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Forum Cinema em Cena

Harry Potter e as Relíquias da Morte


Renata
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Não e não disse que esse é o caso, mas você não se sentiria lesado em ter que pagar 2 ingressos para ver um filme simplesmente cortado ao meio? Ir ao cinema é uma experiência momentânea, não tem sentido nenhum (que não seja $) exigir que as pessoas suspendam suas emoções por 6 meses, e depois tenham que pagar novamente para completá-las.

 

E outra coisa. Não pode usar o tópico do filme para discutir algo relacionado ao cinema? Não é você que faz cinema na faculdade?06

 

 

 

 

kakoserrano2010-11-23 14:32:59

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Não e não disse que esse é o caso' date=' mas você não se sentiria lesado em ter que pagar 2 ingressos para ver um filme simplesmente cortado ao meio? Ir ao cinema é uma experiência momentânea, não tem sentido nenhum (que não seja $) exigir que as pessoas suspendam suas emoções por 6 meses, e depois tenham que pagar novamente para completá-las.

 

E outra coisa. Não pode usar o tópico do filme para discutir algo relacionado ao cinema? Não é você que faz cinema na faculdade?06

 

 

 

 

[/quote']

Se o filme me entreteu, apresentou qualidades artísticas e narrativas suficientes, não vejo motivos para me sentir lesado.

 

Cinema é feito de regras, agora? Cinema não segue cartilha, kako.

 

Tarantino dividiu a sua história em duas. Ninguém chegou a reclamar. Não reclamaram nem quando ele afirmou sua decisão.

 

Agora, dividiram a história de uma saga em duas. Já começaram a fazer acusações logo mesmo após a decisão, antes de ver o produto completo. Aliás, muitos estão se deixando levar por essa pré-impressão (cof cof cof.. Isabela Boscov.. cof cof cof).

 

Não condeno a decisão da Warner. Intenções comerciais? Sim. Mas o filme funciona, diverte, entretém e agrada, principalmente, quem sustenta as contas da produtora: os fãs.

 

 

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Os meus principais problemas com esse filme - que são a superficialidade das cenas e falta de uma direção de atores mais eficiente - não têm nada a ver com o fato de ele ter sido dividido. Têm a ver, isso sim, com a absoluta falta de autoralidade da direção.

 

 

 

É como se tivessem pego um Zé Buchudo qualquer - ou seja, Yates -, sem muita criatividade, visão artística nem experiência, jogado o livro no colo dele e dito "tome, leia e faça o filme. Mas vai ter que ter estas cenas, nesta ordem e desse jeito, sem inventar muito, ok?"

 

 

 

Bummer!

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Se o filme me entreteu' date=' apresentou qualidades artísticas e narrativas suficientes, não vejo motivos para me sentir lesado.

 

Cinema é feito de regras, agora? Cinema não segue cartilha, kako.

 

Tarantino dividiu a sua história em duas. Ninguém chegou a reclamar. Não reclamaram nem quando ele afirmou sua decisão.

 

Agora, dividiram a história de uma saga em duas. Já começaram a fazer acusações logo mesmo após a decisão, antes de ver o produto completo. Aliás, muitos estão se deixando levar por essa pré-impressão (cof cof cof.. Isabela Boscov.. cof cof cof).

 

Não condeno a decisão da Warner. Intenções comerciais? Sim. Mas o filme funciona, diverte, entretém e agrada, principalmente, quem sustenta as contas da produtora: os fãs.

 

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Bob, o meu post foi mais genérico mesmo. Nem poderia ser diferente, já que não vi o filme.

 

Sobre Kill Bill, que eu vi, o primeiro e o segundo são filmes completíssimos individualmente. Cada um deles tem começo, meio e fim, mesmo que sejam duas partes de uma mesma história.

 

Eu não tenho nada fundamentalmente contra a divisão de filmes, desde que cada parte funcione sozinha também.

 

Se para você  a Parte 1 foi um bom filme, fechou a conta. Agora, se você só poderá dizer se foi ou não quando vir a Parte 2, aí é que eu acho sacanagem. E sacanagem justamente com os fãs, ao menos aqueles que não vão para o cinema apenas pra ver o livro se mechendo na tela.

 

 

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Os meus principais problemas com esse filme - que são a superficialidade das cenas e falta de uma direção de atores mais eficiente - não têm nada a ver com o fato de ele ter sido dividido. Têm a ver' date=' isso sim, com a absoluta falta de autoralidade da direção.

