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Movie Reviews: Changeling

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Clint Eastwood's Changeling received mostly solid reviews for the director and for Angelina Jolie, its star, when it debuted at the Cannes Film Festival last May. They do not fare so well with the U.S. critics as the film opens in wide release today (Friday) following a limited release a week ago. A.O. Scott in the New York Times calls it "this baggy, grandiose movie," and says that Jolie's acting "insists on being regarded as a great performance and may, indeed, be mistaken for one." Elizabeth Weitzman in the New York Daily News says of Jolie's performance: "Instead of seeing an average woman facing extraordinary circumstances, we're asked to admire an extraordinary woman - an international superstar - pretending to be average. This ultimately makes the movie more about the actress than the woman she's playing." The movie is being released as Oscar season dawns -- something that several critics take note of in their reviews. Writing in the Washington Post, John Anderson comments, "Jolie gets to do all the messy scenes that Oscar voters suck up like oysters at a free buffet." Roger Moore in the Orlando Sentinel concludes: "That it isn't the emotional, surprising and engrossing Oscar contender Eastwood set out to make is one of the bigger disappointments of the fall." On the other hand, Lou Lumenick in the New York Post writes that "Jolie is in Oscar-caliber form" in the movie, which he describes as "beautifully crafted" by Eastwood. And Mick Lasalle applauds in the San Francisco Chronicle; "Changeling is a disturbing film about grim subject matter, but the overall experience is more exhilarating than saddening. There's just something satisfying about seeing a movie so well made."

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Gia é um dos melhores.

 

Odeio Hackers, é constrangedor, e Tomb Raider, nossa, é ruim demais, principalmente o segundo, ela tá normal, nada demais, ruim nunca foi mesmo, mas ela consegue atuar no filme que quiser, bem, então, agora, fico feliz por ela escolher melhor, é linda e boa atriz. Lembro do fascínio que me causou em "Garota, Interrompida", virei fã na hora, acho o Oscar super merecido, muito mesmo.
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O grande problema de Lara Croft: Tomb Raider e sua seqüência foi a falta de talento dos diretores Simon West e Jan De Bont, profissionais fracos. Jolie foi e é perfeita para o papel (Lara), mas infelizmente não era madura o suficiente para perceber o barco que estava se metendo.

 

Ela em entrevista a Premiere em 2001 enquanto divulgava o primeiro Tomb Raider, revelou que após assinar o contrato e com o início das filmagens pensou que tinha acabado com sua carreira, depois ela relaxou e curtiu a experiência que num saldo final foi positiva. Hoje é ela a atriz mais importante de Hollywood e Tomb Raider foi um passo para ela chegar a essa posição.

 

 
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Sempre esquecem Gia.... 06

E não acho que ela esteve ruim em nenhum filme' date=' mesmo ruins... Ela sempre se dedica e faz bem seu papel...

Não desgosto de Tom Raider, O Colecionador de Ossos, Sr. & Sra. Smith, Wanted é bem bacana. 05 03
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Gia não vi, mas gosto de Sr. e Sra. Smith também, obrigado por lembrar dele.
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ANGELINA JOLIE - REVISTA ÉPOCA/OUT 2008

 

"Queremos adotar mais uma criança"

Em entrevista a ÉPOCA, Angelina Jolie confirma que ela e Brad Pitt querem aumentar a prole e não descartam adotar uma criança sul-americana. A ex-bad girl e atual miss generosidade também explica por que gosta de filmes de ação e se emociona ao lembrar da mãe, morta há dois anos

