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Forum Cinema em Cena

Blade Runner (Ridley Scott, 1982/1992/200


Marty
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A torre do prédio que vemos no sobrevôo no início de Blade Runner é bem parecida mesmo com a Torre de Babel do filme Metropolis do Fritz Lang sem tirar e nem por.  Eu ia até comentar isto aqui algum dia, mas estou ainda para ver a versão definitiva do Metropolis que comprei para visualizar com mais calma isto ai.

 

Sem falar que a Torre da Tyrell Corporation, me lembra e muito um zigurate.

 

360px-Metropolis-new-tower-of-babel.jpg

 

metropolis_architectural_sketch_1.jpg

 

25aniv2.jpg

 

high_view.jpg 

 

Tyrell Corporation

 

blade%20runner

275px-Bladerunner_tyrellbuilding.jpg

BR.Tyrell.corp.building.jpg

 

Zigurate

 

zigurate%5B1%5D.jpg

 

Ancient_ziggurat_at_Ali_Air_Base_Iraq_2005.jpg
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Na verdade todos os predios inspiraram-se nas Torres de Babel que eram ziguratts ou algum tipo de piramide ou obelisco. Até Brasilia teve uma inspiração maçônica baseada nos templos egipcios de Amenofis IV (Akenaton em Heliópolis) e , claro, com os conhecimentos segredos de JK e o arquiteto Oscar Niemeyer.

George Lucas, esperto em mitologia graças ao seu amigo Joseph Campbel, fez seu robô R2D2 igual ao do filme METROPOLIS ... quase...

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Na verdade todos os predios inspiraram-se nas Torres de Babel que eram ziguratts ou algum tipo de piramide ou obelisco. Até Brasilia teve uma inspiração maçônica baseada nos templos egipcios de Amenofis IV (Akenaton em Heliópolis) e ' date=' claro, com os conhecimentos segredos de JK e o arquiteto Oscar Niemeyer.

George Lucas, esperto em mitologia graças ao seu amigo Joseph Campbel, fez seu robô R2D2 igual ao do filme METROPOLIS ... quase...

[/quote']

 

Sim é verdade, vários prédios tiveram inspiração em Torres de Babel. Mas a semelhança com está você encontra em vários lugares um comentário a respeito disto.  Quando achei estas imagens já tinha vários blogs e sites que faziam à mesma comparação. Então a coisa ficou uma impressão forte a ser notada mesmo.

<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Aproveitando a idéia de filmar Metropolis veio depois que Fritz Lang visitou Nova York. Deve ser daí que ele remeteu a idéia de uma cidade cosmopolita como Metropolis e de que abusa das suas mãos de obras para fazer a própria cidade funcionar. Vale lembrar que muitos homens que trabalhavam na construção civil na época, eram posteriormente dispensados e deixados a míngua na terrível crise econômica que se estendia em vários setores da sociedade.

 

De fato o robô de SW foi inspiração para C3PO e não R2D2? Você quis dizer C3PO?

 

maria-large.jpg

 

022306metropolis.jpg

 

z804921N.jpg

 

c3po_and_r2d2.jpg
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  • 2 weeks later...
[dentões]

Ridley Scott estréia "Blade Runner: The Final Cut" no Festival de Veneza

Eliseo García Nieto
Veneza (Itália)' date=' 1 set (EFE).- Vinte e cinco anos depois da
estréia de "Blade Runner" e após quatro versões, o diretor sir
Ridley Scott estar satisfeito com a última montagem do filme
transformado em mito e que, ao contrário dos robôs humanóides que a
protagonizam, os replicantes, parece ter vida eterna.

Assim garantiu o cineasta britânico, que completa 70 anos em
novembro, na entrevista coletiva de apresentação do filme exibido
fora de competição no 64º Festival Internacional de Veneza, ao ser
perguntado pelo produtor da edição em DVD, Charles de Lauzirika, se
estava contente com o resultado final.

Scott afirmou que ao ver peças publicitárias e vídeos musicais se
deu conta que "'Blade Runner' estava tendo uma influência muito
forte nas novas gerações".

Além disso, "é uma obra artística" que "influiu muito no mundo da
moda e também arquitetos de prestígio, que disseram que o filme
tinha mudado seus conceitos", acrescentou.

Com o título de "Blade Runner: The Final Cut" (a montagem final),
esta versão definitiva foi exibida pela primeira vez hoje em Veneza,
em um dia ensolarado e com a praça de São Marcos e as gôndolas a
distância.

