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Crash - No Limite


Beckin
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AI VAI UMA CRÍTICA DE CRASH DO JORNAL DO COMMERCIO:

"Crítica
Crash

Kleber Mendonça Filho
Do Jornal do Commercio

Existe um tipo bem ruim de cinema que é aquele que se acha importante, dotado de uma vontade de tecer comentários sobre a sociedade que revelam uma real natureza da má arte. Não são apenas filmes que padecem desse mal, a auto-importância existe em todos os lugares, e a arte é cheia dela. Crash (EUA, 2005), filme de Paul Haggis, é uma dessas obras. Finda a sessão, fica a impressão de termos visto material para 10 edições do Bandeira 2 condensadas em duas horas de filme, vitimando uma dezena de personagens de Los Angeles durante um período de 48 horas. O mote aqui é "racismo", e o filme irá marretar isso na sua cabeça até você pedir perdão por todo e qualquer pecado, passado e futuro.

Haggis que, incrivelmente, escreveu o exemplo de delicadeza que é Menina de Ouro, de Clint Eastwood, nos dá uma obra que não poderia ser mais distinta em tom, provando que é mesmo o diretor quem faz um filme. Com a sutileza de uma ambulância com luzes piscando e sirenes gritando, ele parece ter partido para investir no mercado de prêmios ecumênicos cinema a fora, reutilizando peças avulsas de três outros filmes (melhores) que provavelmente o impressionaram muito: Short Cuts - Cenas da Vida (1995), de Robert Altman, Magnólia (1999), de PT Anderson, e Amores Brutos (1999), de Alejandro Iñaritu.

Temos um grupo de personagens (dez? quinze?) espalhados na tela larga do filme que vão e vêm numa área específica de Los Angeles, todos, de alguma forma, afetados por questões raciais e pela luta de classes.

O tema em si é interessante, e brasileiros poderão identificar alguns dos medos, conflitos e choques apresentados, muito embora o tom épico e obeso do filme crie uma atmosfera de zoológico muito pouco real. Cada personagem passa ali na frente não como um ser humano, mas como um espécime criado artificialmente para interagir num ambiente racialmente tenso, num filme sem qualquer noção de sutileza. Crash e seu tom tem aquela qualidade "tim tim por tim tim" que te promete que nada vai deixar de ser explicado.

Há o casal branco racista da classe alta (Sandra Bullock de megera, Brendan Fraser de político) que é assaltado por dois negros, assaltantes que reclamam de como brancos parecem ter medo deles, na rua. Há o tira negro cansado e racista (Don Cheadle), obrigado a lidar com a sujeira humana da cidade, chamando sua amante porto-riquenha (Jennifer Esposito) de mexicana na rua e, na cama, de branca. Temos um outro tira (Matt Dillon), racista branco praticante revoltado com o tratamento dado ao seu pai. É um cara tão grosso que seu parceiro de ronda (Ryan Philippe) pede para trabalhar só.

Temos um dono de mercearia de origem muçulmana, um casal negro socialmente bem instalado e, talvez por isso, tentando levar o preconceito numa boa, sem conseguir. Ele é diretor de TV num grande Hollywood studio, ela (Thandie Newton) uma esposa que duvida do senso de honra do marido.

Como um ambicioso anúncio da Benetton, Crash (que significa "batida de carro") nos dá personagens que representam todo o espectro racial que compõe a sociedade americana, talvez com a exceção de seres extraterrestres. Se você sentia falta de orientais, eis que chega um carregamento deles, numa van, o breve comentário sobre imigração ilegal nos EUA.

Ao som de uma trilha sonora irritante que parece querer que a platéia dê as mãos numa espécie de liturgia cine-social, Haggis trabalha para que cada um tenha um momento preto, e, mais na frente, um momento branco, ou vice-versa. Ou seja, diferente do produto hollywoodiano comum onde personagens são ou pretos, ou brancos (vilões ou mocinhos) o tempo todo, Crash nos dá personagens totalmente pretos, e totalmente brancos como prova de equilíbrio, perdendo, do mesmo jeito, as tonalidades de cinza entre uma coisa e outra. É a maior coleção de Drs. Jekylls e Mr. Hydes já vista num só filme auto-importante sobre gente e sociedade, e este seria o grande trunfo desse filme tão pseudo-tudo.

Cenas constrangedoras como a de Bullock se confessando com a sua empregada chicana têm um teor humano brega, num filme que força tanto a barra de uma barra que já está tão forçada. Deve ser um dos destaques do Oscar 2006.

PS: que final é aquele?


smiley36.gifsmiley36.gifsmiley36.gif FINAL A LÁ MAGNOLIA, COM DIREITO A MUSIQUINHA PASSANDO POR TODOS OS PERSONAGENS E NO LUGAR DE CHUVA DE SAPOS, NEVE!!! 

