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Coisas que Perdemos Pelo Caminho


-felipe-
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Sinopse: Mãe de duas crianças, uma mulher que subitamente se tornou viúva passa a ser apoiada pelo melhor amigo de seu falecido marido. Um homem aborrecido, ele é convidado a morar com a família e aos poucos vai ajudando-os a confrontar a perda.

 

De Susanne Bier, com Halle Berry, Benicio Del Toro, David Duchovny e Alison Lohman. Estréia dia 4 de janeiro aqui no Brasil.

 

 

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Agora que eu percebi' date=' o David Duchovny participa do filme. Será que um cara que só faz comédia vai se sair bem nesse filme?

E alguém por aqui viu Depois do Casamento?
[/quote']

 

 Be, "Californication" não é bem comédia. É meio drama tb.

 

 Eu achei que depois de "X-Files", ele ficaria estigmatizado,como alguns caras que fazem seriados anos após anos.

 

 Foi uma grata surpresa ver que ele faz um papel completamente diferente de Mulder e parece muito a vontade ... aff! 10

 
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Se não me engano' date=' a Bier só fez Depois do Casamento, Coisas que Perdemos Pelo Caminho e outro filme com o Mads Mikkelsen (Corações alguma coisa).

[/quote']

De acordo com o IMDb ela já fez tbm Brothers, Once in a Lifetime, The One and Only, Credo, Like It Never Was Before, Family Matters, Letter to Jonas e Freud's Leaving Home (mas tô com preguiça de procurar os títulos em português agora).

 

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Assisti ao trailer ontem e me agradei demais. Aliás' date=' que eu me lembre é o primeiro da Halle Berry que vale a pena assistir depois de X-Men, e do Benicio del Toro depois de, como é o nome mesmo, Traffic? - e o primeiro do ag. Mulder que vale a pena depois de, tipo, Kalifornia...[/quote']

 

 Aff! Não sei qto a Halle Berry, nem de Duchovny (que fez o romantico e bunitinho "Feitiço do coração" com a Mimi driver).

 

 Mas Beníco del Toro???  ... aff!

 

 Benício del Toro fez o estupendo "21 Gramas"... tão bom ou mesmo superior a "Traffic" 10

 

 
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 Tomara que façamuita sucesso.

 Torço muito por Benicio Del Toro.

 Acho que é o primeiro filme dele em que faz o protagonista.

 

 Tá, tem "A Sangue Frio" .

 Não vale contar "Os Suspeitos", o cara aparece no filme 20 minutos, e bem menos que isso em "Snatch - Porcos e Diamantes"... embora arrase nas cenas iniciais do filme... aff! 10

 

 
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Assisti ao trailer ontem e me agradei demais. Aliás' date=' que eu me lembre é o primeiro da Halle Berry que vale a pena assistir depois de X-Men, e do Benicio del Toro depois de, como é o nome mesmo, Traffic? - e o primeiro do ag. Mulder que vale a pena depois de, tipo, Kalifornia...[/quote']

 

 Aff! Não sei qto a Halle Berry, nem de Duchovny (que fez o romantico e bunitinho "Feitiço do coração" com a Mimi driver).

 

 Mas Beníco del Toro???  ... aff!

 

 Benício del Toro fez o estupendo "21 Gramas"... tão bom ou mesmo superior a "Traffic" 10

 

 

 

Eeeeita, tem razão... havia esquecido da presença dele em 21g que pra mim ficou muito marcado pelas atuações do Sean Penn e da Naomi Watts. My mistake.
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Colocar em cartaz ...

 

SÃO PAULO (Reuters) - A premiada dinamarquesa Susanne Bier ("Corações Apaixonados", "Brothers") estréia em Hollywood com o drama "Coisas Que Perdemos Pelo Caminho", protagonizado pelos vencedores do Oscar Halle Berry ("A última ceia", "Mulher Gato") e Benicio Del Toro ("Traffic"). O longa estréia em circuito nacional.

Diferente de muitos cineastas estrangeiros que chegam a Hollywood e abandonam rapidamente o estilo que os caracterizava em seu país natal, Susanne dirige com personalidade e competência, deixando uma marca pessoal ao longo do filme. Ela sempre foi uma diretora atenta a detalhes, que na tela são traduzidos pelo uso de closes nos olhos, nas mãos dos personagens, pequenos gestos que, aos poucos, expressam os sentimentos dos protagonistas Audrey e Jerry.

Halle é Audrey Burke, uma mulher feliz, mãe de dois filhos pequenos, casada com Brian (David Duchovny, da série "Arquivo X"). Ele, por sua vez, é desde a infância o melhor amigo de Jerry (Del Toro), um sujeito viciado em heroína, que está se destruindo aos poucos. Essa amizade não agrada em nada à mulher -- mas ela tenta respeitar a relação.

