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Religião (#3)


Nacka
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Sabe qual o seu problema Slash? O mesmo de muitos religiosos: alguém diz alguma coisa no púlpito de uma igreja ou em alguma revista supostamente conceituada ou em algum site peculiar da internet e o ouvinte/receptor acredita, sem questionar... Aposto que depois que você leu a SuperInteressante do mês de novembro, você deve tê-la fechado se sentindo bem mais inteligente do que antes de tê-la aberto. Aposto que cada vez que você encerra uma participação diária nessas comunidades que você citou, você se sente bem mais ishperto pq ali as pessoas tem consciência do que estão falando, mesmo que na maioria esmagadora das vezes nunca questionaram as fontes de onde tiraram seus juízos de valor sobre religião e a igreja (e, no caso, a Bíblia)... Quantas vezes você foi atrás da gênese das informações que você obteu nesses canais? Você saberia me dizer se esses caras - que veiculam essas informações às quais você e o Percebe se apegam - já estudaram bibliologia? Hermenêutica? Exegese bíblica? Pois é...  

ERRADO! 11

 

Já viu documentários de canais como Discovery e History Channel? Ali temos as PROVAS sendo apresentadas "ao vivo", como ir contra resultados conclusivos mediante a intensa pequisa? Resposta, NÃO se pode ir contrário a ciência até que ela própria questione suas conclusões.

 

E é ai que a ciência difere da religião, pois os ciêntistas estão em constante questionamento de varias(não todas) pesquisas e conclusões, refazendo testes, revendo provas e procurando autenticidade máxima das comprovações.

 

Já a Religião....Bem....Vc quer mesmo que eu diga? Vou ser razoavel e deixar isso para vcs decidirem.

 

Permita-me colocar um pensamento para que vcs possam analizar...Dizia um filosofo Alemão: O Homem não foi feito a imagem de Deus, mas o homem que criou Deus de acordo com a sua imagem. Só pra constar, conheço este verso há tempos e só recentemente refleti sobre ele...SOZINHO.

 

A conclusão? Pode ser verdadeiro, pois notem como em varias(ou todas) as religiões e mitologias, as divindades maiores tem a aparência humana. Estranho isso, não acha?

 

Reflitam...

 

Só pra constar, para mim, Deus é uma força natural do cosmo que não se comunica por palavras, mandamentos e normas de conduta, mas sim por leis e fenômenos da natureza.

 

E Jesus foi marcante pq tinha uma inteligência capaz de compreender parcialmente essa grande verdade, pois ele mesmo teria dito:

 

- O Conhecimento não vem da Pedra(o que seria, Pedra? 06), ele está na vida.

 

 

 
Slash2008-12-30 14:17:03
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Hahahahaha... quando eu penso que o cara declinou do debate, ele volta com mais pérolas... Vamos analisá-las uma a uma:

 

Já viu documentários de canais como Discovery e History Channel? Ali temos as PROVAS sendo apresentadas "ao vivo"' date=' como ir contra resultados conclusivos mediante a intensa pequisa? Resposta, NÃO se pode ir contrário a ciência até que ela própria questione suas conclusões.
[/quote']

 

Sim, eu vejo o tempo todo... Nada do que vejo ali desmente a Bíblia meu caro. Aliás, só pra tua informação, semana passada passou um documentário que falava sobre um artefato sumério que corroborava a narrativa bíblica da destruição de Sodoma e Gomorra... E aí, meu caro? Você vai usar MESMO desse expediente pedestre que nem você domina direito para tentar argumentar contra a credibilidade da Bíblia?

 

Não existe nenhuma evidência de fundo arqueológico que desminta a Bíblia... NENHUMA. E se o senhor acha que exista, por favor, adoraria que postasse os links de sua "descoberta"...

 

E é ai que a ciência difere da religião' date=' pois os ciêntistas estão em constante questionamento de varias(não todas) pesquisas e conclusões, refazendo testes, revendo provas e procurando autenticidade máxima das comprovações.
[/quote']

 

Indeed... a teoria da Evolução é a prova viva de que a ciência sabe preencher lacunas baseada em pura crença e especulação, estuprando o método científico e hoje o Darwinismo é o garoto propaganda da ciência... Que mancada, hein?

 

Permita-me colocar um pensamento para que vcs possam analizar...Dizia um filosofo Alemão: O Homem não foi feito a imagem de Deus' date=' mas o homem que criou Deus de acordo com a sua imagem. Só pra constar, conheço este verso há tempos e só recentemente refleti sobre ele...SOZINHO.
[/quote']

 

Isto é uma premissa e não um pensamento... Qual a base para que eu comece a levar a sério que o homem criou Deus à sua imagem e semelhança e não o contrário? Aguardo respostas...

 

A conclusão? Pode ser verdadeiro' date=' pois notem como em varias(ou todas) as religiões e mitologias, as divindades maiores tem a aparência humana. Estranho isso, não acha?
[/quote']

 

Não... acho totalmente pertinente que a entidade divina se transfigure em uma face humana visando facilitar o contato com o ser humano...

 

Agora se o senhor se der o trabalho de estudar o judaísmo e o cristianismo, verá que toda essa sua tese cai por terra.

 

Só pra constar' date=' para mim, Deus é uma força natural do cosmo que não se comunica por palavras, mandamentos e normas de conduta, mas sim por leis e fenômenos da natureza.
[/quote']

 

Então não é Deus... para ser Deus é imprescindível que Ele não seja parte do cosmo, mas sim algo acima do cosmo...

 

Mas entrando na sua, se pra você Ele se comunica através de leis e fenômenos da natureza, como você entende as frequentes catástrofes naturais que vem ocorrendo com o nosso inóspito planetinha nas últimas décadas?

 

E Jesus foi marcante pq tinha uma inteligência capaz de compreender parcialmente essa grande verdade' date=' pois ele mesmo teria dito:

 

- O Conhecimento não vem da Pedra(o que seria, Pedra? 06), ele está na vida.
[/quote']

 

Uau... onde foi que ele disse isso??
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E Jesus foi marcante pq tinha uma inteligência capaz de

compreender parcialmente essa grande verdade' date=' pois ele mesmo teria

dito:

 

 

 

 

 

- O Conhecimento não vem da Pedra(o que seria, Pedra? 06), ele está na vida.[/quote']Jesus existiu? UMA PINÓIA! http://img178.imageshack.us/img178/2975/000lp9.gif

 

 

 

E mesmo que tivesse existido, a imagem do camarada foi tão deturpada,

usada, detonada e lascada que o que está aí não passa de mentira dita

por outros tantos mentirosos, sendo os piores deles os "mentirosos da

fé".

