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Games - PS3, PS4, X-Box, Wii, PS Vita

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GENTE.... ME AJUDEM!!!

 

 

 

Ae pessoal.... estou a procura de um bom jogo multiplayer online....

 

fui aloprado por age2 e CS, mas hj nem dah mais tesao....

 

alguem me indica algum... quero um jogo online o mais rapido possivel... naum to aguento mais jogar we10 no ps2 14

 

obs: tudo... menos MMoRPG... Mu e cia limitada.... por favor...

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GENTE.... ME AJUDEM!!!

 

 

 

Ae pessoal.... estou a procura de um bom jogo multiplayer online....

 

fui aloprado por age2 e CS' date=' mas hj nem dah mais tesao....

 

alguem me indica algum... quero um jogo online o mais rapido possivel... naum to aguento mais jogar we10 no ps2 14

 

obs: tudo... menos MMoRPG... Mu e cia limitada.... por favor...
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Pangya (www.pangya.com.br)

 

E voce tambem deve conhecer o DOD (via Steam tambem).

Mas se voce quiser mesmo jogar algum FPS, recomendo o site de games da UOL para voce ter uma base dos jogos que estão na onda do momento.
LeonardoBastos2007-01-22 13:42:43

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Alguém aqui jogou um jogo chamado Scratches? Comprei esse jogo há algum tempo, acabei não instalando, começei agora e queria saber se alguém já jogou, o jogo é bem interessante mas estou com um pouco de dificuldade.

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Não... jogos de 64' date=' sempre comprei por aqui mesmo.

 

Jogos de GC, comprava pelo fórum NGM online.
[/quote']

 

GC nunca cheguei a jogar... Infelizmente.04 

 

Eu tô numa onda saudosista pelo N64, porque faz 10 anos que comprei esse videogame (foi no dia 02 de Janeiro de 1997). Olha só o texto do UOL Jogos sobre o N64:

 

 

Notícias

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if(JogFicName!="")document.write('<\/scr'+'ipt>');

nintendo64c.gif 23/06/2006 - 16h40
Cartucho selou destino do Nintendo 64' date=' que completa uma década

da Redação

Lançado em 23 de junho de 1996, após muitos adiamentos, o Nintendo 64 foi o terceiro console da Nintendo, sucedendo o NES e o Super NES. Considerado um videogame de quinta geração, o N64, como também era conhecido, tinha como principal atrativo o poderio visual.

O Nintendo 64 era o primeiro console da Big N com gráficos em 3D, uma tecnologia que ganhou muita força na época com, graças aos arcades e aos concorrentes PSOne e Saturn. Entretanto, a Nintendo já havia se aventurado em tal ramo visual ainda com o Super NES, em "Star Fox" (1993), graças a um chip especial embutido no cartucho, e também com o "portátil" Virtual Boy, de 1995mesmo que de forma rudimentar.

Graças a uma parceria com a Silicon Graphics, empresa especializada em equipamentos de computação gráfica, a Nintendo produziu uma máquina de grande capacidade, mas podada pela dificuldade em extrair esse "poder" e pelas limitações impostas pela mídia baseada em cartucho. A adoção do formato - sobretudo para evitar o tempo de carregamento de dados - seria um fator determinante para a Nintendo perder a liderança da indústria de jogos.

Não que as vendas do Nintendo 64 tivessem sido ruins, mas ficaram longe do console da Sony, empresa que em apenas uma geração dominou o mercado, com mais de cem milhões de consoles vendidos. Já as vendas finais do Nintendo 64 ficaram em 5,54 milhões no Japão e 27,38 milhões no exterior, somando 32,92 milhões de máquinas, rendendo-lhe o segundo lugar em participação na quinta geração de videogames.

O Nintendo 64 também foi responsável pela popularização de diversas funcionalidades, como a vibração do controle e, principalmente, pela adoção de um direcional analógico, que viria a ser empregado nas gerações posteriores e também no PSOne, com o nome de Dual Shock.

Projeto Realidade

As primeiras informações do que seria o Nintendo 64 remontam a junho de 1993, quando algumas publicações norte-americanas revelaram a existência do chamado "Project Reality", um console que seria capaz de criar gráficos tridimensionais. Em agosto, a Nintendo anunciou oficialmente o console, que teria tecnologia da Silicon Graphics, renomada empresa de computadores especializada em computação gráfica, cujas máquinas foram usadas, por exemplo, para produzir o filme "O Parque dos Dinossauros", um dos pioneiros na utilização maciça da geração de imagens por computador.

