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Forum Cinema em Cena

Tropa de Elite


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o que ajudou nova iorque foi o tolerância zero, no qual não se perdoa qualquer sorte de infração, por menor que seja. tal prática aplicada no brasil, o país do jeitinho e da esperteza, traria excelentes resultados. não basta ser condenado: é fundamental cumprir a pena (mesmo que não seja cadeia).

 

e se muita gente morreu, o resultado é péssimo.   

 

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e se ele fosse culpado? e se ele fosse reconhecidamente um assassino sanguinário e sádico' date=' como o traficante "baiano", do filme?

ainda assim ele não mereceria a execução sumária. nem tortura. nem mesmo um tapa na cara da autoridade policial.

ele mereceria ser julgado e preso. é isso que precisa ficar sempre claro (e esse é o grande perigo do filme).

favelado não é bandido. é vítima.

criminoso tem direito a julgamento, tem direito a defesa, tem direito a integridade física (ainda que ele não  tenha a mesma postura com suas vítimas).

a maior contribuição que a cultura poderia dar a esse país é revisitar (em livros, filmes e novelas) os anos de chumbo, para lembrar aos brasileiros que tortura é crime gravíssimo e não deve ser admitido em nenhuma hipótese.

[/quote']

 

Tudo muito lindo no papel... Agora na prática.

 

É aí que está o grande trunfo do filme. Ele mostra o quanto esse discurso é falho na atual conjuntura em que vivemos. E aí o que fazer?
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e se ele fosse culpado? e se ele fosse reconhecidamente um assassino sanguinário e sádico' date=' como o traficante "baiano", do filme?

 

ainda assim ele não mereceria a execução sumária. nem tortura. nem mesmo um tapa na cara da autoridade policial.

 

ele mereceria ser julgado e preso. é isso que precisa ficar sempre claro (e esse é o grande perigo do filme).

 

favelado não é bandido. é vítima.

 

criminoso tem direito a julgamento, tem direito a defesa, tem direito a integridade física (ainda que ele não  tenha a mesma postura com suas vítimas).

 

a maior contribuição que a cultura poderia dar a esse país é revisitar (em livros, filmes e novelas) os anos de chumbo, para lembrar aos brasileiros que tortura é crime gravíssimo e não deve ser admitido em nenhuma hipótese.

 

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Tudo muito lindo no papel... Agora na prática.

 

É aí que está o grande trunfo do filme. Ele mostra o quanto esse discurso é falho na atual conjuntura em que vivemos. E aí o que fazer?

 

exatamente. o que fazer? esse deveria ser o mote de toda a discussão sobre o filme (que é, como já disse antes, um excelente e muito bem executado filme de ação).

 

ademais, falho não é o discurso (este será, no máximo, inócuo), falha é a conjuntura. e voltamos à questão principal: o que fazer?

 

uma sugestão? não incitar a violência nem recomendar a justiça privada, muito menos aumentar as penas. o que resolve mesmo é a certeza da aplicação e cumprimento da pena imposta, além de não se pactuar com os crimes menores.

matou alguém pra roubar? cana! foi condenado a 20 anos? nada de progressão de regime, condicional ou sursis. que cumpra os 20 anos na cadeia (e não 19, 18 etc.).

perdeu o celular e disse que foi roubado pra seguradora pagar outro?  sacou o dinheiro da aposentadoria usando o cartão do parente já falecido? subornou um servidor para obter alguma vantagem? pena!!! nada de perdão ou jeitinho. que seja processado e condenado. e que cumpra a pena (de prestação de serviços ou qualquer outra, ainda que não seja a prisão).

 

é assim que se resolve, e não matando bandido (porque pra cada um que vc mata, outros surgirão para tomar seu lugar, além de encorajá-los a se armarem ainda mais, pra desespero dos civis que todos os dias ficam no fogo cruzado, e dos policiais com baixos salários que têm de enfrentar lançadores de granada, fuzis e outras armas de porte).

 

já disse e repito: se eu acreditasse que a violência resolveria o problema da violência, seria o primeiro a chamar o capitão nascimento. mas a realidade é outra...   