03

 

 

 

Aquele bando de loucos que se enfiam em cavernas, reviram túmulos,

acham qualquer porcaria (ou "descobrem" coisas secretas) e saem

berrando pelo mundo o quê???

crazy

 

 

 

Exatamente aquilo que interessa ao sistema religioso, a manutenção ou "upgrade" do mito!

den

 

 

 

Quantas alterações ocorreram na Bíblia?

lockd

 

 

 

Quantas traduções, adaptações e modificações atendendo a interesses dos poderosos da época?

http://img218.imageshack.us/img218/5204/0000nz4.gif

 

 

 

Mesmo hoje a mutreta rola solta com vagabundo por aí berrando que "Jesus está aqui, Jesus fala por nós"!

blush

 

 

 

Tudo, tudo, tudo, TUDO MUTRETA! A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/sleeping.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

 

"Ah, mas a minha fé..." http://img166.imageshack.us/img166/5821/orlywi6.gif

 

 

 

Sua fé é uma farsa. machinegun

 

 

 

Porque você não tem a menor base lógica e racional pra sustentar sua fé, quanto mais sua vida.

 

 

 

Mas lá vai você, vaquinha de presépio, pedaço de asno, beijar aquela imagem horrível de um corpo descarnado pregado numa cruz! bozosr0.gif

 

 

 

ARGH! 3d47

 

 

 

"Ah, mas tem provas que..." 17

 

 

 

TEM MEU P... É QUE TEM!

 

TEM MER... CADORIA NENHUMA! 06

 

 

 

Tudo que usa a crença ou a fé como base é falso. A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/magnify.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

 

E quem acredita em mentiras é um iludido. A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/smiley12.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

 

Ponto final. A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/scld0006.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

A conclusão? Pode ser verdadeiro' date=' pois notem como em

varias(ou todas) as religiões e mitologias, as divindades maiores tem a

aparência humana. Estranho isso, não acha?[/quote']

Não
...

acho totalmente pertinente que a entidade divina se transfigure em uma

face humana visando facilitar o contato com o ser humano...

 

Agora

se o senhor se der o trabalho de estudar o judaísmo e o cristianismo,

verá que toda essa sua tese cai por terra.[/quote']Eu vou ser simples,

franco e direto: 01

 

 

 

Qualquer afirmação baseada na fé, não serve como prova.

A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/idea.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

Qualquer pesquisador que serve a uma seita, culto ou religião-estado, vai dar um parecer favorável ao seu financiador.

 

 

 

Não há a menor prova da existência de um "Jesus histórico". São lendas,

suposições e uma imensa parte feita de fábulas, lendas e mitos.

food

 

 

Se você projeta sua fé em cima do mito Jesus, você abre a porta pra

toda e qualquer conversa mole que todos os pregadores, padres, bispos,

médiuns, enfim, todo tipo de estelionatário da fé venha e tente lhe

vender a versão dele?

eusaboohooyl8.gif

 

 

Visando o que?

A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/blush.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

Lhe cooptar pra causa dele.

A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/smoky.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

Daí, você vai se for otário ou carente.

08

 

 

Mas no frigir dos ovos, se você tem um INFINITESIMAL de

discernimento e DISTANCIAMENTO do assunto, concluirá facilmente

o mesmo que eu: que Jesus é um mito que serve a interesses de

cooptação.

Image

 

 

"Mas minha tia ama Jesus e é uma pessoa feliz, fulano segue Jesus e deixou de ser bandido".

devil

 

 

Essas pessoas mudaram seus comportamentos porque se embasaram no mito e

nas premissas morais que vieram com ele, mas isso não ENDOSSA a

VERACIDADE do mito.

01

 

 

Repita uma mentira muitas vezes que ela vira verdade, disse Goebbels.

A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/headbreak.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

 

Você vai usar MESMO desse expediente pedestre que nem você domina

direito para tentar argumentar contra a credibilidade da Bíblia?

 

 

Não existe nenhuma evidência de fundo arqueológico que desminta a

Bíblia... NENHUMA. E se o senhor acha que exista, por favor, adoraria

que postasse os links de sua "descoberta"...

[/quote']A Bíblia não tem relatos. É um compêndio de lendas. 06food

 

 

NADA sobre Jesus foi

historicamente provado. Quem "provou" o fez financiado por uma

religião-estado. Ninguém cientificamente neutro provou coisa alguma.

A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/idea.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

 

 

A merda é que TUDO se baseia em "acreditar ou não acreditar".

duas

 

 

Mas e SABER?

 

Saber??? Dane-se, isso não importa, a fé cega é mais importante.

lies

 

 

 

Daí, vagabundo sai matando e explodindo as coisas em nome de Jesus, Alah ou o diabo que seja, e a fé salvou o cara!

06

 

 

 

São os

católicos, muçulmanos, budistas, maometanos, espíritas,

enfim, todos os religiosos que impõem suas mentiras, que PREGAM suas lorotas sobre o

mundo!

smiley12

 

Eu só faço frente a essa corja de cães que querem nivelar o mundo a um patamar só: o deles.

blush

 

 

 

E se tiverem que matar alguém que duvida... Hah!

den

 

O que já rolou de sangue em nome de Jesus não é brincadeira!

devil

Rayden2008-12-31 00:25:20
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"Daí, vagabundo sai matando e explodindo as coisas em nome de
Jesus, Alah ou o diabo que seja, e a fé salvou o cara! 06
 
São os católicos, muçulmanos, budistas, maometanos, espíritas,
enfim, todos os religiosos que impõem suas mentiras, que PREGAM suas
lorotas sobre o mundo! smiley12"



Sim, todas as religiões mandam você explodir a casa do vizinho. Continuemos
nesta ignorância cultural, que a situação de ignorância permanecerá.  Ignoramos
o fator, político, social, econômico, e etc...Mas enfim, você é o ingênuo que
acredita naquilo que é falado a respeito das religiões.  Acredita em tudo, e nem
mesmo procura o "cientificamente comprovado" que foi publicado a respeito do
assunto. Pedirei alguma referência sua, e o que vc me dará? Coisas do
senso-comum. Excelente!


 


Mas, ora, mais uma contradição:



"Jesus é um mito que serve a interesses de cooptação".
Então, fica evidente, que o problema é político, e não
religioso. Se o problema é o uso, então a religião não é o problema em si, mas
para quem ela serve. Se o problema é quem prega a religião com certos
interesses, é óbvio que o problema é quem prega. Homens-bombas existem porque
Allah mandou. Claro...Você fala e fala, mas continua sendo o mais bitolado e
ignorante do assunto.





Antes de continuar falando besteira, procura pesquisar mais um
pouco sobre o assunto.


Aliás, uma pérola deste tópico. A fonte de informação deles é:



"Já viu documentários de canais como Discovery e History Channel? Ali
temos as PROVAS sendo apresentadas "ao vivo", como ir contra resultados
conclusivos mediante a intensa pequisa? Resposta, NÃO se pode ir
contrário a ciência até que ela própria questione suas conclusões.
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Aliás' date=' uma pérola deste tópico. A fonte de informação deles é:

 

"Já viu documentários de canais como Discovery e History Channel? Ali

temos as PROVAS sendo apresentadas "ao vivo", como ir contra resultados

conclusivos mediante a intensa pequisa? Resposta, NÃO se pode ir

contrário a ciência até que ela própria questione suas conclusões.

