

Rubens Ewald Filho

Nunca cheguei a ler o livro do alemão Patrick Suskind, que fez muito sucesso nos anos 80 (todo mundo comenta, por que demorou tanto para ser filmado?). Mas isso até é bom porque assim pude melhor me surpreender com a historia, o lado Histórico (até porque conheci pessoalmente a industria do perfume na Provence, em Grasse) e principalmente com a reviravolta final, que deixa o filme estranho e não acessível a todo mundo. Mas que sem duvida o diferencia da banalidade do romance tradicional. A começar por um detalhe fundamental. Conta-se a historia de um assassino, ate serial killer se preferirem mas desta vez ele é o herói, a gente espectador gosta e torce por ele, até porque não tem controle sobre seu destino. Ele se chama Jean-Baptiste Grenouille (Rã) e nasceu no lixo do mercado de Paris em meados do século 18, antes da Revolução Francesa. A mãe o deixou pára morrer e pagou com isso morrendo na forca, alias a primeira a pagar com sua vida por conhece-lo.

Criado num orfanato, sem qualquer orientação moral, foi trabalhar num curtume onde finalmente descobriu seu dom único, tinha um olfato excepcional, que permitia que entendesse de ervas e perfumes como ninguém. Dessa forma, acaba aprendendo os segredos do méier com um perfumista veterano ( Dustin Hoffman, alias todo o filme é falado em inglês). Mas Grenouille guarda outro segredo, sua ambição é conseguir captar e guardar num frasco o verdadeiro “perfume de mulher” (a primeira que ele sentiu, acabou matando sem querer). Como o filme é contado em flash back e por um narrador onisciente já sabemos que ele vai acabar mal, depois de matar uma serie de mulheres. Sempre a procura daquele cheiro, perfume, que lhe escapava.

Basta dizer que o filme sofrerá uma grande reviravolta, um autentico e inesperado desbunde , ainda que isso não venha mudar muito a trajetória inevitavelmente trágica do herói. De qualquer forma fiquei impressionado com o que aprendi sobre a antiga Paris, o mal cheiro das ruas e pessoas, da necessidade dos perfumes e da obsessão maluca do herói. Não há grande destaque no elenco onde mesmo o protagonista é um ator inglês muito magro e seco Ben Whishaw (que fez antes Amor Obsessivo, Mercador de Veneza, Nem tudo é o que parece) mas que no final das contas funciona. Talvez o livro possa ser melhor porque cada um pode imaginar seu elenco e seu visual. Mas feito pelo diretor Tywker de Corra, Lola Corra, o filme funciona . Curiosamente muitos cineastas estiveram ligados ao projeto (Tim Burton, Ridley Scott, Kubrick, Milos Forman, Scorsese) todos resolvendo que ele era infilmável. No final, o escritor não queria vender os direitos e só o fez em 2001 por 10 milhões de euros ! Isso o tornou o filme alemão mais caro de todos os tempos. Uma conclusão obviamente se impõe: é difícil fazer um filme sobre um sentido que o cinema não pode reproduzir e seria curioso vê-lo numa versão tipo Smell-Vision (onde se poderia cheirar de uma cartela os diferentes perfumes).

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Estou aguardando pra ver o filme. Li o livro e está certamente estre os meus favoritos... o fato de aguardar é justamente por isso. Quando o ocorre o contrário, me soa muito melhor... como quando assisiti Instinto [longos anos atrás] e descobri ser baseado num romance de um até então descohecido pra mim, Daniel Quinn.

 

Me pergunto apenas, sem tê-lo visto ainda, se é melhor uma crítica de cinema por alguém que teoricamente critique apenas o filme, como o caso de Rubens Ewald Filho, ou se de alguém que tenha lido o livro, e tenha a probabilidade maior de desgostar... [como aconteceu comigo com a fraquíssima adaptação de Insustentável Leveza do Ser - claro, na minha opinião de fã do livro].

 

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  • 2 weeks later...

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Perfume – A História de Um Assassino 10 de 10 smiley10smiley10smiley10smiley10smiley10

 

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Mais uma vez Tom Tykwer nos presenteia com a competência de uma boa direção. Depois de Corra, Lola, Corra somos novamente apresentado ao um bom filme. Tudo no filme está perfeitamente apresentável, uma boa fotografia, cenografia, direção de arte, figurino em fim nada disto sairia harmoniosamente bem sem uma boa direção. Mesmo o roteiro foi metodicamente coerente. E somente os desavisados e desatentos ficaram supressos. 

