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Robocop (2013 dir Jose Padilha)


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Gente isso é paródia olha aqui no site do jovem nerd.

 

http://jovemnerd.com.br/jovem-nerd-news/internet/assista-ao-outro-remake-de-robocop/

 

 

Vai no tempo 42 minutos e veja é mesma cena. Vários diretores se uniram para avacalhar o filme de propósito. 

 

Assista ao outro remake de Robocop

Monday, 10 de February de 2014, por Mau Faccio

ads_ROBOCOP.jpg

 

O novo RoboCop está recebendo críticas muito boas lá fora, parece que os fãs do clássico podem se surpreender com o remake de José Padilha.

 

Mas, quando a ideia de um remake foi proposta anos atrás muitos não gostaram, tivemos aqueles fãs que simplesmente reclamara e tivemos aqueles fãs que colocaram a mão na massa.

Um grupo de cineastas resolveu arregaçar as mangas e fazerem o seu próprio remake de RoboCop, a ideia era simples: O filme original dos anos 80 foi dividido em 60 cenas, cada diretor pegou uma cena e a refilmou da maneira que queria.

 

Foram mais de 50 diretores envolvidos no projeto e o resultado é um filme completo, de uma maneira que você nunca viu igual. “Porque se é para arruinar RoboCop, que a gente o faça” diz um aviso no site oficial do projeto.

 

Confira o outro remake de RoboCop abaixo:

 

 

 

Via www.ourrobocopremake.com

avatar_mau.jpgMau não faria melhor!

.

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Site.: http://jovemnerd.com.br/jovem-nerd-news/internet/assista-ao-outro-remake-de-robocop/

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algumas criticas americanas:

 

'Não desonra o antecessor'

“Um filme Lado B musculoso e aceitável, no qual a abundância de novas reviravoltas é abafada por tiroteios e uma coreografia de ação maçante. Tem um ótimo elenco coadjuvante, um protagonista insípido e algumas noções sobre vontade própria que não são tão originais ou bem desenvolvidas como o roteirista Joshua Zetumer queria. Mas o longa não se envergonha ou desonra o seu antecessor.”

(Ty Burr - The Boston Globe

 

'Vídeo-game violento'

“Um remake respeitável e bem moldado, com menos palavrões e tiroteios, que procura uma conexão mais humana com seus personagens, principalmente com o protagonista, misturando lágrimas e balas (...). O remake, no entanto, se perde em alguns momentos, ao incluir cenas de ação semelhantes às de um jogo de vídeo-game violento.”

(Manohla Dargis - The New York Times)

 

'Kinnaman manda bem'

“Kinnaman interpretou Murphy com forte convicção e melancolia. E quando o visor da sua armadura biônica se abre, a parte de baixo de seu rosto tem uma notável semelhança com Peter Weller, que fez uma atuação memorável no filme original. No entanto, os conflitos do enredo nunca chegam a um grande clímax, muito do potencial do filme é desperdiçado.”

(Ann Hornaday - Washington Post)

 

'O lado humano de RoboCop'

“O roteiro inclui algumas ideias interessantes a respeito dos pesquisadores que lutam para conseguir as doses de medicação na medida certa para o RoboCop, fazendo com que ele mantenha o suficiente de seu lado humano para se relacionar com as pessoas. Esse é o coração de um filme muito triste.”

(Michael Phillips - Chicago Tribune)

 

'Melhor que o original'

“É uma produção sólida de entretenimento que honra a original, ao renovar com criatividade o conceito do herói policial que é meio homem, meio máquina. O roteiro ganha novos enredos e uma alegoria policial menos turbulenta. É como se alguém pegasse um Macintosh original e o equipasse com os chips mais modernos e cartões gráficos – todos muito inteligentes, embora um tanto quanto tolos. Dito isso, de alguma maneira, o roteiro profundo e denso desta versão representa uma evolução em relação ao original, e o elenco é com certeza mais elegante. O que falta ao filme é o humor sarcástico e a misantropia amoral do primeiro longa, mas isso não deve impedir as pessoas de gastar seu dinheiro para assistir ao remake.”

(Leslie Felperin - The Hollywood Reporter)

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José Padilha e “Robocop”: “Não tenho que fazer franquia. Problema do próximo diretor”

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nota-jose-padilha.jpg

Padilha garante que só aceitou fazer o blockbuster porque foram respeitadas suas condições

José Padilha recebeu a imprensa em uma coletiva agora há pouco em Copacabana para falar de “Robocop”, que estreia no Brasil nesta sexta-feira. ”Não tenho obrigação por contrato de fazer uma franquia, então não pensei em continuidade na hora de dirigir o filme. Problema do próximo diretor. Respeito os fãs. Adorei o primeiro filme. Não gosto do segundo, nem do terceiro. E não dá pra tentar adivinhar o que o fã vai achar. Em relação ao público geral de cinema, os ditos fãs são minoria. O importante pra mim é que consegui fazer um filme político. O estúdio ficou com o pé atrás, mas quando chamaram aqueles grupos de discussão para avaliar, o filme recebeu uma pontuação altíssima e eles disseram que gostaram justamente por ser político.”

