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Sith_Master

Rocky Balboa

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Amigo Dook, não sou um ferrenho agressor dos filmes existencialistas, gosto de muitos!

Me revolto com pessoas que desdenham o bom cinema pop. Caçadores da arca perdida não é melhor que Carruagens de fogo?03

 

MAD TIGER

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Vai ver eu devo estar muito exigente06...achei esse ano abaixo das expectativas' date=' tão fraco quanto 2002....acho q não teremos filmes tão bons como em 2003...quase todos os indicados ao Oscar eram excelentes.
[/quote']

 

Acho que vc não viu todos os filmes bons de 2006...

 

Nem pergunta pra ele Dook... o cara pode até ser simpático, mas as vezes parece que ele nem assiste os filmes e vai e tem a mesma idéia do filme antes e depois de vê-lo sempre... 06 é só ver o que escreveu sobre Os Infiltrados. 06

 

No mais, Rocky Balboa parece um Superman Returns, um remake do primeiro filme...

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Amigo Dook' date=' não sou um ferrenho agressor dos filmes existencialistas, gosto de muitos!

Me revolto com pessoas que desdenham o bom cinema pop. Caçadores da arca perdida não é melhor que Carruagens de fogo?03

 

MAD TIGER
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Não é o meu caso, pode ter certeza...

 

E Raiders é o melhor Spilba, IMO... Deveria ter levado o Oscar em 1981 (embora eu precise rever Chariots)...

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Nem pergunta pra ele Dook... o cara pode até ser simpático' date=' mas as vezes parece que ele nem assiste os filmes e vai e tem a mesma idéia do filme antes e depois de vê-lo sempre... 06 é só ver o que escreveu sobre Os Infiltrados. 06
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Pois é... acabo de ler o que ele 'achou' de Flags of our Fathers... 12

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não achei tão bom quanto o primeiro filme não...

 

Mas achei esse filme muito bom mesmo...

É daora porque tudo é emocionante. Meu quando vai começar o treino que inicia a trilha sonora, a plateia vai a loucura hauhuahuahu, é exelente. Teve até aplausos no fim da cena.

 

 

 

 

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O Stallone tá todo cheio de botox e pelanca. mas idaí? O filme continua com aquela bondade boba do Rocky e é isso que torna o filme especial, a simplicidade. Ele apela pro nosso sentimentalismo, sem ser piegas demais, até porque o personagem principal super bonzinho adora dar e levar porrada, haha.

 

No cinema em que eu vi, os tiozinhos vibraram feito loucos. E as cenas que passam durante os créditos, de várias pessoas comuns subindo na famosa escadaria do Rocky, simbolizando a vitória de cada um, é muito linda. Eu me senti inserida, afinal "ninguém vai bater mais forte do que a vida".

 

Porra, foi muito bom ouvir aquela música de novo, adorei o filme! \o/

 

 

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Vai ver eu devo estar muito exigente06...achei esse ano abaixo das expectativas' date=' tão fraco quanto 2002....acho q não teremos filmes tão bons como em 2003...quase todos os indicados ao Oscar eram excelentes.

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Acho que vc não viu todos os filmes bons de 2006...

 

O pior é q assisti a quase todos e só agora consegui fazer uma lista de 10 bons filmes, pra vc ter uma idéia...espero q esse ano seja melhor.

 

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 Rocky Balboa - 4,5/5,0

 

 Excelente filme. Enxuto, honesto, emocionante sem ser sentimentaloíde e com uma atuação de Stallone como há muito, muito não se via (a cena da conversa entre ele e Paulie no frigorífico me deixou boquiaberto e com um nó na garganta).

 Ao final do filme, a maioria das pessoas na sala onde eu assisti (entre coroas, jovens e até crianças) bateu palmas!!! 13 Só não leva a nota total porque não gostei do desenvolvimento do personagem que faz o filho do Rocky, entretanto esse "detalhe" não muda o nível do longa e não interfere na qualidade narrativa. Recomendadíssimo!!  

 

PS: preste atenção às cenas comentadas pelo texto de Mário Abbade (página anterior). São fundamentais para a apreciação do filme.03 
The Deadman2007-02-11 11:23:17

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O Stallone não é um mau ator, mas é um melhor diretor.

Acho incrível sua capacidade de colocar coração em todos os filmes que dirige. Já que estamos em período Carnavalesco, me ocorre esta citação:

"Stallone não faz filmes corretos, precisamente trabalhados... ele desfila com emoção. "

Pode não ser considerado pelos grandes magnatas de Hollywood, but who cares?

