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Dúvida (Doubt)


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OSCAR 2009: Seymour Hoffman diz que Dúvida não é sobre pedofilia
(06/02/2009 - 12h09)

Da Redação www.cineclick.com.br

 

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Seymour Hoffman em Dúvida
Mesmo que boa parte do enredo de Dúvida seja a desconfiança se o padre Flynn é ou não pedófilo, o ator Philip Seymour Hoffman, que interpreta o personagem acusado, discorda que o filme seja sobre isso.

"A igreja parou de fazer missas em latim, o padre passou a se dirigir ao público para falar. O filme é sobretudo sobre isso. Há um padre que representa a igreja progressista, e uma freira que não quer que a igreja mude. E isso é discutido por meio de uma acusação", afirmou o ator em entrevista à Folha de S. Paulo.

O longa se passa em 1964 em uma escola católica do Bronx, Nova York. As atitudes de Flynn (Seymour Hoffman) são questionadas pela durona freira Aloysius Beauvier, interpretada por Meryl Streep. Indicada pela 15ª vez ao Oscar, ela não se empolga mais. "Não consigo sentir a emoção. Parece que está acontecendo com outras pessoas, você não se sente empolgada ou nervosa", afirmou.

Outra atriz de Dúvida que parece não se importar muito com a festa no Kodak Theatre no dia 22 de fevereiro é Viola Davis, indicada pela primeira vez. "Não pago as contas com isso [a indicação]. É só um barulho". Davis interpreta a Sra. Miller, a mãe do garoto que é assediado por Flynn. A atriz de 43 anos também reclama do racismo em Hollywood. "Queria sentir que há um lugar para mim nessa indústria".

Incluindo elenco e diretor do filme, estão em jogo 22 indicações ao Oscar: 15 de Meryl Streep, 3 de Seymour Hoffman, 1 de Davis e Amy Adams e 2 do diretor John Patrick Shanley. Delas, 4 se converteram em estatuetas.
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É muuuuuuuuito foda!! Shanley cria uma atmosfera densa e envolvente, criando confrontos que de tão tensos, te dá vontade de rir como uma vávula de escape. Ele escreve diálogos com uma precisão cirúrgica, como se pensasse horas e horas em cada palavra que escreve.

 

E é aí que entra essa monstruosidade de elenco, já que o texto poderia ficar artificial, mas eles são tão talentosos que não somente conseguem tornar tudo aquilo convincente, como ainda criam personagens complexos e sempre interessantes. Streep é a que mais se destaca (lógico): inicialmente ela é uma caricatura de uma mulher que utiliza a fé como arma para conseguir o que quer (me lembrou a Marcia Gay Harden em O Nevoeiro), surgindo ameaçadora e intimidadora. Mas gradualmente, ela vem sendo humanizada, primeiramente ao mostrar seu afeto com as irmãs até a (antológica) cena final, passando pelo impacto que sofre ao conversar com a mãe de Donald (Viola Davis, genial!). Hoffman e Adams também estão estupendos, ele não se deixando ofuscar por essa monstra e ela impedindo que sua personagem torne-se desinteressante. E ainda por cima, o diretor coloca alguns simbolismos que engradecem ainda mais o filme, como a forma com que Streep segura um crucifixo.

 

John Patrick Shanley é tão talentoso que ele consegue a incrível proeza de transformar as mudanças climáticas e alguns fenômenos estranhos (como a quebra da luz) em elementos que acentuam a tensão e tornam a atmosfera ainda mais sombria - o que é gigante, pois se trata de um recurso pra lá de datado. Até mesmo o tom teatral que o filme possui acaba ajudando nisso, ao centrar o filme nos diálogos e em interiores (direção de arte esplêndida, por sinal). Além disso, os enquadramentos de ângulos diferentes são elegantes e ainda causam uma estranheza apropriada e que mais uma vez, aumenta a tensão ali. Destaque para a elegante fotografia do mestre Deakins e para a densa trilha de Howard Shore.

