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Forum Cinema em Cena

Romance, Guel Arraes (2008)


CACO/CAMPOS
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ROMANCE (2008) (Romance (2008), Brasil, 2008)

 

15194gr3.jpgAna (Letícia Sabatella) e Afonso (Wagner Moura) são dois jovens atores que se apaixonam durante a montagem teatral de Romance de Tristão e Isolda. Ao mesmo tempo que recriam a história deste casal mítico que está na origem de todos os casais românticos, eles tentam descobrir para si próprios uma nova forma de se relacionar.

 

Diretor: 

Guel Arraes

Elenco: 

Wagner Moura, Letícia Sabatella, Andrea Beltrão, José Wilker, Bruno Garcia, Tonico Pereira, Vladimir Brichta, Edmilson Barros, Marco Nanini.

Roteiro: 

Guel Arraes

Ano: 

2008

País: 

Brasil

Gênero: 

Drama

Cor: 

Cor

Distribuidora: 

Buena Vista

Estúdio: 

Globo Filmes/ Natasha Filmes

Estréia: 

31/10/2008

 

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Guel Arraes e um dos grandes diretores brasileiros em atividades como Fernando Meirelles,Jorge Furtado,Walter Salles e etç e o legal que Arraes sempre soube se divertir com as metáforas,humor e anarquia em sua obras.

Agora imagine um filme sobre uma peça onde os atores vivem um casal dentro e fora dos palco e este casal e Wagner Moura(perfeito) Letícia Sabatela(linda) e simplismente genial

 
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  • 4 weeks later...

RIO 2008: Guel Arraes explora o amor em novo trabalho
(08/10/2008 - 11h26)

Por Angélica Bito, do Rio de Janeiro

 

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A pré-estréia de terça-feira (7/10) no cinema Palácio, durante o Festival do Rio, estava com Sab de despedida. Afinal, tratava-se da última exibição especial no local, que abrigou nesta 10ª edição do festival as badaladas primeiras exibições de filmes nacionais. Esta sessão de Romance foi a última no cinema, prestes a virar centro de convenções e deixar de ser palco do Festival do Rio.

Romance é o novo filme de Guel Arraes e sua sessão contou com a presença do elenco - Letícia Sabatela, Wagner Moura, Andréa Beltrão, Vladimir Brichta e Bruno Garcia eram alguns dos atores presentes - e de algumas celebridades, como Regina Casé, Caetano Veloso - diretor musical do longa -, Carolina Dieckmann e o diretor do filme, que subiu ao palco do Palácio para apresentá-lo. "Este é um pouco diferente dos outros filmes que já fiz", explicou Arraes. "Aqui, me inspiro nos filmes da Nouvelle Vague e de Domingos Oliveira", continuou. "Espero não decepcioná-los e chegar à altura destes mestres".

E, realmente, diferentemente de seus outros trabalhos - como o popular O Auto da Compadecida -, Arraes não explora somente a comédia, mas parece focar muito mais no romance e na exploração da arte dentro da arte. O roteiro, escrito pelo próprio Arraes e do não menos talentoso Jorge Furtado (Saneamento Básico - O Filme), acompanha a história de Pedro (Wagner Moura) e Ana (Letícia Sabatella). Ele é diretor e ator teatral; ela é atriz. Os dois se conhecem quando ele faz audições para sua montagem de Tristão e Isolda, uma das mais clássicas e trágicas histórias de amor já feitas. Quando ela é descoberta pelo executivo de TV Danilo (José Wilker, para quem foram reservadas as mais engraçadas frases do filme), ele logo a contrata para fazer novela. Para Pedro, o trabalho é impensável e o relacionamento entre os dois entra em crise. Não somente afetivo, mas principalmente profissional. Com ciúmes do sucesso da amada na TV, ele rompe a bem-sucedida parceria nos palcos e na vida. Três anos depois, os dois se reencontram para trabalharem juntos num especial para a TV.

Merecem destaque as atuações de Wagner Moura e Letícia Sabatella. Mais uma vez, o ator mostra seu talento multifacetário, desenvolvido em dramas (Cidade Baixa), ação (Tropa de Elite), comédia (Saneamento Básico - O Filme) e agora num romance. Letícia, que começa a ser mais vista em cinema somente no último ano - apesar da grande popularidade em TV - segura muito bem a onda de dividir a cena com Moura. A química entre os dois frente à tela existe e ainda tem a questão dela ser belíssima, o que acaba dando um toque a mais de encantamento ao filme.

