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A Seriema ultimamente ta rindo á toa....pq será?:rolleyes: Credo, mas que fique de boca fechada pq canta mal pracaraleo...:D

Mulher-Maravilha quebra recorde na bilheteria e Gal Gadot canta para comemorar

O filme da Mulher-Maravilha recentemente ultrapassou US$400 milhões na bilheteria americana, quebrando recordes e se consolidando como o filme mais lucrativo do verão dos EUA de 2017. Para comemorar, Gal Gadot apareceu cantando em um vídeo animado no Instagram de uma de suas amigas:

 

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“Solucei umas sete vezes” diz Brie Larson sobre assistir Mulher-Maravilha

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Primeiro filme solo de uma heroína, Mulher-Maravilha representa muito mais que a rivalidade entre Marvel e DC. E depois de receber elogios de diversos diretores da Marvel pela direção do primeiro longa da personagem feminina, Patty Jenkins também ganhou o carinho de Brie Larson, que será responsável por viver Capitã Marvel no Universo Cinematográfico. E será a primeira personagem feminina da franquia a ter um filme solo. Brie já havia trocado elogios com Patty no Twitter, mas recentemente ela contou ao USA Today como reagiu ao finalmente assistir o filme completo. “Eu solucei umas sete vezes. Foi algo muito importante, que eu nunca havia visto na minha vida toda”, disse ela.
 

:rolleyes:

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18 hours ago, Big One said:

 

Então ficou assim  29 de agosto em formato Digital e 19 de setembro em Blu Ray

 

Gal Gadot no twitter 

 

Exciting news! #WonderWoman  is coming to Digital 8/29 and Blu-ray™ 9/19. bit.ly/PreOrderWW

 

 

https://t.co/JjIUltN2kG?ssr=true

Mulher-Maravilha vai ganhar cena pós-créditos na edição em Blu-Ray

etta-696x348.jpg

O sucesso do filme da Mulher-Maravilha nos cinemas é inegável, e deve se repetir quando o filme chegar ao mercado de home video, em DVD e Blu-Ray, no dia 19 de setembro (nos EUA).Um dos extras listados no lançamento, no entanto, chamou a atenção dos fãs (via ScreenRant): a edição em Blu-Ray vai conter, entre as cenas deletadas, um “Epílogo” para o filme, focado na personagem Etta Candy (Lucy Davis).Para quem não se lembra, Etta é a secretária de Steve Trevor, e aparentemente ele confiou a ela uma missão importante para completar enquanto ele e a Mulher-Maravilha vão para as linhas de frente da guerra. Resta esperar para descobrir tudo sobre esse misterioso epílogo.
 

pois é, essa ai foi uam personagem que entrou muda, foi alivio comico, e saiu calada não se soube mais dela no final..cagada da edição..que agora no dvd querem consertar:angry:

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Click-bait desnecessário...

Informação interessante, pelo menos para mim, é que o filme ainda está  nos cinemas, fazendo a última graninha. Até final de semana passado estava em 1307 salas norte-americanas, o que para um filme na décima semana é impressionante.

E não foi um mês vazio de forma alguma.

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On 09/08/2017 at 6:47 PM, Jorge Soto said:

A Seriema ultimamente ta rindo á toa....pq será?:rolleyes: Credo, mas que fique de boca fechada pq canta mal pracaraleo...:D

Mulher-Maravilha quebra recorde na bilheteria e Gal Gadot canta para comemorar

O filme da Mulher-Maravilha recentemente ultrapassou US$400 milhões na bilheteria americana, quebrando recordes e se consolidando como o filme mais lucrativo do verão dos EUA de 2017. Para comemorar, Gal Gadot apareceu cantando em um vídeo animado no Instagram de uma de suas amigas:

 

 

 Parece que alguém andou abusando da aguardente amazona. Hehehe

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James Cameron detona Mulher-Maravilha e diz que filme é “um passo atrás” para feminismo em Hollywood

 

diretor James Cameron não é o maior fã de Mulher-Maravilha, filme da cineasta Patty Jenkins que ganhou elogios pela representação feminina no gênero dos filmes de super-heróis.

Em entrevista ao The Guardian, ele disse: “Todos os aplausos que Hollywood está dando para si mesma por causa de Mulher-Maravilha são tão equivocados. Ela é um ícone objetificado, é a mesma coisa que a Hollywood machista sempre fez!”.

“Eu não estou dizendo que não gostei do filme, mas para mim é um passo atrás”, contou ainda. “Sarah Connor [de O Exterminador do Futuro] não era um ícone de beleza. Ela era forte, era perturbada, era uma péssima mãe, e só ganhava o respeito do público através de sua coragem. Para mim, é tão óbvio que esses filmes precisam existir. Metade do público é feminino!”