[/quote']

O texto do Rayden é hilário, ele devia considerar seguir carreira em um programa humorístico já que por aqui já perdeu a vaga. E cuidado com o champagne, galera, vocês podem ficar assim depois da festa de reveillon. 06

 

Essa do History e Discovery dispensa comentários. As palavras falam por si.

 

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Para fechar o ano, um compêndio de pérolas só do último post do Percebe:

 

Aquele bando de loucos que se enfiam em cavernas' date=' reviram túmulos, acham qualquer porcaria (ou "descobrem" coisas secretas) e saem berrando pelo mundo o quê??? crazy

Exatamente aquilo que interessa ao sistema religioso, a manutenção ou "upgrade" do mito!
den
[/quote']

 

"Ah' date=' mas tem provas que..." 17

TEM MEU P... É QUE TEM!
TEM MER... CADORIA NENHUMA!
06

Tudo que usa a crença ou a fé como base é falso.
A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/magnify.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

E quem acredita em mentiras é um iludido.
A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/smiley12.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

Ponto final.
A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/scld0006.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.[/quote']

 

Repita uma mentira muitas vezes que ela vira verdade' date=' disse Goebbels. A%20imagem%20“http://www.cinemaemcena.com.br/forum/smileys/headbreak.gif”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.
[/quote']

 

A Bíblia não tem relatos. É um compêndio de lendas. 06food
[/quote']

 

 

Feliz 2009... 06
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Aos católicos:

 

 

 

Nunca parei para folhear com calma o folheto de cada missa - é, não passei do segundo livro da Bíblia -; mas algo que sempre me chama a atenção são as variações das Orações Eucarísticas. Pois bem, neste começo de ano, temos a Oração Eucarística I, com as seguintes passagens:

 

 

 

Em comunhão com toda a Igreja' date=' veneramos sempre a Virgem Maria, Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; e também São José, esposo de Maria,

 

 

 

    * os santos Apóstolos e Mártires:

 

 

 

Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, João e Paulo, Cosme e Damião, e todos os vossos santos. Por seus méritos e preces, concedei-nos sem cessar a vossa proteção.[/quote']

 

 

 

E a todos nós pecadores' date='

 

 

 

que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vosssa vontade, o convívio dos apóstolos e mártires: João Baptista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Perpétua e Felicidade, Águeda e Luzia, Inês, Cecília e Anastácia, e todos os vossos santos.[/quote']

 

 

 

Alguém sabe - se é que há - o porquê de serem somente estes os santos citados (e alguns deles virem em parênteses, mas serem SEMPRE citados)?

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O tópico parou de vez.

 

Sobre a Oração Eucarística I, a primeira parte postada menciona os nomes dos 12 apóstolos e 12 mártires; Pedro e Paulo, André, Tiago, João e Tomé,

Tiago, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto,

Clemente, Xisto, Cornélio, Cipriano, Lourenço, Crisógono, João e Paulo,

Cosme e Damião. A segunda parte, são os mártires e as virgens de Roma, Alexandria e Cartago; João, Estevão, Matias, Barnabé, Inácio,

Alexandre, Marcelino, Pedro, Felicidade, Perpétua, Águeda, Luzia, Inês,

Cecília, Anastácia. Esse é o cânon Romano mas acho que a Igreja também pode incluir outros santos entre parênteses (não tenho certeza). De qualquer forma, em algumas orações esses que estão parênteses não são mencionados.

 

 

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Tenho minha própria idéia de religião... procuro enxergar Deus como sendo algo superior à própria vida... Deus para mim seria a causa e o que mantém o Universo existindo... suas leis, seus processos, todos esses conjuntos reunidos seria Deus para mim... e essas imagens "humanizadas" de Deus seriam apenas metáforas... quase como os gregos diziam que Zeus estava lançando raios quando ouviam as trovoadas...

 

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Só pra constar' date=' para mim, Deus é uma força natural do cosmo que não se comunica por palavras, mandamentos e normas de conduta, mas sim por leis e fenômenos da natureza.
[/quote']

 

Então não é Deus... para ser Deus é imprescindível que Ele não seja parte do cosmo, mas sim algo acima do cosmo...

 

Mas entrando na sua, se pra você Ele se comunica através de leis e fenômenos da natureza, como você entende as frequentes catástrofes naturais que vem ocorrendo com o nosso inóspito planetinha nas últimas décadas?

 

 

Bem... Deus não precisa ser necessariamente isolado do cosmo... nunca ouviu falar de panteísmo?

 

e depois... as catástofres estão acontecendo como consequência direta das ações do homem, que estão afetando o equilíbrio do planeta... por que Deus seria bonzinho com a humanidade? Por que Deus tem que ser "bom"? Ser bom é algo muito relativo, uma coisa pode ser boa para mim e não ser boa para você, como seria Deus então bom para todos?

 

Para mim, Deus não tem que ser bom nem mau... bondade e maldade são conceitos puramente humanos, relacionados com toda visão moral que o homem tem do mundo e, sendo essencialmente conceitos humanos, estão passíveis de erro, sendo imperfeitos. Deus não poderia ter características humanas, porque Deus é perfeito. É o que eu acho...

 

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Bom, um texto ajuda a compreender melhor o fato de não entendermos aquilo que foge às nossas capacidades limitadas de um cérebro que só é utilizado entre 5% e 10% de suas capacidades.

 

Deus

 

Ser supremo, causa primeira, existente por si, absoluto, infinito, eterno, perfeito, onipotente, onisciente, o bem supremo (Summum bonum). Esses atributos de Deus poderiam ser admitidos por todas as religiões e aceitos -- ainda que para negar a existência divina -- pelos ateus.

 

O mistério de Deus. Deus é proposto pela razão e pelo sentimento como explicação do universo, da origem do homem, dos valores e da moral -- verdade, bem, justiça, amor. Assim, se Deus existe, deve ser diferente de tudo e superior a tudo aquilo que se pretende explicar com sua existência, superior inclusive à razão humana, para a qual constitui um mistério. Apesar disso, é possível chegar, pela razão ou pela fé, à convicção da existência de Deus e mesmo a uma definição e a uma descrição dele. Qualidades que se atribuem a Deus, como infinitude e onisciência, no entanto, são apenas analogias com conceitos que a razão humana pode admitir: a essência de Deus é misteriosa para o homem. Até mesmo os que afirmam ter contemplado Deus consideraram a experiência indescritível em termos humanos.

Se Deus fosse transparente e compreensível ao entendimento humano, seria apenas uma criatura a mais, algo pertencente ao mundo, e não a razão última de todas as coisas. A idéia genérica de Deus é, pois, um símbolo que indivíduos, grupos e culturas usam de várias formas e com significações distintas, para indicar e exprimir sua visão daquilo que se poderia denominar realidade última.

