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Forum Cinema em Cena

Todo Mundo Odiou... Mas Eu Gostei!


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Acho q a questão mesmo é a qualidade do açúcar.

 

Então como se filtra esta qualidade? Pelo que já li fica aqui parecendo mais um critério de subjetividade (eu) do que objetividade (fato).

 

- Eu digo q o açúcar é bom me baseando nos elementos q compõem o filme e no meu gosto pessoal.

 

- Outra pessoa diz q o mesmo açúcar é ruim se baseando nos elementos q compõem o filme e no seu gosto pessoal.

 

- Eu digo q a pessoa está errada e eu tô certa.

 

- Ela diz q eu estou errada e ela está certa.

 

É sempre assim qnd a gente avalia um filme. Se eu fosse deixar de falar mal de quem fica babando por um filme, teria q deixar de fazer isso com todos. Mas é lógico q eu vou continuar defendendo a minha opinião, acreditando q o outro está errado e dizendo q ele não percebeu como o roteiro é inteligente, q não teve capacidade pra apreciar a forma como o diretor conduz o filme, q ele critica o ator pq está confundido atuação com personagem e por aí vai...

 

Vc critica as pessoas q preferem Velozes e Furiosos a Kubrick, enquanto elas te acham doido por preferir o segundo ao primeiro, e sempre aparece alguém pra dizer "Vamos respeitar os gostos de cada um, pq enquanto vc se considera com a razão, a outra pessoa tbm tem certeza absoluta de q é ela quem está certa. E aí, como fica? Como determinar quem está certo? Tem equação matemática pra isso?".
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- Eu digo q o açúcar é bom me baseando nos elementos q compõem o filme e no meu gosto pessoal.

 

- Outra pessoa diz q o mesmo açúcar é ruim se baseando nos elementos q compõem o filme e no seu gosto pessoal.

 

- Eu digo q a pessoa está errada e eu tô certa.

 

- Ela diz q eu estou errada e ela está certa.

 

É sempre assim qnd a gente avalia um filme. Se eu fosse deixar de falar mal de quem fica babando por um filme' date=' teria q deixar de fazer isso com todos. Mas é lógico q eu vou continuar defendendo a minha opinião, acreditando q o outro está errado e dizendo q ele não percebeu como o roteiro é inteligente, q não teve capacidade pra apreciar a forma como o diretor conduz o filme, q ele critica o ator pq está confundido atuação com personagem e por aí vai...

 

Vc critica as pessoas q preferem Velozes e Furiosos a Kubrick, enquanto elas te acham doido por preferir o segundo ao primeiro, e sempre aparece alguém pra dizer "Vamos respeitar os gostos de cada um, pq enquanto vc se considera com a razão, a outra pessoa tbm tem certeza absoluta de q é ela quem está certa. E aí, como fica? Como determinar quem está certo? Tem equação matemática pra isso?".
[/quote']

 

Argumento. Puro e simples. Até agora só percebi motivos rasos ao criticar um filme aqui. Não se dá para levar a sério argumentos do tipo: “Não gostei porque o filme é velho”. “Não gostei porque o filme é em preto e branco e mudo” (no caso do cinema mudo). “Não gostei porque o filme é meloso de mais”. “Não gostei porque o mocinho morre no final”. “Não gostei porque o filme é muito imoral” etc.

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É sempre bem vida uma critica coesa e que busca justificar a razão e não expressar da forma mais rasa possível. Isto é tão válido nos amados filmes como nos desprezíveis. Se a pessoa em questão não tem a capacidade de expressar algo mais do que uma ou duas linhas, para algo que mexeu com ela. Então eu acho difícil dar crédito pelo comentário ainda mais pautado normalmente de algum preconceito. No entanto, argumento por mais justificável que seja ainda é um recurso subjetivo, pois o cinema é arte e a arte não se pode por ditames.

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Esses casos não são exatamente iguais, mas os dois caem no mesmo buraco: o subjetivo. Gosto pessoal , opinião pessoal... Eu posso achar um argumento estúpido (pouco profundo), mas outra pessoa pode achar q ele é válido, não importa se esse argumento vem de um cinéfilo, q avalia o filme de determinada forma, ou do não cinéfilo. Eu critico a opinião dos outros (não apenas qnd se trata de cinema), procuro mostrar q os argumentos dela são idiotas, mas de vez em quando começa a me cutucar a idéia de q não se pode provar q um argumento é ruim. Isso ocorre principalmente qnd eu mudo de idéia, e experimento a sensação de ter certeza absoluta dos meus argumentos para depois perder essa certeza.