 

 

 

 

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e se ele fosse culpado? e se ele fosse reconhecidamente um assassino sanguinário e sádico' date=' como o traficante "baiano", do filme?

ainda assim ele não mereceria a execução sumária. nem tortura. nem mesmo um tapa na cara da autoridade policial.

ele mereceria ser julgado e preso. é isso que precisa ficar sempre claro (e esse é o grande perigo do filme).

favelado não é bandido. é vítima.

criminoso tem direito a julgamento, tem direito a defesa, tem direito a integridade física (ainda que ele não  tenha a mesma postura com suas vítimas).

a maior contribuição que a cultura poderia dar a esse país é revisitar (em livros, filmes e novelas) os anos de chumbo, para lembrar aos brasileiros que tortura é crime gravíssimo e não deve ser admitido em nenhuma hipótese.

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Tudo muito lindo no papel... Agora na prática.

 

É aí que está o grande trunfo do filme. Ele mostra o quanto esse discurso é falho na atual conjuntura em que vivemos. E aí o que fazer?


exatamente. o que fazer? esse deveria ser o mote de toda a discussão sobre o filme (que é, como já disse antes, um excelente e muito bem executado filme de ação).

ademais, falho não é o discurso (este será, no máximo, inócuo), falha é a conjuntura. e voltamos à questão principal: o que fazer?

uma sugestão? não incitar a violência nem recomendar a justiça privada, muito menos aumentar as penas. o que resolve mesmo é a certeza da aplicação e cumprimento da pena imposta, além de não se pactuar com os crimes menores.
matou alguém pra roubar? cana! foi condenado a 20 anos? nada de progressão de regime, condicional ou sursis. que cumpra os 20 anos na cadeia (e não 19, 18 etc.).
perdeu o celular e disse que foi roubado pra seguradora pagar outro?  sacou o dinheiro da aposentadoria usando o cartão do parente já falecido? subornou um servidor para obter alguma vantagem? pena!!! nada de perdão ou jeitinho. que seja processado e condenado. e que cumpra a pena (de prestação de serviços ou qualquer outra, ainda que não seja a prisão).

é assim que se resolve, e não matando bandido (porque pra cada um que vc mata, outros surgirão para tomar seu lugar, além de encorajá-los a se armarem ainda mais, pra desespero dos civis que todos os dias ficam no fogo cruzado, e dos policiais com baixos salários que têm de enfrentar lançadores de granada, fuzis e outras armas de porte).

já disse e repito: se eu acreditasse que a violência resolveria o problema da violência, seria o primeiro a chamar o capitão nascimento. mas a realidade é outra...   





Se existisse 100 Capitães Nascimento, a vida estaria muito mais segura.

Os EUA tem a maior população carcerária do mundo, mas lá não existe rebelião ou coisas do tipo, por que será?

É fácil, coloca eles em presídios no meio do deserto, põe uma cerca fajuta e deixa eles fugirem, pulou a cerca mete bala no f.d.p e se conseguir fugir o deserto e o helicóptero fazem a sua parte.

Vc vai sentir falta dele? eu e o resto do mundo não.

Ou faz como aqui, tenta dialogar, quando virar as costas já tem rebelião e uma porrada de refém e inocentes mortos.

Tropa de Elite
já fez a sua parte em fazer com que as pessoas discute os problemas, algo que a porcaria cheiro do ralo e rá-tim-bum anos 70 não fez.

 

discutir nao ajuda em NADA, mto menos vai mudar o Brasil... aqui mto se discute, e dai?? 06 E cinema é acima de td, diversao!03 Nesse quesito Cheiro do Ralo é infinitamente superior ao filme do troglodita Nascimento..
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exatamente. o que fazer? esse deveria ser o mote de toda a discussão sobre o filme (que é' date=' como já disse antes, um excelente e muito bem executado filme de ação).

ademais, falho não é o discurso (este será, no máximo, inócuo), falha é a conjuntura. e voltamos à questão principal: o que fazer?

uma sugestão? não incitar a violência nem recomendar a justiça privada, muito menos aumentar as penas. o que resolve mesmo é a certeza da aplicação e cumprimento da pena imposta, além de não se pactuar com os crimes menores.
matou alguém pra roubar? cana! foi condenado a 20 anos? nada de progressão de regime, condicional ou sursis. que cumpra os 20 anos na cadeia (e não 19, 18 etc.).
perdeu o celular e disse que foi roubado pra seguradora pagar outro?  sacou o dinheiro da aposentadoria usando o cartão do parente já falecido? subornou um servidor para obter alguma vantagem? pena!!! nada de perdão ou jeitinho. que seja processado e condenado. e que cumpra a pena (de prestação de serviços ou qualquer outra, ainda que não seja a prisão).