 

Como descrever um o cheiro ou sensação do odor em um filme? Pois bem, para mim bastaria um bom narrador neste caso onisciente bastaria para ajudar a todos a compreender não só os odores como as atitudes do personagem principal. Mesmo assim Tom Tykwer foi, além disto, somos agraciados com ótimos jogos de câmeras que são bem capitados. Junto de uma boa fotografia observamos os detalhes minuciosos de todas as coisas descritas. Até mesmo a música em determinados momentos ajuda a identificar a emoção do personagem principal, determinados cheiros o deixa fascinado. Sua atração pela personagem Laura, pro exemplo se deve ao seu odor romântico. E neste momento, temos uma musica que nos acompanha nos encantando a medida que o assassino tenta se aproximar de seu cheiro amado.Talvez amar um cheiro seja estranho, mas não. Este personagem vive, fala e se encanta conforme o seu dom especial. Sentir cheiro para ele é tudo, para quem vive em um mundo extremamente hostil, ainda mais <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em uma França do Século XVIII. Seu dom extra humano, foi capaz de ajudá-lo a sobreviver e atravessar as barreiras das castas sociais. No entanto, seu saber sua noção sobre o certo e errado lhe foi praticamente privado. Desta forma, isto seria uma das razões para suas ações bizarras. Como o narrador bem lembrou, Jean-Baptiste, Ben Whishaw, não fazia distinção do cheiro bom ou ruim. Ele não tinha julgamento de valores, morais, críticos ou sequer o saber. No entanto, ele tinha um objetivo captar a mais bela essência que seu faro pode sentir. A essência de uma virgem possuía o odor mais adorado por ele, com isto ele busca conhecimentos de perfumaria com Giuseppe Baldini, Dustin Hoffman, se tornando seu aprendiz. Logo, Jean aprende rapidamente todos os segredos e eleva seu mestre a um estatus de o melhor perfumarista de Paris. O engraçado que quando ele deixa seu mestre, com o intuito de adquirir mais conhecimento na arte da Perfumaria, ele morre por um acaso do destino. O mesmo procede como todos os seus responsáveis, tutores e pais.

 

Em fim durante sua jornada, Jean-Baptiste Grenouille, percebeu que não tinha seu próprio odor. Sendo assim para ele no seu conjunto de próprios valores morais, que sua presença no mundo não significava nada. Desta forma, surgia uma nova ambição além de sentir e conter todos os odores do mundo. Ele pretende criar um odor digno do seu dom e grandeza. Logo, ele começa a fazer experimentos bizarros e assustadores, desta forma se tornando na pequena cidade em um assassino misterioso. Até captar novamente o cheiro da essência perfeita contida em Laura, Rachel Hurd-Wood, ele começa a persegui-la até matá-la para a sua realização perfeita. Ele consegue, porém, ele é pego e julgado. Desta forma, aqui para o público leigo e desatento pensam que o filme se destoa do propósito do longa e joga pedras irracionais. Tudo por causa de um bacanal. No entanto, nunca esteve tão lúdico para aqueles de boa percepção.

 

Ao ser julgado, Jean tinha preparado a sua poção o seu perfume perfeito o qual lhe faria ser reconhecido. Lembram? O segundo ponto de concordância, ele seria morto, logo seu elixir do amor foi à forma de despistar o povo do julgamento que o esperava. Lembram? E o terceiro ponto de concordância era a busca de encontrar ser amado por todos, afinal não perceberam que durante o filme todo nenhuma pessoa ao redor dele tinha qualquer apego, mesmo a mãe e mesmo no bacanal que ele criou ele ficou a ver navios. Ele deduziu o simples, ninguém o ama realmente e ele da mesma forma não ama ninguém, nem a si mesmo. O próprio narrador desnecessariamente esclarece isto. E o narrador também esclarece que com o seu elixir do amor, ele poderia ser reconhecido como o próprio messias pelo mundo. Mas ele não queria mais isto, pois nada daquilo o satisfazia mais, era como se ele perdesse seu propósito ao completar sua meta. Diferente dos filmes hollywoodianos, onde normalmente o assassino é pego, e este perde sua oportunidade de realizar sua meta final, neste Jean-Baptiste sobrevive para preencher seus objetivos. No entanto, ele não obteve o que realmente queria, ele não encontrou mais motivação existencial para continuar. Assim Jean, derramou seu perfume do amor sobre ele mesmo e desta forma foi devorado pela multidão. Levando a uma analise de que o amor em poções exageradas leva a loucura, proporcionando a todos a vontade de devorar o protagonista pra obter aquele odor.

 

Curiosidades


- O livro "Perfume - A História de um Assassino" vendeu mais de 15 milhões de cópias, sendo 4 milhões apenas na Alemanha. Foi ainda traduzido para 45 idiomas.

- O produtor Bernd Eichinger desejava adaptar "Perfume" para o cinema há anos, mas sempre esbarrava nas negativas do autor Patrick Süskind em vender os direitos de adaptação. Apenas em 2001 Eichinger conseguiu convencê-lo, pagando 10 milhões de euros pelos direitos.