 

Tradição metafísica. Na civilização ocidental, a idéia de Deus está profundamente marcada pela influência que a cultura grega exerceu em sua formação. Desde seus primórdios, a filosofia grega dedicou-se a procurar resposta às perguntas: qual a explicação para a unidade do mundo sensível? O que explica a ordem do universo e o fato de que ele não se transforme em caos? Qual é a realidade permanente que está no fundo da transitoriedade de tudo o que ocorre no tempo? Tais perguntas revelam uma intuição fundamental da cultura grega: os processos de mutação por que passa o mundo material se dão sobre uma unidade básica, estável e atemporal.

A resposta que, de início, pareceu mais simples aos pensadores gregos afirmava que o sensível permanece contínuo e integrado por ser a expressão material e diversificada de uma única substância fundamental. Mais tarde, Parmênides e Heráclito afirmaram que a unidade do mundo não reside no próprio mundo, mas numa instância suprema que, sem ser material e sensível, consiste em ordem e unidade. O Ser, segundo Parmênides, e o logos, segundo Heráclito, não são substâncias, mas entidades de natureza puramente intelectual que só podem ser apreendidas pelo pensamento, mas não apreendidas pelos sentidos. Assim, o que se vê é explicado pelo que não se vê, o material é elucidado pela idéia e os processos temporais adquirem transparência pela mediação da mente. Em Platão e Aristóteles essa tendência teve as mais perfeitas formulações de que era capaz a mentalidade grega.

Essa maneira de entender Deus torna-se, assim, transparente: Deus é o símbolo para a idéia mais alta, o fundamento de tudo o que existe e o princípio lógico que permite entender o que existe. A visão de Deus confunde-se assim com a mais alta forma de intuição intelectual. É ele o primeiro princípio sobre o qual a existência e a explicação do mundo se assentam.

A questão da existência de Deus se torna então absolutamente fundamental, porque dela dependem não só a existência do cosmos (ordem) como também a possibilidade de seu conhecimento. Essa exigência científica constitui base para a formulação dos tradicionais argumentos da existência de Deus e de toda a teologia natural. São eles o argumento cosmológico, o teleológico e o ontológico.

 

Argumento cosmológico. Ao contemplar o universo, a mente humana formula as perguntas que qualquer outro fenômeno lhe sugere. De onde vem? Que força o produziu? Ora, o cosmo não contém em si mesmo a resposta para a pergunta sobre suas origens. A explicação do cosmo se encontra fora dele, numa causa primeira, não causada, Deus. A primeira elaboração filosófica desse argumento se encontra em Platão. Seu ponto de partida é o movimento, que embora possa ser classificado de várias formas, em última análise é redutível a dois tipos: movimento espontâneo e movimento comunicado.

O movimento espontâneo deve obrigatoriamente anteceder ao movimento comunicado, pois somente se ele já existir poderá ser depois comunicado. A matéria é inerte e só se move em decorrência de uma força exterior.

No homem, somente a alma é fonte de movimento espontâneo. Essa é a razão por que, sem a alma, o corpo é morto. De forma análoga, todos os movimentos no universo que não decorrem da ação direta do homem têm de ser explicados por referência a uma fonte maior de movimento espontâneo: a alma do mundo. Considerando que todos os movimentos do cosmo são ordenados e racionais, conclui-se que a alma do mundo é racional e boa.

 

Argumento teleológico. A decifração de um dos mais fascinantes enigmas do universo é tentada pelo argumento teleológico da existência de Deus. Que os homens, capazes de ter e expressar desejos, sejam capazes de agir com uma intenção e consciência teleológicas, isto é, dirigidas para um objetivo, é explicável. Entretanto, como se poderá entender que os animais e mesmo vegetais, sem nenhuma idéia consciente de finalidade, sejam capazes de agir na direção de propósitos que eles mesmos desconhecem?

Do ponto de vista da experiência humana, o comportamento intencional só pode ser explicado por referência a uma mente e a uma vontade que o orientem. Portanto, só admitindo que o universo é governado por uma mente se poderá explicar a teleologia que se observa nos níveis inconscientes da realidade. Esse argumento se encontra em santo Tomás de Aquino e em reformulações posteriores, das quais as mais influentes são as de Alfred North Whitehead e Teilhard de Chardin.

 

Argumento ontológico. O pensamento idealista, que desde Platão tem sido uma das principais vertentes do pensamento ocidental, explica a existência de Deus com o argumento ontológico. Esse argumento se baseia no princípio segundo o qual aquilo que é necessário do ponto de vista lógico é também necessário do ponto de vista ontológico, ou seja, tudo o que é impossibilidade lógica é também impossível no real. O real é inteligível porque sua própria essência é racional.

O primeiro a elaborar o argumento ontológico de forma sistemática foi santo Anselmo, na obra Proslogium (Premissa). Mesmo o tolo, que em seu coração afirma não existir Deus, tem na mente uma idéia de Deus, pois em caso contrário não poderia negar essa idéia.

Deus é o mais alto pensamento possível, "aquilo que de maior nada pode ser pensado". Tal idéia não pode existir no intelecto apenas, pois, se assim fosse, um conceito maior seria possível, ou seja, o de um ser existente que, além dos predicados pensados pela mente, tivesse um outro, o da existência. Logicamente, santo Anselmo conclui, o mais alto pensamento possível não pode existir na mente apenas e corresponde a um ser existente.

 

Tradição hebraica. A outra tradição que, ao lado da grega, entrou na formação da civilização ocidental foi a hebraica. Sua atitude em face do mundo era profundamente diferente da helênica. A mentalidade grega era dominada pela busca dos fundamentos do Ser. Sua preocupação última era encontrar o logos explicativo do real. A mentalidade hebraica, ao contrário, não se originou de uma atitude especulativa e intelectual. Os estudiosos em geral concordam em que foi o êxodo a experiência determinante das categorias de razão peculiares ao povo hebreu.

O êxodo foi uma crise decisiva que marcou a transição de uma situação de cativeiro para uma de liberdade: experiência ética e, em última análise, política. É isso o que explica o fato de estar o nome de Deus sempre ligado a esse evento, no universo lingüístico da Bíblia. Falar sobre Deus é referir-se ao poder e à intenção que libertaram um bando de escravos, transformando-o num povo possuído pelo senso de identidade e de destino.

Assim, o Deus de Israel é o Deus do êxodo. Ele não é o princípio último de inteligibilidade do real, atemporal e imutável, que ao explicar a racionalidade do mundo tende sempre a justificá-lo. Ao contrário, ele é vontade que faz história por meio de crises que dissolvem o presente, abrindo-o para um futuro novo. Esse evento e esse símbolo passaram a ser o modelo para a compreensão de tudo o que ocorre na história. São eles o ponto de partida para a lógica hebraica e a base de suas categorias de pensamento.

