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Forum Cinema em Cena

Caos nos Aeroportos


Marko Ramius
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Avião da TAM arremete para evitar choque no RS

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Segunda, 20 de agosto de 2007, 15h15 

Eduardo Tessler
 

 

Divulgação


O Airbus A320, do mesmo modelo daquele que se acidentou em São Paulo, passa por incidente em Porto Alegre na manhã de hoje

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O Airbus A-320 da TAM que fazia o vôo JJ-3151 Guarulhos-Porto Alegre escapou por pouco de envolver-se em mais uma tragédia da aviação civil nacional.

Já passava da 1h da madrugada desta segunda-feira quando o avião recebeu autorização para pouso no Aeroporto Salgado Filho. Só o que a torre não avisou é que na mesma pista o Boeing 737 da Gol que fazia o vôo G3-1646 ainda manobrava em direção ao terminal.

O A-320, em aproximação final na pista, a cerca de 10 metros do solo, precisou arremeter para evitar a colisão frontal, percebida visualmente pelo comandante.

Depois de um princípio de pânico em alguns passageiros e uma nova volta pelo céu de Porto Alegre, o JJ-3151 pousou sem dificuldades no Salgado Filho. Só então o comandante explicou o ocorrido para passageiros revoltados com a falta de informações da cabine.

- O procedimento de abortamento do pouso foi feito para evitar um choque com outra aeronave que estava na pista sem que o controle de vôos do aeroporto nos informasse - disse o comandante, depois de pousar. Antes disso, entre a súbita interrupção do pouso e o speech do piloto, foram sete minutos de angústia dos passageiros.

O vôo 3054, que acabou em tragédia no Aeroporto de Congonhas, partiu do mesmo Salgado Filho. Ou seja, a lembrança do acidente ainda está bem viva nos gaúchos. Ainda mais quando viajam em um A-320, a mesma aeronave que chocou-se em São Paulo há um mês.

A revolta dos passageiros do JJ-3151 desta madrugada - já cansados pelo atraso de uma hora e meia do vôo - distribuía-se entre dois alvos: contra o comandante da TAM, que adotou o silêncio até depois do pouso, permitindo o pânico, e contra a torre do Salgado Filho, que esqueceu-se de avisar que outra aeronave ainda estava na pista.

Por habilidade do comandante, este incidente acabou bem. Mas poderia não ter sido assim.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que um eventual erro de controladores de vôo é responsabilidade do Comando da Aeronáutica. Durante toda a manhã, o Comando foi procurado para comentar o assunto. Nenhum assessor estava no trabalho ao meio-dia; todos em horário de almoço. Terra Magazine entrou em contato pelo menos mais três vezes e não houve retorno.

The Deadman2007-08-20 16:43:34
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Anac usou norma inexistente contra restrição a Congonhas

Documento sem validade sobre segurança em pista molhada foi levado à Justiça em fevereiro


Decisão de juíza de liberar operação em Congonhas teve norma como base; deputado vê má-fé da Anac, mas agência fala em engano

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) utilizou uma norma inexistente de segurança sobre pousos de aviões em pista molhada como argumento para impedir a Justiça Federal de impor restrições às operações no aeroporto de Congonhas em fevereiro.


O documento, que não tem validade legal, proíbe o pouso de aviões com um reversor inoperante em pistas molhadas. Caso estivesse em vigor, teria impedido o acidente do vôo 3054 da TAM, já que a aeronave estava com o reversor direito inoperante, e a pista de Congonhas estava molhada no dia.


Na última semana, a Anac veio a público para esclarecer que o documento, chamado IS-RBHA 121-189, não tem validade legal. Isso só ocorreu porque a TAM foi questionada sobre a suposta infração legal.


Anteontem, a diretora da Anac, Denise Abreu, disse em depoimento no Senado que a IS (Informação Suplementar) era apenas um "estudo interno" que foi publicado no site de internet da agência por "falha da área de informática".


Porém, não foi isso que a Anac apresentou à desembargadora Cecília Marcondes do Tribunal Regional Federal da 3ª Região para impedir que a restrição de pouso de três tipos de aeronave -Boeing-737/700, Boeing-737/800 e Fokker-100- voltasse à vigorar em Congonhas, conforme uma decisão anterior da Justiça.


