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Forum Cinema em Cena

Avatar - James Cameron


Nacka
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Todo mundo quer tirar uma lasquinha do Cameron...se fosse um filme meia boca trash..ninguém acusa de plágio...rsrsrs

 

Mas estou torcendo mesmo é por um Oscar' date=' só para ver o Cameron surtar e gritar "I'm the king the universe"[/quote']

 

rsrsr..boa...se ele falar isso aí o Arnaldo Jabor tem um infarto...

 

 

 

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Acabei de comprar meu ingresso e sei q muitos vão querer me matar por aqui, mas naum comprei para a sessão 3D. Preferi assistir assim na estréia assim por dois motivos: primeiro prq aqueles óculos para quem já usa óculos é um incômodo só(naum sei se alguém compartilha essa opinião por aqui), portanto quero estar confortável para apreciar o filme do Cameron, q promete ser o filme do ano; em segundo lugar, quero testar o filme para ver se ele funciona como narrativa sem estes artifícios.

Depois, gostando ou não de Avatar assistirei em 3D.
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A crítica de Celso Sabadin (anotem o que ele fala sobre o 3D):

 

 

 

A expectativa era grande. Afinal, há 12 anos James Cameron colocou seu “Titanic” no primeiríssimo lugar de bilheteria de todos os tempos, com um faturamento bruto de quase US$ 2 bilhões. Lugar, aliás, onde permanece até hoje. E também fazia 12 anos que Cameron não dirigia um longa para cinema. Assim, não é difícil perceber o quanto os cinéfilos estavam aguardando “Avatar”, a tentativa do diretor em quebrar seu próprio recorde.

Será que ele conseguirá? Se eu tivesse de apostar, jogaria minhas fichas no “não”. Em primeiro lugar porque “Titanic” foi um destes fenômenos que ninguém explica. Mais que um filme, foi um evento, uma catarse coletiva mundial difícil de ser justificada com argumentos racionais. E em segundo lugar porque “Avatar” não é tão excepcional e/ou catártico como foi “Titanic”.  É, sim, um belo entretenimento, mas sem a carga emocional suficiente para chegar ao tão sonhado patamar de US$ 2 bilhões nas bilheterias do planeta.  O melhor a fazer, então, é assisti-lo sem tentar traçar comparações.

A trama é convencional: em algum lugar no futuro, os humanos estão monitorando o planeta Pandora, em cujo subsolo existe uma grande reserva de uma determinada substância muito importante para a nossa Terra. Não fica bem claro o que e por que, mas isso não é importante. Importante mesmo é que em Pandora existe toda uma civilização extremamente desenvolvida mental e energeticamente, ainda que na Idade da Pedra em se tratando de armas de guerra. São seres similares a fadas ou elfos, maiores que os Humanos, quase mágicos, e onde todos os homens têm o nariz parecido com o de Woody Harrelson, e todas as mulheres têm o pescoço da Uma Thurman.

Para tentar dominá-los, nós, terráqueos, criamos a tecnologia dos Avatares, ou seja, humanos modificados com DNA do pessoal de Pandora, feitos para desembarcar no planeta deles, e estudá-los mais de perto para possamos subjulgá-los da maneira mais eficiente possível. O Avatar seria, então, uma espécie de espião que se infiltra entre os aliens para conhecer seus segredos. Claro que um Humano (Sam Worthinghton) se revolta contra a situação. Como sempre acontece neste tipo de filme.

“Avatar” demora a engrenar. Uma quantidade muito grande de informações é arremessada sobre o público logo nos primeiros minutos, ao mesmo tempo em que boa parte da plateia tenta se acostumar aos óculos 3D, tecnologia muito boa, sim senhor, mas que rouba uma quantidade absurda de luminosidade da tela, fazendo  parecer que “Avatar” se passa quase sempre à noite. Fica até a impressão de que as salas brasileiras não estariam utilizando lâmpadas dentro das especificações exigidas pelo sistema, tamanha é a falta de luz e brilho. Pelo menos foi esta a sensação que tive durante a sessão de imprensa realizada no Shopping Bourbon, em São Paulo.

