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Forum Cinema em Cena

Paranóia (Disturbia)


-felipe-
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Depois de fazer sucesso nas bilheterias americanas chega por aqui Paranóia, estrelado por Shia LaBeouf (Transformers), David Morse (Dançando no Escuro) e Carrie-Anne Moss (Matrix). A história "lembra" Janela Indiscreta.

 

Sinopse: O adolescente Kale, desde que perdeu o pai, vive atormentado. Depois de uma briga no colégio e um surto de fúria, é condenado a 90 dias de prisão domiciliar. Sem ter muito o que fazer

dentro de casa, passa a observar a vizinhança junto com seus amigos

Ashley e Ronnie e começam a desconfiar que um dos vizinhos é um serial

killer.

 

O filme recebeu críticas positivas lá fora. Será que é realmente bom? Estréia no Brasil em 14 de setembro.

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  • 2 months later...
  • 2 weeks later...

PARANÓIA - 4/10 - Uma tentativa frustrada de "homenagear" o clássico "Janela Indiscreta" e um suspense medíocre direcionado ao público adolescente. Pouco criativo e nada inteligente, o filme conta com personagens desinteressantes, mesmo que, ainda assim, o carisma de Shia LeBeouf consiga conferir certa vida ao projeto. Uma perda de tempo !!!Thiago Lucio2007-09-06 10:13:42

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"Janela Indiscreta" em versão moderna e digital. Merchandising puro de todos os vícios tecnológicos de hoje: filmadoras, Ipods, Itunes, Games em rede, etc. Em vinte anos o filme vai servir como lembrança retrô dos anos 00 06

 Não chega aos pés do original, mas ainda assim é um bom divertimento assistível. Shia LeBeouf está ótimo, e é curioso ver Carrie-Ane Moss como uma mãe suburbana.
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Paranóia (Disturbia, EUA, 2007) Dir.: D.J. Caruso. Com: Shia LaBeouf, David Morse, Carrie Ann-Moss, Sarah Roemer e Aaron Yoo.

 

Apesar de descambar para um terceiro meio que decepcionante (depois de tanto investimento, a minha espectativa não compatiu com o resultado final), Paranóia é um bom exemplar do gênero terror. Utilizando um lugar pequeno para passar sua história, o filme preocupa-se na criação do mito e afins e acaba se tornando assistível. Nada demais, mas que funciona isso não posso negar. Para começar, Shia LaBeouf está surpreendente. O ator mostra-se promissor, a forma com que demonstra rebeldia de Kale, seu tédio, tudo, acaba aproximando do espectador pois todo adolescente sente/sentiu a mesma coisa que ele: quem já não ficou a fim da vizinha gostosa? Ou sentiu-se desprezado por amigos e família em função da solidão que vive em sua casa? E isso importa e muito! David Morse investe em olhares congelados e expressões fechadas, ao mesmo tempo em que mostra-se amigável (e tá de brinquinho até. rsrs), tornando o assassino passível de inocência. Quanto ao trabalho do diretor D.J. Caruso (do horroso Roubando Vidas e do fraquíssimo Tudo Por Dinheiro), mostra-se competente. A forma com que estabelece uma identidade a Kale através de coisas triviais, ao mesmo tempo em que insere piadas sobre coisas de adolescente (vide a cena na lavanderia) é eficaz e o diretor imprime tensão em várias partes (com auxílio da montagem, claro). Porém o filme parece pular abruptamente no tempo, quando na verdade só se passa algumas horas ou apenas um dia: a suspeita de Kale surge de maneira inusitada e ridícula até, bem como seu novo hobby de espionar a vida das pessoas. Mesmo assim, vale uma conferida. Ao menos para apreciar o marco que foi Janela Indiscreta até os dias de hoje.

 

Nota: smiley10.gifsmiley10.gifsmiley10.gif
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  • 1 month later...
  • 3 weeks later...

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Há um certo exagero nas comparações com Janela Indiscreta do Hitch, mas é inegável que Paranóia tem seu charme. Achei muito legal a forma como o roteiro aborda a experiência de alguém ficar confinado (especialmente no caso, um adolescente) em casa, mesmo com todas as tranqueiras modernas à mão (por um certo tempo) é angustiante "não ter nada para fazer" e o filme desenvolve isso de forma satisfatória, adorei a parte que personagem do Shia LaBeouf cai naquele buraco cheio de cadáveres me lembrei imediato da angústia em cena semelhante de Poltergeist, aliás todas as cenas dentro da casa do personagem de David Morse são muito boas. No entanto o final é adocicado e ficou um sentimento de que o filme podia ir um pouco mais do que os 90 minutos...

 

 

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Eu achei que ia gostar (me divertir) mais. Tem até uma narrativa legal, como essa parte da confinação  que o Nacka falou, mas a condução do terceiro ato arruinou o filme pra mim, não só o final em si. Depois de Transformers não achei lá grande coisa no LaBeoulf aqui tbm.

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