Em petição de 22 de fevereiro, assinada por dois procuradores da Anac, Paulo de Araújo e Adriana Ikeda, a IS é anexada e descrita como um laudo que "demonstra a absoluta segurança na operação do aeroporto de Congonhas".


A descoberta foi do deputado Vic Pires (DEM-PA) durante os trabalhos na CPI do Apagão Aéreo. "Eles usaram de má-fé para atender os interesses das companhias aéreas", disse Pires.


Para ele, há ainda a suspeita de que a IS foi fabricada especificamente para ser apresentada na Justiça. Isso porque a falsa norma é datada do dia 31 de janeiro de 2007, o mesmo dia em que a Anac apresentou o primeiro recurso no TRF.


A Anac nega. Em nota, afirma que os procuradores tiveram acesso e entregaram o estudo à Justiça porque ele foi colocado por engano na internet. "Foi determinada a instauração de sindicância para a apuração das responsabilidades e conhecimento da autoria do ato", diz a nota. Foi negado o pedido de entrevista com o responsável pelo setor jurídico, que poderia explicar se os procuradores usaram o documento sem autorização da área técnica.


A Folha apurou que a decisão da juíza se baseou na IS. Ela cita o laudo para explicar sua avaliação de que a Anac tomou todas as cautelas necessárias para manter a segurança do uso da pista.


Caso fosse válida, a norma obrigaria as empresas aéreas a modificar os manuais de fabricantes de forma a apresentar "restrição para operação em pista molhada com "antiskid e/ou reversor inoperante".


O A320 da TAM que fez o vôo 3054 estava operando com um reversor inoperante, conforme instruções da Airbus aprovadas pela Anac.


Em entrevista à Folha publicada em 22 de julho, Denise Abreu afirmou que a norma era válida. Mas para eximir a Anac de responsabilidade, afirmou que valeria apenas para antes da reforma da pista. "No momento em que editamos essa regra, a pista de Congonhas ainda não tinha sido reformada, e o índice de atrito estava baixo", afirmou.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cot...1808200729.htm
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Crise aérea

Domingo, 26 de agosto de 2007, 11h49 relogio_noticias.gif Atualizada às 11h53

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Zuanazzi: Anac obedece ao que o ministério manda

Jeferson Ribeiro
Direto de Brasília

O presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, falou pela primeira vez após a renúncia de Denise Abreu, ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ícone da resistência às mudanças promovidas pelo novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, na cúpula do setor. Ele afirmou que a relação com o ministério é meramente "institucional" e que o órgão fará "o que manda a lei". "Nós somos um órgão de Estado e atuamos dentro do que manda a lei", disse.

» Substituto de Denise pode sair na 2ª
» Diretora da Anac pede demissão
» Opine sobre o assunto
» vc repórter: seu vôo atrasou? Relate

Denise Abreu pediu demissão na sexta-feira. Ela é suspeita de entregar um documento sem validade para convencer a Justiça a liberar o Aeroporto de Congonhas (SP) e de fazer lobby para transferir o setor de cargas de Guarulhos, e também do aeroporto de Viracopos, para Ribeirão Preto, o que beneficiaria um empresário.

Zuanazzi negou que, após a queda de Denise Abreu, tenha se reunido com os outros diretores da Anac para combinar algum posicionamento de resistência. "Não nos reunimos. Ela tomou uma decisão de foro íntimo que precisa ser respeitada. Não tivemos nenhuma reunião", comentou.

O presidente da Anac disse que não fará indicações para substituir a colega, mas sempre que pôde defendeu o perfil heterogêneo da Agência. Dizia que era bom para o órgão ter uma procuradora nos seus quadros.

"Era uma pessoa que cumpria um grande papel na agência. Mas não cabe a mim fazer indicações", comentou. Segundo ele, é prematuro dizer se a saída da diretora trará prejuízo ao trabalho do órgão. "A saída dela é muito recente", limitou-se a argumentar.

Questionado se outros diretores podem tomar o mesmo caminho da colega, ele disse que não sabe, porque "essa é uma decisão de foro íntimo".