O roteiro - também escrito por James Cameron - se utiliza muitas vezes da desagradável muleta da narração em off, onde o protagonista fica explicando verbalmente o que está acontecendo, ao invés de tentar encontrar soluções mais imagéticas e cinematográficas.

Passados os primeiros esforços - para ouvir os offs, absorver as informações e arrumar os óculos - o filme se desenvolve sem muito ritmo, chegando a se tornar cansativo e sinalizando que talvez não fossem necessários todos os seus 160 minutos para contar a história. No terço final, porém, tudo melhora. Os personagens ganham mais vida, mais dimensão, a ação é mais intensa e a briga entre as civilizações e as culturas literalmente pega fogo.

É impossível não traçar um paralelo entre a invasão humana predadora em Pandora e a cultura norte-americana de invadir e destruir toda e qualquer civilização que tenha algo que eles precisem. Nem vale a pena falar da finada política Bush, já que “Avatar” está na cabeça de James Cameron já há quase 20 anos. Mas sempre foi assim, seja com Coreia, Vietnã, Afeganistão, Iraque ou coisa que o valha. Tanto que uma das naves de guerra dos Humanos contra Pandora se chama Valquíria, provavelmente uma referência à música que o personagem de Robert Duvall escutava enquanto chacinava vietnamitas em “Apocalypse Now”.

Como também é típico da cultura de entretenimento norte-americana, “Avatar” prioriza o visual em detrimento da profundidade. Em torno de 40% do que se vê na tela é resultante de ação filmada, e os restantes 60% foram gerados por computador, consumindo um orçamento total estimado em US$ 230 milhões. Como sempre, a trilha sonora é exagerada e incessante, e a mensagem politicamente correta valoriza a natureza, a paz e a tolerância entre os povos culturalmente diferentes.

A pergunta que fica é sempre a mesma, em se tratando de blockbusters: por que os filmes que trazem mensagens de Paz são tão violentos.

 

 

Não sei porque mas bateu a impressão de que isto aí em cima é exatamente o que vamos ver. Um filme de extremo apuro técnico mas pobre em roteiro e com uma responsabilidade titãnica (se é que me entendem)...

 

 

 
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Acabei de comprar meu ingresso e sei q muitos vão querer me matar por aqui' date=' mas naum comprei para a sessão 3D. Preferi assistir assim na estréia assim por dois motivos: primeiro prq aqueles óculos para quem já usa óculos é um incômodo só(naum sei se alguém compartilha essa opinião por aqui), portanto quero estar confortável para apreciar o filme do Cameron, q promete ser o filme do ano; em segundo lugar, quero testar o filme para ver se ele funciona como narrativa sem estes artifícios.

Depois, gostando ou não de Avatar assistirei em 3D.
[/quote']

 

Você quis dizer "vou assistir em 2D"

Google sobre o post do texter 06

 

 

 

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Eu nem to esperando uma senhoooora história desse filme. Nem precisa ser espetacular, sendo meramente distrativa, funcionando como entreterimento, tá valendo.

 

To mais é afim de "espantar os mosquitos da tela"... Então sim, verei em 3D. Besteira puritana querer ver em 2D para ver "se o filme funciona". O filme foi claramente feito para explorar novos horizontes dessa nova tecnologia, nada mais natural do que se render à experiência.

 

 

FelDias2009-12-17 08:45:22

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Naum é besteira puritana naum FelDias, para mim um filme feito exclusivamente para impressionar o espectador com recursos em 3D naum deve ser encarado como uma boa obra cinematográfica, é uma visão particular.

Acredito q estes elementos técnicos devem estar a serviço de uma boa história, sua presença na tela deve ser justificada, sabe.

Com relação a última linha do texto, quis dizer 3D mesmo. Só irei assistir o filme em 3D, depois que assistí-lo em 2D na sua estréia.