 

 

 

É como se tivessem pego um Zé Buchudo qualquer - ou seja, Yates -, sem muita criatividade, visão artística nem experiência, jogado o livro no colo dele e dito "tome, leia e faça o filme. Mas vai ter que ter estas cenas, nesta ordem e desse jeito, sem inventar muito, ok?"

 

 

 

Bummer![/quote']

 

 

Po, Alexei, vamos discordar aqui... Com todo o respeito 06 Não achei as cenas superficiais e a direção dos atores ruins não. Aliás, o que mais gostei desde que Yates assumiu foram as atuações. Watson finalmente deixou de atuar com as sobrancelhas e conferiu mais densidade e profundidade à Hermione enquanto Rupert Grint amadureceu. Radcliffe eu nem falo pq eu sempre gostei de sua atuação como Harry, desde o primeiro... Ele cresceu junto com o personagem, sempre carregando bem o peso de ser quem é.

 

Sobre a superficialidade das cenas, não sei se entendi certo, mas você se refere as passagens que ocorreram ao longo do filme? Aquela coisa silenciosa, sem muitos momentos, o que pareceu ter tornado o filme lento?

 

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Bob' date=' o meu post foi mais genérico mesmo. Nem poderia ser diferente, já que não vi o filme.

 

Sobre Kill Bill, que eu vi, o primeiro e o segundo são filmes completíssimos individualmente. Cada um deles tem começo, meio e fim, mesmo que sejam duas partes de uma mesma história.

 

Eu não tenho nada fundamentalmente contra a divisão de filmes, desde que cada parte funcione sozinha também.

 

Se para você  a Parte 1 foi um bom filme, fechou a conta. Agora, se você só poderá dizer se foi ou não quando vir a Parte 2, aí é que eu acho sacanagem. E sacanagem justamente com os fãs, ao menos aqueles que não vão para o cinema apenas pra ver o livro se mechendo na tela.

 

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Eu não entendi o pq que o Rike comparou com Kill Bill 1 e 2, que para mim parecem mais filmes distintos do que uma continuação do outro, se é que isso é possível rs

 

De qualquer forma, HP para mim foi dividido para deixar os fãs com gosto de quero mais e arrecadar mais dindin 06 Mesmo eu tendo gostado e MUITO dessa primeira parte, para mim ela funcionou assim. O livro é denso e possui muitos detalhes importantes para o fechamento da saga... Ficaria um filme muito longo, mas acho que um só teria dado. Seria um SdA, 3h e pouca de duração...

 

O negócio é que concordo com o Rike: os públicos de SdA e HP são distintos, talvez não funcionasse por isso. Galera ia ao banheiro de 5 em 5 minutos nesse primeiro, que é longo, imagina num de 3h 06 Nesse caso caberia ao estúdio, ao diretor e ao diabo ter culhões e soltá-lo do jeito que bem entender rs.

Kate B.2010-11-23 17:00:24

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K. 16

 

Kill Bill seria um filme só. Tanto que eles até chegaram a divulgar o filme como um só (inclusive, há até posters confirmando isso). Só que houve a decisão da divisão. Caso semelhante com Harry Potter. Aliás, tenho certeza que a Parte II de Relíquias da Morte será bem diferente da primeira, como Kill Bill. :D

 

 

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Os meus principais problemas com esse filme - que são a superficialidade das cenas e falta de uma direção de atores mais eficiente - não têm nada a ver com o fato de ele ter sido dividido. Têm a ver' date=' isso sim, com a absoluta falta de autoralidade da direção.

 

 

 

É como se tivessem pego um Zé Buchudo qualquer - ou seja, Yates -, sem muita criatividade, visão artística nem experiência, jogado o livro no colo dele e dito "tome, leia e faça o filme. Mas vai ter que ter estas cenas, nesta ordem e desse jeito, sem inventar muito, ok?"

 

 

 

Bummer![/quote']

 

16

 

E é bobagem comparar com Kill Bill, ein. São filmes infinitamente mais articulados, e apesar de serem partes de uma mesma história, independentes, coisa que esse Harry Potter não é. Afinal, a gente já leu várias vezes nesse tópico - e em outros lugares internet afora - coisas como "... mas acho que o dois vai ser alucinante" ou algo assim.

 

O motivo da divisão é claro. Acontece que não foi um tarantino que dividiu

 

 

 

 

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Ué. Se todo mundo acha que a Parte II "vai ser alucinante" é ÓBVIO que a Parte I serviu, pelo menos, como um cliffhanger. Se criou expectativa, é porque o filme cumpriu o seu papel.

 

Pois é. Se um Tarantino divide um filme, é, exclusivamente, por motivos artísticos. Se a Warner divide um filme, o motivo é comercial.