No Rio de Janeiro, Jobim disse que se encontrará com o presidente Lula amanhã para tratar da sucessão na agência, mas esse encontro ainda não consta na agenda do ministro. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, também não havia ainda previsão na agenda do presidente.

Até agora, nenhum nome foi indicado para substituir Denise e é possível que o ministro apresente primeiro o novo modelo institucional ao presidente e depois escolha um substituto. Auxiliares próximos a Lula também avaliam que ainda deve demorar mais um pouco essa definição.

Desde que assumiu o cargo, Jobim vem prometendo se reunir com a diretoria da Anac para informar as novas diretrizes a serem seguidas. Porém, o encontro formal nunca aconteceu e nos bastidores ele não esconde o desejo de ver mais baixas na Anac.

Publicamente, Jobim já disse que apresentará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um novo modelo institucional para o setor de aviação civil no País, inclusive com mudanças no órgão regulador. Zuanazzi informou que ainda não foi chamado para conversar com Jobim nessa semana.

Redação Terra

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  • 1 month later...

Federação: novo acidente aéreo é questão de tempo

presidente da Federação Internacional de Controladores de Tráfego Aéreo (Ifatca), Marc Baumgartner, afirma que "é uma questão de tempo para que um novo acidente aéreo volte a acontecer no Brasil". Sua opinião é compartilhada por outros dirigentes da entidade.

» Opine sobre o assunto
» vc repórter: seu vôo atrasou? Relate

A FAB (Força Aérea Brasileira) investiu muita energia para prender e perseguir os seus próprios funcionários. Mas nenhuma energia para corrigir as falhas que possui em seu sistema (aéreo)", diz Baumgartner.

Os membros da diretoria da organização estão participando de uma semana de reuniões em Washington, onde conversaram com a reportagem da BBC Brasil. A situação dos controladores e os problemas do setor aéreo brasileiro deverão estar entre os temas debatidos pelos executivos. De acordo com o suíço Baumgartner, a Força Aérea Brasileira (FAB) está atribuindo aos controladores toda a responsabilidade pelo acidente com o Boeing da Gol, que caiu em Mato Grosso em setembro do ano passado, matando 154 pessoas, depois de se chocar com um jato Legacy.

Ele afirma que, além de agir dessa forma de modo a se eximir de sua própria responsabilidade, as autoridades brasileiras priorizaram a punição dos controladores em detrimento das ações que poderiam prevenir novos acidentes. Um Inquérito Policial Militar (IPM), instaurado pela FAB na semana passada, indiciou cinco controladores, todos eles militares, por supostos erros que teriam levado ao desastre. O relatório aponta 11 erros dos controladores e falhas nos equipamentos que levaram, juntos, ao desastre.

Além da autorização incompleta para a decolagem do Legacy, os operadores teriam cometido uma série de falhas de comunicação. Entre elas, teriam trocado informações incorretas a respeito da altitude em que o Legacy voava e deixado de trocar comunicação com os pilotos do Legacy por um longo período, no qual nem os controladores nem os pilotos observaram os procedimentos necessários.

"Ter a polícia militar investigando um acidente tão complexo como esse é como ir ao cabeleireiro para comprar carne. Não é sério. É absolutamente ultrajante. Se você conta com um sistema militar legal paralelo, a situação só se agrava, porque as regras são diferentes", afirma o presidente da Ifatca.

O dirigente da entidade de controladores aéreos acrescenta que a gravidade das acusações lançadas no IPM, de que os operadores teriam cometido homicídio culposo, é "vergonhosa" e que só está ocorrendo "porque este não é um setor que seja da competência de um promotor militar".