Cidadão Kane só foi reconhecido muitos anos depois de sua estréia.

 

No que se refere a cinema, sigo somente a minha intuição. E eu achei este filme uma obra-prima!!10

 

MAD TIGER

 

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06060606

 


O filme inteiro é assim, Stallone lavando a alma, Stallone sofrendo o carma, Stallone pagando o preço de um passado glorioso com um presente melancólico.
Bernardo Krivochein (Rio)

Quando enfim chega ao clímax de “Rocky Balboa”, o espectador percebe que investiu todo o seu tempo (e dinheiro) no cinema para assistir a uma transmissão de TV. Cinema é drama, TV é ação? Não apenas a televisão está onipresente na trama de “Rocky Balboa” (programas da HBO e ESPN surgem a todo tempo na história, assim como seus respectivos logotipos), é justamente ela que dá a inacreditável largada no retorno idem de Sylvester Stallone num longa-metragem que paga tributo tanto ao legado de sucessos de sua carreira cinematográfica, quanto ao meio que o manteve relevante durante o hiato fílmico, seja através de “reality shows” ou de reprises constantes. A televisão é o futuro do cinema. Todo o drama cinematográfico de um Rocky de meia-idade para conquistar o direito de mais uma luta pela honra sucumbe a um evento televisivo. Toda a produção de “Rocky Balboa” sucumbe a sua exibição no horário nobre.

“Rocky” é fruto de uma era em que as múltiplas continuações de um filme de sucesso se tornariam uma vertente no cinema, tanto pelas possibilidades comerciais como também para firmar fundações culturais numa era sem pilares de sustentação, de rejeição ao velho e de cego anseio pelo novo. Se atualmente apelamos para remakes instantâneos de filmes realizados há apenas 4 anos ou insistimos em resgatar as aventuras e os heróis de poucas décadas atrás é porque neles as gerações atuais reconhecem suas únicas referências. As intensas reprises televisivas cumprem papel fundamental de firmar as obras no consciente coletivo e nada mais adequado do que Stallone surgindo no multiplex para agradecer a TV por tudo.

Uma simulação de computador exibida em um canal esportivo compara a capacidade física de Rocky com o atual astro peso-pesado do boxe, Mason Dixon (Antonio Tarver), numa fantasy match virtual. Os canais pay-per-view se recusam a continuar pagando Dixon, a quem acusam de desafiar apenas lutadores menores. Tanto Dixon quanto Balboa aceitam o combate e é hora desse último sair da aposentadoria, tendo ainda que enfrentar a resistência de seu filho (Milo Ventimiglia), a dor da perda da esposa Adrian e o preconceito da Federação de Boxe.

Stallone ofertando à mesa julgadora da Federação de Boxe – temendo ceder a licença para lutar devido à idade avançada de Rocky – um discurso sobre como ser forte na realidade é saber apanhar, não é um personagem. O filme inteiro é assim, Stallone lavando a alma, Stallone sofrendo o carma, Stallone pagando o preço de um passado glorioso com um presente melancólico. “Rocky Balboa” é um filme bastante ressentido, triste, mas que não se resigna ao fracasso. Stallone se prende a oportunidade de mais uma nova empreitada no cinema como o personagem abraça a chance de uma última luta que prove a sua força.

Mas se a televisão acredita que se sai superior em “Rocky Balboa”, ela terá uma desagradável surpresa. Precedendo o clímax-broadcast de luta livre, temos a indefectível montagem musical de treinamento de Rocky Balboa, a derradeira. O público a reconhece de imediato, de tantas outras vezes que a viu na TV, mas nunca com esse nível de investimento emocional. Quando ameaçam as primeiras notas de “Gonna Fly Now” nas caixas de som, o cinema explode nessa massa de excitação, com pessoas disparando suas pistolas para o alto e casais transando nos corredores entre as poltronas.06


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Eu gosto da atuação do Stallone e das atuações em geral foram muito boas' date=' eu gostei.

Eu sou fã do Stallone não acho ele um mal ator.
[/quote']

 

Mesmo em Rocky V, Oscar - Minha Filha Quer Casar06, Pequenos Espiões 3060606, Alta Velocidade06060606, Falcão - O Campeão dos Campeões06, Pare! Senão Mamãe Atira0606060606, Daylight, O Especialista, O Demolidor e O Juiz.