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A batalha da mídia especializada já começou. De um lado' date=' Kenneth Turan, Sacha Stone, Nikki Finke, Andrew Pulver (do inglês The Guardian), os críticos que escolheram Crash o pior filme do ano e dezenas de sites de cinéfilos, todos lamentando o caminho seguro, porém pobre de espírito, da AMPAS ao escolher Crash como o Melhor Filme, em detrimento de Brokeback Mountain.

Do outro lado... Roger Ebert. E só ele mesmo. Segundo ele, "Brokeback Mountain é um filme maravilhoso, dos melhores do ano passado. Mas Crash é melhor".

Sacha Stone gentilmente pediu a ele para "avisar" da superioridade de Crash a esse pessoal aqui:

The Producers Guild (PGA)
The Directors Guild (DGA)
The LA Film Critics and the NY Film Critics
BAFTA
Boston Society of Film Critics
Broadcast Film Critics
Dallas Fort Worth
London Film Critics
Golden Globes
San Francisco Film Critics
Southeastern Film Critics
Vancouver Film Critics
WGA

E ela ainda esqueceu o Independent Spirit Awards e Veneza.

Esse comportamento já era esperado, vez que Roger Ebert fez campanha para Crash desde o início. Assim como Oprah Winfrey, que foi convidada a se retirar de uma loja da Hermes em razão de estar ocorrendo uma festa particular e ela não ter sido convidada, mas achou que tinha sido chutada por ser negra e passou a trombetear Crash como a solução para os conflitos raciais. "Vejam o filme, ele vai mudar as suas vidas"!

Se ela tivesse alguma visão, teria percebido que os brancos racistas de Crash sempre têm um lado bom, ou escusas para o seu comportamento. Teria visto que não há um só personagem que tenha profundidade ou espessura maior que uma cartolina. E que a única personagem que teria alguma correlação verdadeira com a realidade, justamente a perua branca interpretada por Sandra Bullock, miraculosamente vê a luz no final do filme, após tombar na escada e ser ajudada (vejam só!), por sua mucama hispânica, dócil como um cordeiro e que sempre foi sua melhor amiga, apesar de ser tratada como um pano de chão. Como diria Paul Haggis, tudo está bem quando acaba bem. Com flocos de neve caindo, de preferência.

Mas, como muito melhor disse Kenneth Turan, o espelho que Crash oferece é muito mais aceitável que o de Brokeback Mountain. Palmas para a AMPAS. Ela merece!

[/quote']

"Vai mudar suas vidas" é ótimo. smiley36.gif

"Malhação" tenta mudar vidas de jeito parecido há anos. E aí, alguém? smiley36.gif

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Hipócrita' date='[/quote']

Desenvolva

mesquinho' date='[/quote']

Desenvolva

insuportável

Oh yeah' date=' baby... suck my dick now!

chorão

Manhêêê... smiley36.gif

mimado

Nem ofender vc sabe... o desespero é tanto que vomita o primeiro chiste que lhe vem à mente... continue tentando infante...

Negrito: HAHAHHAHAHAHAHAHHAHA!

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AI VAI UMA CRÍTICA DE CRASH DO JORNAL DO COMMERCIO:

"Crítica
Crash

Kleber Mendonça Filho
Do Jornal do Commercio

Existe um tipo bem ruim de cinema que é aquele que se acha importante, dotado de uma vontade de tecer comentários sobre a sociedade que revelam uma real natureza da má arte. Não são apenas filmes que padecem desse mal, a auto-importância existe em todos os lugares, e a arte é cheia dela. Crash (EUA, 2005), filme de Paul Haggis, é uma dessas obras. Finda a sessão, fica a impressão de termos visto material para 10 edições do Bandeira 2 condensadas em duas horas de filme, vitimando uma dezena de personagens de Los Angeles durante um período de 48 horas. O mote aqui é "racismo", e o filme irá marretar isso na sua cabeça até você pedir perdão por todo e qualquer pecado, passado e futuro.

Haggis que, incrivelmente, escreveu o exemplo de delicadeza que é Menina de Ouro, de Clint Eastwood, nos dá uma obra que não poderia ser mais distinta em tom, provando que é mesmo o diretor quem faz um filme. Com a sutileza de uma ambulância com luzes piscando e sirenes gritando, ele parece ter partido para investir no mercado de prêmios ecumênicos cinema a fora, reutilizando peças avulsas de três outros filmes (melhores) que provavelmente o impressionaram muito: Short Cuts - Cenas da Vida (1995), de Robert Altman, Magnólia (1999), de PT Anderson, e Amores Brutos (1999), de Alejandro Iñaritu.