Quando Brian é assassinado, o mundo de Audrey se despedaça. Depois de passar um tempo sem rumo, ela procura Jerry, que mora e trabalha numa clínica -- mas não se trata para largar do vício -- e o convida para mudar-se para um cômodo na garagem de sua casa.

Surge uma complexa dinâmica familiar entre Jerry, Audrey e as duas crianças, Harper e Dory. Involuntariamente, ele começa a fazer o papel de pai. Ajuda os pequenos a superarem medos e pesadelos, ganha sua confiança e preenche aos poucos uma lacuna na vida deles -- o que não agrada à viúva nem a ele mesmo.

Jerry novamente busca consolo na heroína quando Audrey pede que ele vá embora. Nesse momento, o personagem de Del Toro faz uma verdadeira viagem no seu inferno pessoal, morando na rua e se autodestruindo. A viúva é procurada por uma amiga de Jerry, Kelly (Alison Lohman, de "Verdade Nua"), sente-se culpada e tenta salvá-lo.

Em momento algum tenta-se fazer de Jerry e Audrey um casal. Eles são duas almas perdidas e desesperadas que precisam uma da outra, mas por motivos que não amorosos ou sexuais. Mas é a diretora quem dá um toque de personalidade à história, amparada em performances sólidas dos dois atores.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

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Coisas que Perdemos pelo Caminho

Primeiro filme hollywoodiano da dinamarquesa Susanne Bier abraça o melodrama sem medo

03/01/2008

Harper (Alexis Llewellyn) ainda está assimilando o assassinato do seu dedicado pai (David Duchovny), crime que deixou sua mãe (Halle Berry) desnorteada a ponto de ela botar para morar em casa o melhor amigo do marido, o viciado em heroína Jerry (Benicio Del Toro). Harper então divide com Jerry: "Você já viveu a sensação de estar dentro de um filme, daqueles tristes?".

Nem chega a ser metalinguagem. Está mais para autoconsciência a forma como Coisas que Perdemos pelo Caminho encara a sua condição declarada de melodrama.

A cineasta dinamarquesa Susanne Bier já era conhecida pelas tristes histórias de morte e luto tratadas sem meios termos, notadamente nos pesados dramas lançados no Brasil Corações livres (2002), Brothers (2004) e Depois do Casamento (2006). Em seu primeiro longa-metragem hollywoodiano, Bier reproduz uma preocupação que ela herdou do Dogma 95 dinamarquês: não tem medo de abraçar uma estética ao mesmo tempo em que tenta evitar as armadilhas dessa estética.

Coisas que Perdemos pelo Caminho é, em síntese, um grande esforço de fazer melodrama que não tenha cara de melodrama (o que, em termos hollywoodianos, é sinônimo de telefilme descartável). Susanne Bier conserva seus traços de estilo mais marcantes - câmera na mão, hiperclose nos olhos de seus protagonistas, planos-detalhes à procura de flagras do banal - ao mesmo tempo em que instrui seus colaboradores a evitar exageros. A boa música do argentino Gustavo Santaolalla (Brokeback Mountain) é sutil e o roteiro do estreante Allan Loeb não é um catálogo de chavões.

O roteiro, aliás, pode parecer com o de Brothers, mas os desenvolvimentos são completamente distintos. No longa dinamarquês uma reviravolta desdizia a premissa e tudo se dirigia para o confronto. Em Coisas que Perdemos pelo Caminho, uma inesperada mudança de tom no último terço do filme (mudança essa que não anula os dois terços anteriores, mas os completa) amplia a sensação de que aquela história de luto é, na verdade, uma história de desintoxicação do luto.

Bier tem olho para as pequenas epifanias que não se traduzem em palavras - a imagem da chuva sobre o vidro "lavando" os quadros na parede é inspirada - e consegue, mais uma vez, acompanhar de (muito) perto seu elenco e tirar dele o melhor. Sua debilidade está na montagem, no fluxo; em um momento de discussão entre Berry e Del Toro, o plano-contraplano dos dois na sala passa a outros dois closes no quarto (outra cena, outra discussão) sem qualquer plano de transição... É preciso saber se aproximar antes de colar a câmera nos corpos. Da safra recente de Bier, sempre acompanhada da montadora Pernille Bech Christensen, Coisas... se revela o mais truncado.

Ainda assim, assistir a um produto do cinemão dos EUA que tem genuína noção do tipo de cinema que pretende fazer já é um alento.

Fonte: omelete.com.br

 

 

Benicio Del Toro brilha no drama 'Coisas que perdemos pelo caminho'

Ator vive um viciado e contracena com Halle Berry e David Duchovny.
Na história, ele ajuda a mulher do amigo a superar sua morte.

Débora Miranda Do G1, em São Paulo ico_email2.gifentre em contato

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

Um casamento perfeito, uma família feliz. Todo mundo sabe que, no cinema, essa introdução significa tragédia a caminho. E não é diferente com “Coisas que perdermos pelo caminho”, filme estrelado por Benicio Del Toro, Halle Berry e David Duchovny, que estréia nesta sexta-feira (4) nos cinemas brasileiros.