 

Dúvida é um filme estupendo, um jogo de gato-e-rato conduzido com uma tensão insuportável e que é concluído com um final de dar um nó na gargante. Obra-prima com foooooorça!
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Doubt  smiley10smiley10smiley10smiley108,0/10        Top 250  #219

 

Contém spoilers

A

igreja é uma instituição misteriosa para mim, sempre foi, especialmente

a católica, que foi a que mais convivi em minha vida até agora. Nunca

consegui entender muito bem como é viver reprimindo algumas

características que considero humanas demais para serem desprezadas ou

indesejadas. O pecado abrange uma gama de possibilidades que definem a

principal fonte dos limites dos princípios morais e éticos, mas por

outro lado não consigo desprezar o fato de alguns serem inerentes a nós

e ser totalmente inútil lutar contra eles. A inveja, a ganância, o

ciúme, a possessividade são exemplos dos quais não podemos nos

orgulhar, mas eles simplesmente estão lá quando menos se espera, talvez

possam ser controlados, mas nunca extinguidos. Antes dessa revolução

católica com a criação dos movimentos carismáticos e as missas show

(falo a respeito porque minha mãe faz parte dos fiéis), sempre tive a

imagem de pessoas tristes, sofrendo e depurando suas almas em um

ambiente fechado e metodicamente preparado para aquele fim. O que

acontece depois que saíam de lá...bom, melhor não continuar, provavelmente me jogarão um maracujá bem azedo se prosseguir, ahahah.

 

É justamente por esse motivo que me interessei imensamente (e me

interesso) por alternativas que desconstróem esse teor divino que

envolve esses locais e que para mim são totalmente incoerentes com a

natureza mortal e por vezes pútrida que nos caracteriza. Acredito haver

uma grande divergência entre teoria e prática em quase tudo que vejo.

 

Dúvida discute basicamente de forma mais intensa apenas dois ( e

isso já dá muito pano pra manga) complexos fatores que corróem essa

visão externa de santidade dos que dedicam a vida a doutrina (e nem por

isso deixam de ser humanos): a delimitação fronteiriça entre bondade

para com o próximo/benefício individual-egoísmo, discutindo se eles

podem interagir criando um misto que implode a noção de caráter bom ou

ruim das atitudes; e o binômio senso de justiça/senso de poder (a

grosso modo: a irmã age porque realmente quer ver justiça ou para

demonstrar seu poder, independentemente da razão?).

 

Essas idéias descritas acima são

personificadas na figura de duas pessoas no filme: Padre Flynn e a Irmã

Alouysius. Como essas personagens encontram um confronto cuja raiz é

muito forte e fundamentada em uma gigantesca batalha de egos (o que

provoca o extremo de suas posturas e a não reavaliação, por grande

parte do tempo, de suas tendências), a vulnerabilidade dessas idéias a

princípio está personificada em uma terceira pessoa: Irmã James, que,

embora seja muito mais complexa que essa representação (ela possui seus

próprios dilemas e falhas), cria uma dinâmica especial e muito

interessante para esse ramo da estória, oscilando entre as duas

vertentes.

 

Padre Flynn é representado de forma magnânima por Phyllip Seymour.

É possível perceber em cada palavra de seus sermões (fabulosos) ou

mesmo em períodos de explosão emocional o estudo aprofundado que deve

ter desenvolvido para representar uma figura religiosa, a ponderação, o

modo de caminhar, a fala suave (e rígida quando interpelado,

demonstrando certa autoridade), o respeito que exerce, tudo funciona

perfeitamente. Em vista do dilema terrível que se encontra, mesmo que

não houvesse as enormes proporções das acusações (mas há alguma

proporção, o suficiente para produzir o devastador conflito e há provas

no filme disso) e que é elucidado brilhantemente em um diálogo com a

mãe do garoto e em algumas frases, a tensão oculta do personagem se

torna cada vez mais evidente até a inevitável conclusão. Mas esse eu

precisaria de uma tese de mestrado para analisar...passemos pra

frente...