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Vi hoje e adorei. È incrivel como ele retratou os personagens e suas interações sem cliches e sentimentalismo barato. Até o adversario dele não é tratado como vilão da historia como foi em Rocky iv( eu acho). Sempre achei que Rocky tinha talento, agora tenho certeza.O roteiro dele é impecavel e bem escrito. Os dialogos mais emocionantes foram entre ele e seu filho,com o paulie e com maria.Muito bonito e sincero.

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06060606

 


O filme inteiro é assim, Stallone lavando a alma, Stallone sofrendo o carma, Stallone pagando o preço de um passado glorioso com um presente melancólico.
Bernardo Krivochein (Rio)

Quando enfim chega ao clímax de “Rocky Balboa”, o espectador percebe que investiu todo o seu tempo (e dinheiro) no cinema para assistir a uma transmissão de TV. Cinema é drama, TV é ação? Não apenas a televisão está onipresente na trama de “Rocky Balboa” (programas da HBO e ESPN surgem a todo tempo na história, assim como seus respectivos logotipos), é justamente ela que dá a inacreditável largada no retorno idem de Sylvester Stallone num longa-metragem que paga tributo tanto ao legado de sucessos de sua carreira cinematográfica, quanto ao meio que o manteve relevante durante o hiato fílmico, seja através de “reality shows” ou de reprises constantes. A televisão é o futuro do cinema. Todo o drama cinematográfico de um Rocky de meia-idade para conquistar o direito de mais uma luta pela honra sucumbe a um evento televisivo. Toda a produção de “Rocky Balboa” sucumbe a sua exibição no horário nobre.

“Rocky” é fruto de uma era em que as múltiplas continuações de um filme de sucesso se tornariam uma vertente no cinema, tanto pelas possibilidades comerciais como também para firmar fundações culturais numa era sem pilares de sustentação, de rejeição ao velho e de cego anseio pelo novo. Se atualmente apelamos para remakes instantâneos de filmes realizados há apenas 4 anos ou insistimos em resgatar as aventuras e os heróis de poucas décadas atrás é porque neles as gerações atuais reconhecem suas únicas referências. As intensas reprises televisivas cumprem papel fundamental de firmar as obras no consciente coletivo e nada mais adequado do que Stallone surgindo no multiplex para agradecer a TV por tudo.

Uma simulação de computador exibida em um canal esportivo compara a capacidade física de Rocky com o atual astro peso-pesado do boxe, Mason Dixon (Antonio Tarver), numa fantasy match virtual. Os canais pay-per-view se recusam a continuar pagando Dixon, a quem acusam de desafiar apenas lutadores menores. Tanto Dixon quanto Balboa aceitam o combate e é hora desse último sair da aposentadoria, tendo ainda que enfrentar a resistência de seu filho (Milo Ventimiglia), a dor da perda da esposa Adrian e o preconceito da Federação de Boxe.

Stallone ofertando à mesa julgadora da Federação de Boxe – temendo ceder a licença para lutar devido à idade avançada de Rocky – um discurso sobre como ser forte na realidade é saber apanhar, não é um personagem. O filme inteiro é assim, Stallone lavando a alma, Stallone sofrendo o carma, Stallone pagando o preço de um passado glorioso com um presente melancólico. “Rocky Balboa” é um filme bastante ressentido, triste, mas que não se resigna ao fracasso. Stallone se prende a oportunidade de mais uma nova empreitada no cinema como o personagem abraça a chance de uma última luta que prove a sua força.

Mas se a televisão acredita que se sai superior em “Rocky Balboa”, ela terá uma desagradável surpresa. Precedendo o clímax-broadcast de luta livre, temos a indefectível montagem musical de treinamento de Rocky Balboa, a derradeira. O público a reconhece de imediato, de tantas outras vezes que a viu na TV, mas nunca com esse nível de investimento emocional. Quando ameaçam as primeiras notas de “Gonna Fly Now” nas caixas de som, o cinema explode nessa massa de excitação, com pessoas disparando suas pistolas para o alto e casais transando nos corredores entre as poltronas.06


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 Bernardo Krivochein dando um ataque de KMF... 06  07 Não gostei dessa visão dele à respeito do filme. Mas, natural. Afinal, ninguém é perfeito. Uma das poucas críticas dele que li e não gostei... 18

 

PS: Em tempo: Stallone NÃO É um bom ator na maioria esmagadora dos seus filmes. Mas nesse, ele ESTÁ muito bem, sim!        