 

Para informação da maioria, a divisão do filme não foi aprovada, a princípio, pelo produtor David Heyman e pelo diretor David Yates. Eles se convenceram apenas quando o roteirista, Steve Kloves, apresentou o roteiro.

 

 

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Ué. Se todo mundo acha que a Parte II "vai ser alucinante" é ÓBVIO que a Parte I serviu' date=' pelo menos, como um cliffhanger. Se criou expectativa, é porque o filme cumpriu o seu papel.

 

Pois é. Se um Tarantino divide um filme, é, exclusivamente, por motivos artísticos. Se a Warner divide um filme, o motivo é comercial.

 

Para informação da maioria, a divisão do filme não foi aprovada, a princípio, pelo produtor David Heyman e pelo diretor David Yates. Eles se convenceram apenas quando o roteirista, Steve Kloves, apresentou o roteiro.

 

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1) Discordo. Não acho legal um filme servir apenas de escada para outro. Isso é venda casada, não gosto dessa idéia.

 

2) O Tarantino dividiu o filme por razões comerciais também, só que existem dois fatores que fizeram ambos serem OP´s:

 

- O Tarantino é mega-talentoso. É um cara muito acima da média dos diretores.

- Ele teve mais liberdade artística para fazer isso. Deve ser foda a responsa desse Yates.

 

 

kakoserrano2010-11-24 11:53:54

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K. 16

 

Kill Bill seria um filme só. Tanto que eles até chegaram a divulgar o filme como um só (inclusive' date=' há até posters confirmando isso). Só que houve a decisão da divisão. Caso semelhante com Harry Potter. Aliás, tenho certeza que a Parte II de Relíquias da Morte será bem diferente da primeira, como Kill Bill. :D

 

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Mas Kill Bill funciona perfeitamente como dois filmes distintos... HP 7 não. Não há o que comparar, portanto.

 

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K. 16

 

Kill Bill seria um filme só. Tanto que eles até chegaram a divulgar o filme como um só (inclusive' date=' há até posters confirmando isso). Só que houve a decisão da divisão. Caso semelhante com Harry Potter. Aliás, tenho certeza que a Parte II de Relíquias da Morte será bem diferente da primeira, como Kill Bill. :D

 

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Mas Kill Bill funciona perfeitamente como dois filmes distintos... HP 7 não. Não há o que comparar, portanto.

Defina "filme distinto". Kill Bill é o mesmo caso: uma história, dividida em duas partes.

 

Lógico que há o que comparar. Kill Bill vol. I, Kill Bill vol. II. Está até explícito no título. Relíquia da Morte parte I, Relíquias da Morte parte II.

 

A estrutura permite comparações sim.

 

E por que Harry Potter não funciona como filme distinto?

 

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 HP 7.1 - 2,5/5,0

 

 Filminho chato da porra!!! O longa até começa bem, mas depois o ritmo degringola de modo terrível (pra que perder tanto tempo mostrando aquele vagar por terras remotas e blá-blá-blá...). Putz!! Teve uma hora que quase dormi... O filme até tem bons efeitos, o elenco tá bem e momentos inspirados (com destaque pra sequência que se passa na casa da sinistra Batilda. Terror puro!), mas é "manco" e termina mal pacas! Não vi justificativa alguma para dividirem em duas partes (a não ser a óbvia chance de encherem os bolsos com o vil metal...rs)

 

 O próximo irei conferir em casa. Sem chance de ir ao cinema...      

 

Deadman2010-11-26 13:08:55

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No começo, critiquei bastante a decisão de dividirem o último livro em dois filmes; afinal, alguns dos livros anteriores eram bem maiores, e foram (na minha opinião) bem adaptados para o cinema. Pois bem, quebrei a cara. Se me perguntarem se a razão dos produtores foi meramente mercadológica, eu diria que sim; porém, o RESULTADO foi muito além de uma mera atitude mercenária.

 

 

 

O resultado é o melhor da série até o momento. Melhoraram o desenvolvimento dos personagens, melhoraram as atuações, melhoraram as cenas de ação, a emoção (ahhh, Doby! he he he). Enfim, foi foda. Gostei como cinéfilo e como fã dos livros. Minha única crítica é por ser um pouco "confuso", no sentido de que demanda bastante conhecimento sobre a série, mas eu lembrei da maioria dos detalhes e, mesmo não lembrando de alguns, dá pra acompanhar numa boa.

