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Woody Allen

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Caraca, vi o trailer de Blue Jasmine e me deparo com o ator Andrew Dice Clay, achei até que tinha falecido o homem... :D

 

Depois de uns 10 anos reaparece..., famoso dos anos 80 e 90..., convenhamos q nunca foi ator né..., mas marcou muito... e fez varios filmes...

 

dice.png

 

Ta meio vesgo né...

 

Andrew-Dice-Clay.jpg

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O que vi dele:

 

Bananas - horrível

Sleeper - horrível

Everything you always wanted to know about sex - horrível

Annie Hall - maravilhoso

Manhattan - horrível

Crimes and Misdemeanors - horrível

Manhattan Murder Mistery - horrível

Desconstructing Harry - regular

Melinda and Melinda - excelente

Match Point - o melhor dele, genial

Cassandra's Dream - excelente

Vicky Cristina Barcelona - ótimo

To Rome With Love - regular

Midnight in Paris - mediano

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"Match Point" e "The Purple Rose of Cairo" são maravilhosos, "Midnight in Paris" não achei essa pipoca toda, até porque Owen Wilson não é exatamente ator para este tipo de filme. 

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zelig.jpeg

 

  Não esperava gostar tanto desse falso documentário dirigido pelo Allen em 83. O diretor conta com bastante irreverencia a historia da vida de Leonard Zelig (vivido pelo próprio diretor). Humor bastante inteligente, um dos melhores do Allen que já assisti.

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  Romance com uma pegada surreal metalinguística bem interessante. Influenciou em menor grau outras obras posteriores como O ULTIMO GRANDE HEROI de John McTiernan. Falta um pouco de ritmo ao filme, que soa um pouco maçante em alguns momentos apesar de sua curta duração, mas tem a melhor atuação da Mia Farrow em um filme do Allen, pelo menos dos que eu ví. O final lírico e melancólico ao som de "Cheek To Cheek" do clássico O PICOLINO foi lindo de se ver. Pra quem é fã do Allen, vale a conferida.

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zelig.jpeg

 

  Não esperava gostar tanto desse falso documentário dirigido pelo Allen em 83. O diretor conta com bastante irreverencia a historia da vida de Leonard Zelig (vivido pelo próprio diretor). Humor bastante inteligente, um dos melhores do Allen que já assisti.

Esse filme é Excelente!!! pra variarné?....aquele humor inteligente ácido e descontraído que só esse cara-figura sabe fazer!!!

 

 

Blue Jasmine é ótimo, um dos melhores recentes do Woody. E tem a melhor atuação da carreira da Blanchett, no seu melhor momento "Vivien Leigh"

To ansioso pra ver!!!!

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Top:

 

1) Annie Hall

2) Match Point

3) Igual a Tudo na Vida

4) O Sonho de Cassandra

5) Dirigindo no Escuro

6) Tudo Pode Dar Certo

7) Para Roma, com Amor

8) Vicky Cristina Barcelona

9) Scoop - O Grande Furo

10) Melinda e Melinda

11) Meia Noite em Paris

12) Você vai Encontrar o Homem dos Seus Sonhos

 

Preciso refazer isto aí... Já vi alguns filmes dele depois e não atualizei... 

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20130625-220626.jpg

 

  Muito bom este mais recente trabalho do Allen. Cate Blanchett de fato mereceu todos os elogios que recebeu ao viver a personagem título. Jasmine é uma personagem tipicamente Alleniana, ou seja, neurótica e cheia de manias. O talento de Blanchett neste filme está em fazer da protagonista, que em primeira instância é detestável devido ao seu caráter esnobe e egoísta, alguém que o publico realmente sente vontade de acompanhar. Além disso, a clara homenagem ao clássico UM BONDE CHAMADO DESEJO é muito bem empregada pelo diretor, trabalhando a favor da história sem chamar atenção demais para si. Enfim, vale a conferida.

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Visto PARA ROMA COM AMOR


 


 roma-c-amor.jpg


 


 


  Divertidíssima comédia multi plot do Allen, que como o título sugere, é uma verdadeira carta de amor a cidade de Roma. O diretor une muito bem o seu humor neurótico cotidiano a comédia do absurdo surrealista, algo não muito comum em sua obra recente. Geralmente em um filme multiplot, alguma história acaba ficando desinteressante, mas aqui todas conseguiram captar a minha atenção, tendo cada uma o seu momento de gênio cômico, embora devo destacar os trechos estrelados por Roberto Benigni, que vive aqui um homem comum que da noite pro dia, se transforma em uma celebridade sem explicação alguma.


 


 Enfim PARA ROMA COM AMOR é diversão garantida.


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 Visto MEIA NOITE EM PARIS

 

10054_poster.jpg

 

 

 

 

   Excelente filme do Allen, que faz um pequeno estudo sobre a nostalgia, ao mostrar a jornada de um homem tentando encontrar a sua auto confiança como artista, com uma pequena ajuda de importantes figuras do passado. Se existe um diretor que sabe filmar uma cidade extraindo dela toda a sua beleza, esse alguém é Woody Allen. Paris surge linda e misteriosa na lente do cineasta, fazendo com que o público entenda sem dificuldade alguma o fascínio que a capital francesa exerce sobre o protagonista.

 

  Owen Wilson está muito bem a frente do elenco, como o roteirista que sonha em se tornar um romancista. Wilson compõe um personagem tipicamente Alleniano, mas menos sarcástico do que o habitual, o que se revela uma decisão acertada. O roteiro do diretor também lança um olhar caricato, mas muito bem humorado sobre figuras históricas da arte como Ernest Hemingway e Salvador Dali, permitindo que seus interpretes se divirtam e nos divirtam em suas leituras destes personagens.