O IPM foi acolhido como denúncia pelo Ministério Público Militar, rejeitada pela juíza Zilah Maria Petersen, da 11ª Circunscrição Judiciária Militar, em Brasília, que a considerou "inepta", por não especificar as regras de conduta militar violadas pelos controladores. De acordo com Baumgartner, o sistema aéreo em vigor no Brasil possui falhas técnicas. "E isso ficará claro nas conclusões do relatório sobre o acidente. A tecnologia usada em vôos no Brasil conta com uma função técnica que 'decide' em que altura uma aeronave se encontra, mas o sistema não sabe se de fato a aeronave se encontra naquela altura." "A área em que o radar vê o avião não é constante. Isso é algo que tem a ver com o tamanho do Brasil, que é um país muito grande, mas também com o tipo de tecnologia utilizada. Tudo isso leva a crer que os controladores aéreos não tinham chance. Eles perderam contato com a aeronave (o jato Legacy) devido a esses problemas sistêmicos. O avião desapareceu do radar. E isso levou à tragédia." O presidente da Ifatca diz que estes são elementos que precisam ser alterados e que a investigação "precisa aprender com os acidentes".

No entender dos representantes da entidade, outro problema que o Brasil enfrenta é o fato de que os controladores estão sujeitos à Força Aérea. A entidade afirma que a militarização do setor de tráfego aéreo é um anacronismo que vem perdendo adeptos em diferentes partes do mundo. "Na América do Sul, a Argentina vem debatendo o fim desse sistema, e está em transição para um controle aéreo feito por civis", diz o presidente. "O comandante da Força Aérea é, ao mesmo tempo, o controlador do sistema de tráfego aéreo e o responsável por sua auditoria. Se algo dá errado, é ele que irá receber o relatório sobre as falhas que causaram o acidente".

O dirigente acusa ainda a FAB de adotar uma conduta perigosa. "Eles não fizeram nada para modificar o atual sistema. Pelo contrário, os militares brasileiros agora estão treinando pessoas que não deveriam estar trabalhando como controladores. Eles dizem que pretendem treinar 600 novos operadores e que já contratam 70. É o que nos preocupa. Eles estão pegando controladores militares que não têm as qualificações necessárias".

Doug Churchill, o vice-presidente da Ifatca e o responsável por temas jurídicos da entidade, diz que a organização fez uma série de recomendações à FAB, mas que os militares brasileiros vêm ignorando quaisquer contatos. "No Brasil, eles estão buscando um conserto rápido. Querem usar um 'band-aid' para conter um ferimento grave. Avisos de que outros acidentes iriam acontecer foram dados às autoridades brasileiras e, de fato, um aconteceu", afirma Churchill, em referência ao desastre com o vôo 3054 da TAM, ocorrido no dia 17 de julho e que provocou 199 mortes.

Segundo Baumgartner, o fato de que as autoridades tomaram uma série de medidas de segurança após o acidente e reduziram as funções destinadas aos controladores só prova que as normas de segurança apropriadas não estavam em vigor quando ocorreu o desastre que vitimou 199 pessoas. O presidente da Ifatca afirma que os membros de sua organização estão dispostos a discutir esses temas com as autoridades brasileiras, mas dificilmente isso aconteceria no Brasil.

"Se as falhas sistêmicas forem corrigidas, nós poderemos voar para o Brasil. Caso contrário, não iremos. Não é seguro ir de avião para lá. É o que recomendo a todos os meus amigos e familiares, que não viajem de avião para o Brasil".

BBC Brasil

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  • 3 weeks later...

Quem foi que disse mesmo que a crise tinha acabado ?????

 

 Crise aérea

Segunda, 22 de outubro de 2007, 13h39 relogio_noticias.gif Atualizada às 13h51

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FAB contesta versão da Infraero para atrasos em vôos

O chefe de assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB), coronel Antonio Ramirez Lorenzo, contestou a informação da Infraero de que os atrasos nos vôos em Congonhas se devam a problemas no controle de comunicação "devido ao tráfego intenso", conforme a Infraero havia informado ontem. Na noite de domingo, alguns aviões tiveram de suspender os pousos em Congonhas. Hoje, os atrasos continuam e às 13h, chegavam 41,2%.

» Congonhas tem movimento intenso
» vc repórter: mande fotos e notícias

"O maior problema foi a questão da meteorologia". Segundo ele, o tempo ruim em Foz do Iguaçu, no Paraná, durante a manhã, avançou para o Sudeste do País e provocou ventos de 75 km/h em São Paulo.

