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Forum Cinema em Cena
skellington

Um Olhar do Paraíso, de Peter Jackson

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Naquelas fotos ela lembra vagamente a Sarah Jessica Parker. Não chega a ser um horror.

 

Eu só vi Saoirse Ronan em Atonement e ela atua bem ali. Pode se revelar uma atriz muito boa. Sendo assim, lamento que não seja mais bonitinha, pra ter mais chances em Hollywood.

 

 

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Foto:%20AP

O produtor Steven Spielberg, a atriz Saoirse Ronan e o diretor Peter Jackson posam juntos na première de ''The lovely bones'', em Los Angeles[/quote']

 

Que???? Esse Oswaldo Montenegro aí é o PJ??????????????? O que aconteceu com o diretor gorduchinho barbudo simpático de O Senhor dos Anéis?????

 

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Caramba ... estou impressionado e preocupadíssimo com a quantidade de pessoas que estão falando mal deste filme. E o pior não é só falando mal não... é simplesmente execrando-o mesmo. Meu Deus!!!!!

 

Mas tenho fé.... vou assistir.... rsrsrs

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Crítica: Um Olhar do Paraíso

Na escala de cores de Peter Jackson não há meios-tons

18/02/2010

O azul e o amarelo predominam na paleta setentista de cores de Um Olhar do Paraíso. Estão em contraste tanto nas cenas pós-morte (o mar e a areia, o campo e o céu) quanto na realidade (cortina alaranjada, livro de fotos azul, papel de parede amarelo, roupas azuis). Até o cabelo descolorido e a lente de contato de Stanley Tucci seguem esse esquema.

No mais, amarela é a calça e azul é a blusa de Susie Salmon (Saoirse Ronan), a protagonista e narradora da história, menina de 14 anos que depois de assassinada passa a observar, do além, a vida das pessoas que viviam ao seu redor. Existiria na escolha de cores do diretor Peter Jackson alguma intenção?

Coincidência ou não, azul e laranja são também as cores mais usadas em pôsteres de filmes hollywoodianos de uns anos pra cá. O contraste que já foi ferramenta de egípcios, impressionistas e já serviu ao filme Amor Além da Vida hoje está em todos os lugares. Teoricamente, são tons complementares: o azul transmite calma, o laranja, energia.

Mas o que há entre esses dois extremos de sensações? Essa é a pergunta que pontua o filme inteiro.

A dualidade se estende ao roteiro. De um lado temos o espectro de Susie em paisagens bucólicas observando tudo aquilo que perdeu, é o drama e a fantasia de Um Olhar do Paraíso, a cor azul. Do outro, a trama continua a se mover. Sempre que Susie sai de cena o mistério da morte se intensifica; é o lado suspense do filme, a cor amarela. Para ligar as duas pontas há mementos no além, como a bola de borracha, a menina oriental ou as cenas submersas, servindo de pistas policialescas.

Embora sejam vistosos os efeitos visuais que Jackson saca para pontuar esses mementos de ligação, ele tem dificuldade em conciliar as duas metades do filme. Há quem diga que o diretor trata muito levemente um tema pesado - afinal, a menina de 14 anos que agora dança fora antes estuprada e esquartejada - mas no fundo a questão é anterior. O que pega é que Um Olhar do Paraíso parece mesmo dois filmes opostos. Quando se fundem, como na cena de amor no final, a estranheza é inevitável.

Talvez a intenção seja essa: demarcar tudo o que diferencia a Terra do além. Aqui embaixo, vivemos em simulacros de felicidade - a casa de bonecas, o mundo supostamente perfeito da snowball, os barcos nas garrafas. O shopping, em particular, e o subúrbio das casas idênticas, de modo geral, são versões ampliadas dessas redomas. Não por acaso um outro claustro, o cofre, é peça-chave no filme.