Meu problema com o 3D, na verdade, são os óculos. Aquilo me incomoda muito já que eu já uso óculos e tenho que colocar o do cinema por cima do meu, é muito ruim(naum sei se alguém aqui usa óculos e sente o mesmo q eu). Muitas vezes eu naum consigo apreciar o filme como deveria por conta disso, como aconteceu, por exemplo, na primeira vez que assisti Up-Altas Aventuras, este ano. Quero q tudo conspire para ter uma primeira impressão boa de Avatar.
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A crítica de Celso Sabadin (anotem o que ele fala sobre o 3D):

 

 

 

A expectativa era grande. Afinal, há 12 anos James Cameron colocou seu “Titanic” no primeiríssimo lugar de bilheteria de todos os tempos, com um faturamento bruto de quase US$ 2 bilhões. Lugar, aliás, onde permanece até hoje. E também fazia 12 anos que Cameron não dirigia um longa para cinema. Assim, não é difícil perceber o quanto os cinéfilos estavam aguardando “Avatar”, a tentativa do diretor em quebrar seu próprio recorde.

Será que ele conseguirá? Se eu tivesse de apostar, jogaria minhas fichas no “não”. Em primeiro lugar porque “Titanic” foi um destes fenômenos que ninguém explica. Mais que um filme, foi um evento, uma catarse coletiva mundial difícil de ser justificada com argumentos racionais. E em segundo lugar porque “Avatar” não é tão excepcional e/ou catártico como foi “Titanic”.  É, sim, um belo entretenimento, mas sem a carga emocional suficiente para chegar ao tão sonhado patamar de US$ 2 bilhões nas bilheterias do planeta.  O melhor a fazer, então, é assisti-lo sem tentar traçar comparações.

A trama é convencional: em algum lugar no futuro, os humanos estão monitorando o planeta Pandora, em cujo subsolo existe uma grande reserva de uma determinada substância muito importante para a nossa Terra. Não fica bem claro o que e por que, mas isso não é importante. Importante mesmo é que em Pandora existe toda uma civilização extremamente desenvolvida mental e energeticamente, ainda que na Idade da Pedra em se tratando de armas de guerra. São seres similares a fadas ou elfos, maiores que os Humanos, quase mágicos, e onde todos os homens têm o nariz parecido com o de Woody Harrelson, e todas as mulheres têm o pescoço da Uma Thurman.

Para tentar dominá-los, nós, terráqueos, criamos a tecnologia dos Avatares, ou seja, humanos modificados com DNA do pessoal de Pandora, feitos para desembarcar no planeta deles, e estudá-los mais de perto para possamos subjulgá-los da maneira mais eficiente possível. O Avatar seria, então, uma espécie de espião que se infiltra entre os aliens para conhecer seus segredos. Claro que um Humano (Sam Worthinghton) se revolta contra a situação. Como sempre acontece neste tipo de filme.

“Avatar” demora a engrenar. Uma quantidade muito grande de informações é arremessada sobre o público logo nos primeiros minutos, ao mesmo tempo em que boa parte da plateia tenta se acostumar aos óculos 3D, tecnologia muito boa, sim senhor, mas que rouba uma quantidade absurda de luminosidade da tela, fazendo  parecer que “Avatar” se passa quase sempre à noite. Fica até a impressão de que as salas brasileiras não estariam utilizando lâmpadas dentro das especificações exigidas pelo sistema, tamanha é a falta de luz e brilho. Pelo menos foi esta a sensação que tive durante a sessão de imprensa realizada no Shopping Bourbon, em São Paulo.

O roteiro - também escrito por James Cameron - se utiliza muitas vezes da desagradável muleta da narração em off, onde o protagonista fica explicando verbalmente o que está acontecendo, ao invés de tentar encontrar soluções mais imagéticas e cinematográficas.

Passados os primeiros esforços - para ouvir os offs, absorver as informações e arrumar os óculos - o filme se desenvolve sem muito ritmo, chegando a se tornar cansativo e sinalizando que talvez não fossem necessários todos os seus 160 minutos para contar a história. No terço final, porém, tudo melhora. Os personagens ganham mais vida, mais dimensão, a ação é mais intensa e a briga entre as civilizações e as culturas literalmente pega fogo.