* Padilha garante que só aceitou fazer o blockbuster porque foram respeitadas suas condições. “Desde o ‘Ônibus 174′, tenho um agente nos Estados Unidos. Há dez anos que discuto fazer filmes lá. Não estava desesperado para trabalhar em Hollywood. Disse que só faria se fosse político e se pudesse levar meu fotógrafo, minha equipe. Ou me sentiria um peixe fora d’água. Em ‘Robocop’, o vilão não é só vilão, tem argumentos válidos. E o filme critica claramente a mídia americana. Falam que não é um longa violento, mas o robô metralha uma criança iraniana, então não sei… Os meninos querem ser o Homem Aranha. Ninguém quer ser o Robocop. O personagem não cabe no padrão. Mas o filme vai ganhar bastante dinheiro.”

* Sobre as críticas de não ter atingido a audiência esperada… “Nos Estados Unidos, o longa remou contra três marés: os fãs, que não querem discutir se tem fascismo, e sim se a roupa do Robocop tem que ser preta ou prata, a maior nevasca da história de lá e o fato de termos estreado no Valentine’s Day. Fala pra sua namorada que pra comemorar vocês vão assistir a ‘Robocop’ e vê o que acontece… Mas ainda estamos em primeiro lugar em 15 países.”

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Surfando na onda do lançamento do tal remake Robocop 2014, este mês, o Telecine Cult transmitiu Robocop de 1987, e o SBT transmitiu Robocop 2 de 1990 (diga-se de passagem, esta sequencia é bem legalzinha e aceitável, o que não é o caso do esquecível e patético Robocop 3).

 

Após revistos com direito a pipoca e refri, confesso não esperar nada do tal Robocop de Padilha. 

 

A sanguinolencia, o sarcasmo, as criticas sobre o capitalismo bem humoradas e a violencia desenfreada, absurda e sem propósito dos originais não voltam mais.

 

Os tempos são outros, politicamente chatos, imbecis e corretos, bons tempos em que mandaram cortar o braço do Murphy (naquela época não servia pra nada mesmo cá entre nós).

 

Assistirei sem compromisso, um filme pipoca como outro qualquer e sem espectativas.

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José Padilha fala da censura baixa de sua versão do "RoboCop"

 

 

 

1214514_joel-kinnaman-como-robocop.jpgO que faz dele um humano?

 

O "RoboCop" original, de Paul Verhoeven, por conta de sua violência explícita, acabou pegando uma censura alta. Já a nova versão do brasileiro José Padilha pegou a PG13, que significa que o tema é adulto, mas os pais podem ficar tranquilos porque não vai aparecer muito sangue na tela. Em entrevista ao Collider o diretor comentou sobre essa relação.

 

"É tudo sobre a lógica interna do filme e sobre o que ele é. Se você vai fazer `Laranja Mecânica`, você precisa de um tipo específico de violência. Se você quer fazer um filme como `Tropa de Elite`, no qual você quer dizer para a audiência, `veja o que a polícia está fazendo`, e você realmente entregar a mensagem, você precisa ser específico quanto a isso. O filme que fizemos é bem violento, mas não é sobre atirar na cabeça das pessoas. A cena mais violenta do filme para mim é quando você vê o que sobrou de Alex Murphy. É sobre o cara confrontando a si mesmo e perguntando o que faz dele humano. Seu corpo se foi, mas ele ainda está ali. Como? Alex Murphy descobre que ele é um ser humano apenas quando ele pensa em relação a seu relacionamento com sua mulher e filho. Essa é uma cena bem violenta para mim. Eu não faço a censura, mas isso não me parece ser PG13. É violento em um sentido filosófico."

 

"Em ‘RoboCop’ o ano é 2029 e o conglomerado multinacional OminiCorp está no centro da tecnologia robótica. Seus drones estão ganhando as guerras americanas ao redor do globo e agora eles querem essa tecnologia nas casa das pessoas. Alex Murphy é um marido amado, pai e bom policial, fazendo seu melhor para combater o crime em Detroit. Depois de ter sido ferido gravemente no trabalho, a Omnicorp usa sua incrível ciência robótica para salvar a vida de Alex. Ele retorna para as ruas de sua amada cidade com incríveis novas habilidades, mas com problemas que um homem comum jamais enfrentou,” diz a sinopse oficial.

 

Joel Kinnaman, Abbie Cornish, Gary Oldman,  Michael Keaton, Samuel L. Jackson, Jay Baruchel, Jackie Earle Haley, Michael K. Williams, Marianne Jean-Baptiste e Jennifer Ehle integram o elenco. Joshua Zetumer e Nick Schenk escreveram o roteiro, que foi retrabalhado por James Vanderbilt.

 

O filme estreia por aqui no dia 21 de fevereiro de 2014.

FONTE: POP

 

 

 Eu ainda estou apostando no filme. Acredito que o Padilha vai me surpreender apresentando uma ótima releitura da história clássica do Robocop.