 

Fonte: observatório do cinema.

 

Ao mesmo tempo, pra virar uma heroína em T2, Sarah Connors teve que ser masculinizada. Então, quem é o Cameron pra falar?

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Resposta da Jenkins traduzida (podia dormir sem essa Sr James Cameron...:ph34r:)

"A incapacidade de James Cameron entender o que Mulher-Maravilha é e o que significa para mulheres de todo o mundo não é uma surpresa, já que, apesar de ser um ótimo cineasta, ele não é uma mulher. Mulheres fortes são ótimas. Os elogios dele para o meu filme Monster: Desejo Assassino e nosso retrato de mulheres fortes, ainda que problemáticas, foi tão apreciado. Mas se as mulheres sempre precisam ser difíceis, duronas e perturbadas para serem fortes, e não estamos livres para sermos multidimensionais ou celebrar um ícone para mulheres do mundo todo por ela ser atraente e amável, não chegamos muito longe, não é mesmo? Acredito que mulheres podem e devem ser TUDO, assim como protagonistas masculinos devem ser. Não há um tipo certo ou errado de mulher poderosa. E o grande público feminino que fez esse filme ser o sucesso que é certamente pode julgar e escolher os seus próprios ícones de progresso". 

 

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O problema da opinião de James Cameron sobre Mulher-Maravilha

Cineasta vê a heroína como um retrocesso
NATÁLIA BRIDI

 
“Não há um tipo certo ou errado de mulher poderosa”, respondeu a diretora Patty Jenkins sobre a declaração de James Cameron sobre Mulher-Maravilha ser um retrocesso para personagens femininas fortes. Segundo o cineasta, Sarah Connor, a heroína da sua franquia O Exterminador do Futuro, é um exemplo melhor para as mulheres “por não ser um ícone de beleza e ser forte, problemática, uma péssima mãe”.

Assim como a sua versão para Ripley em Aliens - O Resgate (1986), Cameron tende a buscar a força das suas personagens em traços masculinos e na maternidade. Não há nada de errado nessa abordagem, desde que ela não seja limitadora. Ao assumir na sua crítica que a sua versão do que é uma mulher poderosa era a certa, o diretor determina que personagens representativas não podem fugir dessa classificação.

Acontece que, como Jenkins coloca na sua resposta ao diretor, progresso é quando as mulheres assumem todas as facetas humanas, assim como personagens masculinos já fazem - “Se as mulheres sempre precisam ser difíceis, duronas e perturbadas para serem fortes, e não estamos livres para sermos multidimensionais ou celebrar um ícone para mulheres do mundo todo por ela ser atraente e amável, não chegamos muito longe, não é mesmo?”. Essa é a grande questão.

Mulheres existem das mais variadas formas e cores, com as mais variadas índoles e personalidades. Podem ser boas ou más, bonitas ou feias, gordas ou magras, generosas ou egoístas, inteligentes ou estúpidas, vaidosas ou desleixadas, fortes ou fracas, com as axilas depiladas ou não. Não importa. O cinema enquanto expressão artística humana precisa integrar todas essas variações para criar personagens melhores e mais completas. E isso inclui, ao contrário da reclamação de Jessica Chastain no festival de Cannes, a inclusão de todas as visões sobre o feminino, sob diversas perspectivas, incluindo as perturbadoras.

Martin Scorsese, por exemplo, deixa claro ao rever sua filmografia que tinha problemas para se relacionar com o sexo oposto. A criação italiana e católica não permitia que visse as mulheres como iguais, dividindo-as entre santas e vagabundas (no momento em que se tornava sexualizada, a mulher perdia a sua santidade). Como artista que é, porém, o cineasta usou o cinema para lidar com essa questão - Quem Bate à Minha Porta?, de 1967, é sobre um jovem que não consegue lidar com o fato da sua namorada ter sido estuprada no passado. As mulheres não são os centros das suas história, mas sob a sua perspectiva masculina ele revela muito sobre a relação entre os gêneros. A personagem de Margot Robbie em O Lobo de Wall Street (2013), altamente sexualizada e ao mesmo tempo uma mãe amorosa, mostra como a sua relação com as personagens mudou ao longo dos anos.