 

Tradição científico-tecnológica. O início da época moderna é marcado por uma mudança radical na atitude do homem em face do mundo. O ideal de conhecimento explicativo e contemplativo dá lugar à preocupação prática de dominar a natureza. Conhecer não é procurar a essência dos fenômenos, mas manipular a matéria. Conhecer é saber das condições necessárias para que certos eventos se dêem.

O critério de verificação da validade de uma teoria científica passou a ser sua capacidade para prever adequadamente o comportamento da matéria, porque só então ela funciona como instrumento para o controle da natureza. O verdadeiro se identifica com o prático.

Quais foram as conseqüências dessa mudança para o significado de Deus? Num mundo em que o conhecimento se define em termos pragmáticos, parece evidente que o objetivo de controle só é atingido na medida que o homem elimina todos os imponderáveis e, entre eles, Deus. Na verdade, Deus já não pode ser usado como hipótese explicativa, dentro da lógica física, astronômica, tecnológica ou mesmo biológica. Deus deixou de ter a função explicativa que possuía no universo intelectual grego. Gradualmente, Deus foi empurrado para fora dos limites do mundo conhecido. Ao avanço da explicação científica correspondia o recuo de Deus, que foi relegado aos setores ainda obscuros da realidade.

Ao lado disso, o empirismo é incompatível com as bases sobre as quais se assentavam os argumentos tradicionais da existência de Deus. Se, de acordo com o empirismo, todas as idéias têm origem nas sensações, o critério para a verificação de sua validade é sua correspondência a um objeto sensível definido. Assim sendo, todas as idéias que não correspondam a objetos da experiência sensível devem ser rejeitadas como ilusões. Como não há nenhum conteúdo sensível que corresponda a Deus, isto significa que Deus é nada mais que uma forma de consciência falsa. A necessidade lógica deixou de ter uma necessidade ontológica e passou a ser considerada como simples processo psicológico de associação de idéias, enquanto que a razão foi destituída de sua significação metafísica e passou a ser encarada como cópia passiva do sensível.

A mente, dessa forma, foi proibida de se aventurar além dos limites da experiência e com isso a linguagem acerca de Deus foi também proibida. Como diriam os positivistas lógicos, o conceito Deus não é verdadeiro nem falso, ele é "destituído de significação", por não se referir a nenhum conteúdo sensível da experiência. Aquilo que está para além da experiência não pode ter nenhuma significação dentro do círculo por ela limitado.

 

 

Em suma, a tradição científico-tecnológica criou, na expressão muito sugestiva do pensador alemão Heinrich Rickert, um "problema habitacional para Deus", pois o eliminou como objeto de conhecimento. Ela não tem condições para negar nem para afirmar a existência de Deus, ou, mais precisamente, é a eliminação de Deus como hipótese explicativa do mundo que permite a explicação científica deste.

 

Teologia como antropologia. O ideal de objetividade e a compreensão da mente como simples cópia do real vêm sendo abalados no período contemporâneo. Para a psicanálise, o vasto campo das representações simbólicas inconscientes não pode ser compreendido segundo a lógica empirista que confere verdade aos símbolos em função de sua correspondência a conteúdos sensíveis objetivos: os sonhos não podem ser interpretados segundo essa lógica, porque os símbolos, ao contrário dos signos que simplesmente apontam para certos objetos da experiência consciente, são maneiras pelas quais o homem representa para si mesmo as relações vividas de forma inconsciente com o mundo.

A partir de Kierkegaard, o existencialismo muito contribuiu para mostrar que a consciência, longe de ser algo semelhante a uma câmara fotográfica que copia "o que" lhe é dado, revela também o "como" de sua relação existencial com a realidade. Mesmo para a ciência, a maneira de ver objetivamente é condicionada pelas atitudes valorativas que se encontram no próprio início da vida consciente. O homem, assim, não pode ver o mundo de forma desinteressada; sua visão é determinada por sua vida mental, que gira em torno de uma matriz emocional.

Essa mudança de perspectiva tornou possível a recuperação do símbolo Deus como algo carregado de significação. Não mais como signo que aponta para um objeto que transcende a experiência, passou-se a ver nele um símbolo cujo conteúdo é a própria condição do homem. O estudo do significado de Deus em nada difere da interpretação dos sonhos. Como sugeriu Feuerbach em Das Wesen des Christentums (1841; A essência do cristianismo), Deus é o diário secreto em que o homem coloca suas mais altas idéias sobre si mesmo. O segredo da teologia é a antropologia, porque teologia é uma forma simbólica, projetada, pela qual o homem fala sobre si mesmo.

Friedrich Schleiermacher já havia chegado a uma conclusão semelhante em Der christliche Glaube (1821-1822; A fé cristã), ao afirmar que o símbolo Deus não se refere a um objeto, mas antes a uma forma de sentimento: "Estar em relação com Deus é o mesmo que a consciência de absoluta dependência."

O mesmo critério antropológico é ainda encontrado em Paul Tillich, quando identifica Deus com a preocupação última do homem, e em Rudolph Bultmann, quando afirma que cada afirmação sobre Deus é, ao mesmo tempo, uma afirmação a respeito do homem e vice-versa.

Esse critério, no entanto, implica total subjetivismo. Como Rudolf Otto observa em sua fenomenologia do divino, em Das Heilige (1917; O sacro), a consciência tem sempre um ponto objetivo de referência. A consciência não existe em si, mas é sempre uma forma de relação: "consciência de". A consciência de Deus, portanto, se é essencialmente um fato antropológico, não pode confundir-se com uma produção ou ilusão da consciência. Deus é o nome de uma relação realmente vivida.

 

Morte de Deus. A proclamação nietzschiana da morte de Deus deve ser entendida dentro do quadro acima descrito. Ela nada tem a ver com o empirismo e o positivismo, próprios da mentalidade científico-tecnológica. Que significa dizer que Deus está morto? Nietzsche percebeu que, para a civilização ocidental, Deus era um nome que simbolizava valores que não mais representavam as relações vividas entre o homem e seu mundo. Deus era uma forma taquigráfica de referir a negação da história, da liberdade, do futuro e da própria vida. Sua proclamação da morte de Deus tem por objetivo indicar a decadência cultural de uma civilização que adotou valores contrários à vida e os batizou com o nome de Deus. A morte de Deus é sua forma de se referir à agonia da civilização ocidental. Em Nietzsche essa proclamação ganha caráter ético, pois, a menos que Deus morra, o homem não terá condições para reconstruir a civilização sobre novas bases.

A chamada teologia da morte de Deus, em voga na década 1950-1960, não tem a profundidade da proclamação de Nietzsche; reflete, em larga medida, as influências do positivismo lógico, do empirismo, da ideologia da secularização e do cientificismo.

 

Ressurgimento da metafísica. A mais recente doutrina surgida no Ocidente sobre Deus inspira-se em concepções muito antigas de origem hindu. O avanço do estudo das religiões comparadas e do simbolismo religioso e esotérico de todas as civilizações permitiu o surgimento de uma nova escola metafísica e teológica, que alguns chamam tradicionalista (designação que não agrada a seus próprios membros).