 

Meryl Streep também está bem, mas confesso que sua personagem me

soa um pouco caricatural demais. Dificílima e com um trabalho muito

satisfatório, claro, mas que não consegue escapar de suas origens

fortemente teatrais. A Irmã é dura, muito sistemática e muito

determinada. Suas feições contidas e expressão confiante conferem temor

a todos à sua volta, aniquilando cadeias hierárquicas e evidenciando um

jogo de manipulação psicológica, sustentáculo de sua autoridade. Por

suas características é que o final coerente com a "vitória" da

personagem para mim não soa bem. Não o final em si, mas a forma que a

vulnerabilidade dela é construída na exposição de emoções dos últimos

minutos, é simplesmente drástica demais...é muito difícil para mim

aceitar que uma personagem se degradou tão rapidamente, se ela não

demonstrou nem sinais disso durante o filme. Se esse pilar se corrompeu

depois da saída do Padre Flynn, então que se mostrasse o processo.

 

Também não gosto das palavras da crise: "eu tenho dúvidas" - embora

represente uma clara ambiguidade entre sua postura quanto ao padre e a

sua postura quanto a igreja, não creio que a situação construída

permita uma intervenção tão vaga...não consigo ver a situação sem que

imediatamente a irmã James a perguntasse sobre o que se referia. Até

entendo que o choque pela situação a tenha inibido, mas ainda assim

acho, sei lá, esquisito, é como se a frase fosse posta lá para retomar

de novo o título do filme e "fechar com chave de ouro", posso ver as

cortinas se fechando e os aplausos da platéia, soou (de novo) muito

teatral para um filme que parece tentar reproduzir um ambiente mais

realístico (seja lá o que eu mesmo quero dizer com isso, ahah).

 

Como o imaginado, não há respostas, há só humanos. E como tais,

pagamos pelos nossos erros e acertos. Mesmo assim me pergunto o que

aconteceu com o menino depois? E os pais? Será que o problema realmente

desapareceria em Junho? O direcionamento dos focos para o Padre e a

Irmã por opção pode ser feito (e foi, o filme não é meu), mas continuo

achando um potencial elevadíssimo de outro personagem que jamais foi

contemplado.

 

E é por levantar tantas questões brilhantemente, criando

personagens que escondem uma instabilidade que os fazem se aproximar a

todo momento do que é SER humano que não acho um filme tão fantástico.

Dúvida deixa algumas coisas de lado, fica em cima do muro em outras,

mas nos presenteia com um duelo genial e ALGUMAS respostas, pelo menos

para o caso analisado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mr. Scofield2009-02-09 20:15:36

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O sucesso de Dúvida é justamente transformar o mistério do "foi ou não foi" somente na cereja do bolo. Você olha para o elenco, lembra das performances, e dá até calafrios, tamanho o "depth" que cada um injetou em seu papel. Esse é um filme que funciona nos mais variáveis níveis, há metáforas a serem interpretadas espalhadas por todo canto (por exemplo, a inocência de Flynn é representada com uma simples bailarina, além das flores "presas" em um certo livro - a bíblia).

 

Mas para quem odeia metáforas, há outra vertente, as diversas questões levantadas (de âmbito religioso, social ou pessoal) de forma puramente imagética, uma narrativa visual refrescante. Muito bom.

 

Edit: esqueci de comentar que para mim, o Flynn é inocente (e homossexual), definitivamente não é um fato.
Stradivarius2009-02-17 15:40:44
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SPOILERS

 

Pra mim, ele é culpado sim, mas eu sempre me pego caindo em dúvida de novo. O que me faz ficar do lado da Irmã Aloysius é a isca que ela solta sobre ter vasculhado seu passado e ele imediatamente ter pedido sua transferência.