Uma paisagem que não podia ser mais diferente da obscura, caótica
e tecnológica Los Angeles do ano 2019 no qual o filme é ambientado,
uma mistura de cinema noir e ficção científica existencialista
repleta de metáforas religiosas.

Para os que viram a versão anterior, "Blade Runner: The
Director's Cut" (a montagem do diretor), de 1992, a nova apresenta
pequenas inovações que não alteram o espírito do filme, como ocorreu
com o original, de 1982.

A versão de 2007 apresenta planos que contribuem para perfilar os
personagens e suas relações, especialmente a do policial e a
personagem interpretada pela atriz Sean Young, assim como alguns
ajustes na inesquecível trilha sonora composta por Vangelis.

Outros planos que nunca convenceram Scott foram retocados graças
à tecnologia digital.

Entre eles, explicou Lauzirika à agência Efe, estão a inclusão do
rosto da atriz Joanna Cassidy na seqüência da perseguição de sua
personagem, onde antes era possível perceber a presença uma dublê na
cena.

Também foi modificado o vôo da pomba que finaliza o famoso
monólogo final do ator Rutger Hauer, presente hoje na entrevista
coletiva e cujas "naves em chamas além de Órion" ficaram marcadas na
mente de várias gerações.

"Poucos trabalhos me deram tanta satisfação e prazer", ressaltou
hoje Hauer sobre a produção baseada no romance "Os andróides sonham
com ovelhas elétricas?", de Philip K. Dick, sobre um grupo de
replicantes - robôs de aspecto humano com vida limitada a quatro
anos - que se rebelam e devem ser exterminados por Ford.

"É difícil explicar porque foi tão difícil a rodagem", mas o
certo é que "quando o filme foi finalizado e foram realizados as
exibições prévias, o resultado foi ruim e alguns críticos me
massacraram", lembrou hoje Scott.

Os produtores concordaram com Scott em eliminar um plano no qual
Ford sonhava com um unicórnio - chave para entender o personagem -,
gravar uma locução que explicasse seus pensamentos durante todo o
longa e procurar um final feliz.

Sobre isso, o diretor de "Alien" afirmou hoje que fez "ajustes
porque havia coisas que não funcionavam bem".

Em relação ao futuro da sétima arte, o diretor disse não ter
idéia dos rumos do cinema e comentou que não é contra a onda de
segundas partes de filmes de sucesso em Hollywood, porque "são
divertidas, e isto é uma indústria".

[/quote']

 

Interessante... Mas e a cena do unicórnio, foi ou não eliminada? E afinal de contas, vão lançar comercialmente a Final Cut nos cinemas aqui no Brasil?
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Bade Runner PRECISA da cena do unicórnio para funcionar. Na época da primeira montagem, tanto Ridley quanto Harrison deserdaram o filme, dizendo que não foi aquilo que foi idealizado. Nada de final feliz, com o casal passeando de nave pela floresta... nada de off do Deck... Por isso o segundo lançamento tem o subtítulo de Director´s cut. É óbvio que O personagem de Harisson é um replicante. O sonho com o unicórnio que ele tem ao apagar sentado ao piano é linkado com o origami de um unicórnio que o deck acha no chão, enquanto escuta a voz de Olson em off dizendo " É pena que ela não vá viver por muito tempo. Mas quem vai?" acabou. É isso. Não há dúvida. Quanto a fazer comparações entre Blade Runner e certos outros filmes que a turma tem dito aí, FALA SÉRIO. BR já virou referência ha tempos.Viva o cinema de sci- fi!05

dragoman22007-11-17 23:10:31
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  • 8 months later...

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Ridley Scott tece aqui um sombrio conto onde não é possível distinguir quem é humano e quem é máquina, pelo menos num primeiro momento. Dessa premissa anacrônica, Blade Runner lança a questão existencial na qual o ser humano leva a pensar se ele é o que é mesmo ou se é outra coisa. Alguns já disseram que Matrix é melhor que este aqui, o que discordo veementemente. Além de serem dois filmes completamente distintos, Matrix discute a relação do indivíduo com o meio. Mas o indivíduo ali tem plena certeza do que ele é. Em Blade Runner essa certeza não existe. As lembranças, as experiências, as emoções e o intelecto, a própria ALMA podem ser implantes feitos na sua cachola, mas pertencem a outro.

 

Ao colocar máquinas lutando pela sua sobrevivência, tentando evitar a morte a qualquer custo (mesmo que precisem tirar outras vidas no processo), Scott se lança em terreno ousado que nunca mais trilhou no resto de sua filmografia, ao retratar um mundo na qual andróides são mais humanos que os próprios humanos, desumanizados em uma sociedade corrupta, sombria, decadente, em referência clara a 2001, de Kubrick. E ao fazer isso Scott dá uma lição de valor à vida como o melhor cinema de ficção deve mostrar.