Os representantes mais destacados dessa corrente são René Guénon, Ananda K. Coomaraswamy, Frithjof Schuon, Titus Burckhardt, Seyyed Hossein Nasr, Martin Lings e Leo Schaya.

A variedade de suas origens nacionais e religiosas é significativa: eles procuram expor a unidade da doutrina metafísica que se oculta por trás da multiplicidade de símbolos das várias religiões e tradições espirituais, do hinduísmo ao Islã, do taoísmo à religião dos índios sioux, e identificam a idéia de Deus com a Possibilidade Universal, que, como fundamento do conceito de probabilidade, é indispensável mesmo a uma explicação científica da realidade. Com base nisso, rejeitam categoricamente tanto as limitações criadas pelo empirismo quanto a teologia "sentimental" e antropológica, condenando-as, e também à psicanálise e ao nietzscheísmo, como meras expressões da crise psicológica de uma civilização que perdeu o senso da unidade do real.

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Istari2009-01-11 18:05:50
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Indeed... a teoria da Evolução é a prova viva de que a ciência sabe

preencher lacunas baseada em pura crença e especulação' date=' estuprando o

método científico e hoje o Darwinismo é o garoto propaganda da

ciência... Que mancada, hein?[/Quote']

 

Pode elaborar isso?

 

 

Moonsorrow2009-01-11 15:42:23

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Bom' date=' um texto ajuda a compreender melhor o fato de não entendermos aquilo que foge às nossas capacidades limitadas de um cérebro que só é utilizado entre 5% e 10% de suas capacidade.

 

Deus

 

Ser supremo, causa primeira, existente por si, absoluto, infinito, eterno, perfeito, onipotente, onisciente, o bem supremo (Summum bonum). Esses atributos de Deus poderiam ser admitidos por todas as religiões e aceitos -- ainda que para negar a existência divina -- pelos ateus.

 

O mistério de Deus. Deus é proposto pela razão e pelo sentimento como explicação do universo, da origem do homem, dos valores e da moral -- verdade, bem, justiça, amor. Assim, se Deus existe, deve ser diferente de tudo e superior a tudo aquilo que se pretende explicar com sua existência, superior inclusive à razão humana, para a qual constitui um mistério. Apesar disso, é possível chegar, pela razão ou pela fé, à convicção da existência de Deus e mesmo a uma definição e a uma descrição dele. Qualidades que se atribuem a Deus, como infinitude e onisciência, no entanto, são apenas analogias com conceitos que a razão humana pode admitir: a essência de Deus é misteriosa para o homem. Até mesmo os que afirmam ter contemplado Deus consideraram a experiência indescritível em termos humanos.

Se Deus fosse transparente e compreensível ao entendimento humano, seria apenas uma criatura a mais, algo pertencente ao mundo, e não a razão última de todas as coisas. A idéia genérica de Deus é, pois, um símbolo que indivíduos, grupos e culturas usam de várias formas e com significações distintas, para indicar e exprimir sua visão daquilo que se poderia denominar realidade última.

 

Tradição metafísica. Na civilização ocidental, a idéia de Deus está profundamente marcada pela influência que a cultura grega exerceu em sua formação. Desde seus primórdios, a filosofia grega dedicou-se a procurar resposta às perguntas: qual a explicação para a unidade do mundo sensível? O que explica a ordem do universo e o fato de que ele não se transforme em caos? Qual é a realidade permanente que está no fundo da transitoriedade de tudo o que ocorre no tempo? Tais perguntas revelam uma intuição fundamental da cultura grega: os processos de mutação por que passa o mundo material se dão sobre uma unidade básica, estável e atemporal.

A resposta que, de início, pareceu mais simples aos pensadores gregos afirmava que o sensível permanece contínuo e integrado por ser a expressão material e diversificada de uma única substância fundamental. Mais tarde, Parmênides e Heráclito afirmaram que a unidade do mundo não reside no próprio mundo, mas numa instância suprema que, sem ser material e sensível, consiste em ordem e unidade. O Ser, segundo Parmênides, e o logos, segundo Heráclito, não são substâncias, mas entidades de natureza puramente intelectual que só podem ser apreendidas pelo pensamento, mas não apreendidas pelos sentidos. Assim, o que se vê é explicado pelo que não se vê, o material é elucidado pela idéia e os processos temporais adquirem transparência pela mediação da mente. Em Platão e Aristóteles essa tendência teve as mais perfeitas formulações de que era capaz a mentalidade grega.

Essa maneira de entender Deus torna-se, assim, transparente: Deus é o símbolo para a idéia mais alta, o fundamento de tudo o que existe e o princípio lógico que permite entender o que existe. A visão de Deus confunde-se assim com a mais alta forma de intuição intelectual. É ele o primeiro princípio sobre o qual a existência e a explicação do mundo se assentam.

A questão da existência de Deus se torna então absolutamente fundamental, porque dela dependem não só a existência do cosmos (ordem) como também a possibilidade de seu conhecimento. Essa exigência científica constitui base para a formulação dos tradicionais argumentos da existência de Deus e de toda a teologia natural. São eles o argumento cosmológico, o teleológico e o ontológico.

 

Argumento cosmológico. Ao contemplar o universo, a mente humana formula as perguntas que qualquer outro fenômeno lhe sugere. De onde vem? Que força o produziu? Ora, o cosmo não contém em si mesmo a resposta para a pergunta sobre suas origens. A explicação do cosmo se encontra fora dele, numa causa primeira, não causada, Deus. A primeira elaboração filosófica desse argumento se encontra em Platão. Seu ponto de partida é o movimento, que embora possa ser classificado de várias formas, em última análise é redutível a dois tipos: movimento espontâneo e movimento comunicado.

O movimento espontâneo deve obrigatoriamente anteceder ao movimento comunicado, pois somente se ele já existir poderá ser depois comunicado. A matéria é inerte e só se move em decorrência de uma força exterior.

No homem, somente a alma é fonte de movimento espontâneo. Essa é a razão por que, sem a alma, o corpo é morto. De forma análoga, todos os movimentos no universo que não decorrem da ação direta do homem têm de ser explicados por referência a uma fonte maior de movimento espontâneo: a alma do mundo. Considerando que todos os movimentos do cosmo são ordenados e racionais, conclui-se que a alma do mundo é racional e boa.

 

Argumento teleológico. A decifração de um dos mais fascinantes enigmas do universo é tentada pelo argumento teleológico da existência de Deus. Que os homens, capazes de ter e expressar desejos, sejam capazes de agir com uma intenção e consciência teleológicas, isto é, dirigidas para um objetivo, é explicável. Entretanto, como se poderá entender que os animais e mesmo vegetais, sem nenhuma idéia consciente de finalidade, sejam capazes de agir na direção de propósitos que eles mesmos desconhecem?