 

 

 

Nota 9,5/10

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Resumidamente, darei meus pitacos aqui:

 

 

 

1) Quanto ao ritmo do filme e a divisão, também acusei de imediato, mas acredito que o Yates soube transformar esses "momentos de espera" em algo extremamente positivo. A aura do sétimo livro é esta, um andar sem rumo, indecisões, e revolta com as personagens - especialmente Potter - por não se mostarem tão inteligentes como esperávamos. A proposta foi de um filme mais de suspense do que propriamente de aventura e acredito que nisso o filme foi bastante competente, inclusive nas tais referências ao nazismo que ficaram um tanto quanto ocultas até então na série.

 

 

 

2) Quanto a "falta de clímax" e "venda do segundo filme", também discordo. Àqueles que vão esperando a batalha final, logicamente que ficará este sentimento desapontador. Para mim, funcionou como um filme de tensão, e foi finalizado no momento adequado, apesar de que a cena da morte do Dobby poderia ter sido mais carregada e era desnecessário o momento Highlander de Voldemort.

 

 

 

3) Concordo também com o Alexei no que diz respeito ao check-list. Apesar de Yates ter evoluído (no quinto, fez uma correria sem sentido; no sexto algo sem a menor carga dramática exigida; e agora consegue se aproximar de uma triste sensação de desfecho), ficou uma sobrecarga de informações que são cuspidas ao longo da trama, falha de TODOS os episódios até aqui.

 

 

 

Assim, considero um bom filme, independentemente do livro - nem me lembrava de diversos trechos - e do que há por vir (ao fim da sessão, não estava com aquela sensação: "ah, agora que ia começar para valer" como ocorreu no pavoroso A Bússola de Ouro, que é uma grande bobagem).

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Então, assisti hoje novamente, numa sessão sem euforia alguma d eminha parte por estar assistindo ao filme que espero desde os 11 anos 06.gif

 

Gente, continuo com a mesmíssima opinião sobre o filme. Ele continua funcionando perfeitamente comigo, tudo, tudo. Continuo batendo palma, também, para a atuação do trio. E a animação do conto dos três irmãos, hein... Sensa.

 

 

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Mas Unbreakable é muito mais classudo na maneira de filmar. Tem nem comparação.

 

 

 

 

Os meus principais problemas com esse filme - que são a superficialidade das cenas e falta de uma direção de atores mais eficiente - não têm nada a ver com o fato de ele ter sido dividido. Têm a ver' date=' isso sim, com a absoluta falta de autoralidade da direção.

 

 

 

É como se tivessem pego um Zé Buchudo qualquer - ou seja, Yates -, sem muita criatividade, visão artística nem experiência, jogado o livro no colo dele e dito "tome, leia e faça o filme. Mas vai ter que ter estas cenas, nesta ordem e desse jeito, sem inventar muito, ok?"

 

 

 

Bummer![/quote']Po, Alexei, vamos discordar aqui... Com todo o respeito smileys/06.gif" align="absmiddle" alt="06" /> Não achei as cenas superficiais e a direção dos atores ruins não. Aliás, o que mais gostei desde que Yates assumiu foram as atuações. Watson finalmente deixou de atuar com as sobrancelhas e conferiu mais densidade e profundidade à Hermione enquanto Rupert Grint amadureceu. Radcliffe eu nem falo pq eu sempre gostei de sua atuação como Harry, desde o primeiro... Ele cresceu junto com o personagem, sempre carregando bem o peso de ser quem é.Sobre a superficialidade das cenas, não sei se entendi certo, mas você se refere as passagens que ocorreram ao longo do filme? Aquela coisa silenciosa, sem muitos momentos, o que pareceu ter tornado o filme lento?

 

 

 

Kahzita, eu viajei a trabalho e só voltei ontem, daí a demora. Foi mal.

 

 

 

Sobre as interpretações, penso que Emma Watson não está ruim, mas também não está lá bem (o melhor é o Rupert Grint). O pior mesmo é o Daniel Radcliffe, que eu acho fraco mesmo. Ele tem uma eterna cara de prisão de ventre, de constipação mesmo. O tempo todo eu me lembrava de uma expressão que li na versão HQ de Hellraiser: "A interpretação sofre porque a alma não sofre".

 

 

 

Acerca da superficialidade, eu me refiro às cenas-chave mesmo, aquelas que deveriam ser mais intensas e não foram. Um exemplo é o encontro com o Ministro, logo no começo do filme. Yates esvaziou a cena de qualquer confronto, de todo o embate psicológico e verbal que existia entre ele e Harry. Quem leu o livro sabe que aquele é um turning point na vida do menino, um rompimento com as regras estabelecidas e com as instituições que já não garantiam a integridade de ninguém. Dali pra frente ele está sozinho, fazendo as coisas do jeito dele, tendo apenas a palavra de um morto - Dumbledore, que disse pra confiarem no garoto acima de tudo - como suporte.