Temos um grupo de personagens (dez? quinze?) espalhados na tela larga do filme que vão e vêm numa área específica de Los Angeles, todos, de alguma forma, afetados por questões raciais e pela luta de classes.

O tema em si é interessante, e brasileiros poderão identificar alguns dos medos, conflitos e choques apresentados, muito embora o tom épico e obeso do filme crie uma atmosfera de zoológico muito pouco real. Cada personagem passa ali na frente não como um ser humano, mas como um espécime criado artificialmente para interagir num ambiente racialmente tenso, num filme sem qualquer noção de sutileza. Crash e seu tom tem aquela qualidade "tim tim por tim tim" que te promete que nada vai deixar de ser explicado.

Há o casal branco racista da classe alta (Sandra Bullock de megera, Brendan Fraser de político) que é assaltado por dois negros, assaltantes que reclamam de como brancos parecem ter medo deles, na rua. Há o tira negro cansado e racista (Don Cheadle), obrigado a lidar com a sujeira humana da cidade, chamando sua amante porto-riquenha (Jennifer Esposito) de mexicana na rua e, na cama, de branca. Temos um outro tira (Matt Dillon), racista branco praticante revoltado com o tratamento dado ao seu pai. É um cara tão grosso que seu parceiro de ronda (Ryan Philippe) pede para trabalhar só.

Temos um dono de mercearia de origem muçulmana, um casal negro socialmente bem instalado e, talvez por isso, tentando levar o preconceito numa boa, sem conseguir. Ele é diretor de TV num grande Hollywood studio, ela (Thandie Newton) uma esposa que duvida do senso de honra do marido.

Como um ambicioso anúncio da Benetton, Crash (que significa "batida de carro") nos dá personagens que representam todo o espectro racial que compõe a sociedade americana, talvez com a exceção de seres extraterrestres. Se você sentia falta de orientais, eis que chega um carregamento deles, numa van, o breve comentário sobre imigração ilegal nos EUA.

Ao som de uma trilha sonora irritante que parece querer que a platéia dê as mãos numa espécie de liturgia cine-social, Haggis trabalha para que cada um tenha um momento preto, e, mais na frente, um momento branco, ou vice-versa. Ou seja, diferente do produto hollywoodiano comum onde personagens são ou pretos, ou brancos (vilões ou mocinhos) o tempo todo, Crash nos dá personagens totalmente pretos, e totalmente brancos como prova de equilíbrio, perdendo, do mesmo jeito, as tonalidades de cinza entre uma coisa e outra. É a maior coleção de Drs. Jekylls e Mr. Hydes já vista num só filme auto-importante sobre gente e sociedade, e este seria o grande trunfo desse filme tão pseudo-tudo.

Cenas constrangedoras como a de Bullock se confessando com a sua empregada chicana têm um teor humano brega, num filme que força tanto a barra de uma barra que já está tão forçada. Deve ser um dos destaques do Oscar 2006.

PS: que final é aquele?


smiley36.gifsmiley36.gifsmiley36.gif FINAL A LÁ MAGNOLIA, COM DIREITO A MUSIQUINHA PASSANDO POR TODOS OS PERSONAGENS E NO LUGAR DE CHUVA DE SAPOS, NEVE!!! 

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Já tinha postado a crítica do KMF aqui... Ela resume bem o que penso deste filmeco...

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A batalha da mídia especializada já começou. De um lado' date=' Kenneth Turan, Sacha Stone, Nikki Finke, Andrew Pulver (do inglês The Guardian), os críticos que escolheram Crash o pior filme do ano e dezenas de sites de cinéfilos, todos lamentando o caminho seguro, porém pobre de espírito, da AMPAS ao escolher Crash como o Melhor Filme, em detrimento de Brokeback Mountain.

Do outro lado... Roger Ebert. E só ele mesmo. Segundo ele, "Brokeback Mountain é um filme maravilhoso, dos melhores do ano passado. Mas Crash é melhor".

Sacha Stone gentilmente pediu a ele para "avisar" da superioridade de Crash a esse pessoal aqui:

The Producers Guild (PGA)
The Directors Guild (DGA)
The LA Film Critics and the NY Film Critics
BAFTA
Boston Society of Film Critics
Broadcast Film Critics
Dallas Fort Worth
London Film Critics
Golden Globes
San Francisco Film Critics
Southeastern Film Critics
Vancouver Film Critics
WGA

E ela ainda esqueceu o Independent Spirit Awards e Veneza.

Esse comportamento já era esperado, vez que Roger Ebert fez campanha para Crash desde o início. Assim como Oprah Winfrey, que foi convidada a se retirar de uma loja da Hermes em razão de estar ocorrendo uma festa particular e ela não ter sido convidada, mas achou que tinha sido chutada por ser negra e passou a trombetear Crash como a solução para os conflitos raciais. "Vejam o filme, ele vai mudar as suas vidas"!