De acordo com Lorenzo, 15 vôos foram desviados para o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e outros para São José dos Campos (SP) e Gaurulhos (SP). "Campinas não pôde ser usado porque também tinha chuva e vento", afirmou.

"Falei com o sub-comandante do Serviço Regional de Proteção ao Vôo de São Paulo, em Congonhas, e ele disse que não houve isso (falha de freqüência que acarretasse atrasos). Elas decorreram exclusivamente das condições meteorológicas", afirmou Lorenzo.

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Bronson. Boa noite. Como vai? 05.gif

 

 

 

[a crise aérea ainda está longe do fim, é só aguardar o que virá durante as festas de fim de ano, natal, ano novo e férias escolares....]

 

 

 

Que nada, espera só essa crise do leite acabar... Tem a CPI do Futebol (que só vai ferrar a maior marca esportiva do Brasil), tem os vestígios do caso Renan, tem as inundações de fim de ano...

 

 

 

T+ e vote em mimmmmmmmmmmmmm... Não se preocupe, eu sei que mereço...! 06.gif

 

 

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Só por curiosidade. O assunto diminui o ritmo na TV e nos jornais. De concreto, o q mudou do acidente pra cá??? O q foi feito pra diminuir a crise aérea?? Fora diminuir os vôos em Congonhas - não vejo como isso diminui o perigo de acidentes, tampouco melhora os atrasos - só teve bate boca e gente opinando, mas como eu já esperava, não mudou nada. O assunto vai definhar até a próxima tragédia, q , eu tb acho, não vai demorar...

 

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Highlander. Boa noite. Como vai? 01.gif

 

 

 

[só por curiosidade. O assunto diminui o ritmo na TV e nos jornais. De concreto, o q mudou do acidente pra cá??? O q foi feito pra diminuir a crise aérea?? Fora diminuir os vôos em Congonhas - não vejo como isso diminui o perigo de acidentes, tampouco melhora os atrasos - só teve bate boca e gente opinando, mas como eu já esperava, não mudou nada. O assunto vai definhar até a próxima tragédia, q , eu tb acho, não vai demorar...]

 

 

 

Não tem como acreditar... Vc já esperava, eu já esperava, todos já esperavam, mas vc pode ter certeza, em 2010, nada disso vai ser levado em consideração... VAI ACONTECER DE NOVO...

 

 

 

T+ e votem e mimmmmmmmmmmmmmmmmm.. Eu sei que mereço! 06.gif

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Crise aérea

Quinta, 1 de novembro de 2007, 16h36

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Guarulhos registra filas e movimento intenso

Os passageiros encontram filas e movimento intenso na tarde desta quinta-feira, véspera de feriado prolongado, no Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos. Segundo a Infraero, a situação deve ficar mais complicada a partir das 17h.

» Funcionários fazem operação-padrão
» Infraero alerta para cancelamentos
» Opine sobre o assunto

A Infraero confirmou que, até as 16h, o aeroporto registrava atrasos em 12 dos 144 vôos programados, e quatro cancelamentos.

Ontem, os funcionários da Infraero fizeram uma assembléia e decidiram começar uma operação-padrão, se recusando a fazer hora extra. Com isso, falta pessoal nos setores de segurança e operação. Os aeroportuários também decidiram por uma greve a partir da terça-feira. Eles exigem reajuste salarial de 6,5% e o pagamento de um bônus de Natal de R$ 440.

 

 

 

 

 

 

TÔ FUDIDO !!!!!!!!

TENHO CONEXÃO EM GUARULHOS HOJE A NOITE

0404040404

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Crise aérea

Quinta' date=' 1 de novembro de 2007, 16h36

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Guarulhos registra filas e movimento intenso

Os passageiros encontram filas e movimento intenso na tarde desta quinta-feira, véspera de feriado prolongado, no Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos. Segundo a Infraero, a situação deve ficar mais complicada a partir das 17h.

» Funcionários fazem operação-padrão
» Infraero alerta para cancelamentos
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A Infraero confirmou que, até as 16h, o aeroporto registrava atrasos em 12 dos 144 vôos programados, e quatro cancelamentos.