É impossível não traçar um paralelo entre a invasão humana predadora em Pandora e a cultura norte-americana de invadir e destruir toda e qualquer civilização que tenha algo que eles precisem. Nem vale a pena falar da finada política Bush, já que “Avatar” está na cabeça de James Cameron já há quase 20 anos. Mas sempre foi assim, seja com Coreia, Vietnã, Afeganistão, Iraque ou coisa que o valha. Tanto que uma das naves de guerra dos Humanos contra Pandora se chama Valquíria, provavelmente uma referência à música que o personagem de Robert Duvall escutava enquanto chacinava vietnamitas em “Apocalypse Now”.

Como também é típico da cultura de entretenimento norte-americana, “Avatar” prioriza o visual em detrimento da profundidade. Em torno de 40% do que se vê na tela é resultante de ação filmada, e os restantes 60% foram gerados por computador, consumindo um orçamento total estimado em US$ 230 milhões. Como sempre, a trilha sonora é exagerada e incessante, e a mensagem politicamente correta valoriza a natureza, a paz e a tolerância entre os povos culturalmente diferentes.

A pergunta que fica é sempre a mesma, em se tratando de blockbusters: por que os filmes que trazem mensagens de Paz são tão violentos.

 

 

Não sei porque mas bateu a impressão de que isto aí em cima é exatamente o que vamos ver. Um filme de extremo apuro técnico mas pobre em roteiro e com uma responsabilidade titãnica (se é que me entendem)...

 

 

 
[/quote']

Na Ilustrada, da Folha de Sao paulo, apareceu estampada sobre a critica.. "A Revolucao.. dos Clichês!"06
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Naum é besteira puritana naum FelDias' date=' para mim um filme feito exclusivamente para impressionar o espectador com recursos em 3D naum deve ser encarado como uma boa obra cinematográfica, é uma visão particular.

Acredito q estes elementos técnicos devem estar a serviço de uma boa história, sua presença na tela deve ser justificada, sabe.

Com relação a última linha do texto, quis dizer 3D mesmo. Só irei assistir o filme em 3D, depois que assistí-lo em 2D na sua estréia.

Meu problema com o 3D, na verdade, são os óculos. Aquilo me incomoda muito já que eu já uso óculos e tenho que colocar o do cinema por cima do meu, é muito ruim(naum sei se alguém aqui usa óculos e sente o mesmo q eu). Muitas vezes eu naum consigo apreciar o filme como deveria por conta disso, como aconteceu, por exemplo, na primeira vez que assisti Up-Altas Aventuras, este ano. Quero q tudo conspire para ter uma primeira impressão boa de Avatar.
[/quote']

 

E os filmes que não tem história, como ficam?

 

Eu uso óculos e não vejo qualquer problema em usar o óculos 3D por cima do meu... Já fiz isso em Sexta-Feira 13 - Parte 3 e Up...
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Naum é besteira puritana naum FelDias' date=' para mim um filme feito exclusivamente para impressionar o espectador com recursos em 3D naum deve ser encarado como uma boa obra cinematográfica[/quote']

 

E por que não? E se o filme em questão for relativamente bem desenvolvido, com roteiro coeso, atuações aceitáveis, direção boa etc etc etc? Que diferença faz o objetivo para o qual o filme é feito em relação a qualidade do mesmo? Você está sendo preconceituoso, não é porque um filme é feito exclusivamente para impressionar visualmente o expectador que ele vai deixar a desejar em outros quesitos (utilizando da mesma mentalidade, poderia-se dizer que filmes que visam somente o apelo comercial são exemplos de cinema ruim e ponto final, o que seria bobagem sem tamanho, não faltam exemplos de filmes comerciais que são bons). Ainda mais em se tratando de um diretor com o currículo como o de James Cameron...