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Stallone ta loooonge de ser ator (ainda mais com aquela boca torta)06.. ele so se deu bem pq, afinal, em Rocky ele interpreta quase a si mesmo, ou seja, um brucutu bocó sentimentaloide, o q convenhamos nao é la mto dificil. Idem Copland, o papel de xerife bobao caiu de luva pra ele. Coincidentemtne, o maior papel do Schwarzza tb nao foi nenhum q exigisse demais de sua cara de bidê06, dai a razao dele estar perfeito em Terminator.

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 Na boa, Soto, discordo veementemente de você. Quero dizer, Stallone realmente está longe de SER "ator" no sentido literal e que devemos "exigir" da profissão de passar através de um personagem a veracidade que uma história, ficcional ou não, precisa pra ser apreciada. Mas, acredite, ele atua bem em "Rocky Balboa". Digo mais: está melhor aqui que em Rocky - Um Lutador (13) ou em em qualquer um dos seus filmes! Lembrando: Rocky - Um Lutador ganhou 3 dos 5 principais prêmios do Oscar!! (Não vou discutir aqui os méritos ou deméritos do filme comparado com "Taxi Driver" - merecedor INCONTESTE de ter levado TODOS prêmios e que não ganhou NENHUM!!)

 Mais: respeito sua opinião, mas não acho que Rocky seja um "bocó". Ademais, todos somos "bocó" em algum aspecto de nossa vida. Uns mais que os outros. (É claro que existem aqueles que juram que são FODAS em tudo que fazem. O que tem de menino e menina "ixperto(a)" por aqui, por exemplo...06

 Acima, você postou o texto (na minha opinião, equivocado do BK) e eis que ao entrar no site so KMF leio o seguinte:

 

"Stallone, cujo reinado como super astro tomou os anos 70 e, especialmente, os 80 como herói deturpado (Rambo) e militarizado da era Reagan (Rambo II seria um filhote maluquinho do também mentalmente débil Boinas Verdes), volta agora a um dos dois papéis que não o deixarão morrer: Rocky. E que filme estranho esse sexto Rocky.

Não me entendam errado. Rocky Balboa (EUA, 2006) não é uma maravilha, ou uma obra de arte. Mas o filme me fez arregalar os olhos em alguns sentidos, o primeiro deles ao constatar que qualquer idéia em cinema pode render algo bem melhor do que a péssima premissa inicial nos sugeria. Stallone, que, de fato, escreveu esse filme e também o dirigiu, burlou o desastre ao construir um dos filmes mais tranquilos que vi nos últimos anos de cinemão.

Rocky , tranquilão, sai de casa e vai no trabalho do filho. O chefe do filho, modelo do pé no saco, pede uma fotografia com o boxeador celebridade, pai do seu funcionário, e Rocky tranquilão atende o pedido. Tranquilão, mais tarde, administra o restaurante italiano (com funcionários chicanos) que sua falecida mulher deixou. Conversa tranquilo com os clientes e visita a cozinha na boa. Conhece uma mãe solteira (vista adolescente se não me engano no Rocky, ou talvez Rocky II) e tranquilão valoriza a garota, que se acha feia e sem graça. Troca até a lâmpada queimada da entrada da casa dela, tranquilo, sem ser cool. Apóia também o cunhado (o adoravelmente seboso Burt Young, yeah) enquanto ainda sofre a perda da esposa. Rocky tem cadeira cativa junto ao túmulo dela.

Ele continua tranquilo ao observar que um canal de TV inventou uma luta virtual entre ele e um jovem peso pesado, computadores alimentados com dados especiais de cada atleta, unidos pela tecnologia numa luta inviável, pois Rocky viu seu auge nos anos 80 (também como produto de cinema comercial). Estimulado pela idéia, ele pensa em lutar novamente, para tirar um pouco da sua dor e também para lembrar quem ele é, ou foi.

Stallone usa essa idéia totalmente 'ano 2007' da briga virtual com economia, e o que poderia ser um horror de marketing calculado para vender o filme para uma nova geração que não tinha nem nascido quando Rocky enfrentou o russo Drago no glasnost-horror show Rocky IV (1986, um ano depois de Rambo II), termina saindo digna e eficaz. E as possibilidades de vender videogame também não devem machucar Stallone e Cia.