Além de explorar os meandros, dramas e tragédias do amor, Romance também explora muito bem as relações que os atores tem com a dramaturgia. Arraes coloca teatro e TV dentro do cinema e resolve discutir, de forma leve, a relação entre os tipos de veículos e como os atores são capazes de lidar com ambos. Com diálogos afiados e divertidos - com destaque para a personagem de Andréa Beltrão, sempre apresentando belos trabalhos de atuação, não canso de dizer -, Romance apela bem menos para a comédia do que se poderia esperar de Arraes, mas nem por isso é ruim, pelo contrário. O diretor cumpre o desafio de apresentar um belo filme saindo dos moldes já consagrados junto ao público.

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  • 2 weeks later...

Novo filme de Guel Arraes tem pré-estréia na Mostra de SP

'Romance' é protagonizado por Wagner Moura e Letícia Sabatella.
Longa será exibido entre os dias 22 e 25 de outubro na Mostra.

Marília Juste

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“Romance”, novo filme do diretor Guel Arraes, é um dos destaques da produção nacional desta primeira semana da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que teve início na sexta-feira (17).

 O filme, protagonizado por Wagner Moura e Letícia Sabatella, conta a história de um casal de atores que se apaixona enquanto trabalha na encenação de “Tristão e Isolda”. E se vê com problemas diante da rotina exaustiva e também do sucesso dela, que ganha fama ao fazer televisão.

 Os bastidores do espetáculo teatral e da TV também serviram de inspiração para o cineasta. “[O filme] fala de arte, fala de indústria, mas o tema principal é o amor. Eles falam o tempo todo da história do amor. Eles estão discutindo em cena, a montagem de uma história de amor, e estão vivendo uma história de amor.”

O longa, que conta ainda com Andréa Beltrão, Vladimir Brichta, Pedro Cardoso, José Wilker e Marco Nanini no elenco, tem estréia prevista para o dia 14 de novembro. Antes disso, será exibido entre os dias 22 e 25 de outubro na Mostra.

Arraes, que assinou “O auto da compadecida” e “Lisbela e o prisioneiro”, entre outros, acredita que os espectadores vão se surpreender com “Romance”. “Eu acho ele bem diferente. É um filme mais adulto, de temática mais madura. Os outros que eu fiz não eram especificamente infantis, mas eram para a família toda”, afirma.

A temática mais madura citada pelo cineasta inclui sua primeira cena de nu em um filme. Para o ator, a filmagem de uma seqüência de nudez ou sexo pode ser tão complicada quanto gravar uma batalha épica com 30 mil figurantes. "Eu nunca tinha feito nem nu, nem nu parcial, nem sexo", contou Guel Arraes ao G1. "Para mim, existem dois tipos de cena dificílimas de fazer: as de sexo e as de batalhas." 

O tema volta à discussão dias depois de o ator Pedro Cardoso ter feito um discurso contrário a cenas de nu no cinema brasileiro, durante o Festival do Rio. O diretor evitou fazer polêmica sobre as declarações do ator. “Concordo em parte, [mas] acho que ele exagera um pouco. Às vezes você pode ficar com uma sensação de que toda cena de nu é feia. Pode ser extremamente bonita. Não pode ficar essa sensação de pudor.”

Apesar de discordar de alguns pontos, Guel Arraes concorda, no entanto, que o sexo pode estar sendo banalizado no cinema. “Muitas vezes se coloca o nu para esconder a falta de idéias. Quando o nu tem que ter uma idéia ao quadrado”, diz ele. “Ao fazer uma cena de sexo ou nudez, você tem a obrigação de fazer alguma coisa que não seja um clichê.”

“Você pode fazer uma cena de caminhada na rua meio banalmente. Mas quando você expõe um ator e uma atriz, você tem que, no mínimo, dar uma dignidade para aquilo. Porque a gente sabe que a nudez na nossa sociedade tem um significado especial”, diz o diretor. “Tem muita cena ‘matada’, mal feita, mal aplicada, mal encaixada, mal escrita, mal montada - e isso com o nu se torna pior”, critica.

Para o diretor, fazer uma cena de nu “não é igual fazer uma cena de um casal comendo num restaurante”. “Você tem que passar alguma mensagem”, afirma. 

Nervoso <BR>

Filmar sua primeira cena de sexo tirou o sono do cineasta. “Quebrei muito a cabeça para fazer essa cena. Mexi no roteiro várias vezes”, conta Guel Arraes.

“Fiquei muito nervoso quando fui gravar. Para mim não foi uma cena normal em um dia normal. Foi como se eu estivesse filmando uma cena de batalha com 30 mil figurantes”, diz o diretor. “Uma cena de sexo tem que ter uma idéia muito boa, tem que estar bem realizada. Você não vai gastar R$ 30 milhões para fazer uma batalha ruim. Tem que fazer uma batalha que tenha um sentido, que dê um frisson de aventura incrível”, compara.