- As tentativas de Bernd Eichinger e outros produtores em convencer Patrick Süskind a vender os direitos de adaptação de "Perfume" serviram de inspiração para o roteiro de Rossini (1997), de autoria do próprio Süskind.

- Vários diretores manifestaram interesse em adaptar para o cinema o livro de Patrick Süskind, entre eles Tim Burton, Martin Scorsese e Milos Forman. Stanley Kubrick também chegou a considerar o projeto, até concluir que o livro era infilmável.

-
Ridley Scott esteve ligado a Perfume - A História de um Assassino durante anos, antes do início de suas filmagens.

- A atriz Héloïse Adam fez um teste para a personagem Madame Arnulfi.

- As filmagens ocorreram entre 12 de julho e 16 de outubro de 2005.

- As cenas do mercado de peixe e da cidade de Grasse foram rodadas nas cidades espanholas de Barcelona, Girona e Figueras.

- O orçamento de Perfume - A História de um Assassino foi de US$ 65,8 milhões. Trata-se do filme mais caro já feito na Alemanha até então.

perfume02.jpg

 

perfume08.jpg

 

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perfume01.jpg

 

perfume03.jpg

 

Nota Pessoal: Ai de mim, se tivesse estas ruivinhas. Como são belas.04

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Boa noite. Amigos e Amigas!

Esse filme é aquele que deveria ter estreado em setembro? Que responsabilidade do Tom Tykwer' date=' adaptar um dos maiores romances alemães de todos os tempos deve ter sido gratificante para ele, vou ver pela obra de Patrick Süskind. E se for ruim, vou descer a lenha com muito gosto.06.gif

T+![/quote']

 

Poupe-me de comparações, eu não li o livro e nem precisaria para ver um bom filme. Filme se vê não se lê.

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Bem' date=' só lendo o livro pra saber mesmo, mas eu achei o filme bem fraco - porém todos os meus amigos, que tem um gosto relativamente bom (apesar de gostarem demais daquela historieta do George Lucas e de Matrix), gostaram bastante. Pode ser que eu seja apenas chato.

Eu li por aí (ou seja, não sei se é totalmente verdade) que o Kubrick esteve atrelado a um projeto com o filme, deixando de lado por considerar que ele seria infilmável. Mesmo sem ser pseudo-estudante-de-cinema-pela-saco, eu acho que deveriam ter dado ouvidos ao velho Stan, por mais perfeccionista-chato que ele tenha sido.


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Kubrick foi um idiota filho da puta ao mencionar isto. 07

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O Kubrick disse que gostava de filmar livros ruins porque eles resultavam em bons filmes' date=' talvez aí esteja explicado o abandono do projeto...

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 Essa frase do Kubrick só prova uma coisa, Nacka: que às vezes até mesmo um gênio fala asneiras...  

 

Exatamente. Afinal, antes de tudo isto prova que ele era mortal e não um deus como todos pensam, logo estava sujeito a falhas em seus julgamentos. 

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O Romance o Perfume' date=' se não me engano é de 1985. Porque demorou tanto tempo para ser feito?? Todo mundo sabe que um livro é um cinema particular que se passa dentro da sua mente. Outra merda que foi adaptada para o cinema -  O Código da Vinci, tudo bem que o livro já era meio que rasteiro e sem maiores vôos linguiticos, mas te prendia a tenção do começo ao fim. Uma adaptação com sucesso para o cinema - O nome da Rosa, o livro é uma bíblia, mas souberam adptar para as telas sem torná-lo chato, enfadonho ou arrastado.  [/quote']

 

Explica-me por que o filme é arrastado e cansativo? Eu achei a narração o máximo. Não achei cansativo, eu ficava sempre na expectativa da próxima cena. E em nenhum momento achei as ações previsíveis, e muito menos aqueles que condenaram o filme.

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O Romance o Perfume' date=' se não me engano é de 1985. Porque demorou tanto tempo para ser feito?? Todo mundo sabe que um livro é um cinema particular que se passa dentro da sua mente. Outra merda que foi adaptada para o cinema -  O Código da Vinci, tudo bem que o livro já era meio que rasteiro e sem maiores vôos linguiticos, mas te prendia a tenção do começo ao fim. Uma adaptação com sucesso para o cinema - O nome da Rosa, o livro é uma bíblia, mas souberam adptar para as telas sem torná-lo chato, enfadonho ou arrastado.  [/quote']

 

Explica-me por que o filme é arrastado e cansativo? Eu achei a narração o máximo. Não achei cansativo, eu ficava sempre na expectativa da próxima cena. E em nenhum momento achei as ações previsíveis, e muito menos aqueles que condenaram o filme.

 

Você não entendeu o que ele disse. Ele disse justamente que não fizeram o filme cansativo...03

Ana2007-02-01 13:46:10

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