 

A versão final é tão somente a versão internacional + a versão do diretor com algumas melhoras aqui e ali. Para quem conheceu Blade Runner somente pela versão de cinema ou a versão do diretor e não gostou, vale dar uma conferida nesta versão definitiva (que agora sim está redondinha).

 

5/5

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Prefiro a versão internacional. Pra mim, as narrações em off dão um belo clima noir ao filme (embora foram usadas com excesso, admito). Isso fica bem patente nos minutos finais, quando os comentários de Deckard (na primeira versão) dão outra interpretação ao destino de todos. Sem os comentários (na versão final), a cena fica meio vazia, tipo filme-de-arte-que-quer-se-mostrar (pelo menos foi o que achei).

 

Minha nota para ambas as versões é 4 / 5. É um ótimo filme, mas é superestimado 03

 

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Prefiro a versão internacional. Pra mim' date=' as narrações em off dão um belo clima noir ao filme (embora foram usadas com excesso, admito). Isso fica bem patente nos minutos finais, quando os comentários de Deckard (na primeira versão) dão outra interpretação ao destino de todos. Sem os comentários (na versão final), a cena fica meio vazia, tipo filme-de-arte-que-quer-se-mostrar (pelo menos foi o que achei).

Minha nota para ambas as versões é 4 / 5. É um ótimo filme, mas é superestimado 03
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Discordo completamente. Não há nada errado com um "filme-de-arte-que-quer-se-mostrar", um filme quer é se mostrar mesmo, é pra isso que ele existe.
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Prefiro a versão internacional. Pra mim' date=' as narrações em off dão um belo clima noir ao filme (embora foram usadas com excesso, admito). Isso fica bem patente nos minutos finais, quando os comentários de Deckard (na primeira versão) dão outra interpretação ao destino de todos. Sem os comentários (na versão final), a cena fica meio vazia, tipo filme-de-arte-que-quer-se-mostrar (pelo menos foi o que achei).

 

Minha nota para ambas as versões é 4 / 5. É um ótimo filme, mas é superestimado 03

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Não sou o único que acha que Blade Runner é superestimado... Obrigado Senhor!!!0506

06

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Prefiro a versão internacional. Pra mim' date=' as narrações em off dão um belo clima noir ao filme (embora foram usadas com excesso, admito). Isso fica bem patente nos minutos finais, quando os comentários de Deckard (na primeira versão) dão outra interpretação ao destino de todos. Sem os comentários (na versão final), a cena fica meio vazia, tipo filme-de-arte-que-quer-se-mostrar (pelo menos foi o que achei).

 

Minha nota para ambas as versões é 4 / 5. É um ótimo filme, mas é superestimado 03

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Discordo completamente. Não há nada errado com um "filme-de-arte-que-quer-se-mostrar", um filme quer é se mostrar mesmo, é pra isso que ele existe.

 

Concordo..o filme está na tela pra ser visto mesmo, se mostrar caberia em algo dito como "gratuito" que está alí sem sentido, só para aparecer. Mas em BR nãio vejo nada de gratuito, como disse o Dook o filme é redondo, sem reberbas...

 

Qtos á narração em off, é bacana, mas prefiro sem...as imagens dizem muito mais que as palavras...

 

 

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Assistir Blade Runner é uma sensação indescritível, a forma como Ridley Scott criou cada tomada torna “revisitar” o filme uma experiência nova toda vez. Nas atuações destaque, óbvio, para Rutger Hauer, espetacular com o replicante Roy Batty. Que não é o “vilão da história”, ele simplesmente quer viver mais. Prefiro as versões sem o final “feliz”, sem as certezas. Superestimado Blade Runner?! Não concordo. Um filme que continua relevante e atual depois de 26 anos não pode ser considerado nada menos do que imprescindível para qualquer pessoa que goste de cinema, e que aprecie uma obra profunda e que faça pensar a respeito dos questionamentos levantados. Sempre vale a pena rever esses personagens e o futuro concebido por Ridley Scott ao som de Vangelis.