 

 A onda de remakes é um problema, e todo mundo sabe disso. Mas parece que as pessoas fazem confusão na hora de criticar, e ao invés de criticar o filme "per si", criticam o contexto geral da industria (acho que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa). E é paradoxal que muitos dos que reclamam que a armadura do Robocop não é prata e que o filme não é tão violento quanto o original, são os mesmos que reclamam da "falta de originalidade". As pessoas tem que se decidir se querem uma visão original que adapte a historia clássica, ou um "frame by frame" do filme do Verhoeven.

 

 Em resumo, devo conferir o filme na semana que vem, e finalmente saber se o Padilha acertou ou não nesta empreitada ousada de fazer uma nova versão de um clássico.

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Surfando na onda do lançamento do tal remake Robocop 2014, este mês, o Telecine Cult transmitiu Robocop de 1987, e o SBT transmitiu Robocop 2 de 1990 (diga-se de passagem, esta sequencia é bem legalzinha e aceitável, o que não é o caso do esquecível e patético Robocop 3).

 

Após revistos com direito a pipoca e refri, confesso não esperar nada do tal Robocop de Padilha. 

 

A sanguinolencia, o sarcasmo, as criticas sobre o capitalismo bem humoradas e a violencia desenfreada, absurda e sem propósito dos originais não voltam mais.

 

Os tempos são outros, politicamente chatos, imbecis e corretos, bons tempos em que mandaram cortar o braço do Murphy (naquela época não servia pra nada mesmo cá entre nós).

 

Assistirei sem compromisso, um filme pipoca como outro qualquer e sem espectativas.

 

Robocop 2 é muito bom não tão bom como primeiro, mas é bem fiel aquele universo do do primeiro filme de Paul Verhoeven. Ele é uma boa continuação não é por acaso, pois é bem dirigido pelo Irvin Kershner (Star Wars O Império Contra Ataca). :)

 

Aproveitando o pessoal do Jovem Nerd fez sua analise do clássico de Paul Verhoeven e expôs suas expectativas com o longa do Padilha. Vale a pena conferir.

 

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 Conferi no cinema.

 

 Ótimo filme!  Este remake de ROBOCOP está lotado com as impressões digitais de Padilha. Para aqueles que acreditavam que sobre o cabresto hollywoodiano, o diretor entregaria um "filme família" tornando-se somente uma peça rasa de entretenimento, ao meu ver se enganou. ROBOCOP revela-se um excelente thriller politico, botando sem parcimônia o dedo na ferida da politica imperialista americana, e no sentimento de soberba desse mesmo país, usado como joguete pelas grandes corporações através da mídia.

 

  Alex Murphy, vivido com competência por Joel Kinnerman enfrenta um drama sólido porem longe de ser piegas, ao assistir sem perceber a sua própria desumanização, e sem ao menos se dar conta disso em um primeiro momento. Gary Oldman como o cientista responsável pelo projeto Robocop também tem um arco dramático muito bem construído como um cientista cheio das boas intenções, mas que vai tomando uma série de decisões equivocadas ao ser seduzido pela capacidade de concluir as suas pesquisas.

 

  As cenas de ação são bem executadas, mas excetuando um grande tiroteio em um túnel escuro, não possuem grande destaque. A trilha clássica do filme original é utilizada, mas de forma equivocada ao meu ver, sendo uma das maiores escorregadas do filme ao meu ver.

 

 

  Em resumo, é uma OP como o original? Não. A ultra violência do original faz falta? Ao meu ver não. É preciso aceitar que se tratam de dois filmes diferentes (com heróis com jornadas semelhantes, sim, mas diferentes quando analisadas profundamente) e tudo parece servir a narrativa, até a violência mais branda.

 

  O novo ROBOCOP é uma recontagem válida, que possui identidade própria. Tem a coragem de trilhar o próprio caminho sem deixar de reverenciar a original.

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Legal, bom saber que pelo menos é um filme competente.

 

Acho que poucos não foram assistir com paus e pedras na mão para não gostarem do filme, mas só pelo fato da maioria das críticas serem favoráveis ao filmes, com ressalvas, já é um enorme mérito do Padilha e do filme em si...

 

 

Mas só verei quando tiver disponível para "alugar", rs

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pra mim o Robo do Padilha é genérico do "Iron Man".... remake descartável e bem meia-boca. Nao traz nada de novo (nem esteticamente), previsivel e final hollywodiano. Bahhh... util unicamente a quem nunca viu o do Verhoeven. Esse publico quiçá veja "novidade" nele e o ache "massa". Podia ser pior, mas ta longe da expectativa criada. Pelo menos é melhor q "Robocop 3". :D  Se for pra ficar com pipocão comercial previsivel, fico com os coreanos "The Flu" e "The Tower" q dao banho no filme do Padilha em entretenimento..E com bem menos orçamento. 7/10

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O pior é q não tem como não levar em consideração ofilme do Verhoeven...nao tem como ser um filme independente, com vida propria. Esta consideracao so terá sentido a quem desconhece o original ou se besunta em ufanismo pelo Padilha. Entretem? Sim..mas é mais do mesmo. Pela classificacao etária e nao sabendo quem é o Verhoeven, tenho certeza q meu sobrinho de 8 anos vai curtir horrores bem mais do q eu..

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