é assim que se resolve, e não matando bandido (porque pra cada um que vc mata, outros surgirão para tomar seu lugar, além de encorajá-los a se armarem ainda mais, pra desespero dos civis que todos os dias ficam no fogo cruzado, e dos policiais com baixos salários que têm de enfrentar lançadores de granada, fuzis e outras armas de porte).

já disse e repito: se eu acreditasse que a violência resolveria o problema da violência, seria o primeiro a chamar o capitão nascimento. mas a realidade é outra...   



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Again, tudo muito lindo na teoria... Mas na prática...

 

Considere que existem casos de bandidos que não tem condições de serem ressocializados. Nestes casos, bandido bom é bandido morto.
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e se ele fosse culpado? e se ele fosse reconhecidamente um assassino sanguinário e sádico' date=' como o traficante "baiano", do filme?

ainda assim ele não mereceria a execução sumária. nem tortura. nem mesmo um tapa na cara da autoridade policial.

ele mereceria ser julgado e preso. é isso que precisa ficar sempre claro (e esse é o grande perigo do filme).

favelado não é bandido. é vítima.

criminoso tem direito a julgamento, tem direito a defesa, tem direito a integridade física (ainda que ele não  tenha a mesma postura com suas vítimas).

a maior contribuição que a cultura poderia dar a esse país é revisitar (em livros, filmes e novelas) os anos de chumbo, para lembrar aos brasileiros que tortura é crime gravíssimo e não deve ser admitido em nenhuma hipótese.

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Tudo muito lindo no papel... Agora na prática.

 

É aí que está o grande trunfo do filme. Ele mostra o quanto esse discurso é falho na atual conjuntura em que vivemos. E aí o que fazer?


exatamente. o que fazer? esse deveria ser o mote de toda a discussão sobre o filme (que é, como já disse antes, um excelente e muito bem executado filme de ação).

ademais, falho não é o discurso (este será, no máximo, inócuo), falha é a conjuntura. e voltamos à questão principal: o que fazer?

uma sugestão? não incitar a violência nem recomendar a justiça privada, muito menos aumentar as penas. o que resolve mesmo é a certeza da aplicação e cumprimento da pena imposta, além de não se pactuar com os crimes menores.
matou alguém pra roubar? cana! foi condenado a 20 anos? nada de progressão de regime, condicional ou sursis. que cumpra os 20 anos na cadeia (e não 19, 18 etc.).
perdeu o celular e disse que foi roubado pra seguradora pagar outro?  sacou o dinheiro da aposentadoria usando o cartão do parente já falecido? subornou um servidor para obter alguma vantagem? pena!!! nada de perdão ou jeitinho. que seja processado e condenado. e que cumpra a pena (de prestação de serviços ou qualquer outra, ainda que não seja a prisão).

é assim que se resolve, e não matando bandido (porque pra cada um que vc mata, outros surgirão para tomar seu lugar, além de encorajá-los a se armarem ainda mais, pra desespero dos civis que todos os dias ficam no fogo cruzado, e dos policiais com baixos salários que têm de enfrentar lançadores de granada, fuzis e outras armas de porte).

já disse e repito: se eu acreditasse que a violência resolveria o problema da violência, seria o primeiro a chamar o capitão nascimento. mas a realidade é outra...   





Se existisse 100 Capitães Nascimento, a vida estaria muito mais segura.

Os EUA tem a maior população carcerária do mundo, mas lá não existe rebelião ou coisas do tipo, por que será?

É fácil, coloca eles em presídios no meio do deserto, põe uma cerca fajuta e deixa eles fugirem, pulou a cerca mete bala no f.d.p e se conseguir fugir o deserto e o helicóptero fazem a sua parte.

Vc vai sentir falta dele? eu e o resto do mundo não.

Ou faz como aqui, tenta dialogar, quando virar as costas já tem rebelião e uma porrada de refém e inocentes mortos.

Tropa de Elite
já fez a sua parte em fazer com que as pessoas discute os problemas, algo que a porcaria cheiro do ralo e rá-tim-bum anos 70 não fez.