Mas, durante mais de dois anos, a Nintendo não divulgou nenhum avanço do projeto. Nesse período, as produtoras Rare e Midway lançaram jogos para fliperamas que, supostamente, seriam baseados no hardware do chamado Ultra 64, nome provisório do videogame, considerado de 64 bits. O título de luta "Killer Instinct", da primeira, acabou virando um grande clássico e, "Cruis 'n USA", da Midway, também ganhou certa notoriedade. Mas o console definitivo nada teria a ver com a tecnologia empregada nas placas de arcade.

Em 1995, a Nintendo adia o lançamento do console, agora chamado definitivamente de Nintendo 64. Supõe-se que a Big N desistiu de usar a marca Ultra por já pertencer à Konami nos EUA. Finalmente, em 24 de novembro, a companhia revela o Nintendo 64 para o mundo, junto com "Super Mario 64", no evento japonês Shoshinkai Software Exhibition. Apesar do furor causado, rumores davam conta que haveria poucos jogos no lançamento do console, fato que acabaria sendo confirmado.

Antes mesmo do lançamento, o Nintendo 64 colheu seu primeiro grande revés: a Squaresoft (hoje Square Enix) anunciou em 31 de janeiro de 1996 que "Final Fantasy VII", originalmente planejado para o Nintendo 64, seria lançado para PSOne. Antes disso, a Square até havia feito uma demonstração de como poderia ser o jogo no 64 bits da empresa de Kyoto, mostrando um Chocobo realista. Até a sexta versão, todos os "Final Fantasy", um RPG de enorme apelo para o público japonês, haviam sido lançados apenas para consoles da Nintendo.

Depois de inúmeros adiamentos, a Nintendo finalmente lançou o Nintendo 64 no Japão em 23 de junho de 1996, com apenas três jogos disponíveis: "Super Mario 64", "Pilotwings 64" e "Saikyô Habu Shôgi", uma espécie de xadrez japonês. Mas, a essa altura, o PSOne, lançado em dezembro de 94, já havia vendido mais de três milhões unidades somente no território nipônico. Além disso, até dezembro do mesmo ano, com o lançamento de "Mario Kart 64" no Japão, o Nintendo 64 não teria nenhum jogo de expressão, o que ajudou a frear o ímpeto inicial de vendas. Em 29 de setembro, o console saiu nos EUA, por US$ 199.

No ano seguinte, mais dificuldades. Em 9 de janeiro, a Square anunciou que "Dragon Quest VII", talvez a série de RPG mais popular para os japoneses até então, também seria lançada para o PSOne. Até então, todos os "Dragon Quest" foram para consoles da Nintendo. No dia 31 do mesmo mês saiu o aclamado "Final Fantasy VII" para o console da Sony, que praticamente acabou selando a vitória da corporação de Ken Kutaragi (o "pai" do PlayStation) na guerra dos consoles de quinta geração.

A Nintendo ditando as tendências novamente

A Nintendo sempre teve uma tradição em inovar com seus consoles e isso não foi diferente com o Nintendo 64, que trouxe diversas funcionalidades que se tornaram padrão na indústria dos games. Para começar, o console trouxe quatro portas para controles, em vez de dois, como era costume até então. O GameCube herdou as quatro portas e o Xbox também adotou o formato. A primazia, porém, cabe ao Ball Astrocade, um console de 1977.

A maior inovação estava mesmo no controle: o formato, pouco usual, lembrava um tridente, e havia três maneiras de segurar o controle. Como outros controles da companhia, trazia um direcional em foram de cruz e diversos botões - dez para ser exato. Mas a novidade estava no centro do manete, uma mini-torre analógica.

Mas, novamente, a invenção pertence a outro videogame - Vectrex no caso, de 1982 - só que foi popularizada pelo N64, e praticamente todos os videogames que vieram depois usaram ou usam o sistema. A vantagem do direcional analógico é uma maior liberdade de movimentos: em vez de oito direções possíveis, agora havia 256. Além disso, permitia controlar a intensidade do direcionamento, podendo, por exemplo, fazer o personagem andar ou correr dependendo de quanto o jogador inclinava o direcional.