Já no além tudo é horizonte e luz infinita. Câmera sempre em movimento lateral, com música. Não há ironia quando uma outra fantasma diz para Susie: "É claro que tudo aqui é lindo, aqui é o paraíso". Se Jackson, criado no gore, desconfia da beleza e da perfeição que nos cerca - um laço vermelho gigante não impedirá uma menina de morrer de leucemia, frisa-se no começo do filme -, o paraíso é à prova do céticos, onde cafonices como rosas gigantes, coretos e amantes latinos são instantaneamente aceitos, um terreno que dispensa reflexão.

Não há ironia no paraíso, mas talvez haja na frase final de Susie, desejando "uma vida longa e feliz" para nós. Dentro desse filme onde tudo é bicolor, estar vivo, para Jackson, é o verdadeiro motivo de luto.

Tá em cartaz.

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Começa razoavelmente bem, o Jackson implantando com competência a atmosfera do filme, apesar de uma certa breguice no geral. A cena do Stanley Tucci com a Saoirse Ronan é ótima, tensa e bem atuada - e quando vc pensa que o filme irá decolar de vez a partir daí, ele sofre uma queda drástica e se perde completamente, só voltando a exibir qualidade similar em um ou outro momento.

Fiquei com a impressão do Jackson ter embarcado nesse projeto pelo seu tema (garota no paraíso), que dá maior espaço às peripécias habituais dele - e ele solta a franga mesmo, é CGI pra tudo quanto é lado e, mesmo nas cenas do "mundo real", há um cuidado metódico na parte estética. Nesse sentido, The lovely bones é um filme muito bonito de se ver, mas prolixo, mal escrito e tão raso quanto um pires (apesar dos esforços colossais do elenco, todos lutando pelos seus personagens, mas em vão).

Anyway, não cheguei a achar o desastre que já ouvi falar, mas é fraco mesmo.

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não entendi a afirmativa. mas eu disse isso porque ele já mexeu bem com temáticas espíritas: Almas Gêmeas, Espíritos e esse. Spilba com E.Ts e o Jackson com espíritos...

 

de todo modo, é um filme que pretendo assistir, mas praticamente sem expectativas, já que é do PJ.

bat2010-02-21 14:59:23

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Foto:%20AP

O produtor Steven Spielberg, a atriz Saoirse Ronan e o diretor Peter Jackson posam juntos na première de ''The lovely bones'', em Los Angeles[/quote']



Que???? Esse Oswaldo Montenegro aí é o PJ??????????????? O que aconteceu com o diretor gorduchinho barbudo simpático de O Senhor dos Anéis?????

 

Emagreceu para fazer King Kong em 2005... Vc está alguns anos atrasado.

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Vou ser um pouco do contra, mas gostei do filme. Tem sim vários furos, personagens mal desenvolvidos e Stanley Tucci caricato e lugar-comum (parece ter sido um ano fraco pra coadjuvantes, mas o também nunca indicado Alfred Molina poderia perfeitamente ocupar a vaga). Acho que aproveitei porque não fiquei com o noiômetro ligado reparando em defeitos.

Mas eu gostei, por exemplo, da irmã da Susie, uma menina meio estranha (até o cooper desajeitado dela me lembrou um pouco da Abgail Breslin em Little Miss Sunshine). Sei lá, fui com a cara dela, as vezes isso acontece. Também não me incomodei com o engodo de efeitos especiais, gostei da interação que o Jackson montou entre o mundo real e o "passageiro". A cena da vela, por exemplo, ficou simples porém eficaz.

 

A Saoirse também está muito bem, espero que vingue!

 

É um filminho nota 7 de pouca relevância (e que provavelemnte não vai durar muito na minha cabeça) mas agradável.

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Sim, peruca, também achei o Waltz excelente, só que 3 atuações boas não fazem um ano forte (no cenário de premiações).  O Tucci está ruim, e o Damon apenas ok. Ambos piores que o Alfred Molina, um ator que está na fila pra sua primeira indicação assim como o Tucci estava. 

Ainda não vi Os Mensageiros, vou tentar ver nesse fds.

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