 

discutir nao ajuda em NADA, mto menos vai mudar o Brasil... aqui mto se discute, e dai?? 06 E cinema é acima de td, diversao!03 Nesse quesito Cheiro do Ralo é infinitamente superior ao filme do troglodita Nascimento..


Então Michael Bay é o melhor diretor de todos os tempos06

 

de diversao futil e escapista, atualmente.. sem duvida!03
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  • 7 months later...
  • 3 months later...

Opa,

 

Tava procurando uma crítica do Trainspotting (que, por sinal, não achei e não entendo o porquê) e resolvi ler esta crítica.

 

A crítica do filme é excelente, porém, a segunda parte foi o que mais me chamou a atenção. Felizmente, você, Pablo, foi um tanto quanto imparcial. Apesar de que o filme, pela maneira como é conduzido, cria o sentimento de livrar-se dos indesejados de maneira cruel (mas afinal, este é objetivo de todo filme). De qualquer forma o problema está em quem assiste, e não em quem faz o filme.

 

Não se pode culpar o diretor, se imbecis acham legal repetir as frases do filme e adotar sua ideologia.

 

O filme não é fascista. Os personagens (fictícios e reais) é que são.

 

 

 

Cara' date='

 

 

 

O filme é simplesmente demais, sou carioca, e o filme só mostra a realidade dos fatos que a midia e a sociedade insistem em esconder.

 

quanto ao leitor que perguntou porque Tropa não foi indicado para representar o Brasil, é facil:

 

Você realmente acredita que eles iriam arriscar que um filme que mostra a realidade brasileira (principalmente da policia da cidade maravilhosa) fosse posta em um telão na noite do Oscar, para o mundo todo ver?, e que este fosse o primeiro filme brasileiro a ganhar esta categoria?

 

acho que não
[/quote']

 

 

 

Não é bem assim. Pelo contrário. A mídia faz questão de expor tal brutalidade, como, por exemplo, quando a globo mostrou um helicoptero metralhando sumariamente dois individuos que, naquele momento estavam encurralados e desarmados. Ou quando o Datena mostrou ao vivo a execução de um perseguido.

 

 

 

Em relação ao Oscar, houve um mito de que Cidade de Deus não ganhou por sua violência, e por isso, não quiseram arriscar novamente.

 

 

 

Não se preocupe, já houve filmes que mostram realidades piores e que ganharam o Oscar, e mais uma vez, o Tropa de Elite não foi o primeiro filme violento brasileiro a concorrer ao prêmio.

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Muito boa essa crítica do Pablo.

 

Ele falou bem da questão da nossa reação.

 

Acho essa nossa reação normal' date='estamos cansados de ver a situação do modo que está.

 

O Brasil precisava de um herói,e encontramos ele no Cap. Nascimento.

 

O Brasil sempre necessita de um herói. Ao longo do tempo sempre tentamos heroizar individuos que passam longe de ser heróis. Vide JK, Tancredo, Tiradentes, Marcos Pontes etc...

 

 

 

Sobre a questão da tortura,pelos menos como foi mostrada no filme,não creio que eles poderiam pegar alguém "inocente".

 

Ahh que bom. Então podem ser torturados.

 

 

 

Pelos menos como o filme mostrou,os policias do BOPE sabem quem são os inocentes e os que não são.

 

 

 

Podemos ver isso em duas falas:

 

Uma quando um cara fala que não sabe de nada e o Cap. Nascimento fala:"Tá plantando aí de pistola e fala que não sabe de nada!"

 

E na outra do menino que ia levar uma vassourada,o policial descobre um tenis caro e pergunta como o garoto ganhou ele.

 

Pessoa pobre honesta e trabalhado não vai gastar dinheiro comprando tenis caro.

 

Com certeza, o dinheiro que ela ganha é para jogar fora mesmo. Eu, por exemplo, trabalho honestamente e muito, por sinal, mas JAMAIS pensei em comprar uma roupa legal ou um celular da moda, afinal, eu sou honesto...

 

 

 

Se as torturas seguirem a linha que foi mostrada no filme,eu as apoio.

 

 

 

Depois de ler o que foi escrito acima, eu não me surpreendo com essa linha.