O q vc disse sobre determinado argumento ser raso (“Não gostei porque o filme é velho”) tbm passa pela minha cabeça. Se alguém dissesse isso sobre Cidadão Kane, com certeza eu diria "Isso não é motivo pra não gostar de um filme. Se pelo menos vc tivesse argumentos sólidos...". Mas se essa pessoa tivesse argumentos do tipo q eu considero sólidos, não mudaria em nada a minha atitude em relação a ela. E não sou só eu q me comporto assim. Todos os argumentos são subjetivos, mas q se dane! Não deixamos de impor nossa opinião por causa disso, de nos expressar com se o q nós pensamos fosse a verdade absoluta. Como se "eu" pudesse provar q está certo através de uma fórmula matemática. Ocasionalmente nós dizemos "isso é subjetivo", "existe a questão subjetiva", mas isso é qnd nos convem e tbm depende da lua...
Lucy in the Sky2007-12-14 13:18:40
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Então se o que vale é o "EU" acima de tudo a visão do mundo se encolhe. E isto não é só na arte, seja cinema, seja pintura, escultura, música etc. Mas também no dia a dia na interação social com outros indivíduos. Se a pessoa se acha o ultimo pedaço de bolacha do pacote e somente sua decisão é definitiva como deus em todos os casos, talvez isto impeça que ela descubra coisas além da sua viseira.

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Não acredito no egocentrismo, não que não seja aqui às vezes egocêntrico. Mas às vezes devo reconhecer o meu erro ao julgar, pois isto poderá até mesmo me prejudicar .

Plutão Orco2007-12-14 16:50:01
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  • 2 months later...

Esse tópico anda meio morto

 

Bem, no meu caso A Paixão de Cristo é o que acho que melhor se encaixa nesse tópico pra mim.

Porque acho que os não cristãos simplesmente não aceitam ou não entendem o filme.

 

Fora esse ainda não me vem à mente exemplos mais drásticos.

Mas há um bocado que gostei acima da média (ou do público, ou dos críticos, ou do pessoal do fórum)

 

Do jeito que as pessoas aqui só faltam comparar Crash com Os Trapalhões e a Luz Azul, talvez esse entre na lista. É um ótimo filme, só que Oscar é exagero.

 

Outros exemplos:

Gangues de Nova York

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (tá, é um filme amado, mas tem um bocado de detratores também)

Babel

Cubo

Austin Powers

MIB II

Batman e Robin (é fraco, mas não lixo tóxico) 
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Esse tópico anda meio morto

 

Bem' date=' no meu caso A Paixão de Cristo é o que acho que melhor se encaixa nesse tópico pra mim.

Porque acho que os não cristãos simplesmente não aceitam ou não entendem o filme.

 
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Guilbj, não assisti à Paixão de Cristo, mas creio que seu argumento não sustenta a hipótese porque simplesmente LIMITA a questão da subjetividade: alguém pode ter entendido, ser cristão, aceitar a idéia e não ter gostado do filme do mesmo jeito por vários fatores (por exemplo: porque o acharam excessivo na violência, porque não acharam ator X adequado para o papel, porque acharam dramático demais, porque não interagiram com o universo criado por Mel Gibson, etc). Ouvi pessoas cristãs falando mal do filme, ouvi não cristãos gostarem do filme pelo impacto que causa (olha que mundo diversificado), enfim, vou dar minha opinião - acho que hipóteses generalizadas como essa do tipo: "fulano não gostou porque não entendeu" parecem subestimar a inteligência das pessoas e não sei se correspondem essencialmente à realidade.

 

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Esse tópico anda meio morto

 

Bem' date=' no meu caso A Paixão de Cristo é o que acho que melhor se encaixa nesse tópico pra mim.

Porque acho que os não cristãos simplesmente não aceitam ou não entendem o filme.

 
[/quote']

 

Sou cristão, gostei do filme (embora com algumas ressalvas) e conheço alguns não-cristãos que também gostaram. Sua avaliação não procede.

 

Em tempo: conheço cristãos que simplesmente ODIARAM o filme...
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Também gostei de "Apocalypto".