Arraes explica que a cena se fazia necessária para mostrar a intensidade do relacionamento dos protagonistas e para fazer uma comparação entre o amor romântico e o amor verdadeiro. “[A cena] contrapõe o amor romântico e idealizado, quase assexuado, da Idade Média [visível na peça que a dupla encena ao se conhecer] com o amor contemporâneo que assimilou o sexo como uma prova de amor, como coisa de cotidiano”, explica o cineasta. “Tristão e Isolda falam em versos e têm um amor espiritual. Pedro e Ana conversam e têm um amor de verdade”, afirma.

Entre os objetivos da obra, que segundo ele, é seu trabalho mais “pessoal”, estava mostrar o que é o amor “de verdade”. “As pessoas perseguem um amor romantizado, idealizado, do cinema. Porque depois que os amantes se beijam, você não os vê tomando café no quinto ano de casamento”, diz Arraes. 

 

Muito bom o trailer 03  acho que este com certeza vai ser o 1° longa sério e adulto do Arraes e Wagner Moura tá prometendo, já tó cheio de expectativas

 

O link com o trailer03
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Após ‘Tropa’, Wagner Moura fala de amor

Ator está em 'Romance', novo longa de Guel Arraes, em cartaz na Mostra.
No filme, ele e Letícia Sabatella se apaixonam ao encenar 'Tristão e Isolda'.

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Esqueça armas, violência e seqüências de ação. Em seu primeiro filme depois de “Tropa de elite”, Wagner Moura vive uma história de amor. “Romance”, filme de Guel Arraes em cartaz na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, mostra o relacionamento entre Pedro (Moura) e Ana (Letícia Sabatella), atores que dividem o palco na encenação de “Tristão e Isolda” ao mesmo tempo em que se envolvem romanticamente.

“As pessoas são inteligentes. Sabem que um ator é um ator, e um personagem é um personagem. O cara entra para ver o filme e eu, modestamente, espero que em um segundo ele não se lembre mais de Capitão Nascimento nem de nada. O Pedro é um personagem forte, mas que não tem essa violência, esse clamor social. Ele está em outro lugar, um lugar mais da poesia e do romance”, afirma Moura.

O ator diz que se identificou com o personagem por ser, como ele próprio, um ator muito ligado ao teatro. “O Pedro refletia muito as cosias que eu pensava. Talvez ele fosse um pouco mais radical porque tinha um certo pé atrás com a TV, coisa que eu não tenho de jeito nenhum.”

 O citado “pé atrás com a TV” foi considerado por muitos como uma crítica à televisão, o que Moura nega. “Acho a questão da linguagem do cinema, da TV e do teatro que está presente no filme é importantíssima. Mas não acho que o filme homenageie especificamente o teatro nem represente uma crítica à TV. Tanto que a minissérie que o meu personagem dirige fica linda no final, como são as coisas que Guel costuma fazer. Eu sou um pouco Guel no filme”, afirma,

“Mas tudo isso é o pano de fundo para falar de amor”, completa. Em “Romance”, há muitos paralelos entre o amor romântico vivido pelos personagens da lenda de Tristão e Isolda e a realidade dos atores que os interpretam no teatro. “O amor romântico é o amor idealizado. O amor real, se é que se pode falar nisso, é um pouco o amor romântico se repetindo várias vezes. Na nossa vida, temos a possibilidade de viver vários amores românticos. O bom é que a gente encontre um amor e acredite que ele pode ser romântico para o resto da vida.”

O filme de Guel Arraes vem sendo muito comentado pelo fato de Pedro Cardoso, que também está no elenco, ter feito um manifesto criticando as cenas de nu no cinema brasileiro. “Eu estou achando que o manifesto de Pedro vai acabar chamando gente para ver o filme [risos]”. Moura afirma que não teve dificuldade para filmar a cena de sexo entre ele e Letícia Sabatella e que a considera importante para o longa.

“A cena é lindíssima e mostra a relação dos personagens que, além de amor e entendimento artístico, têm uma relação de tesão. Ao mesmo tempo, ela é entrecortada com as cenas dos personagens de Tristão e Isolda. Tem poesia a cena. Talvez o Pedro tenha sido mal compreendido, embora haja arestas no texto dele que serviram de munição para que ele fosse bastante atacado. Até eu próprio posso discordar de algumas coisas que ele diz, mas a base do texto foi muito salutar.”

 

Vida e literatura


Ao falar de amor, mitos e histórias românticas, Moura não esquece de citar Shakespeare. “É engraçado, porque além de Tristão e Isolda, eu acho que Shakespeare é muito responsável por esse ideal de amor que a gente tem. É incrível como a nossa vida hoje é, de certa forma, norteada pela literatura.”