Ontem, os funcionários da Infraero fizeram uma assembléia e decidiram começar uma operação-padrão, se recusando a fazer hora extra. Com isso, falta pessoal nos setores de segurança e operação. Os aeroportuários também decidiram por uma greve a partir da terça-feira. Eles exigem reajuste salarial de 6,5% e o pagamento de um bônus de Natal de R$ 440.

 

TÔ FUDIDO !!!!!!!!

TENHO CONEXÃO EM GUARULHOS HOJE A NOITE

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só me resta desejar a ti Marko, boa sorte e muita paciencia viu, e um travesseiro e se gostar umas palavras cruzadas tambem querido03

 

e boa viagem 02
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Valeu .

Mas também sou filho de Deus e mereço umas férias 02

 

 

com certeza' date=' com ou sem caos aéreo, boa viagem, curta bastante e cuide-se 020202

 

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Pobre Marko... 06

 

Por isso que eu digo , é nessas horas que vale mais a pena viajar de ônibus ou tirar o carrinho da garagem , do que passar a noite nos aeroportos ou quem sabe até dormir lá... 06

 

Eu nunca andei de avião  e , diante de noticias tão animadoras como essa , minha vontade diminui ainda mais... 06

 

Enfim... Espero realmente que ele não tenha se extressado muito... 08
PALMEIRAS2007-11-02 15:37:34
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Em crise financeira, BRA pede suspensão de vôos e demite funcionários

 

do UOL News

A BRA Transportes Aéreos divulgou nota informando que pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a suspensão temporária de todos os seus vôos (domésticos e internacionais) a partir desta quarta-feira (7).

A empresa enfrenta crise financeira. A assessoria de imprensa da BRA informou ao UOL News que a empresa vai tentar obter um novo aporte financeiro com seus acionistas. A empresa anunciou a demissão com aviso prévio de praticamente todos os seus 1.100 funcionários.

Na nota, a BRA aconselha os passageiros a não se dirigirem aos aeroportos ou às lojas antes de entrar em contato com o telefone (0xx11)3583-0122 (em São Paulo).

A assessoria de imprensa do Ministério da Defesa informou que uma equipe da Anac foi deslocada para a sede da BRA.

Ainda segundo a assessoria do ministro Nelson Jobim, a principal preocupação no momento é com os passageiros que estão viajando pela BRA (compraram passagens de ida e volta). A Anac vai tentar acomodar esses passageiros em vôos de outras companhias aéreas.

A BRA fazia 26 rotas nacionais e 3 internacionais, com 35 vôos domésticos e 5 internacionais em média por semana. A BRA já havia suspendido todos os seus vôos internacionais porque os dois aviões que atendiam a esses vôos estariam em manutenção. Leia mais.

Leia abaixo a nota divulgada à imprensa:

A BRA Transportes Aéreos S/A informa que solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) a suspensão temporária de todos os seus vôos (domésticos e internacionais) a partir de quarta-feira (dia 7). A BRA orienta os passageiros a não se dirigirem aos aeroportos ou às lojas antes de entrar em contato com 11-3583-0122 para obter detalhes sobre a reacomodação em outras companhias aéreas ou sobre o reembolso da passagem.

O site da BRA estava fora do ar no final da tarde e no início da noite. O internauta que tentasse acessar o endereço www.voebra.com.br se deparava com a seguinte mensagem: "Desculpe o transtorno. O Site BRA está em manutenção. Tente mais tarde."

A assessoria de imprensa da empresa informou que nenhum diretor da BRA poderia dar entrevista por enquanto.

Com problemas para pagar fornecedores, a empresa precisa de cerca de US$ 30 milhões para voltar a operar no azul, segundo a Folha de S.Paulo em reportagem publicada no último sábado.Leia mais (exclusivo para assinantes). A Folha apurou que a companhia aérea vem mantendo teleconferências diárias com o grupo de fundos que investiu na empresa, em 2006, na tentativa de conseguir um novo aporte.

Em setembro passado, a BRA operava 4,6% dos vôos domésticos.