Esses recursos foram primorosamente explorados em "Super Mario 64", permitindo uma liberdade de movimentos jamais vista num jogo 3D com personagem humanóide. Não por acaso, o jogo, considerado um dos melhores da história, virou referência.

Ao menos, um dos recursos a Nintendo pode dizer que foi pioneira nos consoles: o Rumble Pak. Lançado como um dispositivo independente, junto com o jogo "Star Fox 64", de abril de 1997, fazia o controle vibrar dependendo das ações que aconteciam na tela. Porém, o PC teve um controle com funções similares um mês antes do Rumble Pak. Mais uma vez, a concorrência adotou a tecnologia.

Mas nem tudo que foi inventado para o console deu certo. Um dos maiores fiascos foi o 64DD, um acessório que permitia ao Nintendo 64 ler discos magnéticos especiais, além de ter funções de modem. Mas menos de cinco jogos - além dos aplicativos "Mario Artist", "F-Zero X Expansion Kit" -, um construtor de pistas para o jogo de corrida "F-Zero X", e um disco de comunicação, foram lançados para o acessório, que só saiu no Japão.

Também foi lançado um Transfer Pak, que permitia acessar dados de cartuchos de Game Boy para o Nintendo 64, usado basicamente em "Pokémon Stadium". Havia também o Controller Pak, um cartão de memória para jogos que não tinham armazenagem própria, mas poucos jogos usaram o acessório.

Cartucho: o calcanhar de Aquiles do Nintendo 64

Apesar de o Nintendo 64 ser o mais avançado de sua época, em teoria, algumas de suas características contribuíram para que seu potencial fosse difícil de ser explorado.

Em primeiro lugar, a estrutura do hardware permitia usar os recursos de maneira bastante livre, mas para explorá-los de forma eficiente era preciso programar o próprio chip gráfico, o que é bastante trabalhoso e complicado. O software que vinha de fábrica nesses chips era muito ruim para jogos.

Outro fator limitador era a capacidade de armazenamento da mídia baseada em cartuchos. Apesar de trazer inquestionáveis vantagens, como maior velocidade de acesso e robustez, além de ser mais difícil de piratear, para os fabricantes de jogos, o formato era um fardo.

Como armazenava muito menos dados que um CD - 64 MB contra 640 MB -, não havia possibilidade de usar vídeos e apresentações com computação gráfica. Os jogos estavam ficando cada vez mais "cinematográficos" e foi "Final Fantasy VII", que usava 3 CDs, um dos pioneiros em fazer games com cara de superprodução hollywoodiana. Apesar de possuir um bom manejo de texturas, o pouco espaço dentro do cartucho - muitos jogos não usavam a capacidade máxima por ser caro - não permitia ter uma variedade maior figuras, tendo que, muitas vezes, ampliar as texturas de forma que viravam apenas um borrão quando vistas de perto. Mais tarde, jogos como "Resident Evil 2" mostrou que o console era capaz de produzir gráficos detalhados, desde que dispusesse de espaço.

Outro fator complicador para os fabricantes e usuários era o preço de produção do cartucho, muito mais alto que o CD. Assim, os jogos, apesar de parecerem menos luxuosos, tinham preços maiores para o consumidor que os títulos para PSOne.

Pior ainda era o tempo para produzir as cópias, que obrigava os fabricantes a ter de dosar bem a expectativa de vendas. Caso mande produzir mais que a demanda - a Nintendo era a única que podia fabricar as cópias -, arcava com os prejuízos; se pedisse de menos, perdia a oportunidade de vender mais. No caso do CD, os fabricantes tinham a opção de requisitar uma tiragem conservadora, para, no caso de as expectativas terem sido subestimadas, mandar prensar mais cópias, que ficavam prontas em alguns poucos dias.

Por tudo isso, e pelos freqüentes atrasos no lançamento do Nintendo 64, muitas softhouses decidiram fazer jogos para o PSOne - como a própria Squaresoft -, atrás de condições mais favoráveis de negócios. Mesmos as produtoras multissistemas, como a Capcom e Konami, fizeram muito menos jogos para o Nintendo 64 do que para o console da Sony.

Clássicos com "C" maiúsculo

Não foi pela falta de excelentes jogos que o Nintendo 64 não conseguiu chegar ao topo - e sim de uma biblioteca maior e mais consistente. Duas produtoras produziram os maiores clássicos do console: a Rare - que hoje pertence a Microsoft - e a própria Nintendo.