 

 

 

Yates murchou a cena tal qual um balão sem gás. Não ficou nada, apenas um "tomem aqui o legado de Dumbledore, agora sumam daqui e sigam com a estória". Broxante.

 

 

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Kahzita' date=' eu viajei a trabalho e só voltei ontem, daí a demora. Foi mal.

 

 

 

Sobre as interpretações, penso que Emma Watson não está ruim, mas também não está lá bem (o melhor é o Rupert Grint). O pior mesmo é o Daniel Radcliffe, que eu acho fraco mesmo. Ele tem uma eterna cara de prisão de ventre, de constipação mesmo. O tempo todo eu me lembrava de uma expressão que li na versão HQ de Hellraiser: "A interpretação sofre porque a alma não sofre".

 

 

 

Acerca da superficialidade, eu me refiro às cenas-chave mesmo, aquelas que deveriam ser mais intensas e não foram. Um exemplo é o encontro com o Ministro, logo no começo do filme. Yates esvaziou a cena de qualquer confronto, de todo o embate psicológico e verbal que existia entre ele e Harry. Quem leu o livro sabe que aquele é um turning point na vida do menino, um rompimento com as regras estabelecidas e com as instituições que já não garantiam a integridade de ninguém. Dali pra frente ele está sozinho, fazendo as coisas do jeito dele, tendo apenas a palavra de um morto - Dumbledore, que disse pra confiarem no garoto acima de tudo - como suporte.

 

 

 

Yates murchou a cena tal qual um balão sem gás. Não ficou nada, apenas um "tomem aqui o legado de Dumbledore, agora sumam daqui e sigam com a estória". Broxante.

 

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O Rupert está ótimo mesmo, concordamos. Já a Watson, acho que ela progrediu muito, me surpreendi. E que coisa o que tu acha do Radcliffe... Considero-o ótimo, desde o início. Aliás, acho que ele cresceu junto com o personagem mesmo, o que ficou melhor ainda pra mim.

 

Essa cena do Ministro eu encuquei também, mas não liguei tanto... O Harry do filme não é "estressadinho" igual ao do livro desde o 1º filme 06

 

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Mas olha que não é só a cena do Ministro, Kah, ela foi só um exemplo. E meu inconformismo não está no fato de ela ter ficado diferente, e sim no esvaziamento que ela sofreu. Deixou de ter peso, ficou insignificante. Como muitas outras partes do filme, ao meu ver.

 

 

 

Então o que eu reclamo é que o filme não tem uma personalidade verdadeira, seja ela emprestada do livro - há ótimos filmes que são bastante fiéis ao material original - ou independente (pois também há ótimos filmes que são totalmente subversivos em relação ao material original).

 

 

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Mas Unbreakable é muito mais classudo na maneira de filmar. Tem nem comparação.

(...) Kahzita' date=' eu viajei a trabalho e só voltei ontem, daí a demora. Foi mal.

Sobre as interpretações, penso que Emma Watson não está ruim, mas também não está lá bem (o melhor é o Rupert Grint). O pior mesmo é o Daniel Radcliffe, que eu acho fraco mesmo. Ele tem uma eterna cara de prisão de ventre, de constipação mesmo. O tempo todo eu me lembrava de uma expressão que li na versão HQ de Hellraiser: "A interpretação sofre porque a alma não sofre".

Acerca da superficialidade, eu me refiro às cenas-chave mesmo, aquelas que deveriam ser mais intensas e não foram. Um exemplo é o encontro com o Ministro, logo no começo do filme. Yates esvaziou a cena de qualquer confronto, de todo o embate psicológico e verbal que existia entre ele e Harry. Quem leu o livro sabe que aquele é um turning point na vida do menino, um rompimento com as regras estabelecidas e com as instituições que já não garantiam a integridade de ninguém. Dali pra frente ele está sozinho, fazendo as coisas do jeito dele, tendo apenas a palavra de um morto - Dumbledore, que disse pra confiarem no garoto acima de tudo - como suporte.

Yates murchou a cena tal qual um balão sem gás. Não ficou nada, apenas um "tomem aqui o legado de Dumbledore, agora sumam daqui e sigam com a estória". Broxante.
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 Quotei parcialmente porque o que está escrito acima é o que me interessa... Sou da mesmíssima opinião do Alexei. Principalmente no que se refere ao crescimento do personagem Ron, vivido com competência e inteligência por Rupert Grint. Aliás, posso estar enganado, mas tá aí um ator que tem tudo pra ter sucesso. O rapaz manda bem.    
Deadman2010-12-03 12:40:42
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