 

 

 

DIV']Edit:Não sei se algum colega aqui do fórum já subiu morro,mas existem barracos com dvd,ar-condicionado,computador e tv por assinatura.

 

 

 

 

 

LLUCH2008-10-06 00:14:53
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That's easy.... eles não pagam água' date=' luz, iptu, condomino, taxa de incendio, etc, etc...[img']http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/06.gif" height="17" width="17" align="absmiddle" alt="06" />http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/06.gif" height="17" width="17" align="absmiddle" alt="06" />

 

 

Tens razão.smileys/17.gif" height="20" width="21" align="absmiddle" alt="17" />

 

Mas é isso....se o cara têm coisas de luxo em favela é porque tem algo errado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E por isso eles devem ser torturados... Achei que ele tivesse o direito de comprar o que quiser. Só para te atualizar, mesmo com a crise no setor imobiliário, uma casa ainda custa muito mais caro que um DVD. DVD, que por sua vez, alem de custar bem menos que o valor do salário mínimo, ainda pode ser divido em 36 vezes.

 

Não nego que há sim um grande número de crimes na favela, mas falar que todos são traficantes é a mesma coisa que falar que todo rico é colarinho branco.

 

 

 

E mesmo se forem traficantes, existe um conjunto de normas a serem seguidos, não sei se você sabe, mas atualmente o preto, o pobre, a mulher e até mesmo o criminoso são considerados como seres humanos e, por isso, devem ser tutelados por códigos e normas.

 

 

 

Aliás, não entendo esta teia de pensamento: o método para que as pessoas cumpram as normas é desrespeitar as próprias normas.

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De certo modo sim. No documentário Notícias de uma Guerra Particular' date=' que é citado na crítica, alguns dos entrevistados são os cidadãos "de bem" das favelas, que vivem no meio desta guerra, tampouco aprovam os traficantes e tudo que eles fazem, mas acabam se valendo do "bem-estar" proporcionado pelos mesmo. É aquele negócio... a quem eles vão recorrer quando precisam do remédio para o filho doente? Ao Estado? Para ver como a questão é bem delicada.

 

 

 

 
[/quote']

 

 

 

Perfeito. Reflete a questão toda.

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Essa questão das torturas é bastante complicada.

 

Mas uma coisa temos que nos lembrar' date='aquilo que tá subindo o morro não é polícia não.

 

O quadro é de guerra,guerrilha.

 

Alí têm soldados treinados para matar,treinados para a guerra,não o políciamento.

 

 

 

É fato que as pessoas nas favelas encobrem os traficantes.

 

Mas o que a pessoa vai fazer?Vai "dedurar" o traficante?

 

As pessoas não confiam tanto na polícia a ponto de "dedurar" o traficante na esperança de que a polícia vai expulsar o tráfico e eles não vão voltar.

 

Os traficantes vão voltar,matar os "x9" e tudo volta ao normal.Até o Bope ou a Core subir a favela novamente.

 

Aí que está o problema.

 

Enquanto um grupo faz seu trabalho (Bope e Core) de subir a favela e tomar ela a tiro.

 

O outro não faz (polícia) de vigiar a favela para que o tráfico não volte.

 

Esse é o problema.

 

Se,depois do Bope ou Core ir embora,chegar o governo,com infra-estrutura,polícia,etc as pessoas levariam os políciais até as casas dos traficantes e ainda serviram café para eles.

 

Vejam a ironia.Enquanto o Rio continua assim.O Brasil teve uma missão bem sucedida no Haiti.Acabando o com tráfico de drogas lá.

 

Porque o mesmo não é feito aqui?Antes é preciso admitir o estado de guerra que faz com que mortes inocentes sejam mais "toleradas".
[/quote']

 

 

 

 

 

17.gif17.gif17.gif17.gif

 

 

 

A questão da tortura me pareceu bem simples por você...

 

 

 

 

 

Ué??????????? Que opnião é essa?? Acho que invadiram a sua conta... Começou a enteder a questão social??

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O melhor desse filme é que os policiais sentam logo é a mão na cara da galera. É para fulizar todos!!!

 

Concordo.

 

Mas essa raiva têm alguma ligação com o teu tópico sobre "Porque Ninguém Para?"

 

 

 

Ih... Voltou...

 

A tortura não era um assunto dificl de ser tratado???LLUCH2008-10-06 00:36:16

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