Esta produziu nada menos que "Super Mario 64" e "The Legend of Zelda: Ocarina of Time", duas obras-primas de Shigeru Miyamoto e presenças constantes em quaisquer listas que se propõem a escolher os melhores jogos da história. Além de tudo, influenciou toda uma geração de jogos em 3D.

Das mentes da Nintendo ainda saíram clássicos como "Mario Kart 64", "Star Fox 64", "F-Zero X", "The Legend of Zelda: Majora's Mask". Mas nem só de continuações viveu o console: também inaugurou diversas séries como "Super Smash Bros.", "Paper Mario", "Animal Forest" (que virou "Animal Crossing" no GameCube) e "Mario Party".

Já a produtora inglesa Rare também lançou um título que ficou para a história: "GoldenEye 007", um jogo de tiro em primeira pessoa baseado no agente secreto mais famoso do cinema. Seguindo o mesmo gênero de jogo, lançou o aclamado "Perfect Dark".

A produtora também se destacou em jogos de mascote, como "Banjo-Kazooie", "Conker's Bad Fur Day" e "Donkey Kong 64", gênero pela qual se destacou no NES, com "Battletoads" e no Super NES, com a franquia "Donkey Kong Country". Outra série de bastante sucesso foi "Turok", da produtora Iguana.

Apesar das dificuldades para programar o console, novos acessórios e técnicas foram surgindo, melhorando a qualidade dos títulos. Com o Expansion Pak, o Nintendo 64 ganhava mais 4 MB de memória, permitindo rodar jogos com maior resolução. Em jogos como "Donkey Kong 64" e "The Legend of Zelda: Majora's Mask" era obrigatório a presença do acessório, enquanto "Perfect Dark" e "Star Wars: Rogue Squadron", por exemplo, funcionavam mesmo sem o dispositivo, mas com qualidade menor.

Em termos de tecnologia, a produtora Factor 5 foi a responsável pelas maiores peripécias no console de 64 bits da Nintendo. "Indiana Jones and the Infernal Machine", por exemplo, rodava em alta resolução à época (640 por 480 pontos), com cenários detalhados e iluminação em tempo real, o que deixou o jogo mais impressionante que a versão para PC, um feito e tanto para um console de menos de US$ 180. Tudo isso só foi possível porque a produtora fez a programação desde os componentes básicos, como o chip gráfico, além de tirar dados de textura diretamente do cartucho para a tela.

A mesma dedicação foi empregada em "Star Wars: Rogue Squadron" e "Star Wars: Battle for Naboo", da mesma produtora. Neste último, traz efeitos de partículas (chuva, neve etc.) e uma profundidade de visão ampla - ou seja, até mesmo os objetos mais distantes podem ser vistos -, feitos não alcançados em muitos jogos da geração seguinte.

O último jogo lançado para o sistema nos EUA foi "Tony Hawk's Pro Skater 3", em 20 de agosto de 2002. O Nintendo 64 encerrou seu ciclo deixando uma biblioteca de mais de 400 jogos, em grande parte voltados para pessoas de todas as idades, com raros títulos para o público maduro, como "GoldenEye 007", "Resident Evil 2", "Shadow Man", "Doom 64" e "Quake II".

Agora, toda essa herança agora poderá ser revivida no Wii, console de nova geração da Nintendo, através da funcionalidade Virtual Console.

 

[/quote']

 

Excelente texto sobre o videogame.

 

O jogo que estou querendo por a mão é justamente o do Indy... Sou fã do cara e o jogo do N64 é muito bom. Pelo menos, só ouvi elogios para ele.

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Não... jogos de 64' date=' sempre comprei por aqui mesmo.

 

Jogos de GC, comprava pelo fórum NGM online.
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GC nunca cheguei a jogar... Infelizmente.04 

 

Eu tô numa onda saudosista pelo N64, porque faz 10 anos que comprei esse videogame (foi no dia 02 de Janeiro de 1997).  

 

 

O jogo que estou querendo por a mão é justamente o do Indy... Sou fã do cara e o jogo do N64 é muito bom. Pelo menos, só ouvi elogios para ele.

 

O GC não está muito caro ....você que gosta do 64, vai adorar ver o futuro de (quase) todos os títulos já citados aqui.

 

E quanto ao Indy...também não encontro em lugar nenhum.12

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Tou pensano no GC' date=' mas ainda não decidi (depende muito do preço).