É disso que o cinema como arte e como entretenimento precisa: de todos os olhares. Mesmo a discordância com uma visão acrescenta algo à discussão, a uma evolução de pensamento. Quando Cameron assume que a sua visão é a correta está apenas descartando outro olhar para se "autocongratular". Na mesma entrevista ao The Guardian, o cineasta diz que não entende o porquê de Hollywood não conseguir fazer personagens femininas fortes “de verdade”: “Há muitas mulheres no poder em Hollywood e elas guiam e moldam os filmes que são feitos. Não posso explicar isso. Por que quantas vezes preciso demonstrar a mesma coisa de novo? Sinto que estou gritando em um túnel de vento”.

Dizer que Mulher-Maravilha foi um retrocesso é, como Jenkins escreve, não entender o que a personagem é e representa. Isso independe do gênero do público, ainda que a diretora ressalte que ser uma mulher é definitivo para a compreensão absoluta da importância do filme. A representatividade gera sensações diferentes e tem consequências práticas, seja nas prateleiras das lojas de brinquedo, seja nas meninas que descobrem como é ser uma heroína. Ela é um ícone idealizado como muitos heróis e é nessa simplificação ideológica, nesse exemplo de bondade, que está o seu alcance com os mais variados tipos de pessoas, adultos ou crianças.

O filme de Jenkins é um marco não por ser perfeito, mas pela relevância. Um blockbuster no mundo dos super-heróis dirigido por uma mulher para coroar uma nova era do cinema e da TV. A representatividade feminina nas telas não é mais uma exceção como na época em que Leia, Uhura e, claro, Ripley e Sarah Connor eram exemplos contados nos dedos. Mad Max: Estrada da Fúria foi um marco com suas mulheres de todos os tipos, Rey despertou uma legião de fãs de Star Wars e Supergirl mostra para meninas como pode ser legal usar uma capa. Agents of SHIELD, Game of Thrones, The Handmaid's Tale, Jessica Jones, os exemplos são variados, todos com personagens diferentes, com públicos diferentes. Somos muitas, James Cameron.

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Entrevista machista de James Cameron ressurge após suas críticas a Mulher-Maravilha

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O diretor James Cameron não é o maior fã de Mulher-Maravilha, filme da cineasta Patty Jenkins que ganhou elogios pela representação feminina no gênero dos filmes de super-heróis.Em entrevista ao The Guardian, ele disse: “Todos os aplausos que Hollywood está dando para si mesma por causa de Mulher-Maravilha são tão equivocados. Ela é um ícone objetificado, é a mesma coisa que a Hollywood machista sempre fez!”.Após uma equilibrada resposta da própria Jenkins no Twitter , uma entrevista de Cameron para a Playboy em 2009 voltou à tona na rede social, mostrando que os comentários do diretor sobre personagens femininas e feminismo no geral nem sempre foram impecáveis. “Bem no começo da produção de Avatar, eu disse aos técnicos sobre Neytiri: ‘Ela tem que ter seios’, mesmo que não faça sentido porque não é uma raça mamífera”, contou o diretor. “As coisas mudam no cinema quando você tenta lidar com mulheres de verdade na tela. Uma parte do público preferem mulheres de fantasia, porque afinal, vamos ser sinceros: você pode passar sua vida inteira tentando entender uma mulher de verdade, e não vai conseguir. As de fantasia são fáceis”, disse ainda.
 

 

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Mensagem de aniversário de Gal Gadot a Chris Pine vai fazer você rir

Com uma química tão boa em frente às câmeras, não é surpresa que Gal Gadot e Chris Pine também se deem bem quando não estão filmando.Neste sábado (26), Gadot postou em seu Instagram uma homenagem ao colega de cena em Mulher-Maravilha, que completa 37 anos. O post é um meme em que os dois riem sem parar durante uma coletiva.“Feliz, feliz aniversário para o meu querido amigo #Chrispine. Que você sempre brilhe forte e seja essa pesosal especial e divertida. Desejando a você tudo o que de melhor o mundo tiver para oferecer. Saúde, felicidade e muitas risadas também”, escreveu a atriz na legenda. Confira abaixo:

 

caraca, eu sou mais véio que o Trevor/Kirk..:o:rolleyes:

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On 25/08/2017 at 3:04 PM, primo said:

O problema da opinião de James Cameron sobre Mulher-Maravilha

Cineasta vê a heroína como um retrocesso
NATÁLIA BRIDI

 
“Não há um tipo certo ou errado de mulher poderosa”, respondeu a diretora Patty Jenkins sobre a declaração de James Cameron sobre Mulher-Maravilha ser um retrocesso para personagens femininas fortes. Segundo o cineasta, Sarah Connor, a heroína da sua franquia O Exterminador do Futuro, é um exemplo melhor para as mulheres “por não ser um ícone de beleza e ser forte, problemática, uma péssima mãe”.