 

Afora que o cinema é uma arte altamente multifacetada. Um filme pode se destacar sob muitos e muitos aspectos diferentes. Uma atuação magistral, um roteiro genial, uma direção memorável e, sim por que não?, um apelo visual revolucionário podem fazer de um filme digno de ser lembrado na posteridade. Ou ainda um equilíbrio entre todas essas facetas. Nesse sentido, definir obras cinematográficas apenas como "bom" ou "mal" cinema se revela algo tremendamente limitado.

 

Acredito q estes elementos técnicos devem estar a serviço de uma boa história' date=' sua presença na tela deve ser justificada, sabe.[/quote']

 

Sim, concordo, não estou defendendo o contrário. História é importante, sem dúvida. É justamente aí que reside o grande ponto de interrogação sobre Avatar. Mas uma coisa é você ver um filme se enxer de efeitos visuais para disfarçar uma narrativa frágil e dizer que é exemplo de mau cinema, nisso eu concordo com você. Outra é você deixar de ver um filme que se propõe a seguir uma determinada linha porque você previamente julga essa linha uma coisa artisticamente irrelevante. Não é. A proposta de Avatar é ser visto em 3D, está aí o forte do filme, se você ignorar isto o filme fatalmente vai perder força, tendo um primor de roteiro ou não.

 

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"E agora algo (não tão) completamente diferente

por

RENATO SILVEIRA

em

12/16/2009 07:43:00 PM

remplaza_fecha('16 Dezembro 2009');16Dez

 

 

 

avatar01.jpg

Não acredite no hype-relâmpago

da crítica internacional. Não existe essa de "a magia voltou ao

cinema". B-U-L-L-S-H-I-T. Isso é frase encomendada pelo estúdio. Mas

calma: Cameron fez um filme bom. Só não é algo extraordinário.

Aconselho a optar pela versão 3-D sem pensar duas vezes, pois o que

realmente importa está lá."

 

 

 

hmm...

 

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O mesmo de sempre, basicamente... Muito hype pra nada, o visual é bom, mas o recheio fede; sem história, sem plot... Teve um lá que disse que é ridículo o filme falar sobre a vitória do espírito sobre a tecnologia sendo que o filme se apóia tecnicamente em tecnologia de ponta... WTF??

 

E vendo essas críticas negativas, lembrei-me do André Lux... Isso mesmo, o crítico-spam lux-luxo...
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O mesmo de sempre' date=' basicamente... Muito hype pra nada, o visual é bom, mas o recheio fede; sem história, sem plot... Teve um lá que disse que é ridículo o filme falar sobre a vitória do espírito sobre a tecnologia sendo que o filme se apóia tecnicamente em tecnologia de ponta... WTF??

 

E vendo essas críticas negativas, lembrei-me do André Lux... Isso mesmo, o crítico-spam lux-luxo...
[/quote']

 

 

Você viu o filme por acaso?

 

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Releia o post por gentileza' date=' com calma e de preferência com ATENÇÃO e verá que ele não versa sobre o filme, mas sobre as críticas negativas em resposta a um questionamento do Renato. [/quote']

 

Tem razão. Desculpae. Falha minha, interpretei errado. 06

 

Pressa é um negócio escroto mesmo.

FelDias2009-12-17 13:38:46

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Estou ansiosa mais pela recepção da crítica que pelo entusiasmo que o material de divulgação gerou.

 

Fala-se muito da experiência em 3-D. Vou conferir o filme nesse formato.

 

Gosto muito do James Cameron. Considero-o um gênio pela concepção e execução de Titanic, com todos os contratempos enfrentados (limite de budget, estúdio enchendo o saco, etc).

 

Ele criou mais do que um filme. Criou um fenômeno cultural, tal como apontou a crítica postada pelo Nacka. É impossível formular uma receita pra isso, mas eu arrisco dizer que é resultado da paixão que ele tem por seus filmes. Um visionário, um sonhador, um megalomaníaco talvez, mas um gênio, na minha humilde opinião.

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