 

Ah! Não resisti e comprei o Duken Nucken Zero Hour no Submarino...1906
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Eu já tive um Gamecube e pra mim não valeu muito a pena não. Eu comprei mais por causa de Resident Evil. Na época (entre 2002 e 2004) não tinha pirataria e eu acabei jogando pouco.04

 

O jogo que eu mais esperava, Resident Evil 4, eu acabei jogando no PS2.06

 

E por falar no PS2, pra quem não quer investir num console da nova geração, acho que ainda vale a pena. É o melhor custo-benefício. Além disso, os jogos continuam saindo.05

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Não desbloqueio meu GC por nada nesse mundo.

 Um jogo de GC, hoje em dia, está na faixa de R$ 99,00... sai bem mais em conta pagar esse preço, (comprando jogos de 2 em 2 meses) e ''debulhar'' o game até o final, aproveitando todos os detalhes....

 No contrário, eu compraria 10 jogos de vez...não daria valor, e não jogaria nenhum direito.07

 

 

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Jogo a 99 reais só hoje em dia mesmo porque a maioria é tudo velharia e o dólar está mais fraco.

 

Mas na época que eu tinha, quando o dólar 'explodiu', eu cheguei a ver lançamentos por mais de 300 reais no Mercado Livre.13

 

E mesmo a 99 reais, tem que valer muito a pena, o que não é o caso de 95% dos jogos.14

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Não desbloqueio meu GC por nada nesse mundo.

 Um jogo de GC' date=' hoje em dia, está na faixa de R$ 99,00... sai bem mais em conta pagar esse preço, (comprando jogos de 2 em 2 meses) e ''debulhar'' o game até o final, aproveitando todos os detalhes....

 No contrário, eu compraria 10 jogos de vez...não daria valor, e não jogaria nenhum direito.07

 

 
[/quote']

 

Concordo plenamente!!!

 

Não sei como essas pessoas que compram 321730570 jogos piratas de PS2 conseguem aproveitar tudo que esse jogos podem oferecer...

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E mesmo a 99 reais' date=' tem que valer muito a pena, o que não é o caso de 95% dos jogos.14
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Acho que você não conhece o console direito...03

 

Qualquer console tem como grande maioria jogos podres e uma pequena parte de jogos bons. Inclusive o Game Cube.

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Não desbloqueio meu GC por nada nesse mundo.

 Um jogo de GC' date=' hoje em dia, está na faixa de R$ 99,00... sai bem mais em conta pagar esse preço, (comprando jogos de 2 em 2 meses) e ''debulhar'' o game até o final, aproveitando todos os detalhes....

 No contrário, eu compraria 10 jogos de vez...não daria valor, e não jogaria nenhum direito.07

 

 
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Concordo plenamente!!!

 

Não sei como essas pessoas que compram 321730570 jogos piratas de PS2 conseguem aproveitar tudo que esse jogos podem oferecer...

 

Faz isso quem quer. Eu, quando tinha o Play 2, comprava um jogo de 25 por vez, e só comprava outro quando terminasse o primeiro.

 

O problema é com quem compra CD, não DVD. Daí tu compra uns 5 por 20 pilas, e não aproveita nada. Eu tinha uma amigo que tinha mais de 200 jogos! Mas não aproveitou quase nenhum. 

 

Mas quem compra DVD no Play 2 (prensado), é a mesma coisa que quem compra os originas no GC. Os jogos vem com a midia perfeita e até com a capinha de original...hehe.

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E mesmo a 99 reais' date=' tem que valer muito a pena, o que não é o caso de 95% dos jogos.14
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Acho que você não conhece o console direito...03

 

Qualquer console tem como grande maioria jogos podres e uma pequena parte de jogos bons. Inclusive o Game Cube.

 

Sim, mas não chega a tanto...
No geral, o GC, é o console com menos jogos lançados.... consequentemente, o com menos porcarias...

Na minha opinião...
60%  jogos bons,  40% ruins.


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No caso, eu gosto de colecionar.05

 

Se for comprar GC ou PS2 ou Xbox, os jogos eu compraria só originais (piratex eu passaria longe, nem DVD pirata eu compro...). Capinha original e tudo mais. A quantidade seria o que eu poderia comprar naquele momento. Como sou nintendista minha preferência mesmo seria o GC.