 

Por outro lado, talvez seu passado seja igualmente chocante porém completamente diferente das suspeitas de pedofilia da Irmã. Ou ainda, ele pode simplesmente ter saído para evitar constrangimentos maiores, temendo que a visão da Irmã fosse adquirida pelos outros e que sua reputação fosse destruída.
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Ele não é culpado, mas reconhece  e controla sua tentação.

É um padre, tem vocação p/ sê-lo, mas tb é humano.

 

Nem acho que isso é o mais importante no filme.

Essa é apenas uma desculpa da freira Aloysius p/ tentar controlar as inovações que Flyn vem trazendo e com as quais ela não sabe lidar.


Acho que ela o considera um herege,  é uma falsa moralista que manipula  a moral conforme sua noção de pecado.

Ela mesmo admite que já pecou na vida e que mente, justificando que é  p/ uma causa maior.

Acho que padre Flyn a faz repensar o qto há de verdade em sua fé.

 

By the way, acho o vento uma metáfora, eles comentam sobre ele ot empo todo.
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Ah sim, interpretei o vento como um anúncio dos tempestuosos tempos que "estão por vir" (considerando que eles se encontram na década de 60, período de transição dos costumes tradicionais para uma postura mais liberal da sociedade), além é claro dos escândalos cada vez mais comuns de pedofilia na igreja.

 

Não acho a Irmã Aloysius uma vilã, em grande parte pela performance da Streep. Ela tem certas convicções, talvez até mesmo pra combater seus próprios demônios, mas isso não é algo criminoso.

 

Mas ao mesmo tempo, acho o Flynn inocente, o fato de ser gay seria igualmente vergonhoso (para ele) se levado a público, motivo pelo qual cedeu às ameaças da Aloysius.

Outra pista era o modo preconceituoso com que o aluno loiro (que o filme fez questão de mostrar que não era gay) olhava o padre, além de maltratar Donald (e o modo compreensivo com que Flynn ajuda o garoto nesta cena é como um "eu sei como é").

 

Mas a prova incontestável pra mim são as flores, que Flynn sempre observa. Estão "presas" nas páginas da Bíblia, mas ao mesmo tempo se mantém coloridas, não apodrecem, aquilo não só simboliza o próprio padre mas sua tragédia pessoal.
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A impressão que fiquei depois que assisti Dúvida foi: o melhor filme do ano foi desprezado pelo Oscar!

 

Que filme estupendo! Atuações igualmente grandiosas, numa história cheia de nuances e diálogos afiados. Aqui não tem como reclamar de bla-bla-bla, pq os diálogos são primorosos.

 

Técnicamente o filme também é uma pérola. Uma ótima fotografia, uma trilha sonora impactante, direção de arte impecável. Realmente um filmaço!

 

Cheguei ao final com a mesma impressão do Stradivarius, pra mim, ele é homossexual, mas não é um molestador. Tudo que ele tentava era ajudar o garoto a passar por aquilo, a aceitar sua natureza, ou reprimí-la, como o próprio padre faz. Mas a dúvida é claro, permanece.

 

A cena do sermão das penas é algo fantástico!

 

Neudson2009-02-18 09:02:30

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Essa definição p/ o vento faz sentido, pq aloysius parecia se incomodar anormalmente com ele... aff!

 

Sabe o que? Achei que a história em si nem foi tãooo impactante assim.

Os atores é que fizeram do filme o que ele é.

Amei todas as interpretações.


Qto a Flyn ele é gay sim, acho que as unhas compridas são um sinal disso.

 

Acho que  ninguém foi molestado  nessa escola, mas meio que subentende-se que Flyn já tenha sucumbido no passado.

Ele caiu qd Aloysius blefou que havia ligado p/ a escola anterior, pesquisando sua vida.

 

By the way, já tinha ouvido o sermão das penas com o padre Marcelo !
MariaShy2009-02-18 15:18:58
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A questão não é se ele é inocente ou não, entra-se na discussão típica de Capitú, "traiu ou não traiu?"É excelente, mesmo. Boa direção, roteiro e trama, mas o elenco, sim, é a melhor coisa, a Amy impecável, Streep a princípio não me convenci, mas a cena em que estão os três juntos, quando as duas colocam ele contra a parede, é soberba. A tal da Viola Davis realmente está ótima, torço para a Cruz, mas se ela levar, será justo.