 

fonte:uol.com.br03
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O vôos em Guarulhos já foram suspensos...isso vai gerar uma crise brava, ainda mais nessa época, fim de ano. E a nossa infra estrutura está horrível, masi uma empresa que vai, mais desempregados, mais fornecedores levando calote, empresas terceirizadas quebrando, assim como foi com a Varig.

 

06/11/2007

-

19h49

Crise da BRA mostra fragilidade do país e favorece TAM e Gol' date=' dizem analistas

 

 

DEISE DE OLIVEIRA

 

da Folha Online

 

 

 

A suspensão dos vôos da BRA

, anunciada nesta terça-feira, revela a fragilidade do país em uma das

áreas que é a base de crescimento econômico, a de infra-estrutura. A

opinião é do economista e analista de mercado Miguel Daoud, da Global

Financial Advisor.

 

 

"Por menor peso que tenha na malha aérea, é uma perda,

principalmente quando se tem gargalo na infra-estrutura aeroportuária.

Ter menos uma opção não é bom no sentido de atender a demanda, que é

crescente", avalia o analista.

 

 

Segundo ele, a medida anunciada pela BRA tem implicações

institucionais e governamentais, do ponto de vista da infra-estrutura

do país, e do consumidor, que pode ser prejudicado pela redução de

oferta de assentos. Daoud defende a atuação do governo no setor, a fim

de garantir a infra-estrutura do país.

 

 

"O governo deveria ter agido [para socorrer a BRA'], assim como

deveria ter feito com a Varig, porque é um setor prioritário,

independentemente do serviço ser ofertado por empresa pública ou

privada", diz.

 

 

Para o analista de transporte aéreo da corretora Fator, Eduardo

Puzziello, as concorrentes Gol e TAM podem se beneficiar com a

suspensão dos vôos da BRA. "Para as outras companhias aéreas, é

positivo porque sai uma concorrente. Deixa de fazer oferta de assentos

em um momento de demanda reprimida", diz o analista. "A Gol e a

Oceanair devem ser as mais beneficiadas, devido ao perfil de viagens de

lazer dos serviços da BRA", avalia.

 

 

Puzziello lembra, no entanto, que a fabricante aeronáutica

brasileira Embraer pode ser uma das empresas prejudicadas pela medida

da BRA. "A Embraer tem pedido de 20 aeronaves para a BRA, com as

primeiras já sendo entregues em 2008. Mas o pedido já foi cancelado

pela financiadora da General Eletric", explica o analista.

 

 

Miguel Daoud, da Global Financial Advisor, sustenta que a suspensão

da operações da BRA é um retrocesso do setor. "Levanta suspeita quanto

à incapacidade de o governo manter a infra-estrutura do país. Todo

mundo perde. Ninguém ganha. Nem as concorrentes", argumenta.

 

 

O analista lembra que Tam e Gol perderam valor de mercado após os

desdobramentos do caos aéreo brasileiro. "A Gol já anunciou, inclusive,

que está pensando em recomprar suas ações. As companhias aéreas de todo

o mundo tem dificuldades de rentabilidade. Quem consegue sobreviver

nesse caos", questiona Daoud.

 

 

Segundo Puzziello, à "corrosão do setor aéreo por problemas

estruturais", no caso da BRA, se somou a dificuldade de gestão entre o

grupo de fundos que passou a investir na empresa a partir de 2006 e o

ex-presidente Humberto Folegatti, que teve a saída confirmada na última

quinta-feira.

 

 

 

Segundo reportagem da Folha do último sábado,

analistas do setor afirmam que os fundos chegaram a investir cerca de

US$ 70 milhões, mas tinham relação difícil com Folegatti, que mantém o

controle acionário da companhia.

 

 

 

Ainda segundo a reportagem, a BRA precisa de cerca de US$ 30 milhões para voltar a operar no azul.

 

Big One2007-11-06 23:33:44
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é, mais um perrengue para quem tá viajando de avião0912

 

Anac sugere que passageiros com bilhetes da BRA negociem reembolso com a empresa

Da Redação
Em São Paulo*

Funcionários da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, estão orientando os passageiros que tenham passagens da BRA com vôos marcados para datas mais distantes a negociarem o reembolso do valor com a empresa aérea. Isso porque a Anac não pode garantir que as outras companhias aéreas consigam realocar todos os passageiros da BRA, principalmente no período de férias, a partir de dezembro.