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Dando continuidade a série do GAMERETRÔ, desta vez deixarei o RPG de lado e falarei de um jogo de naves muito legal do SNES...E antes que vocês falem: não é Star Fox...06. Talvez nem todos conheçam esse jogo, então, conheçam (ou reviam, aqueles que já conheçam)..

 

 axelay-boxart-thumb.jpg

 

 

      1)      Nome do jogo – Axelay

     2)      Plataforma – SNES

     3)      Datas de Lançamento – Japão/EUA - 11 de setembro de 1992

                                           Europa - 30 de Setembro de 1993

     4)      Produtora - Konami

     5)      Distribuidora – Nintendo

     6)      Gênero – Shooter

     7)  História - Em um planeta distante, dentro de uma galáxia mais distante ainda, os humanos são atacados repentinamente por uma bizarra raça alienígena e a última esperança está concentrada no protótipo AX-77 Axelay, uma poderosa máquina de guerra criada exclusivamente com o intuito de servir como linha de defesa contra o poderoso exército invasor.

     8) Impressões pessoais - Os shooters (ou, como são conhecidos por aqui, os "joguinhos de nave") sempre exerceram um fascínio grande entre os jogadores. Seja nos fliperamas ou nos consoles domésticos, eles sempre despertaram o interesse dos gamers que buscavam desafios. Quem não ficava alucinado com os milhões de tiros einimigos que apareciam na tela porntos para esmagar a sua querida nave em milhões de pedacinhos e só tinha um lugar onde a sua nave poderia ficar??? Sem falar que quando você conseguia escapar era uma festa!!! Os clássicos shooters remotam desde os anos 70 (qual gamer com mais de 30 anos não se lembra de Space Invaders), mas foi nos anos 80 que esse gênero se consolidou. R - Type, Gradius, Salamander, a saga Thunder Force, entre outros (só para ficar nos mais famosos) ajudaram e muito a consolidar esse gênero. Mas foi um jogo que foi no final de 1992, que não é muito comentado, que despertou os meus olhos para esse gênro e revolucionou a minha maneira de observar os shooters.

         Axelay foi o primeiro jogo desse tipo que joguei no SNES (antes mesmo que Star Fox). E não larguei durante um bom tempo!!!! Quem imaginaria que num simples cartucho de 8 Mbit teria tanta diversão assim. esse foi mais um dos jogos que ajudaram o cara da locadora perto de casa a lucrar bastante. Para mim, Axelay é um clássico, o melhor do Gênero (talvez empatado com outro clássico, só que do PSOne, "Einhander" - quem sabe esse jogo não apareça em algum review meu).

Desenvolvida pela Konami, "Axelay" era um dos jogos que vinha com o chip Mode - 7, um dos primeiros para o SNES, que recriava efeitos de rotação e escala. E iso foi muito bem aproveitado no jogo. Os gráficos eram soberbos, dando uma sensação de profundidade e imersão ao jogo jamais vistas em um jogo do tipo.  Além disso, "Axelay" trazia uma inovação: Ao invés do plano usual para um jogo do tipo, "Axelay" mesclava estágios com visões horizontais e verticais. Isso era inédito na época, e foi uma inovação muito bem - vinda para o jogo.

   Outro ponto importante a se destacar diz respeito a trilha sonora. Uma das mais inventivas e nostálgicas trilhas sonoras da história do video - game. As músicas combinavam com o clima futurista do jogo. Isso sem falar na voz digitalizada que dizia antes de você começar o jogo: "Arms installation is complete, good luck!". Também tinhamos todos os ingredientes de um bom shooter (milhares de inimigos surgindo na tela, jogabilidade simples, resposta rápida dos comandos, entre outras).   Além disso, "Axelay" pode se vangloriar de ser um dos shooters mais difícies de se chegar ao final (especialmente jogando no Hard Game). Apesar de ter poucas fases (são sete ao todo). os chefes são complicadíssimos de derrotar (especialmente o último, lembro que levei cerca de vinte minutos para derrotá - lo!!!).

Portanto, se você acha que shooter é coisa de jogador antigo, é bom você dar uma chance a esse jogo, pois com certeza, depois de algumas horas, a sua opinião mudará!!!