 

 Enfim, Allen realmente esta em uma ótima fase, e MEIA NOITE EM PARIS é mais uma prova disso.

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 Visto INTERIORES

 

 interiors.jpg

 

 

   Na trama, desde que foi deixada por Arthur (E.G. Marshall) Eve (Geraldine Page) vive em depressão, vivendo somente pela esperança de reatar com seu marido. Eve fica sob constantes cuidados de suas filhas Flyn (Kristin Griffith), Renata (Diane Keaton) e principalmente Joey (Mary Beth Hurt). Enquanto  Renata e Joey tem sérias discordâncias sobre o modo de lidar com a mãe, Flyn não se sente realizada em sua carreira de atriz, Joey sente-se inferiorizada pela preferência da mãe por Renata, que por sua vez enfrenta uma crise em seu casamento com Frederick (Richard Jordan).

 

  INTERIORES talvez seja um dos filmes mais intimistas e melancólicos do Allen. As neuroses Allenianas e questionamentos intelectuais e emocionais estão ali, mas de uma forma muito mais minimalista do que de costume. Geralmente recheado de diálogos, o cineasta prefere valorizar aqui os longos momentos de silêncio que antecipam as palavras de seus angustiados personagens. Sente-se isso também na parte técnica do filme. Não só o diretor trabalha com uma fotografia acentuadamente mais escura do que o habitual, como também praticamente não há trilha sonora durante a projeção, excetuando a musica diegética. 

 

 É um trabalho bem mais sisudo do que aqueles que está acostumado a entregar. Mas aqui a sisudez vale a pena. Filme recomendado. 

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Top:

1) Annie Hall
2) Match Point
3) Igual a Tudo na Vida

4) Blue Jasmine
5) O Sonho de Cassandra

6) Homem Irracional
7) Dirigindo no Escuro

8) Tudo pode Dar Certo

9) Para Roma, com Amor
10) Vicky Cristina Barcelona
11) Scoop - O Grande Furo
12) Melinda e Melinda
13) Meia Noite em Paris

14) Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo...

15) Você Vai Encontrar o Homem dos Seus Sonhos

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irrational_man.jpg

 

Hitchcock e Depravação Total. Allen une elementos do mestre do suspense ao primeiro ponto do Calvinismo para falar de forma irônica sobre a condição humana e seus paradoxos. O homem, vivendo em uma sociedade que prega uma moral relativa, sentindo-se motivado a viver ao pensar em tirar a vida de outra pessoa, experimenta a culpa objetiva resultado de seu pragmatismo e enfrenta a moral objetiva pelas mãos da sociedade que diz não existir tal coisa. Allen, aos 79 anos, parece dizer que, por mais que o ser humano queira ser arrojado, ousado e transgredir as regras ou fazer as suas próprias regras, ele não pode fugir ao que ele é, a sua constituição: um ser que, para ser manter são e salvo, precisa se ater a regras morais objetivas universais. Nada mais conservador do que isso. Nada mais anti-ateu do que isto. Ave Allen. 

 

4/5

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 Visto MAGIA AO LUAR

 

 358851.jpg

 

 

    Na trama, Stanley (Colin Firth) é um mágico talentoso, mas bastante cético em relação ao oculto e ao sobrenatural. Conhecido por expor charlatões, ele é desafiado por um colega (Simon McBurney) a viajar para o sul da França para tentar desmascarar a jovem Sophie Baker (Emma Stone) uma auto proclamada médium que caiu nas graças de uma rica família da região. Entretanto, a convivência com Sophie faz com que Stanley comece a rever o seu ceticismo, ao mesmo tempo em que vai ficando cada vez mais encantado com a moça.

 

  MAGIA AO LUAR é uma comédia romântica muito bem conduzida por Allen, que traz uma história bastante simples, mas recheada de um otimismo delicioso, coroado pelo belo visual do filme, que aproveita ao máximo as locações do litoral francês e pela extremamente competente direção de arte, que recria os anos de 1920 com todo o charme da época.. Temos aqui uma história que remete ao clássico MANHATTAN, onde um cínico homem de meia idade desiludido com a existência redescobre a alegria de viver ao se envolver com uma garota mais jovem.

 

  Colin Firth se sai muito bem na pele de Stanley, um personagem tipicamente Alleniano, ou seja, um intelectual sarcástico e neurótico,que apesar de brilhante, mal consegue acompanhar as próprias linhas de raciocínio. Já Sophie, muito bem defendida por Emma Stone, aparece como uma personagem humilde, e até um pouco tolinha, o que cria um contraste bastante interessante com a postura arrogante do personagem de Colin Firth, dando bastante credibilidade as dúvidas que o protagonista passa a ter em relação a suposta charlatanice de Sophie, ao mesmo tempo em que torna a relação dos dois mais divertida e cativante.

 

  Apesar dos acertos, falta algo a MAGIA AO LUAR para eleva-lo a categoria de grandes filmes do diretor, mesmo dentro de sua produção mais recente (anos 2000 pra cá). O comentário sobre a importância de crer em algo (e definitivamente Allen não se refere apenas a religião ou a um "mundo invisível) esta lá, mas não é muito bem trabalhado. É um feijão com arroz. Nas mãos de outro diretor, poderia ser um filme bastante medíocre. Mas mesmo os pratos mais simples ficam excelentes nas mãos de um bom cozinheiro, se me perdoem a metáfora. Só por isso, MAGIA AO LUAR já vale a conferida

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