Do ponto de vista da experiência humana, o comportamento intencional só pode ser explicado por referência a uma mente e a uma vontade que o orientem. Portanto, só admitindo que o universo é governado por uma mente se poderá explicar a teleologia que se observa nos níveis inconscientes da realidade. Esse argumento se encontra em santo Tomás de Aquino e em reformulações posteriores, das quais as mais influentes são as de Alfred North Whitehead e Teilhard de Chardin.

 

Argumento ontológico. O pensamento idealista, que desde Platão tem sido uma das principais vertentes do pensamento ocidental, explica a existência de Deus com o argumento ontológico. Esse argumento se baseia no princípio segundo o qual aquilo que é necessário do ponto de vista lógico é também necessário do ponto de vista ontológico, ou seja, tudo o que é impossibilidade lógica é também impossível no real. O real é inteligível porque sua própria essência é racional.

O primeiro a elaborar o argumento ontológico de forma sistemática foi santo Anselmo, na obra Proslogium (Premissa). Mesmo o tolo, que em seu coração afirma não existir Deus, tem na mente uma idéia de Deus, pois em caso contrário não poderia negar essa idéia.

Deus é o mais alto pensamento possível, "aquilo que de maior nada pode ser pensado". Tal idéia não pode existir no intelecto apenas, pois, se assim fosse, um conceito maior seria possível, ou seja, o de um ser existente que, além dos predicados pensados pela mente, tivesse um outro, o da existência. Logicamente, santo Anselmo conclui, o mais alto pensamento possível não pode existir na mente apenas e corresponde a um ser existente.

 

Tradição hebraica. A outra tradição que, ao lado da grega, entrou na formação da civilização ocidental foi a hebraica. Sua atitude em face do mundo era profundamente diferente da helênica. A mentalidade grega era dominada pela busca dos fundamentos do Ser. Sua preocupação última era encontrar o logos explicativo do real. A mentalidade hebraica, ao contrário, não se originou de uma atitude especulativa e intelectual. Os estudiosos em geral concordam em que foi o êxodo a experiência determinante das categorias de razão peculiares ao povo hebreu.

O êxodo foi uma crise decisiva que marcou a transição de uma situação de cativeiro para uma de liberdade: experiência ética e, em última análise, política. É isso o que explica o fato de estar o nome de Deus sempre ligado a esse evento, no universo lingüístico da Bíblia. Falar sobre Deus é referir-se ao poder e à intenção que libertaram um bando de escravos, transformando-o num povo possuído pelo senso de identidade e de destino.

Assim, o Deus de Israel é o Deus do êxodo. Ele não é o princípio último de inteligibilidade do real, atemporal e imutável, que ao explicar a racionalidade do mundo tende sempre a justificá-lo. Ao contrário, ele é vontade que faz história por meio de crises que dissolvem o presente, abrindo-o para um futuro novo. Esse evento e esse símbolo passaram a ser o modelo para a compreensão de tudo o que ocorre na história. São eles o ponto de partida para a lógica hebraica e a base de suas categorias de pensamento.

 

Tradição científico-tecnológica. O início da época moderna é marcado por uma mudança radical na atitude do homem em face do mundo. O ideal de conhecimento explicativo e contemplativo dá lugar à preocupação prática de dominar a natureza. Conhecer não é procurar a essência dos fenômenos, mas manipular a matéria. Conhecer é saber das condições necessárias para que certos eventos se dêem.

O critério de verificação da validade de uma teoria científica passou a ser sua capacidade para prever adequadamente o comportamento da matéria, porque só então ela funciona como instrumento para o controle da natureza. O verdadeiro se identifica com o prático.

Quais foram as conseqüências dessa mudança para o significado de Deus? Num mundo em que o conhecimento se define em termos pragmáticos, parece evidente que o objetivo de controle só é atingido na medida que o homem elimina todos os imponderáveis e, entre eles, Deus. Na verdade, Deus já não pode ser usado como hipótese explicativa, dentro da lógica física, astronômica, tecnológica ou mesmo biológica. Deus deixou de ter a função explicativa que possuía no universo intelectual grego. Gradualmente, Deus foi empurrado para fora dos limites do mundo conhecido. Ao avanço da explicação científica correspondia o recuo de Deus, que foi relegado aos setores ainda obscuros da realidade.

Ao lado disso, o empirismo é incompatível com as bases sobre as quais se assentavam os argumentos tradicionais da existência de Deus. Se, de acordo com o empirismo, todas as idéias têm origem nas sensações, o critério para a verificação de sua validade é sua correspondência a um objeto sensível definido. Assim sendo, todas as idéias que não correspondam a objetos da experiência sensível devem ser rejeitadas como ilusões. Como não há nenhum conteúdo sensível que corresponda a Deus, isto significa que Deus é nada mais que uma forma de consciência falsa. A necessidade lógica deixou de ter uma necessidade ontológica e passou a ser considerada como simples processo psicológico de associação de idéias, enquanto que a razão foi destituída de sua significação metafísica e passou a ser encarada como cópia passiva do sensível.

A mente, dessa forma, foi proibida de se aventurar além dos limites da experiência e com isso a linguagem acerca de Deus foi também proibida. Como diriam os positivistas lógicos, o conceito Deus não é verdadeiro nem falso, ele é "destituído de significação", por não se referir a nenhum conteúdo sensível da experiência. Aquilo que está para além da experiência não pode ter nenhuma significação dentro do círculo por ela limitado.

 

 

Em suma, a tradição científico-tecnológica criou, na expressão muito sugestiva do pensador alemão Heinrich Rickert, um "problema habitacional para Deus", pois o eliminou como objeto de conhecimento. Ela não tem condições para negar nem para afirmar a existência de Deus, ou, mais precisamente, é a eliminação de Deus como hipótese explicativa do mundo que permite a explicação científica deste.

 

Teologia como antropologia. O ideal de objetividade e a compreensão da mente como simples cópia do real vêm sendo abalados no período contemporâneo. Para a psicanálise, o vasto campo das representações simbólicas inconscientes não pode ser compreendido segundo a lógica empirista que confere verdade aos símbolos em função de sua correspondência a conteúdos sensíveis objetivos: os sonhos não podem ser interpretados segundo essa lógica, porque os símbolos, ao contrário dos signos que simplesmente apontam para certos objetos da experiência consciente, são maneiras pelas quais o homem representa para si mesmo as relações vividas de forma inconsciente com o mundo.

A partir de Kierkegaard, o existencialismo muito contribuiu para mostrar que a consciência, longe de ser algo semelhante a uma câmara fotográfica que copia "o que" lhe é dado, revela também o "como" de sua relação existencial com a realidade. Mesmo para a ciência, a maneira de ver objetivamente é condicionada pelas atitudes valorativas que se encontram no próprio início da vida consciente. O homem, assim, não pode ver o mundo de forma desinteressada; sua visão é determinada por sua vida mental, que gira em torno de uma matriz emocional.