 

             9) Curiosidades:

 

No final do jogo no modo Hard, aparecia uma frase final dizendo "Nos vemos em Axelay 2!!". Só que o projeto da continuaçaõ desse jogo não saiu nem no papel!!!

o chip gráfico Mode 7 foi um dos primeiros a ser lançado em jogos do SNES. Ele foi desenvolvido pelo próprio criador do SNES para desbancar o console da Sega, MegaDrive, lançado um ano antes. Entre os jogos que se utilizaram desse chip estão F - Zero e Secret of Mana.

 

          10) Fotos do jogo:

122700.jpgaxelay_boss1.jpg

axelayk005.gifaxelayk003.gifaxelayk002.gif
silva2007-01-24 14:52:07

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No caso' date=' eu gosto de colecionar.05

 

Se for comprar GC ou PS2 ou Xbox, os jogos eu compraria só originais (piratex eu passaria longe, nem DVD pirata eu compro...). Capinha original e tudo mais. A quantidade seria o que eu poderia comprar naquele momento. Como sou nintendista minha preferência mesmo seria o GC.
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É só seprarar o joio do trigo. Coleciona o que realmente vale a pena, e o que rende só algumas horas de diversão vai de forma alternativa mesmo.

 

Se os jogos custassem a mesma coisa que DVD de filme, tudo bem. Mas são bem mais caros.

 

Sobre ser "ista", acho bobagem. Nunca comprei console por marca, não tenho isso. Mas a Nintendo não me agradou em seus últimos, e o Wii não me empolga.

 

Eu hoje só tenho um PSP. Mas eu uso ele mais como MP4 do que video game. Aquela tela widescreen dele é uma belezinha.05
Dante2007-01-24 14:29:27

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No caso' date=' eu gosto de colecionar.05

 

Se for comprar GC ou PS2 ou Xbox, os jogos eu compraria só originais (piratex eu passaria longe, nem DVD pirata eu compro...). Capinha original e tudo mais. A quantidade seria o que eu poderia comprar naquele momento. Como sou nintendista minha preferência mesmo seria o GC.
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É só seprarar o joio do trigo. Coleciona o que realmente vale a pena, e o que rende só algumas horas de diversão vai de forma alternativa mesmo.

 

Se os jogos custassem a mesma coisa que DVD de filme, tudo bem. Mas são bem mais caros.

 

Sobre ser "ista", acho bobagem. Nunca comprei console por marca, não tenho isso. Mas a Nintendo não me agradou em seus últimos, e o Wii não me empolga.

 

Eu hoje só tenho um PSP. Mas eu uso ele mais como MP4 do que video game. Aquela tela widescreen dele é uma belezinha.05

 

Os do Gamecube mais baratos são R$ 99,00 nas Americanas.com e Submarino.com. Então selecionar só os bons é uma coisa mais que necessária.

 

Mas comprar tanto o videogame como os jogos depende muito do preço, e pelo que vi no momento não vou poder.

 

Vou continuar caçando os jogos do N64 que estão mais em conta.

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Dando continuidade a série do GAMERETRÔ' date=' desta vez deixarei o RPG de lado e falarei de um jogo de naves muito legal do SNES...E antes que vocês falem: não é Star Fox...06. Talvez nem todos conheçam esse jogo, então, conheçam (ou reviam, aqueles que já conheçam)..

 

 axelay-boxart-thumb.jpg

 

 

      1)      Nome do jogo – Axelay

     2)      Plataforma – SNES

     3)      Datas de Lançamento – Japão/EUA - 11 de setembro de 1992

                                           Europa - 30 de Setembro de 1993

     4)      Produtora - Konami

     5)      Distribuidora – Nintendo

     6)      Gênero – Shooter

     7)  História - Em um planeta distante, dentro de uma galáxia mais distante ainda, os humanos são atacados repentinamente por uma bizarra raça alienígena e a última esperança está concentrada no protótipo AX-77 Axelay, uma poderosa máquina de guerra criada exclusivamente com o intuito de servir como linha de defesa contra o poderoso exército invasor.

     8) Impressões pessoais - Os shooters (ou, como são conhecidos por aqui, os "joguinhos de nave") sempre exerceram um fascínio grande entre os jogadores. Seja nos fliperamas ou nos consoles domésticos, eles sempre despertaram o interesse dos gamers que buscavam desafios. Quem não ficava alucinado com os milhões de tiros einimigos que apareciam na tela porntos para esmagar a sua querida nave em milhões de pedacinhos e só tinha um lugar onde a sua nave poderia ficar??? Sem falar que quando você conseguia escapar era uma festa!!! Os clássicos shooters remotam desde os anos 70 (qual gamer com mais de 30 anos não se lembra de Space Invaders), mas foi nos anos 80 que esse gênero se consolidou. R - Type, Gradius, Salamander, a saga Thunder Force, entre outros (só para ficar nos mais famosos) ajudaram e muito a consolidar esse gênero. Mas foi um jogo que foi no final de 1992, que não é muito comentado, que despertou os meus olhos para esse gênro e revolucionou a minha maneira de observar os shooters.