Outra coisa curiosa é a remixagem também atualizada de um dos eixos de toda a série, a decisiva luta de boxe que nos leva ao orgasmo de torcida, ao final de cada um dos filmes. Sim, eu vi cada um dos filmes nas suas épocas (pelo menos desde Rocky II) e me lembro da alegria juvenil que esses filmes traziam para as platéias, seja em cinemas cheios ou salas de estar repletas de amigos de frente para um video-cassete. Era uma torcida boba e acirrada, todos respondendo às liberações graduais de informação via montagem, com nosso homem no ringue levando três e dando quatro (Rocky III o mais divertido e empolgante nesses entretenimentos, talvez).

Em Rocky Balboa, Stallone volta à receita, mas transforma a coisa toda numa hiper montagem de imagens digitais que abandonam o filme, ou a imagem tradicional de cinema, e abraça uma espécie de cobertura nervosa da ESPN. A coisa é feita com tanta naturalidade que se o espectador não prestar bem atenção, nem vai notar, pois essa linguagem virou tão parte do nosso dia a dia, mas olhe bem e verá um trabalho curioso, em especial por trabalhar em cima de uma estrutura que vinha sendo reutilizada desde 1976.

Por fim, um aspecto do filme que nos leva de volta à idéia do tranquilão, que atribuo a Stallone, o homem. O filme parece existir numa espécie de nível térreo, na rua. O restaurante é totalmente real, a garota que ele conhece trabalha num bar e mora numa casa pobre, de vizinhança debilitada. O filme, nem Rocky, nem ninguém a chama de loser, e ela não quer, ou preocupa-se necessariamente em ficar rica. Rocky, no entanto, a bota pra frente, valoriza ela e seu filho adolescente, na verdade ele cria uma família ao seu redor com pessoas avulsas que ele vai conquistando, e o tema família volta ser elemento forte nesses três filmes. E a família tranquila de Rocky foi a que mais me agradou, livre de açucar e a habitual procura pelo heroismo (Flags) e sem me parecer um McGuffin, ou uma desculpa, para uma excelente orquestração de ação (Apocalypto)."

 

10 10 13

 

 Acho que houve uma troca temporária de mentalidades entre o Bernardo e o Kleber... 06

 

PS: O KMF deu 3 estrelas pro filme. 
         

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Sim Jorge, o Stallone é como o Rocky, ambos são lutadores, e vitoriosos. Você preferiu ressaltar os deifeitos, eu cito as qualidades. Normal, eu também gosto de pegar no pé de algumas figuras hollywoodianas quase mitologicas.

 

O Stallone sem sombra de dúvidas tem seu lugar no hall de grandes personalidades do cinema. Ele é o cara! 16

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O filme é muito bom! 10

Gostei pacas, a mensagem do filme também é muito boa.

Só não gostei daquele Dixon... cara era mó gordo. 06

As lutas entre Rocky x Apollo e Rocky x Drago foram as melhores, mas no conjunto o filme é show!

A cena do treinamento com a famosa música é muito boa, dando destaque para o Soquinho sendo erguido no topo da escadaria. 06

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Dead e Leonardo... ao dizer q o Stallone é bocó nao significa q seja demérito; pelo contrario, foi assumindo esse papel q entrou no esquemao do cine. So discordo qdo se alça uma producao apenas razoavel acima das demais, bem mais interessantes. Rocky é datado demais, porem ainda eficiente, mas sometne pros marmanjos.E olha q digo isso como antigo fã do brucutú, pq, acreditem ou nao, eu tb saia correndo, dando soquinhos no ar, fazia abdominais e tal, ao som do Eye of the Tiger, nos idos de 82...06

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 Peraí, Soto, não tô alçando "Rocky Balboa" acima de nenhuma outra obra recém lançada, não! Aliás, dos lançamentos só vi "Déjà Vu" (Rocky Balboa é BEEMMMM melhor). Ainda faltam: "Pecados Intímos", "A Rainha", "Apocalypto"...

 Também discordo que seja datado ou anacrônico. Prova disso é o sucesso comercial e de crítica do longa. Além disso, como eu falei nos meus comentários, na sala onde eu assisti o filme, várias pessoas (entre marmanjos, adolescentes e crianças - 13) bateram palmas pro personagem no final do filme. 03

 E, cara, não me lembro a última vez que vi um longa despertar reações desse tipo... Pra mim isso é mais do que um mérito, é um acontecimento. 16    

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