São 11 da manhã de um domingo. entro no elevador do hotel Waldorf-Astoria, quando alguém grita: “Por favor, segure a porta!”. É Angelina Jolie. Ela usa um vestido de alcinha violeta, que acentua o volume dos seios, e segura um copo de café com leite gelado. Durante o trajeto até o 18º andar, Angelina fala a seu maquiador sobre uma proeza de Brad (Brad Pitt, com quem vive desde 2005): calibrar o iPod com “surpreendentes” escolhas musicais. A atriz mais cobiçada do planeta, que assanha os tablóides com a exótica combinação de mulher fatal, embaixadora de refugiados e mãe de seis crianças (três adotadas), não se importa com falar da vida pessoal na frente de estranhos. Só no 18º andar, o quarto reservado para a entrevista com ÉPOCA, me apresento. Durante uma hora de conversa, ela disse que ainda amamenta os gêmeos Vivienne Marcheline e Knox Leon, nascidos em julho. E ficou com os olhos embaçados ao falar da mãe, morta em 2007. Angelina diz tê-la reencontrado espiritualmente nas filmagens de A Troca, de Clint Eastwood. O filme estreará em janeiro no Brasil. Angelina interpreta Christine Collins, uma mãe que vai ao trabalho e deixa o filho sozinho. Quando volta, não o encontra. A investigação deflagra uma luta contra a polícia corrupta de Los Angeles. É o melhor papel de sua carreira.
ÉPOCA – A princípio, você não queria estrelar o filme A Troca. Por quê?
Angelina Jolie – A história funciona como um filme de horror para qualquer mãe. Depois de ler o roteiro, tive muita dificuldade para dormir. Não queria lidar com uma personagem que me faria pensar que meus filhos poderiam um dia sumir para sempre. Não estava a fim de passar por essa ansiedade. Durante as filmagens, meus filhos reclamaram, dizendo que eu estava muito pegajosa, que eu os amassava com tantos abraços e beijos (risos).

ÉPOCA – O que a fez mudar de idéia?

Angelina – Peguei-me várias vezes contando a história de A Troca para o Brad (Pitt) e para outras pessoas. Era uma história que não saía de minha cabeça. O filme não é só sobre a vitimização dessa mulher, mas também sobre justiça e democracia. A personagem se levanta e desafia todas as pessoas que a manipularam. O roteiro também me fez lembrar muito de minha mãe, que morreu no ano passado.

ÉPOCA – Você parece se emocionar sempre que fala de sua mãe (a atriz Marcheline Bertrand). Como descreve o relacionamento que tinha com ela?

Angelina – Minha mãe era uma pessoa muito calma. Ela falava baixinho, como se sussurrasse. O nome dela era Marcheline, mas todo mundo a chamava de “marshmallow” (risos). Era impossível para ela alterar a voz ou praguejar, mesmo quando me mandava arrumar a bagunça do meu quarto. Eu queria sempre fazê-la feliz. Ao mesmo tempo, ela virava uma fera quando alguém fazia alguma coisa contra mim ou contra meu irmão (o também ator James Haven). Quando o Brad viu A Troca, ele disse que minha interpretação o fez lembrar de minha mãe (risos). Fazer esse filme resultou em uma experiência catártica, pois, desde que minha mãe morreu, eu evitava olhar uma foto de nós duas juntas. Acabei fazendo as pazes com isso. Foi como tê-la a meu lado o tempo todo, com ela me reconfortando.

ÉPOCA – Entre O Preço da Coragem (2007) e A Troca, dois filmes que contam histórias reais de mulheres fortes que lidam com a perda de um ente querido, você fez O Procurado (que estreou no Brasil em agosto), um filme totalmente adrenalina. Como explica essa contradição?

Angelina – Estava emocionalmente arrasada depois que perdi minha mãe e que nasceu Shiloh (a primeira filha biológica). Liguei para meu agente e disse: “Você tem algum filme extremamente físico e agressivo, mas que seja também original? Estou começando a me transformar numa pequena flor que está a ponto de quebrar!”. Tinha de me recompor, principalmente por causa de meus filhos.

ÉPOCA – Como você explica a seus filhos o fato de ter feito filmes violentos como o próprio O Procurado ou como Tomb Raider I e II (2001 e 2003), sobre uma heroína de videogame?