 

 

 

É rapaz' date=' nós somos minoria ... [img']http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/03.gif" height="17" width="17" align="absmiddle" alt="03" />

 

Sem dúvida, especialmente no Fórum. Mas no IMDB, com quase 50.000 votos, a média de Apocalypto está num respeitável 7.9. Tanto mais surpreendente por se tratar de um filme que é odiado por muita gente.J. de Silentio2008-02-27 17:06:13

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SHOWGIRLS.... 06 19 

 

ElizabethBerkley_ShowGirls1.jpg

 

Dirigido por Paul Verhoeven o drama/musical comédia involuntária narra a trajetória 06 de Nomi Malone (Elizabeth Berkley 19), garota do interiorrrr que quer vencer na vida (sem cair nela) como showgirl em Las Vegas. A produção de 1995 é hilária do princípio ao fim, atuações vergonhosas, diálogos bizarros e um erotismo que atravessa a fronteira da vulgaridade. Apesar de tudo isso Showgirls é um filme divertidíssimo 06, se for encarado como uma comédia, claro! A atuação (1706) de Elizabeth Berkley (quem? 06, a garota de Uma Galera do Barulho! 06) é absurdamente ruim, e por isso muito divertida! Enfim, eu gosto de Showgirls, é hilário. Como um filme tão idiota sepultou a carreira de tanta gente: Gina Gerson, Joe Eszterhas, Paul Verhoeven (ele nunca mais foi o mesmo dos tempos de O Vingador do Futuro e Instinto Selvagem), e claro Elizabeth Berkley, que achou q viraria a "nova" Sharon Stone, virou água.

 

 

Melhor cena: no início qd Nomi (Berkley) é roubada, após alguns acontecimentos, simplesmente ela 14. 0906 

 

Entrevista de Elizabeth Berkley.

 

Uma cena do filme 06

 

 

 
R. Deckard2008-02-27 18:19:34
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Esfera

 

esfera-poster01t.jpg

 

Eu adoro esse filme, não sei porque não fez sucesso. Quando assisti pela primeira vez no 'Cine Belas Artes' no SBT, já era bem tarde e eu estava com sono, mas esse filme me 'segurou' até o final. Ele parece ser monótono, mas quando você "entra" na história é uma Obra única e eu adorei. Adquiri o DVD e não me canso de assistir, simplesmente perfeito e envolvente.

 

 

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INVASÃO DE PRIVACIDADE... 05 19

 

invasao-de-privacidade-poster02.jpg

 

Na seqüência do sucesso de Instinto Selvagem, Sharon Stone estrelou outro "suspense sexual" 06: Invasão de Privacidade. Fracasso nos EUA e execrado pela crítica mundial, o longa rendeu mais de 100 milhões de dólares em sua bilheteria internacional, com isso Stone se firmou como estrela do 1º time de Hollywood. A produção dirigida por Phillip Noyce é mediana, mas não entendo a razão de tantas críticas. É um suspense aceitável, com excesão do medonho final 06. E Sharon Stone está belíssima, longe de suas melhores performances (Instinto Selvagem, Cassino e A Musa), mas ainda assim deliciosa.

 

Curiosidades:

 

Sharon Stone aceitou estrelar o filme quando os produtores dizeram a ela que Bruce Willis trabalharia de graça no longa, com a condição de que Demi Moore interpretasse o papel principal.

 

Roman Polanski e Adrian Lyne foram convidados para dirigir o longa

 

O livro que deu origem ao filme é do mesmo autor de O Bebê de Rosemary, Ira Levin.     

 

O roteiro de Invasão de Privacidade é de Joe Esztehras, o mesmo de Instinto Selvagem

 

Spot de Tv

 
R. Deckard2008-02-27 23:59:45
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Esse tópico anda meio morto

 

Bem' date=' no meu caso A Paixão de Cristo é o que acho que melhor se encaixa nesse tópico pra mim.

Porque acho que os não cristãos simplesmente não aceitam ou não entendem o filme.

 
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Sou cristão, gostei do filme (embora com algumas ressalvas) e conheço alguns não-cristãos que também gostaram. Sua avaliação não procede.

 

Em tempo: conheço cristãos que simplesmente ODIARAM o filme...

 

É, eu generalizei. Mas acho que o fato de não ser cristão pode prejudicar sim a leitura do filme.
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