O ator lembra da história de Romeu e Julieta e fala também de sua experiência interpretando Hamlet no teatro. “Está sendo a maior experiência artística e como intérprete que eu já tive. Eu fico pensando o que eu vou fazer depois disso. Porque é uma carga muito violenta de emoção, de envolvimento com o processo teatral e com tudo que o teatro pode te dar.”

A peça está em cartaz no teatro Faap até dezembro, mas a intenção do ator é retomar as apresentação em 2009. “Eu quero fazer por mais tempo, até para que eu descubra mais esse personagem, que é infinito. É um sonho antigo, e que eu achava impossível. Estou feliz da vida.”

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Letícia Sabatella e Vladimir Brichta soltam a voz em 'Romance'

Atores formam um dueto inesperado em filme de Guel Arraes, que estréia dia 14 de novembro.

Divulgação/Divulgação

A cena em que Letícia e Britcha cantam juntos

No dia 14 de novembro, os espectadores vão conhecer uma versão nova de Letícia SabatellaVladimir Brichta. É que no filme "Romance", de Guel Arraes, os atores aparecem fazendo um dueto em uma das cenas, cantando a música "Flor do Cascalho", famosa em terras nordestinas.

 “Conheci esta canção numa gravação que Liedo Maranhão, antropólogo pernambucano, havia feito com um folheteiro (leitor de folhetos de cordel). Mais tarde descobri que a letra é de Apolônio Cardoso, advogado e violeiro nascido em Campina Grande, por coincidência, cidade bem próxima da região em que filmamos esta cena”, conta Guel Arraes.

A cena que ele se refere foi gravada na Pedra do Pai Inácio, na Paraíba, e tem as personagens de Brichta (José de Arimatéia) e Letícia (Ana) encenando o romance medieval Tristão e Isolda.

No blog do filme, é possível ver uma prévia deste inesperado dueto.

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  • 2 weeks later...

Cineasta acusa filme Romance de plágio
(12/11/2008 - 14h30)

Da Redação www.cineclick.com.br

 

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Romance, de Guel Arraes,
estréia na sexta (14/11)
O diretor Sérgio Bianchi (Quanto Vale ou é Por Quilo?) estuda tomar medidas judiciais contra a produção do filme Romance, de Guel Arraes, que estréia na próxima sexta-feira (14/11). A informação é da Coluna Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

Bianchi teria contratado uma advogada. "Eu também tenho um filme chamado Romance", diz o cineasta. O longa homônimo de Bianchi foi o primeiro dirigido pelo cineasta e lançado em 1988. Para Paula Lavigne, produtora do filme de Guel Arraes, "ele quer se aparecer". Ela afirma ter pareceres de especialistas em direito autoral afirmando que o título do filme é genérico.

Em setembro, a Warner Bros. perdeu um processo para os produtores do indiano Hari Puttar - A Comedy of Terrors. A distribuidora acusava o filme de plagiar a série Harry Potter. No Brasil, já houve outra acusação de plágio. Em 2006, Walter Salles e Daniela Thomas, que à época escreviam o roteiro de Linha de Passe, identificaram na novela Cobras & Lagartos um personagem semelhante ao filme.

Romance é protagonizado por Wagner Moura (Tropa de Elite) e Letícia Sabatella (Não Por Acaso), cujos personagens se apaixonam durante a montagem da peça Tristão e Isolda.

Putz que palhaçada07
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  • 4 weeks later...

Vc estão reclamando desse filme? Assistam “Entre Lençóis”  p/ vc verem... aff! down.gif<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

By the way, Letícia é ótima cantando !

Não vi o filme ainda, mas já ouvi ela cantando " A Cigarra",  com a Elza Soares clap.gif

MariaShy2008-12-11 19:10:13
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  • 8 months later...

Acabei gostando um pouco mais quando o revi. O romance continua um horror, ninguém se salva quando o Arraes cisma nele (e aquele triângulo amoroso é constrangedor), mas como comédia é decente, com falas típicas do Furtado (que co-escreveu o roteiro) e o ritmo metralhadora que me diverte a valer. Sabatella e Brichta são fracos, mas Beltrão, Moura e Nanini (hilário!!!) estão ótimos.

 

Irregular, mas com seus atrativos. Mas também não te culparia caso resolvesse deixar esse passar.
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É um ensopadão no melhor estilo Globo Filmes: Muita pretensão, estereótipos, piadas de mal gosto, José Wilker...

 

Gostei da fotografia (na primeira metade) e achei que o Moura e a Sabatella até vencem os diálogos ridículos de seus personagens, sempre calcados em obras literárias(14). Mas o filme não passa de um veículo de promoção para a Rede Globo e suas novelas e miniséries. Chega a ser constrangedora a suposta "sátira" às produções da emissora.
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