 

Blade Runner (todas as versões) = 10/10 1010101010
R. Deckard2008-07-26 10:02:19
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As versões para cinema (1982) tem o final "feliz", utilizando imagens de montanhas do filme O Iluminado, e a narração em off. A do diretor (1992) não possui esse final, deixando no ar algumas perguntas. A versão final, como disse o Dr. Calvin, é a internacional + diretor. Blade Runner $ 32,768,670 nos EUA com lançamento em 1,325 cinemas (fonte: boxofficemojo). Entretanto, qual a importância da bilheteria em se tratando de um dos filmes mais significativos da história do cinema. Blade Runner estava a frente ao seu tempo na época de seu lançamento por isso não conseguiu a aceitação merecida de crítica e público. Seu lançamento também foi prejudicado pela forma que foi "vendido" para o público, todos esperavam "o novo filme de ação de Harrison Ford". E Blade Runner é tudo, menos "apenas um filme de ação". Esta busca incessante por recordes de bilheteria e lucro está acabando com o cinema, o que é importa é a qualidade.

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Blade Runner superestimado só se for a versão original... que ainda sim seria um clássico. Agora, a versão de diretor chega a beira do irretocável. Todos os questionamentos humanos são elevados a enésima potência... sem falar no final que dá sem dó o nó definitivo em nossas cabeças. Ainda não vi a Versão do Diretor 2 - Agora Vai!, estou curioso... embora não tenha idéia de como este filme ainda pode melhorar...

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Na verdade a impressão que tenho, toda vez que assisto é que o pprio diretor não tinha noção de como o filme ficaria depois de pronto, como se o filme tivesse sendo criado, tomando o formato que formou, sei lá como... aff!

 

By the way, me pareceu que o diretor  optou focar no duelo (filosófico?) entre o ser humano e o ser criado (vide dialogo de Deckard e Batty ).

 

Talvez este seja o melhor filme de ficção pq não depende de efeitos especiais fantásticos.

As cenas que nos lembram de que se trata de um filme de ficção são poucas, embora sejam visualmente fantásticas, tipo a dos prédios.

 

Anyway, se há a suspeita de que Deckard tb seja um replicante, onde está a deiferença entre ele e Roy?
MariaShy2008-07-27 12:49:07
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Nunca tinha assistido o filme. Baixei a Final Cut este mês e assisti pela primeira vez. Amei o filme! 10

 

Já li sobre as diferenças entre as várias versões e me parece que essa é realmente a melhor, sem falar que é a que tem a melhor imagem disponível.

 

Pretendo comprar o Blu-Ray com 5 discos que está a venda na Amazon por US$ 24,95. Só não tenho onde tocar mas já garanto o meu.. 05

 

Na versão em DVD com 3 discos lançada aqui no Brasil limaram o disco 4 com extras antigos (documentários da época, cenas deletadas) e o disco 5 que contém a versão Workprint, que dizem ser a mais diferente de todas.

 

 

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  • 2 weeks later...
  • 4 weeks later...
Prefiro a versão internacional. Pra mim' date=' as narrações em off dão um belo clima noir ao filme (embora foram usadas com excesso, admito). Isso fica bem patente nos minutos finais, quando os comentários de Deckard (na primeira versão) dão outra interpretação ao destino de todos. Sem os comentários (na versão final), a cena fica meio vazia, tipo filme-de-arte-que-quer-se-mostrar (pelo menos foi o que achei).

Minha nota para ambas as versões é 4 / 5. É um ótimo filme, mas é superestimado 03
[/quote']

Não sou o único que acha que Blade Runner é superestimado... Obrigado Senhor!!!0506
06

 

Neste coro faltam mais integrantes...

 

Eu não vejo como pode, um filme que divide o gênero, no clássico antes e depois, ser considerado superestimado. BR é redondinho e ainda assim à frente do seu tempo (nem estou falando das traquitanas do filme e sim dos questionamentos que ele evoca). Adorei a inquietação do diretor com as muitas versões de sua obra, aliás há que se louvar isso no Ridley Scott, entusiasta do dvd ele sempre procurou fazer de cada filme no formato, um espetáculo para os fãs.

 

 

 

 
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  • 10 months later...

Visto o Final Cut. Não vi muitas diferenças desta versão pro Director's Cut, mas achei essa melhor. Alguns cortes são bem vindos e pequenos erros de continuidade foram ajustados. A fotografia realçada foi a melhor melhoria desta versão. Scott, apesar de afirmar que Deckard é um replicante, deixou esta versão ainda mais ambígua, com Deckard acordado durante a cena do unicórnio (o que pode ser um sonho ou a ilusão de de bebâdo) e a referência a mais um replicante retirada.

 

PS: Reparei que Deckard só é citado pelo sobrenome. Nenhuma referência ao tal "Rick" que todo mundo diz. De onde saiu essa informação? Do livro?

 

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