Audrey (Halle Berry) e Brian (Duchovny) formam um casal feliz. Vivem numa casa linda, cercada por jardins floridos, têm uma ótima situação financeira e filhos fofos. Um dos únicos motivos de brigas na família é Jerry Sunborne (Del Toro), amigo de infância de Brian, que vive enfurnado em um pequeno apartamento se drogando.

Apesar das vidas diferentes e distantes, os dois jamais perderam o contato, e Brian faz questão de visitar o amigo regularmente, levá-lo para comer e conversar. Audrey não suporta o contato do marido com o viciado, acha suas visitas arriscadas e diz ter medo de que ele não volte mais para casa.

Mas é justamente numa situação inversa –e teoricamente segura- que Brian acabará assassinado. Ele sai para comprar sorvete para os filhos, quando vê um homem agredindo uma mulher. Tenta separar os dois e leva um tiro.

Foto:%20Divulgação 

Divulgação

Benicio Del Toro e Halle Berry em ''Coisas que perdemos pelo caminho'' (Foto: Divulgação)

A partir daí, Audrey terá que aprender a lidar sozinha com as crianças e com a própria dor. Perdida, ela apela para Jerry e pede que ele vá morar num quarto nos fundos de sua casa. A relação dos dois oscila entre amável e problemática, principalmente por causa da afeição imediata das crianças pelo novo amigo da família.

E entre discussões e demonstrações de apoio, os dois vão tentando superar os próprios problemas. Ela, a morte do marido, e ele, a dependência das drogas.

“Coisas que perdemos pelo caminho” é dirigido pela dinamarquesa Susanne Bier, que faz seu primeiro filme em inglês. O longa é lento, pautado por longos silêncios e pela câmera acompanhado muito de perto os movimentos e reações de seus protagonistas. É um filme cheio de sentimento, cheio de dor.

Del Toro mostra, mais uma vez, que é um dos grandes atores do cinema atual, fugindo de todos os clichês para criar um viciado tão problemático quanto cativante. Halle Berry não brilha, mas faz sua parte.

Fonto: globo.com
R. Deckard2008-01-05 10:57:56
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Não é um filme de chorar. É um filme de ficar tristefudidopracaralho a seco' date=' o que é até pior. Me fez sentir uma angústia parecida com a que senti em filmes como 21 Gramas.

Benicio del Toro é coisa pra Oscar nesse filme. E Halle Berry, volta em grande estilo, que bom, gosto muito dela.
[/quote']

 

Concordo plenamente com a primeira parte do seu comentário. O filme instiga sentimentos pesados demais.

O Benicio está bem mesmo, mas eu acho que o Viggo e o Daniel estão em outro patamar.

Inté!

 

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COISAS QUE PERDEMOS PELO CAMINHO - 9/10 - Maravilhoso !!! O recado do filme é que na vida nem tudo são flores, mas precisamos buscar uma vitória a cada dia para que possamos superar as adversidades. Um dia de cada vez !!! A diretora Susanne Bier promove um trabalho de direção autêntico e sensível, sempre buscando closes dos olhares, das mãos, da pele, da boca dos seus personagens como se não quisesse perder a oportunidade de registrar um momento de emoção genuína. Ela permite que invadimos a intimidade daquelas pessoas. O trio central de atores é também íncrivel. Nunca gostei tanto de um personagem como o de David Duchovny, ele faz aquele tipo politicamente correto tornar-se um cara real, adorável e humano. Mas é claro que os maiores méritos vão para Benicio Del Toro (ele é um "monstro" que não deixa a sensibilidade do seu personagem se perder mesmo nos momentos mais alucinados) e Halle Berry (que volta a entregar uma atuação digna e madura na pele de uma mulher de personalidade forte que é jogada no meio de um redemoinho emocional. Um dia de cada vez pessoal ... um dia de cada vez !!!!!! 16

 

PS: Nem tudo são flores ... eu particularmente só faço duas ressalvas ao filme. A primeira fica por conta de alguns minutos do começo do 3º ato onde a narrativa se transforma em um mero "filme de drogados" e o fato de que a nova profissão do personagem de Del Toro acaba sendo descartada qdo não convém mais ao roteiro mencioná-la. Mas ainda, trata-se de um filme maravilhoso !!!  
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 É, mas a academia não curte muito dar prêmios p/ estrangeiros, só de coadjuvante.

 

 Acho que o sentimento maior exposto no filme doi o de dor e como lidamos com ela.

 Engraçado que o cara mais ferrado do filme  é que foi o esteio de quase todos eles: das crianças, do vizinho, e principalmente da esposa.

 

  Benny parece o personagem mais forte do filme,embora seja um drogado reincidente.

  Ele ficou até que todos estivessem bem.

 

 Vou ficar emputecedia se Benny não for nem indicado.

 

  

 
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