Se ela tivesse alguma visão, teria percebido que os brancos racistas de Crash sempre têm um lado bom, ou escusas para o seu comportamento. Teria visto que não há um só personagem que tenha profundidade ou espessura maior que uma cartolina. E que a única personagem que teria alguma correlação verdadeira com a realidade, justamente a perua branca interpretada por Sandra Bullock, miraculosamente vê a luz no final do filme, após tombar na escada e ser ajudada (vejam só!), por sua mucama hispânica, dócil como um cordeiro e que sempre foi sua melhor amiga, apesar de ser tratada como um pano de chão. Como diria Paul Haggis, tudo está bem quando acaba bem. Com flocos de neve caindo, de preferência.

Mas, como muito melhor disse Kenneth Turan, o espelho que Crash oferece é muito mais aceitável que o de Brokeback Mountain. Palmas para a AMPAS. Ela merece!

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"Vai mudar suas vidas" é ótimo. smiley36.gif

"Malhação" tenta mudar vidas de jeito parecido há anos. E aí, alguém? smiley36.gif

Eu sei que é ridículo, mas eu não estou exagerando. Oprah Winfrey disse isso mesmo. Ela chegou ao cúmulo de afirmar que, pela sua "mensagem social", Crash deveria estar na estante de todo lar americano. Pode?

Por outro lado, uma ativista americana em favor dos direitos dos negros nos EUA (cujo nome não me recordo) lembrou que, em Crash, não há uma só negra que não tenha a sua imagem degradada: ou é bêbada e seviciada (Thandie Newton), ou é drogada (a mãe do policial interpretado por Don Cheadle) ou é burra e preconceituosa (a atendente do serviço social, que solta a pérola "só fale comigo em 'americano!"). Ela está certa.

Não chama a atenção de vocês o fato de que o policial racista que bolina Newton não só não é punido, como é humanizado e mesmo louvado no filme?

Crash, que se diz uma crítica ao racismo, não passa de uma confirmação de estereótipos da América branca. Mas o faz insidiosamente, e é isso que torna o filme tão perigoso. Além de ser, cinematograficamente falando, um desastre de proporções michaelbayanas.

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Que baxaria hein... do Crash jah foi pro chingamento pessoal. Perdeu a graça de visitar esse tópico. Fui. Agente se encontra em outros aí... mas nunca se esqueçam' date=' em especial vc CONDE DUKE

and the Oscar goes to...
Crash
smiley32.gifwinner.gif

3
 Winner OSCAR®
including
BEST PICTURE

[/quote']
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Eu desenvolvo...

Crash é um filme com um roteiro impecável, onde tudo se entrelaça. Muito bem escrito. Mostra a realidade na cidade de LA. Mostra o comportamento humano e tudo que é preciso para fazer-nos pensar duas vezes antes de definir algo que pensamos.

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Putz' date=' cadê o sr. Maul e seus acompanhantes adoradores de Crash nessas horas?

 

[/quote']

Está no tópico de "King Kong", se achando no direito de me fazer uma coleção de perguntas sendo que ele fez questão de não responder dezenas minhas, inclusive naquele tópico. E, claro, auxiliado pelo discípulo folquinês.

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Este tópico se tornou "Creche - No Limite do Amadorismo" graças a vcs' date=' que denigrem o filme só por denegrir, isso a 30 paginas atrás.[/quote']

Maul, suas colocações em prol do filme são tão hilárias que desconfio que vc nem viu o filme...

smiley36.gif

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Caramba, denegrir só por denegrir? Eu estou aqui neste tópico há um bom tempo, explicando o porquê de achar o filme uma bosta, não-merecedor do prêmio de Melhor Filme e com idéias socialmente equivocadas e simplistas. é só ver os meus posts, minhas razões estão lá.

Me explica o porquê de a AMPAS estar certa. E não faça como o mp0231 não, mostre os acertos do roteiro, onde as estórias estão bem-construídas (e não meramente justapostas, ligadas por coincidências surreais) e os personagens passam por mudanças estruturadas, não-forçadas.

Eu não vi nada disso. Só vi umas poucas atuações interessantes, e por mérito dos atores mesmo. E só.

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Me explica o porquê de a AMPAS estar certa. E não faça como o mp0231 não' date=' mostre os acertos do roteiro, onde as estórias estão bem-construídas (e não meramente justapostas, ligadas por coincidências surreais) e os personagens passam por mudanças estruturadas, não-forçadas.[/quote']

Espera deitado Alexei... No máximo vc vai ter um emoticon como reply... smiley36.gif 

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