Essa mudança de perspectiva tornou possível a recuperação do símbolo Deus como algo carregado de significação. Não mais como signo que aponta para um objeto que transcende a experiência, passou-se a ver nele um símbolo cujo conteúdo é a própria condição do homem. O estudo do significado de Deus em nada difere da interpretação dos sonhos. Como sugeriu Feuerbach em Das Wesen des Christentums (1841; A essência do cristianismo), Deus é o diário secreto em que o homem coloca suas mais altas idéias sobre si mesmo. O segredo da teologia é a antropologia, porque teologia é uma forma simbólica, projetada, pela qual o homem fala sobre si mesmo.

Friedrich Schleiermacher já havia chegado a uma conclusão semelhante em Der christliche Glaube (1821-1822; A fé cristã), ao afirmar que o símbolo Deus não se refere a um objeto, mas antes a uma forma de sentimento: "Estar em relação com Deus é o mesmo que a consciência de absoluta dependência."

O mesmo critério antropológico é ainda encontrado em Paul Tillich, quando identifica Deus com a preocupação última do homem, e em Rudolph Bultmann, quando afirma que cada afirmação sobre Deus é, ao mesmo tempo, uma afirmação a respeito do homem e vice-versa.

Esse critério, no entanto, implica total subjetivismo. Como Rudolf Otto observa em sua fenomenologia do divino, em Das Heilige (1917; O sacro), a consciência tem sempre um ponto objetivo de referência. A consciência não existe em si, mas é sempre uma forma de relação: "consciência de". A consciência de Deus, portanto, se é essencialmente um fato antropológico, não pode confundir-se com uma produção ou ilusão da consciência. Deus é o nome de uma relação realmente vivida.

 

Morte de Deus. A proclamação nietzschiana da morte de Deus deve ser entendida dentro do quadro acima descrito. Ela nada tem a ver com o empirismo e o positivismo, próprios da mentalidade científico-tecnológica. Que significa dizer que Deus está morto? Nietzsche percebeu que, para a civilização ocidental, Deus era um nome que simbolizava valores que não mais representavam as relações vividas entre o homem e seu mundo. Deus era uma forma taquigráfica de referir a negação da história, da liberdade, do futuro e da própria vida. Sua proclamação da morte de Deus tem por objetivo indicar a decadência cultural de uma civilização que adotou valores contrários à vida e os batizou com o nome de Deus. A morte de Deus é sua forma de se referir à agonia da civilização ocidental. Em Nietzsche essa proclamação ganha caráter ético, pois, a menos que Deus morra, o homem não terá condições para reconstruir a civilização sobre novas bases.

A chamada teologia da morte de Deus, em voga na década 1950-1960, não tem a profundidade da proclamação de Nietzsche; reflete, em larga medida, as influências do positivismo lógico, do empirismo, da ideologia da secularização e do cientificismo.

 

Ressurgimento da metafísica. A mais recente doutrina surgida no Ocidente sobre Deus inspira-se em concepções muito antigas de origem hindu. O avanço do estudo das religiões comparadas e do simbolismo religioso e esotérico de todas as civilizações permitiu o surgimento de uma nova escola metafísica e teológica, que alguns chamam tradicionalista (designação que não agrada a seus próprios membros).

Os representantes mais destacados dessa corrente são René Guénon, Ananda K. Coomaraswamy, Frithjof Schuon, Titus Burckhardt, Seyyed Hossein Nasr, Martin Lings e Leo Schaya.

A variedade de suas origens nacionais e religiosas é significativa: eles procuram expor a unidade da doutrina metafísica que se oculta por trás da multiplicidade de símbolos das várias religiões e tradições espirituais, do hinduísmo ao Islã, do taoísmo à religião dos índios sioux, e identificam a idéia de Deus com a Possibilidade Universal, que, como fundamento do conceito de probabilidade, é indispensável mesmo a uma explicação científica da realidade. Com base nisso, rejeitam categoricamente tanto as limitações criadas pelo empirismo quanto a teologia "sentimental" e antropológica, condenando-as, e também à psicanálise e ao nietzscheísmo, como meras expressões da crise psicológica de uma civilização que perdeu o senso da unidade do real.

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Dias...

 

Eu sei que vc tem receios de admitir seus gostos musicais em público, por isso entendi o fato de vc ter postado esse link!06

 

Aliás, não encare o texto como se fosse uma tentativa para que pratiquem o proselitismo inútil... mas antes as indagações construtivas do que uma mera atitude sofismal!

 

Aliás, em tempo, esse texto encontra-se na Enciclopédia Britânica Barsa. É apenas um texto interessante, caso vc faça questão de continuar no cinismo!
Istari2009-01-11 20:43:09
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Indeed... a teoria da Evolução é a prova viva de que a ciência sabe preencher lacunas baseada em pura crença e especulação' date=' estuprando o método científico e hoje o Darwinismo é o garoto propaganda da ciência... Que mancada, hein?[/Quote']

Pode elaborar isso?

Ele não foi meio irônico?

 

 
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Indeed... a teoria da Evolução é a prova viva de que a ciência sabe preencher lacunas baseada em pura crença e especulação' date=' estuprando o método científico e hoje o Darwinismo é o garoto propaganda da ciência... Que mancada, hein?[/Quote']

Pode elaborar isso?

 

Isso já foi elaborado nas inúmeras discussões nos três tópicos de religião em que a Evolução entrou como tema...

 

Mas se serve de consolação pela falta de um post mais elaborado (porém repetitivo), segue o link abaixo:

 

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Pô, o Slash sumiu?? Tava interessante todo aquele papo de History e Discovery Channel...

 

06

 

 

Que base vc tem para afirmar que as matérias são falsas?

 

Indeed... a teoria da Evolução é a prova viva de que a ciência sabe preencher lacunas baseada em pura crença e especulação, estuprando o método científico e hoje o Darwinismo é o garoto propaganda da ciência... Que mancada, hein?

 

Como se a religião não fizesse isso.....

Alguém aqui acredita fielmente no Criacionismo? 06

Por favor neh, estamos no século 21. Acreditar no gênesis é o mesmo que assinar atestado de retardatisse crônica incuravel 06

 

E se vocês pesquisarem direito, vão ver que há provas de que a Teoria da Evolução é mesmo verdadeira. Pessoas que tem indicios de CALDA no último osso da coluna vertebral.

 

Fora que é biologicamente provado que o DNA do macaco é quase idêntico ao do ser humano, diferença de uns 3%.

 

E por fim, o Vaticano JÁ ACEITOU a evolução. Só acho que deveriam ter pedido desculpas ao Charles Darwin.

 

O próprio Apocalipse Bíblico tem sido questionado por ser muito parecido com a mitologia sumérica, quem conheçe sabe disso. E a comprovação de que o apóstolo que escreveu o apocalipse tenha ficado preso na região onde um dia existiu a Babilônia, reforça essa tese.

 

 

 

 

 

 

 

 
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