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Só fui entender que era comédia na cena final. Já vinha desconfiando antes, com aqueles trovões, chuvas, galhos caindo e lâmpadas queimando, mas a certeza mesmo só veio depois das linhas de texto finais de Aloysius.

 

Sério, achei desastroso. Assim como o último do Ron Howard, parece um telefilme. As opções desse John Patrick Shanley são mais bobinhas que a cara da Amy Adams, até porque são claras as consequências de um legado do palco que ele não parece fazer questão de evitar. Não funciona.

 

É um filme da Disney e isso já diz tudo: só faltou a personagem da Meryl Streep, que eu sinceramente não gostei, soltar uma daquelas gargalhadas fatais e sair por aí voando com uma vassoura. Ou algum número musical, talvez.

 

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É o filme mais campy do ano e eu adorei justamente por isso. Exagerado, bem caricatural, me diverti bastante vendo. As atuações (tirando a da Streep) tão excelentes, sendo a da Amy a minha favorita.

 

E não creio que o filme se mascare por baixo de alguma suposta "sutileza" (que não existe), é tudo bem escancarado mesmo, desde aquela coisa do gato x rato até o os pequenos detalhes envolvendo cúbos de açúcar, Frosty the Snow man e etc

 
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A questão não é se ele é inocente ou não' date=' entra-se na discussão típica de Capitú, "traiu ou não traiu?"É excelente, mesmo. Boa direção, roteiro e trama, mas o elenco, sim, é a melhor coisa, a Amy impecável, Streep a princípio não me convenci, mas a cena em que estão os três juntos, quando as duas colocam ele contra a parede, é soberba. A tal da Viola Davis realmente está ótima, torço para a Cruz, mas se ela levar, será justo.[/quote']

Entre Cruz e Viola Davis, desparada a minha torcida pela Davis... aff !

Estupenda atriz !

 

E não só por pela interpetação em si, mas pelo  personagem.

Entre uma neurótica passional e uma mãe desesperada por ajuda, eu fico com a última.
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Será uma pena se Viola perder... aff!

A sua cena com Streep (pode até ser considerada apenas uma) <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

é sem dúvida a mais forte e impactante do filme.

 

Anyway, acho que a Cruz leva.
Sei lá... ela concorre por um filme de Allen. Isso pesa.

 
MariaShy2009-02-20 20:13:07
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3,5/4

Excelentes atuaçoes!

com certeza muito interessante!

porém ao termino do filme fiquei na duvida!06

tipo...pode parecer idiota..talvez essa seja a ideia do filme, mas fiquei extremamente confuso se o padre era culpado!

tipo... a mentira de merryl é crucial p/ coloca-lo como culpado mas mesmo assim fiquei com a impressao que o padre foi injustiçado!

 

Sabe o que? Achei que a história em si nem foi tãooo impactante assim.

Os atores é que fizeram do filme o que ele é.

Amei todas as interpretações.


Qto a Flyn ele é gay sim, acho que as unhas compridas são um sinal disso.

 [/quote']

 

com certeza os atores arrasaram....!!

agora... por favor sera que vc pode explicar qual a relaçao existente entre homossexualidade e unhas compridas?

 

 
Calvin2009-02-22 03:58:09
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É Calvin, deixar o espectador em dúvida com certeza é a graça do filme, tudo gira em torno dessa questão, e as boas atuações, com os dois lados, reforça a idéia de "não saber" realmente quem está certo. O que achei definitivo foi a insistência da personagem de Streep, é uma mulher que sempre, sempre, coloca as coisas, não importa como, para o seu lado, e isso deixa você com a impressão de que ela mente, e ele diz a verdade, mas não se sabe, mesmo.

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