Angelina – Meus filhos não assistem a esses filmes ainda, mas não escondo deles a experiência da violência. Eles jogam videogames e nunca me recusei a comprar soldadinhos de chumbo de presente. Quando estivemos no Camboja, eles foram para todos os cantos comigo. Meu filho Pax (nascido em 2003, no Vietnã) é muito interessado no termo bad guy (cara mau). Outro dia ele estava olhando um livro de bandeiras internacionais e me perguntou quais eram os países vilões (risos). Expliquei que isso era uma questão relativa, pois dependia do ponto de vista político de cada país. Tento explicar para Pax e Maddox (o primeiro filho que Angelina adotou, em 2002, no Camboja) sobre a história do envolvimento dos Estados Unidos em conflitos nos seus países natais. Na minha casa, não pegamos leve quando o assunto é guerra. Não o tratamos de uma maneira superficial. Tentamos fazer com que nossos filhos aprendam os dois lados da moeda de um conflito.

ÉPOCA – Como seus filhos reagem a seu lado humanitário, de embaixadora do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados?

Angelina – No Camboja, no Vietnã e na Etiópia, países onde adotei meus filhos, desenvolvemos programas específicos para a educação infantil. Revisitar esses programas, que se expandem cada dia mais, é uma sensação muito legal, pois faz você se sentir mais responsável por eles. Procuro levar meus filhos comigo para todos os lugares. Neste momento, eles estão alguns andares acima da gente, numa suíte de um hotel cinco-estrelas, brincando de colorir. Mas daqui a um mês, se tiver de ir à Etiópia e ficar num lugarejo sem eletricidade, eles vão comigo, como já foram tantas vezes. E, para ser sincera, meus filhos nunca reclamaram da diferença de mundos nessas nossas viagens. É muito importante que eles tenham a visão de que não existe um equilíbrio social. A única coisa que espero é que, em algum momento, eles encontrem dentro de si o mesmo desejo que tenho de ajudar as pessoas. Se conseguir isso, meu dever como mãe e humanitária terão sido cumpridos.

ÉPOCA – Você acha que seu envolvimento com as causas sociais também tem a ver com querer romper com essa imagem de mulher bonita e desejada?

Angelina – Nunca fiz nada em minha vida que fosse para me distanciar de uma imagem superficial que algumas pessoas têm sobre mim. Eu me envolvi com os refugiados anos atrás porque me sentia politicamente ignorante ao chegar a certos países do mundo quando ia divulgar um filme. Egoísmo e alienação foram duas coisas que eu rapidamente risquei de minha personalidade quando abracei a causa dos refugiados. Se alguém quiser, algum dia, entender quem eu sou, certamente não vai ser pela imagem que tenho na mídia. Meus filhos é que dirão quem eu sou.

ÉPOCA – Como vê a campanha pela Presidência dos Estados Unidos? O que acha da ascensão de Sarah Palin, candidata a vice-presidente de John McCain, do Partido Republicano?

Angelina – O mais interessante é que hoje se fala mais sobre vice-presidentes. Acho tudo um pouco bizarro. Esta eleição tem sido muito mais sobre a personalidade dos candidatos do que sobre idéias. Confesso que, no debate entre os candidatos à Vice-Presidência, fiquei impressionada com Joe Biden (candidato a vice de Barack Obama, do Partido Democrata). Ele é focado e também versado sobre política internacional. Acho que Biden é bom para Obama. Foi uma escolha feliz.

ÉPOCA – Você até agora não declarou publicamente seu apoio a nenhum candidato. Com o que disse agora, podemos presumir que você está pendendo mais para o lado dos democratas?

Angelina – Não declarei meu voto publicamente, pois, como cidadã, ainda estou esperando todos os debates acontecerem para que eu realmente consiga entender a idéia que os dois candidatos têm sobre as políticas interna e externa e a economia. Mesmo que politicamente esteja mais inclinada para o lado de Obama, quero pesquisar mais sobre seus pontos fracos e ter uma visão de como seria sua gestão. No passado, o Partido Democrata defendeu causas nobres, como o fechamento da Baía de Guantánamo, a intervenção em casos de genocídio e o apoio à diplomacia como alternativa para resolver conflitos.

ÉPOCA – Um dos boatos propagados pelos tablóides atualmente diz que você e Brad Pitt querem adotar uma criança da América do Sul. Isso tem algum fundamento?