A Anac divulgou na tarde desta quarta-feira uma série de medidas adotadas diante da suspensão das atividades da BRA. Entre elas, a Agência determinou a suspensão imediata da venda de passagens pela empresa; informou que assumiu o contato com as empresas regulares operadoras das mesmas ligações da BRA, a fim de viabilizar a acomodação dos passageiros e anunciou que suas Gerências Regionais reforçaram as equipes de atendimentos das SACs para acompanhar os procedimentos de acomodação desses passageiros.

Na manhã desta quarta-feira, as aéreas TAM, Gol, Varig e OceanAir divulgaram comunicados em que anunciam que, seguindo solicitação da Anac, irão aceitar em seus vôos passageiros com bilhetes já emitidos pela BRA para destinos dentro e fora do país.

O diretor do Procon de Guarulhos, Leonardo Freire Pereira, alertou, no entanto, para o fato de nenhuma delas ter informado até quando irão atender os passageiros da BRA. Segundo Pereira, a BRA tem cerca de 70 mil passagens vendidas até meados do mês de abril de 2008.

Consultadas pelo UOL, Varig, Gol, TAM e OceanAir informaram que se disponibilizaram a receber os passageiros com bilhetes da BRA por tempo indeterminado, não informando, no entanto, por quanto tempo conseguirão atender a solicitação da Anac.

Gol, Varig e OceanAir solicitam que, para evitar transtorno aos passageiros, as pessoas interessadas em acomodação na companhia procurem a BRA para que esta providencie a reacomodação de acordo com os processos adotados entre companhias aéreas.

Para consultar a TAM

A assessoria de imprensa da TAM informa que os passageiros não precisam fazer nenhuma troca prévia e podem apresentar seus bilhetes originais da BRA no balcão de embarque. Mas, no caso de não haver assento disponível no vôo, o passageiro será orientado a aguardar a próxima decolagem para seu destino e checar novamente a disponibilidade de lugares.

Para checar os horários dos vôos da TAM, os passageiros com bilhetes da BRA devem entrar em contato com a central de atendimento da empresa pelo telefone 4002-5700, que funciona 24 horas.

As empresas já disponibilizaram balcões de embarque em suas áreas de check-in do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, especialmente para atender passageiros com bilhetes da BRA. Alguns já embarcaram na manhã desta quarta.

A crise

A empresa aérea BRA anunciou na tarde de terça a suspensão de todos os seus vôos a partir de hoje e demitiu todos os 1.100 funcionários, alegando falta de dinheiro. A BRA divulgou canais de comunicação para os clientes que já compraram passagem: o contato pode ser feito pelos telefones 11. 3583-0122 ou e-mail [email protected], antes de irem para o aeroporto.

 

fonte:uol.com.br03
Connie2007-11-07 19:39:31
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Segunda, 21 de janeiro de 2008, 10h25 relogio_noticias.gif Atualizada às 12h38

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Vôo da United faz pouso de e

Um Boeing 767 da United Airlines, que iria do Rio de Janeiro para Washington, teve de retornar e fazer um pouso de emergência na madrugada de ontem, no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). No momento do pouso, dois pneus da aeronave estouraram. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou inicialmente que o avião iria para Nova York.

» vc repórter: mande fotos e notícias

De acordo com a United Airlines, o avião fez um pouso não-programado às 4h25 porque a tripulação sentiu um cheiro de fumaça dentro da aeronave. Passageiros contaram que houve discussões dentro do avião e alguns deles quiseram descer. A confusão teria começado quando o comandante relatou, antes de decolar, alguns problemas ocorridos na turbina da aeronave, que já teriam sido resolvidos.

Segundo nota da United Airlines, "a aeronave fez o pouso em total segurança e os passageiros foram, em seguida, acomodados em hotéis da cidade". De acordo com a empresa, equipe de manutenção realizou diversos testes na aeronave e nenhum problema foi identificado. Os passageiros seguiram viagem no vôo 874 da United de ontem e em vôos de outras companhias.

mergência no Galeão
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