         Axelay foi o primeiro jogo desse tipo que joguei no SNES (antes mesmo que Star Fox). E não larguei durante um bom tempo!!!! Quem imaginaria que num simples cartucho de 8 Mbit teria tanta diversão assim. esse foi mais um dos jogos que ajudaram o cara da locadora perto de casa a lucrar bastante. Para mim, Axelay é um clássico, o melhor do Gênero (talvez empatado com outro clássico, só que do PSOne, "Einhander" - quem sabe esse jogo não apareça em algum review meu).

Desenvolvida pela Konami, "Axelay" era um dos jogos que vinha com o chip Mode - 7, um dos primeiros para o SNES, que recriava efeitos de rotação e escala. E iso foi muito bem aproveitado no jogo. Os gráficos eram soberbos, dando uma sensação de profundidade e imersão ao jogo jamais vistas em um jogo do tipo.  Além disso, "Axelay" trazia uma inovação: Ao invés do plano usual para um jogo do tipo, "Axelay" mesclava estágios com visões horizontais e verticais. Isso era inédito na época, e foi uma inovação muito bem - vinda para o jogo.

   Outro ponto importante a se destacar diz respeito a trilha sonora. Uma das mais inventivas e nostálgicas trilhas sonoras da história do video - game. As músicas combinavam com o clima futurista do jogo. Isso sem falar na voz digitalizada que dizia antes de você começar o jogo: "Arms installation is complete, good luck!". Também tinhamos todos os ingredientes de um bom shooter (milhares de inimigos surgindo na tela, jogabilidade simples, resposta rápida dos comandos, entre outras).   Além disso, "Axelay" pode se vangloriar de ser um dos shooters mais difícies de se chegar ao final (especialmente jogando no Hard Game). Apesar de ter poucas fases (são sete ao todo). os chefes são complicadíssimos de derrotar (especialmente o último, lembro que levei cerca de vinte minutos para derrotá - lo!!!).

Portanto, se você acha que shooter é coisa de jogador antigo, é bom você dar uma chance a esse jogo, pois com certeza, depois de algumas horas, a sua opinião mudará!!!

 

             9) Curiosidades:

 

No final do jogo no modo Hard, aparecia uma frase final dizendo "Nos vemos em Axelay 2!!". Só que o projeto da continuaçaõ desse jogo não saiu nem no papel!!!

o chip gráfico Mode 7 foi um dos primeiros a ser lançado em jogos do SNES. Ele foi desenvolvido pelo próprio criador do SNES para desbancar o console da Sega, MegaDrive, lançado um ano antes. Entre os jogos que se utilizaram desse chip estão F - Zero e Secret of Mana.

 

          10) Fotos do jogo:

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Não muitas tenho habilidades em jogos de tiro (o Star Fox 64, eu peno para passar as fases), mas esse jogo é um desbunde! Gráficos e sons de babar... Uau!

 

Me lembro que a Konami quando estreou seus primeiros jogos no Super Nes, já vei mostrando serviço. Castlevania 4, Contra 3, TMNT 4, esse Axelay entre outros, já mostravam do que o Super Nes era capaz.

 

Pena que a Konami apareceu pouco no N64...04
Jailcante2007-01-24 17:59:17

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Konami rocks!16

 

O seguinte, nunca usei emuladores de psone na vida e estou com alguns probleminhas. Baixei o Harvest Moon e tentei carregar, mas o máximo que ele faz é pedir pra inserir o cd. Eu tenho que criar imagem, o escambau, ou o que?01

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Emuladores eu parei no SNes/Mega Drive. O do Playstation, eu não tinha computador para tanto.

 

Mas talvez seja do próprio emulador que só roda os CDs. Talvez tenha outro que rode os jogos gravados no computador (ou você tenha que gravar o jogo num CD, sei lá).
Jailcante2007-01-24 18:27:31

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