Angelina – Estamos abertos a isso, mas não temos pressa. Recentemente, Brad e eu pensamos em viajar por países da América Latina para ver essa possibilidade, mas o que muita gente não consegue entender é que não existe uma padronização internacional nas leis de adoção. Alguns países não deixam uma mulher ou um homem solteiro adotarem uma criança (Angelina e Brad Pitt não são casados). Outros não permitem que você adote um garoto, se já tem outro filho homem. As leis de adoção são complicadas e limitadoras. Mas, sim, queremos adotar mais uma criança.

ÉPOCA – Você se considera uma boa mãe?

Angelina – Espero que sim! (risos) Às vezes, fico surpresa com todos os questionamentos que tenho e gostaria de ter mais tempo de debatê-los com outras mães. Seria um fórum de mães (risos). Sempre quero ter certeza de que estou fazendo as escolhas mais acertadas quanto à educação escolar de meus filhos. Também me preocupo em saber se os sufoco ou se os cursos que eles fazem não são suficientes. E tento abordar a religião da forma mais abrangente possível. Mas é claro que sempre tenho algumas dúvidas, como quando eles me fazem alguma pergunta à noite para a qual não tenho uma resposta imediata. Isso acontece muito com pais que têm filhos multirraciais. Minha filha Zahara (nascida na Etiópia, em 2005), que é negra, quer saber por que ela não tem cabelo liso como o da mamãe. É difícil explicar essas coisas quando ela vê nos desenhos da Disney que não existe uma princesa negra.

 

 

 

 
Deckard2008-11-07 18:46:36
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Angelina Jolie mata O Procurado

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Segundo a MTV, Chris Morgan e Mark Millar estão indo de vento em popa na produção do roteiro de O Procurado 2. Apesar de o material original não ter uma continuação, Millar já havia afirmado que trabalharia num roteiro inédito para o novo filme. Spoilers do original na continuação. Angelina Jolie contou, também para a MTV, que no roteiro original a personagem dela continuava viva, porém, ela afirma que a decisão de matar a personagem veio dela mesma. Ela disse que se depois de descobrir que ela matou pessoas baseada numa farsa, que a decisão mais razoável era ela tirar a própria vida. O Mesmo assim, apesar de todas as injustiças do mundo, O Procurado 2 vem aí...

 

Fonte: angelinajolie.com.br

 
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Angelina Jolie recebeu duas indicações ao People's Choice Awards:

Favorite Female Movie Star, concorrendo com Keira Knightly e Reese Witherspoon e Favorite Female Action Star, disputado também por Cate Blanchett e Anne Hathway.  

 

Outras imagens do lançamento de Kung Fu Panda

 

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Fonte: angelinajolie.com.br

 
Deckard2008-11-11 10:22:33
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Não gosto muito da Aniston, a acho muito chata, mas neste caso concordo com ela, Angelina expôs que Jennifer foi mesmo traída, todo mundo imaginava, mas mesmo assim acho que foi de muito mau-gosto...

11/11/2008 - 18h08

Em entrevista, Jennifer Aniston fala sobre Angelina Jolie pela primeira vez

Da Redação

Reuters

Jennifer%20Aniston%20e%20Brad%20Pitt,%20que%20foram%20casados%20até%202005

Jennifer Aniston e Brad Pitt, que foram casados até 2005

Quase quatro anos depois de se separar do ator Brad Pitt, a atriz Jennifer Aniston fala sobre Angelina Jolie, atual mulher do ator, pela primeira vez em uma entrevista.

"O que Angelina fez não foi nada legal", revelou Aniston à edição de dezembro da "Vogue", e que a revista "Life & Style" adianta alguns trechos esta semana.

O relacionamento de Angelina Jolie e Brad Pitt começou durante as gravações de "Mr. & Mrs. Smith", em 2005, quando o ator ainda era casado com Jennifer Aniston.

"Tinham coisas publicadas que eu definitivamente não sabia que estavam acontecendo", disse Aniston sobre a intimidade que havia entre Jolie e Pitt na época e que estampava capas de revistas. "Achei que os detalhes foram um pouco inapropriados... Aquela história de que ela mal podia esperar para ir ao trabalho todo dia? Aquilo não foi nada legal".
Ursa2008-11-11 23:42:19
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