Assim como a sua versão para Ripley em Aliens - O Resgate (1986), Cameron tende a buscar a força das suas personagens em traços masculinos e na maternidade. Não há nada de errado nessa abordagem, desde que ela não seja limitadora. Ao assumir na sua crítica que a sua versão do que é uma mulher poderosa era a certa, o diretor determina que personagens representativas não podem fugir dessa classificação.

Acontece que, como Jenkins coloca na sua resposta ao diretor, progresso é quando as mulheres assumem todas as facetas humanas, assim como personagens masculinos já fazem - “Se as mulheres sempre precisam ser difíceis, duronas e perturbadas para serem fortes, e não estamos livres para sermos multidimensionais ou celebrar um ícone para mulheres do mundo todo por ela ser atraente e amável, não chegamos muito longe, não é mesmo?”. Essa é a grande questão.

Mulheres existem das mais variadas formas e cores, com as mais variadas índoles e personalidades. Podem ser boas ou más, bonitas ou feias, gordas ou magras, generosas ou egoístas, inteligentes ou estúpidas, vaidosas ou desleixadas, fortes ou fracas, com as axilas depiladas ou não. Não importa. O cinema enquanto expressão artística humana precisa integrar todas essas variações para criar personagens melhores e mais completas. E isso inclui, ao contrário da reclamação de Jessica Chastain no festival de Cannes, a inclusão de todas as visões sobre o feminino, sob diversas perspectivas, incluindo as perturbadoras.

Martin Scorsese, por exemplo, deixa claro ao rever sua filmografia que tinha problemas para se relacionar com o sexo oposto. A criação italiana e católica não permitia que visse as mulheres como iguais, dividindo-as entre santas e vagabundas (no momento em que se tornava sexualizada, a mulher perdia a sua santidade). Como artista que é, porém, o cineasta usou o cinema para lidar com essa questão - Quem Bate à Minha Porta?, de 1967, é sobre um jovem que não consegue lidar com o fato da sua namorada ter sido estuprada no passado. As mulheres não são os centros das suas história, mas sob a sua perspectiva masculina ele revela muito sobre a relação entre os gêneros. A personagem de Margot Robbie em O Lobo de Wall Street (2013), altamente sexualizada e ao mesmo tempo uma mãe amorosa, mostra como a sua relação com as personagens mudou ao longo dos anos.

É disso que o cinema como arte e como entretenimento precisa: de todos os olhares. Mesmo a discordância com uma visão acrescenta algo à discussão, a uma evolução de pensamento. Quando Cameron assume que a sua visão é a correta está apenas descartando outro olhar para se "autocongratular". Na mesma entrevista ao The Guardian, o cineasta diz que não entende o porquê de Hollywood não conseguir fazer personagens femininas fortes “de verdade”: “Há muitas mulheres no poder em Hollywood e elas guiam e moldam os filmes que são feitos. Não posso explicar isso. Por que quantas vezes preciso demonstrar a mesma coisa de novo? Sinto que estou gritando em um túnel de vento”.

Dizer que Mulher-Maravilha foi um retrocesso é, como Jenkins escreve, não entender o que a personagem é e representa. Isso independe do gênero do público, ainda que a diretora ressalte que ser uma mulher é definitivo para a compreensão absoluta da importância do filme. A representatividade gera sensações diferentes e tem consequências práticas, seja nas prateleiras das lojas de brinquedo, seja nas meninas que descobrem como é ser uma heroína. Ela é um ícone idealizado como muitos heróis e é nessa simplificação ideológica, nesse exemplo de bondade, que está o seu alcance com os mais variados tipos de pessoas, adultos ou crianças.

O filme de Jenkins é um marco não por ser perfeito, mas pela relevância. Um blockbuster no mundo dos super-heróis dirigido por uma mulher para coroar uma nova era do cinema e da TV. A representatividade feminina nas telas não é mais uma exceção como na época em que Leia, Uhura e, claro, Ripley e Sarah Connor eram exemplos contados nos dedos. Mad Max: Estrada da Fúria foi um marco com suas mulheres de todos os tipos, Rey despertou uma legião de fãs de Star Wars e Supergirl mostra para meninas como pode ser legal usar uma capa. Agents of SHIELD, Game of Thrones, The Handmaid's Tale, Jessica Jones, os exemplos são variados, todos com personagens diferentes, com públicos diferentes. Somos muitas, James Cameron.

Tá sendo cada vez mais raro textos ótimos no Omelete, mas este da Natália Bridi é excelente!

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